Espelho meu, espelho meu há alguém mais rico que o Ronaldo?



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A seleção portuguesa feminina vai receber a Islândia no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, em 01 de dezembro, no primeiro jogo do segundo play-off de apuramento para o Campeonato do Mundo, anunciou hoje a Federação Portuguesa de Futebol.
Após cerca de três anos, a equipa orientada pelo selecionador nacional Francisco Neto volta à ‘cidade berço’, para lutar por um lugar no Mundial de 2027, a decorrer de 24 de junho a 25 de julho, no Brasil.
“Guimarães respira futebol e estou absolutamente convencido de que as ‘navegadoras’ vão sentir a força e o carinho de todos os vimaranenses, bem como de todos os portugueses que se juntarem no Estádio D. Afonso Henriques para as apoiar nesta caminhada rumo ao Mundial”, disse o presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo.
O norte de Portugal volta a receber um jogo da seleção feminina, depois de Barcelos e Vizela já terem acolhido este ano as ‘navegadoras’ em jogos de qualificação para o Campeonato do Mundo.
Portugal, que se estreou numa fase final do Mundial em 2023, terá pela frente um play-off a duas mãos diante da Islândia, com o primeiro jogo em solo luso, em 01 de dezembro, e o segundo na cidade islandesa de Reykjavik, em 05 de dezembro.
No primeiro play-off, a formação das ‘quinas’ ultrapassou a Irlanda do Norte, com dois triunfos, por 4-0 fora e 3-1 em casa.
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O avançado Cristiano Ronaldo foi hoje suspenso por 30 dias e multado em 255 euros pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), por ter abandonado o estágio da seleção portuguesa, na Dinamarca.
Em comunicado, a secção não profissional do CD da FPF revelou julgar totalmente procedente a acusação e, em consequência, aplicar o artigo 160.º do Regulamento Disciplinar (RD), “por uma vez e a título doloso (…) aplicando-lhe, em consequência, a sanção de suspensão por 30 dias e, acessoriamente, a sanção de multa que se fixa em 2,5 UC [unidade de conta], ou seja, 255 euros”.
Ronaldo incorria numa suspensão entre um e seis meses e uma multa, por ter abandonado a seleção portuguesa, em 30 de setembro.
“O jogador que, regularmente convocado, abandone ou não compareça injustificadamente a treino, jogo ou atividade das seleções nacionais ou relacionada com a representação desportiva da FPF ou de Portugal, é sancionado com suspensão de um a seis meses e, acessoriamente e se for jogador profissional, com multa entre 5 e 10 UC [entre cerca de 500 e 1.000 euros, sendo 102 euros por unidade de conta]”, lê-se no respetivo regulamento.
No dia 30 de setembro, o capitão da equipa das ‘quinas’ e avançado dos sauditas do Al Nassr, de 41 anos, deixou o estágio da seleção, que preparava os jogos do Grupo A4 da Liga das Nações frente à Dinamarca e à Noruega, no domingo, depois dos triunfos frente ao País de Gales (1-0) e à formação norueguesa (2-1).
Cristiano Ronaldo, de 41 anos, é o recordista de jogos (com 234) e golos pela seleção portuguesa (146), tendo capitaneado a equipa das ‘quinas’ nos triunfos no Campeonato da Europa de 2016 e nas edições de 2019 e 2025 da Liga das Nações.
Já com a vitória no grupo e a presença nos quartos de final asseguradas, a seleção portuguesa volta a jogar em 14 e 17 de novembro, frente à Dinamarca, em Braga, e ao País de Gales, em Cardiff, nos últimos dois jogos do agrupamento.
Após este incidente, o presidente da FPF, Pedro Proença, assegurou, no passado dia 10 de outubro, que todas as partes querem Ronaldo na seleção, em novembro, fazendo depender esse regresso do castigo hoje conhecido.
“Todos, sem exceção, queremos estar juntos novamente em novembro”, afirmou o antigo árbitro, à margem da inauguração da segunda fase do Centro de Formação da Associação de Futebol do Porto.
Esta declaração de Proença ocorreu quatro dias depois de Ronaldo ter assumido, numa mensagem escrita, a responsabilidade pelo abandono do estágio da seleção, na qual, apesar de pedir desculpa aos adeptos e companheiros, defendeu que o seu ato devia ser punido de forma exemplar.
“Entendo que a punição não deve ter atenuantes. Não sou um jogador qualquer, sou capitão de equipa e isso constitui uma agravante. Já pedi desculpa, mas sei que as atitudes têm de ter consequências. Quem está no futebol como estou, sabe que, independentemente do estatuto de cada um, as regras são iguais para todos”, vincou Ronaldo.
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Francisco Conceição tem uma lesão no ombro esquerdo, sofrida no domingo no encontro da Juventus frente à Lazio, para a Liga italiana de futebol, e vai ficar indisponível por tempo indeterminado, divulgou a hoje o emblema de Turim.
“Na sequência do traumatismo no ombro esquerdo sofrido durante o jogo contra a Lazio, Francisco Conceição foi submetido a exames de diagnóstico, que revelaram uma luxação glenoumeral. O jogador passará por tratamentos e já iniciou a reabilitação com o objetivo de regressar às atividades competitivas”, lê-se numa nota publicada no site oficial da Juventus.
O clube italiano não divulgou o tempo de paragem esperado do extremo de 23 anos, mas a imprensa local aponta que Conceição deverá ficar afastado dos relvados durante um mês.
Isto significa que o antigo jogador do FC Porto pode falhar todos os jogos da Juventus até à paragem para as seleções, a meio de novembro, e também o último jogo de Portugal na fase de qualificação da Liga das Nações.
Conceição já é baixa certa para o duelo com a Dinamarca, em 14 de novembro, em Braga, mas devido a castigo, mas pode agora também falhar a viagem ao País de Gales, em 17, no encontro que fecha o Grupo A4, por causa de problemas físicos.
Com quatro jornadas disputadas, Portugal já garantiu o apuramento para os quartos de final.
Conceição está cumprir a terceira temporada na Juventus e leva em 2026/27 um golo e uma assistência em nove jogos em todas as provas.
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Portugal terminou hoje na terceira posição o Mundial de hóquei em patins, após vencer a Espanha, ainda campeã em título, por 5-3, no jogo para atribuição do bronze, disputado no Paraguai.
Em Luque, o encontro chegou empatado a dois ao intervalo, na sequência dos golos Gonçalo Alves (04) e Rafael Bessa (20) para Portugal, e do ‘bis’ de Marc Grau (01 e 20) para a Espanha.
No segundo tempo, Xano Edo (30) marcou na própria baliza, colocando a Espanha em vantagem, resultado que Hélder Nunes (31), Rafa Bessa (34) e Gonçalo Alves (50) inverteram, garantindo o triunfo de Portugal, atual campeão europeu.
Portugal, que tinha sido quarto classificado no Mundial de 2024, disputado em Itália, somou a sua 16.ª medalha de bronze em Mundiais, que junta a 16 títulos, o último dos quais conseguido em 2019, e 12 pratas.
A final do Mundial de hóquei em patins, que ditará o sucessor de Espanha no palmarés de vencedores, vai opor ainda hoje a Argentina à França, que luta pelo título pela primeira vez.
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Rui Jorge lamentou a forma desonesta como deixou de ser selecionador sub-21 e considerou que a atitude do presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Pedro Proença, não foi de uma pessoa de bem.
“Nem sei se me agradeceram em comunicado. O que eu sei é que acho que deveria ter saído de outra maneira, com outro respeito. Acho que foi, não só desonesto da forma como o fizeram, como também de baixo valor. De baixo valor humano, de baixo valor profissional. Isso é uma coisa que me deixa alguma mágoa”, disse, em entrevista à agência Lusa.
Depois de quase 15 anos à frente da seleção portuguesa de sub-21, Rui Jorge deixou o cargo após o Europeu, sendo substituído por Luís Freire, após o final do seu contrato.
“Não sou responsável pela atitude das outras pessoas, mas acho que efetivamente foi um momento feio e que não dignifica a FPF. Nada posso fazer em relação a isso. Eu tenho consciência que fiz as coisas como deveriam ser feitas, mas tenho plena consciência de que se estivesse do outro lado não faria da mesma forma”, afirmou.
O atual selecionador de sub-20 do Azerbaijão admite que “é perfeitamente natural que se queira mudar”, mas que “a forma como é feito é que pode ser e deveria ser bem diferente”, em especial tendo em conta a sua longa ligação às seleções nacionais, primeiro como jogador e depois como treinador.
“São muitos anos ligados à nossa seleção e não é, para mim, admissível que, quando se vai embora, o presidente não tenha uma palavra connosco. Além de não ser feito de uma forma clara, não é admissível. Não é de uma pessoa de bem. E isso deixou-me obviamente triste”, assumiu.
Desde a sua saída, Rui Jorge não viu nenhum jogo da seleção portuguesa de sub-21, porque ainda lhe custa ver jogadores que no ano passado estavam com ele e que “tinha alguma expectativa em relação a eles” e que “já tinha imaginado algumas formas” de como iria jogar.
“Prefiro não o fazer [ver os jogos]. Acompanho logicamente os resultados. Quando soube que era o Luís [Freire] que iria pegar na seleção sub-21, telefonei-lhe para lhe desejar toda a sorte e para que fosse tão feliz na seleção sub-21 quanto eu fui. […] Se ele for tão feliz quanto eu fui na seleção sub-21 acho que ele vai ficar muito satisfeito. Se puder conquistar o troféu que eu tanto tentei e não consegui, vou-lhe pedir para estar lá na final também e para me deixar tocar um bocadinho nesse tal troféu que há tanto tempo andamos atrás”, referiu.
Rui Jorge assegura que não guarda mágoa do futebol português, que deixou de acompanhar mais pelas funções que tem agora no Azerbaijão, e que apenas existe a situação com os sub-21, pois “estava a idealizar uma coisa” com alguns jogadores.
“É nesse sentido que prefiro não ver. Quando vejo o Mateus [Fernandes], o [Geovany] Quenda, o [Rodrigo] Mora, o [Carlos] Forbes… Eram muitos jogadores que já estavam naquela fase e que eu perspetivava um apuramento seguinte e um Campeonato da Europa seguinte de uma determinada maneira. Então prefiro não o fazer. Mas é apenas com a seleção de sub-21”, afiançou.
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