Uma estudante de 13 anos perdeu a visão de um dos olhos após ser agredida por um colega na Escola Estadual Ildo Carneiro, em Feira de Santana, na Bahia. Segundo familiares, a adolescente foi atingida por um pedaço de madeira durante o recreio. Ela recebeu atendimento médico, mas sofreu uma lesão que provocou a perda definitiva da visão.Avó cobra justiça após agressãoAbalada com o ocorrido, a avó da adolescente, Dona Crispina, de 80 anos, fez um desabafo e pediu que o caso não fique impune. A família defende que as circunstâncias da agressão sejam apuradas pelas autoridades, diante da gravidade das consequências para a estudante.
Estudantes protestam contra violência na escolaA repercussão do caso levou alunos a realizarem manifestações em apoio à vítima. Com cartazes e mensagens contra a violência no ambiente escolar, os estudantes cobraram mais segurança e medidas de prevenção ao bullying. Segundo relatos da família, o estudante apontado como autor da agressão foi suspenso.Reforma levanta questionamentos sobre segurançaOutro ponto que mobiliza a comunidade escolar é a reforma realizada na unidade. De acordo com relatos, o pedaço de madeira usado na agressão seria um dos materiais da obra, o que levantou questionamentos sobre as condições de segurança no local.O caso continua repercutindo em Feira de Santana, enquanto familiares e integrantes da comunidade escolar cobram esclarecimentos e medidas para evitar novos episódios de violência nas escolas.
O Núcleo de Investigação Criminal (NIC) da GNR de Albufeira deteve, , no dia 20 de outubro, um jovem, de 20 anos, suspeito do tráfico de droga, após perseguição.
Golpes financeiros por meio de plataformas digitais são o alvo da Operação São Silvestre deflagrada nesta quinta-feira, 22, pela Polícia Federal. Os criminosos prometiam lucros com criptomoedas e operações automatizadas por robôs e estima-se que mais de 10 mil pessoas tenham sido vítimas entre 2018 e 2020, no Brasil e no exterior.Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de bens e valores de 15 pessoas e 13 empresas, até o limite de R$ 100 milhões. A medida busca preservar o patrimônio dos investigados e garantir uma possível reparação às vítimas.Os investigados foram indiciados por associação criminosa, estelionato, lavagem de dinheiro e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e o mercado de capitais.Como funcionavam os supostos golpes?Segundo a investigação, as plataformas ofereciam aplicações financeiras com promessas de rendimentos elevados, que variavam de 2% a 3% ao dia ou de 10% a 70% ao mês. Os percentuais, considerados incompatíveis com a realidade do mercado, eram usados para atrair investidores para os esquemas suspeitos de funcionar como pirâmides financeiras.
Ao todo, são cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em dez municípios de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco. As ordens judiciais foram expedidas pelo 3º Juízo da Vara Estadual de Organizações Criminosas de Santa Catarina.Pessoas que tenham investido nas plataformas e possuam documentos que comprovem os aportes podem colaborar com a apuração enviando informações para o e-mail denunciapiramides.iji@pf.gov.br.
Homem, de 71 anos, provocou um incêndio florestal com uma queima de sobrantes que se descontrolou. Queima de amontoados sem autorização e apoio definido pela autarquia local é considerado intencional.
Até 31 de outubro "as queimas de amontoados, estão sujeitas a autorização da autarquia local" e o responsável pela queima "não pode abandonar o local durante o tempo em que a mesma decorre e até que se encontre devidamente apagada e garantida a sua efetiva extinção"
Um homem de 22 anos foi preso, nesta quarta-feira, 21, no bairro Caminho das Árvores, em Salvador, após aplicar golpe com promessa de uma carta de crédito para compra de casa própria e roubar R$ 20 mil.A prática de estelionato é conhecida pela modalidade conhecida como golpe do falso consórcio. Levantamentos policiais identificaram 17 registros de ocorrência envolvendo o investigado por suspeita da mesma prática criminosa.Como agiu o suspeito?A ação ocorreu após a vítima procurar a unidade policial e relatar ter sido vítima da fraude. Segundo o depoimento, ela entregou R$ 20 mil em um escritório localizado na região, sob a promessa de receber uma carta de crédito para a aquisição da casa própria, com contemplação prevista para um prazo de 30 a 60 dias.
Segudo a mulher, o valor teria sido economizado durante anos com o objetivo de comprar o imóvel. Porém, após efetuar o pagamento, ela não recebeu o prometido e descobriu que havia contratado um consórcio e serviços de consultoria financeira.Após a denúncia, o suspeito foi localizado no escritório por equipes da 16ª Delegacia Territorial (DT/Pituba) e conduzido à unidade policial, onde permanece custodiado à disposição do Poder Judiciário.
Um turista canadense que se hospedou em Paradise, nos Estados Unidos, roubou um flamingo após beber demais e o levou para o quarto do hotel. Na última segunda-feira (19), foi condenado por maus tratos a animais.
Mitchell Fairbarn, 34, retirou o flamingo chileno Peachy, 27, de seu habitat no Hotel e Cassino Flamingo Las Vegas, em 3 de março. Nas imagens das câmeras de segurança, ele aparece sem camisa no elevador carregando o animal pelo pescoço. A equipe de segurança chamou a polícia.
Defesa
No depoimento, no tribunal de Nevada, o canadense revelou ter bebido entre 30 e 40 cervejas insistiu que nunca teve a intenção de machucar a ave. O advogado Josh Tomsheck afirmou aos jurados que seu cliente se arrependia profundamente das “más decisões” que tomou enquanto estava embriagado. “A verdade é que Mitch estava bêbado. Mitch foi estúpido. Ele tomou decisões ruins”, admitiu.
Os promotores, no entanto, apontaram que Peachy, que gritava nas imagens, foi encontrado com sangue nas penas e ferimentos nas asas, além de “sete ou oito penas a menos”. Segundo o “The Mirror”, Tiffany Moore, diretora do Hospital Veterinário Lone Mountain e veterinária que o atendeu, disse que o flamingo se recuperou fisicamente, mas apresentou aumento da ansiedade.
Condenação
Fairbarn, que mora em Ontario, no Canadá, não pôde deixar os Estados Unidos desde que isso aconteceu, permanecendo em prisão domiciliar. A sentença aponta crimes de abuso de animais, delito grave e contravenção. A audiência com a sentença definitiva por maus tratos está marcada para 1º de dezembro e ele pode pegar até 4 anos e meio de prisão.
Em 2026 (até outubro), câmeras de segurança e identificação facial espalhadas pelo Estado colaboraram para a prisão de 962 homens devedores de pensão alimentícia, de acordo com dados da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). Na Bahia, a tecnologia tem sido usada para combater, entre outras coisas, esse problema brasileiro antigo e que afeta muitas mães e crianças no País.Mesmo com o avanço, o assunto ainda é um desafio, seja para mulheres que arcam sozinhas com despesas dos filhos; ou para órgãos públicos, como a Defensoria Pública da Bahia (DPE-BA), que atuam para coibir a prática ou, ao menos, como intermediador na resolução do conflito e garantia do direito.Os números deste ano, apresentados pela pasta, correspondem a cerca de 45,44% de todas as 2.117 prisões efetuadas por meio do sistema de segurança implantado no Estado em 2019. Em sete anos, foram realizadas 6.493 prisões até ontem, mostra levantamento da SSP-BA. Desses, 32,6% foram por conta de inadimplência com pensão alimentícia.“Colocamos no nosso banco de dados, (imagens) de pessoas que estejam com algum tipo de mandado de prisão em aberto e, seja qual for o crime, nós cadastramos aquela pessoa e fazemos o tratamento das imagens dela para que esteja atualizada, porque a câmera precisa fazer a leitura da face e comparar com a imagem que nós temos no banco”, explicou o coronel André Borges, superintendente de telecomunicações da SSP-BA.Segundo o superintendente, esse aumento se dá pela ampliação do sistema no Estado, que conta atualmente com 1.200 câmeras em 81 municípios.Mães enfrentam dificuldades para garantir sustento dos filhosMulheres, chefes solo do lar, relatam dificuldades em proporcionar direitos básicos aos filhos em função da omissão de pais que, muitas vezes, usam subterfúgios para não cumprir com a obrigação prevista em lei, o que transforma a situação em um dos maiores desafios do sistema jurídico brasileiro, mobilizando órgãos como Defensoria Pública da Bahia (DPE-BA) e o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), por exemplo, a prestarem apoio às famílias.Mãe solo de três filhos, dois menores, de 8 e 14 anos, e um de 24 anos, a professora Keli Cristina Gonçalves, de 46 anos, conta como, há pelo menos quatro anos, tenta receber a pensão alimentícia dos dois filhos menores, que têm pais diferentes.“A maior questão que eu fico pensativa é que todos os 2 foram sonho dos pais, principalmente a menor, quando eu já tinha 37 anos e nem sonhava mais em ser mãe e essa gravidez aconteceu pelo sonho dele; e hoje eu sinto algo estranho, porque como é que uma pessoa sonha em ter um filho e por causa da separação precisa que um juiz ou juíza determine o alimento que ele tem que dar a esse filho, que foi o sonho dele?”, indaga.
Keli Cristina
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Foto: Ana Albuquerque / Ag. A TARDE
Inicialmente Keli recorreu a um advogado particular, pensando em mais agilidade no processo. Hoje ela está com duas ações intermediadas pela DPE-BA, o caminho encontrado diante das dificuldades financeiras.“Pra mim, a única possibilidade foi abrir um processo pela Defensoria, porque é gratuito e por conta das despesas do dia a dia; eu não consigo tirar outro valor para poder pagar advogados. A Defensoria tem um trabalho muito importante, admiro muito, porém os defensores são sobrecarregados, o que atrasa os processos”, afirma.Defensoria registra milhares de ações por pensão alimentíciaEm 2025, a DPE-BA registrou 12.097 ações de pensão alimentícia, com destaque para alimentos, com 8.875 ações. O órgão atua tanto nas ações de alimentos, para quem ainda não tem o direito fixado pela Justiça, quanto nas ações de execução — a cobrança quando não há pagamento. Além de, também, fazer revisões das pensões alimentícias de quem já tem o direito fixado pela Justiça e deseja aumentar ou diminuir o valor.Neste ano, em apenas quatro meses, de janeiro a abril, foram protocoladas 3.283 ações de alimentos, número que representa 37% de todo o número do ano passado, que revela desigualdades, afirma a coordenadora da Especializada de Família da DPE-BA, Suelen Lordelo.“Esses números revelam que vivemos numa sociedade na qual o sustento das crianças recai majoritariamente sobre as mães, que são as guardiãs dos filhos e os pais apenas contribuem para o sustento das crianças, quando acionados através da Justiça. Falta de consciência e responsabilidade de ser pai. (...) As ações apenas buscam cobrar o que deveria ser pago mensalmente e acabam gerando uma sobrecarga materna, tanto de cuidados como financeira”.O órgão, que realiza o “Mães em Ação”, criado em maio último, para atender casos que envolvam pensão alimentícia, teve 1.586 atendimentos na Bahia este ano, sendo 272 somente em Salvador. Ao todo, em 2026, foram registradas 4.594 ações relacionadas à pensão alimentícia, sendo 572 de revisão de alimentos; 586 de execução de alimentos; e 153 de exoneração.Falta de pensão também é forma de violência patrimonialOs números evidenciam problemas crônicos brasileiros: o não pagamento de pensão alimentícia atinge, em sua maioria, mulheres, sem distinção de classe social, e é usado também como um tipo de violência patrimonial, asfixiando a sobrevivência econômica da mãe e, por consequência, a dos filhos.A médica Maria Fernanda (nome fictício) conta que ficou um ano sem receber a pensão dos filhos, ambos menores de 10 anos, por recusa do ex-marido em aceitar o reajuste do valor determinado pela Justiça. Segundo ela, o valor pago estava aquém do que o ex-marido, também médico, poderia pagar e o necessário para manter o padrão de vida que os filhos tinham durante o casamento. Com a recusa, ela precisou mudar substancialmente o padrão de vida dela e dos dois filhos, que ficaram exclusivamente sob os seus cuidados.“Eu tive que mudar de onde eu morava porque fui obrigada a vender o apartamento em que estava às pressas para dividir o valor, coisa que hoje eu sei que não poderia ser daquela forma. Fui morar em um lugar muito diferente do padrão de vida que a gente costumava ter, um lugar que tínhamos problemas com curto circuito, exposição à rua, além de problemas com ratos, e eu não tinha como me mudar, porque todo o dinheiro que eu tinha eu pagava os gastos das crianças. No ano que fiquei sem receber, tudo era comigo, roupas, planos de saúde, escola e necessidades extras. A gente viveu aquele ano de forma muito complicada, foi um ano muito difícil", conta.No caso da médica Maria Fernanda, o seu ex-marido, mesmo não pagando a pensão alimentícia durante o período de um ano, não foi preso, como acontece em muitos casos, porque ele recorreu à chamada “conta em juízo”, onde era depositado um valor e, posteriormente, informado ao juiz. Ela conta que isso foi apenas uma forma de ele não cumprir com a obrigação, já que o dinheiro nunca foi parar em suas mãos como prevê a lei.De acordo com o TJBA, foram distribuídos no ano passado 6.402 processos na categoria de alimentos; neste ano (janeiro a agosto), a corte já somava 4.722 processos distribuídos. No que diz respeito a abandono material, previsto no artigo 244 do Código Penal brasileiro, que abrange a inadimplência de pensão alimentícia, além de outras condutas relacionadas ao descumprimento do dever de assistência material, teve 814 processos distribuídos em 2026 (no mesmo período), contra 1.434 de 2025.“Recorrer, apresentar defesa e pedir revisão da pensão são direitos. Ocultar patrimônio, simular uma situação de pobreza ou realizar transferências fraudulentas para impedir o pagamento são situações diferentes, que podem gerar consequências jurídicas.Se houve uma mudança real na capacidade financeira, o caminho é pedir ao Judiciário a revisão do valor. O pai não pode simplesmente escolher pagar menos ou deixar de pagar por conta própria”, avalia a presidente da Comissão de Proteção aos Direitos da Mulher, Fernanda Barbosa.
A GNR constituiu arguidos oito homens, com idades entre os 17 e os 49 anos, e apreendeu uma viatura e diverso material que estará associado ao tráfico de estupefacientes, no concelho de Olhão.
Mais de uma centena de manifestantes pernoitaram ao relento no Rossio. De manhã, instalaram tendas, mas a PSP já pediu para que fossem retiradas. Ainda, pelo menos nove pessoas morreram na Ucrânia.
Una manifestación convocada este miércoles por la noche en A Coruña “contra el fascismo y la violencia policial”, en la que han participado unas 2.500 personas, según la Policía Local, se ha saldado con nuevas cargas de los antidisturbios, barricadas, contenedores quemados y calles cortadas a la circulación tras los altercados que se produjeron durante el día por un acto electoral de Vox. El delegado del Gobierno, Pedro Blanco, ha atribuido los choques entre manifestantes y agentes a “grupos radicales y antisistema que se infiltran en el medio de la gente para generar desorden y violencia”.
Cerca de 100 manifestantes permanecem no local, depois de uma noite marcada pelo diálogo do movimento com a PSP. Ainda, PS vai viabilizar na generalidade a proposta do Orçamento do Estado de 2027.
O movimento Acampada voltou a não montar tendas depois de um final de dia com muitas atividades. Ainda, esta noite o Sporting perdeu pela primeira vez nesta edição da Liga dos Campeões.
PSP falou com os manifestantes para lhes dizer que podem manter cartazes, mas que não podem fazer ruído. Ainda, Comissão Política Nacional do PS apoia abstenção na votação para o Orçamento do Estado.
Uma carga de cacau em pó, avaliada em R$ 500 mil, foi recuperada nesta quarta-feira, 22, durante uma ação conjunta das polícias Civil e Militar, no distrito de Novo Horizonte, no município de ata, localizado na região sul da Bahia. A carga havia sido roubada por três homens na BR-101, nas proximidades do município, na terça-feira, 20.Segundo informações da Polícia Civil, as equipes localizaram o caminhoneiro responsável pelo transporte da mercadoria. Durante as buscas realizadas na região, o caminhão foi encontrado em uma estrada de terra, com parte da carga roubada. O veículo havia sido carregado no município de Itabuna.Assalto à mão armadaOs homens que cometeram o assalto estavam em um veículo e portavam uma arma de fogo quando renderam o caminhoneiro e outras duas mulheres.Durante a operação, os policiais encontraram os investigados a bordo do carro utilizado no crime. De acordo com a corporação, ao perceberem a aproximação dos agentes, os suspeitos fugiram.Após uma perseguição, eles abandonaram o automóvel e se esconderam em uma área de mata e não foram localizados. No interior do veículo, foi localizado o celular de uma das vítimas.
Investigação segueSegundo a Polícia Civil, as investigações continuam para identificar e qualificar todos os envolvidos no crime.As diligências foram realizadas por equipes da Delegacia Territorial de Ibirapitanga (DT/Ibirapitanga), da Polícia Civil da Bahia, em conjunto com a 61ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Ubaitaba).
Sérgio Ferreira de Jesus foi condenado a 23 anos e nove meses de prisão, em regime inicial fechado, nesta quarta-feira, 21, pela participação no assassinato da líder quilombola Mãe Bernadete. O julgamento aconteceu no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador.A sentença foi definida após o Conselho de Sentença acolher a acusação apresentada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) e reconhecer a prática de homicídio qualificado.A sessão foi presidida pela juíza Gelzi Maria Almeida Souza Matos, responsável pelo 1º Juízo da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Salvador. Durante o julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, sendo duas de acusação e quatro de defesa, além do próprio réu.O processo envolveu quatro qualificadoras: motivo torpe; emprego de meio cruel; recurso que dificultou a defesa da vítima;e uso de arma de fogo de uso proibido.Sérgio já estava preso preventivamente enquanto aguardava o julgamento. Com a condenação, a Justiça determinou a execução provisória da pena.Quatro condenados pela morte de Mãe BernadeteCom a decisão desta quarta-feira, Sérgio se torna o quarto dos cinco acusados a receber uma sentença pelo assassinato da líder quilombola.Arielson da Conceição dos Santos - foi condenado a 40 anos, cinco meses e 22 dias de prisão em abril deste ano. Marílio dos Santos - recebeu pena de 29 anos e nove meses também em abril, mas morreu dois dia sdepois do julgamento. Josevan Dionísio dos Santos - foi condenado a 28 anos de reclusão, também em regime inicial fechado. O julgamento dele ocorreu dia 13 de outubro. Josevan é apontado como responsável por efetuar os disparos contra Mãe Bernadete,Ydney Carlos Santos de Jesus - o quinto acusado ainda não foi levado a júri popular. O processo aguarda o trânsito em julgado de decisão judicial, e não há previsão para o julgamento.Relembre o casoMaria Bernadete Pacífico Moreira, conhecida como Mãe Bernadete, foi assassinada aos 72 anos, em 17 de agosto de 2023, dentro da própria residência, no Quilombo Pitanga dos Palmares, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador.A líder quilombola foi atingida por 25 disparos de arma de fogo. Sua atuação era marcada pela defesa dos direitos das comunidades quilombolas e pela resistência à presença do tráfico de drogas no território.As investigações apontaram que o assassinato estava relacionado a conflitos envolvendo o tráfico de drogas e disputas pelo controle territorial na região.
Um homem suspeito de participar de um esquema de extorsões contra comerciantes de Santa Catarina foi preso na terça-feira, 20, no bairro da Pituba, em Salvador. A prisão ocorreu após uma investigação que identificou ameaças de morte, cobranças frequentes e até disparos de arma de fogo contra um estabelecimento comercial.O investigado, identificado como Ivan Santos Brito, era alvo de um mandado de prisão temporária expedido pela Justiça catarinense. A localização dele foi possível graças ao compartilhamento de informações entre as polícias civis da Bahia e de Santa Catarina.Ameaças chegavam até por PixSegundo as investigações, comerciantes da cidade de Papanduva, em Santa Catarina, eram pressionados a realizar pagamentos e sofriam intimidações constantes.Os criminosos utilizavam diferentes meios para ameaçar as vítimas, incluindo: mensagens de WhatsApp;publicações em redes sociais; vídeos; até transferências bancárias via Pix.A gravidade e a frequência das ameaças levaram ao registro de mais de dez boletins de ocorrência.Durante a apuração, a polícia também encontrou indícios de que terceiros teriam sido contratados para gravar vídeos utilizados nas intimidações.
Como a polícia chegou ao suspeito?A identificação do investigado ocorreu após o cruzamento de informações digitais e financeiras. Os policiais analisaram registros de conexão à internet, dados vinculados a perfis no Instagram e no WhatsApp, além de movimentações bancárias.A partir dessas informações, os investigadores conseguiram relacionar os canais utilizados nas extorsões a um homem que estava em Salvador.A ação foi realizada por policiais civis catarinenses em conjunto com equipes do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC) da Bahia, com apoio da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE).Nenhum objeto ilícito foi encontrado durante a abordagem. Após a prisão, o suspeito foi levado à Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), onde foram adotados os procedimentos legais.
Um homem de 46 anos permanece preso nesta quarta-feira, 21, após ser detido em flagrante na terça-feira, 20, suspeito de queimar a esposa, de 36 anos, com óleo quente e ameaçá-la com uma faca, em Santaluz, no interior da Bahia.Segundo testemunhas, a agressão teria ocorrido depois que a mulher soube que o companheiro havia agredido os filhos e tentou intervir.
A versão, no entanto, não foi confirmada pela Polícia Civil. O estado de saúde da vítima não foi divulgado.O caso é investigado pela Polícia Civil pelos crimes de lesão corporal e ameaça. A identidade do suspeito não foi informada, e não há detalhes oficiais sobre possíveis denúncias anteriores contra ele.
Um homem com 22 registros criminais foi preso na noite de terça-feira, 20, na Nova Rodoviária de Salvador, enquanto tentava embarcar em um ônibus com destino a Aracaju, em Sergipe. A captura foi realizada por equipes do Batalhão Apolo, sob coordenação do Comando de Policiamento de Apoio Operacional (CPAp), após a identificação de um mandado de prisão em aberto.Condenação por extorsãoO homem responde por registros de estelionato e ameaça e possui condenação definitiva por extorsão.O mandado foi expedido pela 3ª Vara Criminal de Aracaju, vinculada ao Tribunal de Justiça de Sergipe. A pena determinada é de oito anos e oito meses de prisão, em regime fechado.
Suspeito foi encaminhado à PolinterApós a prisão, o homem foi levado à Polícia Interestadual (Polinter), onde foram adotadas as medidas legais cabíveis. A abordagem ocorreu antes do embarque para a capital sergipana.