Zelensky pediu à UE 70 mil milhões de euros, 300 mísseis Patriot e o confisco de ativos russos. Na cimeira em Bruxelas, alertou que a guerra custa à Ucrânia 190 milhões de dólares por dia.
Em reuniões militares, Putin ordenou a continuação dos ataques a centros logísticos e de defesa na Ucrânia para travar armas ocidentais, confirmando contactos abertos para trocas humanitárias.
Escassez acontece numa altura em que a Rússia tem intensificado os ataques à Ucrânia. Kiev tem pedido entrega de mísseis Patriot, de fabrico norte-americano, para reforçar a defesa antiaérea do país.
Zelensky anunciou novos ataques a refinarias russas, apesar do cessar-fogo energético anunciado por Trump. Putin acusa Kiev de dar o primeiro passo e promete uma resposta de Moscovo.
João Albuquerque, especialista em Relações Internacionais, defende que o eventual uso da maior bomba dos EUA no Irão confirma o falhanço militar e o desespero de Washington.
Orlando Samões alerta que atitudes impulsivas de Trump prejudicam alianças e enfraquecem liderança dos EUA. O especialista destaca apoio de Londres à Ucrânia, que contrabalança a oscilação americana.
Zelensky diz que a Ucrânia está a perder o apoio dos Estados Unidos, mas recusa ceder às exigências do Kremlin. O presidente ucraniano acusa ainda Donald Trump de estar "no lado errado" do conflito.
Trump recusa culpar a Rússia de violar a trégua energética e acusa Kyiv de atacar primeiro. Zelensky confirma seis centrais atingidas, mas garante que a partilha de 'intelligence' com os EUA continua.
António José Telo diz que Trump pretende usar o acordo para ganhar as eleições intercalares. O especialista geopolítico considera ainda que Zelensky deu o "passo intermédio" para um entendimento.