U.S. confirms space weapons launch for the 1st time. Should you be concerned?



Apesar das muitas artimanhas, Donald Trump não está conseguindo aumentar sua popularidade, que permanece baixa e estagnada. A alta nos preços do petróleo — causada pela guerra dos Estados Unidos contra o Irã, um conflito interminável e sem qualquer estratégia de saída — e as políticas tarifárias de Trump aumentaram significativamente os custos do dia a dia do cidadão comum, independentemente de suas inclinações políticas. Além disso, ele enfrenta a possibilidade real de perder o controle da Câmara dos Representantes nas eleições de 3 de novembro deste ano e, talvez, até mesmo do Senado.
Ainda assim, Trump segue em frente. Ele compreende que, sem seu nome na cédula nas próximas eleições, muitos de seus apoiadores menos fervorosos podem não se dar ao trabalho de votar. Por isso, o presidente dos EUA faz todo o possível para restringir o direito de voto daqueles setores da população com maior probabilidade de votar nos Democratas.
Sua iniciativa mais recente é tentar limitar o uso do voto pelo correio — modalidade utilizada por um terço de todos os eleitores aptos — sob o argumento de que imigrantes não cidadãos podem votar nas eleições dos EUA e de que o processo é vulnerável a fraudes. Nesta semana, a Suprema Corte dos EUA decidirá se Trump pode prosseguir com a tentativa de usar o Serviço Postal dos EUA para definir quem tem direito a receber a cédula de votação pelo correio. Ironicamente, os esforços de Trump podem acabar sendo contraproducentes, uma vez que, até pouco tempo atrás, os republicanos eram mais propensos a votar por correio do que os democratas e os eleitores independentes.
Para mobilizar sua base, Trump convocou uma convenção eleitoral na semana passada, no Texas, estado que tem sido um reduto republicano sólido há décadas. O presidente escolheu Dallas como palco de seu mais recente comício de mobilização em grande parte para fortalecer seu candidato ao Senado, escolhido a dedo: Ken Paxton, o Procurador-Geral do Texas. Em 2023, a Câmara dos Representantes do Texas, de maioria republicana, votou (por 121 votos a 23) a favor do impeachment de Paxton sob acusações de suborno, obstrução à justiça e abuso de confiança pública, embora o Senado do Texas o tenha absolvido das acusações.
Após derrotar de forma avassaladora seu rival John Cornyn — um poderoso senador que cumpre seu quarto mandato — nas primárias republicanas, ele agora enfrenta James Talarico, um jovem e carismático cristão progressista que lidera as pesquisas eleitorais com uma vantagem de vários pontos. Se esses números se confirmarem, uma vitória de Talarico poderá significar o controle democrata do Senado.
Aparentemente em pânico com uma possível derrota eleitoral em nível nacional, Trump prometeu emitir um cheque de 5 mil dólares para cada cidadão adulto dos EUA após as eleições de novembro, caso os republicanos mantenham o controle da Câmara e do Senado. Economistas argumentam que isso custaria 1,2 trilhão de dólares e inevitavelmente alimentaria a inflação, além de aumentar o déficit federal.
Além disso, apesar de Trump afirmar que tem o direito legal de emitir os cheques, o Congresso precisaria aprová-los, e alguns políticos republicanos já sinalizam que a proposta poderia não obter votos suficientes no Senado para ser aprovada. Os democratas classificam a proposta como um suborno ilegal, embora decisões recentes da Suprema Corte possam invalidar essa alegação.
Apesar da promessa poder soar bem para apoiadores ingênuos de Trump, jornalistas o questionaram por que não envia o cheque antes das eleições, já que atualmente controla ambas as casas do Congresso, conta com uma Suprema Corte favorável e detém a caneta presidencial para transformar essa medida em lei.
A resposta de Trump tem sido um amontoado de justificativas e inverdades, variando desde a alegação de que os democratas iriam se opor à medida — apesar de os republicanos controlarem o Congresso — até a mentira de que o governo dos EUA recebeu “trilhões de dólares” de sua política tarifária, recursos que poderiam custear os cheques.
Ademais, Trump fez promessas grandiosas semelhantes no passado e jamais as cumpriu. No início de seu segundo mandato, enquanto Elon Musk desmantelava programas governamentais e eliminava empregos de 300 mil funcionários federais, o presidente prometeu distribuir 20% da economia do orçamento federal aos cidadãos americanos. Ele nunca o fez.
No final de 2025, Trump prometeu enviar 2 mil a cada pessoa — exceto àquelas de alta renda — com base nos supostos “trilhões de dólares” que o governo teria arrecadado com tarifas. Isso também nunca aconteceu.
Ao mesmo tempo, Trump continua a utilizar a tática de fazer declarações escandalosas, concebidas, em parte, para desviar a atenção pública de suas vulnerabilidades atuais. Isso envolve oferecer gestos simbólicos vazios, destinados a agradar à sua base de apoio MAGA (do inglês Make America Great Again, Tornar a América Grande Novamente), como renomear o Lago Ontário para Lago América e o estado do Novo México para Nova América. Trump calcula que esses gestos mobilizarão seus apoiadores leais, o que será essencial para evitar uma grande derrota eleitoral em novembro. A estratégia também desvia o foco da mídia de outras ações condenáveis de Trump.
Como podemos compreender as manobras de Trump — que parecem tão irracionais e insensatas — senão insistindo que as capacidades mentais do presidente estão em declínio e que sua conexão com a realidade é cada vez mais precária? Na biografia recém-lançada, Canalha Americana: A trajetória sombria de Roy Cohn, de Joe McCarthy a Donald Trump (no inglês, American Scoundrel: Roy Cohn’s Dark Journey from Joe McCarthy to Donald Trump), o biógrafo vencedor do Prêmio Pulitzer, Kai Bird, oferece insights importantes sobre como e por que Trump age da maneira que age.
Roy Cohn (1927-1986) permanece uma figura controversa na história dos EUA. Homossexual que não assumia publicamente sua orientação sexual, ele se envolveu, ainda na casa dos vinte anos, no famoso caso Rosenberg, no qual Julius e Ethel Rosenberg — membros do Partido Comunista dos EUA — foram julgados, condenados e executados por repassar informações à União Soviética sobre o programa de bombas nucleares dos EUA. Posteriormente, ele apoiou as investigações televisadas de 1954 do senador de Minnesota, Joseph McCarthy, sobre a suposta influência comunista nas Forças Armadas dos EUA. Uma característica dessas audiências era o interrogatório agressivo — ou, como alguns diriam, intimidador — por parte de Cohn, o que acabou por desacreditar as ações dele e as de McCarthy.
Cohn tornou-se então advogado de clientes ricos de Nova York, de políticos e de chefes da Máfia. Simultaneamente, manteve laços com os presidentes republicanos Richard Nixon e Ronald Reagan. Ele também se tornou mentor e conselheiro informal de Trump, conversando regularmente com o empresário imobiliário nova-iorquino.
Sob a orientação de Cohn, Trump aprendeu a nunca admitir um erro e a sempre culpar seus adversários por qualquer problema ou irregularidade. Cohn ensinou Trump a evitar o pagamento de dívidas, a ignorar regras tradicionais, a negar a verdade quando fosse inconveniente e a nunca deixar rastros documentais. Ele também mostrou a Trump como manipular a mídia, um talento que Trump aperfeiçoou com os tabloides de Nova York.
Cohn desprezava o movimento LGBT e opunha-se à presença de gays e lésbicas no funcionalismo público e no governo federal. Ele morreu devido a complicações da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, a AIDS. A premiada peça de 1991 de Tony Kushner, Anjos na América (Angels in America), incorpora Cohn à trama com maestria. Assombrado por Ethel Rosenberg, ele busca desesperadamente medicamentos para combater a doença.
As comparações entre Cohn e Trump são inúmeras e alarmantes, sugerindo que o atual presidente dos EUA, embora pareça errático, opera com uma estratégia política sofisticada.
Trump emulou a imoralidade e a falta de ética de Cohn, combinando-as com um talento para enganar as pessoas e tirar-lhes dinheiro. Nesse aspecto, ele personifica o vendedor de “elixires milagrosos” do Velho Oeste — figura do século 19 que viajava de cidade em cidade promovendo tônicos inúteis, supostamente capazes de curar todo tipo de enfermidade, do reumatismo à dor de dente. A comercialização, por parte de Trump, de produtos de marca com preços inflacionados — como carnes, vodca, água, gravatas, perfumes, relógios, Bíblias “God Bless the USA”, cards digitais e “Moedas da Vitória” de ouro maciço de uma onça — revela seu talento contínuo para ludibriar consumidores ingênuos.
A sobrinha de Trump, Mary L. Trump — psicóloga clínica e autora do livro de 2020 Demais e Nunca o Suficiente: Como Minha Família Criou o Homem Mais Perigoso do Mundo (Too Much and Never Enough: How My Family Created the World’s Most Dangerous Man) —, oferece perspectivas adicionais sobre a personalidade de Trump que nos ajudam a compreender sua estrutura psicológica.
Segundo Mary Trump, o pai do presidente, Fred Trump Sr., era emocionalmente abusivo. Ele ensinou o filho a nunca demonstrar fraqueza, a mentir, a trapacear, a intimidar os oponentes e a roubar, desde que pudesse sair impune. Ela argumenta que o narcisismo extremo do presidente dos EUA reflete inseguranças profundas e não resolvidas que regem seu mundo emocional. O amor e a admiração que o presidente busca junto a líderes mundiais, segundo ela, servem para compensar a falta de afeto e o sentimento de indignidade, moldados pelos maus-tratos psicológicos impostos por seu pai.
A autopromoção de Trump, personificada por seu reality show de 15 temporadas, O Aprendiz (The Apprentice), criou uma figura imaginária que era, ao mesmo tempo, brilhante nos negócios e implacável nas decisões executivas. Isso também ocultou o fato de que muitos de seus empreendimentos financeiros fracassaram e de que ele declarou falência empresarial quatro vezes.
Para seus apoiadores leais, ele é um irreverente que quebra as regras para tornar o país grande novamente. Até mesmo seus fervorosos apoiadores cristãos evangélicos revelam infidelidades conjugais, relações com profissionais do sexo, fixação por mulheres menores de idade, longa e estreita amizade com Jeffrey Epstein e condenação por agressão sexual.
Eles aderiram ao seu culto e votam.
Resta saber se isso será suficiente para Trump manter o controle do Congresso. Enquanto isso, para a maioria dos residentes dos Estados Unidos que sofrem com o alto custo de vida, o melhor seria não gastar os 5 mil dólares na expectativa de um cheque que jamais chegará pelo correio.







The White House ballroom project is wildly unpopular. Donald Trump doesn’t care. Ben Terris reports on Trump’s obsessive bid for architectural immortality, which is now barreling toward completion, and captures the breathtaking sycophancy required to work for this president:
“We had asphalt going into here,” Trump says, standing on the pathway leading to the residence of the White House. “Now you have the best stone.” He points at a pile of square-cut granite—the type being used to replace the asphalt walkway—and looks to his communications director, Steven Cheung, who is accompanying us on this impromptu tour of the White House grounds en route to the construction site.
“That’s some stone, huh, Steven?” he says.
“It’s incredible,” Cheung concurs.
“Look at the thickness of it,” Trump says. “Normally, you use one inch, as thin as you can. It’s the White House—I said, ‘Fuck it, what’s the best you have?’ They said, ‘We have one that’s four inches.’”
“You’re restoring glory to the White House,” Cheung says, shaking his head in apparent awe.




by Fabio Giuseppe Carlo Carisio – Gospa News founder and director
UPDATE ON SEPTEMBER, 7, 2026
«The Iranian judiciary has released the initial findings of an investigation showing that weapons used in a US bombing attack earlier this week on a wedding ceremony in the south of the country were American-made», Iranian Press TV Reported yesterday.
The head of the Iranian judiciary’s local branch in the southern province of Hormozgan said on Saturday that projectile fragments scattered around the site of a wedding ceremony on September 1, killing five people including a children, had been examined as part of the investigation, showing they were manufactured by US company Raytheon.
“The nature of the weapons used in the terrorist attack on civilian gatherings in Kohestak, Sirik, has been fully documented using advanced technical analysis tools and image data processing,” said Mojtaba Ghahremani.
Ghahremani said investigators had carried out a meticulous examination of the inscriptions, barcodes, and other details engraved on the projectile remains, leaving no doubt that the munitions belong to the US military.
He said the type of military thermal battery used in the ammunition revealed that it is from a series of high-voltage batteries used exclusively in the flight guidance systems of precision-guided bombs operated by US military forces.
The official said a military identification code, CAGE Code: 96214, registered on the projectile fragments directly links it to the weapons company Raytheon Missiles & Defense, a major US defense contractor and industrial corporation that manufactures weapons as well as military and commercial electronics.
Much more important than official release is the image and the video from wreckage that at first had induced the experts to identify the weapon as am AGM-84H SLAM-ER cruise missile (read below).

On the tiny identification plate there is in fact the writing AGM – I 154 C-I which corresponds to the glide-bomb AGM-154 Joint Standoff Weapon (JSOW) produced by Raytheon under the stamp NAVAIR which is the matrix of the American weapons used in the joint activity formed by the US Navy and US Air Force.
The AGM-154 Joint Standoff Weapon (JSOW) is a glide bomb that resulted from a joint venture between the United States Navy and Air Force to deploy a standardized medium-range precision-guided weapon, especially for engagement of defended targets from outside the range of standard anti-aircraft defenses, thereby increasing aircraft survivability and minimizing friendly losses.
It is intended to be used against soft targets such as parked aircraft, trucks, armored personnel carriers (APCs), and surface-to-air missile sites (SAMs). Prior to launch, it is given a destination through either a predesignated waypoint or a point marked through a targeting pod. It glides, using two wings that pop out for added lift, to the marked destination and dispenses submunitions in a short, roughly linear pattern.
The designation of the Joint Standoff Weapon as an “air-to-ground missile” is a misnomer, as it is an unpowered bomb with guidance avionics, similar to the older GBU-15.
But in this specific case, a more sophisticated weapon was used for the attack on the wedding ceremony…
The AGM-154C uses an Imaging Infrared (IIR) terminal seeker with autonomous guidance. The AGM-154C carries the BROACH warhead. This two stage 225 kg (500 lb) warhead is made up from a WDU-44 shaped augmenting warhead and a WDU-45 follow through bomb. The weapon is designed to attack hardened targets. It entered service with the US Navy in February 2005.
The use of this projectile minimally mitigates the implications of the attack ordered by the US Navy by US President Donald Trump; in fact, autonomous guidance oriented by the target’s heat source implies the possibility of an error that the SALM-ER guided cruise missile does not allow.
Below is a live-fire video released by the Royal Australian Air Force demonstrating the actual use of an AGM 154-C glide bomb
But at the same time, it appears to be a completely disproportionate weapon to hit a transmission tower, which, according to leaks from US officials, was the target of the attack (read detaisl below).
Therefore, the hypothesis of a targeted bombing to destroy a civilian home, as on Qeshm Island, remains valid.
This is why Iran has filed an international complaint for war crimes…
Iran’s Red Crescent Society (IRCS) has called on the International Criminal Court (ICC) to investigate a US missile attack on a wedding reception in the country’s southern province of Hormozgan, which killed at least five people and wounded 68 others.
The deadly incident occurred when shrapnel from a US attack struck a residential building where a wedding reception was being held in the city of Kouhestak, in Hormozgan’s Sirik County on Tuesday.
In a letter to the ICC’s Office of the Prosecutor, the IRCS said the attack raised serious concerns under international humanitarian law and warranted an independent, impartial, thorough and effective investigation.
“Given the reported civilian character of the location as the venue of a family wedding ceremony, as well as the presence of civilians at the site, the incident raises serious concerns under international humanitarian law and warrants an independent, impartial, thorough, and effective investigation,” the organization said.
The IRCS said preliminary information initially indicated that four people had been killed and 67 others wounded. Iranian health officials later raised the toll to at least five fatalities and 68 injuries, with a child among those killed.
The IRCS warned that the number of casualties could rise because some of those wounded were in critical condition.
FIRST POSTED ON GOSPA NEWS ON SEPTEMBER, 4, AT 7,28 AM GMT + 2 (Italy)
A US-made AGM-84H SLAM-ER cruise missile has been identified among the wreckage following the American strike on a wedding ceremony in Sirik, southern Iran, late Tuesday, adding further evidence of the US military’s role in the attack that killed and wounded civilians.
Weapons analyst Trevor Ball identified the remnants as belonging to the SLAM-ER, a precision-guided, air-launched cruise missile manufactured by Boeing, according OsintWarfare which posted on X the first video of wreckage and was quoted by Al Mayaeedn English Lebanese TV.
Boeing describes the SLAM-ER as being the most accurate air-launched munition in the US Navy’s arsenal;

Trevor Ball, a former US Army explosive ordnance disposal technician who now works as a weapons technical analyst for Armament Research Services, was among the experts asked by Reuters to examine the photographs and video.
“The damage seen appears to be from a munition which detonated on contact with the roof, or just above the roof,”he said, adding it was apparently a direct hit.

VIDEO LEGEND:
1st footage – The US-made AGM-84H SLAM-ER cruise missile has among the wreckage following the American strike on the wedding cerimony
2nd footage – Children’s slippers lie scattered in the aftermath of the US aggression at a wedding in Sirik, where civilians, including children, were killed and dozens more were injured. Footage from the scene shows slippers belonging to women and children amid the destruction.
After this initial analysis, both Iranian and international sources tried to identify the weapon, with some ballistics experts even launching the bizarre hypothesis that it was a ricochet shot, a hypothesis considered unlikely by most, however.
But one thing seems certain…
«A US munition struck a home hosting a wedding celebration in southern Iran directly, rather than ricocheting from another target, weapons experts who reviewed images and video verified by Reuters revealed» Al Mayadeen reported.
The strike in the small town of Kuhestak on Tuesday killed five people and injured at least 70 others.
So on Thursday, US Vice President JD Vance he was induced to declare that Washington was investigating the incident, despite the initially Pentagon deny of any responsibility…
“We’re investigating it because obviously we care. We want to know,”Vance said during a White House press briefing.
«Four military weapons experts who checked visual material told Reuters that the damage was consistent with a direct strike rather than secondary damage caused by a munition ricocheting from another target. Three of the experts stressed that the weapon was likely American rather than a misfired Iranian air defense missile» Al Mayadeen added many hours after its and our first articles posted on September 4, at 7,28 AM GMT + 2 (Italy)

Two US officials, speaking anonymously, said the US military had conducted strikes near Kuhestak on Sept. 1, with the town’s telecommunications tower as a specific target.
Satellite imagery places the tower about 135 meters from the wedding site. Iranian media reported that the tower was struck at about 9:30 pm local time.
But the same expert Trevor Ball debunked US Official speculation…
“The visible blast damage could not result from fragments from the nearby strike on the communications tower striking the area,” he stressed.
AGM-84H SLAM-ER cruise missile is a weapon designed for precise strikes and can be retargeted during flight by a human operator.
Therefore, if it were confirmed that this very powerful rocket, the wreckage of which was found on site, was used, the issue would take on an unprecedented gravity.
Boeing describes the SLAM-ER as being the most accurate air-launched munition in the US Navy’s arsenal; therefore, it can be inferred that it was deliberate, adding to a long list of US strikes on civilian gatherings in West Asia that we summarized in a Gospa News exclusive investigation, focused above all on the previous massacres in Minab school and island of Qeshm, where Trump’s Military used a bunker-bomb of 1ton.

Which is the Trump’s goal of these henoisou war crimes even vs children?
Simple: Terrorize the Iranian population by fomenting a revolution, as attempted in January 2026 by the counter-strategies of the CIA (USA) and MOSSAD (Israel), through the infiltration of well-trained ISIS jihadist mercenaries who used Israeli projectiles, leaving clear evidence of the plot.
The mad ambition of the Zionist terrorist who leads the United States thanks to the votes of the Zionist Lobby is to split the Iranian authorities, as happened in Venezuela, in order to stage a coup like the kidnapping of Venezuelan President Nicolas Maduro.
But in Tehran, there is a very serious religious theocracy, armed above all with hypersonic missiles, and perhaps even nuclear ones, donated by Russia, China, or North Korea…
Speaking about the attack, Head of Iran’s Expediency Discernment Council Sheikh Amoli Larijani said, “The crime in Sirik and the killing of unarmed women and children embody the savage nature and deceptive self of the United States, and expose the falsehood and audacity of those who trade in human rights.”
A four-year-old child was among four people laid to rest in the southern Iranian city of Kuhestak on Thursday, as grieving families and residents gathered to bid farewell to loved ones killed in a US attack on the area, Al Matadeen Lebanese TV reported.
The funeral ceremonies in Kuhestak, in Sirik County of Hormozgan Province, began at 4 pm from a street at the city’s entrance, with mourners walking together toward the city’s Martyrs’ Cemetery, where the victims were laid to rest.
The authorities identified the four victims as four-year-old Amirali Karimi, 16-year-old Mohammad Mollahi, 43-year-old Kolthoum Mollahi Nezhadnia, and 50-year-old Zarkhatoun Taheri.
According to the announced figures, the US aggression left 68 people injured, several of whom remain under medical treatment. Al Mayadeen’s correspondent reported that the death toll from the US aggression targeting the wedding ceremony in Sirik had risen to five.
Iran has called on the UN Security Council to condemn an unprovoked and deadly US attack on a residential home hosting a wedding ceremony in southern Islamic Republic that led to the martyrdom of five civilians, including a four-year-old child, and injured more than 70 others.
Gholamhossein Darzi, the Islamic Republic’s ambassador and chargé d’affaires to the United Nations, made the appeal in a letter addressed to UN Secretary-General Antonio Guterres and the president of the Security Council on Wednesday following a new wave of such American strikes targeting southern Iranian cities, which together claimed the lives of at least 18 people and wounded 108 others.
The chief commander of the Islamic Revolution Guards Corps (IRGC) has said that the blood of those killed in a US attack on a wedding ceremony in Kouhestak, Hormozgan Province, “will never go unanswered” and that it will ultimately “catch up with those who ordered and carried out this heinous crime.”, Iranian Press TV wrote.
State media reports debris recovered from a home attacked in southern Iran during a wedding celebration was “most likely” from a US-made, AGM-154 Joint Standoff Weapon – a guided-glide munition, also Al Jazeera reported before the exatly identification as pieces of a US-made AGM-84H SLAM-ER cruise missile
Broadcaster IRIB said images released by US Central Command of attacks in southern Iran showed a F/A-18 Super Hornet loaded with a similar munition.
The targeted house was 200 metres (650 feet) from a communications tower, and the strike could not have been an error given the munition’s accuracy, reports said.
The Sirik strike came amid a renewed wave of US aggression against Iran, with American forces targeting sites across the country’s southern provinces.
Iranian authorities reported attacks on Bandar Abbas, Jask, Minab, Chabahar, Konarak, Lengeh, Qeshm Island, and other areas, including communications and service infrastructure.
The escalation prompted Iran to launch retaliatory missile and drone strikes against US military positions across the region, including bases in Jordan, Bahrain, Kuwait, the UAE, and Erbil, in which several US troops lost their lifes in the name of Trump’s Zionist.
The heinous Trump’s Military strikes on civilians in Iran caused a genocide of more than 7 thousand people.
by Fabio Giuseppe Carlo Carisio – Gospa News founder and director
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O presidente Trump não esconde um de seus maiores medos: perder o controle republicano do Congresso dos EUA em 3 de novembro, o que possivelmente levaria a um terceiro processo de impeachment. No entanto, sua resposta é uma mistura caótica de medidas para evitar uma derrota avassaladora que poderia, de fato, concretizar seu cenário de pesadelo.
Quais são seus planos para uma vitória eleitoral? Quais condições ele criou que podem levar à sua ruína política durante os dois últimos anos de seu governo?
As pesquisas mostram consistentemente uma taxa de impopularidade geral de Trump em torno de 63%, contra uma de aprovação de cerca de 35%, composta em grande parte por seus apoiadores leais do movimento MAGA. As duas principais questões para os eleitores continuam sendo a inflação — com o aumento dos custos de alimentos, combustíveis, fertilizantes e moradia — e a guerra contra o Irã, sem qualquer desfecho positivo visível para o governo Trump. A atual composição do Congresso confere aos republicanos uma maioria mínima de quatro cadeiras tanto na Câmara quanto no Senado, o que significa que qualquer pequena mudança na preferência dos eleitores poderia transferir o poder para os democratas nas eleições de novembro.
O plano inicial de Trump para derrotar os democratas consistia em pressionar as maiorias republicanas nas legislaturas de vários estados a redesenhar os limites dos distritos eleitorais para favorecer seu partido, realocando prováveis eleitores democratas para distritos com maioria republicana e, assim, diluindo sua força nas urnas.
Simultaneamente, os seis membros da Suprema Corte dos EUA nomeados por republicanos esvaziaram dispositivos fundamentais da histórica Lei de Direitos de Voto de 1965. Eles decidiram que levar em conta padrões históricos de discriminação racial contra eleitores negros não justificava mais medidas destinadas a proteger o peso do voto afro-americano nas eleições dos estados do Sul.
Dada a recente polarização política nos Estados Unidos, na qual a maioria dos 435 distritos da Câmara foi desenhada para favorecer um partido em detrimento do outro, as estimativas atuais apontam, pelo menos, para 49 distritos nos quais há uma disputa real entre candidatos republicanos e democratas pela representação no Congresso. Pesquisas também indicam que, em nível nacional, os democratas detêm uma vantagem de 6% a 7% sobre os republicanos, o que sugere que provavelmente conquistarão o controle da Câmara dos Representantes.
A situação no Senado é mais complexa, pois os democratas precisarão reeleger vários titulares e conquistar cadeiras em estados que apoiaram candidatos presidenciais republicanos nas últimas décadas — Alasca, Carolina do Norte, Iowa, Ohio, Texas e Maine —, embora as pesquisas atuais favoreçam os candidatos democratas nestes estados por margens estreitas.
Após não conseguir assegurar uma possível maioria republicana por meio do redesenho dos mapas distritais, a estratégia seguinte de Trump foi emitir ordens executivas destinadas a restringir o voto de prováveis apoiadores de candidatos democratas, assumindo o controle federal sobre o processo eleitoral nacional — uma responsabilidade claramente atribuída aos estados pela Constituição dos EUA.
O pretexto utilizado é a suposta ocorrência generalizada de votos de não cidadãos, argumento que se alinha convenientemente à campanha agressiva de Trump contra imigrantes, mantida há uma década. No entanto, todas as investigações confiáveis sobre possíveis votos ilegais de não cidadãos revelam um número ínfimo de pessoas que efetivamente violaram a lei. Tal fato jamais determinou a vitória ou a derrota de um candidato em qualquer disputa eleitoral.

A terceira iniciativa de Trump consistiu em exigir que governadores de estados com tendência democrata repassassem ao governo federal informações de registro eleitoral, para que este pudesse determinar quais eleitores registrados eram elegíveis para votar.
Isso conferiria ao Departamento de Segurança Interna poder ilimitado para definir quem seria considerado um eleitor legítimo e quem, na sua visão, não seria elegível ao voto. Até o momento, governadores democratas recusaram-se a cumprir a medida, e a ordem de Trump está bloqueada judicialmente.
Paralelamente, uma quarta estratégia utilizada por Trump para tentar favorecer os republicanos na eleição é uma proposta de lei no Congresso, conhecida como Save America Act, que exigiria que os eleitores comprovassem sua cidadania por meio de certidão de nascimento ou de passaporte dos EUA. Nos Estados Unidos, não existe um documento de identidade nacional que indique o status de cidadania, e estima-se que 21 milhões de eleitores em potencial não possuam passaporte nem acesso fácil às suas certidões de nascimento.
Essa disposição criaria complicações adicionais para pessoas que se casaram e alteraram seus nomes. Até mesmo alguns senadores republicanos consideram o projeto uma exigência excessivamente onerosa para os eleitores e recusaram-se a apoiá-lo, o que significa que ele não se tornará lei.
Um quinto esforço tem sido o de bloquear o voto por correio, um método atualmente utilizado por um terço do eleitorado americano para participar das eleições. Embora o próprio Trump tenha votado por correio em duas eleições recentes na Flórida, o Save America Act e um novo conjunto de diretrizes do Serviço Postal dos EUA concederiam à agência o poder de determinar quais destinatários têm direito a receber a cédula para votar por correio, com base em registros de eleitores compilados pelo governo federal.
É provável que a Suprema Corte analise contestações às diretrizes do Serviço Postal nas próximas duas semanas. Caso a maioria conservadora apoie o plano de Trump, isso representará uma reinterpretação sem precedentes da Constituição, ao concentrar poder nas mãos de um órgão governamental que foi explicitamente excluído da organização das eleições.
Trump nunca se recuperou de sua derrota eleitoral de 2020 e continua a insistir que as eleições foram roubadas. No entanto, ele perdeu 62 ações judiciais em que não encontrou fundamento para suas alegações. Isso levou à sua tentativa desesperada de impedir a posse de Biden como presidente, mobilizando seus apoiadores para invadirem o Capitólio dos EUA em 6 de janeiro de 2023. Desde então, centenas de partidários leais a Trump foram eleitos ou nomeados para juntas eleitorais estaduais e locais, onde provavelmente tentarão direcionar os resultados eleitorais finais a favor de candidatos republicanos caso haja contestação.

A sexta medida de Trump tem sido enviar observadores eleitorais a estados que realizaram eleições recentemente, visando construir argumentos para uma supervisão federal (e possível interferência) em disputas acirradas.
Em 2020, o procurador-geral de Trump, William Barr, bloqueou a tentativa do presidente de confiscar urnas eletrônicas no Arizona. Neste ciclo eleitoral, o Departamento de Justiça anunciou que mais de mil agentes estão sendo treinados para monitorar as eleições em estados-chave. Eles seriam, sem dúvida, bem recebidos pelas centenas de negacionistas eleitorais que supervisionam as eleições em diferentes estados. Trump poderia declarar emergência nacional e ordenar a requisição das urnas para questionar resultados eleitorais desfavoráveis e manipulá-los em favor dos republicanos.
A sétima ação de Trump tem sido lançar uma campanha agressiva contra candidatos democratas, especialmente aqueles com inclinações socialistas democráticas, alegando que são comunistas. Embora esse discurso possa parecer um retorno anacrônico à era da Guerra Fria, ele ressoa com a base de Trump. Alguns líderes democratas moderados alimentaram esse discurso ao argumentar que alguns candidatos democratas ao Senado — Dr. Abdul El-Sayed, de Michigan, e Angela Nixon, da Flórida — estão muito à esquerda para conquistar eleitores independentes nessas duas disputas decisivas.
Para responder aos preços elevados da gasolina e ao seu efeito em cascata na economia, como oitava medida, Trump tentou manipular o mercado declarando que a guerra com o Irã havia terminado e que sua “missão foi cumprida” — uma referência bizarra à declaração do presidente Bush na Guerra do Iraque, quando aquele conflito perdurou por vários anos a mais.
Uma campanha anunciada de sanções econômicas totais contra o Irã também parece fadada ao fracasso, pois exigiria a improvável cooperação da China, que atualmente importa entre 80% e 90% de seu petróleo do Irã.
Em uma tentativa ineficaz de reduzir os preços, a nona ação de Trump consistiu em anunciar que os Estados Unidos importarão 300 mil toneladas métricas de carne bovina moída e aparas de carne magra estrangeiras em um prazo de 90 dias — presumivelmente da Argentina — e as venderão no mercado americano por um quarto do custo da carne nacional, prejudicando drasticamente os produtores locais.
Essa proposta enfrentou forte resistência de agricultores de inclinação conservadora em estados-chave que, por sua vez, podem determinar quem controlará o Senado. Trump também anunciou um possível acordo com a Venezuela, no qual o Pentágono faria parceria com uma empresa venezuelana para acessar o petróleo do país pelos próximos cem anos, embora qualquer nova produção significativa provavelmente demorasse anos para influenciar o preço internacional do petróleo.
A décima medida de Trump para influenciar o resultado da eleição é a promessa de gastar parte dos 400 milhões de dólares em fundos de campanha sob seu controle para produzir anúncios eleitorais nacionais que destacassem suas principais realizações nos últimos dois anos, transformando a eleição em um referendo sobre sua gestão. Isso poderia ter o efeito oposto, lembrando os eleitores, em disputas legislativas cruciais, de quão poucas de suas promessas eleitorais de 2024 Trump realmente cumpriu.
Ao mesmo tempo, e sem razão lógica aparente, Trump decidiu travar uma guerra tarifária com o Canadá, o aliado mais leal dos Estados Unidos e um importante parceiro comercial. As tarifas de 50% ameaçadas sobre produtos canadenses não apenas aumentarão os preços para os consumidores americanos, mas também devastarão a economia dos estados que fazem fronteira com o Canadá — Maine, Michigan, Wisconsin e Missouri —, onde candidatos democratas e republicanos travam disputas acirradas. A decisão extravagante de Trump de ordenar a mudança do nome do Lago Ontário para Lago América, apenas para irritar os canadenses, só acende mais lenha na fogueira do conflito entre os dois países.
Em vez de tranquilizar seus potenciais apoiadores de que está fazendo todo o possível para acabar com a guerra no Irã e reduzir os preços, Trump passou os últimos meses dedicando um tempo enorme a projetos de vaidade, mesmo quando ordens judiciais bloquearam seus esforços. Ele se recusa a desistir de tentar incluir seu nome, de uma forma ou de outra, no Kennedy Center for the Performing Arts. Ele prosseguiu com a construção de seu salão de baile dourado na Casa Branca. Ele se recusa a admitir que a incompetência de uma empreiteira causou danos ao espelho d’água do Washington Mall e não desistiu do plano de construir um arco de 250 pés de altura para se destacar na paisagem de Washington, D.C.
Em vez de apresentar sua presidência como um compromisso diário de melhorar a vida das pessoas comuns e encerrar aventuras militares no exterior, Trump parece cada vez mais empenhado em encontrar maneiras de aumentar sua fortuna e a de sua família, bem como a do 1% da população que detém 31% da riqueza do país.
Se a eleição resultar em uma onda de mudança política, os republicanos perderão o controle da Câmara e, possivelmente, do Senado. Se os resultados configurarem um tsunami a favor dos democratas, Trump pode não enfrentar necessariamente um terceiro julgamento de impeachment em 2027 — já que os democratas não obterão os dois terços dos votos necessários para declará-lo culpado de “crimes graves e delitos” (high crimes and misdemeanors) —, mas certamente enfrentará uma enxurrada de investigações por corrupção e má gestão.

Iran’s missile attack on U.S. bases follows an American strike near the Strait of Hormuz.
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Driscoll had also taken part in efforts connected to negotiations between Russia and Ukraine.
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Trump claimed that more than 100,000 protesters have been killed so far.
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