A few years ago, Sebastian Barry—whose collected literary works, drawn from family history and lore, offer “a loser’s history of 20th-century Ireland”—announced that the final novel in his series would tackle the relationship between his parents. “The declaration seemed to set the table for a feast of disclosure,” writes Giles Harvey, who spoke with Barry for more than a year as the novel took shape. But the feast never arrived. The “career-spanning profile” Harvey once suggested to Barry becomes a study of abuse, memory, and revelation—one Barry’s forte, and now, perhaps, his greatest struggle.
Barry and I corresponded for the next year and a half, during which the novel appeared to be on course. Then, in July of last year, he sent me a surprising email. Something had happened in the time since his father died, Barry explained. “Where there was once a great need to proclaim aloud,” he wrote — neglecting to specify just what it was he’d felt the need to proclaim — Barry now found himself in a different state of mind. “A matter I thought so urgent and in need of saying” had come to seem better served by a “strange new beneficent silence.”
The U.S. Coast Guard has intercepted a vessel carrying fuel to Cuba after an international enforcement operation found large quantities of fuel concealed inside the ship’s ballast tanks. The Coast Guard...
It was common practice during the Cold War to exaggerate the threat from the Soviet Union. Nowadays, Russia has assumed that role. Although the circumstances have changed, some of the political methods employed to create a sense of insecurity are still remarkably similar. Europe is not formally engaging in preparations for war since it desires […]
In July, India tested two new interceptors meant to destroy missiles at ranges up to 5,000 kilometers, the latest step toward one of the few layered missile shields in the world. New Delhi calls the program defensive. But a neighboring rival rarely sees a shield that way. India’s expanding defenses could embolden its leaders in […]
Greece’s National Meteorological Service EMY updated its weather warning and upgraded it to Category 5 – RED ALERT. The weather warning regards mainly the island of Crete and the Dodecanese island group and is valid from Friday to Sunday, October 2-4, 2026. According to the weather warning, heavy rainfalls, thunderstorms and gale-force winds up to […]
Digger is like a mango. It’s an acidic film, but also a bit sweet; outwardly it seems one thing but inside it contains surprises, and it needs time to ripen. Like a mango, its flavor can’t be explained. In fact, it’s better not to even try, says its director, Alejandro González Iñárritu: “The only way to know what a mango tastes like is to put it in your mouth. And you have to put this film in your eyes to understand it, because if I explain it to you, you won’t get it.”
Wars, sanctions and shrinking civic space shape the opening of the General Assembly’s Third Committee The United Nations General Assembly’s principal human-rights committee opened its annual debate with warnings that war, racism, inequality and restrictions on civil society are weakening protections worldwide. Yet the discussion also exposed a deeper political divide: governments agree that the […]
A Pulsa Uniformes que recebeu R$ 457 mil vindos de uma Emenda Parlamentar Individual, conhecida como Emenda Pix, do deputado federal candidato à reeleição Mario Frias (PL/SP), tem entre seus sócios o ex-jogador da seleção brasileira de basquete dos anos 1980 Nilo Guimarães. Ele foi secretário de esportes de Mogi da Cruzes, na região metropolitana de São Paulo, por 12 anos (2009-2020).
O cargo foi ocupado por dois mandatos do prefeito Marco Bertaiolli que se elegeu pela primeira vez pelo DEM e depois migrou para o PSD (2009-2016) e seguiu durante a gestão de Marcus Melo do PSDB, de 2017 até 2020. Guimarães também presidiu a Liga Nacional de Basquete em 2020, cujo torneio conta com a presença do Mogi Basquete, time em que Guimarães foi dirigente.
A Pulsa Uniformes é uma confecção sediada no bairro Jardim Camila, em Mogi das Cruzes (SP). A quantia recebida em 26 de maio seria para quimonos, tatames e outros 14 itens para um projeto social de lutas marciais para crianças, mas não há comprovação de que o material foi entregue. Segundo a Controladoria Geral da União, “a execução física do projeto não foi integralmente comprovada”.
A casa cinza, mais à esquerda da imagem, é a sede da Pulsa Uniforme em Mogi das Cruzes e não apresenta placa de identificação
O dinheiro foi pago à Pulsa, à vista, pelo Instituto Conhecer Brasil, de Karina Gama, que recebeu o dinheiro da emenda. Karina Gama é a produtora executiva da cinebiografia de Jair Bolsonaro Dark Horse. Já o deputado Mario Frias foi Ministro da Cultura do governo Jair Bolsonaro e é roteirista do filme. O material esportivo teria como destino o projeto social Lutando pela Vida, em Pirassununga (SP).
A Polícia Federal (PF) e a Controladoria Geral da União (CGU) investigam a real destinação de emendas dos deputados Mario Frias, Marcos Pollon (PL/MS) e Bia Kicis (PL/DF) para as organizações de Karina Gama. O caso está sob a relatoria do ministro Flavio Dino, no STF, uma vez que há deputados federais envolvidos. Pollon e Kicis, por exemplo, sequer poderiam destinar recursos para emendas fora de suas bases eleitorais.
A investigação da PF que tramita no STF apura 10 crimes, entre eles peculato (desvio ou má aplicação de dinheiro público), fraude em licitação, falsificação, advocacia administrativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
A Pulsa tem foco na venda de uniformes de times de basquete, vôlei, handebol e futsal. Apesar de ter recebido à vista o pagamento pelos uniformes de artes marciais e 120 placas de tatame, a Pulsa informou à CGU em julho deste ano que ainda não havia entregado nenhum material previsto para o projeto Lutando pela Vida e disse que os itens estavam “em fabricação”. Em abril, aponta o relatório, o ICB teria comprado os tatames de outro fornecedor por R$ 58 mil com recursos de outro contrato. O material teria sido entregue ao projeto em Pirassununga, em maio, segundo o instituto de Karina da Gama afirmou à CGU.
“Essa cliente é do Luiz”
Na quinta-feira, 24 de setembro, a reportagem da Agência Pública foi até a sede da Pulsa, que ocupa uma casa de dois andares, em Mogi das Cruzes. No imóvel, pintado de cinza na frente e preto na lateral, não há placas ou qualquer outro sinal mais ostensivo de que uma empresa funciona ali.
Na entrada lateral, há um escritório com um show-room dos produtos da marca. Uma gerente atendeu a reportagem na calçada e informou que somente o sócio-gestor, Luiz Fernando da Silva, que estaria no Rio de Janeiro, poderia falar sobre o contrato com o ICB. “Essa cliente é do Luiz”, disse a funcionária.
Por mensagem no WhatsApp, o sócio-diretor afirmou que os itens foram entregues, mas alegou que não tinha como confirmar se já teria sido uma entrega total ou parcial, pois estava viajando. “Se precisar de algo mais detalhado, eu te peço e te mando. Prezamos pela transparência”, escreveu em uma mensagem de WhatsApp quando também elogiou o trabalho realizado pela CGU.
As mensagens não foram mais respondidas por Silva depois que a reportagem pediu que ele informasse a data da entrega e fornecesse alguma comprovação, como recibos ou fotos. Ele também não informou, ao ser questionado, qual foi o pedido completo do ICB à Pulsa, com as quantidades que deveriam ser fornecidas de cada item.
Nilo Guimarães também foi procurado, mas não respondeu o contato. O espaço segue aberto e será atualizado em caso de manifestação.
O projeto Lutando pela Vida é uma ação de ensino de lutas marciais para 500 crianças cuja vigência começou em 31 de dezembro de 2024 e termina em 28 de agosto de 2027. Dos R$ 1,5 milhão da emenda de Frias foram liberados R$ 1 milhão pelo Ministério dos Esportes para o ICB de Karina Gama, para “Implementação e Desenvolvimento do Projeto Lutando Pela Vida no Estado de São Paulo/SP”, conforme o termo de fomento publicado em 14 de janeiro de 2025.
Até julho crianças estavam sem quimonos
A partir daquele momento, o ICB já poderia iniciar a execução do projeto, mas a CGU constatou que até 12 de junho a emenda não havia sido completamente executada. Até o final de julho, dos R$ 521 mil gastos no projeto administrado pelo ICB a maior despesa foi com a Pulsa: R$ 427 mil.
Ainda assim, o Instagram do projeto Lutando pela Vida exibe vídeos e fotos, publicados em julho, que mostram crianças sem quimono numa academia de lutas. Para a CGU, nem mesmo essas publicações podem ser consideradas como prova conclusiva, uma vez que não são georreferenciadas e foram feitas em um local fechado, o que impede a Controladoria de aferir se são mesmo da academia que recebe o projeto.
Dos recursos pagos pelo ICB, os R$ 94,5 mil restantes foram usados para pagar instrutores, monitores e outros profissionais envolvidos com as aulas de lutas para crianças. Segundo a CGU, as planilhas de frequência das crianças foram preenchidas pela equipe do projeto, mas não têm assinatura dos responsáveis pelos menores, o que não atende às determinações do Ministério dos Esportes para comprovar a frequência em projetos dessa natureza.
Doador de campanha virou professor
Aliado político de Mario Frias, Rudyge Alex Scatolini Boldrini, doou R$ 4 mil para a campanha do ex-ator de Malhação à deputado federal em 2022 e em 2026 foi contratado para o projeto. Boldrini abriu este ano uma MEI para receber o dinheiro e emitiu uma nota fiscal para o ICB em 9 de março, antes mesmo de assinar com o instituto, o que só ocorreu no dia seguinte. Até o momento, ele recebeu R$ 13,7 mil. Uma das monitoras do projeto, aponta a CGU, era recepcionista contratada via CLT pela prefeitura de Pirassununga. A íntegra do relatório de apuração 2007711, que analisa o projeto Lutando pela Vida, citado pelo STF, segue sob segredo de Justiça, segundo informações da CGU enviadas à Pública.
O pagamento de R$ 427 mil da ICB à Pulsa não é o único da empresa de uniformes sob o escrutínio da CGU, conforme se verifica na plataforma e-CGU.Outros dois projetos financiados com emendas parlamentares, o Circuito Suzano de Esportes e Lazer, realizado pela Associação Cultural Quântica, e o Circuito Cultural e de Lazer, realizado pelo Instituto Mogiano de Pesquisa, Educação e Cultura, ambos realizados em Suzano (SP), foram analisados pela CGU entre 2024 e 2025 no âmbito da investigação sobre a constitucionalidade das Emendas Pix.
Em ambos os casos, a Pulsa forneceu material esportivo, recebendo R$ 112.800 no primeiro e R$ 2.710 no segundo circuito. Nas fiscalizações de ambos os projetos, a CGU verificou “inconformidades”, “impropriedades” e “irregularidades”.
A investigação em torno das emendas que favoreceram organizações de Karina Gama e que podem ter sido desviadas para o esquema que supostamente financiaria o filme Dark Horse ganhou dois novos capítulos, nos dias 10 e 12 de setembro.
No dia 10, a PF realizou a operação Make Up em endereços ligados a Mario Frias e Karina Gama. O celular do deputado foi apreendido. No dia 12, o ministro Dino determinou a quebra do sigilo de todo o material apreendido nas investigações até então conduzidas pela Polícia Civil de São Paulo sobre o contrato do ICB com a prefeitura de São Paulo para fornecimento de wifi. O material está sob análise da Polícia Federal e novas perícias estão sendo realizadas.
O que dizem Mario Frias e Karina Gama
O deputado Mario Frias não foi localizado em seu gabinete na Câmara dos Deputados. A reportagem ligou para lá várias vezes nos últimos dois dias e não obteve resposta. A comunicação do Partido Liberal também não conseguiu encaminhar os questionamentos ao deputado e informou que os contatos eram apenas os do gabinete. Quando a PF realizou busca e apreensão em endereços ligados à ele, Frias negou irregularidades e disse que a operação era uma “cortina de fumaça” em meio a eleição.
O advogado Ricardo Sayeg, que defende Karina Gama, não respondeu aos questionamentos da Pública enviados por e-mail e aplicativos de mensagem. Em nota à imprensa no dia 13 de setembro, o defensor disse que a produtora nega atos ilícitos, que ela está colaborando com as autoridades, tendo apresentado mais de 20 mil páginas de documentos. A defesa ressaltou que “investigação não é acusação, muito menos, condenação” e que a repercussão política do caso não pode substituir o devido processo legal. O espaço segue aberto e a reportagem será atualizada em caso de manifestação.
Como funciona uma emenda parlamentar?
As emendas parlamentares são recursos do orçamento federal que deputados e senadores indicam para financiar obras, projetos e serviços nos estados que os elegeram. Atualmente, as emendas consomem 22% do orçamento discricionário (verbas para custeio e investimentos) do Governo Federal.
Depois que o orçamento da União é aprovado pelo Congresso, deputados e senadores apresentam propostas para incluir ou modificar os gastos.
As emendas dos deputados e senadores são impositivas. Uma vez aprovado o orçamento, o ministério a que cabe o tipo de investimento libera o recurso conforme determinado pelo parlamentar. Em 2026, as emendas do orçamento consumiram R$ 61 bilhões.
No caso tratado nessa reportagem, o deputado federal Mario Frias (PL/SP) aprovou a emenda 202444230014 , no valor total de R$ 1.499.949, dos quais R$ 1 milhão foram destinados ao projeto Lutando pela Vida, cuja gestão é do Instituto Conhecer Brasil (ICB). Como era um projeto de iniciação esportiva, a emenda foi para o Ministério dos Esportes que firmou com o ICB um termo de fomento e encaminhou o recurso à ONG. A partir de então, os pagamentos e contratações foram feitas pelo ICB.
On September 30, the last American and coalition troops flew out of Erbil Air Base, and the Pentagon declared an “orderly departure.” The White House called it a victory. President Trump, never one for understatement, described the whole enterprise as “a very expensive excursion into Hell.” For once, the hyperbole is closer to the truth […]
Tout le monde annonce la crise de la dette française. Regardez ce que font ceux qui sont payés pour la craindre : ils achètent. Il n'y aura pas de crise. Il y aura une dégradation lente, et c'est une bien pire nouvelle.
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Depuis dix jours, la France est censée être au bord du gouffre. L'écart de taux avec l'Allemagne a dépassé 100 points de base le 18 septembre, une première depuis 2012. Scope a retiré le AA− pour un A+. Et le Financial Times rapporte le 30 septembre, sous le titre « Vanguard warns France is "degrading credit" as borrowing costs surge », que le premier gestionnaire d'actifs obligataires du monde juge le crédit français durablement dégradé.
Regardons maintenant ce que font les professionnels. Royal London Asset Management achète la baisse et parie que la dette française battra l'italienne et l'allemande. HSBC écrit que l'OAT est la moins chère depuis au moins 2008. Et lundi, l'Agence France Trésor a annoncé qu'elle lèverait 339,7 milliards d'euros en 2027, contre 311,7 cette année, sans que personne ne doute qu'elle les trouvera.
Voilà le fait qu'aucun commentaire n'a relevé cette semaine. Ceux qui prêtent à la France ne sont pas effrayés. Ils sont contents.
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Lisons l'avertissement comme un gérant le lirait. Ales Koutny, qui dirige les taux internationaux chez Vanguard, annonce une dégradation durable et juge « fortement possible » un écart à 150 points de base. La même dépêche précise que sa maison est sous-pondérée sur les obligations d'État françaises.
Un gérant sous-pondéré qui annonce publiquement une dégradation ne s'alarme pas : il publie son prix d'entrée. Il dit à quel niveau il redeviendra acheteur, et il le dit à ceux qui détiennent ce qu'il voudrait acheter.
Je ne lui prête aucune manœuvre. Je constate une position, et je lis une déclaration à la lumière de cette position.
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Le taux que paie la France se décompose en deux morceaux, et tout le malentendu public vient de leur confusion. Le premier est le niveau général des taux dans la zone euro : c'est le Bund allemand, autour de 3,5 %, que la France paie quoi qu'elle fasse et qui ne dit rien sur elle. Le second est l'écart au-dessus de ce niveau — un peu plus de 110 points de base aujourd'hui. Celui-là est le prix de la signature française, et c'est le seul morceau dont nous soyons responsables.
Or cet écart, pour l'emprunteur, est un coût, et pour le prêteur un supplément de rémunération. Quand l'un se dégrade, l'autre s'enrichit. Le 10 ans français est passé de 3,2 % en février à plus de 4,8 %. La France paie désormais environ 0,2 point de plus que l'Italie, et son rendement souverain a dépassé celui de LVMH à maturité comparable : le marché considère qu'un groupe de luxe est un meilleur débiteur que la République. Catastrophe pour le Trésor, bonne nouvelle pour qui achète : la dette française rapporte plus, et elle rapporte plus parce qu'elle se dégrade.
Encore faut-il distinguer deux choses, et Vincent Clairmont les a séparées ici le 2 septembre dans « Quel sera le vrai test pour la dette française ? ». Un écart peut se payer parce que le marché redoute un événement daté — un budget qui ne passe pas, une censure : c'est une prime de conjoncture, qui se referme quand l'événement se dénoue. Ou parce qu'il a cessé d'attendre un événement et facture un état durable : c'est une prime de régime, et rien ne la referme, puisque rien de particulier ne l'a ouverte. Le signe distinctif se lit sans peine : en septembre, l'écart s'est élargi pendant l'annonce d'un budget à 54 milliards d'économies, quand il aurait dû se resserrer.
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Reste la question qui décide de tout : le prêteur prend-il un risque proportionné à ce supplément ?
Depuis 2012, la réponse est connue : dans la zone euro, une dette souveraine ne fait pas défaut par accident. L'engagement de Mario Draghi, puis les instruments qui l'ont formalisé, ont placé au-dessus des dettes nationales un filet que la BCE peut déployer — le dernier en date, l'instrument de protection de la transmission, créé le 21 juillet 2022.
Mais lisez le communiqué. La BCE y énonce quatre critères cumulatifs d'éligibilité, dont le respect du cadre budgétaire européen et la soutenabilité de la trajectoire de dette, et le Conseil des gouverneurs conserve un pouvoir d'appréciation « complet » sur l'activation.
Ce n'est donc pas un parapluie, c'est un parapluie tenu par quelqu'un d'autre. Et le premier critère ne dit pas « ne pas avoir de déficit » : il dit ne pas être sous procédure pour déficit excessif, ou ne pas avoir manqué d'agir après une recommandation du Conseil. Ce qui protège la France n'est pas sa situation budgétaire — elle est mauvaise — mais le jugement que Bruxelles porte sur ses efforts. Le prêteur qui touche 4,8 % ne prend pas un risque nul : il prend un risque de discrétion, et il parie sur la bienveillance d'un comité.
Notons au passage qui vend et qui achète, car cela servira plus loin. Celui qui peut attendre sera remboursé à 100 et n'a rien perdu : s'il a de l'argent frais, il achète décoté et s'assure près de 5 % par an — c'est la position de Royal London et la lecture de HSBC. Celui qui a une notation minimale inscrite dans son mandat vend le jour où Scope retire le AA−, parce que sa procédure le lui ordonne et non parce qu'il croit au défaut. Le vendeur est contraint, l'acheteur est libre, et les contraints, en France, sont nos assureurs et nos banques.
L'arithmétique de cette décote — pourquoi un titre perd de la valeur quand les taux montent, de combien, et ce que change la durée restante — est exposée dans la fiche d'Élise Rochefort publiée ce jour.
Donc il n'y aura pas de crise
Arrêtons-nous ici, parce que l'essentiel vient d'être dit sans être nommé.
Trois faits, et un seul fil les relie. Les professionnels achètent : l'argent est là. La BCE peut déployer un filet : le défaut n'arrivera pas par accident. Et personne, ni à Paris, ni à Francfort, ni chez les créanciers, n'a intérêt à ce que la France cesse de payer.
Tirons-en la conclusion, même si elle contredit tout ce qu'on entend depuis dix jours. Il n'y aura pas de crise de la dette française.
Il y aura autre chose, qui n'a pas de nom dans le débat public et qu'il faut donc
Two races were held at Fuji Speedway last weekend: the six-hour FIA World Endurance Championship (WEC) and the Race Against Dementia led by champion driver Sir Jackie Stewart OBE, who returned to Japan 60 years after winning the Fuji 200 race to campaign for his charitable foundation and wave the green flag at the start […]
Selon le Wall Street Journal du 21 septembre 2026, les États-Unis prévoient d'étouffer financièrement la Cour pénale internationale (CPI) pour la sanctionner d'avoir délivré un mandat d'arrêt contre le premier ministre israélien Benyamin Netanyahou.
Les sanctions interdiraient à la CPI toute transaction en dollars, ce qui la couperait d'une bonne partie du système financier international. (…) Les États européens et la plupart de ceux qui soutiennent la CPI, comme le Japon, ont promis de protéger la Cour, mais on ne voit pas comment ils le feront. (…) Un porte-parole du département d'État a rappelé que, selon le secrétaire d'État Marco Rubio, la CPI menace la souveraineté américaine. (…) Cela ne gênait pas M. Rubio en 2022 quand il était sénateur et qu'il avait cosigné une résolution du Sénat demandant à la CPI d'enquêter sur les crimes de guerre russes en Ukraine.
Matthew Dalton et Alexander Ward, « Trump Ramps Up Bid to Dismantle International Criminal Court » (Trump intensifie ses efforts pour démanteler la Cour pénale internationale).
La fin du JT
Le rejet par référendum de nouvelles négociations avec l'Union européenne, le 31 août dernier, a été la principale nouvelle du dernier journal télévisé de la chaîne privée islandaise Sýn (groupe Vision). Elle renonce à ce format d'information diffusé depuis quarante ans.
[Sýn a pris sa décision] à la lumière de l'évolution des habitudes de consommation du grand public, car de plus en plus de gens recherchent des nouvelles et du contenu sur les médias numériques. Vision se concentrera donc davantage sur les services d'information en ligne du site Vísir ou de Bylgjan [une radio] et se concentrera sur la communication des nouvelles là où il y a une grande demande de contenu d'actualités.
Darren Adam, « Sýn to stop broadcasting television news » (Sýn va cesser de diffuser son journal télévisé), RÚV, 31 août.
Tête-à-queue
Le sommet des Brics de New Delhi, le 11 septembre, a été marqué par une inflexion majeure dans la diplomatie indienne.
La déclaration finale approuve la plupart des principales préoccupations diplomatiques de l'Iran sans prononcer le moindre mot au sujet de ses attaques de drones et de missiles contre ses voisins du Golfe. Aucune mention des rebelles houthistes du Yémen, soutenus par l'Iran, qui ont récemment intensifié leurs attaques contre l'Arabie saoudite et pris en otage le commerce maritime à travers la mer Rouge. (…) L'autre changement manifeste dans la politique étrangère indienne tient à l'absence de toute mention du « droit d'Israël à se défendre ». Au contraire, Israël a été explicitement cité et sommé de retirer ses forces du territoire libanais. La déclaration exigeait une aide humanitaire sans restriction à Gaza et s'opposait au déplacement forcé des Palestiniens. La formulation de la déclaration risque de froisser en Israël dès lors qu'elle stipule : « Nous rejetons toute mesure unilatérale visant à modifier le statut juridique et historique de Jérusalem occupée. »
Asif Ullah Khan, « BRICS Declaration : India's Great U-turn on Iran » (Déclaration des BRICS : le grand revirement de l'Inde face à l'Iran), The Diplomat, 17 septembre.
Équipement-phare des armées de l'air américaine et israélienne, le chasseur F-35 développé aux États-Unis a été adopté par une vingtaine d'États, notamment en Europe, en dépit — ou à cause ? — de la dépendance qu'il impose à ses utilisateurs… En avance sur ses concurrents, ce chasseur furtif se distingue également par un prix prohibitif et des coûts d'exploitation faramineux.
Le 18 mars 2019, la ministre des armées française Florence Parly tançait un parterre d'experts de l'Atlantic Council, un cercle de réflexion américain, à propos des relations entre les membres de l'Organisation du traité de l'Atlantique nord (OTAN). « La clause de solidarité de l'OTAN est l'article 5, pas l'article F-35 », lançait-elle, au moment où Washington incitait fortement un nombre croissant de pays européens à acheter cet avion dernier cri. Depuis, le F-35 Lightning II, chasseur furtif de cinquième génération produit par Lockheed Martin, principal groupe d'armement mondial, est « entré en premier » dans les espaces aériens syrien et iranien sous bannière israélienne, puis lors des guerres israélo-américaines contre l'Iran en 2025 et 2026.
Mis en service en 2015 pour remplacer le F-16 vieillissant, le F-35 se présente comme le chasseur « le plus létal, le plus résistant et le plus connecté du monde (1) ». Il s'agit du plus vaste programme de défense des États-Unis : 72 milliards de dollars par an — soit plus que la totalité du budget du ministère français des armées. À eux seuls, l'US Air Force, l'US Navy et les marines en ont commandé 2 456 exemplaires. Lockheed en construit chaque année entre 170 et 190, mobilisant 1 500 entreprises et 250 000 travailleurs.
En dépit des dérapages financiers, l'appareil dispose de quelques atouts : unique sur le marché, il allie furtivité (peu ou pas détecté par les radars), polyvalence tactique (missions air-air ou air-sol) et versions adaptées (air, marine, et même décollage vertical). Ses concepteurs l'ont pensé comme une « centrale de connectivité » aux fonctions vitales contrôlées en permanence : renouvellement des « bibliothèques de menaces », mise à jour des standards et programmation de la maintenance, en lien organique avec la base de l'US Air Force d'Eglin, en Floride.
Les déficiences de jeunesse de l'appareil — visibilité, surchauffe, etc. — ont été partiellement corrigées au fil des années même si, en 2023, 873 restaient « non résolues ». Un rapport de l'organisme d'audit du Congrès américain paru en juin dernier pointe que les F-35 de l'armée de l'air n'ont été disponibles pour des missions opérationnelles complètes que 28,5 % du temps durant l'année 2025 (au lieu des 65 % initialement programmés par l'US Air Force), en raison de pénuries de pièces détachées, de l'insuffisance des stocks de moteurs, de la lourdeur des opérations d'entretien, de la complexité de l'architecture logicielle (2). La « cannibalisation » (3) de certains appareils a permis de sauver des heures de vol, mais a aussi contribué à désorganiser les chaînes de maintenance. L'OTAN, qui tablait sur une disponibilité de 60 à 70 %, a dû revoir ses plans. Pour tenter de rattraper ce retard, le Pentagone a lancé un programme de remise à plat évalué à 8 milliards de dollars. À l'usage, le F-35 a paru insuffisamment motorisé, peu adapté au combat rapproché (dogfight), limité en capacités de carburant, et donc en rayon d'action, ce qui nécessite de coûteux ravitaillements en vol. Initialement prévue pour 2026, l'évolution vers le standard « Block 4 », qui devrait remédier à certains de ces plafonnements, vise désormais l'année 2031 — au mieux. Mais on pardonne beaucoup à une machine aussi furtive (plusieurs fois moins repérable, par exemple, que le Rafale), conçue pour frapper l'adversaire avant d'être vue.
L'architecture globale de production et de gestion des appareils, à des fins de réduction des coûts, se révèle sensible aux chocs géopolitiques et au manque de certaines matières premières : la construction d'un seul F-35 nécessite en effet quatre cents kilos de terres rares. Installée au début des années 2000, la chaîne d'approvisionnement, qui associe des centaines d'entreprises dans la vingtaine de pays clients, encaisse mal les soubresauts de la mondialisation (tensions géopolitiques sur les métaux rares, tarifs douaniers…). À l'ère des drones et des missiles triomphants, le joyau de l'US Air Force semble parfois issu d'une autre époque.
Et d'une autre économie : son prix de vente varie de 80 à 130 millions de dollars, selon les versions. S'ajoutent entre 9 et 12 millions de dollars par an de mise en œuvre, et l'heure de vol dépasse les 40 000 dollars. Prévoyant des « cauchemars budgétaires », la Suisse, le Canada, l'Australie, et même le Danemark et l'Allemagne — inquiets de ces surcoûts incontrôlables ou échaudés par la géopolitique trumpienne —, ont dû réduire leurs commandes (4). L'Espagne et le Portugal ont même quitté le programme. Au sein de l'administration américaine, on estime ce dernier too big to fail (« trop grand pour échouer »). Sans pour autant oublier son surnom — « l'avion qui a dévoré le Pentagone » —, avec une dépense totale estimée à plus de 2 000 milliards de dollars d'ici à 2088 — date de fin de vie de l'appareil. Le « pire rapport qualité-prix de l'histoire militaire », selon M. Elon Musk, le patron américain de SpaceX et de Tesla.
La vassalisation à son comble
Le succès du F-35 à l'international a eu pour effet de ponctionner les budgets des pays clients et d'ancrer une partie de leurs industries de défense dans la chaîne d'approvisionnement organisée par Lockheed Martin et le Pentagone, réduisant mécaniquement les possibilités de vente pour les appareils européens concurrents comme les Typhoon, Rafale ou Gripen. Quelques États, embarqués dans l'aventure dès le lancement du chasseur américain, en ont toutefois largement profité : le Royaume-Uni, seul « partenaire de premier niveau » ; les Pays-Bas et l'Italie, en second rang dans la chaîne de production ; ainsi que Singapour et Israël, en tant que membres de l'Agence américaine de coopération en matière de défense et de sécurité (DSCA). Israël jouit du privilège unique d'accéder à une partie des codes sources de l'appareil, afin d'intégrer ses propres armements et systèmes de guerre électronique, rebaptisant le F-35I « Adir » (puissant). L'armée de l'air israélienne avait été la première, dès 2018, à engager des F-35 — pour bombarder la Syrie et l'Iran.
Le centre névralgique d'Eglin a la main sur l'ensemble des capteurs du F-35. L'avion a ainsi acquis la réputation d'être désactivable à distance par un kill switch (« bouton d'arrêt ») dissimulé dans le maquis d'une dizaine de millions de lignes de codes. Démentie sans surprise par le Pentagone et Lookheed, cette possibilité d'un blocage sec — ou, à tout le moins, de pressions depuis les États-Unis (5) — ménage un espace d'incertitude chez des États clients : les F-35 danois se retrouveront-ils un jour neutralisés ou confrontés à ceux de l'exécutif américain, qui ne cesse de revendiquer sa souveraineté sur le Groenland ? Des pays d'Europe centrale ou de l'Est pourront-ils engager sans entrave leurs F-35 en défense ou attaque de forces russes si leur fournisseur et ex-protecteur américain privilégie une approche amicale avec Moscou ?
Grâce à son système de collecte centralisée de données, le F-35 fait figure de « facilitateur de l'implication stratégique américaine, dans une logique de protection et de dépendance consentie » de ses acquéreurs, estime le stratégiste Joseph Henrotin (6) : treize pays européens ayant lancé un renouvellement de leur flotte ont choisi le F-35, soit quelque six cents unités déjà en service ou livrables d'ici à 2035. La gestion américano-centrée assure un maximum d'interopérabilité pour cet appareil devenu de fait « l'avion de l'OTAN » ; mais elle corsète des pays qui croyaient s'assurer par ce coûteux investissement une protection américaine « automatique »… laquelle ne va plus de soi. Bien qu'échaudés, le Danemark, la Belgique, la Pologne ou l'Allemagne restent à bord du programme.
La vassalisation est à son comble lorsque, au titre de la « dissuasion nucléaire partagée » avec quatre armées de l'air ouest-européennes, Washington utilise cette coopération stratégique comme un vecteur de placement de son joyau volant. C'est en effet le seul appareil autorisé à emporter les bombes nucléaires américaines B61. Pour l'Allemagne ou la Belgique, les commandes de F-35 conditionnaient la continuité du lien organique au système de dissuasion américain, quelle que soit l'ampleur du découplage stratégique à l'œuvre entre Américains et Européens : la pleine mise en application de l'« article F-35 », dénoncée en son temps par Mme Parly…
Quel avenir pour la concurrence ?
D'autres acteurs, comme la Turquie, ont au contraire été écartés. Pour avoir osé se fournir en systèmes russes de défense antiaérienne S-400, cet État membre de l'OTAN, qui avait d'ailleurs participé à la conception du F-35 dès 2002, s'est vu interdit d'acquisition par M. Donald Trump en 2019. En marge du sommet de l'Alliance atlantique à Ankara en juillet dernier, le président américain a promis à son homologue turc Recep Tayyip Erdoğan, dont le pays est jugé « bien plus loyal que d'autres pays », de faire sauter un jour cet interdit — au risque d'entamer l'avantage stratégique offert par le Pentagone à ses alliés israélien et grec face à ce grand rival régional.
Malgré sa furtivité avancée et son label « avion de l'OTAN », le F-35 n'a pas totalement écrasé la concurrence européenne. Si leur conception remonte aux années 1980-1990, le Gripen suédois, l'Eurofighter anglo-italo-hispano-allemand ou le Rafale français demeurent sur le marché. Après un développement laborieux, ce dernier a finalement été adopté par neuf pays ; plus de cinq cent cinquante machines ont été placées. Plus polyvalent que le F-35, il assure pour le même prix une disponibilité de 80 %, avec une heure de vol à 20 000 euros, et — comme Paris a une maîtrise souveraine de l'ensemble de la chaîne technologique — offre une plus large autonomie stratégique, et donc un certain « non-alignement » politique : cette dernière dimension a convaincu l'Inde et l'Égypte et, en Europe, la Grèce, la Serbie et la Croatie.
Pour les États européens, la perspective d'un futur appareil de sixième génération, franchement furtif, bardé d'intelligence artificielle (IA), voire dronisé, paraît lointaine au moment où pointent déjà des chasseurs turcs, coréens ou chinois prometteurs. D'autant que le projet franco-allemand et espagnol de système de combat aérien du futur (SCAF), qui comprenait un chasseur de cinquième/sixième génération associé à des drones, a été officiellement abandonné en juin dernier. Paris et Dassault comptent s'en tenir à un « Super Rafale », probablement en partenariat avec l'Inde. Et Berlin rêve d'échafauder un nouvel attelage multinational dont il prendrait la tête et assumerait l'essentiel du financement.
Autre pari sur les années 2035-2040 : le Global Combat Air Programme (GCAP), lancé en 2022 par le Royaume-Uni, l'Italie et le Japon, et possiblement le Canada. Comme le défunt SCAF, il se veut un « système de systèmes » autour d'un chasseur de cinquième/sixième génération baptisé « Tempest », coordonnant sur un théâtre d'opérations des drones, radars, tirs, actions au sol et en mer, etc. Mais le projet souffre d'un retard de plusieurs années et déjà de surcoûts que les gouvernements hésitent à endosser… L'idée d'une fusion entre ces programmes-phares paraît peu partagée. Le chancelier allemand Friedrich Merz, occupé à construire l'armée « la plus puissante d'Europe (7) », a douché cet espoir : « Aurons-nous encore besoin dans vingt ans d'un avion de combat piloté ? »
(5) Suspension ou retard de mises à jour, modification des règles et tarifs d'abonnement, interruption de l'accès à des pièces détachées, blocage de la communication avec le renseignement aérien…
(6) Joseph Henrotin, Un avion pour les gouverner tous. Le F-35, prisme de la dépendance stratégique européenne, Éditions du Rocher, Monaco, 2026. Voir la recension de cet ouvrage dans le numéro de juillet 2026.
Was in Ungarn derzeit passiert, ist nur schwer zu verstehen. Dort tobt ein Skandal wegen eines banalen Vorfalls aus dem Jahr 2024, bei dem der heutige ungarische Regierungschef Magyar in einem Nachtclub einem Gast, der ihn filmte, das Mobiltelefon entrissen und in die Donau geworfen hat. Das entsprechende Strafverfahren war bereits eingestellt, wurde nun aber […]
La fatturazione elettronica ha digitalizzato i documenti, non il significato economico delle operazioni. Codificare beni e servizi non serve a calcolare l’Iva, serve a far parlare la stessa lingua a imprese, software, professionisti e amministrazioni.
It’s rather forgotten today how Washington’s post-9/11 imperial adventurism was not restricted to military intervention. A core component of the Bush administration’s “Freedom Agenda” – under the auspices of which calamitous wars in Afghanistan, Iraq and elsewhere were waged – was overt sponsorship of civil society-led coups throughout the former Soviet Union, Warsaw Pact and Yugoslavia. Citizens of these regions, and the world, live with this meddling’s destructive consequences to this day. The seemingly never-ending – and ever-escalating – Ukraine proxy war is a particularly visceral legacy.
The 1983 creation of the National Endowment for Democracy, a US state entity avowedly concernedwith executing overtly what the CIA once did covertly, ushered in a new era of “spyless coups”. Working in close conjunction with USAID and George Soros’ Open Society Institute, NED ever after provided funding, training and material assistance to NGOs, ‘independent’ media outlets, opposition groups, and other initiatives in service of regime change, across every corner of the world.
Come 9/11, NED and its confederates had devised a supremely cunning, cost-effective template for toppling troublesome governments – be they left-wing, nationalist, or even former US puppets who’d stepped out of line. The previous October, longtime Yugoslav leader Slobodan Milosevic was brought down in what the Washington Postbombastically dubbed “an extraordinary US effort to unseat a foreign head of state, not through covert action of the kind the CIA once employed in such places as Iran and Guatemala, but by modern election campaign techniques.”
At the anti-Milosevic effort’s forefront was Otpor! (Serbian: Resistance!), a rebellious NED-funded youth activist group. Through a mix of civil disobedience, non-violent resistance, rock concerts, street theatre, and graffiti, they fomented mass public opposition to the Yugoslav President. When election day came and official results pointed to Milosevic’s victory, an NED-funded “parallel vote tabulation” purported to expose major fraud, sending millions to the streets of Belgrade to peacefully demand the President’s resignation. Milosevic duly capitulated, in the face of seemingly overwhelming people power.
The supposedly heroic struggle of Otpor! and other US-supported anti-Milosevic groups was immortalised in a slick ‘documentary’, Bringing Down A Dictator. Milosevic’s fall provided a precise blueprint for future ‘color revolutions’ – so-called because frequently, the Empire-supported activists who led these mob putsches prominently adopted specific colours for their banners, branding and logos. Initially, US officials eagerly associated themselves publicly with this upheaval. Meanwhile, the mainstream media routinely published remarkably illuminating post-mortems of the revolts, extensively exposing Washington’s guiding hand and oft-enormous financial outlay.
Nonetheless, politicians, pundits and journalists alike universally framed colour revolutions as ultimately spontaneous uprisings by liberal, progressive elements with legitimate grievances, who yearned for democracy and freedom. In reality, they almost invariably produced corrupt, repressive governments that ruled via intimidation and brutality, including political assassinations. Post-colour revolution regimes also typically conducted sweeping privatisation and other ravaging ‘reforms’, destroying living standards for average citizens by prostrating their countries to the EU, IMF, NATO, World Trade Organization, and other mechanisms of Western economic, military, and political subjugation.
Slobodan Milosevic’s NED-orchestrated ouster is nicknamed the ‘Bulldozer Revolution’, due to iconic scenes during the upheaval of a wheel loader helping anti-government agitators occupy state buildings. However, its driver quickly turned against the “Revolution”. Subsequent “shock therapy” decimated Yugoslavia’s mixed market economy, causing his successful independent business to fail, and him to go bankrupt. He subsisted until his dying day on meagre state welfare payments. For most participants, subsequent colour revolutions were similarly an object lesson in being careful about what one wishes for.
‘External Shove’
In February 2005, President George W. Bush gave a swaggering address in Bratislava, Slovakia. He hailed how “in recent times, we have witnessed landmark events in the history of liberty.” This included Georgia’s November 2003 Rose Revolution, Ukraine’s Orange Revolution the next year, and Iraq’s Purple Revolution a month prior. “The advance of freedom is the concentrated work of generations,” Bush declared. He looked ahead to Moldova, and “inevitably” Belarus, “someday proudly [belonging] to the country of democracies [sic]”:
“Eventually, the call of liberty comes to every mind and every soul. And one day, freedom’s promise will reach every people and every nation.”
Moldova’s forced transformation into a staggeringly corrupt effective EU-US colony took many years. Belarus conversely remains stubbornly resistant to “freedom’s promise”, as defined by Brussels, London, Washington, and other centres of imperial power. Still, President Bush’s confidence was well-founded. Waves of insurrectionary unrest unleashed by his government’s “Freedom Agenda” had systematically swept away designated enemy governments one by one annually since he took office. Indeed, within weeks of Bush’s speech, Kyrgyzstan’s insufficiently pro-Western leader fell victim to yet another colour revolution.
He would not be the last. Prior colour revolutions had enthusiastically emphasised the importance of techniques of nonviolent resistance – many of which were crafted by Gene Sharp, who was intimately enmeshed within the US military and intelligence establishment for much of his life. However, Kyrgyzstan’s NED-created regime change army, KelKel – directly modelled on Otpor! – attacked police, torched government buildings and even carried out bombings. Their ferocity was actively encouraged and promoted by US-funded TV stations locally. Such belligerence subsequently became a colour revolution calling card.
Ukraine’s Orange Revolution
That colour revolutions represented a formal weapon of war in the Empire’s post-9/11 arsenal was enthusiastically spelled out by arch-neoconservative Max Boot in late December 2004. He gushed how Ukraine’s Orange Revolution days earlier, which brought a pro-Western government to power, was “one of the most inspiring events” of that year. Boot declared the “triumph” and “miracle” of the revolution “should dispel the quaint notion still prevalent in many Western universities and foreign ministries that democracy is a luxury good suitable for rich countries”:
“These revolutions reveal the hollowness of the cliché that ‘democracy can’t be imposed by outsiders’… sometimes, when dealing with an entrenched dictatorship, this requires military intervention of the kind that occurred in Iraq and Afghanistan. More brittle regimes can be brought down by their own people, but even they often need a little external shove… There was nothing nefarious about the US intervention in Ukraine.”
Boot boasted how Washington had “spent $58 million on democracy promotion in the last two years” in Ukraine. He proposed Kiev receive “expedited NATO and European Union membership,” to finish off the Orange Revolution. “In the meantime, we need to apply elsewhere the lessons of Ukraine” Boot demanded, suggesting “an obvious candidate for a similar transformation is Iran.” He explained, “it’s hard to think of a higher priority than the overthrow of the mullahs,” encouraging the Bush administration to prioritise “liberating Iran.”
‘USAID Help’
Such was the insurrectionary fervour of the time, in January 2006 USAID went to the extent of publishing a glossy magazine, Democracy Rising, revealing in detail Washington’s central role in fomenting “grassroots” rebellions as far afield as Afghanistan, Gaza and Lebanon. Dedicated sections on colour revolutions to date were replete with stunningly forthright passages. A section on Georgia’s November 2003 Rose Revolution described how NED had financed regime change training for local “lawyers, judges, journalists, members of parliament, NGOs, political party leaders, and others.”
The stated purpose of this investment was to give Georgians “a sense that they should regulate the government.” The Rose Revolution “was the climax of these efforts.” One recipient of US financial support remarked, “without foreign assistance, I’m not sure we would have been able to achieve what we did without bloodshed.” Meanwhile, several pages were dedicated to the Orange Revolution. It noted how thousands of Ukrainian journalists were given training in “investigative reporting”, bankrolled by NED and USAID.
An alumni told Democracy Rising this sponsorship “created a feeling that others stood with them ‘in the trenches’.” Concurrently, NED-affiliated Freedom House flooded the coffers of NGOs “that sponsored voter education, mobilized voters to get to the polls and observed elections.” These organisations “also held meetings, youth dances, rock concerts and karaoke to attract young voters,” and “ran public service ads on TV stations, informing people about their right to vote.” Meanwhile, “democracy trainers from Serbia, Slovakia, Russia and Croatia” were flown into the country.
In the second round of Ukraine’s presidential election, NED-financed NGOs claimed to have been inundated with tens of thousands of reports of fraud from voting stations all over the country, while exit polls they produced pointed to widespread rigging having denied pro-Western candidate Viktor Yushchenko a landslide victory. Vast protests, combined with opposition-organised general strikes, widespread civil disobedience and occupations of government buildings forced a rerun. A US-funded think tank apparatchik asserted:
“USAID help for the poll was absolutely important – the poll results after the second round made people go to the street.”
For all the hype and self-assurance of Democracy Rising, its publication came at a time when colour revolutions were increasingly being viewed with hostility and suspicion at a state and public level throughout the Global South. In every case, the radical outcomes promised by colour revolution leaders and advocates failed to materialise, while US rhetoric about the commitment of resultant pro-Western regimes to democracy and freedom was a perverse fraud.
In Ukraine, US-installed Yushchenko implemented economic austerity, slashed regulations and social spending, bailed out criminal banks, broke open state industry and natural resources for foreign plunder, attacked the rights of Russian speakers, and began preparing the country for locally-feared NATO membership. Within just nine months of entering office, his coalition government – comprised of Orange Revolution activists – collapsed due to deeply corrupt battles with feuding Ukrainian oligarchs over control of key media and industrial assets.
Yushchenko was voted out in the January 2010 presidential election, finishing fifth in the first round with just 5.5% of the vote. As Empire house journal Foreign Policy lamented years later, the Bush administration’s much-vaunted colour revolutions all turned out to be “terribly disappointing.” Each and every time, “elite corruption still continued apace” and “promises of far-reaching change never really materialized.” Damningly, “maladies that typified the preceding regimes quickly came to describe” the governments created by colour revolutions themselves.
‘Revolution Business’
That’s quite some euphemism. In Georgia, longtime Soros acolyte Mikheil Saakashvili granted himself unilateral power in key policy areas, before brazenly exploiting his position to harass and jail business and political rivals. Saakashvili’s targets would be raped and/or tortured in prison, their ordeals filmed for primetime broadcast on local TV networks. Grave questions abound over his personal involvement in several suspicious deaths, including government ministers’. He was voted out in October 2012, despite NED’s best efforts.
Kyrgyzstan’s 2005 Tulip Revolution installed Kurmanbek Bakiyev, who proceeded to run the country as his personal fiefdom for five years. Bakiyev’s relatives profited exorbitantly from legally questionable privatisation of state industries. For example, his family signed a highly controversial $1.8 billion deal to supply fuel to a local US military base, close to Kyrgyzstan’s total GDP in 2003. Elsewhere, Bakiyev’s brother oversaw Bishkek’s security apparatus – arbitrary detentions, bogus convictions, torture, and murders of opposition activists, journalists, and politicians became commonplace.
Bakiyev was himself chased out of not only the presidential palace but Bishkek itself in April 2010, following a massacre of anti-corruption protesters in which up to 100 were killed and at least 450 wounded. Thereafter, Kyrgyzstan was plunged into economic and political chaos for a decade, with numerous governments collapsing along the way. The freest and most stable Central Asian state prior to the Tulip Revolution, it is only since 2020 – following another Anglo-American coup – the country has regained some semblance of stability.
A key player in that upheaval was British ambassador Charles Garrett. He arrived in Bishkek from Macedonia, where as this journalist has revealed from April 2016 he steered what was known as the “colorful revolution”. Illegally obtained, deceptively edited wiretaps seemingly implicating government officials in shocking crimes produced huge protests, featuring widespread arson attacks and brutal clashes between demonstrators and police. Garrett distributed cash to NGOs and activists involved in the unrest from his diplomatic pouch, encouraging them to cause mass havoc.
George Soros’ Open Society Foundations, NED, and USAID were also colorful revolution participants. Some protesters even proudly wore “Soros Army” shirts. Despite a huge public counter-revolutionary fightback, the tumult paralysed the Macedonian economy and state, leading to the installation of a doggedly pro-Western, dangerously dysfunctional administration that engaged in industrial scale graft, jailed political opponents on bogus charges, and changed the country’s name despite widespread opposition. Meanwhile, existing economic problems, including crippling brain drain, were gravely exacerbated.
The unfailingly disastrous results of colour revolutions surely contributed to White House officials abruptly and firmly distancing themselves from the entire enterprise, before the Bush administration’s second term was even over. The “Freedom Agenda” was quietly forgotten. The President – who in October 2004 openly mandated financial assistance to Belarusian opposition activists, and once publicly praised the Rose Revolution as an example to be followed throughout the Caucasus and Central Asia – went so far as to deny the US was in the “revolution business” at all.
‘Alternate Reality’
Colour revolutions have continued apace ever since, with the same strategies being recurrently applied the world over, to varying degrees of success. All along, non-Western governments – in particular China, Iran and Russia – have become increasingly vocal in their condemnation of and opposition to colour revolutions, in some cases passing legislation seeking to curtail the operations of foreign funded NGOs on their soil. Yet, the mainstream media long ago adopted a rigid Omertà on Washington’s culpability for civil society-driven destabilisation overseas.
In a striking example of this paradigm shift, in November 2004, before the Orange Revolution was over, The Guardian published a revealing report exposing the “US campaign behind the turmoil in Kiev.” The outlet stated unambiguously the revolt was “an American creation, a sophisticated and brilliantly conceived exercise in Western branding and mass marketing that, in four countries in four years, has been used to try to salvage rigged elections and topple unsavoury regimes.” NED, the State Department and USAID were all fingered as culprits.
Fast forward to July 2015 however, and a Guardian article on Russia’s banning of NED under foreign agent laws quite amazingly relied on a brief quote pulled from the Endowment’s official website to describe its operations. In the intervening time, the Maidan Revolution overthrew Ukrainian President Viktor Yanukovych in February 2014, setting Kiev on the warpath with Moscow. Washington’s irrefutable involvement was strenuously denied at the time by the mainstream media, and has been ever since.
Following the Ukraine proxy war’s February 2022 eruption, The New York Times took vigorous aim at independent journalists for spreading the “conspiracy theory” Maidan was US-orchestrated, dubbing the proposition an “alternative reality” and “Russian disinformation”. This is despite every prominent Maidan actor – including the individuals who started the demonstrations – receiving NED or USAID funding, leaders of US-bankrolled organisations in the country advertising their intention to overthrow Yanukovych years prior, and theEndowment spending $20 million in the country in 2013 alone.
After the outbreak of war in Ukraine, NED removed its grant records on Ukraine, listing its investment in a panoply of initiatives in the country over many years – many of which ultimately targeted Russia, one way or another. In mid-2024, the Endowment undertook the unprecedented step of removing grant records for the entire world. Today, brief entries on different geographical regions describe in vague terms the Endowment’s specific aims locally, and overall sums being spent. The crucial questions of where, and on what, aren’t clarified.
NED going underground makes the task of tracking and exposing contemporary colour revolutions difficult, but not impossible. In September 2025, mass rioting ignited in Nepal. Major news outlets without exception reported the fiery agitation as an organic burst of dissent by the country’s disaffected “Gen Z”, motivated by corruption, unemployment, and state censorship of social media. Publications barely acknowledged demonstrators committed serious crimes, including torching Nepal’s parliament and the Prime Minister’s official residence, which sent occupants fleeing in helicopters.
Based on publicly available information, the clear insinuations of a colour revolution could be discerned. An NGO that organised the protests, Hami Nepal, had clear links to organisations known to be in receipt of NED funding. Subsequent leaks amply demonstrated the Endowment and USAID expended substantial sums over the years preceding the coup training young Nepalese citizens how to protest, founding NGOs and political parties, and “advocate concerns” on issues such as corruption. Evidently, the post-9/11 “Freedom Agenda” never actually ended.
For eight decades, the Israeli political and security establishment has operated on a premise so deeply embedded that it is rarely stated as a premise at all: that American support is not a policy but a condition of nature, as fixed as the Mediterranean coastline. Administrations would come and go, presidents would hector and cajole, […]
Um projeto de lei engavetado há 18 anos levou Nossa Senhora Aparecida ao centro da campanha presidencial e, nesta sexta-feira, 25 de setembro, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O vice-presidente do Tribunal, ministro André Mendonça, determinou que o humorista Antonio Tabet apague do X (antigo Twitter) uma publicação que acusava a família de Flávio Bolsonaro (PL) de atacar a santa. Na postagem, com a imagem da padroeira, o humorista escreveu: “A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!”
A decisão proíbe novas postagens com a mesma acusação, sob multa de R$ 30 mil. Segundo Mendonça, os documentos apresentados pela campanha de Flávio indicam que o candidato não propôs nem apoiou a iniciativa de retirar o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.
Em nota, “A defesa de Antonio Tabet repudia veementemente a decisão liminar proferida pelo Ministro André Mendonça que determinou a remoção de uma de suas publicações na plataforma X. A ordem judicial de exclusão atinge uma manifestação que em momento algum citou o nome do candidato Flávio Bolsonaro. A principal (mas não única) fragilidade jurídica da decisão reside na presunção de que uma crítica genérica teria um destinatário certo, referendando um curioso fenômeno de autoidentificação. A postagem limitou-se a afirmar, acompanhada de uma imagem da padroeira, que ‘A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!’. O fato de o representante ter se reconhecido de forma tão imediata nessa exata descrição é revelador, mas vestir a própria carapuça não deveria fornecer o alicerce jurídico para a decretação de censura”. Leia a íntegra.
Como o tema explodiu
Existe um projeto de lei sobre o assunto, mas ele não tem relação com Flávio. É o PL 2.623/2007, do então deputado Professor Victório Galli (PP-MT), pastor evangélico, arquivado há muitos anos. O texto alterava a redação da Lei 6.802/80, do feriado de 12 de outubro, trocando “padroeira do Brasil” por “padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”. Galli invocava a laicidade do Estado, mas o projeto foi rejeitado na Comissão de Educação e Cultura e arquivado em agosto de 2008.
Nesta quinta-feira, 24 de setembro, no entanto, Maria Cristina Fernandes fez um comentário na GloboNews afirmando que haveria uma reação da Igreja Católica a evangélicos que estariam mobilizando o projeto, o que poderia favorecer Lula. A fala, que não mencionava Flávio, foi tirada de contexto e passou a viralizar como se ele estivesse por trás da ideia. Após a repercussão, a GloboNews fez uma retratação.
Redes e reações de lado a lado
Levantamento da Palver mostra que o assunto chegou a 735 menções a cada 100 mil mensagens nesta sexta-feira, 25. Um relatório da própria campanha, entregue ao TSE, contabilizou 2.086 publicações de 1.674 contas, com mais de 21 milhões de visualizações. No Google Trends, as buscas pela santa atingiram o nível mais alto em três meses.
Flávio Bolsonaro chamou o conteúdo de fake news, disse que é evangélico, mas respeita todas as religiões. “Isso é uma grande mentira. Não tem pé nem cabeça. Não existe esse projeto”, afirmou em um vídeo publicado na noite de ontem.
Já o vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou, em suas redes sociais, ter recebido mensagens de católicos preocupados e garantiu que as tradições religiosas serão preservadas. Na última quarta-feira, 23 de setembro, o presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Jaime Spengler, reiterou que a Igreja não declara voto e criticou a mistura entre religião e política.
A controvérsia surge num momento em que bispos e arcebispos católicos têm se manifestado publicamente em defesa da soberania nacional e dos mais pobres, bandeiras que coincidem com o discurso de campanha de Lula. A cúpula da Igreja, porém, reafirma que não apoia candidatos nem partidos.
Search works for the missing people in the rubble of the building that collapsed after an explosion in historical center of Athens, Plaka continue until late Friday night. According to latest information, the number of the missing people has risen to six from five as initially thought. The number was officially announced by the Mayor […]