Investigadores resuelven el misterio de las enigmáticas «venus» de hace 18.000 años: siguen el dibujo interior de un colmillo de mamut


De 6 a 8 de novembro de 2026 a aldeia de Barão de São João, no concelho de Lagos, volta a receber o festival que une as caminhadas com a arte.
O programa é longo e diversificado, com dezenas de atividades e para todos os gostos: caminhadas longas, curtas e temáticas (geologia, botânica, observação de aves, história, desenho…), workshops, atividades para crianças e famílias, passeios de BTT e atividades de bem-estar que o convidam a relaxar e a desfrutar da natureza.
A 9ª edição volta a contar com a mobilização da comunidade artística local, que se junta para proporcionar aos visitantes uma imersão artística nesta aldeia com características tão peculiares.
Faça já a sua inscrição! Barão de São João espera por si.
O Museu Municipal de Loulé organiza, no próximo dia 11 de outubro, às 10h00, mais uma edição do seu programa “Passeios de Outono”, intitulado “Uma Âncora da História e da Arte em Loulé”.
A atividade convida os participantes a descobrirem a história, o património e a arquitetura da Igreja Matriz de São Clemente, um dos mais emblemáticos monumentos nacionais da região.
Com ponto de encontro marcado na porta principal da igreja, a visita orientada terá a duração aproximada de 1h30 e dará a conhecer a herança histórica do templo, com especial foco nas artes da talha dourada e do azulejo. Durante o percurso, serão também abordadas as principais intervenções e restauros realizados ao longo do tempo, fundamentais para a preservação e para a imagem atual do edifício.
Destinada ao público adulto, a iniciativa será conduzida em língua portuguesa.
A participação é inteiramente gratuita, contudo requer inscrição prévia obrigatória, estando a lotação limitada a 25 participantes. Os interessados deverão garantir o seu lugar através do e-mail: atividades.museu@cm-loule.pt.
Patente até ao final de outubro na Galeria Municipal, a exposição “A Água e o Mar para Mim” apresenta a fusão perfeita entre arte, originalidade, sustentabilidade e inclusão
A Galeria Municipal de São Brás de Alportel exibe, até 31 de outubro, a exposição “A Água e o Mar para Mim – 3.ª edição”, inaugurada a 2 de outubro, e integrada no Ciclo de Exposições do Município de São Brás de Alportel 2026 que mantém esta colaboração ativa.
Promovida pela empresa Águas do Algarve, esta mostra reúne diversas manifestações artísticas criadas a partir de chapéus de chuva transformados em peças de arte, numa abordagem criativa a temas como a importância da água e do mar, a escassez hídrica, as alterações climáticas e a poluição marinha.
Pelo terceiro ano, esta iniciativa voltou a desafiar instituições sem fins lucrativos que trabalham com pessoas idosas e pessoas com deficiência para a criação das peças que agora dão corpo a esta exposição itinerante.
Mais do que uma exposição, “A Água e o Mar para Mim” convida à reflexão sobre a importância da preservação dos recursos hídricos e dos ecossistemas marinhos, recorrendo à arte como instrumento de sensibilização ambiental e de inclusão social.
Esta iniciativa alia a cultura à educação ambiental e à inclusão, e contribuí para o reforço da estratégia de educação e sensibilização ambiental do Município de São Brás de Alportel.
Em setembro, o Município de Olhão promoveu dois laboratórios participativos com dirigentes das associações do concelho, envolvendo as áreas do desporto, cultura, artes, recreio, património, ambiente, juventude, entre outras.
As sessões deram continuidade ao processo de auscultação iniciado entre maio e agosto, durante o qual foram recolhidos dezenas de contributos das associações. Os objetivos passam pela revisão do atual Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo Desportivo e pela criação de um novo regulamento destinado às restantes áreas do movimento associativo.
Este processo pretende adequar os apoios municipais às atuais necessidades das associações, promovendo maior rigor, transparência, equidade e previsibilidade na atribuição dos recursos públicos, ao mesmo tempo que reforça a proximidade e a colaboração entre o Município e o tecido associativo.
Durante os encontros, foram debatidas matérias como os prazos e procedimentos de candidatura, a simplificação dos processos, os critérios e tipologias de apoio, as despesas elegíveis e a necessidade de considerar a diversidade e as especificidades das diferentes associações.
O vereador responsável pelo Associativismo, Custódio Moreno, destacou a “importância deste trabalho para reforçar o diálogo e a proximidade com as associações”, valorizando “o papel fundamental que desempenham no desenvolvimento da comunidade”. O autarca sublinhou, ainda, a necessidade de modernizar e digitalizar os processos, capacitar as estruturas associativas e promover um planeamento mais atempado e articulado das suas atividades.
Concluída esta fase de participação, o Município inicia, agora, a redação das propostas regulamentares, que voltarão a ser comunicadas às associações antes de seguirem a tramitação legal necessária. O objetivo é concluir o processo nos próximos meses, permitindo que os novos regulamentos tenham aplicação a partir de 2027.
And Shakira said: “Let’s not speak only of hispanidad: let’s speak of latinidad, an even broader embrace. Hispanidad is beautiful, but it falls short of everything we are. Spanish is Latino; Portuguese, Italian, and French are too. And all Latin Americans are Latinos.”


A sexta edição decorre de 8 a 11 de outubro. Os estúdios abrem gratuitamente no sábado e no domingo, com possibilidade de visitas guiadas.
O conteúdo Open Studios Faro abre 29 espaços ao público com mais de 80 artistas aparece primeiro em Barlavento.



São Brás de Alportel aposta no talento jovem com Bolsas Artísticas Solidárias
Neste início de ano letivo, o Município de São Brás de Alportel dá continuidade às Bolsas Artísticas Solidárias, uma medida de apoio à formação artística de crianças e jovens residentes no concelho, oriundos de agregados familiares economicamente desfavorecidos. As candidaturas estão abertas até ao final de setembro.
Criadas em 2024, as Bolsas Artísticas Solidárias têm como objetivo promover a igualdade de oportunidades no acesso à formação artística, contribuindo para o desenvolvimento pessoal, a inclusão social e a participação ativa na comunidade. A medida permite apoiar a frequência de atividades nas áreas das artes visuais, dança, teatro, cinema, música e outras vertentes artísticas, promovidas por entidades locais ou regionais.
Podem candidatar-se a estas bolsas crianças e jovens dos 3 aos 25 anos, residentes no concelho de São Brás de Alportel, que cumpram as condições previstas no respetivo regulamento. O apoio destina-se à frequência de atividades artísticas e tem em conta a situação económica do agregado familiar, entre outros critérios definidos nas normas de atribuição.
A bolsa corresponde a 50% do valor mensal da atividade artística, até ao limite anual de 75% do valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), sendo atribuída durante um ano letivo. São apoiadas, preferencialmente, atividades promovidas por entidades sediadas no concelho de São Brás de Alportel e, quando não exista oferta local, por entidades sediadas noutros concelhos do Algarve.
Para conhecer todas as condições de acesso, critérios de seleção e documentação necessária, os interessados devem consultar o regulamento disponível no site do Município ou contactar os Serviços Sociais Municipais.
O requerimento de candidatura está disponível no site do Município e no Centro de Apoio à Comunidade, sito na Rua Serpa Pinto, n.º 29, onde deve ser entregue em papel, juntamente com os documentos necessários à instrução do processo.
Entre os documentos a apresentar encontram-se os comprovativos de identificação, residência e rendimentos do agregado familiar, bem como a declaração da entidade formadora que comprove a inscrição e o valor da atividade artística a que se destina o apoio. A lista completa dos documentos exigidos consta das Normas das Bolsas Artísticas Solidárias.
Com esta medida, o Município de São Brás de Alportel continua a abrir portas e oportunidades à formação artística, ajudando crianças e jovens a descobrir e desenvolver os seus talentos.
A cidade de Olhão voltou a abrir as portas à criatividade e à arte contemporânea com a 2.ª edição dos Open Ateliers Olhão, que decorreu nos dias 18, 19 e 20 de setembro, reunindo 68 artistas portugueses e estrangeiros residentes no concelho.
Promovido pelo Município de Olhão, o evento registou uma significativa e entusiasta adesão de público, não apenas local, mas também proveniente de outros concelhos e de diferentes pontos do país e do estrangeiro.
Ao longo de três dias, os visitantes foram convidados a (re)descobrir Olhão através da arte, percorrendo as ruas da cidade, de mapa na mão, e visitando os ateliers dos artistas participantes, disseminados pelo tecido urbano olhanense. A iniciativa proporcionou, assim, uma nova forma de conhecer a cidade, os seus espaços e as diferentes linguagens artísticas que nela encontram expressão.
A programação incluiu momentos de convívio e celebração, com as festas realizadas na República 14 e n’A Fábrica de Olhão, que atraíram largas centenas de visitantes. Também o Coreto Eletrónico, apresentado este ano em estreia absoluta, contribuiu para a animação do evento, reunindo igualmente um público expressivo.
Os diversos workshops dinamizados ao longo da iniciativa — dedicados à mentoria artística, colagem, índigo natural, Gyotaku Direto, graffiti, UV Light, antotipia, cianotipia e fotografia de rua — tiveram lotação esgotada, envolvendo participantes de diferentes idades, incluindo crianças, jovens e famílias.
Também as visitas mediadas aos ateliers registaram uma adesão significativa. Estes momentos permitiram aproximar a população das obras e dos seus autores, proporcionando um contacto mais informal, descontraído e informado com a arte contemporânea produzida em Olhão.
Mais do que um programa de exposições e atividades, os Open Ateliers Olhão afirmaram-se como um espaço de encontro, diálogo multicultural e partilha de experiências, aproximando artistas e públicos e valorizando o ecossistema das artes visuais no concelho. Pintura, instalação, ilustração, design gráfico, fotografia, escultura, desenho, cerâmica, arte urbana e arquitetura foram algumas das áreas representadas nesta edição.
A iniciativa deu ainda especial visibilidade ao trabalho artístico de jovens estudantes da Escola Secundária de Olhão e de outros que frequentam o ensino universitário dentro e fora da região.
Foram igualmente integrados artistas que não dispõem de atelier próprio, criando-se uma importante oportunidade para divulgar o seu trabalho e aproximá-lo de novos públicos.
O Município de Olhão agradece a todos os artistas participantes, bem como aos espaços aderentes, parceiros institucionais e associativos e empresas que se associaram a este evento-âncora da programação cultural do concelho.
E porque esta onda de criatividade não fica por aqui, a 3.ª edição dos Open Ateliers Olhão já tem data marcada: 17, 18 e 19 de setembro de 2027.


De 18 a 20 de setembro, a cidade de Olhão abre portas à Arte através da 2.ª edição dos Open Ateliers, iniciativa promovida pelo Município de Olhão de modo colaborativo com o ecossistema das artes visuais.
Integram esta edição um total de 68 artistas residentes no concelho, de várias nacionalidades, idades, formações e percursos, quer artistas/coletivos profissionalizados ou não, quer estudantes dos ensinos secundário e universitário, quer ainda diversos espaços criativos (associativos, comerciais/empresariais) sediados na cidade.
A aposta estratégica municipal nos Open Ateliers Olhão tem vários objetivos: apoiar, valorizar e promover o ecossistema das artes visuais em Olhão; incentivar o encontro e cruzamento entre artistas/criativos portugueses e estrangeiros residentes no concelho, com partilha de experiências, processos de trabalho e produção estética; estimular a criação de práticas colaborativas, ao nível da produção e programação, entre o Município e o terceiro sector cultural e artístico; incrementar as dimensões da mediação de públicos e da capacitação artística; dar oportunidades de visibilização e divulgação a jovens criadores do concelho (emergentes), incluindo também aqueles que ainda estão em período de formação escolar; e envolver ativamente entidades privadas (lojas, ateliers, hotéis, associações e outros) do concelho em iniciativas culturais e artísticas.
Os trabalhos dos 68 artistas participantes estarão patentes ao público em casas privadas, lojas pop-up, sedes de associações, espaços criativos, unidades hoteleiras e ateliers de arquitetura disseminados pelo centro da cidade, estando o mapa e demais informação útil (programação diária, biografias dos artistas, descrição dos espaços envolvidos) disponíveis em www.openateliersolhao.pt
Com entrada livre, o horário de abertura desses espaços é: no dia 18 (sexta-feira), das 14:00 às 18:00; no dia 19 (sábado), das 10:00 às 13:00 e das 15:00 às 20:00; e no dia 20 (domingo), das 10:00 às 13:00 e das 15:00 às 18:00.
A Festa de abertura dos Open Ateliers acontece a 18 de setembro, pelas 18:00, na República 14, num evento de entrada livre, que cruza convivialidade, inauguração de várias exposições e um momento musical, integrando artistas, entidades parceiras e público.
Dado que os Open Ateliers também querem privilegiar uma dimensão formativa, no mesmo dia 18 acontecem dois workshops: um de mentoria para artistas com a curadora e consultora Ana Goulão (Estúdio Onze), pelas 9:30, no Museu Municipal; e outro de colagem, com Guerrilherme e Marta BG, pelas 15:00 no Zayn Studio Interiors, este também direcionado para a comunidade escolar.
No dia 19, há também diversos workshops: às 10:30, uma demonstração sobre a Magia do Indigo Natural com Dominique Vaes no Real Marina Hotel &. Spa; às 15:00, outro de Introdução ao Giotaku Direto, com Rachel Ramirez n’A Fábrica de Olhão; às 18:00 com SEN sobre Graffiti junto ao Coreto, no Jardim Pescador Olhanense; e às 22.00, também junto ao Coreto, o workshop “Paint Cosmos in UV light”, com Alicja Zmigrodzka (aka AAAAA) igualmente junto ao Coreto.
Ainda no dia 19, às 16:00, com ponto de encontro no Museu Municipal, destaque para a visita mediada dinamizada por Ana Goulão, a pensar nos que estão (mais ou) menos familiarizados com o universo da arte contemporânea, a qual percorrerá, de modo informal e descontraído, vários ateliers/exposições selecionados pela mesma.
Também no sábado (19), é de realçar, entre as 19:30 e as 23:59, junto ao Coreto no Jardim Pescador Olhanense (com entrada livre), a 1.ª edição do formato “Coreto Eletrónico”, com gravação ao vivo de podcast e posteriores sets musicais com os DJ’s Dourado, Tozé Diogo e Lord Végan, num formato que conta também com a colaboração do bar Catita & Companhia. Soma-se a isto, no mesmo local, entre as 21:30 e as 23:30, um período de pintura ao vivo (graffiti) com SEN.
Já no dia 20 (domingo), há novamente visita mediada a vários ateliers/exposições com a curadora Ana Goulão (a partir das 15:00 e com ponto de encontro no Museu Municipal), bem como dois workshops: um de Antotipia e Cianotipia com Ricardo Braga, às 10:00 n’A Fábrica de Olhão; e outro, à mesma hora, no Museu Municipal com Paulo Côrte-Real sobre fotografia de rua.
O último dia dos Open Ateliers Olhão termina com uma festa n’A Fábrica de Olhão, a partir das 18:30, a qual é de entrada livre e inclui um concerto com a banda olhanense Projeto M90, de Miguel Sousa.
Para mais informações e inscrições (limitadas mas gratuitas) nos vários workshops previstos na programação dos Open Ateliers, os interessados devem utilizar o email: openateliersolhao@cm-olhao.pt
Na edição deste ano participam os seguintes criativos portugueses: Edgar Pacheco, Célia Mendonça Mendes, Paulo Gago, Associação BeTween, um núcleo de alunos da Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes (Andreia Ciubotar, Beatriz Brito, Dinis Nazário, Helena Paz, Inês Medinas, Joana Poço Quitério, Kimoni Segundo, Lara Jesus, Laura Santos, Lia Rodrigues, Luana Rodrigues, Margarida Rato, Mateus António, Sandra Mendonça, Sofia Marques, Oleksandra Gaidenko e Xavier Vairinhos Joaquim), Elisabete Nunes, Irsa Rute Campina, Lea Damez, Luís Nestor Ribeiro, Matilde Fulgêncio Marcelino, Pedro Passos Baltazar, Igor Nunes Silva, um núcleo de pintores do Centro de Arte de Pintores Olhanense (CAPO) sob a orientação do Mestre António Leal, Eva Marcelino, Elsa Ferreira, João Lelo, Leonardo Martins, Luís Torres, Mariana Sousa, Mr Ghostie, Vasco Badalo, Joana Rosa Bragança, Mosaicolhao, Pinta Roxa, Sandra Calé, Margarida Sancho, SEN, Guerrilherme e Paulo Côrte-Real.
De nacionalidade estrangeira, igualmente sediados em Olhão, associam-se a este evento os artistas Frédéric Flerbantier, Laura Casano, Rachel Ramirez, Angie Limmen, Antonia Williams, Joyce Paijens, Dora Keogh, Amalie Talania Zolfugl, Loy Klink, Alicja Zmigrodzka (aka AAAAA), Geertje Pruijsers, Alfred De Bruijn, Dominique Vaes (Atelier Manjishta), Julia Wylie, Jop Lissauer, Mazhew Hollebon, Nada Mandelbaum, Rebecca Hutchinson, Catherine Ducker, Clara Rozzo, Fiona Gray, Jessica Dunn, Sheila Buckley, Tineke Storteboom e Tina Mcevoy.
Os Open Ateliers Olhão contam também, neste segundo ano, com uma rede alargada de parcerias: FESNIMA, Bairros Comerciais Digitais – Olhão com Alma, Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes, República 14, A Fábrica de Olhão, Centro de Arte de Pintores Olhanense (CAPO), 4 Elements e 5.º Element, Associação BeTween, Sena Architects, 3VD, Atelier à do Caco, Almeida Morgan Real Estate, Real Marina Hotel & Spa, Guest Mar (Galeria pop-up Raminhos), Catita & Companhia, Estúdio Onze, Galeria pop-up Oscar & Sophie e Quinta do Coelho Azul.




De 18 a 20 de setembro, Olhão volta a abrir as portas à criação artística com a segunda edição dos Open Ateliers Olhão, uma iniciativa do Município de Olhão, em parceria com a FESNIMA, que este ano cresce significativamente e envolve 68 artistas residentes no concelho.
Depois dos 20 artistas que participaram na primeira edição, em 2025, os Open Ateliers Olhão afirmam-se agora como um evento de maior dimensão e diversidade, reunindo 47 artistas portugueses e 21 estrangeiros, todos residentes no concelho de Olhão.
A segunda edição traz também novas oportunidades de participação. Pela primeira vez, 21 jovens estudantes, dos ensinos secundário e universitário, integram o projeto, tendo a oportunidade de apresentar, promover e valorizar os seus trabalhos artísticos junto da comunidade.
Outra das novidades desta edição é a abertura do projeto a criadores que não dispõem de atelier própr. São 32 os artistas nesta situação e, através de parcerias estabelecidas pelo Município, terão à sua disposição espaços no centro da cidade para apresentar os seus trabalhos, reforçando a ligação entre a criação artística e o espaço urbano de Olhão.
A edição de 2026 apresenta, ainda, uma maior diversidade de áreas no universo das artes visuais, incluindo pintura, instalação, ilustração, fotografia, escultura, desenho, cerâmica, arte urbana e arquitetura.
O crescimento dos Open Ateliers Olhão traduz-se, igualmente, numa rede mais alargada de parceiros. Para além da FESNIMA, o evento conta com a colaboração dos Bairros Comerciais Digitais – Olhão com Alma, Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes, República 14, A Fábrica de Olhão, Centro de Arte de Pintores Olhanense (CAPO), 4 Elements e 5.º Element, Associação BeTween, Sena Architects, 3VD, Atelier à do Caco, Almeida Morgan Real Estate, Real Marina Hotel & Spa, Guest Mar (Galeria pop-up Raminhos), Catita & Companhia, Estúdio Onze, Galeria pop-up Oscar & Sophie e Quinta do Coelho Azul.
A programação paralela ganha também maior expressão nesta segunda edição, com performances musicais, mentoria artística, workshops e visitas mediadas, proporcionando diferentes formas de contacto com os artistas, os seus processos criativos e os espaços onde a arte acontece.
Para facilitar o acesso à informação e acompanhar toda a programação, os Open Ateliers Olhão contam, pela primeira vez, com website próprio, disponível em www.openateliersolhao.pt, que reúne informação sobre os artistas, os espaços e as entidades participantes, bem como sobre todas as iniciativas que integram a programação.
Durante três dias, Olhão transforma-se, assim, num espaço aberto à criação contemporânea e ao encontro, aproximando artistas e comunidade e dando a conhecer a diversidade de talento que existe no concelho.