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14h. Luís Montenegro condena a conjuntura internacional

O PM salienta que o contexto internacional tem penalizado as economias e pessoas. Ainda, o pneumologista Carlos Robalo Cordeiro explica os eventuais motivos que levam o Papa a ser operado.

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13h. Papa Leão XIV vai ser operado na próxima semana

O líder da igreja católica anunciou que tem um nódulo no pulmão. E ainda, o Presidente da Ucrânia exige o fim de ataques russos como condição para deixar de atacar refinarias de petróleo.

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A linha

VTM

Entramos de manhã e encontramos pessoas a melhorar, outras na mesma e algumas bastante piores. Fazemos análises, pedimos exames, alteramos a terapêutica, discutimos casos, corrigimos aquilo que conseguimos corrigir e esperamos que o organismo faça a parte dele.

Na maioria das vezes, queremos acreditar que controlamos alguma coisa, mas depois surge algo que nos faz lembrar que não controlamos assim tanto.

Há doenças demasiado graves. Corpos demasiado frágeis. Diagnósticos que chegam mais tarde do que esperávamos. Tratamentos que já não conseguem alterar o rumo. Há situações em que fazemos tudo aquilo que sabemos, aquilo que devemos e aquilo que podemos e, mesmo assim, nada disso chega.

No início, a morte faz muito barulho. Ficamos a pensar se podíamos ter feito mais. Voltamos às análises. Aos sinais vitais. À medicação. Àquela decisão tomada horas antes. Procuramos naquele emaranhado de acontecimentos o momento exato onde talvez pudéssemos ter mudado o fim da história.

Nem sempre existe alternativa. Com o tempo aprendemos uma coisa estranha: a morte continua a tocar-nos, mas já não nos pode parar. Há outro doente à espera. Outra febre. Outra falta de ar. Outro familiar que quer saber se o pai está melhor. Outro telefone a tocar. E nós seguimos.

Pode parecer frio visto de fora. Talvez até pareça desumano conseguir sair do quarto de alguém que acabou de morrer e, minutos depois, entrar noutro quarto e anunciar ao utente que ele está melhor, e que poderá ir para casa, para junto dos seus.

Não é indiferença. É sobrevivência. Não deixamos de sentir. Aprendemos apenas a guardar aquilo que sentimos num lugar onde não nos irá impedir de continuar a cuidar dos que ainda cá estão.

E talvez isso seja uma das coisas mais difíceis que a Medicina ensina. Passamos anos a aprender como manter pessoas vivas e muito pouco tempo a aprender o que fazer dentro de nós quando não conseguimos, até percebermos que a morte não é necessariamente uma derrota. Às vezes é, simplesmente, só um ponto onde a Medicina consegue acompanhar alguém, e depois desse ponto, temos de continuar, por muito que custe.

No início vemos a morte como um ponto final. Com o tempo, talvez aprendamos a vê-la como uma vírgula. A história daquela pessoa termina ali, mas a nossa não. Respiramos fundo, fechamos a porta e seguimos para o quarto seguinte.

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Antes de la cerveza y mucho antes de la agricultura: así se drogaban los cazadores de la Edad de Hielo

Dos esqueletos hallados en la isla indonesia de Sulawesi tenían algo raro en la boca. No eran caries, ni el desgaste habitual de una dieta dura. Eran unos surcos profundos y redondeados en los dientes, un patrón que ningún arqueólogo había visto antes y que nadie sabía explicar. La respuesta, publicada en la revista Science […]

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Diventare medico è una scelta, non una vocazione

Una buona programmazione del fabbisogno di medici è indispensabile. Però non basta. Perché il numero dei posti può essere deciso amministrativamente, ma le scelte dei giovani dipendono dagli incentivi che le diverse professioni e specialità mediche offrono.

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I medici mancano dove c’è carenza di programmazione

Aumentare indiscriminatamente il numero di laureati in medicina non serve perché i medici mancano solo in alcuni territori e in alcune specialità. Ed è per questi problemi che vanno cercate soluzioni. Tutt’altro discorso vale invece per gli infermieri.

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