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Empresa de Barcelos desenvolve máquinas especiais para responder aos desafios da indústria portuguesa

Num contexto industrial marcado por uma crescente pressão sobre a produtividade, a disponibilidade de recursos e a capacidade de adaptação, as empresas procuram cada vez mais soluções que lhes permitam produzir de forma mais eficiente e responder aos desafios de mercados em constante evolução.

É neste contexto que a KAPPO Engineering, com sede em Várzea, Barcelos, desenvolve máquinas especiais, sistemas de automação e soluções de engenharia concebidas para responder às necessidades específicas de cada organização.

A KAPPO acredita que não existem duas realidades industriais iguais. Por isso, cada projeto começa pela análise do processo produtivo e pela identificação de oportunidades de melhoria capazes de gerar valor para o cliente.

“Cada empresa enfrenta desafios diferentes. Acreditamos que as melhores soluções não são standardizadas. São concebidas para responder a objetivos específicos de produtividade, qualidade e crescimento”, explica César Fernandes, CEO e fundador da KAPPO Engineering.

A partir de um trabalho de diagnóstico, a empresa desenvolve soluções ajustadas às necessidades de cada projeto, acompanhando todas as fases do processo, desde a engenharia e desenvolvimento até ao fabrico, implementação e acompanhamento técnico.

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A atividade da KAPPO Engineering abrange o desenvolvimento de máquinas especiais, sistemas de automação industrial, células robotizadas, equipamentos de apoio à produção e projetos de melhoria e otimização de processos.

Com uma filosofia assente na engenharia à medida, a KAPPO Engineering pretende afirmar-se como um parceiro estratégico para as empresas que procuram aumentar a competitividade, modernizar processos produtivos e preparar a sua atividade para os desafios do futuro.

Para conhecer melhor a KAPPO Engineering, os seus projetos e soluções, consulte o website e acompanhe a empresa nas redes sociais.

Mais informações:

Website: https://kappo-engineering.com/
Redes sociais: Linkedin | Instagram | Facebook

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Estes históricos jardins de Guimarães passaram a integrar a mais prestigiada rota internacional

Os Jardins Históricos da Casa de Margaride, em Guimarães, passam a integrar a mais prestigiada Rota internacional de Jardins Históricos, juntando-se ao Parque de Serralves, aos Jardins do Palácio Nacional de Queluz e aos Parques da Pena e de Monserrate, em Sintra, foi hoje anunciado.

Em comunicado enviado a O MINHO, a Casa de Margaride explica que a candidatura foi aprovada na Assembleia Geral da European Route of Historic Gardens (ERHG), realizada em Atenas de 07 a 09 deste mês.

“Esta admissão constitui um novo marco num percurso de conservação, valorização e reconhecimento patrimonial que, ao longo dos últimos catorze anos, tem alcançado sucessivas distinções nacionais e internacionais”, salienta o comunicado.

Para a Casa de Margaride, reveste-se de particular importância a integração numa Rota certificada como Itinerário Cultural do Conselho da Europa, distinção que confere a este reconhecimento uma dimensão europeia de especial prestígio.

“A admissão dos Jardins Históricos da Casa de Margaride inscreve este património vimaranense num percurso de valorização da história, da cultura e da paisagem europeias, reforçando a sua projeção internacional e o seu significado para Guimarães”, destaca.

Em 2012, a classificação da Casa e dos Jardins de Margaride como Monumento de Interesse Público reconheceu a dimensão arquitectónica deste conjunto histórico. Dez anos depois, em 2022, a classificação do jardim como Arvoredo de Interesse Público consagrou também o seu valor botânico, tendo, nesse mesmo ano, três das suas árvores sido autonomamente classificadas como de Interesse Público.

“Esta dupla classificação reconhece, assim, duas dimensões complementares do seu valor patrimonial e faz de Margaride o único jardim privado do Norte de Portugal duplamente inscrito no rol do Património Nacional”, observa a Casa de Margaride.

Em 2023, uma camélia japónica do jardim, classificada como de Interesse Público em 2022, foi eleita Árvore do Ano de Guimarães. Em 2024, o mesmo exemplar conquistou o título de Árvore do Ano de Portugal e, em 2025, representou o país no concurso Árvore Europeia do Ano, alcançando o quarto lugar.

“Em 2026, a integração na Rota Europeia de Jardins Históricos vem dar continuidade a este percurso e coroar o consistente e apurado trabalho de conservação, valorização e promoção que a Casa e os Jardins de Margaride têm vindo a desenvolver. Às classificações patrimoniais de 2012 e 2022 e às distinções alcançadas entre 2023 e 2024 sucede agora a admissão numa Rota internacional, que reconhece o valor histórico, paisagístico e botânico de um jardim que alia património vivo, autenticidade e continuidade familiar”, pode ler-se no comunicado.

Documentada desde 1021 e na mesma família há mais de cinco séculos, ao longo de treze gerações, a Casa de Margaride conserva um jardim barroco português criado por volta de 1675. Murado e organizado em três espaços de composição sequencial, axial e simétrica, distingue-se pela singularidade e raridade da sua coleção de camélias multiseculares, cujo porte e trabalho em topiária lhe conferem excecional valor botânico e paisagístico.

Sobressai a Casa de Fresco: uma estrutura vegetal composta por uma monumental camélia com cerca de quinze metros de altura, circunscrita por uma alta sebe de buxo, formando um círculo com cerca de quarenta metros de perímetro. Parterres de flores sazonais, fontes, muros e um antigo sistema hidráulico em pleno funcionamento completam o conjunto.

“No ano em que Guimarães é Capital Verde Europeia, esta distinção evidencia o contributo dos agentes públicos e privados para a conservação da natureza e do património, demonstrando como a preservação de um jardim histórico pode conciliar memória, biodiversidade e valorização do território”, enfatiza.

“Membro fundador da Rota Portuguesa de Jardins Históricos, Margaride reforça, com esta admissão, a sua projeção internacional e abre novas oportunidades de cooperação e turismo cultural. Estima-se que, ao longo de 2026, a Casa e os Jardins de Margaride recebam cerca de 2.000 visitantes, contribuindo para a valorização da oferta cultural e turística de Guimarães”, conclui o comunicado.

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Festival de Teatro de Viana do Castelo apresenta 10 espetáculos em nove dias

 A 10.ª edição do Festival de Teatro de Viana do Castelo, hoje apresentado publicamente, vai apresentar de 13 a 21 de novembro 10 espetáculos diferentes e 12 representações.

O festival, uma organização conjunta do Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana e da Câmara Municipal, “que tem como marca a inclusão”, apresenta, pela primeira vez, uma peça com um ator com deficiência em palco.

Paulo Azevedo vai interpretar, no dia 20 de novembro, às 21:30, no teatro Sá de Miranda, a peça “O tamanho das coisas”, com direção de Marco Paiva, da Terra Amarela – Criação Artística Inclusiva.

“Uma das marcas do festival é a acessibilidade, estamos sempre a trabalhar para nos adaptarmos aos desafios da acessibilidade e esta peça ‘O Tamanho das Coisas’ tem, por isso, um simbolismo especial”, sublinhou o diretor artístico do festival, Ricardo Simões

Ricardo Simões destacou ainda a peça “Só eu é que não tenho!”, que arranca em digressão na segunda-feira, com 52 representações nas escolas do concelho de Viana do Castelo, sendo que o evento tem espetáculos para os idosos residentes em lares.

A peça “Os Lusíadas”, com interpretação de António Fonseca, da Companhia Nacional de Espetáculos, sobe ao palco do teatro municipal, no dia 15 às 19:00.

Outros dos destaques apontados por Ricardo Simões são os espetáculos “Veneno”, com Albano Jerónimo, da Teatro Nacional 21, e “Ensaio sobre a lucidez”, pela companhia de teatro do Chapitô.

Como destaque internacional, o diretor artístico do festival realçou a peça “Dolce far niente”, de Lucía Satta, uma coprodução da companhia Desattada/Centro Dramático Galego.

A programação arranca a 13 de novembro com “A Menina”, encenada por Rita Lello, pelo Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana (CDV). No dia 14 de novembro, é levada ao palco “O Despertar das Borboletas”, por Ricardo Ribeiro, também do Teatro do Noroeste-CDV.

“Entrelinhas”, cocriação de Tiago Rodrigues e Tonán Quito, por Homembala, é apresentado a 18 e 19 de novembro.

O programa encerra dia 21 de novembro com “Esta noite improvisa-se com Bergman”, de Mónica Calle.

Uma oficina de escrita com Alex Cassal antecipa, no dia 11, o arranque do festival que inclui ainda uma residência artística com Mónica Calle e uma aula magistral de interpretação.

Com um “forte compromisso com a acessibilidade, o Festival de Teatro de Viana do Castelo é o único em Portugal em que todas as récitas incluem tradução simultânea em língua gestual portuguesa, legendagem em português e inglês, reconhecimento de palco e audiodescrição”.

O TUViana – Transportes Urbanos de Viana é uma das apostas do festival com a iniciativa “Venha ao Festival com o TUViana”.

Presente na conferência de imprensa de apresentação do festival, o vice-presidente da Câmara Municipal e vereador da Cultura, Manuel Vitorino, disse que o evento tem “créditos firmados”, realçando a relação com o público escolar.

O município apoia o evento, através do Contrato Programa de Desenvolvimento Cultural com o Teatro do Noroeste, com cerca de 37.800 euros.

Manuel Vitorino referiu que o festival sofre um interregno no dia 14 de novembro para a antestreia da longa-metragem de animação, produzida pela Watermelon Productions, inspirada numa lenda de Viana do Castelo.

“Viana, a Lenda dos Corações de Ouro” conta com as vozes de, entre outros, Daniela Melchior, Pêpê Rapazote, Diogo Piçarra, Luke Newton, Michael McElhatton, Melânia Gomes, Vasco Palmeirim e Nuno Markl.

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Engenheiro nuclear de Braga deixa o emprego para dar a volta ao mundo numa mini-mota

Gonçalo Castillo, de 32 anos, nasceu em Lisboa, mas aos três meses veio para Braga, onde cresceu. Quando concluiu o secundário, foi para França estudar, tendo-se formado em Engenharia Nuclear pela Universidade Pierre et Marie Curie, em Paris. Há nove meses largou o emprego e lançou-se numa aventura única:  quer ser o primeiro a dar uma volta ao mundo na icónica mini-mota Honda Dax 125. Está há pouco mais de quatro meses na estrada e já soma mais de 18.000 quilómetros percorridos em 30 países. Atravessou a Europa, o Cáucaso e está, neste momento, no Tajiquistão. Passou pela Ucrânia, Rússia e em breve irá atravessar o Afeganistão e Irão, antes de chegar aos países do Golfo árabe. Daí, o plano é enviar a mota para a Índia e rumar para o Sudeste Asiático.

Em entrevista a O MINHO, Gonçalo Castillo conta que, antes de embarcar nesta aventura, trabalhava como gerente de desenvolvimento de negócios na Rosatom, a empresa estatal russa de energia atómica, no Rio de Janeiro, Brasil. “Trabalhei lá durante seis anos e meio. O russo que aprendi enquanto trabalhei lá tem sido extremamente valioso agora ao viajar pelas ex-repúblicas soviéticas da Ásia Central”, sublinha.

“Quando descobri a Honda Dax 125, achei-a supercharmosa”

O que o motivou a lançar-se nesta aventura foi, “principalmente”, o facto de, ao que sabe, “ninguém ter dado a volta ao mundo nesta mota”.

“Já existem muitas pessoas a viajar pelo mundo em motas grandes, e eu queria fazer algo diferente”, justifica, desenvolvendo: “Foi por isso que comecei a procurar uma mota pouco convencional. Quando descobri a Honda Dax 125, achei-a supercharmosa e percebi que era com ela que queria viajar. Além disso, tinha outra característica que me agradava muito: é uma mota extremamente simples, o que facilita a resolução de problemas mecânicos durante a viagem de uma forma fácil e barata”.

“A viagem podia acabar hoje e já teria valido completamente a pena”

“Espetacular”. O engenheiro nuclear não tem outra palavra para descrever a viagem: “Às vezes, olho para o mapa e vejo a dimensão daquilo que já percorri, e do que ainda falta, e custa-me acreditar que sou eu que estou a fazer esta viagem. Já conheci lugares incríveis e pessoas extraordinárias. A viagem podia acabar hoje e, mesmo assim, já teria valido completamente a pena. E o melhor é saber que ainda não estou sequer perto da metade”.

“Atravessar algumas fronteiras, nomeadamente na Rússia e a Ucrânia, trouxe alguma tensão”

Para Gonçalo Castillo, “os momentos mais assustadores têm sido sobretudo na estrada, em países onde a condução é mais imprevisível”.

“Na Moldávia, por exemplo, houve algumas ultrapassagens em que senti que os carros quase me iam atingir”, nota.

Engenheiro nuclear de Braga deixa o emprego para dar a volta ao mundo numa mini-mota
Foto: DR

“Mais recentemente, no Uzbequistão, um carro passou por mim na minha via a uma velocidade muito elevada. Eu circulava a cerca de 70 km/h, que era o limite naquela estrada, e calculo que o carro circulasse a 100 ou 110 km/h. Passou muito perto, foi um momento realmente assustador”, conta ainda.

E acrescenta: “Atravessar algumas fronteiras, nomeadamente na Rússia e na Ucrânia, também trouxe alguma tensão, mas, nada de mais. Felizmente, não tive muitos outros momentos verdadeiramente assustadores”.

“Polícia fez-me sinais para sair da mota. Obedeci, e em seguida ele pôs-se em cima dela e conduziu-a”

O que também não pode faltar numa volta ao mundo são peripécias caricatas. Questionado por O MINHO, o aventureiro bracarense recorda: “Sem dúvida um dos momentos mais caricatos foi na fronteira entre a Turquia e a Geórgia, onde um polícia me fez sinais para sair da mota. Obedeci, e em seguida ele pôs-se em cima dela e conduziu-a. No primeiro segundo pensei logo ‘será que fiquei sem mota?’, mas rapidamente ele deu meia volta e no fim foi apenas um momento bem caricato e mais um vídeo engraçado para as memórias! Depois ainda bebemos chá juntos”.

Outra: “No Cazaquistão, apanhei um comboio para percorrer cerca de 2.700 quilómetros de estepe e consegui levar a mota comigo como bagagem. A imagem de cinco homens a levantarem a pequena Honda Dax para a colocarem dentro de um vagão foi, sem dúvida, caricata”.

“Acho que a imagem desta motinha pequenina e citadina em tantos lugares inesperados é por si só caricata. Ela gera muita curiosidade: as pessoas buzinam quando me veem passar e quase sempre que paro, aparece alguém curioso a querer saber que maquininha é esta”, observa.

“Trabalhei, poupei e agora usufruo”

Gonçalo Castillo viaja sozinho e a aventura é totalmente financiada pelo próprio: “Trabalhei, poupei e agora usufruo. Planeei a viagem de forma bastante calculada, tanto do ponto de vista económico como cronológico”.

“Por isso, o único apoio financeiro é o meu próprio. Posso dizer que apenas conto também com a simpatia e a generosidade das pessoas que vou conhecendo pelo caminho, que tornam a experiência muito mais rica”, vinca.

Gonçalo Castillo dorme em hostels, albergues e casas de amigos: “Não levo uma tenda, porque o espaço na mota é muito limitado e achei que não a utilizaria vezes suficientes para justificar o espaço que ocuparia”.

Engenheiro nuclear de Braga deixa o emprego para dar a volta ao mundo numa mini-mota
Foto: DR

“No entanto, quando chegar aos Estados Unidos, ao Canadá e talvez à Nova Zelândia, onde o alojamento é bastante mais caro, pondero comprar uma tenda para acampar algumas noites e reduzir os custos”, aponta, notando que “é relativamente fácil encontrar alojamento acessível nas regiões por onde [tem] passado”.

“Isso permite-me ter uma cama confortável, tomar um duche e descansar devidamente. Também é mais uma oportunidade para conhecer outros viajantes”, destaca.

Quanto à alimentação, come quase sempre fora: “Muitas vezes onde fico não tem cozinha e quando tem, não fico tempo suficiente num local para justificar comprar ingredientes e cozinhar. Quando fico em casa de alguém, por vezes cozinhamos juntos ou oferecem-me uma refeição”.

“Quando estava na Europa, onde comer fora é bastante mais caro, recorria frequentemente ao supermercado para comprar ingredientes e preparar sandes para levar comigo durante o dia”, revela.

Faltam 40 países

Atualmente, o engenheiro nuclear está no Tajiquistão, o 30º país da viagem: “Pelas minhas contas, ainda pretendo visitar cerca de 40 países até ao final”.

Engenheiro nuclear de Braga deixa o emprego para dar a volta ao mundo numa mini-mota
Foto: DR

A previsão para o fim da volta ao mundo é no verão de 2028. “Claro, ainda tenho muito caminho pela frente e muita coisa pode mudar, mas é precisamente isso que torna esta aventura tão entusiasmante”, conclui.

A viagem pode ser acompanhada através do Instagram, onde Gonçalo Castillo vai documentando o seu dia-a-dia (aqui).

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Doce de Abóbora com Amêndoa de Viana do Castelo ganha medalha de prata

O Doce de Abóbora com Amêndoa, dos Doces Flor de Vinha, de Viana do Castelo, foi distinguido com a Medalha de Prata no 15.º Concurso Nacional de Doces de Fruta Tradicionais Portugueses, realizado em 30 de setembro passado.

O prémio mereceu o elogio público da autarquia. “A Câmara Municipal de Viana do Castelo orgulha-se deste reconhecimento, que destaca a excelência, a dedicação e o trabalho na preservação e valorização dos sabores tradicionais da nossa região. Parabéns à Doces Flor de Vinha”, pode ler-se numa publicação partilhada, recentemente, pelo município.

A marca Doces Flor de Vinha foi criada pela artesã vianense Ana Lucas. Segundo informação partilhada pelo blogue Concelho de Esposende, o interesse por esta atividade surgiu como forma de ocupação dos tempos livres e devido ao enorme gosto que a artesã nutre, desde longa data, pela doçaria tradicional portuguesa.

A sua grande motivação é realçar os sabores naturais dos frutos neste tipo de doçaria, bem como elaborar novas combinações, tendo feito a sua primeira exposição ao público em 2013.

Muitas pessoas perguntam qual a razão usar o nome “Doces Flor de Vinha” como marca de compotas. O nome surgiu baseado em três aspetos:

De acordo com o site da marca, a explicação para o nome tem três fundamentos: “1.º- A palavra DOCES para se referir às compotas e doçaria; 2º – FLOR porque grande parte das compotas são provenientes de frutos que por sua vez surgem de flores; 3º – E por último “VINHA” está associada à padroeira de Areosa (Viana do Castelo) Santa Maria de Vinha”.

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Queijo de cabra de Trás-os-Montes eleito o melhor da Europa

O Queijo de Cabra Transmontano foi eleito o melhor da Europa pelo guia gastronómico TasteAtlas.

“Este queijo de pasta dura é produzido a partir de leite cru de cabra da raça Serrana. O queijo de cabra desempenha há muito tempo um papel importante na economia da região de Bragança, sendo que muitas famílias locais criam estes animais e produzem queijo como principal fonte de subsistência”, pode ler-se na descrição do TasteAtlas, que fez a lista dos 100 melhores queijos da Europa.

“Depois de ordenhadas, as cabras, o leite é filtrado e aquecido. A coalhada é então salgada e curada a baixa temperatura e elevada humidade. O queijo Transmontano apresenta uma forma arredondada e uma crosta semidura, sendo uniforme, liso e de cor branca. É um queijo firme, com um aroma intenso e agradável e uma ligeira nota picante”, acrescenta.

“Este queijo de cabra apresenta um teor de humidade entre 25% e 35%. É geralmente consumido ao natural e é bastante apreciado tanto como aperitivo como após a refeição, acompanhado de pão fatiado e de um vinho tinto da região”, conclui a descrição.

A lista dos 100 melhores queijos da Europa pode ser consultada aqui.

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