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Lojas continuam a abrir, fechar e mudar de sítio neste centro comercial de Portimão

O processo de mudança, com entrada de novas marcas e a mudança de localização de outras continua a decorrer no Centro Comercial Continente de Portimão.

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Município celebra sucesso de David Mendonça com voto de louvor

O Município de São Brás de Alportel entregou no dia 14 de outubro um Voto de Louvor ao jovem são-brasense David Mendonça, atualmente um dos artistas em maior destaque na música portuguesa, em reconhecimento ao seu percurso artístico e ao reconhecimento que tem vindo a conquistar no panorama musical nacional.

Aos 25 anos de idade, este jovem são-brasense é já uma das vozes mais escutadas em Portugal, sendo o vocalista da banda revelação na música portuguesa “Os Vizinhos”.

A paixão pela música começou cedo. Aos seis anos, começou a aprender a tocar acordeão. Mais tarde, Filomena Mendonça, mãe de David, convidou-o para o grupo Veredas da Memória, onde teve de aprender as músicas rapidamente para dar o seu contributo.

A sua formação contou ainda com os contributos dos professores Joaquim Martins, Joaquim Machado, Nelson Conceição, Jorge Alves e Gabriel Rodeia. Contou também com a ajuda de outros colegas de profissão e amigos, como Paul Carter, Bráulio Jesus, Silvino Campos e Ricardo Martins, entre outros.

Após o ensino secundário, ingressou na Escola dos Artistas de Minerva, em Loulé.

Participou, desde muito novo, em galas e festivais de acordeão e em programas de televisão.

Ao longo dos anos, tem feito parte de vários projetos, como o Rancho Típico Sambrasense, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Santa Catarina, o grupo de música tradicional ucraniana JASMIM, o duo com David Brito, o Veredas da Memória, a Charola da Mesquita, o duo de jazz com Paul Carter, na flauta e saxofone, o Duo d’Improviso com Luís Gonçalves, no trompete, e as Noites de Fado no Museu do Traje.

Foi dos primeiros jovens são-brasenses a apostar na formação académica em Música, como destacou a presidente da Câmara Municipal Marlene Guerreiro no momento da entrega, que frequentou em Évora, onde reforçou o contacto com diversos músicos, tendo integrado inúmeros projetos, entre os quais os quais o Grupo Académico Seistetos de onde surgiram, posteriormente, “Os Vizinhos”. 

O contacto com a história da música é também uma das vertentes que valoriza no seu percurso. Em 2021, colaborou no projeto «Sons de São Brás», dando continuidade ao interesse pela preservação e valorização do património musical. A autenticidade é, igualmente, um dos valores que considera essenciais e que faz questão de manter enquanto artista.

Figura assídua em programas de televisão, acompanhando nomes de relevo no panorama nacional, aventura-se também em nome próprio, ao constituir grupos de música tradicional inspirados nos acordes do Alentejo, com os quais participou nas edições de 2023 e 2024 da Feira da Serra.

Em abril de 2025, o São Brás Cineteatro Jaime Pinto foi o local escolhido para apresentar, o primeiro álbum d´Os Vizinhos, que rapidamente se tornou um caso sério de popularidade nacional e que os tem levado a pisar palcos de relevo e festivais de música em todo o país.

Entre os seus temas mais populares encontram-se “Pôr do Sol”, “Pobre Ex-Namorado”, “Casar É pra Esquecer”, “Já Não Saio”, “Vizinha do 1.º Andar” e, mais recentemente, “As Laranjeiras” tema apresentado ao público pela primeira vez em São Brás de Alportel, no dia 1 de junho deste ano.

As músicas são presença constante nas rádios nacionais, sendo que o primeiro tema do grupo, «Pôr do Sol», atingiu a quarta platina em novembro de 2025, de acordo com a Associação Fonográfica Portuguesa (AFP).

Os Vizinhos preparam-se agora para lançar o seu segundo álbum, dando continuidade a um percurso marcado pelo crescimento da popularidade e pela ligação ao público.

Em 2018, quando recebeu o Prémio Juventude «Música Revelação», uma iniciativa do Município de São Brás de Alportel, David Mendonça referiu ser seu objetivo na música “tocar com os maiores nomes da música em vários palcos pelo mundo fora e mais tarde poder passar o testemunho aos mais novos”.

Sete anos volvidos, este objetivo está já em parte concretizado, com um percurso de destaque na música nacional que motivou o Município de São Brás de Alportel a atribuir-lhe um Voto de Louvor, agora entregue no Espaço Memória da Câmara Municipal.

Uma distinção que reconhece que David Mendonça é motivo de orgulho para a comunidade são-brasense e um relevante exemplo para as novas gerações.

No próximo dia 5 de novembro, Os Vizinhos vão subir ao palco do Teatro das Figuras, associando-se ao concerto «Prometo Viver» e juntando a sua música a esta causa solidária.

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Campanha ‘O Fair-Play Joga em Casa’ distinguida nos Prémios Boas Práticas da Bandeira da Ética

A Associação de Futebol do Algarve (AFA) recebeu, esta quinta-feira, no Centro de Juventude de Lisboa, a certificação e premiação pela dinamização da campanha “O Fair-Play Joga em Casa”, na Cerimónia dos Prémios Boas Práticas da Bandeira da Ética.

A convite do Presidente do Conselho Diretivo do Instituto Português do Desporto e Juventude, Ricardo Gonçalves, João Pedro Gomes, Presidente da Direção da AFA, marcou presença na cerimónia para receber a distinção, que é atríbuida através do Plano Nacional de Ética no Desporto.

Esta é uma premiação coletiva, não apenas da AFA mas acima de tudo dos seus filiados, parceiros, embaixadores e todas as instituições e personalidades que se associaram a este movimento, que valoriza todo o desporto no Algarve. Sem o contributo de todos os envolvidos, “O Fair-Play Joga em Casa” não passaria do papel para a realidade, não estaria na agenda desportiva a nível nacional e não chegaria à dimensão que alcançou, e que ainda vai alcançar.

Este é mais um exemplo de que a luta pelo desportivismo, respeito, igualdade e bons valores permanece uma causa nobre e de relevo, à qual não devemos permanecer indiferentes.

A campanha lembra-nos que o respeito e a ética não pertencem apenas aos recintos desportivos, mas acompanham-nos em qualquer lugar. A “casa” pode ser o clube, o recinto de jogo, as bancadas, ou até o espaço interior de cada um, onde se decide agir com empatia e lealdade. Jogar em casa significa transformar qualquer ambiente num lugar de boas práticas, onde a vitória maior é a da conduta exemplar.

A cerimónia dos Prémios Boas Práticas da Bandeira da Ética 2026 reconheceu o trabalho desenvolvido por clubes e associações desportivas, municípios, escolas e outras entidades que fazem dos valores uma dimensão central da sua intervenção, entre os quais se destacam outros algarvios:

  • “Farense com Valores – Educar pelo Desporto” – Sporting Clube Farense (Menção Honrosa Projeto)
  • Departamento de Futebol de Formação – Clube Desportivo e Recreativo Quarteirense (Menção Honrosa Departamento)
  • Departamento de Educação Física da Escola Secundária Pinheiro e Rosa (Prémio Departamento (ex aequo)

Para consultar a lista completa clique aqui.

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Associação Dinamika promove 4.º ‘Surf 4 All’ com muita inclusão, boas ondas e sorrisos únicos

A Associação Dinamika realizou, em Vilamoura, no dia 16 de outubro de 2026, a 4.ª edição do ‘Surf 4 All’, uma iniciativa dedicada à inclusão através do surf, que reuniu 24 participantes e 20 voluntários num dia marcado pelo sol, boas ondas e, acima de tudo, muitos sorrisos únicos e momentos inesquecíveis.

O evento proporcionou batismos de surf adaptado a participantes da Associação EXISTIR, de Loulé, e da Associação ACASO, de Olhão, que tiveram a oportunidade de sentir a emoção de deslizar sobre as ondas, com o apoio dedicado dos voluntários e o recurso às pranchas adaptadas da marca portuguesa FLOWT.

Mais do que uma experiência desportiva, cada entrada no mar representou um momento de superação, alegria e liberdade. Os sorrisos genuínos dos participantes reforçaram aquilo em que a Dinamika acredita: o mar é um espaço de todos e para todos, onde as diferenças dão lugar às oportunidades.

O principal objetivo do “Surf 4 All” continua a ser proporcionar experiências seguras, inclusivas e significativas de contacto com o mar, promovendo a autoconfiança, a autonomia, o bem-estar físico e emocional e a inclusão social através do desporto.

Esta 4.ª edição contou com o apoio fundamental da Câmara Municipal de Loulé, da Junta de Freguesia de Quarteira, do Conrad Algarve, responsável pela oferta do lanche aos participantes e voluntários, e do Patacas Bar, cujo contributo ajudou a tornar possível mais um dia especial.

O “Surf 4 All” continua a afirmar-se como um projeto comunitário que valoriza a saúde nas suas diferentes dimensões — física, psicológica e social — e demonstra o impacto positivo que o desporto, o contacto com a natureza e o envolvimento da comunidade podem ter na vida de cada pessoa.

A Associação Dinamika deixa um agradecimento especial aos 20 voluntários, cuja dedicação, energia e espírito de entreajuda foram essenciais para o sucesso da iniciativa, bem como a todos os parceiros, instituições e participantes que fizeram desta edição mais um momento de verdadeira inclusão e partilha.

Porque, no final, não são apenas as ondas que ficam na memória, mas os sorrisos, as conquistas e a felicidade de quem viveu esta experiência. O mar é para todos — e juntos continuaremos a prová-lo!

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Plano da AMAL quer combater a forte dependência do automóvel no Algarve

O diagnóstico está feito: três em cada quatro deslocações pendulares no Algarve são feitas de automóvel, uma em cada cinco a pé ou de bicicleta e só uma parcela residual de autocarro ou comboio.

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Portimão: neste terreno vai ser construído um hotel de milhões de euros (com fotos)

Nos últimos dias tiveram início os trabalhos de preparação do terreno onde vão ser investidos milhões de euros na construção de uma nova unidade hoteleira de luxo.

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Loulé exige revisão urgente do PROT Algarve para responder à crise da habitação

A Câmara pede um regime excecional para disponibilizar solo para habitação acessível, financiamento ajustado aos custos de construção e mais poder para os municípios.

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Apreendida embarcação de alta velocidade em Vila do Bispo

A embarcação foi encontrada na praia do Telheiro, em Vila do Bispo, após denúncia de um popular. Autoridades investigam origem da lancha, usada frequentemente no narcotráfico.

© Autoridade Marítima Nacional

A apreensão enquadra-se num contexto de ocorrências envolvendo embarcações deste tipo na costa algarvia
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Hemorragias pós-menopausa: quando procurar ajuda?

A menopausa é uma fase natural da vida da mulher, mas nem todas as alterações devem ser encaradas como normais. Uma hemorragia após a menopausa merece atenção: pode ter causas benignas, mas também ser um sinal de cancro do endométrio, pelo que deve ser avaliada.

É com agrado que tenho visto que a menopausa é cada vez mais um tema discutido abertamente, contribuindo para desmistificar um processo natural da vida da mulher e dar a conhecer o que a ele diz respeito, o que é normal e o que deve ser entendido como um sinal de alarme.

Esta fase traz consigo alterações que podem impactar o dia-a-dia das mulheres, com ciclos menstruais que terminam e níveis hormonais que se alteram, além dos sintomas como afrontamentos, alterações de sono ou secura vaginal. Tudo isto faz parte desta nova etapa. Porém, há uma mudança que não deve ser atribuída à menopausa: o aparecimento de uma hemorragia vaginal depois de um período prolongado sem menstruação, ou seja, qualquer sangramento vaginal que ocorra depois de 12 meses sem menstruar. 

Esta hemorragia pode ser semelhante à menstruação, mas também pode manifestar-se através de pequenas perdas de sangue ou um corrimento rosado ou acastanhado. O importante é saber que, mesmo quando é pouco intenso ou acontece apenas uma vez, a mulher deve procurar um profissional de saúde para uma avaliação. A razão é simples: este pode ser um dos primeiros sinais de cancro do endométrio, um tumor que se desenvolve no revestimento interno do útero.

Embora a maioria das mulheres com hemorragia pós-menopausa não tenha cancro, este é um sinal que pode, literalmente, salvar vidas, já que é muito evidente e pode significar um prognóstico muito favorável quando o tumor é diagnosticado numa fase precoce. Este é, desde logo, o sintoma mais frequente deste tipo de cancro e contribui, quando não é desvalorizado, para 80% dos diagnósticos precoces.

A avaliação médica irá permitir perceber a origem do sangramento e determinar se serão necessários exames complementares, segundo cada situação clínica. O processo envolve a  realização de uma observação ginecológica e uma ecografia transvaginal, para avaliar a espessura do endométrio e identificar alterações que justifiquem uma investigação mais aprofundada, que pode envolver uma histeroscopia e/ou biópsia do endométrio.

Durante a consulta, a mulher deve referir não apenas o episódio de sangramento, mas também outros aspetos da sua história clínica, medicamentos que toma e eventuais antecedentes familiares. Isto porque existem outros fatores que podem aumentar o risco de alterações do endométrio, como obesidade (um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento deste tipo de tumor), diabetes, determinadas terapêuticas hormonais ou fatores hereditários.

Contudo, é importante não transformar isto numa situação de alarme, mas encará-la como uma oportunidade para cuidar da saúde. Perante sinais do corpo, as mulheres tendem a desvalorizá-los, atribuindo-os ao cansaço e ao ritmo exigente do dia-a-dia, adiando, por vezes, a procura de uma avaliação médica. Existem várias causas benignas para a hemorragia pós-menopausa. Por exemplo, a redução dos estrogénios associados à menopausa pode provocar uma redução na espessura do endométrio e uma fragilidade dos tecidos da vagina.

A existência de pólipos também pode provocar um sangramento após a menopausa. A utilização de terapêutica hormonal da menopausa pode, igualmente, contribuir para hemorragias ou perdas irregulares de sangue durante determinados períodos do tratamento, sobretudo no início ou após as alterações da terapêutica.

Ainda assim, a mensagem é clara: perante uma hemorragia inesperada após a menopausa, esta deve ser motivo para procurar uma avaliação médica. Mais do que falar de medo, devemos falar de atenção. O cancro do endométrio pode ser tratado de forma eficaz quando detetado numa fase inicial, e reconhecer os possíveis sinais e procurar ajuda é uma parte fundamental para um diagnóstico precoce.

Na maioria dos casos, felizmente, a causa não será cancro, mas só uma avaliação médica poderá esclarecer a origem de um sangramento e, quando necessário, permitir atuar atempadamente. Fazê-lo não é alarmismo, é prevenção.

* Médica de Medicina Geral e Familiar da USF Vale do Arunca, ULS Região de Leiria

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Grupo Dell’Acqua e Francisco Brazão no XXVI Concerto de Natal de Lagoa

A Igreja Matriz de Porches recebe no dia 6 de dezembro, pelas 17h00, o XXVI Concerto de Natal de Lagoa, com a atuação do grupo Dell’Acqua e a participação especial de Francisco Brazão, cuja entrada é gratuita.

Vigésima sexta edição do já tradicional Concerto de Natal de Lagoa. O projecto Dell’Acqua – Carla Pontes (soprano), Grace Borgan (flauta transversal) e Cristiana Silva (piano) – e o convidado especial Francisco Brazão (baixo-barítono) interpretam várias obras alusivas à quadra natalícia, num concerto que celebra o espírito do Natal na Igreja de Porches.

Uma organização da Ideias do Levante – Associação Cultural de Lagoa, em parceria com o Município de Lagoa e a Junta de Freguesia de Porches, e com o apoio da Paróquia de Nossa Senhora da Encarnação. Concerto gratuito, de entrada livre, recomendado para maiores de 6 anos e limitado à lotação existente.

Apesar de ser um evento gratuito, qualquer donativo será bem-vindo para ajudar a paróquia e a associação Ideias do Levante.

O Concerto de Natal de Lagoa, promovido pela Ideias do Levante – Associação Cultural de Lagoa, é já um clássico da quadra natalícia que traz o espírito de Natal até às famílias! Junte-se a nós na Igreja Matriz de Porches e comece a celebrar o Natal com este incrível concerto.

Sobre o projecto Dell’Acqua

O projecto Dell’Acqua reúne três intérpretes radicadas no Algarve. Carla Pontes (soprano), natural de Alfama, Lisboa, licenciou-se em ensino artístico e foi docente durante 16 anos, estudando canto com diversos professores em Portugal e no estrangeiro; conhecida sobretudo como cantora lírica no sul do país, traz na voz o fado, o rock, o pop e o lírico.

Grace Borgan (flauta transversal), natural dos EUA, estudou em Viena, em Cáceres e na Ouachita Baptist University, onde se licenciou em Música; venceu o Concurso Anual de Concertos de Ouachita (2006) e trabalhou com flautistas como James Galway.

Cristiana Silva (piano) estudou no Conservatório de Portimão e na Academia de Música de Lagos e licenciou-se em Piano na Escola Superior de Música de Lisboa, com Jorge Moyano; premiada em vários concursos, gravou para a Antena 2 com o Trio Flaugotiano.

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Associação de Jovens do Algoz apresenta a Vila Halloween com concurso de máscaras

A AJA – Associação de Jovens do Algoz organiza o evento ‘Vila Halloween’ no próximo dia 31 de outubro, cuja iniciativa tem início às 19h00 e decorre no Salão do Centro Cultural Luís Augusto Mascarenhas, em Algoz.

O objetivo da associação passa por assinalar a data festiva e fomentar o convívio entre os residentes e visitantes da freguesia numa festa temática.

O programa do evento integra um concurso de máscaras com prémios para os três primeiros classificados, sendo que o vencedor recebe uma garrafa e um desconto de 1.000 euros na aquisição de uma viatura na TS Autodream, o 2.º classificado obtém um bilhete de uma hora no Quantum Park e o 3.º classificado garante dez imperiais.

A animação musical conta com um baile conduzido por Marco Filipe e com a atuação do DJ Diogo Gigante. O recinto dispõe de uma zona de comes e bebes, onde haverá venda de caldo verde a partir da meia-noite. As entradas são livres.

A realização do evento conta com o apoio do Município de Silves e da Junta de Freguesia de Algoz, a parceria do Moto Clube de Algoz e o patrocínio da TS Autodream.

“Esta iniciativa espelha aquilo que pretendemos trazer para a nossa terra. Proporcionar momentos de encontro, envolver a comunidade local e trazer entretenimento diversificado para o Algoz. A imaginação e a criatividade desta associação não tem limites“, afirma a Direção da AJA.

Sobre a AJA – Associação de Jovens do Algoz

A AJA – Associação de Jovens do Algoz é uma associação local dedicada ao desenvolvimento de iniciativas no setor desportivo, pedagógico, cultural e recreativo. A sua missão centra-se na alavancagem dos jovens para a vida em comunidade.

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Algarve está em emergência habitacional e Telmo Pinto diz que “Precisamos de decidir agora”

Concelho de Loulé passou de 70.266 residentes em 2011 para 94.447 em 2025. Mais 24 mil pessoas, mais de 13 mil só desde 2021

«O Algarve vive hoje uma emergência habitacional. E uma emergência habitacional é, sem eufemismos, uma emergência humana. Multiplicam-se as construções ilegais e as casas amovíveis instaladas à margem de qualquer enquadramento. Trabalhadores da construção civil, os mesmos que erguem as casas que nunca poderão habitar, vivem amontoados em contentores, em condições indignas de um país europeu do século XXI. Isto não é uma previsão nem um cenário. Está a acontecer agora, à vista de todos, e todos fingem não ver», começa assim um comunicado da Câmara Municipal de Loulé, que se transcreve a seguir, sobre a crise na habitação em Portugal e em particular no Algarve e no concelho de Loulé.

«Os números não deixam margem para dúvidas. O concelho de Loulé passou de 70 266 residentes em 2011 para 94 447 em 2025: mais 24 mil pessoas, mais de 13 mil só desde 2021. O Algarve ganhou mais de 70 mil residentes em apenas quatro anos e foi a região do país que mais cresceu. No mesmo período, o preço médio da habitação no concelho de Loulé subiu cerca de 75%. Os concursos públicos para construção de habitação ficam desertos, porque os valores de referência já não correspondem aos custos reais. Para quem vive do seu trabalho, ter uma casa no Algarve tornou-se uma impossibilidade.

A Câmara Municipal de Loulé não está parada: tem em curso operações que somam mais de uma centena de fogos e continua a adquirir habitações para resposta pública. Mas nenhum município consegue responder a uma pressão desta escala quando os instrumentos de que dispõe foram desenhados para outra realidade e quando cada passo depende de quem não está no terreno, não conhece as pessoas e não responde perante elas.

Vista aérea de Loulé

O Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve foi aprovado em 2007, para um Algarve que já não existe. Os instrumentos de gestão territorial continuam a responder a lógicas de contenção pensadas há quase duas décadas, enquanto a região mudou de escala, de população e de necessidades. O resultado é perverso: o que a lei não permite fazer de forma digna e planeada acaba por acontecer de forma precária e ilegal. Enquanto se espera pelos planos, as pessoas não esperam: instalam-se onde podem e como podem.

Digamo-lo sem rodeios: em matéria de território, não há democracia em Portugal. Os Planos Diretores Municipais, os instrumentos com que cada concelho decide o seu futuro, estão subordinados a pareceres de entidades regionais, conduzidos por técnicos que ninguém elegeu, que não prestam contas aos cidadãos e que não conhecem o rosto de quem espera por uma casa. Os autarcas são eleitos para resolver, mas não têm poder para decidir.

As respostas que as populações exigem ficam presas, durante meses e anos, em circuitos intermináveis de pareceres e prazos que ninguém cumpre. Cada parecer que se arrasta é uma família que continua sem casa. E no fim é o presidente de câmara que é julgado nas urnas por aquilo que não o deixaram fazer. Isto não é democracia. É uma ficção democrática.

Sucessivos governos, este e os anteriores, não têm sabido ler a realidade do Algarve. A região que sustenta uma parte decisiva da economia do país não consegue alojar quem nela trabalha: professores, enfermeiros, forças de segurança, trabalhadores da hotelaria e da construção. Uma região que não consegue fixar quem a faz funcionar está a hipotecar o seu próprio futuro.

Vista aérea de Loulé (Foto: Extraída de vídeo de Rodrigo Costa)

Quando é que vamos acordar? Já vimos as tendas nos jardins de Lisboa. Já vimos centenas de pessoas acampadas na Puerta del Sol, em Madrid, e tendas montadas em protesto no Porto, por quem já não consegue pagar uma renda. Vamos esperar que aconteça o mesmo em Faro, em Loulé, em Portimão? A paciência de quem trabalha e não tem onde viver esgotou-se. Quando o Estado não responde, responde a rua. O tempo da paciência acabou.

“Precisamos de decisões arrojadas. Precisamos de decidir agora. Precisamos de agir pelas pessoas, pela economia e pela segurança e futuro da nossa região. Temos de ter coragem, situações de emergência exigem líderes fortes e capazes de ter as pessoas na base da sua atuação. Em Loulé agimos, mas agimos apenas dentro de um quadro legal inadequado, de poderes desajustados às reais necessidades do território e das pessoas”, afirma convictamente o Presidente da Câmara Municipal de Loulé, Telmo Pinto.

A Câmara Municipal de Loulé exige, por isso, e exige agora:

  • 1. A conclusão urgente da revisão, já em curso, do PROT Algarve, ajustada à realidade demográfica atual.
  • 2. Um regime excecional e temporário que permita aos municípios libertar solo para habitação acessível, com prazos de decisão curtos e vinculativos para as entidades com competência de parecer e deferimento tácito sempre que esses prazos não sejam cumpridos.
  • 3. A fiscalização efetiva e a erradicação do alojamento em contentores, acompanhada de soluções dignas para os trabalhadores.
  • 4. Uma linha de financiamento específica para regiões sob pressão demográfica extraordinária, com valores de referência ajustados aos custos reais de construção.
  • 5. Uma reforma profunda da estrutura do Estado, que devolva aos eleitos locais o poder de decidir sobre o seu território e robusteça as autarquias com competências, meios e autonomia para dar às pessoas as respostas de que precisam, no tempo em que delas precisam.

A habitação não é um tema técnico. É a condição mínima para que uma comunidade exista. E decidir perto das pessoas é a condição mínima para que exista democracia.

Ou o Estado acorda agora, ou acordará tarde demais. O Algarve não pode esperar mais!» termina assim a missiva do Município de Loulé.

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Polícia Marítima apreende Embarcação de Alta Velocidade em Vila do Bispo

Os elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Lagos apreenderam esta quinta-feira, 15 de outubro, uma Embarcação de Alta Velocidade (EAV) arrojada na praia do Telheiro, no concelho de Vila do Bispo, informa em comunicado a Autoridade Maritima Nacional (AMN).

Na sequência de um alerta recebido pelas 12h15, através de um popular, a informar para uma embarcação abandonada na praia, foram de imediato ativados elementos da Capitania do Porto e do Comando Local da Polícia Marítima de Lagos e tripulantes da Estação Salva-vidas de Sagres. 

À chegada ao local, os elementos da Polícia Marítima confirmaram a presença da EAV no areal, tendo a mesma sido rebocada, por via marítima, pelos tripulantes da Estação Salva-vidas, para a Marina de Lagos. 

A AMN informa ainda que a Unidade Central de Investigação Criminal da Polícia Marítima realizou as respetivas diligências e o Comando Local da Polícia Marítima tomou conta da ocorrência.​

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Fernando Pessanha lança obra na capitania de VRSA no Dia do Exército

No âmbito dos 250 anos das festividades da fundação de Vila Real de Santo António, a Câmara Municipal desta cidade fronteiriça irá lançar a obra O “Inteligente, pratico, ativo e zeloso dos interesses de S. Magde” Francisco de Mendonça Pessanha Mascarenhas, 1.º governador da “Nova Vila de Santo António de Arenilha” / Vila Real de Santo António, da autoria do historiador algarvio Fernando Pessanha.

A obra, que conta com prefácio do célebre historiador António Ventura, catedrático emérito da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, viaja pela História do extremo sudeste algarvio entre a Guerra Fantástica de 1762 e as vésperas da Grande Batalha do Guadiana (1801), através da ação do oficial de infantaria Pessanha Mascarenhas, que acabou por ser tornar o 1° Governador da “nova Vila de Santo António de Arenilha”, reedificada na margem ocidental da foz do Guadiana ao abrigo do Plano de Restauração do Reino do Algarve, concebido pelo Marquês de Pombal.

Segundo o autor, “este é um livro algo disruptivo, que vem romper com a ideia generalizada de que nada existia na margem portuguesa da foz do Guadiana em data anterior à edificação da vila pombalina. Mais do que a arquitetura, a terra são as pessoas, e estas já lá se encontravam, como podemos comprovar por largas dezenas de fontes primárias e de que é exemplo paradigmático o caso do oficial de infantaria Pessanha Mascarenhas, o comandante militar de Santo António de Arenilha desde 1762 e que se tornou o 1º Governador da nova vila, reconstruída a partir de  17 de Março de 1774”.

O lançamento terá lugar, simbolicamente, no Dia do Exército, em 24 de outubro, pelas 18h00, no salão nobre da capitania do porto de Vila Real de Santo António. A entrada é livre.

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Tavira acolhe o 20.º Colóquio Interdisciplinar sobre Provérbios (ICP26) / 7º ICP-Online

Cidade do rio Gilão transforma-se na capital mundial da paremiologia

A Associação Internacional de Paremiologia (AIP-IAP) realiza, entre os dias 1 e 8 de novembro de 2026, em Tavira, o 20.º Colóquio Interdisciplinar sobre Provérbios (ICP26) / 7º ICP-Online em formato híbrido.

Organizado em colaboração com a Câmara Municipal de Tavira, o prestigiado certame comemora duas décadas de atividade contínua na vanguarda da investigação cultural e da tradição oral.

A Sessão de Abertura Oficial está agendada para domingo, 1 de novembro, às 15h30, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Tavira, tendo as conferências transmissão digital global simultânea para interligar os participantes das mais diversas latitudes.

Esta edição especial de aniversário assume particular relevo ao congregar mais de uma centena de conceituados investigadores oriundos de 33 países, convertendo Tavira num ecossistema internacional de partilha e fazendo jus ao lema oficial: “Todos os caminhos vão dar a Tavira”.

A AIP-IAP, fundada em 2008 e sedeada em Tavira, destaca-se globalmente por ser a única instituição do seu género focada exclusivamente no estudo científico dos provérbios (paremiologia) e promovendo o intercâmbio de conhecimentos e o diálogo intercultural.

Fruto do seu rigor científico, a associação detém o estatuto oficial de ONG acreditada pela UNESCO, atuando diretamente como consultora oficial do Comité do Património Cultural Imaterial (PCI) na área da tradição oral. A AIP-IAP é, também a dinamizadora do Clube UNESCO de Paremiologia-Tavira (CUP-T).

“Chegar à vigésima edição deste Colóquio é a validação de um esforço internacional coletivo pela salvaguarda da sabedoria popular”, afirma Rui Soares, Presidente da AIP-IAP e do CUP-T, acrescentando que “os provérbios cruzam fronteiras e Tavira assume-se orgulhosamente como a ponte que une investigadores dos quatro cantos do mundo”.

O programa esquemático do ICP26 pode ser consultado clicando aqui, pelo que para mais informações os interessados devem contatar pelo telefone: 919 629 699 e ou pelo e-mail: aipiap.tavira@gmail.com .

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