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Adeus pastéis de bacalhau? Iguaria tradicional pode desaparecer destes locais ainda em 2026

Os pastéis de bacalhau podem deixar de aparecer nas ementas dos refeitórios escolares ao abrigo das novas orientações definidas ainda para este ano. A medida não se dirige especificamente a esta receita tradicional portuguesa, mas inclui-a num conjunto de produtos preparados à base de carne ou pescado que as escolas são aconselhadas a não servir.

O documento citado pela agência de notícias Lusa foi elaborado pelo Instituto de Educação, Qualidade e Inovação (EDUQA), em colaboração com a Direção-Geral da Saúde, e procura aproximar as refeições escolares dos princípios da Dieta Mediterrânica. A revisão mexe não apenas nos salgados, mas também na frequência da carne vermelha, dos fritos, das sobremesas doces e de alguns produtos ultraprocessados.

Rissóis e croquetes também ficam de fora

A lista inclui expressamente bolinhos ou pastéis de bacalhau, rissóis e croquetes, que passam a integrar o grupo de preparações que “não devem” constar das ementas. O objetivo é reduzir a presença de alimentos processados e privilegiar refeições preparadas a partir de ingredientes menos transformados.

Nuggets, delícias do mar, patas de caranguejo, barritas e filetes de peixe semelhantes também são abrangidos quando se tratem de produtos ultraprocessados com uma redução superior a 40% da proteína animal. Enchidos e fiambre deverão, por sua vez, ter uma presença residual, sendo utilizados sobretudo para acrescentar sabor a determinadas preparações.

Sobremesa doce fica limitada a uma vez por mês

A mudança chega também ao final da refeição. As orientações determinam que sobremesas doces, incluindo gelados de leite, gelatinas e sobremesas lácteas, sejam disponibilizadas apenas uma vez por mês, afastando-as da rotina habitual dos refeitórios.

Nos restantes dias, a escolha deverá recair sobre fruta fresca, com três variedades disponíveis. A água passa ainda a ser a única bebida prevista durante a refeição, numa tentativa de reduzir o consumo de açúcar entre crianças e jovens.

Carne vermelha terá um máximo mensal

Também a distribuição das fontes de proteína sofre alterações. As refeições com pescado deverão surgir em número igual ou superior às de carne, enquanto a carne vermelha fica limitada a quatro refeições por mês, devendo ser dada preferência às carnes brancas.

Os ovos poderão aparecer uma vez por semana como única fonte de proteína animal. Em sentido contrário, as leguminosas ganham espaço e passam a estar presentes diariamente, seja integradas na sopa, seja utilizadas no prato principal, acompanhadas também por hortícolas todos os dias.

Fritos só deverão aparecer duas vezes por mês

As novas regras alimentares procuram ainda diminuir o recurso à fritura. Este método de confeção deverá ficar limitado a duas utilizações por mês, enquanto aumenta a preferência por técnicas associadas à Dieta Mediterrânica e por receitas tradicionais adaptadas aos objetivos nutricionais das escolas.

O sal utilizado deverá ser iodado e o documento incentiva o recurso a ervas aromáticas como alternativa para reduzir a quantidade adicionada aos alimentos. Produtos locais, sazonais e cereais integrais também ganham maior destaque na composição das refeições.

Até a disposição dos alimentos vai mudar

As orientações não se concentram apenas naquilo que chega ao prato. O refeitório é encarado como um espaço de educação alimentar e, por isso, os legumes deverão surgir em primeiro lugar na linha de serviço, enquanto a fruta deverá ficar colocada num ponto visível e apelativo para os alunos.

A refeição deverá durar pelo menos 30 minutos, sem contabilizar o tempo passado na fila, que não deverá ultrapassar 10 a 15 minutos. Mantém-se ainda a disponibilização diária de uma opção vegetariana, embora tofu, seitan, tempeh e produtos semelhantes devam ficar limitados a duas vezes por mês, privilegiando-se novamente as leguminosas.

Leia também: Chamam-lhe ‘flor do iogurte’ e está cada vez mais na moda: conheça o alimento que pode prevenir doenças gastrointestinais

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Descubierto un nuevo cometa en una de las regiones menos observadas del sistema solar

La misión espacial Euclid, de la Agencia Espacial Europea (ESA), ha descubierto un nuevo cometa pese a no estar diseñada para rastrear objetos del sistema solar. El hallazgo de C/2026 S1 (Euclid), como ha sido nombrado formalmente, demuestra que el observatorio puede detectar cometas desconocidos cuando aún se encuentran muy lejos del Sol. Esto podría resultar útil para futuras misiones de exploración como Comet Interceptor, una misión prevista para finales de esta década que pretende interceptar y examinar de cerca un cometa de período largo o un objeto interestelar que visite el sistema solar interior por primera vez.

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© ESA/Euclid/Euclid Consortium/NASA, M. Pöntinen et al. 2026

El cometa C/2026 S1 (Euclid), fotografiado por Euclid el 20 de septiembre de 2026.
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Menus a preços económicos no Algarve para esta segunda-feira, 19 de outubro

Está a pensar ir comer fora? Veja aqui algumas sugestões de menus a preços económicos.

Se tem um restaurante e pretende colocar aqui – de forma gratuita – o seu menu, envio-o no dia anterior ou, no máximo, até às 10h00 do dia a que se refere para: guiaalgarve@gmail.com.

Leia as notícias do Algarve aqui

Concelho de PORTIMÃO

Restaurante Porta Certa (Portimão)

Estrada de Alvor, 1A. Contacto telefónico: 282 475 256. Email: restauranteportacerta@gmail.com

Aberto de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h30


 

Restaurante O Quinto Império (Portimão)

Avenida João Paulo II, L2. Contacto: 282 074 993. Email: reservas@oquintoimperio.com

Aberto de 2ª feira a sábado, das 12h00 às 14h30 e das 19h00 às 22h00


 

Tasca Ibérica (Portimão)

R. Poe. António Aleixo, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira das 07h30 às 19h00


Restaurante Ti Emília (Portimão)

EN 124, nº6. Contacto: 963 795 627


 

Snack-Bar Raminha (Portimão)

Rua da Raminha, Lote 19, Loja A, Portimão

Contacto: 282 482 522

Segunda-feira:

Sopa do Dia
Feijoada à Transmontana
Lulinha Frita

Petisqueira Os Moinhos (Portimão)

Rua Projectada À Rua Caldeira Do Moinho Edif. Abicada, Lj. 6, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 12h00 às 15h00

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Concelho de LAGOS

 

Restaurante Farol dos Petiscos

R. Dr. José Reis Junior, Lagos. Contacto: 919 567 554

Aberto de segunda a sábado. Almoços e jantares

Concelho de LAGOA

Restaurante Mi-Ema (Lagoa)

Rua da Liberdade 58, R/c, fração A, Lagoa. Contacto: 916 535 840

Aberto de 2ª a 6ª feira, para almoços, das 11h30 às 15h30. O serviço de take-away funciona das 11h30 às 17h00

Concelho de MONCHIQUE

Pai Manel Snack Bar (Monchique)

Estrada Velha, Monchique. Contacto: 282 913 022

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 07h30 às 19h30

Menu 13€:

– Entremeada Grelhada

– Feijoada de Marisco

Menu 18€:

– Picanha Grelhada

Concelho de SILVES

Restaurante O Casinhas (Silves)

Torre e Cercas de Silves. Contactos: 967 677 848 e 282 115 692

Aberto de 2ªa 6ª, das 11h00 às 21h00

 


 

Restaurante O Tradicional (Algoz)

 Rua Dr. Ataíde de Oliveira 45 Rés de Chão, 8365-069 Algoz. Contacto: 916 745 631


 O Cantinho da Dora (Armação de Pêra)

Av. Beira Mar 1, Armação de Pêra, Portugal, 8365-101. Contacto: 965 791 084. E-mail: cantinhodadora@gmail.com

Aberto de 2ª a sábado, das 7h00 às 22h30

Laly Take Away(Pêra)

Rua João de Deus, Lj. 1, Pêra (Traseiras do Mercado Municipal de Pêra)

Aberto das 11h30 às 14h30 e das 18h30 às 21h30, de segunda a sexta-feira

 

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Concelho de LOULÉ

Restaurante Bambu (Quarteira)

Rua da Nora, Quarteira (em frente ao Intermarché). Contacto: 968 557 477

Aberto de 2ª a domingo, das 12h00 às 15h00


 

Restaurante Colher de Pau (Almancil)

Rua Francisco Guerreiro Mealha, Almancil. Contactos: 289 391 273 e 264 787 362

Aberto de segunda a sexta-feira, das 11h00 às 15h00

Concelho de FARO

Café do Zé (Faro)

Rua Coronel António Santos Fonseca, 20, Faro. Contacto: 289 862 800

Aberto de segunda-feira a sábado, das 07h30 às 22h00

Concelho de OLHÃO

A Minha Cozinha (Olhão)

Rua Dr. João José de Mendonça Cortez, nº 2, Olhão. Contactos: 965 121 030 e 289 723 095

Aberto de segunda a sexta, das 11h30 às 18h00, e ao sábado, das 11h30 às 15h00


 Manos Consta Restaurante (Olhão)

Sítio do Lamaceiro 253A, Olhão. Contacto: 289 101 750


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Concelho de TAVIRA

Casa da Avó (Tavira)

Avenida Doutor Mateus Teixeira de Azevedo, Tavira. Contacto: 281 326 279/915 313 009. E-mail: casadaavo2020@outlook.pt

Aberto de 2ª a sábado, das 12h00 às 21h00

 

 

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Lo que nunca debes pedir en un restaurante chino, según dos chefs de esta nacionalidad

En lo que a restaurantes de comida internacional se refiere, los chinos fueron los pioneros en gran parte del mundo. Sus sabrosos platos, su habitual precio competitivo y la rapidez en el servicio son sus principales fuertes, pero hay que saber qué pedir.

Es lo que sostienen Cheong Yew y Emily Tang, dos chefs chinos que han sido entrevistados por el Daily Mail y que revelan qué no debes pedir y en qué debes fijarte para tener una buena experiencia en un restaurante chino.

En primer lugar, cuidado con el pato asado. "Un buen pato asado cantonés requiere tiempo, y gran parte del trabajo importante se realiza mucho antes de que el pato se acerque al horno", dice Yew.

"La piel gomosa, una gruesa capa de grasa y la carne seca y dura son señales de alerta", añade. "Si observas una piel blanda o correosa, puede indicar que ha estado almacenada o que se ha recalentado, tal vez en el microondas", dice a su vez Tang.

Emily Tang advierte también sobre las "descripciones vagas de los ingredientes", diciendo que es un problema que "ve en muchos menús". Se refiere a nombres como 'verduras mixtas'. "El ingrediente principal podría ser una mezcla de verduras. Pero, ¿qué contienen estas verduras? ¿Es bok choy o brócoli chino?", se pregunta la cocinera.

También debes fijarte en las empanadillas. "En la cultura gastronómica china, una de las cosas más importantes son las texturas, y eso es casi tan importante como el sabor", dice Emily Tang.

"En los siu mai de cerdo y gambas, una de las cosas en las que siempre me fijo es en la textura del relleno", agrega Yew.

Otro plato típico es el pollo agridulce, pero ojo: "Todo debe estar en armonía. Nada debe ser abrumador. Así que, si está demasiado crujiente, es posible que lo hayan frito en abundante aceite o dos veces", dice Tang. Por su parte, Yew advierte que "una cosa que siempre me genera desconfianza es un plato chino cuya salsa sea excesivamente dulce".

Hay que prestar atención también a los dim sum. "Si el menú solo tiene tres o cuatro (opciones) o solo un plato, eso sería una señal de alarma para mí", afirma Tang. "Si preparas tus dim sum frescos en el mismo local, deberías tener un equipo, y ellos serán expertos en un repertorio de platos al vapor, a la parrilla y de varios tipos", prosigue.

"No tiene mucho sentido tener un equipo que lo prepare todo desde cero si solo van a hacer tres o cuatro cosas, ¿verdad? Así que diría que eso podría ser una señal de que no se fabrican internamente", añade.

Una base de la cocina china es el arroz. "Un plato realmente sencillo para demostrar la habilidad del cocinero es el arroz frito, porque suena muy simple, pero en realidad dice mucho sobre el control", dice Tang.

"En un buen arroz frito, cada grano de arroz debe estar suelto. Los ingredientes que llevas —pollo, verduras, lo que sea— deben estar distribuidos uniformemente. Si está demasiado grasiento o demasiado blando, no cumple con el propósito que se le da al arroz frito", añade.

El char siu o cerdo barbacoa, por su parte, debe tener "unos bordes perfectamente caramelizados, un acabado brillante y una carne jugosa y tierna, dice Yew. "Los sabores deben estar equilibrados, con dulzor, sabor salado y el sabor del cerdo bien presentes", prosigue.

Otro exitoso plato son los baos. "Un bao al vapor puede parecer enorme y maravillosamente esponjoso, pero la verdadera prueba es cuando le das un mordisco", dice Yew. Además, una de las cosas más decepcionantes es morder un bollo grande al vapor y descubrir que apenas tiene relleno.

"Al final, acabas comiendo bocados de masa simple en lugar de disfrutar del equilibrio de sabores y texturas", agrega el chef.

Por último, los cocineros dicen que hay que fijarse en la proporción entre la longitud de la carta y el tamaño de la cocina. "Lo que necesitas con un menú extenso es espacio: una cocina amplia y áreas de preparación amplias. Si fuera a un lugar muy pequeño con un menú realmente amplio... eso es una señal de alerta", concluye Tang.

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Chamam-lhe ‘flor do iogurte’ e está cada vez mais na moda: conheça o alimento que pode prevenir doenças gastrointestinais

O kefir, conhecido em Portugal como a ‘flor do iogurte’, tem conquistado espaço nos pequenos-almoços e lanches, mas não é propriamente uma novidade. Trata-se de um alimento fermentado originário da região do Cáucaso, com uma composição rica em microrganismos e que pode ser preparado a partir de leite ou de água.

No portal da cadeia de supermercados Continente pode ler-se que o kefir é considerado um alimento probiótico e apresenta uma textura cremosa e um sabor ligeiramente ácido. A sua composição resulta da ação de bactérias e leveduras presentes nos chamados grãos de kefir, responsáveis pelo processo de fermentação.

Grãos parecem pequenos pedaços de couve-flor

Apesar do nome, estes “grãos” não são cereais como trigo ou arroz. São estruturas gelatinosas constituídas por bactérias, leveduras, polissacarídeos e proteínas, apresentando um aspeto que pode fazer lembrar pequenos pedaços de couve-flor ou de gelatina.

A origem do alimento é associada às montanhas do Cáucaso, entre o Mar Negro e o Mar Cáspio. Segundo a mesma fonte, acredita-se que a fermentação tenha começado acidentalmente em bolsas de couro utilizadas para transportar leite de cabra ou de vaca.

Pode ser feito com leite ou água

No kefir de leite, os grãos são adicionados a leite de vaca, cabra ou ovelha e retirados depois da fermentação. O líquido resultante pode então ser consumido, enquanto os grãos voltam a ser utilizados numa nova preparação.

Existe igualmente kefir de água, produzido através da fermentação de água com açúcar e os respetivos grãos. Neste caso, a mistura permanece normalmente entre 24 e 72 horas à temperatura ambiente antes de ser coada.

Probióticos estão associados ao equilíbrio intestinal

Uma das características mais destacadas do kefir é a presença de probióticos. Estes são microrganismos vivos que, quando ingeridos em quantidades adequadas, podem contribuir para o equilíbrio da microbiota intestinal.

A mesma fonte refere que alguns estudos associam o consumo de alimentos probióticos a benefícios para o funcionamento intestinal. O kefir pode apresentar uma variedade elevada de bactérias benéficas, razão pela qual tem sido estudado no contexto da saúde gastrointestinal.

Também fornece cálcio

Quando é produzido a partir de leite, o kefir constitui ainda uma fonte de cálcio, mineral importante para a manutenção dos ossos. A composição nutricional pode também incluir vitaminas associadas à saúde óssea, dependendo do produto e dos ingredientes utilizados.

A relação entre microbiota e sistema imunitário é outro dos aspetos mencionados pela fonte. Algumas bactérias presentes no kefir, como Lactobacillus kefiri, têm sido estudadas pela sua interação com outros microrganismos, embora isso não signifique que o consumo do alimento substitua qualquer tratamento médico.

Intolerantes à lactose devem ter atenção

O kefir de leite continua a conter lactose, embora em menor quantidade do que o leite utilizado inicialmente. Durante a fermentação, parte desse açúcar é transformado pelas bactérias e leveduras, o que pode tornar o produto mais tolerável para algumas pessoas com intolerância.

Ainda assim, a quantidade residual varia consoante o tempo de fermentação e outros fatores. Por isso, quem tenha intolerância à lactose deve começar por pequenas quantidades e avaliar a resposta individual, recorrendo a aconselhamento médico quando necessário. O kefir pode ser incluído numa alimentação equilibrada, mas não deve ser apresentado como forma garantida de prevenir doenças.

Leia também: Há 7 coisas em casa que provavelmente não lava vezes suficientes: especialistas dizem quais são

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Azeite barato demais? ASAE alerta para falsificações e estes sinais podem ajudá-lo a evitar fraude

O azeite é um dos produtos mais presentes nas casas portuguesas, mas o seu valor também o tornou um alvo atrativo para práticas fraudulentas. Entre os casos detetados pelas autoridades estão produtos constituídos por outros óleos alimentares que são rotulados e comercializados como se fossem azeite.

A própria ASAE alerta os consumidores para a necessidade de terem cuidados adicionais na compra, sobretudo quando encontram preços muito inferiores aos praticados habitualmente ou produtos vendidos sem informação clara sobre a origem e composição.

Preço demasiado baixo deve levantar suspeitas

Uma promoção não significa, por si só, que exista fraude. Ainda assim, a ASAE aconselha a desconfiar quando o azeite é comercializado a um preço muito abaixo da média do mercado, especialmente em vendas através da Internet, redes sociais, feiras ou circuitos menos controlados.

A razão é simples: substituir total ou parcialmente o azeite por óleos vegetais mais baratos permite vender o produto com margens elevadas, apesar de o consumidor acreditar que está a comprar azeite genuíno.

Em março de 2026, por exemplo, a autoridade anunciou a apreensão de cerca de 10 mil litros de óleo alimentar que estaria a ser vendido fraudulentamente como azeite virgem através das redes sociais, tendo encontrado ainda milhares de rótulos e material de embalamento.

Não compre azeite sem rótulo

Outro dos principais cuidados apontados pela autoridade é evitar produtos vendidos sem rotulagem adequada.

Num azeite comercializado legalmente, o consumidor deve conseguir encontrar informação como a denominação do produto, origem quando obrigatória, quantidade líquida, data de durabilidade, identificação do lote e nome e morada do responsável pelo produto.

No caso do azeite virgem e virgem extra, a indicação da origem é obrigatória. A rotulagem também não pode apresentar informação suscetível de induzir o consumidor em erro.

A cor não diz se o azeite é verdadeiro

Um azeite muito verde pode parecer melhor ou mais genuíno, mas a cor não é um método fiável para determinar a autenticidade ou qualidade.

A ASAE recomenda que os consumidores não façam a escolha exclusivamente com base na cor ou na acidez indicada, uma vez que estas características, isoladamente, não permitem perceber se existe adulteração.

Isto é particularmente relevante porque um óleo mais barato pode ser manipulado para adquirir uma aparência semelhante àquela que o consumidor associa ao azeite.

DOP e IGP podem dar informação adicional

Certificações como Denominação de Origem Protegida (DOP) ou Indicação Geográfica Protegida (IGP) permitem identificar produtos sujeitos a regras específicas de produção e origem.

Ainda assim, a existência de um símbolo ou expressão no rótulo não dispensa a verificação dos restantes elementos. A ASAE já apreendeu em investigações anteriores rótulos falsificados e produtos que utilizavam indevidamente referências a denominações protegidas.

O teste do frigorífico não é garantia

Um dos truques caseiros mais divulgados consiste em colocar o azeite no frigorífico ou congelador e avaliar a sua consistência. Esse método, porém, não permite confirmar com segurança se um produto é azeite genuíno.

A composição dos azeites varia e o comportamento a baixas temperaturas também pode ser diferente. Quando existe suspeita de fraude, a confirmação passa por análises físico-químicas e sensoriais em laboratório, como acontece nas investigações da ASAE. Na operação realizada em 2026, a autoridade recolheu amostras precisamente para esse tipo de análise.

Afinal, como reduzir o risco de comprar azeite falsificado?

A regra mais simples é juntar vários sinais: desconfiar de preços anormalmente baixos, evitar embalagens sem rótulo, confirmar a origem e a identificação do produtor ou embalador e ter especial cuidado com ofertas feitas através de redes sociais ou vendedores cuja proveniência não seja clara.

A ASAE lembra ainda que as menções obrigatórias presentes no rótulo são importantes indicadores de autenticidade e rastreabilidade. Se a embalagem não permite perceber claramente o que está a comprar, quem o colocou no mercado ou de onde vem o produto, há razões para ter cautela.

Leia também: É barato, está na época e faz bem ao cérebro, coração e intestino: nutricionistas recomendam este alimento

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Americanos perguntaram a 3 especialistas qual é o prato que todos devem provar em Portugal e houve um que se destacou

Portugal é conhecido internacionalmente pelas suas praias, paisagens e património histórico, mas há outro motivo que continua a conquistar os turistas estrangeiros: a gastronomia. Uma revista norte-americana decidiu perguntar a três especialistas em viagens quais são os pratos que ninguém deve deixar de provar durante uma visita ao país, e uma receita tradicional portuguesa destacou-se entre as recomendações.

A revista Travel + Leisure revelou as escolhas de profissionais ligados ao turismo em Portugal. Apesar de os pastéis de nata continuarem a ser uma das especialidades mais conhecidas além-fronteiras, os especialistas destacaram sobretudo os pratos de peixe, com especial atenção ao bacalhau à Brás.

Este prato português conquistou os especialistas

O bacalhau à Brás foi uma das principais recomendações apresentadas pelos especialistas consultados pela publicação norte-americana.

Preparado com bacalhau desfiado, batata palha, cebola e ovos, este prato é uma das receitas mais conhecidas da gastronomia portuguesa, sendo habitualmente servido com salsa e azeitonas.

Álvaro Diez Diaz, especialista em experiências turísticas em Portugal na Butterfield & Robinson, destacou a importância desta receita na identidade gastronómica nacional.

Segundo o especialista, existem três sabores que ajudam a contar a história de Portugal, incluindo as sardinhas assadas durante o verão e o bacalhau à Brás, que considera um exemplo da tradição e da cozinha de conforto portuguesa.

Especialista explica porque escolheria o bacalhau à Brás

Daniel Ponce, fundador de uma empresa de experiências turísticas sediada em Sintra, também apontou o bacalhau à Brás como uma das melhores escolhas para quem visita Portugal.

“Se tivesse de escolher apenas um prato, diria bacalhau, especialmente bacalhau à Brás”, afirmou à Travel + Leisure.

O especialista explicou que esta receita representa muito mais do que uma simples refeição, uma vez que está associada à história e aos hábitos alimentares dos portugueses.

Ponce recordou ainda a conhecida expressão de que existem mais de 365 maneiras de preparar bacalhau em Portugal, destacando a combinação de ingredientes que torna o bacalhau à Brás particularmente apreciado.

Sardinhas assadas também estão entre as recomendações

Embora o bacalhau tenha conquistado especial destaque, os especialistas aconselham os visitantes a explorar outras especialidades regionais.

Entre as sugestões encontram-se as sardinhas assadas, especialmente populares durante os meses de verão e nas localidades costeiras portuguesas.

A revista destaca também a importância de conhecer a gastronomia fora dos principais centros turísticos, uma vez que diferentes regiões apresentam receitas e tradições próprias.

Em Sintra, por exemplo, os travesseiros são apontados como uma especialidade que merece ser provada, enquanto nas zonas costeiras as sardinhas continuam a ocupar um lugar importante à mesa.

Há outro hábito alimentar português que surpreende os estrangeiros

João Carvalho, também especialista em experiências turísticas na Butterfield & Robinson, chamou a atenção para um elemento da alimentação portuguesa que nem sempre recebe o mesmo destaque internacional: a sopa.

Segundo o especialista, quem pretende comer como os portugueses deve começar por pedir uma sopa antes do prato principal.

Carvalho explicou que este alimento faz parte da rotina de muitas famílias portuguesas, sendo uma forma tradicional de incluir legumes na alimentação diária.

Outra das suas recomendações são os rissóis, frequentemente encontrados em pastelarias e estabelecimentos de restauração por todo o país.

Estes salgados, normalmente preparados com recheios de camarão, carne ou bacalhau, podem acompanhar uma sopa e constituir uma refeição ligeira tipicamente portuguesa.

Pastel de nata continua a ser obrigatório para os turistas

Apesar das recomendações centradas nos pratos principais, os especialistas não esqueceram aquela que é uma das sobremesas portuguesas mais reconhecidas internacionalmente.

O pastel de nata continua a ser considerado uma experiência gastronómica indispensável para quem visita Portugal.

A publicação norte-americana destaca a combinação da massa folhada estaladiça com o recheio cremoso, recomendando que seja servido quente e acompanhado por um pouco de canela.

A história deste doce está associada à tradição conventual portuguesa, particularmente à região de Lisboa, onde se tornou um dos símbolos mais conhecidos da pastelaria nacional.

Para os especialistas ouvidos pela Travel + Leisure, a gastronomia portuguesa vai muito além dos doces e das receitas mais divulgadas internacionalmente.

Entre pratos de peixe, sopas, salgados e especialidades regionais, a principal recomendação é descobrir os sabores tradicionais do país. Ainda assim, o bacalhau à Brás foi uma das escolhas mais consensuais, destacando-se como uma das receitas que melhor representam a cozinha portuguesa aos olhos dos visitantes estrangeiros.

Leia também: Uma sobremesa por mês? As novas regras dos refeitórios escolares estão a surpreender pais e alunos

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Los españoles adelantan hasta una hora las cenas en restaurantes por cuestiones de negocios... y salud

Un estudio ha revelado que los españoles han adelantado su hora media de cena en la restauración casi una hora en la última década, lo que responde a razones de rentabilidad para los hosteleros, pero también de salud para el consumidor.

El sistema de reservas para restaurantes CoverManager ha analizado la tendencia y confirmado que, mientras que en 2016 el 31,5% de los comensales nacionales reservaban antes de las 21.00 horas, diez años después el porcentaje es casi el doble, concretamente el 56,9%.

El adelanto de la hora de cenar es diverso en los distintos territorios, desde Cádiz con el horario más tardío (21.30 horas de media) hasta Canarias con el más adelantado (20.15); mientras que las grandes capitales como Madrid y Barcelona lo hacen a las 21.00 y 20.45 horas, respectivamente.

Según datos del portal de reservas TheFork, las reservas para cenar a las 22.00 horas han pasado de suponer el 15% del total en 2019 a solo el 7% en 2026.

Lo contrario ocurre con las cenas dos horas antes, a las 20.00 horas, que TheFork cifraba en el 6% en 2019 y actualmente se sitúa en un 16% de las reservas.

El efecto pandemia

Como ha explicado el presidente de la patronal Hostelería de España, José Almeida, esta transformación viene dándose desde la covid, cuando los establecimientos estaban obligados a cerrar a las 23.00 horas, lo que produjo un "movimiento de las cenas" a un horario más temprano.

Almeida ha señalado otras razones, como el control horario provocado por la reforma laboral, que ha hecho que los locales intenten "recortar horas muertas" y cierren cocina antes de las once de la noche.

El presidente de la asociación se ha referido, además, a la influencia del turismo extranjero, "acostumbrado" a cenar antes y cada vez más presente en las ciudades españolas, lo que provoca que los establecimientos "tengan más ambiente" horas antes.

Un horario rentable

Según el estudio de CoverManager, aquellos restaurantes que empiezan sus servicios antes de las 20.00 horas registran un 30% más de rotación por mesa en el fin de semana.

La posibilidad de ejecutar un doble turno hace que estos locales atiendan a una media de 97,2 comensales por noche, un 51% más que los 64,5% clientes de los restaurantes con horario tradicional.

Almeida ha matizado que la gente sale "cada vez menos" a cenar entre semana, en contraposición a la rentabilidad generada los fines de semana.

La importancia de la salud

Adelantar el horario de cenas es bueno para la salud, según la nutricionista Laura Arranz, quien ha explicado que a partir de las 20.00 horas el sistema digestivo va "apagando" su función, algo que se acentúa con cada hora que pasa, y tiene "menor capacidad" para procesar todo lo que le llega.

Arranz ha detallado que, si por la noche se ingieren alimentos con glucosa, como una pieza de fruta, subirá la glucemia "tres veces" más que si se hace por la mañana.

Las ingestas nocturnas, ha añadido la nutricionista, no favorecen el control del peso corporal, el sueño ni la función digestiva, ya que van "en contra" de los ritmos circadianos.

Para Arranz, la hora más tardía aceptable para la cena debería ser a las 21.00 horas; después de las 21.30 y, sobre todo, desde las 22.00 horas, es "terrible".

La nutricionista ha precisado que en verano sí es posible atrasar horarios, ya que hay más horas de luz y los "relojes internos" están adaptados a ese otro ritmo.

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Hora muda no próximo fim de semana

Portugal vai atrasar os relógios na noite do próximo sábado (24 de outubro) para domingo (25), entrando, por cinco meses, na hora de inverno.

Assim, às 02:00 do próximo dia 25 (domingo), os relógios atrasam 60 minutos. 

Em Portugal Continental e na Madeira passa a ser 01:00.

Nos Açores, a mudança é feita às 01:00, passando para as 00:00.

A hora de inverno estende-se até 28 de março.

Segundo a legislação nacional e comunitária, as mudanças de hora acontecem no último domingo de outubro (hora de inverno) e no último domingo de março (hora de verão).

O conteúdo Hora muda no próximo fim de semana aparece primeiro em O MINHO.

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Pollo pochado: la receta china para conseguir una pechuga tierna y jugosa

Muy simple pero muy sabroso

Más allá del huevo, los alimentos pochados no suelen tener la mejor fama frente a los sometidos a otros métodos de cocción. Es hora de cambiar esto: pochar implica cocer en un líquido o en una grasa a baja temperatura de manera que el alimento se ablande pero nunca llegue a dorarse ni tostarse, lo que suele dar lugar a un resultado suave y reconfortante si se hace correctamente. El pollo es perfecto para ponerlo en práctica.

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Em Famalicão come-se croissant com panado

A confeitaria Bom Gosto, em Famalicão, tem no menu uma iguaria improvável, mas que “tem conquistado” os famalicenses e visitantes: croissant com panado.

A sandes já famosa foi destacada, esta sexta-feira, pelo autarca Mário Passos, que visitou o estabelecimento com 67 anos de história.

“A combinação pode parecer improvável, mas é já uma das especialidades mais emblemáticas desta confeitaria”, refere o presidente da Câmara, numa publicação nas redes sociais.

Em Famalicão come-se croissant com panado
Foto: CM Famalicão
Em Famalicão come-se croissant com panado
Foto: CM Famalicão
Em Famalicão come-se croissant com panado
Foto: CM Famalicão
Em Famalicão come-se croissant com panado
Foto: CM Famalicão
Em Famalicão come-se croissant com panado
Foto: CM Famalicão
Em Famalicão come-se croissant com panado
Foto: CM Famalicão
Em Famalicão come-se croissant com panado
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Em Famalicão come-se croissant com panado
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Em Famalicão come-se croissant com panado
Foto: CM Famalicão

A confeitaria Bom Gosto, instalada no centro da cidade, está classificada no programa municipal “Comércio com História”.

@o.tasqueiro CROISSANT COM PANADO É TOP! Confeitaria Bom Gosto – Famalicão 📍 📹: @riscodigido #comida #otasqueiro #tasco original sound – O Tasqueiro

“É também destes sabores, da tradição e de quem a mantém viva que se faz a identidade de Famalicão”, conclui o autarca.

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Uma sobremesa por mês? As novas regras dos refeitórios escolares estão a surpreender pais e alunos

Os refeitórios escolares vão deixar de poder servir vários alimentos ultraprocessados e passam a ter regras mais apertadas para sobremesas doces, carne vermelha, fritos e produtos processados. As novas orientações para as refeições escolares foram divulgadas esta sexta-feira e apontam para uma alimentação mais próxima da Dieta Mediterrânica, alterando significativamente a composição das ementas servidas aos alunos.

De acordo com a agência noticiosa Lusa, as “Orientações para Refeições e Refeitórios Escolares de 2026”, preparadas pelo Instituto de Educação, Qualidade e Inovação (EDUQA) em colaboração com a Direcção-Geral da Saúde, estabelecem um conjunto de novas regras destinadas a promover hábitos alimentares mais saudáveis entre crianças e jovens.

Menos processados, mais fruta e leguminosas

Entre as principais alterações está a proibição de produtos ultraprocessados de carne e de pescado com mais de 40% de redução da proteína animal. Nesta categoria incluem-se alimentos como nuggets, delícias do mar, barritas ou filetes de peixe processados e produtos semelhantes.

As orientações determinam igualmente que as ementas escolares não devem integrar preparados à base de carne ou pescado como rissóis, croquetes ou pastéis de bacalhau. Os enchidos, fiambre e outras carnes processadas passam a ter uma utilização residual, devendo servir apenas para conferir sabor a determinadas preparações.

A fruta fresca assume agora um papel central. A sobremesa deverá ser, regra geral, fruta, sendo exigida a disponibilidade de três variedades diferentes. As sobremesas doces, como gelados de leite, sobremesas lácteas ou gelatinas, ficam limitadas a uma única vez por mês.

Também nas bebidas há uma alteração clara: a água passa a ser a única opção disponível nos refeitórios escolares.

Carne vermelha reduzida e mais refeições de peixe

As novas directrizes reforçam ainda a necessidade de diminuir o consumo de carne vermelha. As escolas deverão servir, no máximo, quatro refeições deste tipo por mês. Em alternativa, é incentivada a utilização de carnes brancas.

Já o pescado ganha maior relevância, recomendando-se que o número de refeições à base de peixe seja igual ou superior ao das refeições de carne. Os ovos, por sua vez, apenas deverão surgir uma vez por semana como fonte proteica animal exclusiva.

As leguminosas passam a ter presença diária nas refeições dos alunos, podendo ser incluídas na sopa ou no prato principal. Também os hortícolas deverão integrar o tabuleiro todos os dias.

Menos sal, menos fritos e mais produtos locais

As orientações recomendam ainda uma maior utilização de cereais integrais, uma redução do teor de sal e o recurso a ervas aromáticas como alternativa para temperar os alimentos. O sal utilizado deverá ser obrigatoriamente iodado.

As frituras ficam limitadas a duas vezes por mês. Em simultâneo, é incentivada a utilização de produtos locais e sazonais, bem como a valorização das receitas tradicionais portuguesas e dos métodos de confecção associados à Dieta Mediterrânica.

A opção vegetariana mantém-se obrigatória em todas as escolas. No entanto, produtos como tofu, seitan, tempeh e similares não deverão ser servidos mais de duas vezes por mês, privilegiando-se o recurso às leguminosas.

Refeitórios com papel educativo

Além das alterações alimentares, o documento atribui aos refeitórios uma função pedagógica na promoção de hábitos saudáveis e na redução do desperdício alimentar.

As refeições deverão decorrer durante pelo menos 30 minutos, sem contabilizar o tempo de espera para entrada no refeitório, que não deverá ultrapassar os 10 a 15 minutos. A organização da linha de serviço também é abordada: os legumes devem surgir primeiro e a fruta deve estar colocada em local visível e apelativo.

As orientações incluem ainda a revisão das porções alimentares em função das diferentes faixas etárias e reforçam a protecção das crianças e jovens através da limitação de espécies de pescado com elevados teores de metilmercúrio. Segundo a mesma fonte, estas medidas procuram assegurar refeições nutricionalmente equilibradas e acessíveis a todos os alunos, independentemente do respectivo contexto socioeconómico.

Leia também: Qualidade do ar vai piorar com passagem de massa de ar do norte de África

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Menus a preços económicos no Algarve para esta sexta-feira, 16 de outubro

Está a pensar ir comer fora? Veja aqui algumas sugestões de menus a preços económicos.

Se tem um restaurante e pretende colocar aqui – de forma gratuita – o seu menu, envio-o no dia anterior ou, no máximo, até às 10h00 do dia a que se refere para: guiaalgarve@gmail.com.

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Concelho de PORTIMÃO

Restaurante Porta Certa (Portimão)

Estrada de Alvor, 1A. Contacto telefónico: 282 475 256. Email: restauranteportacerta@gmail.com

Aberto de 2ª a 6ª feira das 08h30 às 20h30


 

Restaurante O Quinto Império (Portimão)

Avenida João Paulo II, L2. Contacto: 282 074 993. Email: reservas@oquintoimperio.com

Aberto de 2ª feira a sábado, das 12h00 às 14h30 e das 19h00 às 22h00


 

O Ténis Restaurante/Snack Bar (Portimão)

Rua do Viveiro. Contacto: 282 485 715. Email: rest.otenis.ezequiel@gmail.com

Aberto de terça a sábado, das 12h00 às 15h00 (almoço); das 15h00 às 17h00 (petiscos/snacks) e das 19h00 às 22h00 (jantar) e ao domingo, das 12h00 às 15h00

 


Tasca Ibérica (Portimão)

R. Poe. António Aleixo, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira das 07h30 às 19h00


Restaurante Ti Emília (Portimão)

EN 124, nº6. Contacto: 963 795 627


 

Snack-Bar Raminha (Portimão)

Rua da Raminha, Lote 19, Loja A, Portimão

Contacto: 282 482 522

Sopa do Dia
Pato Assado no Forno
Filetes de Pescada

Petisqueira Os Moinhos (Portimão)

Rua Projectada À Rua Caldeira Do Moinho Edif. Abicada, Lj. 6, Portimão

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 12h00 às 15h00

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Concelho de LAGOS

Restaurante O Caseiro (Lagos)

Sítio do Arão, EM 539, Sítio do Arão, Odiáxere, Lagos. Contacto: 910 799 846

Aberto de terça-feira a sábado, das 10h00 às 22h00, e ao domingo, das 12h00 às 15h00


 

Restaurante Farol dos Petiscos

R. Dr. José Reis Junior, Lagos. Contacto: 919 567 554

Aberto de segunda a sábado. Almoços e jantares

Concelho de LAGOA

Restaurante Mi-Ema (Lagoa)

Rua da Liberdade 58, R/c, fração A, Lagoa. Contacto: 916 535 840

Aberto de 2ª a 6ª feira, para almoços, das 11h30 às 15h30. O serviço de take-away funciona das 11h30 às 17h00

Concelho de MONCHIQUE

Pai Manel Snack Bar (Monchique)

Estrada Velha, Monchique. Contacto: 282 913 022

Aberto de 2ª a 6ª feira, das 07h30 às 19h30

Sexta-feira:
Carne de Porco com Cogumelos
Carapaus Alimados

Concelho de SILVES

Restaurante O Casinhas (Silves)

Torre e Cercas de Silves. Contactos: 967 677 848 e 282 115 692

Aberto de 2ªa 6ª, das 11h00 às 21h00

 


 

Restaurante O Tradicional (Algoz)

 Rua Dr. Ataíde de Oliveira 45 Rés de Chão, 8365-069 Algoz. Contacto: 916 745 631


 

Laly Take Away(Pêra)

Rua João de Deus, Lj. 1, Pêra (Traseiras do Mercado Municipal de Pêra)

Aberto das 11h30 às 14h30 e das 18h30 às 21h30, de segunda a sexta-feira

 

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Concelho de LOULÉ

Restaurante Bambu (Quarteira)

Rua da Nora, Quarteira (em frente ao Intermarché). Contacto: 968 557 477

Aberto de 2ª a domingo, das 12h00 às 15h00


 

Restaurante Colher de Pau (Almancil)

Rua Francisco Guerreiro Mealha, Almancil. Contactos: 289 391 273 e 264 787 362

Aberto de segunda a sexta-feira, das 11h00 às 15h00

Concelho de FARO

Café do Zé (Faro)

Rua Coronel António Santos Fonseca, 20, Faro. Contacto: 289 862 800

Aberto de segunda-feira a sábado, das 07h30 às 22h00

Concelho de OLHÃO

A Minha Cozinha (Olhão)

Rua Dr. João José de Mendonça Cortez, nº 2, Olhão. Contactos: 965 121 030 e 289 723 095

Aberto de segunda a sexta, das 11h30 às 18h00, e ao sábado, das 11h30 às 15h00


 Manos Consta Restaurante (Olhão)

Sítio do Lamaceiro 253A, Olhão. Contacto: 289 101 750


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Concelho de TAVIRA

Casa da Avó (Tavira)

Avenida Doutor Mateus Teixeira de Azevedo, Tavira. Contacto: 281 326 279/915 313 009. E-mail: casadaavo2020@outlook.pt

Aberto de 2ª a sábado, das 12h00 às 21h00

 

 

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Autarquias do Algarve chamadas a aderir ao Heróis da Fruta para levar projeto às escolas

Câmaras municipais e juntas de freguesia do Algarve são convidadas pela Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) a tornarem-se parceiras oficiais do Heróis da Fruta, projeto dirigido à educação pré-escolar e ao 1.º ciclo do ensino básico.

A associação lançou uma nova área online dedicada às autarquias, através da qual municípios e freguesias podem formalizar gratuitamente a parceria, convidar escolas a participar, divulgar a iniciativa junto da comunidade e acompanhar em tempo real as turmas inscritas nos respetivos territórios.

De acordo com a APCOI, uma em cada três crianças em Portugal vive com excesso de peso ou obesidade e cerca de 70% não consome diariamente fruta ou vegetais em quantidade suficiente.

O “Heróis da Fruta”, apresentado pela associação como uma iniciativa de literacia alimentar em contexto escolar, já alcançou um milhão de alunos da educação pré-escolar e do 1.º ciclo. As escolas e agrupamentos podem inscrever gratuitamente as turmas até 31 de outubro.

Autarquias podem acompanhar escolas e turmas inscritas

O novo espaço digital permite às autarquias aceder a convites preparados para enviar às escolas, materiais de divulgação e informação atualizada sobre as adesões em cada concelho e freguesia.

O registo dá ainda acesso a uma área reservada, onde a parceria é formalizada através da assinatura digital de um protocolo de cooperação.

A APCOI pretende, desta forma, envolver diretamente o poder local na divulgação e acompanhamento do desafio, procurando aumentar o número de escolas e crianças participantes.

“Não conseguimos chegar a todas as crianças sozinhos. Precisamos das autarquias e dos parceiros locais para escalar este modelo e garantir que nenhuma criança da região fica para trás na prevenção da obesidade”, afirma Mário Silva, presidente da APCOI.

Projeto-piloto em Lisboa apresentou maior adesão

A associação apresenta como exemplo a experiência do “Heróis da Fruta 2.0”, desenvolvida no último ano letivo na freguesia da Ajuda, em Lisboa, em parceria com a respetiva Junta de Freguesia e no âmbito do programa Cities for Better Health da Novo Nordisk.

A avaliação foi realizada pelo Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (ISAMB-FMUL).

Segundo os dados divulgados pela APCOI, 90% das escolas da Ajuda aderiram ao projeto-piloto, face a 7% na edição nacional. Todas as turmas participantes concluíram o desafio, enquanto no programa nacional a percentagem foi de 28%.

A associação indica ainda que 87% das crianças abrangidas na Ajuda provaram novas frutas ou vegetais durante o projeto, contra 54% na edição nacional.

“Alimentação saudável nas escolas não é um gasto, é um dos melhores investimentos que uma autarquia pode fazer. Na Freguesia da Ajuda demonstrámos que, quando a autarquia e as escolas dão as mãos, conseguimos mudar efetivamente as lancheiras dos nossos alunos”, afirmou Jorge Marques, presidente da Junta de Freguesia da Ajuda, durante a 1.ª Conferência Heróis da Fruta.

Mário Silva destaca como uma das componentes do projeto a expectativa criada entre as crianças em torno da conclusão do desafio. “Talvez o mais simples de todos: cada criança sabia que, no final das 5 semanas, as mascotes do Heróis da Fruta iam visitar a sua escola para entregar os diplomas e os prémios de participação. Quem não se esforçaria por isso? É esta motivação que queremos levar a cada vez mais escolas do país.”

Avaliação aponta maiores ganhos entre crianças de famílias com menores rendimentos

De acordo com a APCOI, a avaliação realizada pelo ISAMB-FMUL concluiu que as crianças pertencentes aos escalões A e B da Ação Social Escolar registaram os maiores ganhos comportamentais, atingindo 64% de consumo regular de frutas e vegetais no final da intervenção.

O método utilizado inclui jogos, canções e missões diárias, procurando introduzir a temática da alimentação saudável na rotina das turmas.

“Inscrever os meus alunos nos ‘Heróis da Fruta’ já faz parte da preparação do meu ano letivo. São apenas 5 a 10 minutos diários de incentivo positivo. Se uma criança se esquece de levar fruta, os colegas partilham para que todos possam pintar a sua estrela no passaporte. Cria um espírito de entreajuda lindo na sala de aula”, afirmou Carla Teodoro, professora do 1.º ciclo, durante a 1.ª Conferência Heróis da Fruta.

Tuk Tuk, Yoga e Sushi são as três personagens principais do projeto educativo.

As autarquias interessadas podem efetuar gratuitamente o registo na plataforma dedicada do “Heróis da Fruta”, enquanto as escolas e agrupamentos dispõem até 31 de outubro para inscrever as respetivas turmas.

Leia também: Fogo em habitação deixa cinco feridos e mobiliza socorro em Olhão

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Albufeira recebe confrarias de todo o país para celebrar vinho e gastronomia

Representantes de cerca de duas dezenas de confrarias enogastronómicas de vários pontos do país vão reunir-se no domingo, 25 de outubro, no concelho de Albufeira, para o X Capítulo da Confraria do Bacchus de Albufeira.

O programa começa às 9:45, na Igreja de São José, em Ferreiras, com a receção das confrarias, confrades e convidados, acompanhada por um pequeno-almoço.

Às 11:00 realiza-se a homilia, seguida de uma homenagem aos confrades falecidos e da cerimónia de entronização, durante a qual serão formalmente constituídos os novos confrades da instituição.

Desfile leva confrarias às ruas de Ferreiras

A partir das 12:15, o programa passa para as ruas de Ferreiras, com um desfile aberto à população e visitantes.

Os participantes vão percorrer a freguesia com capas, insígnias e estandartes, num cortejo que reúne confrarias ligadas a diferentes produtos, territórios e tradições gastronómicas.

Entre as presenças confirmadas estão a Confraria do Vinho de Carcavelos, a Confraria do Presunto e Cebola do Douro, Tâmega e Sousa, a Real Confraria do Alvarinho, a Confraria dos Sabores Poveiros, a Confraria Gastronómica e Enófila Terras de Carregal do Sal, a Confraria Enogastronómica da Madeira, a Confraria dos Vinhos do Douro, a Confraria da Vitela Assada de Fafe e a Confraria do Covilhete.

Juntam-se ainda a Confraria do Frango da Guia, a Confraria Gastronómica Serra do Caldeirão, a Confraria Olhanense do Litão, a Confraria do Atum, a Confraria de Vila do Conde, a Confraria Arinto de Bucelas, a Confraria do Frango na Púcara e a Confraria do Frango do Campo.

Almoço de confraternização encerra o encontro

A jornada termina a partir das 13:00 no Hotel Auramar, em Albufeira, com um almoço de confraternização e a tradicional troca de prendas entre as entidades participantes.

Fundada em 2007, a Confraria do Bacchus de Albufeira dedica-se à promoção do património gastronómico e vitivinícola nacional.

A instituição é responsável pela organização da Grande Mostra de Vinhos de Portugal em Albufeira, que este ano chegou à 15.ª edição, e do Concurso de Vinhos Nacionais, certificado pelo Instituto da Vinha e do Vinho, cuja 11.ª edição distinguiu 38 vinhos através de prova cega.

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Verde, rosa e roxo: Astrónomos revelam as cores reais das anãs brancas

A anã branca fria WD J1330+6435 acumulou na sua atmosfera material rochoso rico em sódio, proveniente do seu sistema planetário. Para a maioria das estrelas, a cor aparente está relacionada com a temperatura. As estrelas mais frias tendem a apresentar tons alaranjados, enquanto estrelas como o Sol parecem brancas e as mais quentes exibem tonalidades azuladas. Segundo o Phys.org, pensava-se que as anãs brancas seguiam, em geral, a mesma regra. Estas estrelas receberam o nome devido ao aspeto branco dos primeiros exemplares identificados, muitos dos quais eram suficientemente quentes para emitir uma luz branca ou azulada. No entanto, um novo

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Silves | Município promove gastronomia e vinhos do concelho no festival nacional de gastronomia

O Município de Silves vai marcar presença no Festival Nacional de Gastronomia, no dia 31 de outubro, na Casa do Campino, em Santarém, a convite da AMPV – Associação de Municípios Portugueses do Vinho. Integrado no Festival Nacional de Gastronomia, o Salão do Vinho e da Gastronomia, dinamizado este ano pela AMPV, reúne, de 22 […]

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