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Vídeo mostra bombeiros e polícias a juntarem-se aos atuais protestos em França?

Um vídeo que mostra bombeiros franceses a atravessarem uma manifestação, de tochas na mão e sob aplausos, está a circular nas redes sociais como se mostrasse os profissionais a juntarem-se aos protestos que têm marcado França nas últimas semanas. Mas será que as imagens são atuais? A SIC Verifica.

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Trump e extrema direita fomentam discursos anti-Ucrânia na Europa

"Nenhum euro destinado à Ucrânia está fazendo falta nos gastos sociais e com educação em nosso país", afirmou Friedrich Merz, na quinta-feira (15), em discurso ao Parlamento. A ressalva do primeiro-ministro não foi sem motivo: financiar a guerra contra a Rússia está se tornando um peso eleitoral difícil de sustentar na Alemanha e na Europa. Leia mais (10/19/2026 - 16h28)
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João Bento, ex-CEO dos CTT, torna-se sócio da Caldrew Capital


João Bento, ex-CEO dos CTT – Correios de Portugal tornou-se sócio não-executivo da empresa de investimento Caldrew Capital. O gestor que liderou o operador postal até abril juntou-se à sociedade especializada em aquisições criada pelo investidor Manuel Queiroz Pereira e pelo empreendedor João de Sousa Aroso, fundador da Leadzai.

A Caldrew Capital considera que João Bento “dispensa apresentações no mundo empresarial português”, porque não só preside aos conselhos de administração do grupo Altri e da Lisnave Estaleiros Navais, como foi CEO dos CTT, da Efacec e da Gestmin, bem como COO da Brisa.

“Com um percurso marcado pela transformação e criação de valor, aliado a uma vasta experiência em órgãos sociais, passou a carreira a conduzir grandes organizações em períodos de mudança, sendo reconhecido pela clareza de juízo que acionistas e conselhos procuram quando os desafios aumentam”, informou esta segunda-feira a empresa, numa publicação na rede social LinkedIn.

“Esse juízo é precisamente o que as empresas com que trabalhamos mais vão precisar. Investimos em PME lideradas pelos seus fundadores, com fundamentos sólidos, num momento em que o crescimento adicional depende menos de capital e mais de profundidade de gestão e de governance. O João construiu ambas em larga escala, e ajudará a apoiar os nossos fundadores a fazer o mesmo”, defende a empresa fundada em 2026 e com sede em Lisboa.

Numa entrevista recente ao ECO, João Bento deixou claro que saía dos CTT sem falar propriamente de reforma. Em declarações antes de deixar a liderança dos correios, descreveu a transição como uma decisão tomada “na idade certa”: não quer deixar de trabalhar, mas quer deixar de ser executivo. Aos 65 anos, quase em simultâneo com o fim do mandato, passou “para o outro lado” da relação entre chairman e CEO – primeiro na Altri e depois na Lisnave – e deixou pistas sobre o futuro. “Estou aberto a considerar uma posição não executiva internacional se aparecer. Mas não farei nada por isso”, disse ainda.

Quando os CTT anunciaram que João Bento iria abandonar o cargo de CEO, explicaram que se deveu ao facto de, “tendo completado 65 anos, decidiu, conforme o seu plano pessoal, terminar a sua carreira executiva no final do atual mandato do conselho de administração dos CTT”, concluindo assim as suas funções na Assembleia Geral Anual, a 30 de abril de 2026.

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Fusão Elf-Rhode abriu vaga de negócios na cosmética. Como a beleza também ‘hidrata’ o M&A


Os cremes, produtos de maquilhagem, perfumes, protetores solares e outros cosméticos também têm uma palavra a dizer no mercado das fusões e aquisições. O crescente interesse pelos cuidados de pele e a massificação no Ocidente das rotinas de beleza sul-coreanas - a chamada k-beauty - está a materializar-se em mais negócios entre as grandes marcas, que procuram dimensão e especialização.

O índice transacional da BeautyMatter registou 73 transações neste setor durante o segundo trimestre, o que significou um aumento homólogo de 21,9%, incluindo M&A e investimentos em expansão. Entre janeiro e março,…

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A madrugada da "revolução" sem polícia na Praça D. João I

Assembleia popular aprovou pernoitar e tendas. Depois, caixotes arderam e PSP exigiu desmobilização. Observador esteve nas negociações entre manifestantes e polícias: "Isto é a revolução, Sr. Agente".

© GUILHERME COSTA OLIVEIRA/OBSERVADOR

Minutos antes destas conversas intermitentes com a polícia, deflagrou um foco de incêndio junto a contentores do lixo nas imediações da praça
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Imagem da Pantera Cor-de-Rosa nos protestos em Paris é real?

O descontentamento saiu às ruas de Paris e, no meio dos protestos de estudantes que exigem melhores condições nas escolas e mais professores, há uma figura que não passa despercebida: a Pantera Cor-de-Rosa. Uma imagem mostra uma pessoa vestida da famosa personagem de animação em pleno protesto. Mas será que o registo é real? A SIC Verifica.

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“Não é só a gasolina, são os frigoríficos, os aquecedores e a liberdade de expressão”: “Barba Amarela” vestiu o colete para protestar em Paris

A mobilização deste sábado levou entre 550,000 e 800.000 de pessoas à rua em França. Já não é apenas um movimento estudantil, é agora um protesto colaborativo, que reúne ativistas, políticos, sindicatos e marcou o regresso dos coletes amarelos

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Estudantes desenvolvem plataformas para combater a desinformação

Logo Agência Brasil

É muito fácil criar qualquer tipo de conteúdo com inteligência artificial (IA). Qualquer pessoa pode, com alguns cliques, criar imagens, textos e vídeos. Tudo isso pode servir para informar ou mesmo para criar conteúdos falsos, que divulgam mentiras.

Até onde vai o impacto do que as pessoas criam com a IA? Essa foi uma das perguntas que motivou as estudantes Alice Gomes, Beatriz Vasconcellos e Letícia de Oliveira, de 14 anos de idade, do 9º ano do Colégio e Curso Desafio, em Recife, a criarem a ferramenta Pense Bem. 

Notícias relacionadas:

O projeto venceu o HackaNAV 2026, competição nacional de inovação organizada pelo Nave a Vela, solução de educação tecnológica da Arco Educação. Como prêmio, as estudantes ganharam uma imersão tecnológica na agência de pesquisa espacial dos Estados Unidos, a Nasa.

“No Pense Bem, você pode colocar publicações que você pretende fazer para que ele faça o cálculo de risco, como que isso pode escalonar, se aquilo ali pode ter um efeito dominó negativo”, explica Beatriz Vasconcellos, uma das estudantes criadoras do Pense Bem.

A plataforma já está no ar, mas ainda deve ser aprimorada para ser lançada oficialmente.  

“Antes de publicar, pense no impacto”, esse é o convite para quem acessa. A partir daí, são feitas diversas perguntas para que se possa avaliar se o conteúdo oferece ou não algum risco ao ser divulgado. 

Entre as perguntas estão:

  •  Este conteúdo envolve nudez, material íntimo ou sexual de alguém menor de 18 anos - ou de qualquer pessoa sem consentimento?
  •  Foi gerado ou editado por IA?
  •  Há pessoas reais reconhecíveis?
  •  Elas deram consentimento?
  •  Mostra os fatos como realmente aconteceram?

A plataforma, então, classifica o conteúdo quanto ao risco e aponta se é possível fazer adequações ao conteúdo e a postagem para que ela não gere desinformação e cause danos à população. 

"A gente viu em várias pesquisas que as fake news podem afetar muito a vida das pessoas, até mesmo na vida pessoal, a socialização. Fake news criada por uma pessoa, sobre uma pessoa, pode afetar diretamente até mesmo o psicológico", avalia Beatriz. 

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) chegou a classificar a desinformação como principal risco global para 2025 e para os anos que estão por vir, à frente das mudanças climáticas, da crise ambiental, dos fluxos migratórios, da violência e do terrorismo. 

Recife (PE), 16/10/2026 - Estudantes desenvolvem plataformas para combater a desinformação. Foto: Renan Braz/Divulgação Recife (PE), 16/10/2026 - Estudantes desenvolvem plataformas para combater a desinformação. Foto: Renan Braz/Divulgação
Estudantes fizeram pesquisas e entrevistas com professores, estudantes e especialistas para desenvolver o trabalho - Foto: Renan Braz/Divulgação

Democracia 

As três estudantes fizeram pesquisas e entrevistas com professores, estudantes e especialistas para desenvolver o trabalho.

“Existem muitos impactos negativos que podem acontecer por causa da desinformação. E eu acho que o que mais choca, o que mais é surpreendente, pelo menos para mim, é que eu descobri o quanto a desinformação pode afetar a nossa democracia. Tanto em ano de eleição, quanto em ano que não seja de eleição, a democracia pode ser afetada com desinformação, quando são espalhadas fake news”, disse Beatriz.

Para Alice Gomes, também integrante do grupo, a IA ajuda, mas pode também fazer com que as pessoas não questionem o que chega pela internet ou mesmo em grupos de WhatsApp de família.

“Isso faz com que a pessoa, quando ela recebe uma informação, ela não procure antes se essa informação é verdadeira ou falsa. Ela apenas pega essa informação e acaba compartilhando a informação, sem saber se ela é verdadeira ou não, sem saber as fontes dela”, disse.

Alice revela que o projeto a ajudou a mudar a forma como recebe, compartilha e cria conteúdos na internet.

“A gente vê uma notícia online ou até em aplicativos do nosso dia a dia e logo pensa ‘Nossa, eu vou pesquisar melhor sobre essa notícia’. Eu diria que melhorou o nosso pensamento como pessoa”. 

“A sua solução é fazer com que as outras pessoas também melhorem o seu dia a dia, melhorem também o seu pensamento crítico”, defende.

A terceira integrante do grupo, Letícia de Oliveira, ressalta que a pesquisa a ajudou a ver o mundo digital de outra forma e a importância de uma educação midiática e uma educação para os meios digitais.

“A gente percebe que a desinformação está sendo um problema muito grave, que afeta a população e as pessoas ao redor da gente. Eu vi, tanto no grupo da família, quanto no Instagram, pessoas sendo afetadas pelas fake news, pelas informações digitais”, disse.

“Eu acho que o assunto da desinformação digital era uma coisa falada, mas nunca foi uma coisa que eu aprofundei muito em saber. E aí, com esse projeto, eu consegui ter mais conhecimento sobre a desinformação e como nós podemos ajudar as outras pessoas a combater ela”, acrescenta a estudante.

Desdobramentos 

O Pense Bem tem ainda desdobramentos voltados para a formação nas escolas, com jogos e mesmo uma formação em educação digital, ainda em desenvolvimento. 

Esse não é o primeiro trabalho do trio, que desenvolveu também no âmbito da competição a plataforma Fato ou Boato, para identificar notícias falsas. Nela é possível colar o link da notícia para que seja analisada a veracidade.

As três estudantes estão empolgadas com a visita à Nasa e, com o projeto, contam que se interessaram mais por tecnologia. Letícia e Alice cogitam seguir carreiras em áreas tecnológicas. Já Beatriz, pretende ser médica. 

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Acampada do Porto. O dia de espera por "muito mais gente"

Fizeram-se duas assembleias por engano, mas "não há stress". Na praça D. João I, no Porto, distribuiu-se comida grátis e cantou-se com letras por código QR. Movimento espera "muita gente" no sábado.

© David Oliveira/Observador

Manifestantes espalhavam-se pela Praça D. João I, no Porto, ao fim da noite de sexta-feira, 16
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Montenegro critica protesto com tendas no Porto, mas Juventude Social Democrata fez o mesmo em 2020?

As tendas montadas na Praça D. João I, no Porto, têm alimentado a discussão política em torno dos protestos pela habitação. As críticas de Luís Montenegro trouxeram agora de volta uma imagem de 2020, usada nas redes sociais para apontar uma aparente contradição: se hoje o primeiro-ministro critica este tipo de protesto, a Juventude Social Democrata (JSD) já terá feito o mesmo no passado. Mas será mesmo assim? A SIC Verifica.

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Atirador do Oregon era ex-aluno da escola

O jovem de 16 anos, que morreu depois de disparar sobre uma turma de ensino especial, tinha estudado na escola que atacou. Griffin J. John II provocou a morte de 3 crianças e de um professor na quinta

© Getty Images

Griffin J. John II era ex-aluno na Escola Básica de Silver Lake e foi neutralizado pelo pai de dois alunos que estudavam no mesmo local.
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Novas imagens da ilha onde se suspeita que Earhart morreu

Imagens aéreas de Nikumaroro tornadas públicas pelo Museu da Força Aérea da Nova Zelândia surgem a dias de nova missão no terreno financiada pela Universidade de Purdue.

© Getty Images

"Este novo recurso de pesquisa é uma cápsula do tempo que nos permite explorar a ilha como era há" 88 anos, escreveram investigadores.
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