Zelensky reúne-se na Noruega com o enviado norte-americano



O ataque com drone que atingiu uma zona comercial junto à ligação rodoviária entre Kiev e Odessa, deixou ainda quatro feridos. Vários carros ficaram carbonizados na sequência do impacto.

É esta a interação pública de alto nível entre Kiev e Washington desde que a Ucrânia começou a relatar, há mais de uma semana, interrupções na receção de informações de inteligência sobre certos lançamentos de mísseis balísticos russos.
Questionado sobre a possibilidade de um encontro na China com Xi Jinping e Vladimir Putin, no próximo mês, para discutir a guerra na Ucrânia, Donald Trump afirmou estar aberto à iniciativa, mas salientou que as conversações terão de se centrar nas armas nucleares.




© ANGELO CARCONI/EPA
O Papa Leão XIV falou por telefone com Volodymyr Zelensky e pediu colaboração com a Rússia para permitir a entrada de ajuda humanitária e a retirada segura dos civis de Oleshky, na região ucraniana de Kherson, ocupada pelas forças russas.
O Presidente ucraniano disse que a partilha de informações “esteve bloqueada durante algum tempo e, depois, foi desbloqueada pelo lado norte-americano”. “Não sei onde é que ele vai buscar tudo isto ou porque é que partilha isto com a imprensa”, respondeu Rubio.
Os planos russos terão como objetivo alcançar um fim da guerra que favoreça Moscovo. Como tal, o Presidente ucraniano não estaria incluído na equação para se sentar à mesa destas negociações.

O Presidente dos EUA assegura que Zelensky poderia ter conseguido há dois anos "um acordo melhor do que pode conseguir agora".

O principal alvo do ataque foi a capital e a segunda maior cidade do país, São Petersburgo, segundo o Ministério da Defesa russo.

Moscovo afirma ter abatido 610 drones ucranianos durante a noite, enquanto as autoridades ucranianas denunciam ataques russos que provocaram vítimas e danos em infraestruturas civis e críticas. Os aeroportos da capital russa voltaram a sofrer restrições.

O pacote de sanções restringia de forma mais rápida o fluxo de recursos financeiros que alimentam a guerra contra a Ucrânia.


O Presidente francês defende que o apoio financeiro à Ucrânia é essencial para a segurança europeia e critica a proposta de Marine Le Pen de acabar com a ajuda ao país. Emmanuel Macron garante que Paris continuará a apoiar Kiev, numa altura em que os ataques russos continuam a atingir infraestruturas energéticas ucranianas


