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Muitos separadores abertos a “travar” o computador: há soluções (não tem de os fechar)

É fácil acumular separadores. Também é útil, mas o computador pode começar a perder capacidade de desempenho. Saiba o que fazer. Provavelmente já passou por esta situação irritante: manter dezenas ou centenas de separadores abertos no navegador pode consumir grande parte da memória RAM e tornar o computador mais lento.  No entanto, muita gente não sabe que tanto o Google Chrome como o Microsoft Edge, por exemplo, têm ferramentas que permitem resolver o problema sem fechar as páginas. O problema é que as páginas web, atualmente, já não são simples documentos estáticos. Cada separador funciona como uma pequena aplicação, que

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Os carros elétricos provocam mais enjoos?

Chama-se cinetose, e é causada por “uma discrepância entre os sinais sensoriais”. Nos elétricos, o enjoo de movimento pode ser mais percetível. Lola pede ao namorado que encoste o carro. Quarenta minutos depois do início da viagem, sente náuseas e vomita, no chão, ao lado do veículo. Aos 24 anos, nunca tinha sofrido de enjoos de movimento até o namorado ter comprado um carro elétrico, há dois anos. Desde então, sente muitas náuseas quando ele a leva em viagens longas de carro, em Inglaterra. A situação tornou-se tão grave que Lola chegou a pedir ao namorado que trocasse de carro.

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ONU alerta: governos vão “ler mentes” através de interfaces com ondas cerebrais

Guterres avisa para a expansão da neurotecnologia à justiça. Embora a habilidade de “ler pensamentos” ainda não exista, a ONU considera que os avanços tecnológicos poderão tornar esta realidade possível no futuro. A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou, na semana passada, para os perigos associados ao rápido desenvolvimento da neurotecnologia, que poderá um dia permitir aos governos aceder à atividade cerebral dos cidadãos e até influenciar os seus pensamentos. Num relatório citado pelo New York Times, a ONU sublinha que estas tecnologias representam uma ameaça potencial aos direitos humanos — especialmente à privacidade, à liberdade de pensamento e à

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Cataluña rectifica y asegura que no retirará las pantallas en infantil, pero limitará su uso

En junio de 2025, en plena ola de peticiones de la prohibición de móviles en los institutos, Cataluña optó por ir a la vanguardia con una normativa que restringía teléfonos, relojes e incluso pedía retirar las pantallas en educación infantil. Unas flamantes pantallas que no hacía ni un año que se habían colgado en las clases de todas las escuelas catalanas –se compraron 32.000 pantallas interactivas de última generación, con un coste de 88 millones de euros, que pagaron los fondos Next Generation-, incluso en la etapa de infantil. Finalmente, Educación da marcha atrás y admite que estas pantallas no se pueden retirar, porque se perdería esta financiación europea, pero sí apuesta por limitar su uso y que tengan un acceso restringido a internet.

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© Joan Sánchez

Pizarras digitales en una escuela de primaria.
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"Mecanismos de controlo" na PJ têm de funcionar

O aviso surge numa altura em que está em curso uma auditoria interna, entre outras avaliações, à contratação de empresas e gestão de bens apreendidos pela instituição, durante o mandato de Luís Neves.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

"Uma instituição forte não é aquela que ignora ou esconde as suas fragilidades. É aquela que tem capacidade para as identificar, corrigir e impedir que comprometam a sua missão", sublinhou a ministra da Justiça
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Projeto prevê que drones chegam a fogos em 10 minutos

Ministro da Agricultura diz que os meios de combate a incêndio e as autoridades demoram em média 30 minutos a chegar e que o projeto-piloto visa uma intervenção "quase imediata".

© PAULO NOVAIS/LUSA

Os primeiros testes devem ser realizados daqui a um ano, sendo que o projeto prevê a utilização de enxames de drones com capacidade para transportar até 50 quilogramas de líquido retardante e intervir na fase inicial de um potencial incêndio
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Más allá de las aspiradoras: 8 dispositivos Dyson en oferta

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Dyson ha revolucionado el sector de la tecnología tal y como lo conocíamos. Aunque la firma inglesa sea popular por sus aspiradoras -como la V8 Cyclone- y diversos artículos dedidados a la limpieza del hogar, también cuenta con otros productos que son imprescindibles para el día a día. De todos ellos, destacan los de cuidado personal, como el moldeador y secador Airwrap i.d., o los auriculares Ontrac.

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Meo, Nos e Vodafone unem-se em tecnologia para evitar fraude que poderá substituir dupla autenticação


É rara a aparição conjunta das principais operadoras de telecomunicações, mas esta terça-feira um “desafio” internacional e um desígnio de segurança digital ditou que assim acontecesse. Meo, Nos e Vodafone anunciaram que estão a trabalhar em conjunto em tecnologias para evitar a fraude, nomeadamente sistemas para travar que utilizadores de cartões clonados possam aceder ao homebanking ou fazer compras online.

O trio de telecoms aderiu à iniciativa internacional “GSMA Open Gateway”, promovida pela associação global que representa os interesses de mais de 750 empresas do setor, de forma a disponibilizar novas interfaces de programação de aplicações (API – Application Programming Interfaces) para as suas redes. Trata-se de uma camada de segurança adicional para as aplicações móveis, que está a ser vista como potencial substituto da dupla autenticação quando se faz login na conta de um banco ou de uma loja, por exemplo.

A diretora de Engenharia de Redes da Nos explicou que a principal mudança é que as API serão feitas de forma padronizada em vez de cada um construir o seu modelo e linguagem. Ou seja, segue um padrão internacional de componente técnica e de segurança, mas os programadores podem igualmente construir soluções em cima dessa infraestrutura. É como se já tivessem a receita preparada e certificada, mas, ainda assim, mantendo margem para inovar no ‘cozinhado’.

“Vai trazer simplificação à experiência dos utilizadores e reduzir a fricção do onboarding na utilização das aplicações. Como é suportada de forma transversal, padronizada dentro das normas globais da Camara [projeto de código aberto da GSMA], é suportada em todos os equipamentos terminais”, detalhou Judite Reis, numa conferência de imprensa que se realizou no Hotel Altis Belém, em Lisboa.

Porque é que é relevante? Numa perspetiva empresarial, se é uma aplicação para a banca ou defesa, tem exigentes requisitos de segurança. Por outro lado, na vertente de consumidor, funcionará como um filtro para tentativas de fraudes com segundas vias dos cartões de telemóvel ou SIM reciclados (que são atribuídos a outras pessoas). Imagine que o seu número de telemóvel passou para outra pessoa, mas mantém as autenticações online associadas a esse contacto. O sistema criado pelas telecoms com o apoio da Nokia – que faz a integração – deteta se é seguro fazer ou não a transação que pretende.

“País ganha por estarmos aqui os três”

“Qual é o potencial do lançamento destas ferramentas? O que é que ganha o país? Desde logo, ganha por estarmos os três aqui com a GSMA. Temos uma prova de que há protocolos internacionais para uma utilização massiva do verdadeiro potencial das API, que não está na redução da fraude, mas numa camada de segurança construída em cima da infraestrutura móvel. É uma oportunidade grande para acelerar a digitalização da economia e a integrar Portugal num ecossistema global, alinhado com os padrões internacionais”, afirmou o diretor sénior de Negócios Corporate e Empresariais da Meo, Filipe Arnaut Mendonça.

Na base desta cooperação está o objetivo de responder ao crescente desafio da fraude digital, cujo risco para os bancos aumentou 45% no último ano, segundo o Banco de Portugal. A ideia é que as organizações recorram a esta tecnologia para reforçar a verificação de identidade dos utilizadores e combater os atos ilícitos.

A Nos, a Meo e a Vodafone aderiram à iniciativa global GSMA Open Gateway

“Cerca de 70% dos portugueses foram alvo de fraude ou scam. É um problema e está a aumentar, porque, com o desenvolvimento da inteligência artificial, as tentativas de fraude são mais fáceis de orquestrar, portanto estrategicamente é muito importante [aposta nas API] e além disso temos mudanças regulatórias a caminho na União Europeia, nomeadamente com a PSD3. Quando falamos em API, falamos sinais de token fidedignos fornecidos em tempo real”, sintetizou Will McKay, responsável de Vendas e API de rede no grupo Vodafone..

Quais são as primeiras API disponíveis?

  • Number Verification (Verificação de número) –Ajuda as empresas a verificar as identidades dos clientes de forma mais segura e a reduzir o atrito nas jornadas digitais, permitindo uma autenticação mais rápida e segura.
  • SIM Swap (Troca de cartão de telemóvel) – Ajuda as empresas a detetar potenciais tentativas de apropriação de contas e de fraude, identificando quando um número de telemóvel foi recentemente associado a um novo cartão SIM.

No início do próximo ano ficará disponível a seguinte API, designada “Number Recycle” (“Número reciclado”). Esta API ajuda as empresas a protegerem as contas dos clientes e a impedir que informações confidenciais sejam enviadas à pessoa errada, identificando quando um número de telemóvel foi reatribuído a um novo utilizador. Na prática, a tecnologia vai perceber se o número foi “reciclado” e bloquear transações caso haja risco de apropriação de identidade.

Através destas API, que terão um formato “sim ou não” (em resposta à questão de se há risco), as empresas podem integrar as novas funcionalidades nos seus serviços de forma uniforme e escalável, independentemente da operadora móvel utilizada pelos seus clientes. “Temos 20 API padronizadas. É preciso garantir que vão chegando ao mercado de forma cadente”, diz Judite Reis. “São um complemento à dupla autenticação, mas arriscaria dizer que poderão ser substituto à autenticação múltipla”, completou Filipe Arnaut Mendonça.

Por detrás desta iniciativa conjunta – que os players recusam tratar-se de uma parceria e, portanto foge a eventuais problemas concorrenciais – está a GSMA Open Gateway, um grupo que disponibiliza API de rede padronizadas e interoperáveis, reúne mais de 80 grupos de operadores móveis e representa mais de 80% das ligações móveis em todo o mundo.

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Continental Mabor constrói centro tecnológico com 500 trabalhadores em Famalicão


A gigante alemã Continental Mabor vai avançar para a construção de um novo centro de competências tecnológicas no complexo industrial localizado em Lousado, no concelho de Vila Nova de Famalicão, onde produz anualmente mais de 18 milhões de pneus.

Este novo espaço da quarta maior exportadora portuguesa vai juntar cerca de 500 colaboradores de áreas tecnológicas e “proporcionar um ambiente de trabalho moderno, concebido para promover a colaboração, a investigação, a engenharia e a especialização digital”.

Segundo a informação partilhada pelo grupo e pela autarquia, “este investimento representa um importante passo para o desenvolvimento da empresa e para a dinamização económica da região, encontrando-se atualmente o projeto em fase de terraplanagem”.

A cerimónia que assinala o arranque das obras está agendada para esta quinta-feira, 22 de outubro, nas instalações da empresa que iniciou a atividade em 1946 como Mabor e que em 1990 foi integrada no Grupo Continental, tendo recentemente atingido ali a produção do seu pneu número 450 milhões.

O grupo alemão emprega atualmente mais de 3.800 pessoas em Famalicão, distribuídas por quatro empresas integradas no negócio de pneus: Continental Mabor, Continental Solutions Center, Continental Pneus Portugal e Continental Indústria Têxtil do Ave.

Pedro Carreira, presidente da Continental Mabor Portugal, em entrevista ao ECORicardo Castelo/ECO

Em junho, a multinacional alemã, que tem feito grandes investimentos ao longo dos últimos anos na fábrica de Lousado e que em Portugal é liderada por Pedro Carreira, garantiu ao ECO que tem “vários investimentos em curso, uns iniciados já no ano passado e que [pretende] continuar” a investir no Norte de Portugal.

Na mesma altura, assinou um memorando de entendimento com o município de Famalicão e a Escola Profissional Tecnológica do Vale do Ave (FORAVE), uma instituição que “desempenha um papel fundamental na preparação de jovens talentos para a indústria moderna, oferecendo formação em automação, robótica, manutenção industrial, eletrónica e mecatrónica, entre outras áreas”.

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Protección de Datos alerta de un récord de brechas de seguridad

La Agencia Española de Protección de Datos (AEPD) ha registrado un aumento importante en las brechas de datos personales notificadas durante el primer semestre de 2026. Entre enero y junio se recibieron 3.027 notificaciones, un 138% más que en el mismo periodo del año anterior. La cifra de brechas notificadas en el primer semestre supera a las recibidas durante todo 2025, lo que desde la AEPD achacan al creciente impulso del cibercrimen.

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© Santi Burgos

El presidente de la Agencia Española de Protección de Datos (AEPD), Lorenzo Cotino, durante un acto.
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Projeto de capacitação em IA para micro e PME arranca na região de Leiria com 50 participantes


O projeto-piloto de capacitação em inteligência artificial (IA) para micro, pequenas e médias empresas (PME) arrancou esta terça-feira em Leiria, abrangendo nesta primeira fase cerca de 50 trabalhadores.

Promovida pelo Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI), em parceria com a NERLEI – Associação Empresarial da Região de Leiria, a iniciativa será desenvolvida pela Shaken Academy e pretende ajudar os participantes a integrar ferramentas de IA no trabalho diário, através de exercícios práticos orientados para as necessidades das empresas.

Integrado no projeto “PME Digital+”, o programa terá duas edições, envolvendo um total de 100 participantes. A formação incidirá sobre a utilização de soluções de inteligência artificial generativa e a sua aplicação em contexto empresarial, incluindo a automatização de tarefas, a análise de dados e a produção de conteúdos.

“A tecnologia não é um fim em si mesma. A transformação digital deve traduzir-se em mais crescimento, mais valor, produtos e serviços inovadores e emprego mais qualificado”, afirma o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, citado em comunicado, salientando que “a inteligência artificial representa uma das maiores oportunidades de transformação económica das próximas décadas”.

Além da componente prática, o projeto prevê a recolha e partilha de metodologias e exemplos de utilização de IA que possam ser aproveitados por outras empresas. A iniciativa servirá também para avaliar os resultados deste modelo de formação intensiva e perceber em que medida poderá ser alargado a outras PME.

O objetivo é que este projeto-piloto abra caminho a um programa de maior dimensão, que pretende formar cerca de 100 mil trabalhadores de micro e pequenas empresas em todo o país ao longo de três anos, acelerando a adoção de ferramentas de inteligência artificial no tecido empresarial português.

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Revolut restablece sus servicios tras la caída de Google Cloud que ha impedido a los clientes acceder a sus cuentas

Revolut ha restablecido todos sus servicios después de sufrir una caída que ha impedido operar con normalidad a sus clientes durante la mayor parte de este martes. La incidencia, provocada por una caída de los sistemas de Google Cloud, ha afectado a los pagos con tarjeta, las transferencias, las retiradas de efectivo y el acceso a las cuentas o a la operativa en Bolsa, entre otros.

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© Hiba Kola (REUTERS)

Oficinas de Revolut en Londres.
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Anthropic e Nscale negoceiam acordo de milhares de milhões de dólares


A Anthropic e a Nscale estão próximas de fechar um segundo acordo de milhares de milhões de dólares para aumentar a capacidade de computação da dona do Claude. Segundo o Financial Times, a startup britânica especializada em infraestruturas de inteligência artificial, com uma presença relevante na Start Campus, em Sines, procura também reforçar a confiança dos investidores antes de uma oferta pública inicial (IPO) em Nova Iorque, com a qual pretende captar cerca de 35 mil milhões de dólares.

O novo contrato deverá permitir à Anthropic duplicar o compromisso de compra de capacidade de computação à Nscale e abrange um segundo centro de dados, com 460 megawatts de capacidade, no campus Monarch, na Virgínia Ocidental, nos Estados Unidos. O acordo deverá seguir os moldes do contrato de 45 mil milhões de dólares assinado pelas duas empresas em agosto, embora as negociações ainda não estejam concluídas.

A concretização do negócio poderá ajudar a Nscale a recuperar a confiança dos investidores, numa altura em que o setor dos centros de dados enfrenta dúvidas sobre a capacidade financeira das empresas para executar projetos de grande dimensão. A Microsoft abandonou recentemente os planos para um centro de dados no Reino Unido, enquanto a OpenAI desistiu de uma parceria com a Nscale em abril.

A pressão sobre a startup é agravada pelos resultados financeiros. A Nscale registou prejuízos líquidos de mil milhões de dólares no primeiro semestre de 2026, durante o qual obteve receitas de 141 milhões de dólares. Além disso, a empresa ainda não garantiu o financiamento necessário para avançar com o primeiro centro de dados contratado pela Anthropic, podendo esta última abandonar o acordo se o dinheiro não estiver assegurado dentro do prazo estabelecido.

O projeto na Virgínia Ocidental enfrenta também obstáculos regulatórios. Algumas licenças ambientais continuam pendentes e o campus deverá recorrer a uma central própria a gás natural para produzir eletricidade, uma solução que aumenta os custos e a complexidade da operação, mas evita atrasos na ligação à rede elétrica. A Nscale pretende concluir a primeira fase do campus no primeiro semestre de 2028, com três edifícios que deverão exigir dois gigawatts de capacidade de produção elétrica para alimentar 1,37 gigawatts de capacidade de computação.

Para a Anthropic, o reforço da parceria permitirá aumentar os recursos computacionais disponíveis para acompanhar o crescimento da procura pelos seus sistemas de inteligência artificial, num contexto em que a empresa também se prepara para uma eventual entrada em bolsa. Ao abrigo do modelo contratual, a Nscale ficará responsável pela propriedade e operação do centro de dados e dos chips, enquanto a Anthropic pagará pela capacidade de computação à medida que esta for disponibilizada.

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