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Empresas de IA altamente endividadas tiram o sono de Wall Street

Wall Street está cada vez mais examinando as enormes dívidas que as empresas estão assumindo para financiar o boom da inteligência artificial.

A alta das taxas de juros e a incerteza sobre o ritmo de expansão dos data centers estão alimentando preocupações sobre se as empresas de IA altamente endividadas conseguirão lucrar o suficiente para quitar tudo.

A CoreWeave está no centro da turbulência. A empresa de tecnologia sediada em Nova Jersey faz parte de um nicho de subsetor chamado neoclouds, que alugam poder computacional para empresas que desenvolvem tecnologia de IA.

É uma oportunidade de alto crescimento para investidores, dadas as expectativas de intensa demanda por IA. Mas a CoreWeave depende de dívidas para financiar seu crescimento.

A empresa tem enfrentado pressão neste mês, com os rendimentos de seus títulos disparando para níveis que sinalizam dificuldades financeiras. A alta das taxas de juros está pressionando a companhia, que não é lucrativa. As ações da empresa caíram 30% neste mês.

E isso está fazendo Wall Street se perguntar: a CoreWeave é um sinal de alerta para o setor, ou um caso isolado em um mercado saudável? Os investidores tentam discernir se os problemas da CoreWeave podem criar problemas sistêmicos para o boom da IA.

“Canário na mina de carvão implica que, se a CoreWeave falir, todo o ecossistema vai desmoronar, que toda a economia de IA vai fracassar. Não acho que seja esse o caso”, disse Gil Luria, chefe de pesquisa de tecnologia da D.A. Davidson, à CNN.

“A economia de IA está cheia de bons e maus comportamentos”, disse Luria. “Eles são uma maçã podre, mas há outras maçãs podres. Eles apenas representam parte desse mau comportamento.”

Em um novo sinal de dúvidas sobre se os bilhões que fluem para empresas de IA podem ser justificados, a empresa de data centers de IA Elice Group despencou 32% em sua estreia na bolsa de valores da Coreia do Sul na terça-feira. O fracasso do IPO só vai aumentar as preocupações sobre avaliações e retornos em todo o setor.

Dívidas de IA em foco

A CoreWeave tinha aproximadamente US$ 52 bilhões em dívidas e obrigações de arrendamento em seu balanço patrimonial no segundo trimestre. Isso representa um aumento em relação aos aproximadamente US$ 30 bilhões registrados no final de 2025.

Enquanto isso, o custo dos empréstimos subiu à medida que os rendimentos dos títulos dispararam neste ano. Empresas menores e endividadas são mais vulneráveis e estão mais expostas ao impacto das taxas de juros mais altas.

Na semana passada, os juros de alguns títulos da CoreWeave subiram para 15% — um nível que sinaliza dificuldades financeiras ou um risco maior de inadimplência. Os investidores estão cada vez mais preocupados com a possibilidade de a CoreWeave não gerar retornos suficientes para pagar todo o dinheiro que tomou emprestado.

A CoreWeave exemplifica o risco de “financiar investimentos especulativos com dívida”, disse Luria. Desde que a CoreWeave abriu capital em 2025, Luria afirmou ser cético quanto ao volume de dívida que a empresa está assumindo sem um caminho claro para a lucratividade.

Com enormes volumes de dívida em seu balanço patrimonial, a empresa está vulnerável a movimentos bruscos nas taxas de juros, bem como a quaisquer sinais de desaceleração na expansão dos data centers.

À medida que a rejeição pública aos data centers cresce, os investidores tentam discernir se moratórias ou outros obstáculos poderiam prejudicar as previsões de tamanho e conclusão dos projetos de data centers.

Já estivemos aqui antes – mais ou menos

A incerteza sobre a saúde financeira da CoreWeave contribuiu para uma queda nas ações de tecnologia na semana passada. Mas analistas de Wall Street argumentam que a reação pode ter sido exagerada.

Os mercados já viram esse tipo de reação dos investidores antes, quando a alta das taxas de juros começa a gerar turbulências — e nem sempre foi racional ou justificada.

Em 2023, uma série de falências de bancos regionais gerou preocupações de que a alta das taxas de juros estava inaugurando uma crise generalizada.

“Era um argumento plausível. Também estava errado”, escreveu Ajay Rajadhyaksha, presidente global de pesquisa do Barclays, em uma nota publicada na segunda-feira.

“Da mesma forma, os investidores não deveriam extrapolar os desafios recentes da dívida da CoreWeave para uma visão sobre todo o ciclo de capex de IA”, escreveu ele.

O que vem a seguir para a CoreWeave e a IA?

O enorme volume de dívida da CoreWeave é preocupante para o valor das ações, mas não há risco sistêmico para a expansão da IA, dizem os analistas. Em última análise, a demanda por IA é real e continuará a impulsionar o boom.

“O único risco sistêmico para o ecossistema agora é se as pessoas pararem de usar IA e não estiverem dispostas a pagar por ela”, disse Luria. “Na verdade, acho que a demanda por IA está crescendo tão rápido que quaisquer possíveis falhas provavelmente estão lá na frente.”

Wall Street ainda está confiante nas grandes empresas de tecnologia que impulsionam o boom da IA, como Alphabet, Microsoft e Nvidia. Essas são algumas das maiores empresas de capital aberto do mundo.

Enquanto a demanda por poder computacional superar a oferta, esses titãs da Big Tech terão incentivo para continuar construindo. Taxas de juros mais altas são um problema, mas não o suficiente para dissuadi-los de construir.

Ainda assim, os titãs da Big Tech têm consumido caixa à medida que gastam mais dinheiro na expansão da IA. Os analistas de Wall Street estão tentando discernir se a Big Tech continuará ou não a queimar caixa. Se mais dívida for utilizada, taxas mais altas poderiam se tornar um problema maior.

“Nossa ruína sempre acontece quando assumimos dívida demais”, disse Luria. “É desnecessário, mas períodos de boom, oportunidade e fronteira acabam se tornando uma espécie de Velho Oeste, e comportamentos ruins se seguem.”

“Isso não significa que o crescimento está errado ou que a tecnologia é ruim”, disse Luria. “Significa apenas que há comportamentos ruins que geralmente acompanham grandes ciclos de crescimento.”

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‘Heated Rivalry’ Goes All In on Physical Media Including Special Edition Blu-Ray and DVD

Fans of the Jacob Tierney-created series, and the Rachel Reid books they’re based upon, are getting the chance to buy ‘Heated Rivalry’ on Blu-Ray and DVD.
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‘Yaga’ Review: Carrie-Anne Moss and Hudson Williams in AMC+’s Intriguing but Undercooked Brew of Modern Crime and Ancient Folklore

Clark Backo and Noah Reid also star in Kat Sandler's adaptation of her own play, a reimagining of the Baba Yaga myth centered around the search for a missing college student.
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Rebeca, Flavinha e Lorrane avançam às finais do Mundial de Ginástica

Logo Agência Brasil

O Brasil se classificou nesta segunda-feira (19) para cinco finais femininas no Mundial de Ginástica Artística, em Roterdã (Países Baixos), com início na próxima quarta (21), a partir das 14h30 (horário de Brasília). Campeã olímpica, Rebeca Andrade cravou a melhor nota do dia no salto sobre a mesa (15.533) e terminou o qualificatório na liderança entre oito finalistas. De quebra, ainda ajudou a seleção brasileira a arrematar a oitava e última vaga da decisão de medalha por equipes. Além de Rebeca, o time amarelinho conta com Flávia Saraiva, Lorrane Oliveira, Sophia Weisberg, Thais Fidélis e Gabriela Bouças (reserva).

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Quem também brilhou no Mundial foi Flávia Saraiva, com o terceiro lugar (nota 14.400) na trave. A carioca de 27 anos ainda se classificou para a decisão por medalhas no individual geral (somatório do salto, trave, solo e barras assimétricas), assim como a conterrânea Lorrane Oliveira. Flavinha avançou em 12º lugar (53.566 pontos) e Lorrane fechou a lista de finalistas na 24ª posição (52.165 pontos).

“A equipe brasileira de ginástica artística feminina mostrou, mais uma vez, sua força, seu talento e sua capacidade de competir entre as melhores do mundo. A classificação para cinco finais é motivo de muito orgulho e demonstra a evolução da modalidade no país, fruto de muito trabalho, dedicação e comprometimento de ginastas, treinadores e de toda a equipe multidisciplinar. Com uma combinação de experiência e juventude, o Brasil segue consolidando sua posição de destaque no cenário internacional”, analisou Juliana Fajardo, coordenadora da modalidade na Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).

O Mundial distribuirá vagas olímpicas para as três melhores equipes em cada gênero. A vaga é destinada ao Comitê Olímpico do país de origem dos atletas. Por chegar à final em Roterdã, a seleção feminina assegurou presença no Mundial de 2027, que oferecerá mais vagas para LA.2028.

Brasil fica fora das finais masculinas

A equipe brasileira terminou o qualificatório no domingo (18), sem representantes nas finais por aparelhos, individual geral e por equipes. Diogo Soares ficou em 36º lugar, a melhor colocação do país no individual geral (77.564 pontos). Também competiram pelo país Vitaliy Guimarães (44º, com 76.565) e Patrick Sampaio (68º, com 74.498 pontos).

No sábado (18), primeiro dia da competição, Arthur Nory machucou o rosto ao cair durante a apresentação na barra fixa. O atleta precisou passar por sutura (levou quatro pontos) e não pode mais competir.

seleção feminina - Mundial de Ginástica Artística - Sophia Weisberg, Lorrane Oliveira,Gabriela Bouças, Thais Fidelis, Rebeca Andrade e Flávia Saraiva seleção feminina - Mundial de Ginástica Artística - Sophia Weisberg, Lorrane Oliveira,Gabriela Bouças, Thais Fidelis, Rebeca Andrade e Flávia Saraiva
Equipe brasileira feminina em Roterdã conta com Sophia Weisberg, Lorrane Oliveira,Gabriela Bouças, Thais Fidelis, Rebeca Andrade e Flávia Saraiva - por Divulgação/CBG

Resultados 

Barras assimétricas (somatório 39.200) - Thaís Fidelis (12.200), Sophia Weisberg (10.333 - nota descartada), Lorrane Oliveira (13.700) e Flávia Saraiva (13.300)

Trave (40.933)  - Thaís Fidelis (13.500), Lorrane Oliveira (12.466 - nota descartada), Flávia Saraiva (14.400) e Rebeca Andrade (13.033)

Solo (38.732) - Thaís Fidelis (12.733), Sophia Weisberg (12.566 - nota descartada), Lorrane Oliveira (13.133) e Flávia Saraiva (12.866)

Salto (40.266) - Lorrane Oliveira (12.866), Sophia Weisberg (12.866 - nota descartada), Flávia Saraiva (13.000) e Rebeca Andrade (14.400)

Programação

TERÇA-FEIRA (20)

14h30 às 17h30 - Final por equipes masculina

QUARTA (21)

14h30 às 17h - Final por equipes feminina

QUINTA (22)

14h30 às 17h - Final do individual geral masculino

SEXTA (23)

14h30 às 17h - Final do individual geral feminino

Sábado (24)

9h às 13h - Finais por aparelhos (primeiro dia)

Masculino: solo, cavalo com alças e argolas

Feminino: salto e barras assimétricas

Domingo (25)

10h às 14h - Finais por aparelhos (segundo dia)

Masculino: salto, barras paralelas e barra fixa

Feminino: trave de equilíbrio e solo

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Energy Secretary Miatta Fahnbulleh Attacks Mahmood’s Migrant Crackdown

Energy Secretary Miatta Fahnbulleh has attacked Shabana Mahmood's migrant crackdown, saying making foreign nationals wait threatens "integration", deepening the split within Andy Burnham’s Cabinet about border controls.

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Barbara Palvin says she doesn't want praise for walking the Victoria's Secret fashion show 6 weeks postpartum

Runway model poses in a pink lace lingerie outfit under purple stage lighting during a fashion show.
Barbara Palvin walked the Victoria's Secret runway six weeks after giving birth.

Michael Buckner/WWD via Getty Images

  • Barbara Palvin walked the Victoria's Secret runway six weeks postpartum.
  • The model told outlets that she's just doing "what every woman does in America."
  • The US is the only wealthy country to provide no national paid maternity leave.

Barbara Palvin is getting praise for walking the Victoria's Secret fashion show in lingerie six weeks postpartum, but she doesn't want it.

In multiple interviews, the Hungarian-born model downplayed the feat, saying it's common for new mothers in the US to be back at work within a similar timeframe.

"In the US, maternity leave is six to eight weeks. I'm six weeks tomorrow, so nothing major here. I'm just doing what every woman does in America," the 33-year-old told USA Today backstage at the fashion show, which took place in Los Angeles on October 18.

"And I only have to walk down a runway," Palvin told Page Six.

In 2025, the US was the only country among the 38 OECD countries, including the UK, Australia, and Japan, to have no national paid maternity leave, according to the OECD Family Database.

New mothers in the US are entitled to up to 12 weeks of unpaid, job-protected leave under the Family and Medical Leave Act, but they must meet certain eligibility criteria. The new mother must have worked for their employer for at least 12 months, worked at least 1,250 hours in the previous 12 months, and their employer must have 50 or more employees within 75 miles of their job site.

Federal workers are generally entitled to 12 weeks of paid leave, but private companies are not legally required to pay employees on parental leave. Some states, including California, New York, Massachusetts, Minnesota, and Maine, have paid family leave programs, but the majority don't.

Data released this year from the Federal Reserve Bank of Minneapolis suggests mothers in the US took an average of 7.2 weeks off to care for a new child.

Runway models wear white lingerie and large feathered wings on a glossy Victoria's Secret stage.
Palvin wore two looks throughout the show.

Frazer Harrison/Getty Images for Victoria's Secret

Palvin, who has been married to actor Dylan Sprouse since July 2023, gave birth to her first child, a girl called Sylvie, on September 7.

Palvin was named a Victoria's Secret Angel in 2019. She first walked the Victoria's Secret fashion show in 2012. At the 2025 Victoria's Secret fashion show, Sprouse told reporters that Palvin had broken her foot four weeks earlier and was walking the runway with a "half-healed foot."

The first Victoria's Secret Fashion Show took place at The Plaza Hotel in New York City in 1995. It was broadcast online for the first time in 1999, and was so popular that the host site crashed.

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PSP deteve seis pessoas na última semana

VTM

O Comando Distrital da PSP de Vila Real efetuou seis detenções entre os dias 12 e 19 de outubro, no âmbito da sua atividade operacional de combate à criminalidade, destinada a garantir a segurança, a ordem e a tranquilidade públicas na sua área de jurisdição.

Em comunicado, a PSP refere que cinco detidos foram por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool e um por cumprimento de mandado de detenção.

No que respeita à sinistralidade rodoviária foram registados 17 acidentes de viação, dos quais resultaram um ferido grave e 15 feridos ligeiros.

A PSP apela a todos os condutores para que conduzam em segurança, adaptando a sua condução às condições meteorológicas e ao estado do piso e que não adotem comportamentos que possam diminuir as suas capacidades, designadamente condução em excesso de velocidade ou sob o efeito do álcool, ou que sejam suscetíveis de causar distrações, como o uso do telemóvel durante a condução.

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Mulher sofre ferimentos graves em despiste

VTM

Segundo fonte do Comando Sub-regional do Douro, a mulher caiu numa ravina e foi necessário proceder ao seu desencarceramento, tendo sido considerado um ferido grave.

Foi transportada pelos Bombeiros da Cruz Branca para o Hospital de Vila Real.

O alerta foi dado às 11h58 e para o local foram mobilizados nove operacionais, apoiados por três veículos, entre os quais os Bombeiros da Cruz Branca.

A GNR também esteve no local e tomou conta da ocorrência.

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Renfe regala viajes en AVE a los jóvenes que cumplan estos requisitos

Estación de Madrid Puerta de Atocha - Almudena Grandes, a 31 de julio de 2026

Los jóvenes que aprovecharon los descuentos del programa Verano Joven 2026 ya pueden beneficiarse de una nueva ventaja de Renfe: hasta dos billetes gratuitos para viajar en trenes AVE y de Larga Distancia. La compañía ferroviaria ofrece esta posibilidad a los usuarios que hayan realizado varios trayectos durante la campaña estival y cumplan las condiciones de su programa de fidelización.

Esta iniciativa busca premiar a los jóvenes que más utilizaron el transporte ferroviario durante el verano y ofrecerles nuevas oportunidades para viajar sin coste. No obstante, para beneficiarse de los billetes gratuitos es necesario tener en cuenta los plazos fijados para utilizar la promoción.

Hasta dos billetes gratuitos antes de que termine 2026

La promoción de Renfe está dirigida para los jóvenes nacidos entre 1996 y 2008 que hayan disfrutado de los descuento del Verano Joven y quieran conseguir hasta dos billetes gratuitos para viajar en trenes AVE y de Larga Distancia antes de que termine el año.

Uno de los requisitos que deben cumplir para canjear esta oferta es que los trayectos realizados durante el verano estén asociados a la cuenta del viajero. De esta manera, Renfe puede contabilizar los desplazamientos que cumplen las condiciones de la promoción y determinar cuántos códigos gratuitos corresponden a cada usuario.

Para ello, los usuarios deben haber realizado al menos dos viajes con el descuento del Verano Joven 2026 y cumplir las condiciones del programa de fidelización de la compañía.

Cómo canjeo los descuentos

El funcionamiento de la oferta es sencillo: por cada dos viajes realizados durante la campaña estival que cumplan los requisitos, Renfe concede un código promocional con un descuento del 100 % para otro billete. De esta forma, quienes hayan efectuado cuatro desplazamientos válidos podrán conseguir hasta un máximo de dos códigos y utilizarlos para viajar sin pagar el importe del billete.

Los usuarios que cumplan las condiciones de la promoción recibirán un correo electrónico de Renfe con los códigos de descuento correspondientes. La compañía comprobará los viajes realizados durante el Verano y enviará las comunicaciones a los beneficiarios.

Para beneficiarse de la oferta, será necesario introducir el código promocional en el proceso de compra del billete, en el apartado habilitado para descuentos. Una vez aplicado, el precio del trayecto incluido en la promoción quedará reducido a cero euros, siempre que se cumplan las condiciones establecidas por Renfe.

La promoción no es válida para todos los servicios ferroviarios, sino que está limitada a trenes y horarios seleccionados por Renfe. El descuento del 100 % se aplica exclusivamente a la opción Estándar y no incluye los complementos adicionales. Además, quedan excluidos los servicios Avlo, los billetes combinados y los trenes internacionales.

Los códigos promocionales se pueden utilizar entre el 1 de octubre y el 31 de diciembre de 2026, siempre que el trayecto elegido esté incluido en las condiciones de la oferta . Así los beneficiarios podrán planificar sus escapadas y desplazamientos durante el otoño y las fiestas navideñas

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Um ferido grave em acidente com trator

VTM

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto, Carlos Magalhães, explicou à VTM que o acidente “ocorreu quando o trator agrícola capotou e despencou por uma vereda com cerca de 60 metros de extensão”.

Acrescentou que os Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto mobilizaram para o local uma ambulância de socorro com dois operacionais. “Dada a gravidade do cenário e a complexidade do socorro, as equipas contaram com o apoio diferenciado do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), através da ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Amarante e da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Vila Real”.

A vítima recebeu assistência médica no local pelas equipas especializadas do INEM e foi estabilizada antes do transporte para o Hospital de Vila Real, acompanhada pela equipa da VMER.

O alerta foi dado às 07h14 e o acidente ocorreu na área florestal do Toumilo.

A Guarda Nacional Republicana de Mondim de Basto esteve também no local e tomou conta da ocorrência.

 

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I took a 20% pay cut for 8 months so I could spend an entire summer with my kids. It was worth it.

the author's kids outside
The author took a 20% pay cut for more time off with her kids.

Courtesy of Natalia Costa

  • As my maternity leave after having my fourth child was ending, summer was starting.
  • I wanted to spend the summer with my kids, and I looked for a solution.
  • I ended up taking a 20% pay cut for 8 months for another 73 days off.

Our fourth child was a happy surprise, and arrived on the scene when we were busy putting out metaphorical fires with our 4-year-old twins and our 2-year-old daughter, who seemed to spend most of their time playing and fighting.

We felt like we already had a lot of kids. Not too many, but enough. When I learned I was pregnant, we asked ourselves, what was one more?

As my maternity leave was ending, I still wanted more time

Nine months later, the real party began. My maternity leave started coming to an end just as we were facing a very long summer: 12 weeks, from June 20 to September 8, with no school. We live in Spain, and were about to face one of those eternal Spanish summers I remember so well from my own childhood: long, hot days full of sand, sea, salt, swimming pools, and, yes, boredom.

Our monthly expenses were already higher than ever (diapers, onesies, baby food, and all those brand-new baby things I'd previously gotten rid of because I thought we were done having kids). Still, I decided to take a 20% pay cut in exchange for more time, simply so I could get us through the summer.

That decision meant more time with the baby, obviously, but also with the rest of my kids, who are still just older than babies themselves. The difference is that 40 years ago, in many families, one salary — usually the man's — could support a household. Today, both parents often need full-time jobs and want to have professional lives of their own. This is the case for us, and it's not particularly compatible with looking after four very young children for 12 weeks.

Taking a pay cut gave me an extra 73 days off

By agreeing to a 20% pay cut for eight months, I was able to combine my reduced working hours into 73 full days off instead of working shorter days each week. Together with my maternity leave, weekends, and public holidays, those extra days allowed me to stay home with my children much longer than I ever expected. I didn't have to return to work until my baby was 10 months old. It was a financial sacrifice, but it gave me something I couldn't put a price on: more time with my children. Face to face.

It sounded stressful when I thought about it. In reality, it turned out to be a dream. I've had the best summer of my life, and I'm afraid I may never get another one quite like it.

Since June, the weeks have passed slowly, as we looked for activities to fill the days: painting, drawing, gluing things together, doing yoga or gymnastics, trying to get everyone to nap at the same time, and, obviously, spending hours by the pool and at the beach.

There were moments when the baby wanted to breastfeed while my little girl needed a diaper change at the pool, with me sitting on the edge, trying to manage both. Or one kid suddenly needed to pee while the others were happily playing in the water. It has been a crash course in patience, caregiving, and motherhood.

But the interesting part isn't just how much fun we had. It's how much money we saved by doing it this way.

We saved so much on childcare that it didn't make much of a difference

I lost €10,000 (about $11,200) by taking the pay cut, which is a lot of money when you have this many kids. But I also avoided paying for the baby's day care, which costs around €700 a month. Over three months, that's about €2,100. Summer programs for the other three children would have cost around €200 per child a week. Over 12 weeks, that comes to €7,200.

Put it all together, and we would have spent about €9,300 on childcare over the summer anyway. So, in practical terms, we gave up roughly €700 so I could spend an entire summer with our four kids.

It a good trade.

Then there's everything that doesn't fit neatly into a spreadsheet: everything we learned together about being a family, sharing things, expressing ourselves, respecting each other's rhythms, and simply waiting for things to get done, something you do a lot of when there are four small children involved.

Financially, it turned out to be a good decision for us. Emotionally, it was even better.

The question now isn't really how much we saved or lost. It's what we're going to do next summer.

We'll see.

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Um ferido grave e seis ligeiros em despistes e tentativas de atropelamento na A4

VTM

Segundo Paulo Ferro, 2.º comandante dos bombeiros de Bragança, “houve uma altercação de ordem pública entre indivíduos de etnia cigana envolvendo três veículos ligeiros. Entre os embates, despistes e tentativas de atropelamento resultam seis vítimas leves e uma mulher sofreu ferimentos graves, com cerca de 50 anos”.

“Os sete feridos, entre os 19 e os 57 anos, foram transportados para o hospital pelos bombeiros de Bragança. Na assistência às vítimas estiveram também a equipa da VMER de Bragança e o helicóptero de Macedo de Cavaleiros, que acabou por não fazer nenhum transporte”, acrescentou Paulo Ferro.

Adiantou ainda que a vítima grave “foi retirada de dentro do veículo porque não conseguia sair pelos próprios meios, mas não corre risco de vida”.

O alerta foi dado às 13h43 e para o local foram mobilizados 12 operacionais, apoiados por seis veículos e um meio aéreo.

Entretanto, segundo a GNR teve conhecimento de “desavenças entre diversas pessoas”, no nó da Seara, junto da entrada para a autoestrada A4.

A mesma fonte adiantou que os desacatos terão tido início entre dois progenitores, de uma criança de três anos, após o pai da menor ter fugido com esta, estando, neste momento, “em parte incerta”.

Segundo a GNR, o rapto está agora nas mãos da Polícia Judiciária.

Notícia atualizada às 16h00 

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Colisão entre ligeiro e pesado provoca um ferido grave

VTM

Um jovem de 19 anos ficou gravemente ferido na sequência de uma colisão entre um veículo ligeiro e um veículo pesado, ocorrida esta manhã na Estrada Nacional 213 (EN213), entre Chaves e Valpaços, pouco depois da curva junto à discoteca Triunfou, em Vilar de Nantes, no concelho de Chaves. O alerta para o acidente foi dado às 7h17.

Segundo Artur Nogueira, comandante dos Bombeiros Voluntários Flavienses, a vítima, do sexo masculino, foi assistida no local e transportada para Vila Real numa ambulância de socorro dos Bombeiros Voluntários Flavienses, acompanhada pela equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Chaves.

No local esteve uma ambulância de socorro, com dois elementos, um veículo de socorro e assistência tático (VSAT), com cinco operacionais, e um veículo urbano de combate a incêndios (VUCI), também com cinco elementos. Na ocorrência estiveram também quatro elementos da PSP e dois do INEM.

Ao todo, a operação de socorro mobilizou um total de 18 operacionais e seis veículos.

A estrada esteve cortada ao trânsito, mantendo-se condicionada para permitir a remoção das viaturas envolvidas e a limpeza da via.

As circunstâncias em que ocorreu a colisão estão a ser apuradas pelas autoridades.

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Colisão entre dois veículos provoca um ferido grave

VTM

Uma mulher, de 25 anos, ficou gravemente ferida na sequência de uma colisão entre dois veículos ligeiros, ocorrida por volta das 8h00, na variante entre Benagouro e a A24.

Segundo o comandante dos Bombeiros Voluntários da Cruz Branca, Orlando Matos, a vítima ficou encarcerada no interior da viatura, tendo sido necessária a intervenção dos meios de socorro para a retirar. A mulher foi transportada para o Hospital de Vila Real.

A mulher sofreu uma fratura, necessitou de assistência hospitalar e teve mesmo que ser sujeita a cirurgia referiu Orlando Matos à VTM.

O alerta para o acidente foi dado antes das 8h00, tendo sido mobilizados meios de socorro para o local, incluindo elementos dos bombeiros, duas ambulâncias, com dois elementos cada uma, a VMER e elementos da GNR.

No total, segundo dados da Proteção Civil estiveram no local 9 operacionais e três meios terrestres.

As circunstâncias em que ocorreu a colisão não são, para já, conhecidas.

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Homem em estado grave após ser atingido por árvore

VTM

Um homem, com cerca de 65 anos, ficou ferido com gravidade na sequência de um acidente com uma árvore, ocorrido esta manhã na zona industrial de Chaves, na freguesia de Santa Cruz Trindade.

À VTM, o 2° Comandante dos Bombeiros Voluntários de Salvação Pública, Ricardo Rebelo, referiu que a vítima estaria a cortar uma árvore quando foi atingida pela mesma.

O alerta foi dado às 10h57. Para o local foram mobilizados cinco operacionais dos Bombeiros de Salvação Pública, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Chaves, uma ambulância do INEM de Chaves e dois veículos da Guarda Nacional Republicana (GNR), com um total de cinco militares.

A vítima foi considerada ferido grave e transportada para o Hospital de Chaves.

As circunstâncias em que ocorreu o acidente são, para já, desconhecidas e estão a ser investigadas pelas autoridades.

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