Funerais em vida e caixões de papel para preparar a morte: “Fui recebida por anjos”
O influenciador alemão Manuel Otto morreu aos 30 anos durante uma transmissão ao vivo. Ele foi o criador e desenvolvedor do jogo “Stick Run”, popular em navegadores web.
A informação foi confirmada por um porta-voz da empresa Stick Run nesta quarta-feira (21). No entanto, a causa da morte de Otto não foi divulgada.
O influenciador criou o jogo quando tinha 14 anos, em 2010, e se tornou um ícone dos jogos de navegador da fase do Facebook. No jogo, um personagem palito corre por uma pista de obstáculos.
“É com um enorme pesar que confirmamos e anunciamos o falecimento do nosso criador, desenvolvedor e colega Stick Runner, Marc-Manuel Alexander Otto”, dizia o comunicado.
“Hoje, não choramos apenas a perda do nosso criador, mas também a de um colega Stick Runner cujo trabalho passou a fazer parte das nossas vidas. O seu legado continuará vivo por meio de cada memória, de cada corrida e de cada jogador que cresceu jogando. Nossas mais profundas condolências vão para a família, amigos e todas aquelas cuja vida ele tocou. Obrigado, Manuel, por fazeres parte da nossa infância. Nunca será esquecido”, completava o comunicado.
Na terça-feira (20), a empresa afirmou que a transmissão ao vivo que registrou Otto morrendo foi retirada do ar pelo Twitch. Não há mais detalhes sobre o ocorrido e a Stick Run pediu ajuda com informações. “Se você tiver alguma informação que possa ajudar a esclarecer as circunstâncias relacionadas a este incidente, por favor, entre em contato conosco ou com as autoridades policiais locais”, dizia a nota pública.
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A atriz Sophia Abrahão, 35, usou as redes sociais, na noite da última terça-feira (20), para fazer um desabafo sobre a morte da amiga e parceira em “Rebelde”, Lua Blanco, que morreu aos 39 anos após enfrentar um câncer de intestino.
No X, antigo Twitter, Sophia agradeceu o carinho dos fãs no momento delicado. “Eu amo vocês, obrigada por tudo”, escreveu a atriz.
Em outra publicação, ela disse: “Está muito difícil… parece um grande pesadelo. Se cuidem, tá? Amo vocês”. O elenco de “Rebelde” se reuniu, na última segunda-feira (19), durante o velório de Lua.
Sophia, Arthur Aguiar, Chay Suede, Mel Fronckowiak e Micael Borges decidiram homenagear Lua ao posarem juntos após anos do fim da novela e algumas desavenças nos bastidores.
Nas redes sociais, eles publicaram uma foto do momento. Arthur Aguiar foi quem escreveu o texto em homenagem à Lua, compartilhado pelos outros atores.
“Ontem e hoje foram dois dias muito difíceis para nós. Fomos pegos totalmente de surpresa, a ficha ainda não caiu totalmente, mas a Lua como sempre fez questão de deixar mais uma lição pra gente que é: Faça e fale em vida, o amanhã pode não existir e pode ser tarde demais”, iniciou em texto publicado no Instagram.
“Esse reencontro merecia ter acontecido com ela em vida, mas infelizmente só aconteceu hoje, por causa dela. A Lua foi única, foi marcante e estará para sempre na nossa memória. A Lua (satélite) depende do sol pra poder ser iluminada, já a @lua_blanco era o próprio sol e fazia questão de dividir a sua luz com quem estivesse por perto”, continuou.
Ele ainda explicou que apesar de, na hora da despedida, os cinco terem chorado, se abraçado, orado e agradecido, eles decidiram tirar a foto juntos sorrindo. “Sim, sorrindo, porque era assim que ela gostaria de ver uma foto desse nosso reencontro.”
“Lua, essa foto é uma homenagem nossa pra você. Nós sabemos o quanto você desejou que esse reencontro acontecesse e apesar de você não estar aqui fisicamente, você estará pra sempre em nossos corações. Um beijo carinhoso dos seus eternos rebeldes! Te amamos!”, concluiu.
A morte de Lua Blanco foi anunciada no último domingo (18) pelo irmão dela, o ator Daniel Blanco, em uma publicação nas redes sociais. A atriz enfrentava um câncer.
No comunicado, a família informou que ela esteve cercada de amor durante o tratamento e destacou sua fé. “Ela se foi em paz, preenchida de amor e com a fé plena de que ia direto pras mãos de Deus. Ela estará conosco para sempre, nos iluminando com a sua forte luz eterna”, disse um trecho da mensagem.
Além do papel de Roberta em “Rebelde”, Lua construiu uma carreira na televisão, no teatro e na música. A atriz também participou de produções como “Malhação” e “A Força do Querer”, da Globo.
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Patrick Revert Borborema, um gari de 48 anos, morreu nesta terça-feira (20) após ser atropelado por um caminhão de coleta de lixo enquanto trabalhava na cidade de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul.
De acordo com a Polícia Civil, a equipe foi até o local do acidente, na rua Américo Vespúcio, bairro Jardim Primavera, por volta de 07h30, e encontraram a vítima já sem vida.
Os colegas de trabalho de Patrick, que estavam na parte traseira do caminhão com a vítima, afirmaram que ele perdeu o equilíbrio e caiu no chão.
O condutor do caminhão de coleta da prefeitura afirmou que, ao manobrar em marcha à ré, acabou passando com a roda traseira sobre a vítima.
Patrick era estudante de medicina e tinha familiares em Montes Claros, Minas Gerais. Por isso, ele será velado na cidade e sepultado em Bocaiúva, em data e horário ainda não divulgados.
A Polícia de Trânsito isolou a área para o atendimento do acidente e realizou o teste de alcoolemia no condutor, que foi negativo. A perícia técnica esteve no local, e após os trabalhos técnicos o corpo da vítima foi encaminhado ao IML de Ponta Porã.
Em nota, a Prefeitura Municipal de Ponta Porã lamentou a morte do servidor público e afirmou que está prestando apoio aos familiares. Veja nota na íntegra:
“A Prefeitura Municipal de Ponta Porã manifesta profundo pesar pelo falecimento do servidor Patrick Revert Borborema, gari efetivo do município, vítima de um acidente ocorrido na manhã desta terça-feira (20), durante a execução dos serviços de coleta de resíduos no bairro Jardim Primavera.
A perícia técnica está no local realizando os procedimentos necessários para esclarecer as circunstâncias do acidente.
A equipe de Assistência Social do município está mobilizada para prestar todo o apoio e acolhimento necessários à família do servidor neste momento de dor.
A Administração Municipal manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho, expressando suas mais sinceras condolências pela perda.
A Prefeitura acompanha o caso e, à medida que as circunstâncias forem oficialmente esclarecidas, prestará novas informações à população, bem como dará transparência às providências adotadas.”
A defesa da policial militar Yasmin Cursino Ferreira disse que irá apresentar a legitimidade da conduta adotada pela agente durante abordagem policial que resultou na morte de Thawanna Da Silva Salmázio, em abril deste ano, na zona Leste de São Paulo.
A PM se tornou ré pelo crime de homicídio triplamente qualificado, na segunda (19), após a Justiça de São Paulo aceitar a denúncia oferecida pelo MPSP (Ministério Público de São Paulo).
Em nota, o advogado Luiz Nakaharada, que representa a defesa de Yasmin, disse que apresentará todos os elementos relacionados as circunstâncias do fato. Veja nota completa no fim do texto.
Thawanna morreu após levar um tiro da policial militar durante uma discussão em Cidade Tiradentes, na zona Leste de São Paulo. A PM disse em depoimento que teria realizado o disparo pois a vítima e o marido, Luciano, aparentavam estar alterados e discutiam no meio da rua quando a viatura passava. Ao observar ambos, os policiais decidiram voltar e verificar o que acontecia.
Luciano foi contido por outros policiais da equipe, enquanto Yasmin conversava com Thawanna que, em meio a discussão, deu um tapa na cara da militar. Em razão disso, Yasmin relatou que foi necessário “o emprego de força para cessar a agressão e garantir a segurança da equipe e dos envolvidos.”
No dia 5 de abril, a policial militar foi afastada do cargo e teve a arma apreendida pelo DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa). Yasmin estava sem câmera corporal durante a ocorrência, mas o equipamento que o colega dela usava registrou parte da ação.
Em maio, a Justiça arquivou o processo que acusava Luciano de resistência durante a abordagem policial. Segundo o MPSP, que ofereceu o arquivamento do processo, a reação de Luciano é compatível com a “tensão decorrente da abordagem violenta dos policiais” e sustentou que ele foi testemunha do homicídio da própria esposa.
A promotoria sustenta que o homicídio foi praticado sem justificativa para ser empregada a força letal e com recurso que dificultou a defesa de Thawanna, que estava desarmada no momento em que foi morta em uma abordagem policial.
O órgão também levou em conta a demora no socorro da vítima, que levou um tiro na região do abdômen. Isso se caracterizou, segundo o MPSP, como meio cruel, uma vez que Thawanna permaneceu durante 30 minutos consciente e em sofrimento após ser baleada, sem que houvesse a adoção de medidas para ajudar a vítima.
“A Defesa da Sd. PM YASMIN CURSINO FERREIRA, diante do oferecimento de denúncia pelo Ministério Público em relação aos fatos ocorridos em 03 de abril de 2026, vem a público prestar esclarecimentos acerca do atual estágio processual.
Inicialmente, cumpre esclarecer que o oferecimento da denúncia representa o exercício da pretensão acusatória pelo Ministério Público, não constituindo qualquer juízo definitivo acerca da responsabilidade penal da policial militar.
A Defesa respeita o trabalho desenvolvido pelas autoridades responsáveis pela investigação, contudo, ressalta que os elementos até então apresentados serão devidamente submetidos ao contraditório e à ampla defesa, ocasião em que será possível o esclarecimento integral das circunstâncias que envolveram os fatos.
Nesse sentido, a Defesa reafirma sua convicção de que, ao longo da instrução processual, restará demonstrada a legitimidade da conduta adotada por YASMIN CURSINO FERREIRA, consideradas as circunstâncias concretas em que se deram os acontecimentos.”
*Sob supervisão de Carolina Figueiredo
A causa da morte da atriz Eva Marie Saint foi revelada por meio de uma certidão de óbito obtida pela revista People. A artista morreu em 6 de outubro, aos 102 anos, em sua casa, em Los Angeles, nos Estados Unidos.
De acordo com o documento, Eva morreu segundos após o início de uma parada cardiorrespiratória. A certidão também aponta demência senil como um fator contribuinte, além de hipertensão, hipertireoidismo e embolia como outras condições significativas relacionadas à morte.
A morte da atriz foi anunciada por um comunicado do representante, que informou que ela estava em casa, cercada pela família e por pessoas próximas. Eva deixa dois filhos, Darrell e Laurette, quatro netos e dois bisnetos.
Nascida em 4 de julho de 1924, em Newark, Nova Jersey, Eva Marie Saint construiu uma carreira de aproximadamente sete décadas em Hollywood. Ela ficou conhecida por interpretar personagens marcantes em produções que se tornaram clássicos do cinema, trabalhando ao lado de grandes nomes da indústria.
A estreia dela nas telonas aconteceu em 1954, no filme “Sindicato de Ladrões”, dirigido por Elia Kazan e estrelado por Marlon Brando. A atuação como Edie Doyle rendeu à atriz o Oscar de melhor atriz coadjuvante na primeira participação em um longa-metragem.
Em 1959, Eva voltou a ganhar destaque ao interpretar Eve Kendall em “Intriga Internacional”, suspense dirigido por Alfred Hitchcock e protagonizado por Cary Grant.
Ao longo dos anos, a atriz também participou de produções como “Êxodo” (1960), ao lado de Paul Newman, “Grand Prix” (1966), com James Garner, e “Os Russos Estão Chegando” (1966), indicado ao Oscar de melhor filme.
Além do cinema, Eva Marie Saint teve uma trajetória expressiva na televisão. Em 1990, venceu o Emmy pela atuação na minissérie “People Like Us”. Décadas depois, continuou trabalhando em produções audiovisuais, incluindo o filme “Superman: O Retorno” (2006), no qual interpretou Martha Kent, mãe adotiva do herói.
A atriz foi casada com o diretor de televisão Jeffrey Hayden por mais de seis décadas, até a morte dele, em 2016. Juntos, tiveram dois filhos.
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A segunda tentativa falhada para executar esta mulher do Estado americano do Tennessee deu novo fôlego ao debate sobre a pena de morte. Este caso começa por colocar muitas dúvidas até sobre a metodologia usada, que alguns asseguram que é eficaz e indolor, mas na verdade não resultou assim. Não foi eficaz e poderá ter causado sofrimento extremo à vítima. E depois de uma primeira tentativa falhada, voltou-se a sujeitar a condenada ao mesmo suplício com o mesmo resultado. É altamente questionável tudo o que se passou.
Os bispos católicos do Estado do Tennessee, juntamente com os bispos da Comunhão Anglicana, apressaram-se a pedir uma comutação da pena e que não se procedesse a uma nova tentativa de execução, não desvalorizando a gravidade do crime que foi cometido e o sofrimento da família da vítima, que ela foi acusada de matar. Os bispos sublinham, sobretudo, que a necessária atribuição de responsabilidade por um crime muito grave não deveria exigir outra morte. Na base deste entendimento está a dignidade que pertence a cada pessoa, criada à imagem de Deus. A vida humana é sagrada. Nem mesmo os crimes mais graves podem anular essa dignidade ou excluir definitivamente a possibilidade de arrependimento e redenção. A justiça não é vingança. Como é que se compreende que uma sociedade condene alguém por ter tirado a vida a uma pessoa e depois essa mesma sociedade pratica o que condena?
Para a Igreja Católica a pena de morte é inadmissível e defende a sua abolição em todo o mundo, porque é um ataque à dignidade da pessoa humana e não é protetora da sociedade. A dignidade da pessoa não se perde após a prática de crimes muito graves. Além do mais, os Estados atuais já têm formas de detenção eficazes, sem necessidade de tirar a vida e que não anulam a possibilidade de redenção aos culpados. O Estado deve defender a vida sempre e em todos os casos. Os países que a defendem e praticam alegam que a pena de morte é dissuasora, mas, na verdade, não há provas claras de que assim seja e apesar de praticarem a pena de morte, continuam a registar altos índices de criminalidade.
O Papa Francisco apelou a “todos os cristãos e homens de boa vontade” que lutem, “não só pela abolição da pena de morte, legal ou ilegal, em todas as suas formas, mas também para melhorar as condições carcerárias, no respeito pela dignidade humana das pessoas privadas da liberdade”.
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VTM
Segundo informação do Comando Sub-regional do Douro, o homem acabou por morrer no local, tendo o óbito sido confirmado pela equipa médica do helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
O alerta para esta colisão foi dado às 8h16 e para o local foram mobilizados 19 operacionais, apoiados por quatro veículos e um meio aéreo, o helicóptero do INEM de Macedo de Cavaleiros, assim como os Bombeiros de São João da Pesqueira e a GNR, que está a investigar as causas do acidente.
A estrada esteve cortada, mas já se encontra reaberta ao trânsito, confirmou à VTM fonte da GNR de Viseu.
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