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Cármen dá 48h para TSE informar sobre transporte interestadual no 2º turno

A ministra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) preste informações, em até 48 horas, sobre a viabilidade da gratuidade para linhas de transporte que conectam municípios vizinhos situados em estados diferentes.

A decisão foi tomada em ação apresentada pela coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que pediu ao Supremo a extensão da gratuidade para todo o transporte coletivo interestadual no próximo domingo (25). Cármen negou a liminar, mas determinou que o TSE esclareça como trata os casos de linhas que cruzam divisas estaduais entre cidades vizinhas.

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Segundo a ministra, não há elementos suficientes para ampliar a medida a todo o transporte interestadual a poucos dias da votação. Ela afirmou que a mudança seria de “difícil equacionamento e execução” no prazo disponível, sem dados mínimos e sem tempo suficiente para a atuação do TSE e dos 27 tribunais regionais eleitorais.

Cármen, porém, considerou que há “plausibilidade jurídica” no pedido alternativo para garantir a gratuidade em linhas que ligam municípios vizinhos de estados diferentes. Por isso, requisitou informações ao TSE antes de voltar a analisar o caso.

Esse quadro demonstra a necessidade de se requisitar, com urgência, informações ao Tribunal Superior Eleitoral, para que seja especificado o entendimento e os dados havidos naquele órgão quanto à gratuidade do transporte público coletivo que habitualmente liga municípios vizinhos situados em Estados distintos, na data do segundo turno das eleições de 2026.

Cármen Lúcia

A ação foi protocolada em 16 de outubro e busca ampliar os efeitos de uma decisão tomada pelo STF em 2023. Na ocasião, a Corte determinou que, enquanto não houver lei sobre o tema, o transporte coletivo urbano municipal e intermunicipal, inclusive o metropolitano, seja gratuito nos dias de votação e funcione com frequência compatível à dos dias úteis.

A coligação do petista sustenta que nem a decisão do Supremo nem a regulamentação do TSE mencionam expressamente o transporte interestadual. Com isso, argumentam, eleitores que dependem de linhas que atravessam divisas estaduais para chegar a municípios vizinhos podem ficar fora da regra de gratuidade.

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Quaest: para 60%, medidas anunciadas por Lula são eleitoreiras

Para a maioria dos brasileiros, as medidas anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a poucos dias do segundo turno são eleitoreiras. É o que mostra pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21).

Segundo o levantamento, 60% dos entrevistados veem objetivo eleitoral nas medidas de Lula. Para 32%, os anúncios feitos são necessários, independentemente de terem sido anunciadas durante a eleição. Outros 5% acreditam que os dois cenários são plausíveis.

Para 1%, nenhuma das opções são verdadeiras, enquanto 2% não souberam ou não responderam.

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A pergunta foi feita somente para os eleitores que afirmaram ter ouvido falar sobre alguma medida anunciada pelo governo no último mês, o que representa cerca de metade dos entrevistados.

Os eleitores que não ficaram sabendo de nenhum anúncio representam 42%, enquanto 8% não souberam ou não responderam.

Entre os eleitores que ouviram falar nas medidas, o aumento do Bolsa Família foi a mais lembrada, mencionada por 25% dos participantes.

Em seguida, aparecem o fim da escala de trabalho 6×1, com 16%, e a proibição das bets — as apostas online —, e o pacote de medidas para microempreendedores individuais (MEIs), ambos com 11%.

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Metodologia

Foram ouvidas 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

 

A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais
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Lula aceita condições de Flávio Bolsonaro para abertura de sigilos

A coordenação da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que aceita as 19 condições apresentadas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) para a abertura de sigilos bancários, fiscais e telefônicos dos candidatos e de seus familiares. A resposta será formalizada nesta quinta-feira, às 11h, em documento a ser protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), segundo o senador Camilo Santana (PT-CE), integrante da coordenação petista.“O candidato adversário protocolou no TSE, depois de três dias que o presidente fez o desafio para que ele pudesse abrir o seu sigilo bancário, fiscal, telefônico, colocando uma série de condicionantes numa tentativa de manobra em relação ao que havia sido colocado de forma muito objetiva”, afirmou Camilo.O senador acrescentou que Lula não se opõe às exigências apresentadas pelo adversário, desde que Flávio também autorize a divulgação das informações solicitadas.“Todas as condicionantes que ele colocou, a única resposta que o presidente tem é dizer que não se opõe a absolutamente nada. Contanto que ele também cumpra e abra tudo”, declarou. Flávio apresenta lista com 19 condiçõesFlávio Bolsonaro apresentou nesta quarta-feira uma lista com 19 condições para atender ao desafio feito por Lula. O documento foi anexado ao procedimento apresentado pelo PT ao TSE e reúne pedidos de acesso a informações financeiras, telefônicas e administrativas relacionadas ao presidente, a seus familiares e a pessoas próximas ao governo.Entre as solicitações estão dados bancários e fiscais de empresas ligadas aos filhos de Lula, registros de encontros do presidente com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, informações sobre a lobista Roberta Luchsinger e despesas do cartão corporativo da Presidência da República.O senador também pediu informações sobre voos da Força Aérea Brasileira (FAB), visitas aos palácios presidenciais e reuniões de pessoas próximas ao governo com autoridades.As exigências foram divididas em quatro frentes: empresas e pessoas ligadas à família do presidente e ao Instituto Lula; relações do governo com Vorcaro; informações sobre Roberta Luchsinger e o caso das fraudes contra aposentados do INSS;e despesas custeadas com recursos públicos.A lista inclui ainda referências à primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, e ao filho mais velho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.Lula já autorizou abertura de sigilosNa terça-feira, 20, Lula apresentou ao TSE um documento autorizando a divulgação de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, além de informações de familiares. A iniciativa, porém, foi condicionada à adoção de medida equivalente por Flávio Bolsonaro.O desafio havia sido lançado pelo presidente durante o debate presidencial de domingo, 18. Na ocasião, Lula propôs que os dois candidatos autorizassem a abertura de suas contas bancárias e de seus sigilos telefônicos antes da eleição.Em resposta, Flávio afirmou não ter “absolutamente nada a esconder”, mas não confirmou inicialmente se autorizaria a divulgação dos próprios dados.A disputa em torno da abertura dos sigilos passou a integrar o confronto entre os candidatos no segundo turno da eleição presidencial.

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Vox Radar: STF, urnas e EUA puxam a conversa pós-1º turno para Flávio

Segundo levantamento Vox Radar divulgado nesta quarta-feira (21), a semana após o primeiro turno das eleições teve como principais assuntos no Instagram: a crise no STF (Supremo Tribunal Federal), o fim da escala 6×1, caso Master, urnas e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e a soberania nacional.

Somados, os cinco temas favorecem o candidato Flávio Bolsonaro (PL) em 54% dos comentários, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 24%. Para 22% não beneficia nenhum lado. Com isso, há uma vantagem 30 pontos percentuais para Flávio.

A balança mudou da primeira semana após o pleito até esta semana. Com base na análise sobre os tópicos até esta quarta-feira, o mandatário concentra 59% dos temas favoráveis a ele, enquanto o candidato do PL tem 37% do montante.

Nos temas seguintes ao primeiro turno, a vantagem de Flávio é ilustrada na crise no STF, que compôs 28,2% das discussões relacionadas à eleição. Deste montante, 83% dos comentários favoreceu Flávio, enquanto 12%, Lula.

A crise na Superma Corte teve como principais tópicos o impeachment dos ministros, a atuação de Alexandre de Moraes e a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em seguida, o fim da escala 6×1 pautou 17,1% das publicações e comentários na janela coletada pela Vox Radar. Foram 48% dos comentários que favoreciam o presidente, enquanto 33% favoreciam Flávio. Uma vantagem de 15 pontos percentuais.

A tramitação do projeto no Senado Federal e as discussões sobre jornada de trabalho e CLT movimentaram a discussão na internet.

O caso do liquidado Banco Master figura como terceiro assunto mais comentado, com 13,9% da discussão. Neste tópico, apesar da vantagem de 12 p.p. nos comentários a favor de Lula, 65% deles não beneficiavam nenhum dos dois.

As ações do ex-dono do banco Daniel Vorcaro junto com os políticos citados nas investigações da PF (Polícia Federal) pautaram o debate.

A confiança das urnas e na Justiça Eleitoral movimentaram 13,1% das discussões, com 64% delas favorecendo Flávio Bolsonaro. A discussão girou em torno da apuração dos votos, a confiança sobre as urnas e a possibilidade de fraude, descartada pelo TSE.

Por último, a soberania nacional e a suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. Neste tópico, que foi responsável por 12,6% das discussões, teve 52% dos comentários favorecendo Flávio Bolsonaro, uma vantagem de 21 p.p. sobre Lula.

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Vox Radar: STF dá lugar a sigilo, Luchsinger e debate nas redes no 2° turno

Pesquisa Vox Radar divulgada nesta quarta-feira (21) mostra que houve movimento nos temas mais discutidos nas redes sociais na semana após o primeiro turno das eleições e agora, na semana decisiva do pleito.

Nesta semana, a conversa girou em torno do desafio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) de abrir os sigilos bancários, da entrevista de Roberta Luchsinger à CNN e da repercussão do debate da Band do último domingo (18).

Os temas mais comentados desta semana substituíram a crise no STF (Supremo Tribunal Federal), o fim da escala 6×1 e o caso Master, que tiveram maior repercussão das redes quando os eleitores falavam sobre o resultado do primeiro turno.

Agora, quatro dias antes do segundo turno, os temas mais discutidos são fatos da própria campanha: a quebra de sigilos; as declarações de Luchsinger sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha; o debate da Band; as decisões do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre o canal “Exército do Lula”, coordenado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG); e o futuro do Bolsa Família.

Segundo a pesquisa, a concentração dos assuntos também mudou. Na semana após o primeiro turno, o tema de maior repercussão tinha 28% das menções. A quebra de sigilos, que agora ocupa a primeira posição, tem 30%, mais que o segundo e terceiro colocados juntos.

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De acordo com o instituto, somados, os cinco temas da semana após o primeiro turno favoreciam Flávio em 54% dos comentários, e Lula, em 24%. O cenário se inverteu nesta semana: os assuntos favorecem Lula em 59%, e Flávio, em 37%.

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O que se diz em cada pauta decisiva

  • Quebra de sigilos

Em relação à quebra de sigilos, 75% dizem que “Flávio esconde algo”, enquanto 19% que “o desafio é teatro, ou Lula é quem esconde”. Já 4% acreditam que “Lula é transparente”.

Na terça (20), Lula apresentou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ao STF (Supremo Tribunal Federal) um documento que autoriza a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico dele e de familiares desde que o candidato do PL (Partido Liberal) faça o mesmo.

O “desafio” foi proposto por Lula durante o debate da TV Band, no último domingo (18).

“Eu tomei a atitude de desafiar ele a abrir o sigilo do telefone, o sigilo bancário, para saber quem é corrupto nesse país. Todo mundo acusa todo mundo e não apura nada. Então, vamos apurar. Eu me disponho e vou ficar fazendo o desafio para ele até o próximo debate, para que a gente faça a abertura do nosso sigilo bancário e telefônico, para se apurar quem é que faz corrupção nesse país, quem é que enriqueceu ilicitamente nesse país. Porque não é possível ficar nessa acusação barata de um com o outro”, declarou ao final do encontro.

Flávio rebateu dizendo que achou a proposta “engraçada” porque, segundo ele, Lula “não tem celular”.

“Eu fiquei feliz com o desempenho, pude falar de propostas e, finalmente, pude rebater várias mentiras aqui. Inclusive, uma foi engraçada: ele propõe a quebra de sigilo telefônico quando ele não tem celular. Minhas contas estão sempre abertas, tudo o que é meu está declarado à Receita”, explicou.

Posteriormente, Flávio propôs novas condicionantes e Lula aceitou.

  • Luchsinger, Lulinha e INSS

Sobre o segundo tema, 73% acreditam que “Lula protege o filho, ou a culpa é de Lulinha”, 11% dizem que “não há provas, é perseguição”, e 5% “cobram investigação”.

No último sábado (17), a empresária Roberta Luchsinger deu uma entrevista exclusiva à CNN. Na ocasião, ela afirmou que pretende fazer uma delação premiada e acusou o presidente Lula de proteger o filho.

Luchsinger também rebateu falas e críticas públicas de Lula a ela e abordou os encontros que diz ter presenciado entre Lulinha e integrantes do governo.

A Polícia Federal investiga Luchsinger e Lulinha desde julho, por suposto favorecimento de empresas em órgãos do governo federal.

Nos últimos meses, Luchsinger foi alvo de mandados de busca e apreensão, teve bens e valores bloqueados e foi submetida à determinação de uso de tornozeleira eletrônica no âmbito da Operação Sem Desconto.

  • Debate na Band

Em relação ao debate da Band, também promovido pelo jornal Estadão e pelas emissoras de rádio e televisão Cultura, Gazeta e Jovem Pan, 28% disseram que “Lula venceu o debate”, 9% opinaram que “ninguém venceu, foi baixaria”, e 7% que “Flávio venceu o debate”.

Flávio e Lula se enfrentaram no debate da Band a uma semana do segundo turno da eleição presidencial.

O senador e o presidente apresentaram propostas, como mudanças no SUS (Sistema Único de Saúde) e na segurança pública, mas também trocaram acusações relembrando os nomes de Roberta Luchsinger e de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, no primeiro confronto direto entre eles na televisão neste pleito.

O evento também foi marcado por confusão envolvendo as duas comitivas, que no último bloco protagonizaram discussões que interromperam as considerações finais dos candidatos.

  • TSE e “Exército do Lula”

Sobre o assunto, 20% fazem “críticas a Janones”, 19% dizem que “é censura contra Lula”, e 7% alegam que “o TSE favorece Flávio”.

O canal “Exército do Lula” foi criado por André Janones como uma das frentes de mobilização da campanha petista após o resultado do primeiro turno das eleições no dia 4 de outubro, em que Flávio recebeu 47,03% dos votos, enquanto o atual presidente recebeu 45,16%.

Nas últimas semanas, o canal foi suspenso e voltou ao ar algumas vezes após decisões do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A campanha do petista registou o canal na Justiça Eleitoral como forma de manter o grupo ativo, após determinação do presidente do Tribunal Nunes Marques.

  • Bolsa Família

Sobre o benefício social, 34% comentaram que “Flávio vai cortar ou acabar com o programa”, 16% “defendem o programa”, e 12% que a “antecipação é compra de voto”.

Nesta semana, o governo federal decidiu pagar o auxílio com reajuste antes da eleição, após antecipar as datas de pagamento. Os repasses de outubro começaram a ser depositados nas contas dos beneficiários a partir de segunda-feira (19), seguindo os reajustes realizados pelo governo federal em meados de setembro.

Como mostrou a CNN, o reajuste foi editado na véspera do anúncio da medida.

Ao mesmo tempo, na segunda, a administradora Daniella Marques, coordenadora de campanha de Flávio Bolsonaro em temas econômicos, afirmou que o Bolsa Família terá um período de transição de dois anos caso o candidato seja eleito presidente da República.

A fala teve grande repercussão nas redes e a campanha do petista usou a declaração para dizer que Flávio, caso eleito, acabaria com o programa social — informação já desmentida pelo senador.

Para realizar o levantamento, a Vox analisou 7.682.845 comentários em publicações do Instagram entre 14 e 20 de outubro.

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

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Alice Portugal critica postura de Flávio no debate: “Desrespeito”

A deputada federal Alice Portugal (PCdoB) criticou a postura do candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), durante as falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no debate da TV Band. Para a parlamentar, o comportamento do senador demonstrou desrespeito e falta de preparo para ocupar a Presidência da República.A declaração foi dada nesta quarta-feira, 21, durante o evento “Samba da Democracia”, realizado na sede do PT, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. A atividade integra a mobilização pela reeleição de Lula e contou com a participação da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), que cumpre agenda na capital baiana.“Após ele [Flávio Bolsonaro] caricaturar a fala de Lula atrás dele diante das câmeras de TV, todo o Brasil viu o desrespeito, um treinamento artificial de alguém que não tem profundidade nos assuntos que foram levantados, ou seja, ele não tem condições de ser presidente da República”, afirmou Alice. Orientação a apoiadoresA parlamentar também orientou os apoiadores de Lula a não responderem às provocações durante a campanha do segundo turno. Segundo ela, a estratégia deve priorizar o diálogo com os eleitores.“A minha recomendação é que a gente não aceite provocações, porque eles são treinados para provocar, para fazer fake news, para achincalhar, para adjetivar. Então, não aceite provocações. Nossa orientação é converse, convença e salve o Brasil”, declarou.A deputada também relacionou a mobilização em torno da visita de Erika à campanha pela reeleição de Lula e afirmou que a Bahia terá papel importante na disputa nacional.“Vamos aproveitar essa vinda desta mulher que é símbolo de resistência à intolerância e efetivamente transformar em força, em mais uma força para a gente virar o voto, garantir o voto para Lula nesse segundo turno, salvando o Brasil”, declarou.Atuação de Erika HiltonDurante o evento, Alice Portugal também elogiou Erika Hilton e destacou a atuação da deputada na defesa dos direitos humanos e no enfrentamento à intolerância. A parlamentar baiana afirmou que fez questão de participar da atividade para recepcionar a colega.“A Erika é fenomenal, é uma grande colega na Câmara dos Deputados e um fenômeno do ponto de vista da luta pelo direito das pessoas serem como são. E isso para mim é algo determinante para a afirmação da democracia”, afirmou.Deputada critica discurso antifeministaAlice Portugal também comentou a eleição de Eduarda Campopiano (PL), deputada estadual eleita em São Paulo com votação recorde que fará agenda em Salvador. A parlamentar logrou êxito adotando discurso antifeminista e negando a existência do feminicídio.A parlamentar baiana defendeu a importância do movimento feminista na luta por igualdade de direitos e combate à violência contra as mulheres.“Ela terá que aprender muito com a vida, saber exatamente por que o movimento feminista tem séculos lutando por igualdade. Não pela guerra dos sexos, mas por igualdade, pela garantia da não violência, pela aceitação das diferenças”, afirmou.

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Mendonça nega excluir publicação que chama Flávio de “mentiroso master”

O ministro André Mendonça, vice-presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), negou nesta quarta-feira (21) duas ações movidas pelo PL (Partido Liberal) e pelo senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), que solicitavam a remoção de dois vídeos que classificavam o parlamentar como “bajulador do Trump” e “mentiroso master“.

O primeiro conteúdo questionado pelo PL foi postado pelo PT (Partido dos Trabalhadores), a partir do perfil “PT na Câmara”, e fazia referências ao senador com os Estados Unidos e, especialmente, com o presidente Donald Trump.

Na publicação, o senador fluminense é chamado de “traidor da pátria” e “bajulador do Trump”, no contexto das tarifas americanas impostas a produtos brasileiros.

Nesse caso, Mendonça afirmou que: “Embora severas, tais expressões, consideradas isoladamente, podem traduzir juízos de valor e críticas à atuação pública do então pré-candidato, não sendo suficientes, por si sós, para justificar a intervenção judicial”.

Já a segunda postagem, no perfil do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de setembro de 2026, o vídeo chama Flávio de “mentiroso master”, “mentiroso contumaz” e alega que o parlamentar “nunca trabalhou na vida”.

De acordo com a ação movida por Flávio, “tais expressões configuram divulgação de informação sabidamente inverídica e ofensa à honra e à imagem do candidato”. Desta forma, o candidato solicitava a remoção em caráter liminar, a remoção integral da publicação, assim como a possibilidade de ser repostado.

“Não se identifica, em exame preliminar, imputação de conduta ilícita concreta e individualizada, tampouco manipulação do conteúdo audiovisual capaz de alterar substancialmente o sentido da manifestação reproduzida”, disse Mendonça na decisão, que mencionou que a urgência se dava no primeiro turno, que já ocorreu.

Apesar de negar os pedidos de liminar de urgência para a retirada dos conteúdos, o caso não é considerado como encerrado, com o juiz demonstrando a possibilidade de análise posterior dos conteúdos sem prejuízos.

“Nesse cenário, ausente demonstração inequívoca da ilicitude do conteúdo, deve prevalecer, neste momento processual, a liberdade de expressão, sem prejuízo de reavaliação da matéria após o contraditório”, cita Mendonça em trecho da ação contra o vídeo de Lula.

*Sob supervisão de Lucas Schroeder

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Gerp: 49% dos eleitores rejeitam voto em Lula; 46%, em Flávio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém 49% de rejeição no cenário estimulado de segundo turno para a eleição presidencial, enquanto o candidato Flávio Bolsonaro (PL) segue com 46%.

Segundo o instituto Gerp, os dois candidatos estão em empate técnico na rejeição, uma vez que a diferença de dois pontos percentuais fica dentro da margem de erro do levantamento.

Os eleitores que afirmam que não votariam em nenhum representam 1%, e aqueles que votariam em qualquer um somam 1%. Outros 2% não sabem responder ao questionamento sobre rejeição.

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Evolução da rejeição

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em 16 de outubro, a resistência aos nomes na disputa não sofreu alterações.

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Metodologia

A pesquisa Gerp entrevistou 2.400 eleitores, entre os dias 19 e 21 de outubro, por meio de entrevista por telefone<. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,55%.

A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03835/2026.

Confira a íntegra da pesquisa abaixo:

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais
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Gerp: Flávio tem 53% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 47%

A pesquisa do instituto Gerp, divulgada nesta quarta-feira (21), mostra o candidato Flávio Bolsonaro (PL) com 53% dos votos válidos no 2º turno. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na sequência, registrando 47% da preferência do eleitorado nacional.

Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, a diferença configura uma vantagem estatisticamente significativa para o candidato do PL.

O cálculo dos votos válidos exclui os eleitores indecisos e aqueles que declaram voto em branco ou nulo, simulando o critério oficial da Justiça Eleitoral.

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Na comparação com a rodada anterior da pesquisa, divulgada em 16 de outubro, os candidatos apresentaram oscilações dentro da margem de erro nos votos válidos.

Flávio Bolsonaro passou de 52% para os atuais 53%, enquanto o atual presidente Lula oscilou de 48% para 47%.

Metodologia

A pesquisa Gerp entrevistou 2.400 eleitores, entre os dias 19 e 21 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,55%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03835/2026.

Confira a íntegra da pesquisa abaixo:

A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais
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Em carta, juristas defendem candidato a favor de instituições democráticas

Advogados, professores de Direito e ex-ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) assinaram nesta quarta-feira (21) uma carta em “defesa da democracia” e manifestando apoio ao candidato que “respeita as instituições democráticas brasileiras e o texto constitucional”. Entre os signatários, estão os ex-ministros Rosa Weber, Antonio Cezar Peluso e Celso de Mello.

No documento, os juristas lembram da promessa feita ao ingressar na profissão, de defender a “Constituição, a ordem jurídica do Estado Democrático de Direito, os direitos humanos, a justiça social, a boa aplicação das leis, a rápida administração da justiça e o aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas”.

Por isso, eles afirmam que, mesmo tendo posições políticas diversas, estão unidos na defesa do Estado Democrático de Direito.

Mesmo sem citar nenhum nome, os juristas dizem apoiar um candidato à Presidência que não tenha “a possibilidade ou intenção de concentrar em si os Três Poderes da República”.

“Em um momento de crise das instituições jurídicas, consideramos nosso dever tomar posição. O voto é o instrumento que a própria democracia oferece para corrigir rumos, proteger as instituições e reafirmar o compromisso com a justiça”, diz trecho do manifesto.

“É preciso, portanto, nesse momento histórico para o país, apoiar candidato que respeita as instituições democráticas brasileiras e o texto constitucional. É preciso apoiar candidato que não tenha a possibilidade ou intenção de concentrar em si os Três Poderes da República, e assim inviabilizar a garantia institucional de equilíbrio entre os poderes e o sistema de freios e contrapesos”, continua.

A carta é divulgada a 5 dias do segundo turno das eleições presidenciais. Flávio Bolsonaro (PL) terminou o primeiro turno à frente com 47,03%. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou com 45,16% e tenta a virada no próximo domingo (25).

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Gerp: 48% dos eleitores desaprovam governo Lula; 46%, aprovam

O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), registra um cenário de empate técnico na avaliação de seu governo, segundo dados da pesquisa Gerp divulgada nesta quarta-feira (21).

O levantamento mostra que 48% dos eleitores desaprovam o trabalho realizado pelo Planalto, enquanto a fatia dos que aprovam a gestão é de 46%.

Outros 6% não souberam ou não responderam ao questionamento.

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Metodologia

A pesquisa Gerp entrevistou 2.400 eleitores, entre os dias 19 e 21 de outubro, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,55%.

A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03835/2026.

Confira a íntegra da pesquisa abaixo:

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

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Flávio impõe condições para quebra de sigilo e campanha diz que Lula aceita

O senador Camilo Santana (PT-CE), integrante da equipe de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou nesta quarta-feira (21) que o petista aceitará as condições apresentadas pelo adversário Flávio Bolsonaro (PL) para a abertura dos sigilos bancário e telefônico dos dois candidatos.

Segundo Camilo, representantes da campanha de Lula irão ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta quinta-feira (22), às 11h, para protocolar a resposta às exigências do senador, com uma autorização para a quebra dos sigilos.

“De todas as condicionantes que ele colocou o presidente só tem a dizer que não se opõe absolutamente nada. Contanto que ele [Flávio] também cumpra e abra tudo que está sendo pedido”, afirmou.

Leia Mais:

O senador disse que o horário previsto para a entrega do documento também será o prazo estabelecido pela campanha petista para que Flávio ou seu representante legal formalize a concordância com a abertura de “todo o sigilo bancário e telefônico”.

O desafio foi lançado por Lula durante o debate presidencial da Band, no domingo (18). Na terça-feira (20), o presidente apresentou ao TSE e ao STF (Supremo Tribunal Federal) uma autorização para a divulgação dos sigilos bancário, fiscal e telefônico dele e de familiares, condicionada à adoção da mesma medida pelo adversário.

Entre as exigências de Flávio está a abertura dos sigilos de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, e de outros auxiliares cujos telefones, segundo a campanha do candidato do PL, eram utilizados pelo presidente.

Questionado sobre o acesso aos dados de Marcola, Camilo afirmou que todas as condições serão atendidas, desde que Flávio também cumpra sua parte.

O senador petista também disse que a campanha estranhou a ausência da empresa Halcazar Holding na relação apresentada por Flávio.

Segundo Camilo, o candidato mantinha, por meio da empresa, uma conta compartilhada com o advogado Wiler Tomaz, a quem o petista atribuiu envolvimento em uma investigação sobre desvios de recursos de aposentados do INSS.

 

 

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Quaest: em cenário espontâneo, indecisos vão de 7% a 14% em uma semana

O percentual de eleitores indecisos na pesquisa espontânea da Quaest dobrou em uma semana, passando de 7% para 14%. O levantamento divulgado nesta quarta-feira (21) mostra Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) numericamente empatados no quadro, com 40% das intenções de voto cada.

Nessa modalidade, o entrevistador não apresenta os nomes dos candidatos. O eleitor informa espontaneamente em quem pretende votar no segundo turno, marcado para domingo (25).

Na rodada anterior, divulgada em 14 de outubro, Flávio tinha 43%, e Lula, 42%. Os entrevistados que indicam voto branco, nulo ou dizem que não irão votar passaram de 8% para 6%.

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Metodologia

A Quaest entrevistou 2.154 eleitores, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

 

A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais
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Análise: Ala do STF pode restringir canais de WhatsApp antes das eleições

Uma ala do STF (Supremo Tribunal Federal) sinalizou que pode derrubar uma eventual decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de restringir o funcionamento de canais de WhatsApp nas 48 horas anteriores ao segundo turno das eleições presidenciais de 2026. O analista de Política da CNN Matheus Teixeira explica o tema ao CNN 360°.

A possibilidade, ainda em discussão nos bastidores da Justiça Eleitoral, já provoca divergências significativas entre os dois tribunais.

A movimentação interna no TSE contempla uma regra que limitaria o alcance de canais com mais de 200 mil usuários na reta final da campanha.

A proposta ainda não foi aprovada pelo plenário do tribunal, mas sua simples ventilação gerou reações imediatas e divisão entre os próprios integrantes da corte eleitoral.

Divergência dentro do TSE

O ministro Kassio Nunes Marques confirmou à CNN ser contrário a mudanças nas regras próximas ao dia da eleição. Por outro lado, o ministro André Mendonça admitiu, em nota oficial, que uma decisão nesse sentido é possível, condicionando-a, porém, à deliberação do plenário do TSE.

Segundo Matheus, isso significa que nenhum dos dois agiria de forma isolada, submetendo a questão ao colegiado antes de qualquer medida.

O contexto da discussão envolve o uso intensivo de canais de WhatsApp pelas campanhas políticas.

O deputado federal André Janones (Rede-MG) criou um canal para a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que chegou a reunir mais de 6 milhões de pessoas, utilizado como ferramenta de mobilização digital.

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e pessoas próximas a ele também intensificaram a atuação em canais e grupos da plataforma para disseminar mensagens de campanha.

STF acompanha o tema de perto

Segundo Matheus Teixeira, uma ala do STF tem acompanhado o assunto com atenção e interpreta a eventual restrição como uma tentativa de atingir especificamente os canais associados à campanha adversária.

Internamente, há a avaliação de que a criação de uma nova regra na reta final do processo eleitoral poderia afetar negativamente o próprio pleito.

A tensão entre o TSE e o STF não é nova neste ciclo eleitoral.

Matheus Teixeira destacou que, em alguns casos durante as eleições em curso, o Supremo chegou a se sobrepor a decisões do Tribunal Superior Eleitoral — algo incomum historicamente, já que as deliberações do TSE costumavam ser amplamente respeitadas pelo Supremo, especialmente no calor das eleições.

Caso o TSE decida de fato restringir os canais de comunicação digital, o STF poderá ser acionado para revisar a medida, abrindo um novo capítulo nesse embate institucional.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
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Marçal fica fora da preparação de Flávio Bolsonaro para debate da Globo

Pablo Marçal não participará do treinamento de Flávio Bolsonaro (PL) para o debate da Rede Globo, previsto para a próxima sexta-feira (23). Segundo apuração do analista de Política da CNN Pedro Venceslau, durante o CNN 360°, a responsabilidade pelo media training ficará a cargo do marqueteiro Duda Lima e de Fábio Portela, responsável pela comunicação da campanha.

No debate realizado pela TV Bandeirantes, Marçal chegou ao estúdio ao lado de Flávio Bolsonaro e acompanhou a disputa da primeira fila da plateia.

A presença do influenciador foi amplamente associada à postura adotada por Flávio durante aquele confronto, caracterizada por uma estratégia mais agressiva e provocativa — circulando pelo estúdio, fazendo gestos e tentando desconcentrar o adversário, em estilo semelhante ao que Marçal utilizou nos debates das eleições municipais de São Paulo em 2024.

Aliados pedem que Flávio seja “menos Pablo Marçal”

Integrantes da campanha avaliam que, embora a estratégia adotada no debate da Band tenha funcionado para aquele formato — com audiência menor e voltado à produção de cortes para a internet —, a abordagem pode ter gerado uma imagem negativa de arrogância ou prepotência.

Há ainda a leitura de que a agressividade pode ter repercutido mal entre grupos qualitativos, especialmente por se tratar de um confronto com um adversário de 80 anos de idade. Por isso, aliados orientam que Flávio seja “menos Pablo Marçal” e não perca a linha no próximo debate.

Vale destacar que o debate da Rede Globo possui um formato menos aberto e dinâmico do que o da TV Bandeirantes, o que também influenciou na decisão de adotar uma postura mais contida.

Marçal, no entanto, pode ainda comparecer ao estúdio, já que sua ausência se restringe ao treinamento, não necessariamente à sua presença no evento.

Marçal como integrante informal da campanha

Marçal passou a integrar informalmente a campanha de Flávio Bolsonaro após a Justiça Eleitoral proibir sua candidatura à presidência pelo PRTB. Desde então, ele tem colaborado não apenas nas redes sociais — sua principal área de atuação —, mas também em projetos de governo, incluindo o chamado Ministério da Prosperidade.

Bolsa Família deve ser tema central no debate da Globo

A analista de Política da CNN Larissa Rodrigues apurou que o tema do Bolsa Família deve ser central no debate da Rede Globo. A campanha de Lula (PL) planeja que ele mesmo proponha o assunto logo no início do confronto, explorando sua atuação à frente do programa.

Já a equipe de Flávio Bolsonaro prepara o candidato para se posicionar favoravelmente ao Bolsa Família, buscando desfazer declarações anteriores de Daniela Marques — uma das responsáveis pela área econômica da campanha —, que havia sugerido possíveis mudanças no programa, como um período de dois anos para que beneficiários tentassem buscar emprego e deixar o programa.

Segundo Larissa Rodrigues, a orientação interna da campanha de Flávio, apurada pelo analista de Política da CNN Gustavo Uribe, é que apenas o próprio candidato fale sobre o Bolsa Família a partir de agora, para evitar declarações que possam ser distorcidas ou prejudicá-lo.

No debate, a expectativa é que Flávio deixe clara sua posição favorável ao programa, defendendo também a criação de mecanismos que permitam aos beneficiários melhorar sua condição financeira e conquistar empregos formais.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
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Quaest: no DF, Flávio tem 50% das intenções de voto; Lula, 39%

O senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) tem 50% das intenções de voto no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, de acordo com pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21).

Entre eleitores do estado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 39%. Do total de entrevistados, 6% afirmam que votarão em branco, nulo ou em nenhum dos dois e 5% não sabem.

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No levantamento anterior, divulgado em 12 de outubro, Flávio também registrava 50%, enquanto Lula tinha 40%. Brancos, nulos ou em nenhum dos candidatos eram 6% e os que não sabiam, 4%.

Aprovação

O instituto também mediu a aprovação do trabalho de Lula no Distrito Federal.

Segundo o levantamento, 53% desaprovação a gestão, enquanto 41% a aprovam. Outros 6% não sabem.

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Metodologia

A pesquisa Quaest entrevistou 1.104 eleitores, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03163/2026.

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Quaest no DF: Celina Leão tem 50% no 2º turno; Leandro Grass, 35%

A governadora do Distrito Federal e candidata à reeleição Celina Leão (PP) tem 50% das intenções de voto no segundo turno da disputa pelo Palácio do Buriti, de acordo com pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21). Por sua vez, o ex-deputado distrital Leandro Grass (PT) surge com 35% da preferência do eleitorado.

Aqueles que manifestaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos são 7%. Os que não souberam responder ao levantamento somam 8%.

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Em relação à última rodada da sondagem, publicada no dia 12, Celina oscilou três pontos percentuais para baixo; e Grass, dois para cima. Os movimentos estão dentro da margem de erro da pesquisa, que é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Aprovação e avaliação do governo Celina

A sondagem desta quarta-feira também apresenta dados de aprovação e avaliação da gestão de Celina Leão (confira os detalhes abaixo).

Aprovação

  • Aprova: 51% (eram 57% em 12/10)
  • Desaprova: 35% (eram 33% em 12/10)
  • Não sabe: 14% (eram 10% em 12/10)

Avaliação

  • Ótima ou boa: 34% (eram 39% em 12/10)
  • Regular: 35% (eram 30% em 12/10)
  • Ruim/Péssima: 25% (eram 25% em 12/10)
  • Não sabe: 6% (eram 6% em 12/10)

Metodologia

Foram ouvidas 1.104 pessoas entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O estudo foi contratado pela Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protoclo DF-00402/2026.

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Angélica surpreende e declara voto em Lula: “Não sou de esquerda e nem de direita”

A apresentadora Angélica surpreendeu os seguidores ao publicar um vídeo sobre as eleições presidenciais de 2026. Na gravação, compartilhada em seu perfil no Instagram, ela declarou que pretende votar no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no próximo domingo (25).

No desabafo, a esposa de Luciano Huck contou que sentiu medo em se posicionar, mas que as mobilizações pelo Brasil a fizeram ter coragem. “Eu pensei muito antes de falar. Tive medo, sim. A gente vê tanto ódio nas redes sociais, tanta gente pronta para julgar, condenar, atacar, que dá vontade de ficar quieta. Eu mesma fiquei. Mas, ao mesmo tempo, também me emociona muito ver tantos jovens ocupando as ruas, as redes sociais, levantando suas vozes, defendendo suas causas e aí participando ativamente das discussões sobre o nosso país”, iniciou.

“Como mãe, eu acho bonito ver essa geração se mobilizando, mostrando que existe força, esperança, vontade de transformar as coisas. Mas é também olhando para esse movimento que eu encontro coragem para não deixar essa angústia me paralisar e me impedir de falar sobre aquilo que eu acredito”, continuou ela.

Esquerda x Direita

Na sequência, Angélica afirmou que sempre foi a favor da alternância de poder e que nunca foi de esquerda e de direita. “Sempre fui a favor da alternância de poder, não sou petista, não me vejo nem de esquerda nem de direita. Mas eu quero viver num país onde as pessoas se escutem, se respeitem e cuidem umas das outras. Onde quem governa olhe para as pessoas com carinho, sem preconceito, sem debochar da dor, das lutas de ninguém”, explicou.

“Eu penso em tudo que a sociedade conquistou com tanta dificuldade e no tanto que ainda falta conquistar. Penso nas mulheres, nas crianças, nas pessoas LGBTQIAPN+. E como mãe, eu penso no país em que os meus filhos vão viver, do jeito como as pessoas vão tratar umas às outras no futuro. E é por tudo isso que eu decidi votar no Lula. Sei que muita gente pensa diferente de mim, mas eu achei importante contar para vocês aqui por que eu fiz essa escolha”, finalizou a apresentadora.

pic.twitter.com/YnXGWHa9Jj

— Angélica Huck (@angelicaksy) October 21, 2026

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À CNN, Samanda defende reforma do Judiciário e aposta em virada de Lula

A senadora eleita Samanda de Lula (PT-RN) defendeu, nesta quarta-feira (21), uma reforma do Judiciário voltada à ampliação do acesso da população à Justiça, visando medidas que diminuam a desigualdade nesse sentido. Em entrevista à CNN, ela argumentou que a capacidade de um indivíduo de pagar por um bom advogado pode influenciar o tempo necessário para a resolução de um processo que tramita na esfera judicial.

Além disso, a parlamentar eleita defendeu que o Congresso Nacional discuta, com responsabilidade, mudanças relacionadas à conduta de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Na entrevista, a petista ainda questionou o fato da oposição apresentar pedidos de impeachment contra integrantes do Supremo por divergências políticas. Por outro lado, ela também sustentou que magistrados da Corte prestem esclarecimentos quando necessários.

“Eu não defendo que ministro [do STF] tenha carta branca para fazer o que quer. Alguns ministros merecem dar explicações. E a gente debater se precisa fazer alguma alteração [na Constituição]”, afirmou.

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Campanha de Lula

Samanda foi eleita pela primeira vez ao senado no pleito deste ano. A parlamentar cumpria mandato de vereadora de Natal desde 2024, e assumiu a candidatura ao Senado após a decisão da governadora Fátima Bezerra de não concorrer ao cargo da Casa Alta.

À CNN, a petista ainda comentou a mobilização feita pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na reta final das eleições. Segundo ela, o movimento rumo ao segundo turno combina ações para engajar os apoiadores e debates sobre as propostas do presidente. Na avaliação dela, os eleitores conhecem o governo atual e reconhecem a necessidade de avanços e de diálogo com as instituições democráticas do país.

Samanda também avaliou que parte do eleitorado passou a prestar mais atenção à disputa presidencial depois do primeiro turno e que essa parcela deve usar a reta final para definir o resultado do próximo domingo (25). Ela disse estar confiante de que Lula será reeleito.

“Estão vendo um presidente que está com muita vontade de cumprir seu último mandato, trabalhando muito pelo povo brasileiro”, afirmou.

Ao criticar o adversário direto de Lula, Flávio Bolsonaro (PL), a petista disse que o candidato não apresenta propostas ou defende medidas que, segundo ela, não são compreendidas pela população.

*Sob supervisão de Mayara da Paz

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TSE manda suspender propaganda que diz que Lula é a favor da “saidinha”

O ministro Marco Aurélio Bellizze, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), mandou a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) suspender uma propaganda de rádio que diz que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “sempre foi a favor da saidinha dos presos”.

Na decisão, o ministro afirmou que a campanha tem o direito de criticar a posição do petista sobre as saídas temporárias, mas ponderou que a peça pode induzir o eleitor a associar Lula a um crime cometido por um detento beneficiado pelo mecanismo.

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A inserção traz uma fala de Lula sobre as “saidinhas” e, em seguida, uma notícia sobre um preso do semiaberto que, durante uma saída temporária, teria matado uma mulher e estuprado duas jovens. Na sequência, uma locutora diz: “Ninguém aguenta mais o Lula”.

Para Bellizze, a montagem pode sugerir que o presidente apoiaria a prática criminosa ou teria alguma responsabilidade pelo episódio. O ministro proibiu a retransmissão da peça e de versões que reproduzam, em essência, a mesma associação.

A questão, neste caso, é se a propaganda, ao relacionar a fala atribuída a ele com a notícia de um crime, sugere que ele apoiou ou teve responsabilidade pelo ocorrido. A associação construída pela peça, portanto, apresenta plausibilidade de extrapolar os limites da crítica política e de induzir a uma conclusão factual que, conforme os elementos trazidos com a inicial, não está demonstrada.

Marco Aurélio Bellizze

O tema das saídas temporárias tem sido explorado por Flávio Bolsonaro no segundo turno como uma das frentes de ataque a Lula. O candidato do PL acusa o presidente de privilegiar os direitos de criminosos em detrimento das vítimas.

Lula, porém, voltou a defender o benefício para presos de bom comportamento, sob o argumento de que a medida contribui para a ressocialização e para a manutenção dos vínculos familiares, mas afirma que condenados por crimes graves, como estupro e violência contra a mulher, não devem ter acesso à saída temporária.

Em 2024, o Congresso derrubou veto de Lula e proibiu as saídas temporárias para visita a familiares de presos do semiaberto, mantendo a possibilidade para atividades educacionais previstas em lei.

A decisão de Bellizze é liminar e ainda será submetida ao plenário do TSE. No mérito, a coligação de Lula também pede a perda de tempo de propaganda eleitoral gratuita e a aplicação de multa à campanha de Flávio.

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