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Gerp: 49% dos eleitores rejeitam voto em Lula; 46%, em Flávio

21 October 2026 at 22:01

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém 49% de rejeição no cenário estimulado de segundo turno para a eleição presidencial, enquanto o candidato Flávio Bolsonaro (PL) segue com 46%.

Segundo o instituto Gerp, os dois candidatos estão em empate técnico na rejeição, uma vez que a diferença de dois pontos percentuais fica dentro da margem de erro do levantamento.

Os eleitores que afirmam que não votariam em nenhum representam 1%, e aqueles que votariam em qualquer um somam 1%. Outros 2% não sabem responder ao questionamento sobre rejeição.

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Evolução da rejeição

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em 16 de outubro, a resistência aos nomes na disputa não sofreu alterações.

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Metodologia

A pesquisa Gerp entrevistou 2.400 eleitores, entre os dias 19 e 21 de outubro, por meio de entrevista por telefone<. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,55%.

A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03835/2026.

Confira a íntegra da pesquisa abaixo:

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais

CNT/MDA: Flávio tem 50,5% e Lula, 49,5% dos votos válidos no 2º turno

16 October 2026 at 19:58

A primeira pesquisa CNT/MDA sobre o segundo turno da eleição presidencial de 2026 aponta uma disputa acirrada entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Divulgado nesta sexta-feira (16), o levantamento mostra Flávio com 50,5% das intenções de voto válidas, enquanto Lula aparece com 49,5%. Os dois estão tecnicamente empatados.

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No cálculo dos votos válidos, são desconsideradas as respostas de eleitores que pretendem votar em branco ou nulo, além dos que ainda estão indecisos. Esse é o critério utilizado pela Justiça Eleitoral para definir o resultado das eleições.

No cenário estimulado, quando os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, Flávio registra 46,8% das intenções de voto, ante 45,9% de Lula. Outros 4,9% afirmam que votarão em branco ou nulo, enquanto 2,4% não souberam responder.

A pesquisa espontânea, na qual os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, também mostra vantagem numérica do senador. Flávio tem 45,6%, contra 44,1% do presidente.

O levantamento também mediu a disposição dos eleitores em votar nos dois candidatos. Flávio Bolsonaro soma 43,9% de eleitores que afirmam votar nele com certeza e outros 7,3% que admitem essa possibilidade. No total, seu potencial de voto chega a 51,2%. Já 46,6% dizem que não votariam no senador.

Lula tem 43,3% de eleitores que declaram voto certo e 6,6% que poderiam votar nele. O potencial de voto do presidente chega a 49,9%, enquanto 48,8% afirmam que não votariam no petista.

Segundo a pesquisa, 93% dos entrevistados estão convictos de sua escolha, enquanto 7% ainda admitem a possibilidade de mudar o voto.

Avaliação do governo

O levantamento também avaliou a gestão federal. A avaliação positiva do governo Lula, que reúne as respostas ótimo e bom, chegou a 38%. Na pesquisa anterior, divulgada em 3 de outubro, o índice era de 35%.

A avaliação negativa, que reúne ruim e péssimo, passou de 41% para 40%. Já a parcela que considera a administração regular caiu de 23% para 21,8%.

Em relação à aprovação pessoal do presidente, 47,7% dos entrevistados aprovam sua atuação, enquanto 49,3% desaprovam. Outros 3% não souberam ou não responderam.

A pesquisa CNT/MDA ouviu 2.014 eleitores em todo o país entre os dias 13 e 15 de outubro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00652/2026.

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Datafolha mostra queda de Flávio e Lula estável

16 October 2026 at 01:08

IGOR GIELOW

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A dez dias do segundo turno da eleição presidencial, Flávio Bolsonaro (PL) tem 51% das intenções de votos válidos, ante 49% de Lula (PT), configurando assim um empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais do levantamento.
Há uma semana, a diferença entre eles era de quatro pontos no quesito, com o senador marcando 52% e o incumbente, 48%. A Justiça Eleitoral usa o voto válido, que exclui brancos e nulos, para a contagem final no dia da eleição. No caso de levantamentos de intenção, são retirados da conta também os indecisos.
Nos votos totais, que incluem esses três quesitos, Flávio tem 47% e Lula, 45%. Na pesquisa anterior do Datafolha, o primogênito de Jair Bolsonaro tinha 49%, ante os mesmos 45% do presidente.
A oscilação negativa do senador se refletiu nos brancos e nulos, que foram de 5% para 6%, e nos indecisos, que variaram de 1% para 2%.
A movimentação de rua em favor de Lula registrada na última semana não se refletiu em intenção de voto no cômputo geral, restando saber se funcionará para levar ausentes no primeiro turno para o voto no dia 25. A abstenção na primeira rodada foi de 33,4 milhões de eleitores, e o petista perdeu por 2,2 milhões para o senador.
O instituto ouviu 2.520 eleitores de terça (13) a quarta (14) em 153 municípios, em um trabalho encomendado pela Folha. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o código BR-00466/2026.
Do ponto de vista de grandes estratos socioeconômicos, Flávio tem liderança importante no Sudeste, que concentra 42% da amostra do Datafolha e é foco de ambas as campanhas. Na região, ele bate Lula por 51% a 41% dos votos totais, índice semelhante ao da semana passada.
Ele também tem vantagem mais expressiva na classe média que ganha de 2 a 5 salários mínimos, que compõe 37% da amostra, marcando 55% ante 40% do presidente.
Lidera com mais folga entre os 14% de sulistas, com 57% a 35%, e entre os 30% de evangélicos (62% a 29%), embora no grupo religioso tenha oscilado sete pontos para baixo, dentro da margem específica de quatro pontos percentuais do segmento.
Já o presidente compensa com a força usual entre os 47% mais pobres (53% a 38%), entre os 48% de católicos (52% a 42%), 27% de menos instruídos (56% a 36%) e 27% de nordestinos (61% a 32%).
O petista tem vantagem de 49% a 40% entre as mulheres (51% dos ouvidos), enquanto Flávio o bate por 52% a 40% entre os homens (49% dos entrevistados).
Com ampla presença de jovens, as manifestações pró-Lula podem estar ligadas à inversão de posição entre os rivais no segmento de 16 a 24 anos: o petista bate o senador por 50% a 43%, o mesmo placar pelo qual perdia. Só que esse grupo tem uma margem de 6 pontos, o que impede conclusões definitivas, e representa 12% da amostra.
Apesar do empate técnico nas intenções de voto, 54% dos entrevistados dizem achar que Flávio ganhará a eleição, contra 37% que apostam em Lula e 10% que dizem não saber.
No quesito rejeição, a polarização segue viva: 46% afirmam não votar no petista de forma alguma, ante 44% que declaram o mesmo sobre o candidato do PL.
A pesquisa também aponta estabilidade na avaliação do governo Lula: 41% a consideram ruim ou péssima, 35%, ótima ou boa e 23%, regular. Na rodada anterior, os números eram de 40%, 35% e 24%, respectivamente.
LULA MUDOU RUMO DA CAMPANHA
O tira-teima da eleição até aqui mais parelha desde a redemocratização de 1989 ocorrerá daqui a dez dias. Se a primeira pesquisa desta etapa feita pelo Datafolha havia captado o momento inicial favorável a Flávio, a segunda fez a mensuração da nova tática do PT para tentar manter Lula no Planalto.
O partido passou a apostar em uma mobilização de rua inaudita na esquerda mesmo na campanha que o levou ao terceiro mandato, quando derrotou o pai de Flávio no segundo turno de 2022. Multidões foram registradas em cidades como São Paulo e Rio, um movimento que agora tentará ser emulado pelo senador.
A disputa também se acirrou na seara digital, temperada pelo conflito no Judiciário que tem marcado a campanha. A criação do canal de WhatsApp “Exército de Lula” pelo deputado André Janones (Rede-MG) virou objeto de uma guerra de decisões, em que saiu chamuscado o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, acusado de pró-Flávio.
Por fim, Lula zerou cobranças federais sobre combustíveis neste mês e lançou um pacote para microempreendedores individuais, entre outras medidas. Acima de tudo, aposta no efeito da aprovação da PEC do fim da escala 6×1, ocorrida nesta quarta (14) —quando o Datafolha já havia encerrado dois dias de levantamento, logo o eventual impacto só será aferido de fato na semana que vem.
FLÁVIO VENDE IMAGEM DE ELEITO
No horário eleitoral gratuito, que voltou ao ar na sexta-feira (9), Flávio tem se apoiado na vitória por 47,03% a 45,16% dos válidos contra Lula no primeiro turno, reafirmando que encarna o sentimento de mudança, e prometendo governabilidade com o Congresso de ampla maioria de direita eleito em 4 de outubro.
O senador tem se comportado como virtual eleito, costurando apoios, mas causou apreensão em setores mais moderados ao sugerir mudanças na Constituição visando a “redemocratizar” o país, além de promover reformas no Judiciário.
O impeachment de magistrados, Alexandre de Moraes à frente, é uma de suas bandeiras, e a composição mais bolsonarista do Senado sugere força ao movimento.
O senador foi obrigado a mudar de posição e declarar voto favorável à popular pauta do fim da escala 6×1, pelo que vinha sendo pressionado pelo campo petista —Lula havia tomado a bandeira para si desde o primeiro turno. Ainda assim, prometeu rever o tema se for eleito, e tenta emplacar ainda o debate sobre a redução da maioridade penal.
Ambos os rivais irão se enfrentar pela primeira vez ao vivo no debate previsto para o domingo (18) na Band.
Desde a redemocratização, nenhum candidato que ficou em segundo no primeiro turno virou o jogo na segunda rodada, mas tanto Bolsonaro contra Lula em 2018 quanto Aécio Neves (PSDB) contra Dilma Rousseff (PT) em 2014 chegaram perto, perdendo por margens mínimas.

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Datafolha aponta Flávio Bolsonaro com 52% e Lula com 48% dos votos válidos no 2º turno

9 October 2026 at 00:39

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 52% das intenções de votos válidos no segundo turno da eleição presidencial de 2026, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8). É o primeiro levantamento do instituto após a definição da disputa entre os dois candidatos.

Na simulação com votos totais, Flávio registra 49%, enquanto Lula soma 45%. Os eleitores indecisos representam 1%, e 5% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Por isso, a diferença de quatro pontos nos votos totais está no limite da margem de erro do levantamento.

Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada antes do primeiro turno, Lula tinha 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno, contra 46% de Flávio, cenário de empate técnico.

O resultado das urnas no primeiro turno, realizado em 4 de outubro, também favoreceu o senador do PL. Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%.

Avaliação do governo Lula

O levantamento também mediu a avaliação do governo federal. Para 40% dos entrevistados, a gestão de Lula é ruim ou péssima. Outros 35% consideram o governo ótimo ou bom, enquanto 24% avaliam a administração como regular.

Na avaliação pessoal do presidente, 49% disseram desaprová-lo, ante 48% que afirmaram aprová-lo.

A pesquisa ouviu 2.520 eleitores entre os dias 6 e 7 de outubro. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02949/2026.

A campanha do segundo turno segue até a votação de 25 de outubro, quando os eleitores escolherão o próximo presidente da 

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Esquerda, direita e centro concordam mais sobre a economia do que a eleição faz parecer

8 September 2026 at 19:17

Em todo o período eleitoral, a economia invade a conversa do dia a dia de boa parte das pessoas. Seja no almoço de domingo, no ponto de ônibus, na fila da padaria ou no grupo de WhatsApp da família. E é aí, longe do palanque, que uma pesquisa revela algo que o discurso da polarização insiste em esconder: brasileiros e brasileiras de todos os espectros concordam bem mais sobre economia do que a lógica do “nós contra eles” sugere.

O estudo Percepções da Economia Brasileira, encomendado pelo Fundo Global para uma Nova Economia (GFNE) e conduzido pela Ipsos, em parceria com os think tanks Transforma e Cipó, ouviu, de forma online, brasileiros maiores de 18 anos das classes A, B e C, entre junho e julho de 2026. E o resultado é revelador para este momento pré-eleitoral: o que eles defendem em termos de projeto econômico tem pouco a ver com a sua identificação política e ideológica.

A pesquisa fez um experimento simples e eficaz: apresentou plataformas de governo hipotéticas a dois grupos distintos de eleitores, sempre contrastando uma proposta identificada com a “direita genérica” – redução generalizada de impostos, privatizações, combate à corrupção, penas mais duras para crimes graves – a uma alternativa de esquerda.

No primeiro cenário, a alternativa foi a “centro-esquerda tradicional”: elevação do salário-mínimo, combate à pobreza por auxílios sociais, Estado mais presente na economia. Resultado: 46% dos eleitores preferem essa plataforma, contra 39% pela direita. Esse resultado, em si, já diz bastante. Mesmo uma parte de quem desaprova (23%) o governo atual ou não soube avaliá-lo (41%) se identifica mais com uma alternativa ao neoliberalismo.

Mas, no segundo cenário, a proposta de esquerda mudou de figura e o resultado disparou. A plataforma chamada de “nova economia” mantém a defesa do papel do Estado, mas troca o enfoque: combate a preços abusivos, reconhecimento do trabalho de cuidado, ampliação de direitos trabalhistas e taxação de grandes fortunas. Neste caso, a adesão à direita cai para 27%, enquanto a “nova economia” é escolhida pela maioria, por 59% dos entrevistados. Aqui, vale esclarecer: essa nova economia é definida pelo próprio GFNE como uma plataforma econômica que seja inclusiva, equânime e sustentável. Bastante do que venho defendendo nessa coluna, e do que também é promovido pela NoVE, Novas Vozes Econômicas, a rede de economistas progressistas da qual faço parte. 

A diferença entre os dois cenários não é sutil: são 20 pontos percentuais de distância entre duas versões de esquerda: uma tradicional, outra com propostas mais atreladas ao cotidiano dos entrevistados.

Isso diz algo que interessa a qualquer estrategista de campanha: não basta ser de esquerda, é preciso falar da economia que pesa no bolso das pessoas todos os dias.

E quem está migrando de opinião? Sobretudo dois grupos que a política costuma dar como perdidos para qualquer agenda progressista: os “inconsistentes”. Trata-se de eleitores sem padrão fixo de voto nas duas últimas eleições, categoria que reúne desde quem alternou o voto entre PT e Bolsonarismo até quem não votou ou nem se lembra em quem votou. Isso inclui uma fatia relevante de quem hoje desaprova o governo Lula.

Entre os inconsistentes (os eleitores sem padrão fixo), a adesão à esquerda salta de 49% para 63% quando a proposta é a “nova economia”. Entre os opositores ao PT, o salto é de 17 pontos percentuais, chegando a 40%, ou seja, quase a metade de quem hoje reprova Lula prefere uma agenda que taxa fortunas e amplia direitos trabalhistas a uma agenda neoliberal.

Se há um consenso por trás desses números, é que quem sente na pele o custo de vida quer soluções concretas, independente de quem as ofereça. A prova disso é o apoio a medidas específicas, que atravessa o espectro político inteiro.

Diante de um cenário internacional instável, 59% defendem maior controle estatal sobre empresas estratégicas; 66% apoiam a atuação do governo sobre o preço dos combustíveis. Metade do país defende relações diplomáticas pragmáticas, independentemente de alinhamento político, desde que haja vantagem comercial para o Brasil.

Mas o ponto de maior acordo da pesquisa – o maior de todos – não é sobre impostos, nem sobre o papel do Estado. É sobre tempo. Quase três em cada quatro brasileiros (73%) querem o fim da escala 6×1. E mesmo entre quem desaprova o governo Lula, esse apoio continua alto: 60%. Raramente uma pauta econômica reúne tanta gente ao redor da mesma mesa.

A isso soma-se a percepção de que o jogo está desequilibrado: 58% dos entrevistados acham que o sistema econômico atual beneficia principalmente ricos e poderosos, e mais da metade (53%) apoia taxar grandes fortunas para corrigir a rota.

Em síntese, o que a pesquisa da GFNE mostra é que grande parte do eleitorado concorda com novas políticas econômicas, voltadas ao desenvolvimento do país e à redução das desigualdades.

O eleitorado brasileiro, de direita, esquerda e centro, já sabe o que quer. Até outubro, falta saber qual candidato vai ser capaz de nomear essa economia com a clareza que ela merece.

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