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Municípios querem acelerar construção de habitação pública em Portugal

Os municípios estão “disponíveis e motivados” para ajudar o Estado a aumentar a oferta de habitação pública e trabalham com entidades para reprogramar prioridades do Portugal2030 e acelerar a burocracia, disse a ANMP.

Em declarações à Lusa, no final de uma reunião do Conselho Diretivo da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), em Mourão, no distrito de Évora, o presidente da associação, Pedro Pimpão, destacou que “há, efetivamente, do ponto de vista da proposta do Orçamento do Estado [para 2027], um reforço das verbas destinadas à habitação”, uma área que “é uma preocupação” para os municípios.

“Nós assumimos esse compromisso de ajudarmos o Estado português a aumentar a habitação pública no nosso país, nos nossos municípios. E, portanto, esse reforço de verbas que possa existir, seja pela linha do Banco Europeu de Investimento [BEI], seja por outros mecanismos, nomeadamente no Portugal2030, que nos ajude a aumentar a resposta pública no parque habitacional, nós estamos disponíveis e estamos motivados para esse desígnio”, afirmou.

Pedro Pimpão sublinhou que a ANMP defende “o reforço de verbas destinadas exclusivamente à habitação e, nomeadamente, à habitação com preços controlados”.

Defende também “uma maior agilização e simplificação dos processos” para que esses procedimentos, sendo mais rápidos, consigam alcançar o objetivo de “criar condições para aumentar a habitação pública no país”.

Pimpão sublinhou que os municípios estão atualmente a trabalhar com entidades com responsabilidade nesta área, em particular com o IHRU (Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana), mas também com as comissões de desenvolvimento regional, no âmbito da reprogramação das prioridades do Portugal 2030 e também para que os procedimentos “sejam os mais céleres possíveis”.

“Todas as alterações que vierem no sentido de desburocratizar e de simplificar o processo são bem-vindas”, sublinhou.

O autarca sublinhou ainda que os municípios portugueses têm sido responsáveis pelo grosso do investimento público a nível nacional, sendo, “neste momento, responsáveis por 40% do investimento público, a nível nacional, na área da saúde, da educação e também da habitação”.

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Selma Blair revela que recurrió al alcohol para aliviar los síntomas de la esclerosis múltiple

Selma Blair aborda su relación con el alcohol días después de verse involucrada en un incidente de avión. (REUTERS/Mario Anzuoni)

Durante una entrevista en el pódcast de Jenny McCarthy, Selma Blair habló sobre su relación con el alcohol y su experiencia con la esclerosis múltiple, una enfermedad neurológica que le fue diagnosticada en 2018.

La intérprete explicó que comenzó a consumir bebidas alcohólicas desde muy joven para intentar aliviar dolores de cabeza, ansiedad y dolor neuropático, además de utilizarlas para conciliar el sueño.

La conversación fue grabada antes del incidente ocurrido el 11 de octubre en un vuelo de Delta Airlines con destino a Nueva York, que derivó en su detención y en cargos judiciales.

El episodio del pódcast se publicó después de los acontecimientos. McCarthy compartió un fragmento en Instagram y aclaró que la entrevista había sido grabada antes de lo sucedido.

Durante la charla, la presentadora le preguntó a Selma Blair sobre el uso del alcohol para enmascarar los síntomas de su enfermedad.

Selma Blair aseveró que el alcohol le ayudaba a soportar los dolores físicos. (REUTERS/Mario Anzuoni)

“Incluso a una edad muy temprana, lo utilizaba para los dolores de cabeza, para calmarme. Después me di cuenta de que era lo único que me quitaba el dolor nervioso”, explicó.

Y añadió: “Es increíble la cantidad de veces que he recurrido al alcohol, incluso siendo muy joven. Nunca me gustaron las drogas. Simplemente les tenía miedo, ¿sabes? Pero claro, una copa no es suficiente. Dos copas no son lo ideal. Tres son mejor. Cuatro son horribles”.

Sin embargo, Blair señaló que el consumo podía aumentar progresivamente y que sus efectos posteriores no eran favorables.

“Cuando estás deprimida, esa nunca va a ser una buena solución y yo siempre me sentía cansada y deprimida, y eso era horrible. Sigo siendo un ser humano, pero reconozco que el alcohol no es una buena medicina para mí”, señaló.

Selma Blair admitió que siempre estaba cansada y deprimida. (REUTERS/Danny Moloshok)

Por si fuera poco, la artista aseguró que aunque no asiste a un programa contra el alcoholismo, si está consiente de que no debe beber de más.

“No llevo un estilo de vida completamente sobrio con Alcohólicos Anónimos, pero beber, no, eso no lo puedo hacer. Ojalá pudiera ser alguien que, con dos copas de vino, fuera coqueta y divertida, y supiera escuchar mejor”, compartió.

La actriz también habló sobre su tratamiento médico y dijo que continúa tomando antidepresivos. Según explicó, siente temor ante la posibilidad de dejar esa medicación, incluso cuando se trata de una dosis baja.

La intérprete hizo pública su esclerosis múltiple en 2018. La enfermedad afecta al sistema nervioso central y puede provocar síntomas como fatiga, alteraciones de la movilidad, problemas de visión y dolor, aunque sus manifestaciones varían entre pacientes.

Selma Blair hizo pública su enfermedad en 2018. REUTERS/Mario Anzuoni

Blair ha hablado en distintas ocasiones sobre los desafíos físicos asociados con su diagnóstico y sobre la manera en que estos han influido en su vida cotidiana.

Sobre el incidente durante un vuelo procedente de Los Ángeles con destino a Nueva York, Selma Blair fue acusada de agredir a miembros de la tripulación y, posteriormente, a un agente policial y a una enfermera.

La actriz se declaró inocente de dos cargos de agresión en segundo grado relacionados con presuntos incidentes posteriores al aterrizaje.

Su abogado, Shawn Barnes, sostuvo ante el tribunal que Blair había omitido varias dosis de un medicamento destinado a controlar síntomas neurológicos y que también se había golpeado la cabeza durante el vuelo. La defensa afirmó que esos factores habrían contribuido a un estado de confusión y desorientación.

Los abogados de Selma Blair argumentaron que los medicamentos que tomó alteraron su comportamiento. REUTERS/Mario Anzuoni

Un portavoz de Blair declaró a la revista People que la actriz había experimentado una emergencia médica durante el trayecto y negó que hubiera intentado abrir la puerta del avión o que tuviera intención de hacer daño a alguien.

También recordó que padece esclerosis múltiple y afecto pseudobulbar, una condición neurológica que puede provocar episodios involuntarios de risa o llanto. Selma Blair tiene programada una audiencia judicial para el 19 de enero.

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Ministério dos Povos Indígenas cobra medidas de órgãos da Justiça para viabilizar voto indígena no 2º turno


O Ministério dos Povos Indígenas (MPI) acaba de publicar uma Nota Técnica em que pede que sejam adotadas medidas administrativas e judiciais sejam adotadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que garantam o voto dos indígenas no segundo turno das eleições neste domingo. O principal objetivo da Nota Técnica é obter autorização para que a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) e o MPI possam atuar no deslocamento de indígenas durante o pleito eleitoral, diante da resistência, inclusive de alguns Tribunais Regionais Eleitorais. de garantir o direito a transporte. A meta é reverter o quadro de abstenções dos povos indígenas, que chegou a 26% no primeiro turno ante aos 20% da média nacional. O número contrasta com o crescimento de 84% no eleitorado indígena, um salto de 155 mil, em 2024, para 287 mil, em 2026, segundo dados do TSE. Eleições: Coiab repudia decisão que negou transporte gratuito a indígenas no Vale do Javari no segundo turno 'Falas de Flávio no Pará dão ao agro europeu argumento para convencer eurodeputados a votar contra acordo com Mercosul', diz analista A Nota Técnica propõe ainda a criação de uma sala de situação envolvendo todos os órgãos mencionados e representantes do TSE e Ministério Público Federal (MPF) para gerenciar medidas emergenciais para mitigar as violações de direitos dos povos indígenas durante as eleições. Há um comitê específico para coordenar medidas que assegurem a locomoção de indígenas no TSE, assim como existem normas do órgão eleitoral que indicam a garantia do exercício do voto a partir da gratuidade de transporte para aqueles que estão em seus territórios. Entretanto, o MPI e a Funai não foram convidados a integrar o colegiado do Tribunal, o que avalia o ministério dificultou que se promovesse uma solução rápida para os entraves para o voto indígena. “Diante da falta de coordenação e cooperação institucional, pode-se não ter alcançado com a máxima eficiência o sentido da norma. Esse contexto se traduz nas notícias de violação de direitos dos povos indígenas justamente no que diz respeito ao acesso aos locais de votação”, afirma a Nota Técnica do MPI. Confira: Povos indígenas denunciam ameaças de garimpeiros após primeiro turno das eleições A nota técnica propõe a utilização de veículos públicos para transportar os indígenas durante a votação em cumprimento à legislação eleitoral, uma vez que as Coordenações Regionais (CRs) e os Distritos Sanitários Especiais (DSEIs) são unidades descentralizadas que ficam nos territórios e podem gerir de maneira mais adequada a alocação de recursos humanos e veículos para o transporte de indígenas durante as eleições. Paralelamente, também hoje a Defensoria Pública da União (DPU) ingressou com uma Reclamação Constitucional direcionada ao presidente do STF, com pedido liminar, para que 3.518 municípios de 12 estados ((AL, AM, BA, CE, ES, MG, PA, PB, PE, RN, RS e SP), assegurem, no segundo turno, transporte coletivo municipal e intermunicipal gratuito, em todas as linhas regulares que atendam às zonas urbanas e conturbadas, com frequência compatível aos dias úteis, sem redução de frota ou viagens, nos dois sentidos e sem exigência de documento ou cadastro. Empresas cedem à intimidação e recuam na equidade racial, diz professor de Harvard: 'Falta de compromisso e coragem' A DPU determina aos municípios que não têm sistema de transporte instalado, que disponibilizem a frota própria ou requisitem a de outros órgãos e entidades públicos e, se necessário, de particulares, para o transporte de eleitores em âmbito urbano e rural. E aos Juízos Eleitorais e aos TREs que disponibilizem ou custeiem o transporte dos eleitores indígenas e de demais povos originários e comunidades tradicionais. Na quinta-feira passada, o ministério já havia enviado ofícios ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e à Procuradoria Geral da República (PGR) requerendo a criação de forças-tarefa com o objetivo de assegurar o direito ao voto aos indígenas. O MPI recebeu denúncias de dificuldade de acesso ao transporte gratuito, assim como o impedimento de indígenas que trabalham temporariamente nas colheitas em fazendas de que saíssem para votar, como contamos aqui no blog.
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Destino na Bahia proíbe carros e tem piscinas que surgem na maré baixa

A Ilha de Boipeba, no sul da Bahia, está entre as principais destinos do estado. O local encanta pelas paisagens preservadas, pela ausência de carros e pelas piscinas naturais que surgem duas vezes ao dia, durante a maré baixa. O destino oferece praias quase desertas e tranquilas, cujo acesso ideal depende rigorosamente da tábua de marés e das fases lunares. Toda a área está integrada a uma Área de Proteção Ambiental, garantindo a sustentabilidade e a economia das comunidades locais. Com um clima predominantemente quente o ano inteiro, o destino convida os viajantes a explorarem um roteiro sem pressa, guiados unicamente pelo ritmo da natureza. Boipeba permite a entrada de carros?Preservada pela natureza, uma das peculiaridades de Boipeba é a ausência completa de carros de passeio em suas vias de areia.Os turistas só conseguem acessar à ilha por barcos que partem de pontos do continente como Valença, Graciosa ou Torrinhas. Já para o deslocamento entre as vilas e praias, utiliza-se a caminhada, os quadriciclos ou o trator, que atua como transporte coletivo ligando a vila de Velha Boipeba até a praia de Moreré.Quando as piscinas naturais aparecem?Na Ilha de Boipeba, a maré baixa transforma o cenário duas vezes ao dia, revelando recifes de coral, bancos de areia e piscinas de águas mornas e transparentes. Essas piscinas surgem quando a água recua e a barreira de corais represas o mar em lagoas rasas.Para os turistas que vão ao destino para conhecer as piscinas naturais, os momentos mais propícios para o observar o fenômeno acontecem durante as fases de lua nova e lua cheia, período em que a variação da maré é maior e expõe piscinas mais extensas. 1 de 3 | Foto: Divulgação 2 de 3 Boipeba Na foto: porto de Boipeba Foto: Fernando Amorim / Divulgação Data: 15/03/2023 | Foto: Divulgação 3 de 3 CADERNO 2+ TURISMO Na foto: Ilha de Boipeba Foto: Elton Andrade / Diivulgação | Foto: Divulgação As piscinas mais famosas de Boipeba estão localizadas nas praias de Moreré, Ipanema, Bainema e na foz do Rio Catu.Quais são as praias mais tranquilas de Boipeba?Para quem procura silêncio e contato com a natureza, as praias situadas ao sul da ilha são as mais isoladas. Entre elas está a Praia de Bainema, que destaca-se por receber menos visitantes do que Moreré e por possuir recifes que represam piscinas mornas durante a maré baixa.Outro refúgio de grande sossego é a Ponta dos Castelhanos e a vizinha Praia das Amendoeiras, um trecho praticamente deserto no encontro do Rio Catu com o mar.O que fazer em Boipeba?Em Boipeba, os horários das atividades são definidos pela tábua de marés. Entre atrações como passeios de lancha por recifes, rios e outras experiências, sendo elas: Passeio de lancha: sai da Boca da Barra e para nas piscinas de Moreré, em Castelhanos e na Coroa Grande, sempre ajustada à maré.Caminhada até Cueira: parte de Velha Boipeba pela areia, passando por Tassimirim, entre coqueiros e mar quase sem ondas.Piscinas de Bainema: alternativa mais vazia a Moreré, com recifes que seguram água morna na maré baixa.

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Salvador oferece pré-natal gratuito para gestantes; saiba como acessar

Mulheres grávidas ou com suspeita de gravidez podem procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Unidade de Saúde da Família (USF) de Salvador para realizar o teste rápido e iniciar o pré-natal gratuito. Entre janeiro e setembro de 2026, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) registrou uma média de 14 mil gestantes acompanhadas na Atenção Primária.O atendimento pode ser iniciado sem agendamento prévio, preferencialmente em uma unidade próxima da residência. Na primeira avaliação, os profissionais investigam o histórico de saúde, solicitam exames e identificam possíveis riscos para a gestação. Conforme a necessidade, também podem prescrever suplementos e medicamentos. Pré-natal deve começar o quanto antesA SMS orienta que o acompanhamento de rotina seja realizado nas unidades de saúde, e não diretamente nas maternidades municipais, que atendem emergências obstétricas, partos e casos que exigem internação. Se houver indicação de risco intermediário ou alto risco, a equipe da unidade encaminha a gestante para atendimento especializado.O acompanhamento inclui avaliação odontológica, consultas durante a gravidez e monitoramento no puerpério, período de recuperação após o parto. As gestantes também recebem uma caderneta com informações sobre consultas, exames e procedimentos realizados. Em alguns casos, a unidade pode organizar uma visita à maternidade de referência.Programa oferece benefícios às gestantesPor meio do programa Mãe Salvador, as gestantes podem receber 30 passagens de ônibus para se deslocar até consultas e exames. Mulheres em situação de vulnerabilidade social também podem ser encaminhadas aos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) para solicitar o kit-enxoval, conforme os critérios do serviço.A orientação é procurar uma unidade municipal assim que houver suspeita de gravidez. O início precoce do pré-natal ajuda a identificar fatores de risco e permite que a equipe adote medidas para proteger a saúde da mãe e do bebê.

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Governo prepara apoio à valorização salarial dos trabalhadores do sector social

A secretária regional de Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, reiterou, esta quarta-feira, que o Governo Regional está a preparar um instrumento específico de apoio ao sector social, que deverá contar com uma verba própria no Orçamento Regional para 2027, destinada à valorização salarial dos trabalhadores e à sustentabilidade das instituições.

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Governo prepara apoio à valorização salarial dos trabalhadores do sector social

A secretária regional de Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, reiterou, esta quarta-feira, que o Governo Regional está a preparar um instrumento específico de apoio ao sector social, que deverá contar com uma verba própria no Orçamento Regional para 2027, destinada à valorização salarial dos trabalhadores e à sustentabilidade das instituições.

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Cuba, catastrofe sociale e umanitaria

Gli errori compiuti negli ultimi decenni dal Partito Comunista di Cuba e il criminale e pluridecennale embargo statunitense, rinvigorito e rafforzato negli ultimi mesi da Marco Rubio a nome dell’amministrazione statunitense stanno portando Cuba verso la catastrofe sociale e umanitaria.

Segue nostro Telegram.

Oggi Cuba è intanto un’isola spopolata. Di dodici milioni di cubani, almeno un milione e mezzo se ne erano già andati prima del 2020 e due milioni e mezzo hanno abbandonato l’isola tra il 2021 e il 2026, massimamente attraverso il Nicaragua, nazione che dalla primavera del corrente anno ha interrotto l’accesso senza visto per i cubani. Oggi nell’isola son dunque rimaste solo otto milioni di persone.

Ad andarsene sono stati principalmente i giovani, tra i venti e quarant’anni, per altro altamente qualificati in ragione dell’istruzione gratuita, possibile fino all’università grazie al socialismo. Una dipartita che compromette di fatto il futuro dell’isola a prescindere dagli sviluppi futuri, avendo questa situazione determinato la perdita di almeno una generazione. I più maligni oppositori dicono che questi giovani “abbiano votato con i piedi”, ovvero abbiano espresso la loro lontananza dal sistema socialista andandosene, certamente la drammatica aggressione economica statunitense ha avuto negli anni un peso rilevante nel convincerli a cercare altrove maggior fortuna.

Tuttavia oggi a Cuba i problemi si moltiplicano, anche perché le rimesse da parte dei parenti all’estero sono azzerate o quasi. Soprattutto perché in molti casi hanno smesso di arrivare, bloccate dal terrorismo bancario esercitato con brutale coercizione dal Tesoro statunitense contro tutte le banche di qualsiasi nazione, per cercare di strangolare più ancora che l’economia dell’isola già al collasso, i cubani stessi, secondariamente perché se non si hanno cinquanta dollari per comprarsi una gallina, si devono spendere tre dollari per acquistare un uovo. Con uno stipendio medio di dodici dollari un medico o un professore dovrebbe vivere con un uovo a settimana e nulla più, una pensionata o un pensionato con tre uova al mese. Lo storico sistema della “livreta”, che garantiva almeno riso e fagioli neri per tutti, è totalmente collassato e le mense per i bisognosi recentemente istituite dal governo sopperiscono al dramma alimentare solo parzialmente e nelle situazioni più estreme, in particolare per gli anziani indigenti.

Di più, nell’isola non c’è mai stata povertà. Probabilmente una vita a volte difficile, ma sempre dignitosa. Oggi non è più così, la stretta economica ha imposto una violenta povertà che si sta trasformando in miseria, la quale a sua volta porta alla creazione informale di bande, principalmente di disperati, dedite al saccheggio, per la prima volta dal 1959, inizio della Rivoluzione, Cuba sta diventando un luogo incapace di garantire quella sicurezza che è sempre stata un vanto, una certezza e un orgoglio per i cubani.

La stretta sul petrolio e sul carburante ha conseguenze devastanti. Da gennaio il blocco marittimo statunitense intorno all’isola e la fine del sostegno petrolifero venezuelano hanno assestato un colpo distruttivo e incalcolabile, il cui danno, prima ancora che economico, è  umanitario.

Non solo è del tutto impossibile la raccolta dell’immondizia, venendo ora bruciata a sera negli angoli delle strade, dopo che alcuni anziani vi hanno rovistato alla ricerca di un poco probabile companatico, ma neppure i vigili del fuoco o le forze dell’ordine hanno più benzina, meno che mai i trattori in campagna, le macchine estrattive nel settore minerario, le ambulanze nelle città. Si va in ospedale con il carretto trainato dal cavallo, ammesso che ci sia il cavallo, se si sta in campagna solo il medico locale può intervenire, ovviamente come può e con gli strumenti che ha.

Peggiore la situazione negli ospedali, la mancanza di medicine, l’assenza di elettricità, visto che le centrali elettriche regionali a diesel oggi sono tutte e del tutto ferme, la mancanza di carburante per i generatori di emergenza interni alle strutture sanitarie, hanno spento le sale operatorie e non solo, con il tramonto tutti i reparti non possono che passare nella modalità del riposo in attesa dell’alba successiva. Si opera come prima dell’avvento dell’elettricità agli albori del Novecento, con la volontà, l’intelligenza medico – scientifica e l’abnegazione del personale medico e sanitario cubano, che è e resta tra i più preparati e generosi del mondo, come migliaia di missioni di solidarietà in ogni angolo della terra hanno sempre dimostrato. Tuttavia questo non impedisce che persone di tutte le età, dai bambini agli anziani, muoiano per assenza di cure e di medicamenti.

Si moltiplicano le notizie di personale medico e infermieristico il quale, straziato da questa silenziosa carneficina imposta dal violento ed estremo embargo di questi ultimi mesi, decide di abbandonare il lavoro tra le lacrime per una comprensibile crisi psicologica ed emotiva dovuta all’impotenza e all’impossibilità di assolvere al lavoro sanitario. Un dramma nel dramma, del tutto comprensibile, ma non meno straziante.

I blocchi contro le compagnie aeree, l’assenza di cherosene per ripartire una volta atterrati all’Avana, la possibilità incerta di trovare forse un ciclo – taxi per raggiungere il centro della capitale, pagandolo non meno di cinquanta dollari, che è diventato il prezzo al mercato nero di un litro di benzina per le automobili, di fatto del tutto scomparse dalle strade, più ancora che negli anni del “Periodo especial” negli anni ‘90 del XX secolo, quando almeno ambulanze, automobili della polizia, camion della raccolta dei rifiuti ancora circolavano, hanno azzerato il turismo, stroncando tutte le sue ricadute economiche, a partire dal rum e dai sigari, portando alla definitiva cancellazione di Cuba dalle mete dei viaggi organizzati, prima provenienti da ogni parte del globo terracqueo.

Le campagne, già di loro poco produttive, finiti i fertilizzanti e i pesticidi, fermi i trattori, sono del tutto incapaci di soddisfare il fabbisogno alimentare della popolazione. L’autosufficienza e i tre raccolti annui, mirabilmente e mirabolantemente promessi dagli infuocati discorsi di Fidel Castro nei primi anni della Rivoluzione non solo non si sono mai realizzati, ma con la fine dell’Unione Sovietica e l’apertura al turismo, con l’opportunità in quel tempo di reperire alimentari a prezzi contenuti sul mercato globale e globalizzato, hanno portato allora a non valutare a pieno la necessità di implementare, modernizzare, rafforzare il settore primario, che resta sempre e comunque decisivo per ogni nazione. La produzione è del tutto deficitaria, da qualche mese affidata alla buona volontà di chi lavora la terra, sostenendosi adesso con un vecchio aratro di legno e un mulo o un asino, quando va bene e se c’è, a tirarlo.

Gli zuccherifici sono fermi, così si è tornati a raccogliere la canna da zucchero con il machete e la molitura si realizza con i macchinari se si trova un po’ di benzina e soprattutto i pezzi di ricambio di fatto irreperibili, un’altra disgrazia che comporta continui guasti, all’occorrenza si provvede con i muli che girano le antiche macine di pietra, se son rimaste nei cortili delle aziende. Come se non bastasse il criminale embargo, ecco che i disastri naturali hanno dato il loro nefasto contributo al disfacimento dell’agricoltura cubana, i violenti uragani che hanno devastato l’isola in questi ultimi anni hanno colpito decine di migliaia di ettari di colture, massimamente di canna da zucchero, uccidendo anche decine di migliaia di animali da allevamento. Metà degli zuccherifici per cronica obsolescenza sono stati chiusi con l’avvento del nuovo secolo, molti contadini e operai del settore, qualificati e specializzati grazie all’eccellenza dell’istruzione agraria cubana, hanno abbandonato l’isola trovando facilmente lavoro in tutte le nazioni ispanofone del continente americano.

Il devastante disastro di tutta questa situazione ha di fatto compromesso totalmente la produzione zuccheriera. Nell’anno 1989, l’ultimo del campo socialista e del COMECON, i cubani hanno prodotto otto milioni di tonnellate di zucchero grezzo, mai raggiunte prima e mai più eguagliate dopo quella data, anche perché allora gli zuccherifici funzionanti erano oltre un centinaio e oggi una decina. Ancora nel 2019, anno pre – covid, la produzione ha toccato un milione di tonnellate. Nel 2025, a fronte di una programmazione statale di un quarto di milione di tonnellate, l’isola è riuscita a raccogliere e produrre solo 150mila tonnellate di zucchero, il dato più basso dell’ultimo secolo e mezzo, ovvero a partire dal 1875. Per l’anno in corso 2026 sono difficili le stime, ma vi è la certezza di un evidente calo, con il rischio di un clamoroso e drammatico dimezzamento della produzione del 2025.

Tutta l’attività estrattiva è quasi ferma, se si può forse ancora arare un campo con un zappa, diventa difficile nel 2026 immaginare di scendere in miniera con un piccone. I macchinari di perforazione, estrazione e trasporto in superficie senza carburante restano all’aria aperta a prendere ruggine.

Le ricchezze minerarie non sono poche: nichel in provincia di Holguín, cobalto con riserve tra le più rilevanti a livello globale, cromo nella provincia di Camagüey e destinato all’industria metallurgica e alla produzione di acciaio inossidabile anch’esse del tutto bloccate mancando l’energia per far funzionare le fabbriche, zinco e piombo destinati a una implementazione estrattiva mai avvenuta per gli evidenti motivi di embargo e scarsità di manodopera, che anche in questo caso spesso ha lasciato l’isola.

A fronte di tutto questo l’attaccamento del popolo cubano alle sue istituzioni è ammirevole, al pari dell’amicizia e della solidarietà di nazioni come la Russia e la Cina, quest’ultima capace in questi difficili circostanze di intraprendere una fenomenale campagna di implementazione della capacità di raccolta dell’energia solare attraverso i pannelli fotovoltaici.

Tuttavia la situazione è drammatica e resta difficile elucubrare ipotesi politiche per il futuro, rendendo possibile paventare scenari di ogni sorta.

Resta la tragedia di un un popolo incolpevole, martirizzato dall’imperialismo statunitense per evidente e irriducibile odio politico.

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Guerra en Yemen: el bloqueo hutí sobre Taiz agrava la escasez y deja a los hospitales al límite

Autoridades advierten sobre un posible desastre humanitario en la ciudad de Taiz ante el cerco de la milicia hutí. (REUTERS/Stringer)

Autoridades yemeníes y extranjeras advierten sobre un posible desastre humanitario en Taiz, una de las ciudades más grandes de Yemen, donde la milicia hutí mantiene un cerco que ha dejado a la población con suministros cada vez más escasos de comida, agua y combustible.

El asedio, que entra en su tercera semana, se produce en medio de una guerra que se agrava entre los hutíes, respaldados por Irán y que controlan buena parte del norte de Yemen, y el gobierno yemení, apoyado por Arabia Saudita. En las afueras de Taiz, que la milicia ya rodea por completo, se libran combates intensos.

Residentes y funcionarios consultados por The New York Times señalaron que los hogares se están quedando sin alimentos ni agua potable, mientras los hospitales han agotado casi por completo sus reservas de combustible e insumos médicos. En Taiz, miles de familias hierven agua salada del grifo ante la falta de agua limpia y calientan sus comidas quemando leña, carbón o cajas de cartón por la falta de gas.

Alhan Al-Shaibani, residente de la ciudad que vive en un hogar de siete personas, describió la magnitud de la crisis. “La situación es verdaderamente catastrófica”, afirmó. Contó que su madre y su abuela, ambas diabéticas, no logran conseguir sus medicamentos en las farmacias de la ciudad.

La falta de alimentos es, según Al-Shaibani, el problema más urgente. “¿Cómo se supone que la gente va a sobrevivir?”, preguntó. Las verduras son casi imposibles de conseguir en los mercados de Taiz, al punto de que, según la residente, “cualquiera que tenga verduras en casa es considerado afortunado, como si fuera de la realeza”.

Los hospitales de Taiz reportan el agotamiento casi total de sus reservas de combustible para generadores e insumos médicos. (REUTERS/Stringer)

El cerco hutí sobre una ciudad de cientos de miles de habitantes, posiblemente muchos más, ha cortado el acceso a alimentos, agua potable, combustible y medicamentos. Hospitales como el principal centro de salud de la ciudad reportan que están cerca de agotar sus reservas de combustible para generadores, mientras los residentes recurren a hervir agua salada y quemar cartón para cocinar ante la falta de gas.

Responsabilidades cruzadas y llamado de la ONU

Las familias de Taiz hierven agua salada del grifo y queman leña o cartón para cocinar ante la escasez de gas. (REUTERS/Stringer)

Los hutíes responsabilizaron a sus adversarios, las tropas aliadas con el gobierno reconocido internacionalmente, por el deterioro de la situación en Taiz. La milicia sostuvo que son esas fuerzas las que bloquean las rutas de acceso a la ciudad y las instó a rendirse.

Consultado sobre la crisis humanitaria, Ahmad Ameen, gobernador de las áreas de la provincia bajo control hutí, señaló que la milicia está dispuesta “a abrir cualquier ruta segura que ayude a aliviar el sufrimiento civil” y que intenta coordinar la entrega de suministros alimentarios.

El jefe de Derechos Humanos de las Naciones Unidas, Volker Türk, expresó alarma el martes por la situación y pidió a los hutíes que permitan el ingreso de ayuda humanitaria a la ciudad. El cierre por parte de la milicia de una ruta entre Taiz y el sur de Yemen “está poniendo a los civiles en grave riesgo”, afirmó Türk.

Un asedio con antecedentes y un conflicto reactivado

El gobernador Ahmad Ameen afirmó la disposición hutí a abrir rutas seguras para coordinar la entrega de alimentos. (REUTERS/Stringer)

Taiz es un centro cultural e intelectual ubicado en las montañas del suroeste de Yemen. Poco después de que los hutíes tomaran la capital, Saná, en 2014, la milicia avanzó sobre buena parte del noroeste del país y comenzó a bloquear la ciudad. Combatientes aliados con el gobierno resistieron el cerco durante años, lo que le valió a Taiz una reputación de bastión de resistencia.

Durante aquel asedio anterior, los residentes y comercios lograron mantener un acceso mínimo al resto del país, una condición que hoy no se repite. En 2022, una tregua trajo una paz frágil, pero los combates se reavivaron este año en medio de la guerra entre Estados Unidos e Israel contra Irán y la creciente tensión entre los hutíes y Arabia Saudita.

El jefe de Derechos Humanos de la ONU, Volker Türk, solicitó a la milicia permitir el ingreso de ayuda humanitaria a la población. (REUTERS/Stringer)

La ONU informó el lunes que más de 250.000 personas fueron desplazadas en Yemen desde agosto. El mes pasado, los hutíes tomaron el control de la costa del mar Rojo del país y después avanzaron para cercar Taiz. Una contraofensiva de las fuerzas gubernamentales, respaldada por aviones de guerra sauditas, logró avances limitados.

En las afueras de Taiz, los combates continúan bajo un intenso bombardeo hutí, según relató el coronel Abdul Basit al-Baher, oficial del Ejército del gobierno yemení. “Te sientes atrapado por todos lados”, describió. “No hay reabastecimiento de armamento. Una vez que se agoten nuestras reservas actuales, no tendremos más recursos”.

La ciudad de Taiz resistió el asedio rebelde durante años tras la toma hutí de Saná en 2014. (REUTERS/Stringer)

Pese a este panorama, el coronel al-Baher rechazó los llamados hutíes a rendirse. “Morir mientras se resiste es mejor y más honorable que morir rindiéndose”, sostuvo. “La vida bajo el dominio de la milicia es, en sí misma, una forma de muerte”.

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Novo Desenrola: Fazenda espera até R$ 90 bilhões em dívidas antigas na primeira chamada a credores


O Ministério da Fazenda publica nesta quinta-feira o primeiro edital do Desenrola 3.0, uma chamada para que credores informem quanto têm em dívidas antigas de pessoas físicas e microempreendedores individuais (MEIs) que aceitam vender ao governo. A estimativa inicial é que até R$ 90 bilhões em débitos sejam apresentados, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, que deu entrevista coletiva nesta quarta-feira. A chamada é dirigida a bancos, outras instituições financeiras e fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs), que compram carteiras de crédito. Eles terão cinco dias úteis, a partir da publicação, para apresentar as dívidas com atraso de dois a quatro anos e meio, separadas por faixa de renda dos devedores. — O chamado que sai publicado amanhã (quinta-feira) é para os credores, não para as pessoas físicas nem para os MEIs — afirmou Durigan. A manifestação funciona como habilitação, segundo o governo. Só poderá disputar o leilão de compra, previsto para novembro, a instituição que se apresentar agora, explicou o secretário de Reformas Econômicas da Fazenda, Regis Dudena. Ao se inscrever, o credor também aceita de partida vender as carteiras com desconto mínimo de 90%, o piso fixado pela medida provisória que criou o programa. Pela conta do secretário-executivo da Fazenda, Rogério Ceron, isso significa que a compra de todo o volume estimado custaria no máximo R$ 9 bilhões à União. — Se no limite esses R$ 90 bilhões de dívidas forem ofertados, de partida a gente saberia que no máximo consumiriam R$ 9 bilhões para gente adquirir tudo — disse Ceron. O governo, porém, não deve comprar tudo o que for apresentado. A ideia é fazer recortes que obriguem os credores a competir por um orçamento limitado, o que, segundo Ceron, pode elevar o desconto para 95%, 96% ou 97%. Durigan afirmou que o próprio edital de compra pode exigir descontos acima do piso. — A depender do que a gente receber nessas carteiras que os bancos e as instituições financeiras tenham, a gente pode exigir desconto de 93%, 95% no leilão. E aí, no leilão, a depender de como correr o leilão, eu posso conseguir descontos ainda maiores — disse o ministro. O Desenrola 3.0 foi criado por medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 25 de setembro, nas vésperas do segundo turno. A principal novidade é que a União passa a comprar em leilão carteiras de dívidas não pagas e repassa integralmente o desconto ao devedor. Podem entrar débitos bancários e não bancários de até R$ 10 mil, pelo valor original, com atraso entre 720 e 1.645 dias. No lançamento, o governo estimou em até R$ 150 bilhões o volume de dívidas elegíveis, com desembolso de cerca de R$ 15 bilhões. Segundo Durigan, a Fazenda vai receber carteiras de todas as faixas de renda, inclusive de devedores que ganham mais de cinco salários mínimos, mas a prioridade são as menores. Se o volume apresentado nas faixas de menor renda ficar abaixo do esperado, disse, o governo pode ampliar a compra, dentro das condições fiscais. A pasta ainda não sabe quantas pessoas podem ser beneficiadas; o número, segundo o ministro, só ficará claro quando os credores apresentarem as carteiras. O anúncio de Durigan foi feito a quatro dias do segundo turno da eleição presidencial, em 25 de outubro, em que Lula enfrenta o senador Flávio Bolsonaro (PL). Sem citar o nome do adversário, Durigan contrapôs o programa à proposta do candidato de oposição, que seria, segundo ele, "uma espécie de calote generalizado no sistema financeiro". Flávio prometeu congelar por seis meses as dívidas de pessoas físicas e por um ano as de empresas. Questionado se o leilão ocorrerá independentemente do resultado das urnas, o ministro não respondeu diretamente. Disse que o programa é uma "política de Estado" e que as conversas com o setor financeiro mostraram que dívidas mais antigas, algumas do governo anterior, ainda impedem o acesso ao crédito. Após analisar as manifestações, a Fazenda vai publicar o edital de compra e definir o tamanho do leilão por faixa de renda. Durigan e Dudena falaram em realizar a disputa em novembro; o ministro admitiu que ela pode ficar para o início de dezembro, a depender do volume de trabalho e de novas conversas com o setor.
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Hospital da Restauração recruta voluntários para pesquisa de prevenção do AVC e da demência

O Hospital da Restauração (HR) Governador Paulo Guerra, no Recife, está recrutando voluntários para participar do estudo PROMOTE, uma pesquisa nacional que investiga estratégias para prevenir o Acidente Vascular Cerebral (AVC) e a demência. O estudo acompanha participantes ao longo de alguns anos para avaliar os efeitos de uma estratégia de prevenção sobre o risco dessas doenças.

Podem se candidatar pessoas com idade entre 50 e 75 anos que não tenham hipertensão arterial nem diabetes e não façam uso de medicamentos para controlar o colesterol. A participação está sujeita à avaliação da equipe responsável e ao cumprimento dos demais critérios estabelecidos pelo protocolo da pesquisa.

O estudo investiga se o uso de uma única pílula com medicamentos em baixas doses para controlar a pressão arterial e o colesterol, associado ou não à adoção de hábitos de vida saudáveis, pode reduzir o risco de AVC e demência.

Os interessados podem entrar em contato com a equipe de pesquisa do Hospital da Restauração pelo telefone ou WhatsApp (81) 98259-9688 ou pelo e-mail hr.estudosclinicos@gmail.com. O acompanhamento dos participantes em Pernambuco será realizado por meio do ambulatório do HR, localizado no Hospital Geral de Areias.

Pesquisa nacional

O PROMOTE é conduzido pelo Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, em parceria com o Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

Além de Pernambuco, o recrutamento e o acompanhamento dos voluntários ocorrem em 14 Centros de AVC distribuídos por São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Distrito Federal, Bahia e Acre.

Para a coordenadora da Unidade de AVC do Hospital da Restauração, a neurologista Ana Dolores Nascimento, a pesquisa pode contribuir para aprimorar a assistência aos pacientes.

“Esse estudo fortalece a linha de cuidado do AVC em Pernambuco, qualifica a assistência aos pacientes e permite os avanços no tratamento dos pacientes com AVC no Brasil e no mundo todo”, afirma a médica, que também coordena a Linha de Cuidados em Neurologia da Secretaria Estadual de Saúde.

Como ocorre o AVC

O Acidente Vascular Cerebral acontece quando o fluxo sanguíneo para uma parte do cérebro é interrompido ou quando há rompimento de um vaso sanguíneo cerebral. A condição pode provocar sequelas incapacitantes e levar à morte.

A demência, por sua vez, envolve o comprometimento progressivo de funções cognitivas, como memória e raciocínio, podendo prejudicar a capacidade de realizar atividades cotidianas. A pesquisa busca ampliar o conhecimento sobre medidas preventivas que possam reduzir o risco dessas condições.

Atendimento em Pernambuco

O estado conta com cinco unidades de referência para o tratamento do AVC isquêmico: Hospital da Restauração e Hospital Pelópidas Silveira, no Recife; Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada; Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru; e Hospital Regional de Palmares, em Palmares.

A Unidade de AVC do HR funciona na Emergência Clínica e conta com uma equipe multidisciplinar formada por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e psicólogos.

Entre janeiro e setembro de 2026, a unidade registrou redução de 3% no número de pacientes atendidos com suspeita de AVC, em comparação com o mesmo período anterior. Já o número de pacientes tratados na fase aguda aumentou 9,7%.

A unidade também recebeu reconhecimento internacional com status Gold da Iniciativa Angels, que apoia hospitais na melhoria do atendimento a pessoas com AVC agudo. O HR esteve entre os 25 hospitais brasileiros premiados, sendo um dos três hospitais públicos sob administração estadual.

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© Foto: Vivian Ramos/SES-PE

Fachada do HR
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Portimão: Compra de bilhetes para o MotoGP dá acesso antecipado à Formula 1

Clientes que adquiram pelo menos dois bilhetes para o MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal 2026 beneficiam de uma fase exclusiva de compra antecipada de até dois bilhetes para o Formula 1 MSC Cruises Grande Prémio de Portugal 2027.

O Autódromo Internacional do Algarve (AIA) lança uma nova vantagem exclusiva para os clientes do MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal 2026, que se realiza no AIA, em Portimão, de 20 a 22 de novembro. Quem adquirir, numa única compra, pelo menos dois bilhetes para a prova portuguesa de MotoGP vai ter acesso a uma fase reservada para a compra antecipada de até dois bilhetes para o Formula 1 MSC Cruises Grande Prémio de Portugal 2027, também no Autódromo Internacional do Algarve, de 18 a 20 de junho de 2027.

A vantagem aplica-se às compras realizadas através do site oficial do MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal, clicando aqui, até às 23h59 de 31 de outubro. Os clientes que tenham adquirido os seus bilhetes antes do lançamento desta campanha também são elegíveis, desde que a compra tenha sido realizada numa única transação e inclua, pelo menos, dois bilhetes válidos.

Os clientes elegíveis vão poder aceder a uma fase exclusiva de compra antes da abertura ao público em geral da fase de vendas seguinte, com a possibilidade de adquirir até dois bilhetes. As datas e os detalhes de acesso à fase exclusiva vão ser comunicados posteriormente, por email, aos clientes elegíveis.

“Queremos proporcionar aos adeptos do desporto motorizado a oportunidade de viverem duas das principais competições mundiais numa pista que é reconhecida internacionalmente e que é um dos poucos circuitos europeus onde esta oportunidade vai ser possível”, afirma Jaime Costa, CEO do Autódromo Internacional do Algarve.

Após a abertura da fase exclusiva, os clientes elegíveis deverão aceder ao site oficial do Formula 1 MSC Cruises Grande Prémio de Portugal 2027, clicando aqui, e utilizar o endereço de e-mail associado à compra dos bilhetes MotoGP para validar a elegibilidade. Será depois enviado um código pessoal, intransmissível e de utilização única para acesso à fase exclusiva.

A campanha abrange bilhetes de Bancada e Peão, com exceção da Bancada Principal e Hospitalidade. Os bilhetes estarão disponíveis ao preço de venda ao público em vigor, sem desconto, e sujeitos a disponibilidade durante a fase exclusiva. O acesso antecipado não garante preços ou condições mais favoráveis do que os praticados em fases de venda posteriores.

A compra dos bilhetes MotoGP não garante a posterior aquisição de bilhetes para o Formula 1 MSC Cruises Grande Prémio de Portugal. O benefício desta campanha corresponde exclusivamente ao acesso antecipado à fase reservada de venda, cujos bilhetes são limitados e podem esgotar antes do seu término. Os Bilhetes para o MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal 2026 disponíveis clicando aqui.

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Deputados aprovam Conta Geral do Estado de 2025

Os deputados aprovaram, esta quarta-feira, no parlamento a Conta Geral do Estado de 2025, com votos a favor do PSD e CDS, abstenção do PS e voto contra do Chega.

A Iniciativa Liberal, PAN, Livre, PCP e BE votaram contra e o JPP absteve-se, tendo a Conta Geral do Estado sido aprovada, apesar das muitas críticas de deputados ao longo dos últimos dias.

 O secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, José Maria Brandão de Brito, admitiu hoje que é impossível que a tarefa que se exige para garantir a conformidade da Conta Geral do Estado seja feita num par de anos.

No debate sobre a Conta Geral do Estado (CGE) de 2025, realizado no parlamento, antes da votação, o secretário de Estado foi confrontado com o parecer do Tribunal de Contas (TdC) que considerou que o documento não está em conformidade com a Lei de Enquadramento Orçamental (LEO), continuando a não incluir as demonstrações orçamentais e financeiras consolidadas da Administração Central e da Segurança Social.

José Maria Brandão de Brito sinalizou que o TdC reconhece que estão a ser tomadas ações necessárias para resolver problemas, salientando que o Governo está a alterar diplomas, aprimorar procedimentos, alterar pedidos de informação às entidades e a dar formação para que consigam migrar o sistema contabilístico.

Além disso, o Governo está a “municiar as entidades das Administrações Públicas dos sistemas de informação necessários” para garantir que pode ser ultrapassado o principal obstáculo, que diz respeito à apresentação da conta financeira consolidada, o que não é possível com os sistemas que existem hoje.

“A tarefa que se exige para garantir a conformidade da CGE é impossível ser feita num par de anos”, reiterou, apontando que o desafio que o Governo tem é, “ao longo da legislatura, cumprir com o que é exigido”.

O secretário de Estado recordou ainda que na discussão da CGE de 2024 afirmou que queriam fazer deste documento um instrumento de avaliação das políticas públicas, ao associar indicadores de desempenho aos recursos atribuídos a cada área governativa, tendo sido dado mais um passo nesse sentido na conta de 2025, aplicando a metodologia a oito áreas governativas.

Na CGE de 2026, a avaliação abrangerá toda a administração central e o subsetor da Segurança Social, assegurou, apontando que tal vai permitir melhores condições para discutir os resultados alcançados e o seu contributo para a melhoria da vida das pessoas.

O governante salientou ainda o repto que tinha já deixado para repensar os prazos de apreciação da CGE, apontando que esta discussão está a ser feita “apenas 159 dias após a entrega do relatório e menos de um mês após a publicação do parecer do TdC, no prazo mais curto dos últimos 30 anos”.

Para Brandão de Brito, quanto mais próxima a avaliação parlamentar do exercício a que diz respeito, maior será a sua utilidade para escrutinar e informar as decisões orçamentais seguintes.

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Tem telemóvel da MEO, NOS ou Vodafone? Nova ferramenta vai permitir aos bancos detetar estas burlas

Os portugueses que utilizam os serviços da MEO, NOS ou Vodafone poderão beneficiar de uma nova camada de proteção contra fraudes bancárias. As três principais operadoras de telecomunicações anunciaram duas ferramentas que permitem aos bancos e a outras empresas verificar informações associadas aos números de telemóvel, ajudando a identificar possíveis tentativas de burla antes de serem autorizados acessos ou transações.

A novidade foi apresentada esta terça-feira, 20 de outubro, em Lisboa, durante um encontro que reuniu representantes das três operadoras, da Nokia e da GSMA, associação internacional que representa o setor das comunicações móveis.

De acordo com o Expresso, as novas funcionalidades permitem confirmar se um utilizador está a aceder a uma conta através do número de telemóvel associado e identificar se esse número foi recentemente transferido para outro cartão SIM.

Bancos vão poder verificar se o seu cartão SIM foi trocado

Uma das principais novidades chama-se SIM Swap, uma ferramenta que permite verificar se determinado número de telemóvel foi recentemente associado a um novo cartão SIM.

Esta funcionalidade poderá ser particularmente útil no combate a um tipo de fraude em que os criminosos conseguem obter uma segunda via do cartão SIM de uma vítima, fazendo-se passar pelo verdadeiro titular.

Quando conseguem controlar o número de telemóvel, os burlões podem receber mensagens e códigos de autenticação enviados pelos bancos, aumentando o risco de acesso indevido às contas.

Segundo o Expresso, a nova ferramenta permite verificar se ocorreu uma alteração do cartão SIM nas últimas 24 ou 48 horas, fornecendo aos bancos um sinal de alerta antes de autorizarem determinadas operações.

Uma troca recente não significa necessariamente que exista uma fraude, mas poderá justificar verificações adicionais de segurança.

Nova tecnologia também permite confirmar o número de telemóvel

A segunda ferramenta, denominada Number Verification, permite confirmar se o acesso a determinada aplicação está a ser realizado através do número de telemóvel associado à conta.

Ao contrário dos métodos tradicionais, que exigem a introdução de códigos recebidos por SMS, esta verificação pode decorrer automaticamente, em segundo plano.

O objetivo é reforçar a segurança sem obrigar os utilizadores a realizar procedimentos adicionais sempre que pretendem aceder a determinados serviços.

As duas ferramentas podem também funcionar em conjunto, permitindo às empresas confirmar a associação do número à conta e verificar se existiu alguma alteração recente do cartão SIM.

MEO, NOS e Vodafone juntam-se para combater fraudes

O lançamento integra a iniciativa internacional GSMA Open Gateway, que pretende facilitar a utilização de funcionalidades das redes móveis por empresas e serviços digitais.

As ferramentas funcionam através de interfaces de programação de aplicações, conhecidas como APIs, que permitem a comunicação automática entre diferentes sistemas informáticos.

A plataforma tecnológica utilizada é fornecida pela Nokia e chama-se Network as Code.

Na prática, um banco poderá realizar verificações relativas a clientes das três operadoras através de uma única ligação tecnológica, sem necessidade de desenvolver sistemas completamente diferentes para cada rede.

Segundo Judite Reis, diretora de Engenharia de Redes da NOS, estas funcionalidades representam também uma oportunidade de negócio para as operadoras, que poderão disponibilizar serviços de segurança a outras empresas.

E os dados pessoais? Operadoras esclarecem questão da privacidade

A possibilidade de empresas consultarem informações associadas às redes móveis levantou questões relacionadas com a proteção dos dados pessoais.

Durante a apresentação, os representantes das operadoras explicaram que as ferramentas apenas permitem realizar consultas previamente definidas, não correspondendo a um acesso generalizado às informações dos utilizadores.

A MEO referiu ainda a existência de um portal de gestão de consentimentos, através do qual os clientes poderão acompanhar e controlar o acesso à informação disponibilizada por estas ferramentas.

De acordo com o Expresso, as empresas não divulgaram os valores investidos no desenvolvimento das soluções nem identificaram contratos comerciais já estabelecidos para a sua utilização.

Há outra novidade prevista para 2027

As três operadoras preparam também uma terceira funcionalidade, cuja disponibilização está prevista para o início de 2027.

Denominada Number Recycle, esta ferramenta permitirá verificar se um número de telemóvel foi entretanto atribuído a outra pessoa.

O objetivo é evitar situações em que códigos de autenticação, mensagens bancárias ou outras informações associadas a contas antigas sejam enviados ao novo titular de um número.

Esta situação pode ocorrer quando um cliente deixa de utilizar determinado número e a operadora o atribui posteriormente a outra pessoa.

Com estas novidades, a MEO, a NOS e a Vodafone pretendem disponibilizar aos bancos e a outras empresas novos mecanismos de prevenção de fraudes, embora a sua utilização efetiva dependa da integração das ferramentas nos serviços de cada entidade.

Leia também: Perdeu o telemóvel? Banco de Portugal alerta para o que deve fazer de imediato para proteger o seu dinheiro

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Deputados aprovam Conta Geral do Estado de 2025

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By: Lusa

Os deputados aprovaram esta quarta-feira no parlamento a Conta Geral do Estado de 2025, com votos a favor do PSD e CDS, abstenção do PS e voto contra do Chega.

A Iniciativa Liberal, PAN, Livre, PCP e BE votaram contra e o JPP absteve-se, tendo a Conta Geral do Estado sido aprovada, apesar das muitas críticas de deputados ao longo dos últimos dias.

O secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, José Maria Brandão de Brito, admitiu esta quarta-feira que é impossível que a tarefa que se exige para garantir a conformidade da Conta Geral do Estado seja feita num par de anos.

No debate sobre a Conta Geral do Estado (CGE) de 2025, realizado no parlamento, antes da votação, o secretário de Estado foi confrontado com o parecer do Tribunal de Contas (TdC) que considerou que o documento não está em conformidade com a Lei de Enquadramento Orçamental (LEO), continuando a não incluir as demonstrações orçamentais e financeiras consolidadas da Administração Central e da Segurança Social.

José Maria Brandão de Brito sinalizou que o TdC reconhece que estão a ser tomadas ações necessárias para resolver problemas, salientando que o Governo está a alterar diplomas, aprimorar procedimentos, alterar pedidos de informação às entidades e a dar formação para que consigam migrar o sistema contabilístico.

Além disso, o Governo está a “municiar as entidades das Administrações Públicas dos sistemas de informação necessários” para garantir que pode ser ultrapassado o principal obstáculo, que diz respeito à apresentação da conta financeira consolidada, o que não é possível com os sistemas que existem hoje.

“A tarefa que se exige para garantir a conformidade da CGE é impossível ser feita num par de anos”, reiterou, apontando que o desafio que o Governo tem é, “ao longo da legislatura, cumprir com o que é exigido”.

O secretário de Estado recordou ainda que na discussão da CGE de 2024 afirmou que queriam fazer deste documento um instrumento de avaliação das políticas públicas, ao associar indicadores de desempenho aos recursos atribuídos a cada área governativa, tendo sido dado mais um passo nesse sentido na conta de 2025, aplicando a metodologia a oito áreas governativas.

Na CGE de 2026, a avaliação abrangerá toda a administração central e o subsetor da Segurança Social, assegurou, apontando que tal vai permitir melhores condições para discutir os resultados alcançados e o seu contributo para a melhoria da vida das pessoas.

O governante salientou ainda o repto que tinha já deixado para repensar os prazos de apreciação da CGE, apontando que esta discussão está a ser feita “apenas 159 dias após a entrega do relatório e menos de um mês após a publicação do parecer do TdC, no prazo mais curto dos últimos 30 anos”.

Para Brandão de Brito, quanto mais próxima a avaliação parlamentar do exercício a que diz respeito, maior será a sua utilidade para escrutinar e informar as decisões orçamentais seguintes.

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Economia argentina encolhe 1,7% em agosto na comparação com igual período de 2025


A economia da Argentina registrou uma ligeira recuperação em agosto, depois de uma queda muito acentuada em julho, mas o crescimento continua fraco neste semestre. A atividade econômica avançou somente 0,1% em agosto em relação ao mês anterior, bem abaixo da estimativa mediana de 1,5% dos analistas consultados pela Bloomberg. Na comparação com o mesmo mês de 2025, a segunda maior economia da América do Sul encolheu 1,7%, informou ontem o governo argentino. Reviravolta: Orçamento da Colômbia para 2027 é invalidado e será aprovado por decreto presidencial Veja principais indicadores: Como está a economia na Argentina? Em uma notícia positiva para o presidente Javier Milei, os salários do setor privado formal argentino superaram a inflação em agosto pelo terceiro mês consecutivo, um sinal favorável para o consumo à frente. Sem compensação O crescimento mais lento e a perda de empregos na economia formal estão corroendo os ganhos políticos que Milei esperava obter com a redução da inflação, sua principal conquista. O Produto Interno Bruto (PIB) encolheu no segundo trimestre e deve voltar a cair no terceiro, o que caracterizaria uma recessão técnica. Para que isso não ocorra, a economia teria de crescer 8,6% em setembro. — Os dados de agosto não proporcionaram alívio da queda de julho, o que deixa a economia argentina quase 3% abaixo do patamar do segundo trimestre. Isso a coloca no caminho de uma retração trimestral, consistente com uma recessão técnica — disse Jimena Zúñiga, analista geoeconômica de América Latina da Bloomberg Economics. De acordo com o Indec (o IBGE argentino), no acumulado de janeiro a agosto, o crescimento da atividade econômica está em 1,2%, contra 1,7% um mês antes, informou o jornal argentino La Nación. Agravamento: Pobreza cresce na Argentina e atinge um terço da população O Indec também revisou os dados de julho, de uma retração de 2,9% para uma queda de 2,8% em relação a junho, o pior desempenho em um único mês desde a pandemia. Na comparação anual, no entanto, o recuo passou de 1,4% para 1,5%. Uma disparada das exportações, liderada pelos setores de energia e agricultura, está impulsionando o crescimento argentino. No entanto, a retração prolongada da indústria, do setor de construção e do varejo tem reduzido o impacto dessa expansão. — Os setores dinâmicos (energia e mineração) sustentam parte da atividade, mas não conseguem compensar a queda daqueles vinculados ao mercado interno, que explicam a maior parte da contração — disse ao La Nación a economista Paloma Quadrana, da consultoria Abeceb. No ano, ‘1% ou menos’ A um ano das próximas eleições presidenciais, os investidores acompanham de perto o crescimento e o mercado de trabalho da Argentina, que sinalizariam as chances de Milei se reeleger. Sua taxa de aprovação está estável em 39% nos últimos meses, segundo o LatAm Pulse, pesquisa realizada pelo Atlas Intel para a Bloomberg News. Os analistas consultados pelo Banco Central da Argentina no mês passado projetaram crescimento de 1,5% em 2026, menos da metade dos 3,2% previstos no início do ano. Para o economista Lorenzo Sigaut Gravina, da consultoria Equilibra, o mais provável é fechar o ano com expansão “de 1% ou menos”: — Isso porque contamos com a locomotiva da mineração, da energia e da agroindústria — disse ele ao La Nación. *Com Bloomberg News e La Nación. O La Nación faz parte do Grupo de Diarios América (GDA)
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ChatGPT ahora tiene publicidad: Argentina, Chile, Colombia y Perú tendrán anuncios con dos versiones de la IA

ChatGPT Ads ampliará su presencia a 26 países, entre ellos Argentina, Chile, Colombia y Perú. REUTERS/Dado Ruvic

ChatGPT Ads llegará a 26 nuevos países incluidos Argentina, Chile, Colombia y Perú. Esto significa que los usuarios de los planes Gratuito y Go verán anuncios dentro de la plataforma mientras realizan consultas a la inteligencia artificial.

Para los usuarios, el principal cambio será la incorporación de publicidad en las versiones sin costo y de menor precio. Las suscripciones Plus, Pro y Enterprise seguirán sin anuncios.

OpenAI afirmó que las conversaciones continuarán siendo privadas, que no venderá datos de clientes y que la publicidad no influirá en las respuestas del chatbot.

Los usuarios de los planes Gratuito y Go comenzarán a encontrar publicidad mientras realizan consultas en ChatGPT.  (OpenAI)

Qué cambia para los usuarios con ChatGPT Ads

Los anuncios aparecerán cuando una persona use ChatGPT para explorar opciones, hacer preguntas o precisar una necesidad.

La idea es que la publicidad se relacione con el tema de la conversación, aunque estará claramente separada de las respuestas generadas por la inteligencia artificial.

Por ejemplo, una persona que prepara su primer maratón puede consultar opciones de comida para los días previos a la carrera, ajustar sus búsquedas según sus preferencias alimentarias y el tiempo disponible para cocinar.

En ese recorrido, podría encontrar un anuncio de un servicio de entrega de alimentos que no conocía.

Los planes Plus, Pro y Enterprise mantendrán una experiencia sin anuncios.  REUTERS/Dado Ruvic/Illustration

La compañía sostiene que este modelo puede ayudar a los usuarios a descubrir productos y servicios ajustados a lo que buscan. Señala que los ingresos publicitarios contribuyen a mantener ChatGPT gratuito o de bajo costo para más personas.

La empresa liderada por Sam Altman remarcó que los anuncios estarán identificados y separados de las respuestas del chatbot. La compañía aseguró que la publicidad no modifica la información que entrega ChatGPT ni determina sus recomendaciones.

Cómo funciona ChatGPT Ads

Para los anunciantes, ChatGPT Ads ofrece la posibilidad de mostrar productos y servicios durante momentos en los que los usuarios todavía evalúan alternativas. La plataforma apunta tanto a empresas locales y marcas regionales como a compañías internacionales.

La compañía indicó que la publicidad no tendrá incidencia sobre las respuestas ni las recomendaciones de ChatGPT.  REUTERS/Dado Ruvic/Illustration

Las empresas podrán acceder a los anuncios a través de socios tecnológicos o mediante el Administrador de anuncios de OpenAI. La expansión incluye otros 14 países de América Latina, además de nuevos mercados en Europa, Oriente Medio, África y Asia.

La próxima etapa de crecimiento incluirá nuevos formatos publicitarios, objetivos de campaña, opciones de compra y herramientas de medición. OpenAI también anticipó que seguirá explorando formas para que las empresas interactúen con los consumidores dentro de las conversaciones con ChatGPT.

OpenAI adquiere Orchestra Bio, startup biotecnológica

OpenAI busca acelerar el desarrollo de medicamentos mediante inteligencia artificial y, como primer paso, compró Orchestra Bio, una startup cuya plataforma ayuda a empresas biofarmacéuticas a organizar y seguir las múltiples etapas necesarias para crear nuevos tratamientos.

OpenAI compró Orchestra Bio para incorporar inteligencia artificial al proceso de desarrollo de medicamentos.  (Imagen Ilustrativa Infobae)

La operación permitirá integrar esa tecnología con Rosalind, el conjunto de herramientas que OpenAI desarrolla para investigadores de biología y química.

El objetivo no se limita al análisis de información científica: la compañía pretende usar IA para coordinar equipos, datos, experimentos, procesos de fabricación, ensayos clínicos y socios externos.

Según OpenAI, el desarrollo de un fármaco puede demorar entre 10 y 15 años desde la identificación de un objetivo hasta su aprobación regulatoria en Estados Unidos.

La tecnología de Orchestra Bio permitirá coordinar datos, equipos, ensayos clínicos y cronogramas, con el objetivo de detectar demoras antes de que afecten un programa de investigación. REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo/File Photo

En ese recorrido, los retrasos no siempre responden a la falta de una molécula prometedora, también a datos dispersos, dificultades de coordinación y demoras operativas que pueden frenar un programa completo.

La plataforma de Orchestra Bio permite a las personas trabajar con agentes de IA capaces de seguir estudios, campañas y cronogramas, centralizar información e identificar riesgos.

Por ejemplo, podrían advertir que un problema en la fabricación de un lote afecta el inicio de un ensayo clínico y otras tareas previstas. Los agentes pueden reunir los datos relacionados y mostrar alternativas, aunque las decisiones finales continuarán en manos de científicos y responsables de cada programa.

OpenAI sostiene que GPT-Rosalind puede responder preguntas de biología y química, mientras que Rosalind Workbench vincula los modelos con datos y herramientas científicas para interpretar resultados y planificar experimentos.

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Boticário distribui perfumes de graça; veja como resgatar o seu

O Boticário vai entregar mais de 400 mil miniaturas de 10 ml do novo Clash Extreme Desodorante Colônia, lançamento masculino da marca. A partir da próxima segunda-feira, 26, os interessados podem se dirigir às lojas participantes para fazer a retirada da miniatura. Mas, para participar, é necessário atender a alguns requisitos.Quem pode pegar perfume de graça do BoticárioDe acordo com as regras da ação, podem participar todos aqueles que atenderem aos seguintes critérios:Ter mais de 18 anos;Possuir CPF válido;Ter cadastro ativo no Beautybox, o programa de fidelidade da marca.Além disso, os interessados precisam ter somado, no mínimo, R$ 50 em compras identificadas pelo CPF entre 1º de outubro de 2025 e 30 de setembro de 2026.São contabilizadas compras nos canais oficiais das marcas do grupo, como O.U.I e Beleza na Web, além do próprio O Boticário. Ficam de fora da conta compras canceladas, em processo de troca ou devolvidas.Como pedir perfume de graça da O BoticárioA partir da próxima segunda-feira, 26, todos aqueles que atenderem aos critérios citados acima poderão emitir um vale-brinde pelo site oficial do Boticário ou pelo aplicativo.Em seguida, o participante deverá selecionar a loja em que deseja fazer a retirada e ir pessoalmente buscar o brinde, sem custo algum.Cada CPF tem direito a um único vale-brinde, ou seja, a apenas uma miniatura durante toda a campanha. A ação é valída até dia 19 de novembro ou até durarem os estaques. Clash ExtremeO Clash Extreme é uma versão mais intensa do Clash, uma das linhas masculinas recentes do Boticário, que vem conquistando seu espaço no mercado.Assinado pelo perfumista Dominique Ropion, o perfume tem o dobro da concentração do blend aromático da versão original, com lavanda, sálvia e alecrim combinados a notas de figo.A versão tradicional, com 100 ml, caiu de R$ 184,90 para R$ 149,90, um desconto de 18%. Já o body spray da linha passou de R$ 52,90 para R$ 41,90.Atenção aos golpesO Boticário reforça que os participantes fiquem atentos e façam os pedidos apenas pelo aplicativo ou pelo site oficial da empresa. A marca não cobra nenhum valor pela miniatura.Fiquem atentos a links recebidos por WhatsApp ou redes sociais que peçam senhas, dados bancários ou pagamento de frete.

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Daniel Lancaster encara 100 km nos Andes e reforça preparo nas pistas!


A preparação para uma corrida de longa duração começa muito antes da largada e nem sempre acontece em um autódromo. Daniel Lancaster, piloto do Endurance Brasil pela equipe Autlog Racing, decidiu ampliar sua rotina de treinamento ao participar do El Cruce, competição de aproximadamente 100 quilômetros disputada em três etapas na Cordilheira dos Andes. Entre trilhas, subidas e mudanças de temperatura, o desafio colocou à prova a resistência física e a capacidade de administrar o esforço durante dias consecutivos. Para chegar às montanhas, Daniel Lancaster passou três meses em preparação. A rotina incluiu subidas ao Pico do Jaraguá, na capital paulista, e percursos em trilhas de terra na região oeste da Grande São Paulo. O objetivo era adaptar o corpo a terrenos irregulares e ao esforço prolongado, diferente daquele realizado nas pistas. O piloto também contou com acompanhamento nutricional, voltado à alimentação durante os treinos e à recuperação necessária para enfrentar uma prova dividida em vários dias. No El Cruce, as condições encontradas por Daniel Lancaster mudaram ao longo do percurso. O piloto enfrentou neve, períodos de sol, travessias de rios e aclives exigentes. A cada etapa, precisava avaliar o próprio ritmo e considerar a distância que ainda faltava percorrer. Em competições desse tipo, o desgaste não termina quando o atleta cruza a linha de chegada do dia: a recuperação entre uma etapa e outra faz parte do desafio. Criado em 2002 com a proposta de conectar Argentina e Chile por uma travessia dos Andes, o El Cruce reúne participantes em percursos de montanha que variam conforme a edição. No formato de três dias, os atletas passam as noites em acampamentos antes de retomar a jornada. Para Daniel Lancaster, a experiência representou uma oportunidade de sair do ambiente habitual de preparação e lidar com fatores como clima, altitude, terreno e cansaço acumulado. A relação com o automobilismo aparece sobretudo na disciplina necessária para manter o desempenho. Daniel Lancaster compete no Endurance Brasil, modalidade em que a velocidade precisa ser acompanhada de regularidade e concentração. Ao volante, decisões tomadas sob fadiga podem comprometer uma corrida. Nas trilhas, sair em ritmo acima do sustentável pode tornar os quilômetros seguintes mais difíceis. São esforços distintos, mas ambos exigem planejamento e atenção aos próprios limites. Enquanto o treinamento específico de um piloto envolve domínio do carro, leitura de pista e trabalho com a equipe, a corrida de montanha acrescenta outra dimensão à preparação física. Daniel Lancaster precisou lidar com longos períodos de deslocamento a pé e com a alternância de superfícies ao longo dos cerca de 100 quilômetros. O percurso exigiu persistência, mas também prudência para distribuir a energia entre as três etapas. A alimentação foi parte importante desse planejamento. Com orientação de nutricionista, Daniel Lancaster organizou sua preparação para sustentar a rotina de exercícios e enfrentar o desgaste de dias sucessivos de competição. O cuidado com a recuperação também ganhou relevância no contexto dos acampamentos, quando o intervalo entre as etapas era uma oportunidade de recompor as forças antes de voltar ao percurso. A experiência nas montanhas não substitui as exigências técnicas de uma prova automobilística. Ainda assim, para Daniel Lancaster, ela integrou uma estratégia de preparação mais ampla, na qual condicionamento, constância e controle emocional caminham ao lado do treinamento nas pistas. Enfrentar condições que mudam rapidamente também reforça a importância de observar o ambiente e ajustar decisões sem perder de vista o objetivo. A travessia mostrou a Daniel Lancaster que o planejamento precisa conviver com imprevistos. Em uma montanha, a mudança do tempo ou a dificuldade de um trecho pode exigir ajustes imediatos. O mesmo princípio de adaptação aparece no esporte a motor, embora em situações muito diferentes. Em ambos os casos, preservar a atenção até o final é parte essencial da estratégia. Ao concluir o El Cruce, Daniel Lancaster levou para sua trajetória no Endurance Brasil a vivência de uma competição marcada pela distância e pela imprevisibilidade do terreno. Entre a neve, o sol e os rios dos Andes, o piloto encontrou um exercício de resistência que dialoga com a necessidade de manter a concentração por longos períodos. Das trilhas aos autódromos, a experiência destaca o valor da preparação contínua e do ritmo bem administrado.
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