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La Generación del 27, en el centro de la 18ª edición del Festival Eñe

El periodista y escritor Jesús Ruíz Mantilla, durante una lectura de poesía en la presentación de la 18ª edición del Festival Eñe, en el Café Gijón de Madrid.

La generación del 27 está en el centro de los acontecimientos culturales de España, por la antesala de su centenario, y es uno de los ejes de la 18ª edición del Festival Eñe, que del 4 al 25 de noviembre celebrará en Madrid la literatura y la creación artística, con énfasis en la poesía, en aquella camada de artistas de 1927 y en la cultura de Polonia, el país invitado. El certamen también tendrá presencia en Málaga del 21 al 30 de noviembre.

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Patti Smith, 50 años después de su debut en España: mística, compromiso, poesía y puro rock and roll

Patti Smith (Chicago, 79 años) llegó a Oviedo el pasado domingo con ese aspecto de chamán de trenzas canosas y la colocaron delante del Hotel de la Reconquista acompañada de la tradicional banda de gaitas. Se han dado durante la historia de los premios curiosas estampas que nunca creeríamos: Serena Williams con los gaiteros, y Joan Manuel Serrat, y Haruki Murakami y, sobre todo, Meryl Streep, que fue la que mejor se lo pasó con los gaiteros, porque se echó un dancing.

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© Fundación Princesa de Asturias

Patti Smith en el primero de sus dos conciertos programados en Gijón, la noche de este martes.
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Patti Smith llama a los ciudadanos a levantarse y “usar su poder” contra “el liderazgo deplorable” de Trump

La estadounidense Patti Smith, premio Princesa de Asturias de las Artes, ha recordado este martes durante una rueda de prensa en Oviedo que “la gente tiene el poder, aunque a veces sientan que no es así” y en estos momentos lo que necesita EE UU es “que la gente use ese poder, que se levante, se una y vote”. Así, ha indicado que para ella es difícil hablar de la situación actual de su país, con “un liderazgo deplorable”.

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La cantante y escritora estadounidense , Patti Smith, Premio Princesa de las Artes 2026 durante la rueda de prensa celebrada este martes en Oviedo.
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Patti Smith: los mejores discos y libros de una artista que jamás se dejó domesticar

En el último concierto que Patti Smith ofreció en Madrid, en octubre de 2025 en el ostentoso Teatro Real, ocurrió al final algo que refleja el sentimiento que produce hoy la artista estadounidense. Después de exhortar a una lucha popular tan necesaria siempre, y hoy más, con People Have the Power, y ya en los saludos finales, tuvo el detalle de llamar al escenario a su promotor de siempre en España, Gay Mercader. Levantó su mano y le abrazó. “Ojalá Patti me diera un abrazo a mí”, señaló una espectadora desde las butacas. Seguramente cuando empezó su carrera recitando poesía contracultural en iglesias abandonadas de Nueva York a finales de los sesenta no entraba en los planes de la cantante convertirse en una figura capaz de despertar ese sentimiento de protección y ternura. Pero así es. Patti Smith (nacida en Chicago) cumplirá 80 años el próximo 30 de diciembre y no piensa celebrarlo en el sofá de su casa. Continúa encadenando giras y recorriendo el mundo declamando poesía a la vez que recibe homenajes y premios. En el marco del acto donde recibirá el premio Princesa de Asturias de las Artes 2026 (el 23 de octubre en Oviedo), actúa el martes 20 en el Teatro Jovellanos y el miércoles 21 en el Palacio de Deportes Presidente Adolfo Suárez, ambos en Gijón. Más tarde, será cabeza de cartel del Festival Azkena (17 al 19 de junio de 2027 en Vitoria).

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Patti Smith celebrando los 50 años de 'Horses' en el Teatro Real de Madrid el 8 de octubre de 2025. A la derecha, dos de sus fieles compañeros que participaron en el disco en 1975: el guitarrista Lenny Kaye a la derecha y el baterista Jay Dee Daugherty a la izquierda.

© Gijsbert Hanekroot (REDFERNS / GETTY IMAGES) (EL PAÍS)

Patti Smith, retratada en Ámsterdam en 1976.
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Sobi lança projeto que transforma ADN em poesia para sensibilizar para as doenças raras

Dar maior visibilidade às doenças raras e aproximar esta realidade da sociedade é o objetivo de rara[mente], o novo projeto da Sobi que cruza ciência, literatura e experiência humana, e que é apresentado hoje, em Lisboa. A iniciativa materializa-se num livro de poemas construídos a partir de sequências reais de ADN, com variações associadas a […]

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João Mota vai à Biblioteca de Loulé apresentar Livro de Estreia e Oficina de Escrita Criativa

Hoje, sábado, 10 de outubro, o ator e escritor João Mota vai estar na Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen, em Loulé, para a apresentação do seu primeiro livro. Mas antes, irá promover uma oficina de escrita criativa.

Das 14h00 às 17h00, o mote vai ser “ESCREVER-ME – Escrever o que sinto, para sentir de uma forma mais livre e plena”, numa sessão para jovens dos 13 aos 20 anos.

A escrita criativa é uma ferramenta de expressão pessoal e autoconhecimento, especialmente durante a adolescência, uma fase marcada por intensas transformações. Nesta oficina, os adolescentes serão convidados a explorar e expressar as suas emoções através da escrita. 

A atividade inclui exercícios de aquecimento que estimulam a criatividade e a liberdade de expressão, seguidos de propostas específicas que incentivam os participantes a refletirem sobre as suas experiências e sentimentos. Os adolescentes terão a oportunidade de expressar-se através de textos que variam desde poemas até narrativas curtas, permitindo que explorem o seu mundo interno, num ambiente seguro e de aceitação incondicional positiva.

A oficina pretende promover a escrita como ferramenta de suporte para a catarse emocional, melhoria da autoestima e do bem-estar emocional, ajudando os jovens a entender e aceitar os seus sentimentos e emoções de uma forma mais plena e livre.

Para participar nesta atividade, é necessária inscrição prévia para  biblioteca@cm-loule.pt As vagas são limitadas e a participação gratuita. Confere-se diploma de participação.

Pelas 18h30, será apresentado “Tudo o que nunca te disse, meu Amor”. «Queria-te com esse teu cheiro, com defeitos, com aquela vulnerabilidade que só existe quando duas pessoas se aproximam o suficiente para se magoarem. Queria-te num mundo onde ainda se sente vergonha, e ciúme, e desejo, e medo. Queria-te onde se ouve o som da respiração e onde o silêncio tem peso. Um lugar sem Wi-Fi, sem ghosting, sem o botão de desligar a conversa.»

A vertigem da paixão, a dor da perda, a reconciliação e o medo do fim prendem-nos numa história envolvente que nos leva a mergulhar no mundo emocional de um homem intenso que não deixa ninguém indiferente.

Em “Tudo o que nunca te disse, meu Amor”, a Contraponto revela o talento de João Mota, uma nova voz na literatura romântica, capaz de tocar pessoas de todas as idades e de fazê-las acreditar que o amor pode mesmo salvar os dias.

No final haverá banca de livros e sessão de autógrafos

João Mota é natural de Albufeira. É licenciado em Psicologia e Gestão de Empresas e encontra-se a terminar o mestrado em Psicologia Clínica e de Aconselhamento. Trabalha como ator desde 2014, em teatro, cinema e televisão. Concluiu diferentes formações na área da expressão dramática em Portugal e no Brasil.

Escreve poesia desde os 12 anos. Desde então, a escrita tem sido uma ferramenta que o acompanha e ajuda a organizar o pensamento e as emoções, ou simplesmente a apreciar um momento contemplativo.

Após reconhecer, à escrita, características catárticas, procurou a validação científica do impacto positivo que a escrita tinha em si próprio. Nesse sentido, ao longo do seu percurso académico, foi dando estrutura teórica e científica às suas ideias, o que lhe permitiu criar projetos que associam a escrita ao bem-estar emocional. A experiência artística permitiu-lhe um contacto diferenciado com o mundo das emoções, que, aliado a uma paixão pela escrita e à formação académica na área da Psicologia, levaram-no a desenvolver, nos últimos dois anos, atividades junto do público adolescente.

Em 2023, fundou o Clube de Poesia na Universidade Autónoma de Lisboa, dando início a um percurso de encontros de escrita criativa e expressão artística por todo o país.

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