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Good Samaritan gets $1K reward for hopping on rolling school bus to save 18 kids
’At the end of the day, youth are the most innocent humans on Earth, so anything you can do to save them, help them, it’s worth it,’ the Good Samaritan said

© KSTP 5 Eyewitness News
Good Samaritan gets $1K reward for hopping on rolling school bus to save 18 kids
’At the end of the day, youth are the most innocent humans on Earth, so anything you can do to save them, help them, it’s worth it,’ the Good Samaritan said

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Karoline Leavitt weighs in on successor Katie Zacharia’s 5-day tenure as press secretary
Within five days of becoming White House press secretary, Katie Zacharia was fired
© AFP/Getty
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CBS insiders say staff want to see reporter fired for political post ripping Michigan Democrat
‘Bari doesn’t think she did anything wrong’ one insider said

© Getty Images
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Trump defiende el polémico anuncio electoral de Ramaswamy contra la demócrata Acton en Ohio
Al candidato republicano a gobernador de Ohio, Vivek Ramaswamy, parece haberle salido el tiro por la culata con un anuncio de campaña contra su contrincante demócrata, Amy Acton. El controvertido anuncio es un video donde la madre de Acton, de quien ella fue separada desde niña tras una imputación de abuso sexual contra su padrastro, la llama “mentirosa”. Algunos miembros de su partido temen que con él haya “sellado” la victoria de Acton.

© Carolyn Kaster (AP Photo/Carolyn Kaster)
Mobilidade de trabalhadores e estudantes entre Portugal e Espanha “é modesta” no cenário europeu

Apesar da proximidade geográfica, das afinidades culturais e até da crescente integração económica, a mobilidade de trabalhadores e estudantes entre os países da Península Ibérica ainda “é modesta” face aos padrões europeus. De acordo com um novo estudo da autoria dos economistas do Banco de Portugal e do Banco de Espanha, há mesmo mais cidadãos portugueses e espanhóis a viver noutros países do bloco comunitário do que na nação vizinha respetiva.
“A mobilidade transfronteiriça continua menos desenvolvida do que a proximidade geográfica poderia deixar adivinhar”, lê-se no estudo apresentado esta quinta-feira seminário sobre integração económica ibérica, no Banco de Portugal, em Lisboa. Assim, a análise indica que, neste momento, 0,22% da população residente em Espanha é de origem portuguesa e 0,19% da população residente em Portugal é de origem espanhola.
“Estas proporções são significativamente inferiores às observadas em vários pares de países, particularmente na Alemanha e Áustria, França e Bélgica, Alemanha e Países Baixos“, destacam os economistas.
Mais, os trabalhadores ibéricos, quando migram dentro da União Europeia, tendem a dar preferência a países fora da Península. Assim, o stock de portugueses e espanhóis noutros países do bloco comunitário é “consideravelmente superior” do que registado em Espanha e Portugal, respetivamente.
Tal significa, entendem o Banco de Portugal e o Banco de Portugal, que tanto para os cidadãos portugueses, como para os cidadãos espanhóis a mobilidade para países da União Europeia (UE) fora da Península Ibérica é “mais importante” do que as migrações entre estes dois países.

Por outro lado, este novo relatório nota que as habilitações literárias dos migrantes ibéricos melhoraram nas últimas duas décadas. Por exemplo, a fatia de portugueses a viver em Espanha com o ensino superior completo passou de 8% em 2001 para 21% em 2021, enquanto a fatia de espanhóis a viver em Portugal com esse nível de ensino passou de 26% para 43%, no mesmo período.
Esta trajetória teve reflexos no próprio mercado de trabalho, com a diferença entre a taxa de desemprego dos nativos e a dos imigrantes a encolher e o perfil de profissões ocupadas a mudar (com agora uma maior predominância da participação na área dos serviços).
Já quanto à mobilidade de estudantes, os bancos centrais ibéricos indicam que esta foi “consideravelmente inferior” aos padrões europeus e, tal como no caso dos movimentos dos trabalhadores, foi “modesta em comparação com a integração destes dois países na União Europeia“, isto é, a fatia de estudantes portugueses e espanhóis inscritos em programas noutros países do bloco comunitário é superior àquela registada no vizinho ibérico respetivo.
Diferenças salariais persistentes na Península Ibérica

O estudo divulgado esta quinta-feira deixa claro também que, apesar da trajetória salarial registada em Portugal, a diferença entre as remunerações praticadas por cá e as oferecidas aos trabalhadores espanhóis é significativa.
No que diz respeito especificamente ao salário mínimo, tanto Portugal como Espanha avançaram com aumentos nos últimos anos, de 505 euros em 2015 para 920 euros em 2026 em Portugal, e de 649 euros para 1.184 euros em Espanha.
O peso da retribuição mínima garantida no conjunto do mercado de trabalho é, contudo, muito diferente entre estes dois países: em Portugal, o salário mínimo já valia 69% do salário mediano (Índice de Kaitz), enquanto em Espanha pesava 57%. Em 2024, Portugal era mesmo o país da Zona Euro onde o salário mínimo mais valia face à remuneração mediana.

Já no que concerne aos salários médios, os economistas sublinham que os valores praticados em Espanha têm sido “sistematicamente superiores”, apesar de o fosso ter diminuído entre 2019 e 2024. “A diferença é significativa“, assinalam, ainda que reconheçam que há uma variação relevante entre os vários setores.
Por exemplo, nos transportes e na comunicação, os salários em Espanha são 21% mais altos do em Portugal. Já na indústria, esse fosse chega aos 66%, como mostra o gráfico abaixo.

Considerando todos estes dados, os bancos centrais ibéricos indicam que há vários obstáculos à mobilidade de trabalhadores e estudantes entre estes países.
Sem “incentivos pecuniários” suficientes, a geografia e a língua, por exemplo, continuam a ser consideradas dificuldades relevantes no movimento dos cidadãos. Ainda assim, importante notar que, nas regiões de fronteira, esta mobilidade é mais relevante (ainda que limitada), incluindo ao nível das deslocações trabalho-casa. Neste momento, 30% dos espanhóis empregados em Portugal ainda residem em Espanha e 3% dos portugueses com emprego em Espanha estão nessa situação, atravessando todos os dias a fronteira que divide a Península Ibérica em dois.
Trump brutally mocked by CNN’s Anderson Cooper with on-air montage of president complimenting men’s bodies
Anderson Cooper noted that President Donald Trump’s approval rating is at ‘a bouncy 32 percent thanks to all his political junk in the trunk’

© CNN
Nova torre do aeroporto de Lisboa custa €35 milhões e arranca no primeiro semestre de 2027
Com 45 metros de altura, a nova torre de controlo de tráfego aéreo do Aeroporto Humberto Delgado, não está dependente de uma avaliação de impacto ambiental e deverá estar pronta no início de 2030, avança Pedro Ângelo, presidente da NAV, que tem estado a modernizar os serviços de navegação aérea dos aeroportos portugueses, movimento refletido na construção de três novas torres de controlo: Cascais, Lisboa e Funchal
From saving a friend’s life to special Friends moments: Five things we learnt from the Matthew Perry documentary on Netflix
From the jet ski accident that altered the course of his life to the ‘Friends’ moments that he cherished the most, Netflix’s three-part documentary paints a moving portrait of the beloved actor

© © 2026 Netflix, Inc.
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Elizabeth Holmes’ prison nurse spills secrets of working with fraudster behind bars
The former prison nurse said Elizabeth Holmes’ kids were ‘everything to her’

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Accelerazione alla Bce sui vertici del dopo Lagarde
Oviedo recibe a Messi y Antonella Roccuzzo entre gaitas y aplausos para los Premios Princesa de Asturias 2026

Oviedo ya vive la visita de uno de los grandes nombres del fútbol mundial. Leo Messi ha llegado este jueves a Asturias para recoger el Premio Princesa de Asturias de los Deportes 2026 y su presencia no ha tardado en despertar una enorme expectación. El futbolista argentino ha sido recibido hace unos minutos a las puertas del Hotel de la Reconquista, donde se aloja durante su estancia en la capital asturiana, entre aficionados, muestras de cariño y el sonido tradicional de las gaitas.
Acompañado por su mujer, Antonela Roccuzzo, el jugador ha llegado al emblemático establecimiento ovetense después de aterrizar en Asturias a las 10.25 horas. Desde allí se ha trasladado por carretera hasta Oviedo, donde numerosos seguidores aguardaban con la esperanza de poder ver de cerca a su ídolo. Aunque el dispositivo de seguridad había dificultado el contacto con el futbolista a su llegada al aeropuerto, la espera frente al hotel ha tenido una recompensa para algunos de los presentes.
Messi se ha detenido unos instantes para acercarse a sus seguidores, firmar camisetas y saludar a quienes se habían congregado para darle la bienvenida. La escena ha estado acompañada por la música de las gaitas, un recibimiento con sabor asturiano para una de las figuras más reconocidas del deporte internacional. Tras atender a los aficionados, el argentino se ha acercado a las puertas del hotel, donde ha posado para la tradicional fotografía protocolaria.

Una llegada muy esperada por sus seguidores
La presencia de Messi en Asturias había generado una gran expectación desde primera hora de la mañana. Medio centenar de aficionados se habían desplazado hasta el aeropuerto con la ilusión de conseguir una fotografía o una firma del campeón argentino. Sin embargo, las importantes medidas de seguridad desplegadas en la zona hicieron que su paso por las instalaciones aeroportuarias fuera muy breve y que muchos seguidores se quedaran sin verlo.

Entre quienes aguardaban su llegada estaba Sergio Martínez, un joven aficionado que incluso había decidido faltar a clase para intentar conocer a su ídolo. “Conocerle es la ilusión de mi vida”, explicaba a La Nueva España antes de la llegada del jugador, sin perder la esperanza pese a las dificultades. La noticia de que Messi se dirigiría al Hotel Reconquista llevó a algunos de los seguidores a trasladarse rápidamente hasta el establecimiento para probar suerte una segunda vez.
La expectación también se había reflejado en la respuesta del público a las actividades organizadas en torno a su visita. Las entradas para uno de los encuentros más destacados de su agenda se agotaron en apenas trece minutos, una muestra del interés que despierta el futbolista más allá de los terrenos de juego.

Una tarde con los escolares de Asturias
La agenda de Messi en Oviedo continúa esta tarde con una cita a las 17.30 horas en el Palacio de los Deportes. Allí participará en un encuentro con la comunidad educativa, dirigido especialmente a los alumnos de los centros que han tomado parte en El juego del 10, una iniciativa incluida en el programa cultural Toma la palabra de la Fundación Princesa de Asturias.
La actividad busca acercar a los estudiantes la trayectoria y los méritos del galardonado, permitiéndoles conocer mejor al deportista que ha marcado a varias generaciones de aficionados. El acto también estaba abierto al público general mediante inscripción, aunque las plazas disponibles se agotaron el pasado domingo. La plataforma llegó a registrar un máximo de 16.200 personas conectadas simultáneamente.
Dos de cada tres jóvenes necesitan ayuda para poder independizarse y el 70% ha tenido que renunciar a un piso por falta de solvencia
La subida continuada del precio de la vivienda ha provocado una crisis habitacional que castiga especialmente a los jóvenes. Según el III Barómetro de Vivienda presentado este jueves por el Consejo General de Arquitectura Técnica (CGATE) y GAD3, actualmente dos de cada tres menores de 30 años necesitan ayuda para independizarse y en la mayoría de los casos esa ayuda se corresponde con apoyo económico por parte de la familia.
"Esto muestra una brecha de desigualdad, fruto de la ausencia de vivienda", ha recalcado en la presentación del estudio el presidente de GAD3, Narciso Michavila, incidiendo en que solo quienes tienen rentas más altas están pudiendo acceder a una vivienda y, por tanto, el problema impacta "de forma muy especial" en las rentas bajas y los jóvenes. La situación de los jóvenes dista mucho de la que vivieron generaciones anteriores. Frente a la actual necesidad mayoritaria de apoyo de los menores de 30 años, seis de cada diez mayores de 65 años pudieron independizarse en su día con sus propios recursos.
Sin embargo, las aspiraciones no han cambiado tanto. De hecho, al preguntar sobre la intención de comprar o alquilar una vivienda en los próximos cinco años, la primera opción sigue siendo la preferida. Casi un tercio de los encuestados tiene intención de hacerlo. "Pensar que el joven está viviendo de alquiler porque le gusta no es cierto", ha señalado Michavila. "El modelo aspiracional de la mayoría de jóvenes sigue siendo el modelo que tuvieron el privilegio de vivir sus abuelos: tener una familia estable, un trabajo asegurado y vivir en propiedad", ha agregado.
Pese a la preferencia por la vivienda en propiedad, el alquiler ha ganado peso en España en los últimos años como alternativa para acceder a una vivienda, pero las dificultades persisten entre los inquilinos. Un tercio de quienes viven de alquilar consideran difíciles o muy difíciles los requisitos de acceso para encontrar un piso, como pueden ser el precio o tener que pagar una fianza y demás gastos, y más de la mitad ha tenido que renunciar a una vivienda por no cumplir con esos requisitos. Esa proporción se eleva hasta el 70% entre los menores de 30 años.
Las dificultades económicas, laborales y la falta de ingresos son en términos globales la principal barrera para acceder a una vivienda para el 41% de los encuestados, seguidas de la falta de oferta adecuada (32%). Pero el barómetro revela que esas dificultades económicas tienen consecuencias sociales. Entre quienes tienen problemas para acceder a una vivienda, un 38% siente que eso repercute en una falta de estabilidad personal y un 26% cree que le coarta planificar su proyecto de vida. "No es casualidad que España sea uno de los países del mundo con la tasa de fecundidad más baja. Tiene que ver con esto", ha señalado Michavila.
En esa línea, el presidente del CGATE, Alfredo Sanz, ha remarcado que los problemas relacionados con la vivienda no solo tienen que ver con el acceso, sino también con la habitabilidad. "Existen viviendas que potencian la dignidad y viviendas que la coartan", ha dicho, recalcando que ha de ser la arquitectura lo que se adapte a las necesidades de las personas y no al revés. "Planteemos hogares capaces de acompañar al ser humano en su evolución, para que pueda ejercer su autonomía moral y sus plenas capacidades, que no son más que la expresión cotidiana de la dignidad", ha subrayado.
Según el barómetro, más de la mitad de los españoles tienen deficiencias de habitabilidad en su hogar (53%), siendo la más frecuente las dificultades para mantener la vivienda a una temperatura adecuada en invierno y en verano (26%), y uno de cada cuatro entrevistados con mejoras que hacer en su hogar no puede afrontarlo económicamente. Esta incapacidad para hacer frente a reformas es mayor entre quienes viven de alquiler (60%).
El barómetro, que señala que la vivienda es el principal problema para más de la mitad de los españoles (54%), detecta, además, que hay un 19% de encuestados que afirma sentirse solo siempre o de manera frecuente y en cuatro de cada diez casos estas personas apuntan a que las características de su vivienda influyen en esa sensación de soledad.
En cuanto a las soluciones para garantizar una vivienda digna, la medida que más respaldo despierta es el aumento del parque público de vivienda en alquiler asequible. Un 25% de los encuestados la apoyan, seguida de la limitación de los precios del alquiler (23%) y la reducción de los impuestos y las cargas fiscales asociadas a la vivienda (20%).

YouTube llega a los 33 millones de usuarios argentinos: la Generación Z es la que más usa la app
YouTube llegó a más de 33 millones de personas en Argentina siendo la Generación Z, es decir,personas entre 18 y 28 años de edad, quienes más la usan. Lo anterior, según cifras presentadas por YouTube en el evento Brandcast y un estudio de Kantar.
Así mismo, dieron a conocer que el 86% de los espectadores encuestados en el país afirmó que YouTube es la plataforma de video en la que más confían. Esto frente a un promedio de 58% entre las demás opciones de televisión por cable y abierta: Netflix, Amazon Prime Video, Vix+, Facebook, Instagram, TikTok y X.
Entre esas plataformas, los espectadores argentinos ubicaron a YouTube como la opción número uno para ver contenido de creadores.
La encuesta de Kantar incluyó a 1.501 espectadores semanales de video de entre 18 y 64 años y se realizó del 6 al 20 de agosto de 2026.

Por qué los argentinos confían en YouTube
La confianza de los usuarios está vinculada, entre otros factores, con la percepción sobre los creadores.
El 66% de los espectadores encuestados afirmó que los creadores de YouTube son los más auténticos, según el estudio Google/Kantar, Future of Video.
El 70% de los consultados sostuvo que los principales creadores de la plataforma moldean la cultura. A su vez, el 62% señaló que esos creadores están patrocinados por marcas que se alinean con sus valores.
La oferta de contenidos también aparece como un motivo de preferencia. El 81% de los espectadores encuestados indicó que YouTube tiene videos que no puede encontrar en ningún otro lugar, por encima del promedio de la competencia, que alcanzó el 65%.
El 88% de los encuestados afirmó que la plataforma ofrece contenido relevante para sus necesidades, frente a un promedio de 73% entre sus competidores. La diferencia se vincula con el uso de YouTube para profundizar en temas de interés, aprender y explorar pasiones.
Según la encuesta de Kantar, el 91% de los espectadores argentinos usa YouTube para profundizar en un tema que le importa.
Otro 88% la elige para aprender y crecer, mientras que el mismo porcentaje aseguró que la utiliza para explorar intereses personales.

YouTube supera a Facebook, Instagram, TikTok y X
Los espectadores encuestados en Argentina posicionaron a YouTube como la plataforma número uno para ver contenido de creadores, por encima de Facebook, Instagram, TikTok y X. La comparación también incluyó servicios de streaming y señales de televisión abierta y de pago.
La preferencia se extiende al consumo en televisores. Los usuarios consultados afirmaron que YouTube sería la plataforma de contenido de video que elegirían si solo pudieran conservar una aplicación en ese dispositivo.
La plataforma también quedó primera cuando los encuestados evaluaron dónde buscar ayuda para tomar una decisión de compra importante o compleja. El resultado fue el mismo ante la necesidad de resolver una compra rápida.

En ese proceso, los creadores ocupan un lugar relevante. El 71% de los espectadores sostuvo que los creadores de YouTube brindan un contexto o una experiencia útil que permite tomar decisiones de compra con mayor seguridad.
Además, el 86% de los participantes afirmó que YouTube es la plataforma de video que más ama, frente a un promedio de 54% entre los competidores incluidos en el estudio.
Cómo los argentinos consumen YouTube
El consumo de YouTube no se limita al celular o a la computadora. La plataforma alcanzó a más de 19 millones de personas mayores de 18 años en Argentina a través de televisores.
El alcance diario promedio de YouTube en los hogares argentinos fue superior al de toda la televisión de pago, la televisión abierta, otras plataformas de streaming y las redes sociales de video, según Kantar CPV.
La plataforma también registra una fuerte afinidad entre los espectadores de la Generación Z, de entre 18 y 28 años. Dentro de ese grupo, YouTube fue la aplicación de contenido de video que elegirían si solo pudieran tener una en su televisor.
A su vez, el 75% de los usuarios argentinos de entre 18 y 24 años accedió a YouTube entre julio de 2024 y agosto de 2025, de acuerdo con el informe de penetración de medios de Kantar.