Food prices may rise soon as diesel ‘shock’ bleeds through economy: report



It is Sylvester Stallone’s fourth interview of the day. Is he tired of talking yet? “No, because this is the first one about my memoirs,” he replies from a hotel room in New York, his hometown, overlooking Central Park, where he is meeting with EL PAÍS.


© CJ Rivera (AP Photo)
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O Brasil que sai do primeiro turno está flertando com uma crise institucional permanente. Flávio Bolsonaro teve 2,2 milhões de votos a mais que Lula, ficando em 47% dos votos versus 45,1% do atual presidente. Se eleito, Flávio teria uma bancada de 28 nomes no Senado e 121 na Câmara dos Deputados apenas do PL, seu partido, um desempenho histórico.
Mas Flávio Bolsonaro é um candidato com muitos esqueletos no armário. Está enredado em vários escândalos e corrupção dos quais, hoje, conseguimos ter apenas um vislumbre, mas que vão se aprofundar nos próximos meses. E isso levará necessariamente a um governo maculado por revelações do seu primeiro ao seu último dia.
A jornalista Flávia de Oliveira chamou a atenção para o fato de que, por conta da ação de André Mendonça de manter sigilo do caso Master, Flávio é o único candidato investigado por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas – e o eleitor não foi informado disso a tempo.
Mesmo que você esteja acompanhando as notícias, é possível que tenha perdido as revelações mais recentes.
Pois vamos a elas.
Primeiro, as rachadinhas, esquema de desvio de verba pública dos mandatos de Jair Bolsonaro e seus filhos através de saques em dinheiro vivo de funcionários, que depois repassavam à família, das quais Flávio sempre foi figura central. O resultado foi demonstrado há alguns anos pelos jornalistas Juliana Dal Piva e Thiago Herdy: 51 imóveis dos Bolsonaro foram pagos parcialmente em dinheiro vivo. O processo judicial das rachadinhas foi extinto pelo STJ, que questionou a quebra de sigilo fiscal, mas as evidências existem e podem gerar novas investigações.
Segundo, vamos ao caso Master. Ainda hoje sabe-se apenas parcialmente sobre a relação entre Flávio e Daniel Vorcaro. Além do financiamento generoso do filme Dark Horse e dos muitos diálogos resgatados do celular de Vorcaro, não sabemos qual o valor real dos depósitos, que tipo de dinheiro criminoso foi usado para o pagamento pela empresa Entre Investimentos, que lavava inclusive dinheiro para o crime organizado, e nem para que fim o dinheiro foi usado nos EUA. Não se sabe, ainda, que outros favores e apoios foram prestados pelo banqueiro para Flávio – com quem ele tinha uma relação de amizade, segundo demonstram os diálogos completos publicados pela revista piauí: são 50 mensagens de Flávio, 46 de Vorcaro e 14 ligações – oito delas atendidas. Sempre se tratando como “irmãos”, Flávio chegou a oferecer a Vorcaro uma reunião com Eduardo Bolsonaro em Dubai em novembro do ano passado: “Tá precisando de algo lá? Peço pra ele te encontrar”. Além disso, jantares, cafés da manhã e muitas ligações organizadas entre os dois.
A mesma revista revelou, ainda, que Flávio e Vorcaro viajaram para Fort Lauderdale, na Flórida, no feriado prolongado de 1º de maio de 2025, tendo passado 3 dias ao mesmo tempo no balneário, apenas dias depois do primeiro depósito de Vorcaro para o filme Dark Horse. É provável que tenham passado e celebrado juntos em uma das famosas festas de Vorcaro nestes três dias. Ainda não sabemos até onde foi essa relação.
Terceiro, a ligação próxima com o “Careca de INSS”. Como revelou o ICL, Flávio tem uma empresa de capacetes que está registrada no mesmo lugar de empresas do operador financeiro do esquema que desviava verba dos aposentados e causou prejuízo de R$ 2 bilhões aos cofres públicos. Além de usar o mesmo escritório, a empresa de Flávio usava a mesma contabilidade de Antonio Carlos Camilo Antunes, mais conhecido como “Careca do INSS”, atualmente preso.
Quarto, os indícios de corrupção na gestão de hospitais públicos no Rio de Janeiro, inclusive durante a pandemia de Covid. Em uma reportagem bastante detalhada aqui na Agência Pública, mostramos como Flávio comandava as decisões administrativas e indicações para a gestão dos hospitais federais durante a epidemia. Há diversos indícios de superfaturamento e má conduta em diversos destes hospitais, segundo investigações do TCU e outros órgãos. Esta história está só no começo.
Quinto, a figura do advogado Willer Tomáz começa a aparecer como uma sombra sobre o passado de Flávio. O advogado já foi descrito como amigo de Flávio pelo próprio, viajou com ele para um safári na África do Sul e usou o jatinho de Willer em sociedade com Daniel Vorcaro. Willer Tomaz atualmente é investigado pela PF depois de iniciar um processo judicial no qual alega que apostou R$ 6,6 bilhões na bet Blaze por “ludopatia” e tenta recuperar R$ 163 milhões.
Sexto, possível lobby junto ao ministro do STF Kassio Nunes, um expediente descrito por Rodrigo Rangel na sua reportagem sobre a relação de Flávio Bolsonaro com Alexandre Ferreira Dias Santini, ex-sócio seu na fábrica da Kopenhagen, publicado no site Platô. Nas palavras do jornalista, Flávio era um “resolvedor-geral da República” durante o governo de Jair Bolsonaro e teria recebido mimos por isso, incluindo um rolex de 300 mil reais. Rangel é uma das pessoas em Brasília que tem muito mais documentos sobre a relação de Flávio e o ex-sócio, mas não o único. Dentre o material descrito na reportagem estão notas fiscais, relatos, fotos “impublicáveis” de Flávio em orgias com o ex-sócio, segundo descrito na reportagem. Mais gente tem esses documentos – eles vão acabar vindo à tona.
Se for eleito, Flávio Bolsonaro terá as investigações do caso Master suspensas, segundo análise do Jota. Mas o jornalismo investigativo continuará a fazer o seu papel.
Temos um presidente maculado por corrupção e escândalos variados antes mesmo de pisar no Palácio do Planalto. Não há bancada forte que segure o impacto disto sobre a opinião pública. Além disso, vale lembrar, a liderança de Flávio é contestada mesmo dentro das fileiras do Bolsonarismo. A bancada eleita tem sua agenda própria e desafetos variados que não vão tardar a aparecer.
Portanto, esta coluna é um aviso. Se o Brasil eleger Flávio Bolsonaro, não estamos flertando apenas com um governo de viés autoritário, mas com um governo que será maculado por escândalos e turbulências, assombrado por ex-sócios, fotos e vídeos “impublicáveis”, e que para se manter no poder só terá o caminho de chafurdar-se mais ainda na lama e perseguir a imprensa e os oponentes – como fez Trump nos EUA.
Para quem busca “estabilidade”, “previsibilidade” e “segurança fiscal”: está dado o recado.




di Alessandro Bartoloni
Lo sviluppo più importante di questa settimana in Europa potrebbe non essere avvenuto sul campo di battaglia. La Russia ha lanciato un avvertimento particolarmente esplicito sulla questione di Kaliningrad, chiarendo che qualsiasi tentativo di bloccare o minacciare l’exclave potrebbe provocare una risposta con l’intero arsenale militare a disposizione di Mosca, comprese le armi nucleari. Allo stesso tempo, esponenti del governo lituano hanno ammesso di non disporre di alcuna informazione di intelligence che faccia pensare a preparativi per un imminente attacco russo contro la NATO.
Questo accostamento non è casuale. I governi occidentali continuano a discutere scenari sempre più ambiziosi lungo i confini della Russia, pur sostenendo di voler evitare uno scontro diretto. Con il suo messaggio, Mosca vuole eliminare ogni possibile ambiguità: Kaliningrad, dal punto di vista russo, non è un semplice punto di pressione nell’ambito del conflitto ucraino. È territorio sovrano della Federazione Russa e qualsiasi interferenza verrebbe considerata e affrontata come tale.
Siamo di fronte a un ulteriore inasprimento delle tensioni. Per gran parte della guerra, i Paesi della NATO hanno ampliato gradualmente il proprio coinvolgimento: condivisione di informazioni di intelligence, forniture di armi, addestramento, sanzioni e capacità di colpire obiettivi a distanze sempre maggiori. Ogni nuovo passo è stato presentato come compatibile con il quadro di intervento esistente. Kaliningrad rappresenta però un caso diverso: Mosca sta facendo capire che esistono limiti oltre i quali questa logica di progressiva escalation potrebbe non valere più.
Il fronte finanziario
L'avvertimento russo arriva mentre l'Ucraina deve fare i conti con un problema meno appariscente, ma altrettanto grave: quanto costa continuare la guerra.
Le necessità di Kiev vanno ormai ben oltre il semplice mantenimento delle truppe al fronte. Lo Stato deve garantire il pagamento di stipendi e pensioni, finanziare gli acquisti militari, riparare le infrastrutture, importare energia e programmare le forniture di armi per l'anno successivo. Il materiale esaminato indica un fabbisogno aggiuntivo di decine di miliardi e sottolinea, in particolare, la necessità di prenotare con largo anticipo munizioni e droni a lunga gittata.
È proprio questo il problema di fondo. Un nuovo pacchetto di aiuti può colmare una carenza immediata di liquidità, ma non risolve il problema strutturale. La guerra genera continuamente nuove spese: le attrezzature si consumano, le infrastrutture vengono danneggiate, i costi di manutenzione aumentano e bisogna finanziare nuovi acquisti prima ancora che le scorte esistenti siano esaurite.
La questione, dunque, non è più soltanto se l'Occidente riuscirà a trovare altri fondi, ma se sarà in grado di mettere in piedi un sistema stabile e duraturo che consenta di sostenere l'Ucraina anno dopo anno. Finora gli aiuti sono stati garantiti soprattutto attraverso una successione di interventi e decisioni politiche, piuttosto che attraverso un meccanismo strutturato e adeguato alle dimensioni del conflitto.
Una differenza che diventa sempre più rilevante con il prolungarsi della guerra.
I soldi non bastano: servono capacità industriali
Il caso degli F-16 ucraini mostra chiaramente la differenza tra gli impegni finanziari e la reale capacità industriale di sostenere una guerra.
Secondo il materiale di partenza, i ritardi nelle operazioni di manutenzione in Belgio hanno lasciato a terra una parte consistente della flotta di F-16 ucraini. Interventi che normalmente richiederebbero poche settimane finiscono per protrarsi per molti mesi. Gli aerei possono essere riparati: il problema è disporre del tempo, delle infrastrutture e delle competenze specialistiche necessarie per farlo.
Si tratta di una debolezza più generale dell'Occidente, emersa più volte nel corso del conflitto. I governi possono stanziare miliardi in tempi relativamente brevi, ma i sistemi industriali non possono essere potenziati da un giorno all'altro. Gli aerei hanno bisogno di tecnici e strutture per la manutenzione. I sistemi di difesa aerea richiedono intercettori. L'artiglieria ha bisogno di proiettili. Le reti elettriche necessitano di trasformatori e componenti specializzati.
Il vero collo di bottiglia, quindi, non è sempre il denaro. Sempre più spesso è la capacità di produrre, riparare e sostituire ciò che viene consumato.
L'arretrato nella manutenzione degli F-16 viene indicato dall'analisi come un ulteriore esempio dell'insufficiente capacità industriale occidentale di fronte a una guerra di logoramento prolungata. Ed è proprio questo il nodo centrale: il sistema di sostegno militare occidentale era stato concepito per fare affidamento sulle scorte disponibili e per affrontare operazioni di durata limitata, non necessariamente per sostenere una guerra potenzialmente senza fine, che richiede un continuo rifornimento di mezzi e materiali.
La pressione sulla rete elettrica
Nel frattempo, la Russia sembra aver esteso la propria strategia di pressione alle infrastrutture economiche ucraine.
Gli attacchi si stanno concentrando sempre più sulle reti di trasmissione dell'energia elettrica, e non soltanto sugli impianti di produzione. È una distinzione importante: un Paese può anche disporre di una capacità sufficiente a produrre elettricità, ma andare comunque incontro a gravi carenze se non riesce a distribuirla in modo efficiente attraverso sottostazioni, linee ad alta tensione e reti regionali.
Il materiale esaminato descrive attacchi mirati proprio a interrompere il funzionamento di questa rete, con conseguenti blackout.
La logica militare è quella di un logoramento progressivo, più che di un singolo colpo spettacolare. Le infrastrutture danneggiate possono essere riparate, ma ogni intervento richiede denaro, attrezzature e manodopera. Ogni nuovo attacco aumenta quindi la dipendenza dell'Ucraina dai finanziamenti esteri e dalle forniture di componenti e materiali dall'estero.
La pressione sul sistema energetico ha conseguenze dirette anche sui conti pubblici. La produzione industriale rallenta, le attività economiche si contraggono e i costi della ricostruzione aumentano. Il gettito fiscale diminuisce proprio mentre le spese dello Stato continuano a crescere.
È qui che il fronte militare e quello finanziario finiscono per intrecciarsi.
Il dilemma dell'Occidente
L'Occidente si trova oggi a dover gestire contemporaneamente diversi problemi.
L'Ucraina ha bisogno di armi subito, ma per produrle o ripararle possono essere necessari mesi, se non anni. Kiev ha bisogno oggi dei finanziamenti per acquistare i sistemi militari che le serviranno l'anno prossimo. I governi europei devono continuare a sostenere l'Ucraina mentre aumentano contemporaneamente le proprie spese per la difesa. E, nel frattempo, qualsiasi peggioramento della situazione sul campo di battaglia alimenta le pressioni per un coinvolgimento ancora maggiore dell'Occidente.
La questione di Kaliningrad è importante proprio perché Mosca sta cercando di fissare una linea rossa: il limite oltre il quale il coinvolgimento occidentale non verrebbe più considerato un semplice sostegno indiretto all'Ucraina, ma sarebbe interpretato come un intervento diretto nel conflitto.
Il pericolo non sta necessariamente nel fatto che una delle due parti voglia davvero allargare la guerra. Il rischio è che il progressivo deterioramento della situazione finisca per spingere tutti verso decisioni sempre più azzardate. Pressione militare, difficoltà finanziarie e impazienza politica tendono infatti ad alimentarsi a vicenda.
Ecco perché l'avvertimento di Mosca merita attenzione, al di là delle dichiarazioni di facciata. L'obiettivo è restringere il margine di manovra dell'Occidente proprio mentre, su altri fronti, le possibilità di intervento diventano sempre più difficili da gestire.
Una guerra di capacità
La guerra si sta trasformando sempre più in una prova di tenuta dei sistemi, piuttosto che in una semplice competizione tra singoli armamenti.
L'Ucraina può ricevere nuovi finanziamenti, ma il fabbisogno continua a ripresentarsi. Gli F-16 possono essere riparati, ma le capacità di manutenzione sono limitate. Le reti elettriche possono essere ripristinate, ma possono essere nuovamente colpite. Le armi possono essere ordinate, ma le linee di produzione non sono in grado di aumentare immediatamente la propria capacità.
La vera sfida, quindi, non riguarda tanto un singolo pacchetto di aiuti o un particolare sviluppo sul campo di battaglia, quanto la capacità di sostenere lo sforzo bellico nel tempo.
Per l'Occidente, questo significa trasformare gli impegni finanziari in produzione industriale concreta, a un ritmo sufficiente per sostenere l'Ucraina senza esaurire le proprie scorte e senza superare il limite della propria disponibilità politica a continuare a finanziare il conflitto.
Per la Russia, invece, significa mantenere la pressione militare e, allo stesso tempo, dimostrare che qualsiasi tentativo di allargare il confronto comporterebbe rischi che vanno ben oltre i confini dell'Ucraina.
La questione di Kaliningrad e la crisi finanziaria ucraina possono sembrare due vicende separate. In realtà, sono strettamente collegate.
Entrambe pongono la stessa domanda: per quanto tempo ciascuna delle due parti sarà in grado di sostenere i costi materiali, finanziari e politici di questa guerra, prima che emergano i limiti della propria strategia?

Austrian remigration activist and CEO of the Institute for Remigration Martin Sellner stated on Sunday that a rap video circulating on Instagram calls for him to be hunted. He contrasted the clip’s availability online with restrictions he says platforms have placed on the accounts of those on the anti-immigration right.
Sellner posted the roughly 26-second clip on X. In the video, several migrant men stand in a graffiti-marked underpass under colored lights and make a number of threats and statements opposed to Germany
Mystery meat migrant rappers are calling to hunt me.
— Martin Sellner (@MartinSellner_) October 4, 2026
This song is not censored, while we are deplatformed everywhere.
The only thing more embarrassing than their "rap" is, that their corny radical chic is platformed by all media and indirectly funded by state money.
English text overlaid on the rap video includes, “Martin Sellner is in danger from today,” “We are shootin’ with AKs” and “I am hunting Martin Sellner.”
In addition, the rappers claim that “Germany has no right to exist,”
Other on-screen text refers to streets burning and to bombs “like in Dresden ’45.” Dresden was firebombed by the Allies at the end of the Second World War, resulting in at least 25,000 German civilians losing their lives.
In response to the video, Sellner wrote: “Mystery meat migrant rappers are calling to hunt me. This song is not censored, while we are deplatformed everywhere. The only thing more embarrassing than their ‘rap’ is that their corny radical chic is platformed by all media and indirectly funded by state money.”
German criminal law treats certain public threats as offenses independent of whether they are carried out. Artistic freedom may not serve as a defense in this case when the threats are specific, directed at an individual, and describe violent acts.
Section 241 of the German criminal code related to threats penalizes threatening a person with a crime against sexual self-determination, bodily integrity, personal freedom or property of significant value. The penalty rises if the threatened act is a felony or if the threat is made publicly or by distributing content, with maximum terms reaching three years in the aggravated public cases.
Section 126 penalizes threatening specified serious crimes, including murder, aggravated assault or certain explosives offenses, in a manner capable of disturbing the public peace, with a maximum of three years’ imprisonment.
Austrian law contains a parallel offense of dangerous threat under Section 107 of the Austrian Criminal Code when a person is menaced with death, serious injury or other grave harm in a way that is capable of causing reasonable fear.
In recent years, German public figures and politicians have brought thousands of Germans into court for various statements online that were not direct threats, but instead mere insults. In some cases, these social media users only sharply criticized these politicians.
Sellner, 37, led the Identitarian Movement of Austria for years and has promoted large-scale returns of migrants. Most recently, he founded the Institute for Remigration. Germany and Switzerland have at times imposed entry bans on him tied to public-order concerns. Some of those measures were later limited or overturned by courts.
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Investigamos o que importa para os brasileiros além do que passa na campanha eleitoral. Leia mais reportagens como essa clicando aqui.
Em março, 38% dos eleitores disseram à Genial/Quaest que evitariam votar em candidatos envolvidos no maior escândalo bancário da história do país, que envolve Daniel Vorcaro e o Banco Master. O fim do primeiro turno, no entanto, mostrou que a disposição do eleitor se concentrou em alguns desses nomes e passou longe de outros, sem garantia de que essa decisão decorreu do envolvimento direto ou indireto dos candidatos no escândalo. Nenhum dos citados foi condenado, e todos negaram irregularidades.

Na noite deste domingo, com o Piauí ainda contando votos, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) divulgou uma carta de despedida nas redes sociais. Presidente nacional do PP e ex-chefe da Casa Civil de Jair Bolsonaro, ele terminou em terceiro na disputa pela reeleição ao Senado, atrás de Marcelo Castro (MDB) e de Júlio César (PSD). “O povo é soberano em suas escolhas”, escreveu.
Ciro é investigado pela Polícia Federal (PF) por suas relações com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Segundo a PF, a emenda com a qual ele propôs elevar de 250 mil para 1 milhão de reais a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) teria sido redigida pela assessoria do banco. Fotos do celular de Vorcaro, reveladas pela piauí, mostram os dois dançando numa estação de esqui nos Alpes, em janeiro de 2025.

No Maranhão, Weverton Rocha (PDT), cujo nome também foi associado a Vorcaro, ficou em quarto lugar na corrida ao Senado. O inquérito que mais pesa contra ele, porém, é o das fraudes no INSS. Na Bahia, ACM Neto (União Brasil) perdeu o governo para Jerônimo Rodrigues (PT) no primeiro turno. Uma consultoria ligada a ele teria recebido R$ 5,4 milhões do Master, e Vorcaro o citou numa proposta de delação que a PF e a PGR recusaram. ACM Neto diz que seus encontros com o banqueiro foram profissionais. João Roma (PL), convocado pela CPI do Crime Organizado para explicar as mudanças no crédito consignado do Auxílio Brasil, também ficou fora do Senado.
Na mesma Bahia, Jaques Wagner (PT), investigado na Operação Compliance Zero por suspeita de ter recebido vantagens negociadas com um ex-sócio de Vorcaro, foi reeleito senador com 3,88 milhões de votos. Ele nega ter atuado em favor do banco.
Também saiu ileso o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Neste domingo, a mesma piauí publicou fotos dele em eventos bancados pelo Master em Londres. Motta pediu ao banco um empréstimo para uma empresa da cunhada e diz que a operação foi regular, e Motta foi reeleito com quase 124 mil votos na Paraíba.

No Rio de Janeiro, Antonio Rueda, presidente do União Brasil, cujo escritório teria recebido R$ 6,4 milhões do Master, foi eleito deputado federal com 155.836 votos. Advogado pernambucano de 51 anos, ele disputou um cargo eletivo pela primeira vez, depois de décadas nos bastidores, e fez campanha pela Baixada Fluminense. O Ministério Público Eleitoral chegou a pedir a impugnação do registro, sob o argumento de que a candidatura teria se beneficiado de uma estrutura política ligada a milícias na região. O TRE-RJ liberou a candidatura em 22 de setembro. Rueda nega irregularidades.
Dois nomes nem chegaram à urna. Ibaneis Rocha (MDB) foi o único político que Vorcaro citou nominalmente em depoimento ao STF. Deixou o governo do Distrito Federal para disputar o Senado e desistiu em julho. “Vou cuidar da minha vida”, disse à Folha. No Rio, Cláudio Castro (PL) abandonou a disputa em maio, depois de buscas da PF ligadas a aplicações do Rioprevidência no banco. A essa altura, o TSE já o havia declarado inelegível em outro processo. Davi Alcolumbre, que a piauí cita entre os frequentadores das festas de Vorcaro, não disputava nada e perdeu mesmo assim, porque seus aliados foram derrotados no Amapá.
Em São Paulo, o deputado Mario Frias (PL), produtor-executivo de Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro bancado em grande parte por Vorcaro, foi eleito por São Paulo com 91 mil votos. Em setembro, ele foi alvo de buscas da PF numa investigação sobre cerca de R$ 2 milhões em emendas parlamentares que teriam sido desviadas para o filme.
Em Minas Gerais, Nikolas Ferreira (PL) foi reeleito deputado federal com mais de 2,6 milhões de votos e tornou-se o deputado mais votado da história do país. Em março, quando a CPI do INSS encontrou seu número entre os contatos do celular de Vorcaro, ele disse que nunca havia se encontrado com o banqueiro e que não se lembrava de ter conversado com ele. Admitiu apenas ter viajado num avião de Vorcaro, sem saber, segundo ele, quem era o dono.
Em setembro, o ICL Notícias revelou áudios enviados por Nikolas ao banqueiro em março de 2025. Neles, o deputado pede a Vorcaro que ajude seu advogado e ex-assessor, Thiago Rodrigues de Faria, a liberar um ativo de mineração que estava parado. Em outra mensagem, desculpa-se por ter criticado, nas redes, um evento em Londres, financiado pelo Master. Nikolas confirmou os áudios. Disse que recebeu o contato do pastor André Valadão em 2023, que conhecia o banqueiro apenas como “Dani” e que nunca recebeu dinheiro dele.
No Distrito Federal, 12 dos 15 deputados distritais que aprovaram, em 2025, a compra do Master pelo BRB foram eleitos neste domingo, segundo o site Amado Mundo: 11 foram reconduzidos à Câmara Legislativa e um, Thiago Manzoni (PL), chegou à Câmara dos Deputados com 90.418 votos.


Flávio Bolsonaro chegou ao segundo turno à frente de Lula, com 47,27% dos votos válidos contra 44,88%. Segundo as investigações, Vorcaro teria pagado cerca de 14 milhões dos 24 milhões de dólares solicitados por Flávio, numa relação que passa pelo financiamento de Dark Horse, filme sobre o pai dele. Flávio nega ter oferecido contrapartida.
A versão do candidato, porém, mudou ao longo da campanha. O levantamento do Aos Fatos, publicado em 24 de setembro, mapeou ao menos 43 declarações enganosas de Flávio sobre o caso, organizadas em cinco estratégias. Em março, quando seu número apareceu entre os contatos do celular de Vorcaro entregues à CPI do INSS, disse que não conhecia o banqueiro. Em maio, quando o Intercept Brasil revelou as mensagens entre os dois, primeiro negou que existissem e, horas depois, admitiu as conversas, mas sem reconhecer irregularidade. Mais recentemente, passou a atacar Alexandre de Moraes, do STF, por ter voado num jatinho ligado a Vorcaro, até que documentos da PF mostrassem que ele próprio viajou na mesma aeronave. Nas mensagens, Flávio chamava o banqueiro de “irmão” e dizia: “estarei contigo sempre”.

Speaking during German Unity Day celebrations, Steinmeier compared the present political climate with divisions associated with the Weimar Republic, while stopping short of saying that Germany had reached such a point.
His intervention follows a difficult September for Merz.
Alternative for Germany won 43.8 per cent in Saxony-Anhalt, while in Mecklenburg-Western Pomerania the AfD finished first with 38.2 per cent. Merz’s CDU recorded just 4.9 per cent in the latter state, leaving it outside the regional parliament for the first time.
Berlin produced a different winner but a similar problem for the established parties, with Die Linke taking first place.
The combined results have accelerated the fragmentation of a party system that for much of the post-war period revolved around two large political blocs.
EU Today examined that shift after the September elections, arguing that Germany’s political centre was losing voters in several directions at once.
Steinmeier did not confine his warning to electoral arithmetic.
He criticised the use of political demagoguery and warned that organised disinformation was damaging democratic debate. He referred to material originating from Kremlin-linked actors, domestic extremists and other networks using digital platforms to amplify manipulated information.
The remarks come during an increasingly difficult period for Merz.
The Chancellor took office promising to restore economic momentum and political stability. Instead, Germany continues to face concerns about industrial competitiveness, living standards, energy costs and the ability of its political system to absorb an increasingly fragmented electorate.
The pressure is particularly evident in eastern Germany.
Before September’s elections, EU Today noted that Merz was approaching a political reckoning in the east, where the CDU was losing ground while the AfD converted dissatisfaction over migration, energy, economic policy and distrust of established institutions into electoral support.
The subsequent results were worse for the CDU than many in the party had anticipated.
In Saxony-Anhalt, the AfD finished more than 26 percentage points ahead of the CDU. In Mecklenburg-Western Pomerania, the CDU failed even to cross the threshold for parliamentary representation.
The consequences extend beyond German domestic politics.
Germany remains the EU’s largest economy and one of the principal states shaping European decisions on Ukraine, defence, migration, fiscal policy and industrial competitiveness. Political instability in Berlin can therefore affect negotiations in Brussels as well as the domestic legislative programme.
Economic policy is central to the dispute.
Germany’s manufacturing sector has faced stronger competition from China, while the rupture of the previous economic relationship with Russia has increased costs for energy-intensive industries. Russia’s continuing war against Ukraine has simultaneously required Berlin to spend more on defence and provide substantial assistance to Kyiv.
The German cabinet’s 2027 budget reflects that change. The government has approved federal expenditure of €555.4 billion, including €109.7 billion for the Defence Ministry and €11.6 billion for continued support to Ukraine.
The political difficulty is that higher security expenditure comes alongside pressure to invest in infrastructure, public services and an economy struggling to recover stronger growth.
The rise of the AfD has consequently become more than a debate over whether other parties should maintain the so-called firewall preventing formal co-operation with it.
The more difficult question for Germany’s established parties is why voters are abandoning them and whether economic and political dissatisfaction can be reversed through government policy rather than coalition arrangements designed chiefly to exclude competitors from office.
Steinmeier’s intervention places that argument inside a historical frame familiar to Germans.
The Federal Republic’s post-war institutions were deliberately designed to avoid the failures of the interwar period. But constitutional safeguards alone cannot prevent political fragmentation if large groups of voters cease to regard established parties as capable of responding to the issues that concern them.
Germany enters the final months of 2026 with that question moving from the margins of its politics to the centre.