"Estamos a partir da premissa de que, para um decisor político, seja no nível multilateral global ou a nível nacional, estas são as ameaças potenciais que podem ser enfrentadas, e esta é a magnitude pela qual [o decisor político] pode realmente fazer a diferença", afirmou Ibrahim Abubakar, membro da comissão.
A diretora-geral do FMIl, Kristalina Georgieva, diz que a IA deve afetar 40% dos empregos, enquanto o presidente do Banco Mundial acredita que vai criar oportunidades nos países em desenvolvimento.
Brad Smith, presidente da Microsoft, considera que a IA "está a avançar mais depressa" do que as equipas de segurança. "Isso não é bom para a proteção do público. Nem sequer é bom para a indústria."
Ação surge na sequência do teste de lançamento, realizado por Seul na quinta-feira, de um veículo planador hipersónico, a primeira arma sul-coreana deste tipo fabricada no território nacional.
O presidente do Banco Mundial destacou que, nos países de pouco rendimento e de rendimento médio inferior, a oportunidade para a pequena IA gerar empregos e aumentar a produtividade é enorme.
Banga afirmou que a promoção dessas aplicações práticas constitui uma das prioridades do Banco Mundial e do Conselho Global para o Emprego, um grupo criado para analisar o impacto das transformações económicas e tecnológicas no mercado de trabalho