João Albuquerque, especialista em Relações Internacionais, defende que o eventual uso da maior bomba dos EUA no Irão confirma o falhanço militar e o desespero de Washington.
Presidente libanês Aoun instou o secretário de Estado dos EUA a exigir a Israel o fim dos ataques ao sul do Líbano e o cumprimento do acordo-quadro de junho.
As chuvas internas começaram na quarta-feira de manhã e prevê-se que continuem durante o fim de semana. Mais de 8 mil funcionários da proteção civil resgataram mais de 600 pessoas que ficaram presas.
Azeredo Lopes admite que o possível uso de armas pesadas no Irão é sinal de que os EUA não alcançaram os objetivos militares. Ainda assim, impacto destrutivo, mas não definitivo, deste armamento.
Trabalhadores da Universidade do Minho assinam manifesto de repúdio face à receção do embaixador de Israel em Guimarães. "Achará mesmo que um genocídio pode ser apagado por um aperto de mão?".
Um grupo de docentes, investigadores e trabalhadores não docentes e não investigadores da Universidade do Minho, com ligação à vida política, social e cultural do Município de Guimarães, subscreveu o manifesto
Bomba é a maior que os EUA têm no seu arsenal, excetuando as bombas nucleares. É capaz de destruir uma área equivalente a nove quarteirões de uma cidade. E Trump já a usou no Afeganistão.
O chefe de Governo explicou que Portugal não compra "produtos provindos daquela geografia do Médio Oriente", tendo antes como fornecedores sobretudo o Brasil, a Argélia e também os Estados Unidos.
Montenegro reconheceu que não existe, para já, uma solução definida para a crise, considerando que a situação é complexa e que o atual mecanismo de formação dos preços
Bruno Cardoso Reis nota que a trégua energética na Ucrânia não passava de uma ilusão de Trump. Alerta também para a hesitação dos aliados em defender a Arábia Saudita dos Houthis.
EUA estão a preparar cenários para uma nova ofensiva contra o Irão, incluindo ataques a instalações nucleares e infraestruturas energéticas com a bomba MOAB, a "Mãe De Todas as Bombas".
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo garantiu que a decisão de conceder asilo a Assad é definitiva, mesmo com as relações entre Moscovo e Damasco a avançar.
Um porta-contentores afundou e dois marinheiros estão desaparecidos. Desde outubro, registaram-se 23 ataques — quase o dobro da média mensal desde o início do conflito.