Pelo menos 37 pessoas ficaram feridas e sete precisaram de assistência hospitalar após operação policial, que também feriu agente. PSP e movimento contradizem-se, mas manifestantes não desarmam.
Depois de uma noite marcada pela carga policial, os protestos regressaram desta vez com um novo alvo: o Presidente da Câmara do Porto. Movimento vai decidir se volta a acampar.
O desmantelamento de tendas às três da manhã gera controvérsia na opinião pública. Aponta-se o incumprimento de regras e horários, criticando-se o excesso de força.
Centenas em mais uma concentração na Praça Dom João I no Porto. Ainda nesta edição, Diretor Nacional da PSP diz que o que aconteceu de madrugada foi uma intervenção "devidamente proporcional".
O partido de André Ventura diz que existiram infiltrações da extrema esquerda nas manifestações. Ainda, Diretor Nacional da PSP descreve atuação das autoridades como "devidamente proporcional".
Advogada Ana Rita Duarte Campos explica que o uso da força deve respeitar critérios de proporcionalidade. Jurista sublinha que eventuais excessos poderão dar origem a processos-crime e disciplinares.
Pedro Moura descreve a intervenção dos agentes de segurança como proporcional. Ainda, ministro da Administração Interna diz que há fatores que justificam a carga policial da última noite.
Luís Neves diz que Governo respeita e valorização direito à habitação e manifestação, mas sai em defesa da atuação da PSP. Ainda, BE sugere que carga policial desta madrugada teve o dedo da autarquia.
Nas redes sociais, Jorge Pinto, questiona os fundamentos da intervenção da PSP no Porto. Ainda, Justiça alemã condena dois homens por planearem atentados contra figuras da comunidade judaica.
Os Manifestantes no Porto denunciaram carga policial com 37 feridos, sendo dois graves. Ainda, presidente executivo da Lufthansa confirma o objetivo de adquirir a totalidade da TAP.
Luís Montenegro considera que instabilidade vista no Porto não reflete a realidade do país. Ainda, novo tarifário fixo dos táxis no Aeroporto de Lisboa entra em vigor, mas gera dúvidas e problemas.
A organização dos protestos pela Habitação no Porto dá conta de 37 feridos, dois deles graves. Ainda, Governo afirma que procura um consenso para privatizar a totalidade da TAP.
Quase 8.000 detidos, centenas de feridos e 4% das escolas fechadas. Macron quer soluções para estudantes mas acusa LFI de instrumentalizar os protestos.
As manifestações de terça-feira mobilizaram em França entre 161.500 pessoas, segundo o Ministério do Interior, e 480.000, segundo os sindicatos de estudantes
Sob os olhos atentos da PSP, os manifestantes responderam a Pedro Duarte e voltaram a montar tendas na Praça D. João I. "Seremos implacáveis em seguir a incomodar os agentes".