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Trump dice que España sufrió una entrada “masiva y repentina” de inmigrantes de Ceuta y “no está haciendo nada”

El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, ha vuelto a referirse a la crisis migratoria sufrida en Ceuta el pasado 30 de julio, cuando decenas de miles de inmigrantes marroquíes cruzaron la frontera de forma irregular. Durante un acto electoralista en la Casa Blanca, el mandatario estadounidense ha manifestado: “Ya viste lo que pasó en España, donde (los inmigrantes) irrumpieron en masa en España. Llegaron por decenas de miles, simplemente se abalanzaron directamente sobre España, y España no hace nada al respecto”, dijo en respuesta a una pregunta de los periodistas sobre los disturbios en Francia. “Los mandan, entran, llegan de todas partes del mundo, de países que tienen muchos, muchos problemas. Europa tiene que cambiar su forma de ser. Tiene que cambiar sus costumbres, o no quedará Europa”, apostilló.

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© EPV

El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, este martes en la Casa Blanca.
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Meloni aprueba por decreto el arresto preventivo de menores y que sean imputables desde los 14 años

Mano dura de la ultraderechista Giorgia Meloni contra los menores que cometen actos violentos en la calle. El Gobierno italiano ha aprobado este martes, después de un día de intensas negociaciones, un decreto con polémicas medidas de seguridad especialmente pensadas para menores, tras los incidentes y saqueos del fin de semana en Milán, donde el 80% de los 271 detenidos no llegaban a la mayoría de edad. Algunas de ellas ya habían sido anunciadas en julio, en medio de fuertes críticas de la oposición, e insertadas en un proyecto de ley que aún se está tramitando en el Parlamento, pero ahora se aplicarán de inmediato: el arresto preventivo o retención en comisaría de 12 a 24 horas —que no es exactamente una detención, que implica la comisión de un delito— de menores antes de movilizaciones públicas, si se sospecha que pueden delinquir, y la rebaja de la imputabilidad penal de 18 a 14 años. También se prevé hacer pagar a los padres los daños materiales causados por sus hijos y se crea el delito de “participación violenta en una manifestación”, penado con hasta cinco años de cárcel.

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Un grupo de jóvenes rompe un escaparate en Milán en los incidentes del pasado domingo.
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Del muro a las redadas, las políticas migratorias de Trump bajo escrutinio

Donald Trump llegó a la Casa Blanca con la promesa de endurecer el control migratorio y centrar las deportaciones en quienes consideraba una amenaza para la seguridad. Sin embargo, las redadas del Servicio de Inmigración y Control de Aduanas (ICE), las detenciones de personas sin antecedentes penales y las deportaciones a terceros países han intensificado el debate sobre el alcance y las consecuencias de su política migratoria. A mitad de su mandato y a pocas semanas de las elecciones legislativas de medio término, ¿cómo evalúan los estadounidenses estas medidas? Lo analizamos en Migrantes de France 24.

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Choque entre el Gobierno de Ceuta y La Moncloa por la devolución de migrantes pendiente

La tensión entre el Gobierno de Ceuta y La Moncloa a cuenta de la entrada masiva continúa en aumento. La afrenta mantenida por el presidente de la ciudad autónoma, el popular Juan Jesús Vivas, desde mitad de agosto contra la Administración central ha sumado este martes un nuevo capítulo. El Ejecutivo ceutí envió hace un mes un requerimiento formal solicitando más información sobre los miles de migrantes internados en los recursos de acogida. Y censuran que no se están poniendo los medios suficientes para tramitar los expedientes de devolución. Enfrente, el mando único defiende que los dichos “expedientes se pueden resolver en el plazo de un mes”, que “se deben respetar los procedimientos legales” y que se han movilizado los recursos necesarios. Tras la contestación remitida, el equipo de Vivas amenaza con elevar la cuestión al Tribunal Supremo.

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© Chema Moya (EFE)

El presidente de Ceuta, Juan Jesús Vivas, y el ministro de Política Territorial y Memoria Democrática, Ángel Víctor Torres, durante la visita de los Reyes a la ciudad.
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Imigrantes com taxa de emprego de 76% em Portugal, acima da UE

Portugal apresenta uma das taxas de emprego de imigrantes mais elevadas da União Europeia. Em 2025, 75,6% dos residentes nascidos fora da UE, entre os 15 e os 64 anos, estavam empregados, acima dos 73,4% registados entre os nativos. Na média dos 20 Estados-Membros analisados, a taxa de emprego dos imigrantes extra-UE ficava nos 66%, enquanto entre os nativos atingia 71,6%.

Os dados constam do Brief paper “Emprego de imigrantes: Portugal no contexto europeu”, publicado pelo Observatório das Migrações, que parte do relatório Employment of Immigrants in the European Union: Progress, Persistent Gaps, and Untapped Potential, do Centre for Research and Analysis of Migration (CReAM), e é complementado com informação do Eurostat, INE, Pordata e AIMA. Veja abaixo a síntese visual.

Entre os 20 países analisados, Portugal e a Estónia apresentam a quarta taxa de emprego mais elevada entre os nascidos fora da UE, com 75,6%. O país lidera, contudo, quando se consideram os residentes nascidos noutro Estado-Membro, com uma taxa de emprego de 83,4%.

Portugal distingue-se ainda pela reduzida diferença entre homens e mulheres nascidos fora da UE. A taxa de emprego dos homens era de 80,4% em 2025, enquanto a das mulheres chegava aos 71,3%, uma diferença de 9,1 pontos percentuais. Na União Europeia, o intervalo era de 17,5 pontos. Portugal apresentava, assim, a menor diferença entre os sexos entre os 20 países analisados.

Há, aliás, um dado particularmente expressivo: a taxa de emprego das mulheres nascidas fora da UE em Portugal era exatamente igual à das mulheres nativas, ambas nos 71,3%. Na média europeia, as mulheres imigrantes apresentavam uma taxa de emprego de 57,4%, contra 67,9% entre as nativas.

Quando a análise é feita pela nacionalidade, em vez do país de nascimento, a diferença entre mulheres estrangeiras e portuguesas é maior. Em 2025, a taxa de emprego das estrangeiras dos 25 aos 64 anos foi de 75,2%, contra 80,5% entre as portuguesas. A taxa de desemprego das estrangeiras atingiu 12%, mais do dobro dos 5,1% registados entre as portuguesas.

O desempenho de Portugal surge num contexto de forte crescimento da população estrangeira. Segundo o INE, o número de residentes de nacionalidade estrangeira mais do que duplicou entre 2021 e 2025, atingindo 1.597.539 pessoas, equivalentes a 14% da população residente.

A população estrangeira residente é também particularmente jovem: 84,6% dos cidadãos estrangeiros tinham entre 18 e 64 anos em 2025. Pelo menos metade tinha nacionalidade de um país de língua portuguesa, enquanto 71,1% das 337.880 concessões de títulos de residência realizadas nesse ano estavam associadas a atividade profissional.

O peso da imigração no mercado de trabalho resulta, assim, não apenas do aumento da população estrangeira, mas também de uma população maioritariamente em idade ativa e de uma forte componente de entradas associadas ao trabalho. O próprio estudo alerta, contudo, que as características da população estrangeira ajudam a explicar os níveis elevados de emprego registados em Portugal.

Mais emprego, mas também mais precariedade

A elevada taxa de emprego não significa, contudo, que os trabalhadores estrangeiros tenham as mesmas condições que os nacionais. Em 2025, 33,7% dos trabalhadores estrangeiros por conta de outrem tinham contratos temporários, contra 13,3% dos nacionais. A proporção é cerca de 2,5 vezes superior.

Também o risco de pobreza no trabalho é significativamente maior. Entre os estrangeiros empregados, 17,8% estavam em risco de pobreza, mais do dobro dos 8% registados entre os nacionais. O risco de pobreza ou exclusão social atingia 26,7% dos estrangeiros, contra 18% dos portugueses.

Apesar destas diferenças, Portugal compara favoravelmente com a média europeia. A diferença entre estrangeiros e nacionais no risco de pobreza ou exclusão social era de 8,7 pontos percentuais em Portugal, contra 21 pontos na União Europeia.

O desemprego atingia 9,4% dos estrangeiros, quase o dobro dos 4,8% registados entre os nacionais. Ainda assim, entre os desempregados, a proporção daqueles que permaneciam nessa situação há pelo menos 12 meses era inferior entre os estrangeiros: 20,2%, contra 36,9% no conjunto da população desempregada.

Quase 3 mil milhões de saldo para a Segurança Social

A integração dos estrangeiros no mercado de trabalho tem também uma expressão financeira significativa. Em 2024, os cidadãos estrangeiros pagaram 3.645 milhões de euros em contribuições para a Segurança Social e receberam 687 milhões em prestações sociais. O saldo calculado pelos autores foi, assim, positivo em 2.958 milhões de euros.

As contribuições dos estrangeiros representavam 12,4% do total em 2024, contra 6,5% em 2021. Nesse ano, o valor das contribuições foi 5,3 vezes superior ao das prestações sociais pagas a cidadãos estrangeiros.

O estudo deixa, contudo, uma nota de cautela: este saldo deve ser interpretado tendo em conta a estrutura etária da população estrangeira residente, fortemente concentrada nas idades ativas.

Portugal tem, desta forma, uma posição pouco habitual no contexto europeu: os imigrantes nascidos fora da UE apresentam uma taxa de emprego superior à dos nativos, ao mesmo tempo que o país regista uma diferença entre homens e mulheres imigrantes muito inferior à média europeia.

Mas a vantagem no acesso ao emprego convive com uma maior exposição a contratos temporários, desemprego e pobreza no trabalho. O desafio, segundo o Observatório das Migrações, passa por consolidar esta integração e melhorar as condições em que os imigrantes permanecem no mercado de trabalho.

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Una ONG que gestiona programas sociales de la Junta de Andalucía es acusada de impagos y de retención de prestaciones

DVD1339 (10/10/2026): Sevilla. Rótulo de Inserta Andalucía Sevilla en la Avenida de Hytasa, numero 36.
FOTO: PACO PUENTES (EL PAÍS)

El 5 de octubre, varios centros de día para personas sin hogar de las provincias de Cádiz, Sevilla, Jaén y Córdoba que gestiona la ONG Inserta Andalucía se quedaron sin luz por impago de las facturas del suministro eléctrico. Un corte que también afectó a algunas oficinas de la entidad, según confirmaron al personal los coordinadores territoriales de la entidad. Ese día, los usuarios tuvieron que acudir a otras instituciones para poder comer y asearse. Al impago de la luz, se suman las reclamaciones de varios caseros por no abonar el alquiler de los pisos en los que desarrollan otros programas de acogida y atención, como ha podido constatar este diario. Son algunos de los problemas de gestión y organización que atraviesa esta entidad y que afectan a sus trabajadores ―parte de la plantilla que se acogió a un ERE en junio no ha cobrado aún y los empleados arrastran retrasos en el abono de sus salarios― y a los beneficiarios de los programas sociales que prestan, la mayoría subvencionados por la Junta de Andalucía. Además, todos estos usuarios se encuentran en situación de vulnerabilidad y, en muchos casos, tampoco reciben las prestaciones a las que tienen derecho.

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DVD1339 (10/10/2026): Sevilla. Edificio donde se encuenrta la sede de  Inserta Andalucía Sevilla en la Avenida de Hytasa, numero 36.
FOTO: PACO PUENTES (EL PAÍS)
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Ceuta. Retiradas 300 toneladas de resíduos em acampamentos

Cerca de 200 trabalhadores mobilizados para limpar zonas onde viviam 500 migrantes desde finais de julho, após entrada massiva de mais de 80.000 pessoas.

© RAFAEL PENA/EPA

A Polícia Nacional retirou cerca de 500 migrantes que viviam nestes acampamentos finais de julho
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