Uma ouvinte conta uma reunião de serviço em que a directora usou o desejo dela de ter filhos como sarcasmo, à frente de toda a equipa. Ainda hoje lhe custa recordar.
Proteger os menores de procedimentos irreversíveis e sem evidência científica não constitui um acto de “ódio”; é, sim, o cumprimento da medicina prudente e da responsabilidade parental.