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Lucros da Navigator emagrecem quase 45% no final do 3º trimestre

A The Navigator Company registou um lucro de 65,4 milhões de euros no final dos nove primeiros meses do ano, menos 44,8% que os 118,3 milhões verificados no mesmo período do ano passado. No período em referência, a Navigator registou um EBITDA de 212 milhões de euros, com uma margem EBITDA de 16%. O volume de negócios totalizou 1.333 milhões de euros, menos 10,5% que os 1.489,3 milhões atingidos ao cabo dos primeiros nove meses do ano passado.

Em comunicado enviado à CMVM, o grupo indica que “estes resultados refletiram um contexto macroeconómico e de mercado extremamente exigente, a par do aumento significativo dos custos de energia (eletricidade e gás natural) e logística, que estão a condicionar a procura em todos os mercados da Europa”.

A 30 de setembro de 2026, o endividamento líquido da Navigator situava-se em 765 milhões de euros, “refletindo o elevado nível de investimento realizado ao longo do período e a manutenção de uma estrutura financeira sólida e equilibrada”. O rácio Dívida Líquida Remunerada/EBITDA situou-se em 2,66, com o aumento face ao período homólogo a resultar da redução do EBITDA. A dívida líquida remunerada diminuiu cerca de 5 milhões de euros em termos homólogos, mantendo o Grupo uma maturidade média da dívida de cinco anos.

“As linhas de longo prazo, disponíveis e não utilizadas da Navigator, ascendem a 323 milhões de euros. A maturidade média da dívida mantém-se assim adequada, com um perfil de reembolsos bem escalonado, com 95% do total de endividamento contratado e utilizado com cariz sustentável e 57% da dívida total emitida a taxa fixa, diretamente ou através de instrumentos financeiros de cobertura de taxa de juro”.

O aumento dos custos da energia “continua a pesar sobre a competitividade da indústria exportadora portuguesa. Entre dezembro de 2025 e setembro de 2026, os preços de mercado do gás natural mais do que triplicaram e os da eletricidade mais do que duplicaram. A persistência destes níveis de preços acentua as diferenças face a mercados com condições energéticas mais favoráveis, condicionando o investimento e a capacidade das empresas nacionais para competir no exterior”.

As medidas adotadas durante a crise energética de 2022 e 2023 “oferecem referências para responder aos desafios atuais. Também os mecanismos de apoio utilizados noutros países europeus evidenciam o papel que estes instrumentos podem desempenhar na preservação da atividade industrial. A sua aplicação em condições comparáveis no espaço europeu poderá contribuir para atenuar os diferenciais de custos e salvaguardar o contributo da indústria para as exportações e para a economia nacional”, refere ainda o documento.

Na Europa, “a procura aparente de UWF diminuiu 2% em termos homólogos até setembro, confirmando uma desaceleração do ritmo de contração do mercado. Num contexto de aumento das importações, as entregas dos produtores europeus ao mercado interno reduziram-se 4,7%, refletindo uma maior orientação para os mercados de exportação”.

Nos primeiros nove meses de 2026, “a Navigator manteve um desempenho superior ao da indústria. A taxa operativa de produção (OR) da indústria europeia de UWF (medida como a produção em proporção da capacidade instalada) situou-se em 84% – 2pp acima do período homólogo – enquanto a Navigator registou uma taxa operativa de 89%, 5pp acima da média da indústria”.

“Num mercado europeu marcado por elevada intensidade competitiva e maior pressão das importações de origem asiática, a diferenciação do portefólio assume particular relevância. As marcas de fábrica representam mais de 70% das vendas do ano, enquanto a percentagem de produtos premium no mix se mantém elevada, aproximadamente 50%”.

O mercado europeu de Tissue “continua a demonstrar resiliência, mesmo num contexto mais competitivo e exigente. As vendas do negócio Tissue fora de Portugal representaram 79% do volume total nos primeiros nove meses de 2026 (vs. 54% em 2022, antes da integração da Tissue Ejea e Tissue UK), sendo os mercados mais representativos, o mercado espanhol, com 33% do total de vendas, o britânico, com 28% do total de vendas, e o francês, com peso de 16% das vendas”. O desempenho refletiu um contexto de maior intensidade competitiva, sobretudo no Reino Unido, e de gestão disciplinada de margens, em paralelo com a implementação de um programa de transformação industrial destinado a reforçar estruturalmente a eficiência da operação naquele país.

Esse programa contempla a otimização da estrutura produtiva e de custos, bem como uma maior disciplina comercial na alocação de volumes, encontrando-se atualmente na fase mais exigente da sua implementação e prevendo-se a sua conclusão no final do primeiro semestre do próximo ano. Em paralelo, refere o grupo, avançaram os trabalhos preparatórios para a instalação da nova máquina de Tissue no complexo industrial de Aveiro, um investimento estratégico que permitirá reforçar a integração industrial do negócio e apoiar o crescimento futuro da operação internacional, em particular no Reino Unido.

No que diz respeito à estratificação por segmento de clientes, o At Home ou Consumer (retalho) tem registado um peso crescente, representando atualmente cerca de 84% das vendas, sendo que o segmento Away from Home (grossistas – canal Horeca e escritórios) representa os restantes 16%.

O negócio de Tissue da Navigator dispõe agora de dez tecnologias proprietárias incorporadas nos seus produtos e marcas , mais três face ao período homólogo, potenciando a estratégia de diferenciação da gama. As marcas próprias, as marcas sob licenciamento da P&G e as marcas que incorporam tecnologias inovadoras representam, em conjunto, mais de 20% do valor das vendas de produto acabado.

“A Navigator reforçou, nos primeiros nove meses de 2026, o seu compromisso com a modernização e a descarbonização das operações, com um volume de investimento que ascendeu a 174 milhões de euros, dos quais uma parte significativa (48% do total) diz respeito a investimentos em matérias ambientais ou de cariz sustentável criadores de valor. Além de investimentos direcionados à descarbonização, ao desempenho ambiental, à manutenção da capacidade produtiva e à modernização de equipamentos para melhoria da eficiência, o montante contempla projetos estruturais e de segurança com impacto relevante na redução futura dos custos variáveis. Neste âmbito, a execução de todos os projetos associados ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) encontra-se substancialmente concluída, em estrita conformidade com os compromissos assumidos com as autoridades nacionais”.

Enquadrada na estratégia de transformação industrial da empresa, a reconversão da PM3, já em funcionamento, resultou de um investimento de cerca de 30 milhões de euros. Vai permitir produzir até cerca de 100 mil toneladas anuais de papéis kraft de baixas gramagens, numa gama entre 30 e 90 g/m², destinados a aplicações de embalagem flexível. A intervenção dotou a máquina de tecnologia de última geração, aumentando a flexibilidade operacional, a eficiência energética e a qualidade do produto final.

 

Perspetivas até ao final do ano

“Apesar da incerteza geopolítica, da volatilidade dos mercados energéticos e de um contexto económico exigente, os indicadores do 3.º trimestre reforçam as perspetivas favoráveis para os próximos meses. Na Pasta, a recuperação dos preços em setembro e a melhoria da disponibilidade operacional favorecem a atividade e o aumento dos volumes destinados ao mercado”.

No Packaging, “a procura crescente por soluções sustentáveis, o alargamento da base de clientes e o arranque da PM3 reforçam o potencial de crescimento. No Tissue, o Grupo beneficia da expansão internacional e prossegue o programa de eficiência operacional no Reino Unido. No Papel de Impressão e Escrita, os aumentos de preços ao longo do ano e a ausência de novas paragens industriais relevantes sustentam uma perspetiva positiva para os próximos trimestres”.

“A Navigator manterá o foco na execução dos programas de eficiência, na otimização da base industrial, na inovação e na diversificação do portefólio. A gestão integrada da cadeia de valor e a solidez financeira mantêm a Empresa bem posicionada para reforçar a competitividade e criar valor de forma sustentável no longo prazo”, conclui o comunicado.

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Morre Tom Skerritt, ator de “Top Gun” e “Picket Fences”, aos 93 anos

O ator Tom Skerritt, astro de “Top Gun” (1986), morreu aos 93 anos. A notícia foi confirmada à CNN pela assessora de imprensa de Skerritt, Susan Madore, que enviou um comunicado da família detalhando que ele faleceu na quarta-feira (21), de causas naturais.

Skerritt era mais conhecido por suas participações nos filmes “Alien” e “Flores de Aço”, além de seu papel principal na série da CBS criada por David E. Kelley, “Picket Fences”, que foi ao ar de 1992 a 1996 e lhe rendeu um Emmy do Primetime de melhor ator em série dramática.

Na série de humor negro, Skerritt interpretava um xerife veterano que lutava para manter a calma em sua pequena cidade, consolidando sua marca registrada: uma mistura de autoridade inabalável e simpatia cativante.

Com créditos em filmes que remontam ao início da década de 1960, Skerritt se firmou principalmente em faroestes antes de alcançar o estrelato no megassucesso de 1970, “M*A*S*H”, de Robert Altman, no papel do cirurgião Duke Forrest.

Ele participou de vários programas de TV na década de 1970, incluindo “Bonanza” e “Gunsmoke”. Também conseguiu papéis de maior destaque no cinema, incluindo no filme indicado ao Oscar de 1977, “Momento de Decisão” (The Turning Point), estrelado por Anne Bancroft e Shirley MacLaine.

Mas foi seu papel em “Alien”, de 1979, dirigido por Ridley Scott, que realmente expandiu o leque de talentos de Skerritt. No filme de ficção científica/terror, Skerritt interpretou o Capitão Dallas, um dos poucos que se alia a Ripley, personagem de Sigourney Weaver, enquanto sua tripulação intergaláctica enfrenta uma terrível ameaça.

A partir daí, ele conquistou papéis em filmes dos anos 80, como “A Zona Morta” e “Top Gun”, este último servindo como mais um exemplo da grande habilidade de Skerritt em incorporar personagens com uma postura reservada e um coração de ouro. Em “Top Gun”, ele interpretou Viper, um personagem inicialmente indiferente à bravata de Maverick, personagem de Tom Cruise, mas que logo o acolheu sob sua proteção.

Após uma participação em vários episódios de “Cheers”, Skerritt apareceu como o patriarca em “Flores de Aço”, filme estrelado por Sally Field, Julia Roberts e Dolly Parton. Skerritt interpreta o marido da personagem de Field e pai de Shelby, personagem de Roberts, que adoece perto do final do filme.

M’Lynn, personagem de Field, comenta como seu marido nem sequer pôde estar presente quando a filha faleceu, enquanto ela apenas ficou sentada. “Os homens deveriam ser feitos de aço ou algo assim”, diz ela, em uma fala que faz alusão ao título do filme.

Na década de 1990, Skerritt continuou a interpretar papéis paternos em projetos tão variados quanto “Nada é Para Sempre” (A River Runs Through It), dirigido por Robert Redford e estrelado por Brad Pitt, e o thriller “Poison Ivy”, ao lado de Drew Barrymore.

Foi em seu papel como reverendo em “Nada é Para Sempre” que Skerritt ofereceu conselhos paternos em falas como: “Pois é verdade, raramente conseguimos ajudar aqueles que nos são mais próximos. Ou não sabemos que parte de nós mesmos dar, ou, na maioria das vezes, a parte que temos para dar não é desejada. E assim, são aqueles com quem convivemos e que deveríamos conhecer que nos escapam. Mas ainda podemos amá-los – podemos amar completamente sem compreendê-los completamente.”

Ele continuou trabalhando, tanto na TV quanto no cinema, até o novo milênio, em séries como “Brothers & Sisters” e “Will & Grace” e filmes como “Ted” e “A Hologram for the King”. Seu último trabalho foi no filme “Broke”, de 2025.

Tom Skerritt casou-se três vezes ao longo de sua vida. O último casamento durou 30 anos, com Julie Tokashiki. Além da viúva, ele deixa 5 filhos, 5 netos e 2 bisnetos.

De Rob Reiner a Sharon Tate: 10 assassinatos que abalaram Hollywood

*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil

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André Lamoglia consolida carreira internacional e conecta atuação e moda

Nos últimos anos, o ator André Lamoglia, 29, deixou de ser apenas uma promessa no audiovisual brasileiro e passou a se destacar em produções que circulam globalmente.

Em setembro, o artista concluiu as filmagens da segunda temporada de “Os Donos do Jogo”, da Netflix, que estreou no topo do ranking mundial entre os títulos de língua não inglesa, e anunciou que protagonizará um novo filme na plataforma.

 

Antes, Lamoglia viveu um dos papéis mais marcantes da reta final da série espanhola “Elite”. Como Iván Carvalho, tornou-se um dos protagonistas da franquia, fenômeno distribuído para mais de 190 países e responsável por transformar uma geração de atores em nomes amplamente conhecidos.

Uma iminente expansão já despontava também na diversidade de projetos que vieram antes e depois. Em espanhol, integrou o elenco de “BIA”, trama argentina da Disney voltada a todo público latino-americano. Em inglês, gravou “Blood & Water”, série sul-africana da Netflix que ganhou repercussão internacional.

André Lamoglia é um dos destaques da nova geração do audiovisual
André Lamoglia é um dos destaques da nova geração do audiovisual • Hudson Rennan

Transitar entre português, espanhol e inglês, segundo o ator, acabou se tornando parte da sua própria formação artística. “Quando comecei a atuar em outros países, passei a perceber como cada cultura tem seu próprio humor, ritmo de conversa, referências e até maneiras de expressar o que não é dito”, diz à CNN Brasil.

“Trabalhar em produções em diferentes partes do mundo e, agora, voltar ao Brasil ampliou meu olhar e trouxe novas perspectivas para a minha atuação. Hoje, me sinto mais preparado para lidar com as particularidades de cada projeto e com tudo o que surge de inesperado nesse processo”, acrescenta.

A visibilidade conquistada nas telas também abriu espaço para projetos fora do audiovisual. Recentemente, o ator foi o único brasileiro escalado para a campanha global We All Wear M·A·C, dirigida por Nicola Formichetti, ao lado de artistas como Doja Cat e Tini Stoessel.

Nos últimos anos, o carioca passou a marcar presença em eventos de grifes como Prada, Dior, Giorgio Armani, Fendi, Dolce & Gabbana e Bvlgari, estreitando sua relação com o universo da moda sem abandonar o eixo principal da carreira.

André Lamoglia é um dos destaques da nova geração do audiovisual
André Lamoglia é um dos destaques da nova geração do audiovisual • Hudson Rennan

Para Lamoglia, esse movimento aconteceu de forma natural. “É muito gratificante perceber que me procuram justamente por quem eu sou e pelo trabalho que construí. Tenho uma conexão especial com marcas que sempre admirei sem precisar me transformar em outra coisa e, ainda por cima, através de uma relação que começou apenas por eu fazer aquilo que amo: atuar”, garante.

“Em um momento em que número de seguidores, quantidade de postagens e presença nas redes também podem ser critérios para possíveis escolhas do mercado, admiro ainda mais quando percebo que a conexão não parte apenas de uma expectativa de performance ou entrega. Quando chega um briefing que mostra por que entenderam que aquilo tem a ver com o que enxergam em mim. No fim, até no que pode soar burocrático, gosto de enxergar alguma poesia, porque, se fuçar, tem”, brinca.

As redes sociais, segundo ele, fazem parte dessa construção, mas não definem seus próximos passos. “Elas também são uma forma de me aproximar das pessoas, mas não são o centro do que faço. Minha prioridade continua sendo a atuação, e é a partir dela que sigo construindo outras possibilidades”, comenta.

“Sigo estreitando uma relação especial com a moda e com as marcas com as quais me identifico mas isso de nenhuma maneira diminui ou anula o foco no ofício, minha ideia é estar sempre conectado as artes cênicas antes de tudo, estudando, me aprimorando, quem sabe até um dia dirigindo ou produzindo algo, enquanto não deixo de perceber o entorno e tanta coisa legal que a vida tem a oferecer. Enquanto for possível, conciliar tudo, unir mundos, mas não perder foco, estamos dentro do que foi, não apenas sonhado, mas planejado”, conclui.

Cinco séries nacionais para quem gostou de “Os Donos do Jogo”

 

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Apocalypse Now and Then

Leave it to Arundhati Roy to deliver a scorching, dizzying essay on the perils of artificial intelligence that references Greek mythology, Francis Ford Coppola, the Bible, India’s industrial history, and Tie Me Up! Tie Me Down! Plus, Emily Dickinson features in the lede:

The auguries are raining down hard. Think or Sink. Comply or Die. Look Up or be Left Out. And so, with these not-so-gentle threats, it has come to pass that the Age of AI—Actual Idiocy, Actual Super Idiocy, Recursive Snowballing-Idiocy—is upon us. Heck, I’ve already used two dashes in this opening paragraph. That, as they say, is a tell. So, perhaps I haven’t written this essay at all. You’d have to use an AI app to check if it’s actually AI, and whether I’m really, or not really, or only partially me. You can no longer use your instincts. You have to use the App. Now that AI owns the em dash, what will future generations make of Emily Dickinson and her love of them? Has she been fed to the machine, too? Will they love her less? Are we being gradually locked out of language? Does it matter anymore?

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Almodôvar reforça meios de prevenção de incêndios rurais

O Município de Almodôvar recebeu um novo trator destinado a reforçar a capacidade de intervenção nos trabalhos de gestão de combustível e prevenção de incêndios rurais.

O equipamento, segundo a autarquia almodovarense, foi atribuído ao abrigo do Programa de Mecanização para a Gestão de Combustível, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), através de um protocolo de cedência celebrado com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

Trata-se de um reforço de meios que se enquadra na estratégia do Executivo Municipal de procurar oportunidades de financiamento e investir em equipamentos que permitam aumentar a capacidade operacional e melhorar a eficácia dos trabalhos de prevenção no concelho.

Importa salientar, segundo a autarquia de Almodôvar, que a gestão de combustível assume um papel fundamental na prevenção de incêndios rurais, através da manutenção de faixas e áreas estratégicas, contribuindo para reduzir a carga de vegetação combustível e a sua continuidade.

Estas intervenções são essenciais para reforçar a proteção de pessoas, habitações, atividades económicas e espaços naturais, num concelho marcado pela extensa área rural e pela dispersão das povoações. Assim, a disponibilidade de meios mecânicos adequados constitui uma mais-valia para a execução regular dos trabalhos no terreno e para responder às necessidades de gestão de combustível.

Na comunicação dirigida à imprensa, o Município de Almodôvar sublinha que a prevenção exige planeamento, capacidade operacional e continuidade, assumindo o investimento em equipamentos como uma componente importante da segurança do território e das populações.

A autarquia garante que continuará a procurar soluções de financiamento e a reforçar os meios disponíveis, de modo a assegurar uma intervenção preventiva regular e contribuir para um concelho mais preparado e resiliente face ao risco de incêndio rural.

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