DS F3VER. O futuro da DS nunca pareceu tão prometedor



A contratação digital de seguros é feita inteiramente por canais remotos, como site, aplicativo ou WhatsApp, sem papel e sem ida a um corretor ou agência. No seguro auto, a jornada costuma ter cinco etapas: cotação, escolha do plano, aceite da proposta e pagamento, vistoria do veículo por fotos e envio dos documentos digitais. O contrato tem a mesma validade do modelo tradicional e segue regras da regulação do setor sobre autenticação, emissão de documentos e cancelamento.
Um ponto merece atenção: contratar não é o mesmo que estar coberto. Na maioria dos seguros auto digitais, a proteção só começa depois que a vistoria é aprovada. Na Loovi, insurtech que atua como representante da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, a contratação leva cerca de 5 minutos pelo site ou pelo WhatsApp, e a proteção entra em vigor assim que a vistoria, feita pelo próprio cliente no aplicativo, é aprovada.
É a contratação feita por meios remotos, definidos pela Resolução CNSP nº 408/2021 como aqueles que permitem a troca de informações e a transferência de dados à distância. A norma, em vigor desde 1º de outubro de 2021, consolidou as regras para que seguradoras e seus representantes ofereçam todo o ciclo do seguro pela internet: proposta, emissão de documentos, cobranças, comunicações e cancelamento.
Para o consumidor, isso significa que um seguro contratado pelo celular tem o mesmo valor jurídico de um contratado presencialmente, desde que a operação siga as exigências de autenticação e de guarda dos documentos.
Embora cada empresa tenha seu fluxo, a contratação digital de seguro auto costuma seguir esta ordem:
Depende das regras de cada produto, e é a dúvida que mais gera confusão. Em geral, o seguro auto digital só passa a cobrir o carro depois da aprovação da vistoria, e não no momento em que o cliente conclui a contratação ou faz o primeiro pagamento.
Na Loovi, as etapas e os tempos são estes:
Por isso, quem precisa do seguro para uma data específica, como uma viagem, deve contratar e fazer a vistoria com antecedência. Na Loovi, a assistência 24h também depende do cadastro validado no aplicativo.
A Resolução CNSP nº 408/2021 estabelece regras que protegem o consumidor que contrata à distância:
A formalização da proposta por meio remoto precisa ser autenticada e permitir a comprovação de autoria e integridade. A norma aceita diferentes soluções tecnológicas, como login e senha, certificado digital ou outro sistema digital seguro aceito pelas partes.
Os documentos contratuais emitidos por meio remoto devem trazer a data e a hora de emissão e permitir que o cliente os imprima ou baixe. A empresa também deve enviar instruções para o acesso seguro a esses documentos, de preferência pelo mesmo canal usado na contratação.
O cliente deve receber número de protocolo para as solicitações relativas ao seguro e confirmação de recebimento dos documentos enviados pela empresa, quando exigido pela regulação.
O seguro contratado por meio digital pode ser cancelado pelos mesmos meios usados na contratação, sem que isso seja mais custoso ao cliente.
O Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 49, garante ao consumidor que contrata fora do estabelecimento comercial, como pela internet, o direito de desistir em até 7 dias, com devolução dos valores pagos.
A Loovi estruturou a jornada para ser feita pelo celular, sem vistoria presencial nem envio de documentos em papel. A cobertura está disponível nos 27 estados e em mais de 4 mil municípios. Como orçamento e sinistro também acontecem no aplicativo é tema de O que é uma insurtech? Na Loovi, orçamento e sinistro acontecem no celular.
Na Loovi, a cotação não pede idade, tempo de habilitação, local de pernoite do carro ou CEP para calcular o preço. O valor parte do preço do veículo na Tabela FIPE, então não muda em função de quem dirige. Os planos começam a partir de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90), informada desde o início da cotação.
Na própria cotação, o cliente escolhe entre três planos:
Depois de contratar, o cliente baixa o aplicativo e envia as fotos do veículo. O app indica quais imagens são necessárias, e o processo leva em geral de 5 a 15 minutos. A aprovação da vistoria marca o início da proteção.
A Loovi aceita carros fabricados a partir de 1986, elétricos, a GNV e usados em aplicativos de transporte ou táxi, com referência de 100% da FIPE e sem cobrança adicional pelo uso comercial. Carros de leilão, modificados ou blindados também são aceitos, mas a indenização em perda total é de 70% da FIPE. A empresa mantém critérios de aceitação, avaliados na vistoria.
A Loovi cuida da tecnologia, do aplicativo e do atendimento. Quem assume o risco e paga as indenizações é a LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP e do mesmo grupo econômico. Por isso, ao consultar o site da SUSEP, o consumidor encontra o registro da LTI, e não o da Loovi.
A agilidade do digital não dispensa atenção. Antes de finalizar a contratação:
As garantias do seguro são as mesmas. O que muda é o caminho:
A contratação digital de seguros reúne cotação, escolha do plano, aceite, vistoria por fotos e documentos em canais remotos, com a mesma validade do modelo tradicional e regras definidas pela Resolução CNSP nº 408/2021. O ponto central é entender que a cobertura começa com a aprovação da vistoria, e não no fim da contratação. Antes de contratar, confirme a seguradora na SUSEP, some o custo total e faça a vistoria assim que possível.
Sim. A Resolução CNSP nº 408/2021 regulamenta a contratação de seguros por meios remotos, exigindo proposta autenticada e documentos com data e hora de emissão que o cliente possa baixar. O contrato digital tem o mesmo valor do presencial.
Depende da empresa. Na Loovi, a contratação leva cerca de 5 minutos pelo site ou pelo WhatsApp, e a vistoria pelo aplicativo leva em geral de 5 a 15 minutos. A proteção começa assim que a vistoria é aprovada.
Normalmente, não. No seguro auto digital, a cobertura costuma começar após a aprovação da vistoria do veículo. Por isso, vale contratar com antecedência se você precisa do seguro para uma data específica.
Não, na maioria dos seguros digitais. Na Loovi, a vistoria é feita pelo próprio cliente, com fotos tiradas no aplicativo, que orienta quais imagens enviar.
Sim. Pela Resolução CNSP nº 408/2021, o cancelamento pode ser feito pelos mesmos meios digitais usados na contratação, sem custo maior para o cliente. O Código de Defesa do Consumidor também prevê o direito de arrependimento em até 7 dias para contratações fora do estabelecimento comercial.
A Loovi permite cotar e contratar o seguro auto pelo WhatsApp ou pelo site, sem análise do perfil do condutor. Os planos partem de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90), e a vistoria é feita pelo aplicativo.
A Kia revelou uma nova versão mais completa e com preço mais alto para a Tasman, a picape média da marca. A nova Kia Tasman PGL tem preço de R$ 319.990 e chega para unir-se à configuração GL (de entrada), lançada em agosto.
Entre os diferenciais, a novidade se diferencia pela oferta de sistemas de assistência à condução (ADAS) e itens adicionais de conforto e praticidade. A nova variante também é uma tentativa de acelerar as vendas da picape, que não vai bem e, até setembro deste ano, emplacou 12 unidades.
O conjunto mecânico é o mesmo da versão de entrada: motor 2.2 turbodiesel de quatro cilindros, com 210 cv de potência e 45 kgfm de torque, associado ao câmbio automático de oito marchas e à tração 4×4 com reduzida.
A picape também oferece sete modos de condução, incluindo configurações para terrenos como areia, lama e neve.
Entre os recursos de segurança da Tasman PGL estão piloto automático adaptativo, assistente de permanência e centralização em faixa, frenagem autônoma de emergência com detecção de veículos, pedestres e ciclistas e monitoramento de ponto cego.
O modelo também conta com alerta de saída segura, que ajuda a evitar acidentes durante a abertura das portas, e comutação automática do farol alto.

A lista de equipamentos inclui ainda bancos com revestimento em Altaica, ajustes elétricos para o banco do motorista, sensor de chuva, retrovisor interno eletrocrômico, estribos laterais e iluminação de LED na caçamba.
O painel reúne telas que somam 29,6 polegadas, incluindo quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas, central multimídia de 12,3 polegadas e uma tela de 5 polegadas dedicada ao sistema de climatização. Há também compatibilidade sem fio com Apple CarPlay e Android Auto.
Com entre-eixos de 3,27 metros, a Tasman tem uma capacidade volumétrica na caçamba de 1.173 litros, enquanto a capacidade de carga útil chega a 1.007 kg. Segundo a Kia, a capacidade máxima de tração é de 6.200 kg.
O modelo tem garantia de cinco anos sem limite de quilometragem.
A Kia Tasman PGL está disponível em sete opções de cores:
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Um Ferrari F50 de 1997 com apenas 170 km rodados pode estabelecer um novo recorde de preço para o modelo. O superesportivo será oferecido em um leilão marcado para 31 de outubro, com expectativa de superar US$ 20 milhões (cerca de R$ 108 milhões).
Se a estimativa se confirmar, o exemplar poderá se tornar o F50 mais caro já vendido em um leilão público. Produzido entre 1995 e 1997, o Ferrari F50 teve apenas 349 unidades fabricadas. A quilometragem excepcionalmente baixa é um dos principais fatores que explicam a expectativa de valorização.
O carro em questão é do último ano de produção e foi entregue novo no Reino Unido. Desde então, permaneceu praticamente parado por quase três décadas.
O F50 é equipado com motor V12 aspirado de 4,7 litros, derivado da experiência da Ferrari na Fórmula 1. O conjunto mecânico privilegia a condução direta e a conexão entre motorista e máquina, sem os sistemas híbridos que se tornaram comuns nos superesportivos atuais.
Por isso, o modelo é considerado uma peça importante na história da fabricante italiana e desperta o interesse de colecionadores.

A cifra projetada supera os valores recentes alcançados por outros exemplares. Em agosto, um F50 amarelo, na cor Giallo Modena, foi vendido por US$ 14,575 milhões, cerca de R$ 78,7 milhões, tornando-se o modelo mais caro da linha vendido publicamente até então.
Outro F50 vermelho, que pertenceu ao ex-boxeador Mike Tyson, foi negociado por US$ 12,1 milhões, aproximadamente R$ 65,3 milhões, também em agosto.
Até recentemente, exemplares do F50 costumavam ser negociados por valores entre US$ 4 milhões e US$ 5 milhões. A valorização ganhou força em 2025, quando um modelo amarelo que pertenceu ao estilista Ralph Lauren foi vendido por US$ 9,2 milhões, cerca de R$ 49,7 milhões.
Caso o exemplar de 1997 ultrapasse a marca de R$ 100 milhões, o F50 entrará em um grupo restrito de carros de coleção com valores comparáveis aos do lendário McLaren F1.

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