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Ventura: "Mas onde é que anda o primeiro-ministro?"

André Ventura diz que a ausência pública do primeiro-ministro é um "rastilho" para escalar a contestação e avisa o Governo para não pensar que Portugal é "um país manso".

© ANDRÉ KOSTERS/LUSA

Numa intervenção num almoço do International Club of Portugal, num hotel em Lisboa, André Ventura critica que "não sabemos do primeiro-ministro há dias"
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PM “turns up for football, but not to resolve the housing crisis”

Leader of CHEGA, André Ventura, has criticised Prime Minister Luís Montenegro’s silence on the housing crisis and recent protests, warning that the government’s failure to respond could act as a

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Rendas. André Ventura em "cima do muro" preocupa Governo

Líder do Chega tinha definido quatro condições para aprovar nova lei das rendas e PSD está disponível para respeitá-las. Mas imprevisibilidade de Ventura preocupa. PS não conta para salvar diplomas.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Pinto Luz, ministro da Habitação, e Luís Montenegro estão nas mãos do Chega
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Rita Matias deixa o desafio: sala de amamentação na Assembleia da República

“Ninguém tem de abdicar do seu espaço político porque foi mãe”. Deputada do Chega diz que não há qualquer “espaço condigno”. A deputada Rita Matias, do Chega, propôs a criação de uma sala de amamentação na Assembleia da República, no passado dia 7, defendendo que o Parlamento deve dar o exemplo nesta matéria e garantir uma solução que possa ficar para o futuro. Em declarações à agência Lusa, Rita Matias, que foi mãe há pouco mais de um mês, afirmou que fez uma “proposta formal” na conferência de líderes, para que existam no Parlamento condições adequadas à extração e armazenamento

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Rita Matias propõe criação de sala de amamentação no Parlamento

A deputada Rita Matias, do Chega, propôs a criação de uma sala de amamentação na Assembleia da República, defendendo que o Parlamento deve dar o exemplo nesta matéria e garantir uma solução que possa ficar para o futuro.

Em declarações à agência Lusa, Rita Matias, que foi mãe há pouco mais de um mês, indicou que fez uma “proposta formal” na conferência de líderes do passado dia 07 para que existam no Parlamento condições adequadas à extração e armazenamento do leite materno.

A parlamentar referiu que o “Chega já tinha várias vezes tido discussões internas sobre o tema” e que esta sugestão “não foi motivada necessariamente” pela sua circunstância atual, “mas porque poderia já ter acontecido com outras deputadas”.

“Entrámos também posteriormente em contacto com o gabinete do presidente da Assembleia da República e soubemos através de uma das suas assessoras que vão reunir com a secretária-geral e tentar perceber na gestão dos espaços do Parlamento se é possível ou não acomodar uma sala para a amamentação”, disse.

Rita Matias justificou que atualmente não existe na Assembleia da República “nenhum espaço condigno” para a extração e armazenamento de leite materno e destacou que “esta resposta pode ficar até para o futuro, para garantir que nenhuma mulher tenha que sentir que eventualmente tem que abdicar da amamentação para poder voltar ao exercício das suas funções ou que não tem um espaço condigno”.

“Acho que era um legado positivo que o Chega poderia deixar nesta casa, também em defesa das mulheres e da sua participação, para que não tenham de abdicar do seu espaço político, do espaço que é conquistado muitas vezes a pulso, apenas e só porque foram mães”, defendeu.


A deputada do Chega disse esperar que “o gabinete do presidente da Assembleia da República e a secretária-geral possam ser sensíveis ao tema, porque certamente que há mais mulheres que vão enfrentar esta situação”, mas ainda não teve uma previsão.

Rita Matias admitiu que este pedido “não seja fácil para a gestão da Assembleia” no que toca à organização dos espaços, mas é “algo necessário” agora e para o futuro, podendo ser usado tanto por deputadas como por funcionárias.

“É algo que muitas empresas no privado já dão, alguns espaços públicos também já, e portanto não faz sentido a casa da democracia não ser também um exemplo de referência para os demais espaços onde há mulheres”, sustentou.

Sobre o seu regresso às funções poucos dias depois de ter sido mãe e a decisão de não gozar a licença parental, apesar de a lei laboral prever um período obrigatório de licença de 42 dias para a mãe imediatamente após o parto, Rita Matias justificou que se está a reger pelo estatuto dos deputados.

“Nós estamos ao abrigo de um regime jurídico diferente. Para trabalhadores por conta de outrem é verdade, no entanto eu não tenho um contrato com a Assembleia da República, nem a Assembleia da República comigo, é um cargo público e, portanto, essa questão não se colocou e eu consigo conciliar também pela excecionalidade das funções parlamentares”, sustentou.

A deputada disse também que quis “dar um sinal de que não é preciso fazer uma escolha” entre uma carreira política e a maternidade.

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Rita Matias propõe criação de sala de amamentação na AR

Rita Matias, que foi mãe há pouco mais de um mês, indicou que fez uma "proposta formal" na conferência de líderes do passado dia 7 para que exista no Parlamento uma sala de amamentação.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Rita Matias admite que embora o pedido "não seja fácil para a gestão da Assembleia" no que toca à organização dos espaços, é "algo necessário" agora e para o futuro, podendo ser usado tanto por deputadas como por funcionárias
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Projetos do PAN e Chega sobre bem-estar animal aprovados

Registo de condenados por maus-tratos e criminalização da zoofilia avançam. Conselho Nacional para o Bem-Estar Animal, coleiras elétricas e exportação de animais vivos ficam para trás.

© AARON M. SPRECHER/EPA

O projeto de lei que recebeu mais críticas foi do JPP, que propôs restringir a exportação de animais vivos por via marítima para países terceiros que não cumpram com as condições de bem-estar
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