Would a new president end Russia’s war on Ukraine?



Após uma ruptura amarga com Donald Trump ter deixado muitos na Ucrânia temendo que o presidente dos EUA tivesse se alinhado novamente à Rússia, o presidente Volodymyr Zelensky abordou a disputa de frente: não há nada de pessoal entre mim e Trump, disse ele à CNN, mas se aproximar de Vladimir Putin só iria “torná-lo mais forte”.
Os laços entre os EUA e a Ucrânia se deterioraram gravemente nas últimas semanas.
Zelensky disse que Trump estava “do lado errado da história” após ele anunciar um acordo para comprar combustível russo, desfazendo os esforços internacionais para isolar a Rússia. Trump então suspendeu algumas sanções contra a Rússia, gerando críticas até mesmo de seu próprio partido. As forças da Ucrânia viram seu acesso ao serviço Starlink, administrado por Elon Musk, ser restringido.
Falando à CNN a partir de Kyiv na quinta-feira, Zelensky adotou um tom conciliatório, dizendo que as tensões “não eram sobre personalidades” — mas advertiu que Putin não tinha intenção de parar a guerra.
“Minha atitude em relação a Putin é muito clara. Acho que se levantarmos as sanções, vamos torná-lo mais forte. Não é algo pessoal entre mim e o presidente Trump, e é claro que sou contra qualquer levantamento de sanções.”
Zelensky falou à CNN em meio a uma renovada pressão diplomática dos enviados de Trump para encontrar uma resolução para o conflito de quatro anos e meio.
Na quarta-feira, o enviado especial dos EUA Steve Witkoff passou três horas conversando com o presidente russo Vladimir Putin em São Petersburgo, descrevendo-o de forma controversa como um “humanitário” por sua decisão de libertar o prisioneiro americano Stephen Hubbard, de 74 anos. Witkoff havia se reunido com Zelensky na Noruega um dia antes.
Trump insistiu na quarta-feira que apertar as sanções contra a Rússia teria significado que Hubbard permaneceria preso. “Você poderia se esquecer dele, nunca o veria de novo, ele voltaria para a prisão por 25 anos”, disse ele em resposta a uma pergunta da jornalista da CNN Kaitlin Collins.
Ele acrescentou que sanções mais rígidas colocariam em risco as chances de um acordo sobre a Ucrânia: “Quando você está perto de um acordo e tem negociações delicadas, você não impõe sanções.”
Zelensky disse que sua reunião na capital norueguesa Oslo foi produtiva, mas que não estava convencido do compromisso de Putin com a paz. Após a visita de Witkoff, Putin concordou com conversações em novembro, sem fornecer muitos detalhes concretos.
“Putin está jogando, sabe, ele é um jogador”, disse Zelensky.
“É uma pena porque ele joga com a vida de outras pessoas, e claro que ele não quer (parar a guerra). Então o que queremos de nossos parceiros (é) não dar a ele a possibilidade de ficar mais forte e nos destruir.”
Trump disse na quarta-feira que seu governo está “mais próximo do que nunca” de resolver a guerra na Ucrânia — apenas para a Rússia lançar centenas de drones e mísseis balísticos contra seu vizinho durante a noite.
Até agora, Putin também manteve suas exigências maximalistas em relação à Ucrânia — incluindo território. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse a repórteres na quarta-feira que “a disputa agora está realmente concentrada no que acontece com o restante do Donbas”, a região leste da Ucrânia que está majoritariamente sob controle russo. Ele disse que “surgiram algumas ideias criativas sobre como resolver essa diferença.”
Em entrevista à CNN, Zelensky aludiu à possibilidade de congelar as atuais linhas de frente para “cessar-fogo, parar com as mortes, sentar e conversar.” No entanto, ele deixou claro que a ideia de a Ucrânia ceder seu território à Rússia é inaceitável.
“Nossa terra é muito importante porque é sobre pessoas. Não é sobre quilômetros”, disse ele. “Muitas pessoas morreram defendendo esta terra, defendendo nossa independência, nosso país.”
“Ninguém vai reconhecer esses territórios, que estão temporariamente ocupados, como territórios russos, e acho que a Rússia entende isso. É uma pena se alguém não entende, mas isso é problema deles”, acrescentou o presidente ucraniano.
Houve alguns sinais de distensão após Kiev acusar os EUA de limitar o compartilhamento de inteligência sobre mísseis russos em aproximação, de retardar os serviços vitais do Starlink e de atrasar o fornecimento de armas.
Zelensky disse no início desta semana que o compartilhamento de inteligência foi restabelecido, mas afirmou à CNN que o Starshield, o serviço militar da SpaceX, ainda não foi totalmente restaurado.
Mas a escassez crítica de mísseis interceptores da Ucrânia significa que, mesmo que suas forças militares recebam agora um alerta sobre um míssil balístico russo se aproximando, não há nada para abatê-lo.
Zelensky também disse à CNN na quinta-feira que, embora os aliados europeus da Ucrânia tenham fornecido alguns mísseis de defesa aérea ao país, “não é suficiente para nos defendermos”.
A Ucrânia, disse Zelensky, precisa agora principalmente de duas coisas de seus aliados: “Não levantar as sanções contra Putin… (e) nos dar mísseis melhores”.
Análise: Tensões entre Trump e Zelensky ameaçam apoio dos EUA à Ucrânia

L’improvvisa accelerazione diplomatica dei giorni scorsi per porre fine alla guerra in Ucraina potrebbe portare a un obiettivo fino alla scorsa settimana impensabile. C’è una “discussione in corso” su un possibile vertice tra Vladimir Putin, Volodymyr Zelensky e Donald Trump. Lo ha detto oggi il vice ministro degli Esteri russo Serghei Ryabkov, rispondendo alla domanda se questo sia stato tra gli argomenti dell’incontro di ieri a San Pietroburgo tra l’inviato americano Steve Witkoff e il presidente russo. “L’argomento è stato sollevato, ma al momento non c’è ancora una chiara comprensione in merito. Non c’è un accordo completo, ma la discussione è in corso“, ha detto Ryabkov, citato dall’agenzia Interfax.
La dichiarazione di Ryabkov giunge all’indomani dell’incontro durato circa tre ore al Palazzo di Costantino a San Pietroburgo. La visita di Witkoff in Russia non è stata isolata: il giorno precedente, l’inviato di Trump si trovava a Oslo, dove ha incontrato Zelensky e i leader di Finlandia e Norvegia per gettare le basi di un quadro di pace coordinato con gli alleati europei e la Nato. Durante il colloquio con Putin, anche il consigliere americano Jared Kushner si è unito telefonicamente per presentare alcune proposte.
L’incontro di San Pietroburgo potrebbe aver segnato un netto passo avanti rispetto al ristagno delle trattative degli ultimi mesi. Secondo quanto riferito dai consiglieri del Cremlino, Putin avrebbe accettato “in linea di principio” di avviare un nuovo ciclo di negoziati trilaterali a partire da metà novembre. La sede ipotizzata per il confronto a tre tra Stati Uniti, Russia e Ucraina è Abu Dhabi. Se confermati, i colloqui si concentrerebbero sulla definizione di un sistema di garanzie di sicurezza per l’Ucraina e la Russia al termine delle ostilità.
Sul terreno, intanto, si continua a morire. “Tre ondate di missili balistici sono state lanciate contro Kiev dai ‘compassionevoli‘ russi da ieri sera – ha scritto sui social Zelensky, ironizzando sull’espressione usata da Witkoff per definire Putin -. Sono stati impiegati 21 missili. Purtroppo, numerosi luoghi in tutta la città sono stati colpiti e danneggiati, persino un monastero”. “Quasi immediatamente dopo un altro ciclo di colloqui, la Russia ha lanciato un attacco mirato. Ciò significa che il suo atteggiamento nei confronti di tutto ciò che sta accadendo non è realmente cambiato”.
Le autorità ucraine hanno denunciato anche che le forze russe hanno attaccato un mercato a Lozova, nell’oblast di Kharkiv. Secondo i dati preliminari, due persone sono rimaste uccise e il numero dei feriti è di almeno 17 persone.
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A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) permitirá que a Ucrânia compre armas, munições e equipamentos militares por meio de sua agência centralizada de compras, o que poderá permitir que Kiev obtenha suprimentos de defesa de forma mais rápida e barata, informou o jornal Financial Times nesta quinta-feira (22).
“Isso proporciona à Ucrânia a possibilidade de contar com uma estrutura mais organizada para aproveitar uma ampla gama de recursos que oferecemos: experiência em aquisições, serviços de apoio e acesso a uma base industrial consolidada”, disse ao FT Jacqueline Borsboom, diretora de apoio a operações da Agência de Apoio e Aquisições da Otan.
O acordo ocorre em meio à deterioração das relações entre Estados Unidos e Ucrânia desde que o presidente americano, Donald Trump, anunciou neste mês um acordo de exportação de diesel com a Rússia para reduzir os preços dos combustíveis nos EUA.
A Ucrânia reclamou de interrupções no compartilhamento de algumas informações de inteligência e no uso do sistema de satélites Starshield. No entanto, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que uma reunião realizada na terça-feira (20), em Oslo, havia chegado a um acordo para resolver esses problemas.
Nas primeiras horas desta quinta-feira, ataques russos deixaram 15 pessoas feridas e danificaram a infraestrutura do metrô na Ponte Sul, sobre o rio Dnipro, na capital ucraniana, além de restringirem o tráfego no local, informaram autoridades de Kiev. Os bombardeios ocorreram após outro ataque à cidade na noite de quarta-feira (21), que deixou seis pessoas feridas.
Um ataque russo matou uma mulher e feriu outras quatro pessoas na região de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, informou o governador regional, Oleh Syniehubov, no Telegram.
Um drone também atingiu a infraestrutura energética na área de Kremenchuk, na região de Poltava, segundo uma autoridade local que publicou a informação no Telegram, sem fornecer detalhes.
Localizada às margens do rio Dnipro, Kremenchuk é um importante polo industrial e abriga uma das maiores refinarias de petróleo da Ucrânia. A região tem sido alvo frequente de ataques russos, incluindo um bombardeio em 2022 contra um shopping center lotado, que matou pelo menos 21 pessoas.
Na Rússia, duas pessoas ficaram feridas nos arredores de Moscou depois que 630 drones foram enviados em direção à capital durante a noite, informou o prefeito Sergei Sobyanin no Telegram. A maioria dos drones foi abatida ainda a longa distância, acrescentou.
Na cidade de Lipetsk, onde fica uma importante siderúrgica a cerca de 400 quilômetros ao sul de Moscou, um homem ficou ferido após drones atingirem prédios residenciais e uma unidade de saúde, informou o governador Igor Artamonov no Telegram.
Entenda como protestos levaram Zelensky a trocar comando militar da Ucrânia
Mísseis atingiram Kiev nas primeiras horas desta quinta-feira (22), segundo uma testemunha da Reuters, e a Ucrânia enviou centenas de drones em direção a Moscou durante a noite. Os dois lados mantiveram uma série de ataques, apesar das mais recentes tentativas de mediação dos Estados Unidos para pôr fim à guerra.
Os ataques russos deixaram 15 pessoas feridas e danificaram a infraestrutura do metrô na Ponte Sul, sobre o rio Dnipro, na capital ucraniana, além de restringirem o tráfego no local, informaram autoridades de Kiev. Os bombardeios ocorreram após outro ataque à cidade na noite de quarta-feira (21), que deixou seis pessoas feridas.
Um ataque russo matou uma mulher e feriu outras quatro pessoas na região de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, informou o governador regional, Oleh Syniehubov, no Telegram.
Um drone também atingiu a infraestrutura energética na área de Kremenchuk, na região de Poltava, segundo uma autoridade local que publicou a informação no Telegram, sem fornecer detalhes.
Localizada às margens do rio Dnipro, Kremenchuk é um importante polo industrial e abriga uma das maiores refinarias de petróleo da Ucrânia. A região tem sido alvo frequente de ataques russos, incluindo um bombardeio em 2022 contra um shopping center lotado, que matou pelo menos 21 pessoas.
Na Rússia, duas pessoas ficaram feridas nos arredores de Moscou depois que 630 drones foram enviados em direção à capital durante a noite, informou o prefeito Sergei Sobyanin no Telegram. A maioria dos drones foi abatida ainda a longa distância, acrescentou.
Na cidade de Lipetsk, onde fica uma importante siderúrgica a cerca de 400 quilômetros ao sul de Moscou, um homem ficou ferido após drones atingirem prédios residenciais e uma unidade de saúde, informou o governador Igor Artamonov no Telegram.
A Rússia invadiu a Ucrânia em 2022, após anexar a península da Crimeia, território de seu vizinho ao sul, oito anos antes, dando início ao conflito mais mortal no continente europeu desde a Segunda Guerra Mundial.
Os ataques mais recentes ocorrem após o enviado especial do presidente dos Estados Unidos, Steve Witkoff, realizar conversas nesta semana com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em uma tentativa de mediar o fim do conflito.
Zelensky afirmou na quarta-feira que a Ucrânia apoiava uma proposta dos Estados Unidos para a realização, o mais rápido possível, de conversas trilaterais entre Rússia, Ucrânia e Estados Unidos, com a participação de negociadores. O Kremlin informou que Putin concordou em retomar as negociações de paz com Kiev, mediadas pelos Estados Unidos, já no próximo mês.
Entenda o que é a Crimeia, região da Ucrânia anexada pela Rússia
Missili balistici lanciati dalle forze russe hanno colpito diverse località di Kiev, ferendo sei persone e causando esplosioni che hanno scosso la città. Lo riferiscono i media ucraini. Intorno alle 2 del mattino (ora locale) nel quartiere di Dniprovsky sono stati colpiti due edifici residenziali e “potrebbero esserci persone intrappolate sotto le macerie”, secondo quanto dichiarato dal sindaco, Vitali Klitschko, citato dal Kyiv Independent. Un’ora più tardi missili balistici hanno nuovamente preso di mira la capitale: almeno 13 esplosioni hanno scosso la città in meno di otto minuti. Una terza ondata di esplosioni è stata avvertita intorno alle 3:35.
Un edificio adibito a struttura medica è stato danneggiato nel quartiere di Pecherskyi, mentre nel quartiere di Sviatoshynskyi, a seguito di un attacco nemico, è scoppiato un incendio all’interno di un ristorante”, ha riferito l’Amministrazione militare della città. Massiccio attacco di droni ucraini verso Mosca. Secondo quanto riferito dal sindaco della capitale russa, Sergei Sobyanin, tra le 20.30 di ieri e le 4 di oggi, 650 velivoli senza pilota hanno sorvolato la zona, la gran parte dei quali sono stati abbattuti.
Le forze ucraine hanno colpito con un attacco di droni la città russa di Lipetsk, importante centro industriale e capoluogo dell’omonima provincia, a 335 chilometri a est del confine ucraino. Secondo quanto riportato dal Kyiv Independent, nell’attacco è stato colpito un edificio di diversi piani e sono state udite esplosioni in città. Testimoni oculari hanno diffuso video che sembrano mostrare droni ucraini che sorvolano la città a bassa quota e fiamme che illuminano il cielo notturno. Lipetsk ha una popolazione di circa 500.000 abitanti e ospita l’acciaieria di Novolipetsk, un imponente impianto che assicura il 20% della produzione totale di acciaio grezzo della Russia ed è il più grande stabilimento siderurgico del paese.
L'articolo Guerra in Ucraina, altra notte da incubo a Kiev: ripetuti attacchi missilistici russi: 13 esplosioni in otto minuti proviene da Affaritaliani.it.

Volodymyr Zelensky said Wednesday he would accept a peace deal freezing the Ukraine war at current front lines.
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