Tesla Roadster. O que impressiona, o que é bom e menos bom


O carro foi criado nos conceitos Mecha, Cross e Smart. O primeiro está relacionado à estética inspirada em máquinas e aeronaves futuristas; o segundo, à versatilidade para diferentes atividades; e o terceiro, à integração de sistemas inteligentes e recursos de personalização. A revelação acontece no User Summit 2026, evento internacional do Grupo Chery em que a CNN Brasil participa.
O Omoda X apresenta altura livre do solo de 200 mm e capacidade declarada de atravessar áreas alagadas com mais de 700 mm de profundidade. A fabricante também informa capacidade de reboque de até 1.800 kg e limite de carga de 75 kg no teto, características que ampliam as possibilidades de transporte de equipamentos para atividades como ciclismo e surfe.
O veículo conta, ainda, com 39 espaços de armazenamento. A proposta é combinar a utilização cotidiana, inclusive em ambientes urbanos, com deslocamentos para áreas de lazer e aventuras ao ar livre. A empresa não detalhou o sistema de tração, os ângulos de entrada e saída, a suspensão ou os modos de operação mecânica.
O desenho interno segue a mesma orientação visual da carroceria. A fabricante chama a cabine de MECHA Command Cockpit, com console central flutuante em formato de X e arquitetura que remete às asas de uma aeronave.
A instrumentação digital tem tela de 10,25 polegadas, enquanto a central multimídia utiliza um painel de 13,2 polegadas. Em vez de concentrar todas as operações na interface digital, o projeto mantém comandos físicos para funções recorrentes, como climatização e seleção dos modos de condução.
A combinação procura conciliar a aparência futurista com a facilidade de operação durante a direção. A marca, entretanto, ainda não apresentou detalhes completos sobre materiais, espaço interno, capacidade do porta-malas ou equipamentos de conforto.
Entre os recursos tecnológicos está o SIAS (Super Intelligent AI Space), sistema de inteligência artificial que, segundo a Omoda, permite interações por conversação sem exigir uma palavra de ativação ou comandos específicos. O objetivo é tornar a comunicação com o veículo mais natural.
Outro destaque é o X-MODE, que permite personalizar as configurações do automóvel e suas respostas de desempenho de acordo com as preferências do motorista. A fabricante também anuncia um sistema de visão noturna por imagem térmica infravermelha, capaz de identificar possíveis riscos a até 90 metros de distância.
Na área de entretenimento, o Omoda X Open Mic utiliza quatro zonas independentes de captação de áudio para permitir sessões de karaokê sem microfones portáteis. Há ainda os chamados MECHA Pets, acessórios magnéticos equipados com tecnologia NFC, voltados à interação dos ocupantes com o veículo.
Por enquanto, a estreia do Omoda X representa a apresentação de um novo conceito de produto, e não um lançamento comercial com especificações completas. Por sinal, o carro tem design bem diverso dos atuais carros da Omoda e pode indicar não um reposicionamento total, mas uma nova opção dentro do mix de produtos.
*Jornalista viajou a convite da Omoda&Jaecoo Brasil
Carros eletrificados chegam à marca de 1 milhão de unidades no Brasil
Um Honda NSX vermelho que fez parte da vida de Ayrton Senna fora das pistas será leiloado em Londres, na Inglaterra, em 31 de outubro. O esportivo de 1991, associado ao tricampeão mundial de Fórmula 1, tem valor estimado entre 500 mil e 800 mil libras, faixa equivalente a aproximadamente R$ 3,5 milhões a R$ 5,6 milhões. O leilão será realizado pela RM Sotheby’s.
A história do veículo ganhou notoriedade com fotografias de Senna lavando a carroceria com uma mangueira de jardim, vestido de jeans e camisa. A cena se tornou uma das imagens mais lembradas do piloto em momentos longe das competições.
O NSX também aparece no documentário Ayrton Senna: Racing Is in My Blood, de 1992. Nas imagens, o brasileiro dirige o modelo e faz manobras ao volante do esportivo japonês.
A Honda disponibilizou o veículo para uso pessoal do piloto na Europa durante o período em que fornecia motores à McLaren. Foi pela equipe britânica que Senna conquistou os três campeonatos mundiais de Fórmula 1, em 1988, 1990 e 1991.
O carro tem carroceria vermelha, teto preto e bancos revestidos de couro escuro. Registrado em Portugal em 22 de março de 1991, com a placa SX-25-59, ficava guardado em Lisboa e era colocado à disposição do piloto durante suas passagens pelo país.
A ligação de Senna com o modelo não se limitava ao uso pessoal. Segundo o repórter especial da Folha de S.Paulo Eduardo Sodré, o brasileiro também contribuiu para o desenvolvimento do NSX, com observações sobre a rigidez da carroceria e o comportamento dinâmico do veículo.
O exemplar que irá a leilão na Inglaterra não é o único Honda NSX que pertenceu ao piloto. Uma segunda unidade, também de 1991, está no Brasil. O carro é preto e tem placa iniciada pelas letras BSS, referência a Beco Senna da Silva, apelido de Ayrton Senna.
O modelo japonês leiloado tem motor V6 de 3 litros, cerca de 270 cavalos de potência, câmbio manual e tração traseira.
Depois da morte do piloto, em 1994, o esportivo permaneceu em Portugal e passou pelas mãos de diferentes proprietários. O britânico Robert McFagan o comprou em 2013. Três anos depois, o veículo recebeu registro para circular no Reino Unido.
Em 2019, o NSX voltou ao circuito de Ímola, na Itália, durante as homenagens pelos 25 anos da morte de Senna. Na ocasião, Giancarlo Minardi, fundador da equipe Minardi, dirigiu o carro. Em 2024, o esportivo foi adquirido pelo atual proprietário, um colecionador de Nagoya, no Japão.
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A campanha contempla ainda um cartão combustível de 800 euros na aquisição de viaturas com financiamento elegível.
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