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A primeira página do Jornal Económico de 22 de outubro

22 October 2026 at 00:01

Agora é mais fácil ler o seu Jornal Económico em formato digital. De segunda a sexta-feira, a partir da meia-noite, pode ver a primeira página e ler os principais conteúdos de cada edição no nosso espaço reservado a assinantes, o JE Leitor. Para receber a edição completa, subscreva a newsletter Edição da Manhã e terá o Jornal Económico no seu email, de segunda a sexta-feira, às 7h00.

Veja aqui a primeira página do Jornal Económico desta quinta-feira, 22 de outubro:

Havi TechHUB em Lisboa cresce para 143 trabalhadores e amplia escritório no Cais do Sodré

20 October 2026 at 23:21

O Havi TechHUB, centro tecnológico da multinacional de gestão da cadeia de abastecimento HAVI, ampliou as suas instalações em Lisboa, passando a ocupar dois pisos no edifício Cais 5, no Cais do Sodré, após aumentar a equipa de sete para 143 profissionais em pouco mais de dois anos.

Em comunicado, a empresa indica que a expansão eleva a área total do escritório para 1.320 metros quadrados, reforçando a capacidade da operação tecnológica em Portugal.

O TechHUB de Lisboa iniciou atividade em março de 2024 com sete colaboradores, terminando esse ano com 34 trabalhadores. Em setembro de 2025, aquando da inauguração oficial do escritório, contava já com 87 profissionais, número que cresceu entretanto para 143.

As equipas instaladas em Lisboa trabalham em áreas como inteligência artificial, análise de dados, produtos digitais, ‘cloud’, cibersegurança e transformação de negócio, apoiando as operações globais do grupo.

O centro integra a rede internacional de TechHUBs da Havi, que inclui ainda unidades em Chicago, Cracóvia e Kuala Lumpur, funcionando segundo um modelo de colaboração entre diferentes fusos horários para garantir continuidade operacional e capacidade de resposta permanente.

Segundo a empresa, a expansão em Lisboa enquadra-se na estratégia de transformação do modelo operacional tecnológico da HAVI, assente numa organização global mais conectada, escalável e resiliente.

Citado no comunicado, o vice-presidente sénior e diretor digital e de informação da Havi, Reto Sahli, refere que o crescimento da operação portuguesa “demonstra a importância que Lisboa assumiu” na rede global de centros tecnológicos da empresa.

A Havi emprega cerca de 7.500 pessoas em mais de 30 mercados e presta serviços integrados de gestão da cadeia de abastecimento, incluindo transporte, distribuição, armazenagem, planeamento, análise de dados e gestão de resíduos.

DGS publica novas orientações para refeições escolares com reforço de leguminosas e opções vegetais

20 October 2026 at 22:36

As novas Orientações para Ementas e Refeitórios Escolares 2026, publicadas pela Direção-Geral da Saúde (DGS), reforçam os critérios de alimentação saudável e sustentável nas escolas, prevendo a presença diária de leguminosas nas refeições e recomendando a inclusão regular de pratos de base exclusivamente vegetal.

As orientações, elaboradas pelo Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS) em conjunto com o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), atualizam as regras técnicas, nutricionais e pedagógicas aplicáveis às refeições servidas nos estabelecimentos públicos de ensino pré-escolar, básico e secundário de Portugal continental.

Segundo o documento, passa a ser obrigatório que as leguminosas integrem diariamente as refeições escolares, quer na sopa quer no prato principal. As novas regras determinam igualmente a utilização exclusiva de sal iodado na confeção e fixam um limite máximo de 0,2 gramas de sal por 100 gramas de alimento na sopa e nos pratos principais. As sobremesas doces ficam limitadas a uma vez por mês.

As orientações estabelecem ainda como obrigatório disponibilizar versões integrais de arroz e massa em pelo menos 25% das refeições mensais. A oferta diária de pelo menos três variedades de fruta fresca surge como um critério de valorização adicional.

O documento recomenda também a inclusão de uma refeição de base exclusivamente vegetal na ementa padrão de todos os alunos, com uma frequência entre duas e quatro vezes por mês, tendo as leguminosas como principal fonte de proteína.

Em reação às novas orientações, a associação ProVeg Portugal considerou que as medidas representam um avanço na promoção de padrões alimentares mais saudáveis e sustentáveis.

Citada em comunicado, a diretora da organização, Joana Oliveira, afirmou que as novas regras constituem “um passo importante para as escolas portuguesas”, defendendo a necessidade de apoiar municípios, escolas e empresas de restauração coletiva na sua implementação.

Também em comunicado, a coordenadora do programa Prato Sustentável da ProVeg Portugal, Carolina Mesquita, destacou a obrigatoriedade da presença diária de leguminosas nas refeições de todos os alunos, independentemente do prato escolhido.

A nutricionista Laila Sultan salientou, por seu lado, que as leguminosas constituem uma fonte relevante de proteína vegetal, fibra e micronutrientes, considerando que a recomendação para refeições vegetais regulares poderá contribuir para a diversificação das fontes proteicas nas escolas.

A ProVeg Portugal anunciou ainda que continuará a disponibilizar apoio técnico gratuito a municípios, escolas e empresas de restauração coletiva através do programa Prato Sustentável, incluindo consultoria para elaboração de ementas, formação de equipas de cozinha e ações de sensibilização dirigidas à comunidade escolar.

Received — 20 October 2026 ⏭ O Jornal Económico

Officia Legal Online: a nova plataforma digital que quer trazer os serviços jurídicos às microempresas e PME

20 October 2026 at 21:23

Uma nova sociedade de advogados portuguesa, a Officia Legal Online, entrou no mercado. Liderada por Sofia Barata, Diretora-Geral, a Officia pretende tornar o acesso ao direito simples, rápido e transparente.

Criada por uma equipa de advogados e solicitadores experientes em direito societário e tecnologias digitais, a sociedade foi constituída de raiz para operar em ambiente digital, através da plataforma www.officia.pt.

Segundo o comunicado da sociedade, a aposta é nas microempresas e PME portuguesas, um segmento que a sociedade considera mal servido pelo modelo jurídico tradicional.

Na plataforma, os clientes encontram serviços jurídicos essenciais para todos os ciclos de vida da empresa — da constituição de sociedades ao apoio societário corporativo, passando por pedidos de NIF, alterações de objeto social e sede, aumentos de capital, aprovação de contas e alteração de órgãos sociais.

Cada serviço apresenta preços e prazos de entrega publicados, num modelo pensado tanto para necessidades pontuais como para acompanhamento contínuo, sempre com rigoroso respeito pelos princípios deontológicos.

A experiência de utilização foi desenhada para ser intuitiva, resumindo-se a cinco passos. O cliente começa por entrar na plataforma e selecionar o serviço pretendido, partilhando algumas informações sobre si ou sobre o seu negócio e tendo acesso, desde o primeiro momento, a toda a informação necessária, nomeadamente preços, prazos de execução e demais detalhes relevantes. Seguidamente, submete o pedido online, procede ao pagamento e recebe confirmação automática.

A partir daí, é atribuído um advogado para acompanhar e prestar o serviço, enquanto a plataforma mostra em tempo real o estado do pedido e os próximos passos, até à entrega final. Após a conclusão, os canais de apoio permanecem disponíveis para questões relacionadas com o serviço prestado ou para novos pedidos.

“O direito é complexo, a experiência de aceder ao direito não precisa ser”

Em declarações à imprensa, Sofia Barata, Diretora-Geral da Officia, traçou o posicionamento da nova sociedade: “A Officia representa uma nova geração de sociedades de advogados — próxima, de base digital e que pretende tornar simples o que antes era complexo. Queremos democratizar o acesso ao direito”.

A responsável acrescenta que, num momento de “transformação sem precedentes” no setor jurídico, a Officia se posiciona como “um parceiro estratégico digital para clientes que procuram segurança jurídica, rapidez e um novo nível de eficiência”.

“O direito é complexo, a experiência de aceder ao direito não precisa ser.” O direito é complexo, a experiência de aceder ao direito não precisa ser”, conclui.

Sete empresas portuguesas de mobiliário participam na ORGATEC 2026 na Alemanha

20 October 2026 at 16:00

A AIMMP – Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal vai promover a participação de sete empresas portuguesas na ORGATEC 2026, feira internacional dedicada aos espaços de trabalho, que decorre entre 27 e 30 de outubro, em Colónia, na Alemanha.

ARCHYI., Cadeinor, Fenabel, MBN Group, More Contract, TemaHome e X8 Solutions Group são as empresas que integram a representação nacional, com soluções de mobiliário profissional, assentos, ambientes colaborativos, produção à medida e projetos para espaços comerciais.

A iniciativa insere-se no projeto de internacionalização Inter Wood & Furniture e pretende reforçar a presença da indústria portuguesa nos mercados internacionais, num contexto de transformação dos modelos de trabalho e de crescente procura por espaços flexíveis, funcionais e adaptados a diferentes necessidades.

As empresas portuguesas vão apresentar propostas para escritórios e ambientes colaborativos, bem como soluções destinadas à hotelaria, restauração e outros espaços profissionais.

«A transformação dos espaços de trabalho está a criar novas oportunidades para a indústria do mobiliário. Portugal tem empresas com conhecimento técnico, capacidade produtiva e competências de design para responder a estes desafios», afirma Vítor Poças, presidente da AIMMP, citado em comunicado.

A participação na feira permite ainda apresentar a diversidade da oferta nacional e reforçar o posicionamento da indústria portuguesa num segmento em que a inovação, a funcionalidade e a capacidade de adaptação assumem uma importância crescente, acrescenta o responsável.

A presença em Colónia faz parte da estratégia de internacionalização da associação, que procura aproximar as empresas portuguesas de compradores, distribuidores, arquitetos, designers e outros profissionais ligados à conceção de espaços de trabalho e comerciais.

Através da marca MADE IN PORTUGAL naturally, a AIMMP pretende promover a indústria nacional enquanto parceira no desenvolvimento de soluções de mobiliário para diferentes mercados e projetos.

No âmbito do programa Inter Wood & Furniture, a associação tem apoiado a expansão internacional e a diversificação de mercados das empresas da fileira da madeira e do mobiliário. Segundo a AIMMP, a iniciativa já apoiou mais de 400 empresas, através de 195 ações em mais de 30 mercados, com incentivos até 50%.

A operação Inter Wood & Furniture 2026-2028, dedicada à internacionalização sustentada das empresas do setor, é apoiada pelo COMPETE 2030, pelo Portugal 2030 e pela União Europeia.

PME Magazine debate desafios da geopolítica, IA, financiamento e internacionalização em fórum em Oeiras

20 October 2026 at 15:55

Os impactos da instabilidade geopolítica, da inteligência artificial (IA), do acesso ao financiamento e da internacionalização nas pequenas e médias empresas (PME) portuguesas vão estar em debate na quarta edição do Fórum PME Magazine, marcada para 28 de outubro, no Taguspark, em Oeiras.

Subordinado ao tema “PME 2026: Estratégia, poder e capital num mundo instável”, o encontro reunirá empresários, gestores e especialistas para discutir os principais desafios que as PME enfrentam num contexto de rápida transformação económica e tecnológica.

A sessão de abertura estará a cargo do economista e ex-ministro da Economia Manuel Caldeira Cabral, que defenderá a necessidade de as empresas se adaptarem à inovação tecnológica. Citado em comunicado, o responsável considera que “não incorporar a inovação e a tecnologia significa morrer”.

O programa está estruturado em quatro áreas temáticas. A primeira será dedicada ao novo mapa do poder económico e contará, entre outros intervenientes, com o ex-ministro da Economia e do Mar António Costa Silva.

A inteligência artificial será outro dos temas centrais do fórum, com um painel dedicado ao modo como as PME podem transformar esta tecnologia numa vantagem competitiva, abordando questões como talento, dados, automação e eficiência operacional. Entre os participantes estarão representantes da Tekever, Five Credit e Konica Minolta Portugal.

O acesso ao capital e às formas de financiamento empresarial estará igualmente em discussão, num debate que contará com a participação da presidente executiva da Mota-Engil Next, Sílvia Mota, e de representantes da Granter, Grupo Your e Start PME.

A internacionalização encerrará o programa principal, com um painel centrado nos desafios da expansão para mercados externos e na gestão do risco reputacional, reunindo responsáveis da Delta Cafés, Feel Group e ION.

O evento inclui ainda uma área expositiva com cerca de 30 empresas, iniciativas de ‘networking’ e uma plataforma digital de gamificação para os participantes.

Citado na mesma nota, o diretor-geral da PME Magazine, Daniel Marques, afirmou que o objetivo do encontro é disponibilizar aos empresários “ferramentas práticas para decidir melhor”, através da partilha de experiências de gestores, investidores e especialistas.

O fórum acolherá também os Prémios PME Pitch, destinados a startups e microempresas em fase inicial, cujo projeto vencedor receberá um prémio de 5.000 euros, e terminará com a entrega dos Prémios Social CEO, que distinguem líderes digitais em Portugal.

O encerramento assinalará ainda os 10 anos da PME Magazine com um ‘cocktail’ de networking entre participantes.

A primeira página do Jornal Económico de 20 de outubro

20 October 2026 at 00:01

Agora é mais fácil ler o seu Jornal Económico em formato digital. De segunda a sexta-feira, a partir da meia-noite, pode ver a primeira página e ler os principais conteúdos de cada edição no nosso espaço reservado a assinantes, o JE Leitor. Para receber a edição completa, subscreva a newsletter Edição da Manhã e terá o Jornal Económico no seu email, de segunda a sexta-feira, às 7h00.

Veja aqui a primeira página do Jornal Económico desta terça-feira, 20 de outubro:

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