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"O mundo precisa de voltar a resolver conflitos através da diplomacia"

24 October 2026 at 06:58

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, afirma que "o mundo precisa de voltar a resolver conflitos através da diplomacia e do direito, e não das armas".

 

Em mensagem a propósito do 24 de outubro, o Dia das Nações Unidas, Guterres recordou que a organização foi criada no pós-Segunda Guerra Mundial para promover a paz, o desenvolvimento e os direitos humanos.

E hoje, insistiu o secretário-geral, "o futuro da Humanidade depende do trabalho conjunto em favor destes três pilares".

Focada na "resolução de conflitos através da diplomacia e do direito, e não das armas", como disse, a ONU tem também "um papel central na luta pela erradicação da pobreza e da fome, além de prestar assistência vital para pessoas afetadas pela guerra, por catástrofes e pelo deslocamento forçado".

Contrapôs, por outro lado, que as Nações Unidas são uma parte essencial "do tecido social do mundo e são hoje mais necessárias do que nunca", perante os abalos causados pelos conflitos, pela crise climática e pelo agravamento das desigualdades, além das tecnologias que avançam mais rapidamente do que a capacidade de as regulamentar.

Em todo o caso, para Guterres, este é o momento de "reafirmar os valores que deram origem à organização: diálogo, ao invés de divisão, cooperação, ao invés de confronto, solidariedade, ao invés de medo".

Perante a conjuntura internacional existente, apelou a todos os países para que renovem o seu compromisso com estes valores partilhados e com as obrigações que deles decorrem, uma vez que, "mais do que nunca, é preciso manter firme a determinação de defender a Carta das Nações Unidas e o direito internacional, para servir melhor os povos e responder aos desafios atuais".

Leia Também: Trump previa guerra de semanas. EUA admitem impasse por mais um ano

Christa Pike, la presa que sobrevivió a la inyección letal, denuncia problemas durante su ejecución: los abogados defienden la existencia de diez intentos con agujas

24 October 2026 at 06:22

La ejecución de Christa Pike, condenada a muerte en Tennessee, vuelve a poner en el punto de mira el protocolo de inyección letal del estado estadounidense. Después de dos ejecuciones fallidas, nuevos documentos judiciales describen las dificultades que habría encontrado el equipo encargado de administrar los fármacos y reabren el debate sobre la fiabilidad de este método.

Según informó Fox 17 News, los abogados de Pike han presentado una declaración en la que relatan lo ocurrido durante el intento de ejecución de la reclusa. El documento recoge que los integrantes del equipo tuvieron problemas para colocarle una vía intravenosa y que, antes de administrar los medicamentos, uno de ellos habría cuestionado si el procedimiento estaba siendo realizado correctamente.

La información fue difundida por la periodista Madeline Nolan, que explicó que los abogados pretenden incorporar estos nuevos detalles a una demanda que ya cuestiona el protocolo de inyección letal de Tennessee.

Los abogados denuncian dificultades para colocar la vía intravenosa

El abogado Randy Spivey asegura que un integrante del equipo de ejecución habría pronunciado una frase mientras intentaba colocar la vía a Pike: "Creo que está roto". La declaración presentada por el letrado describe repetidos intentos de colocar la vía intravenosa, con aproximadamente diez agujas.

Los abogados que cuestionan el procedimiento consideran que este episodio respalda las advertencias que habían formulado antes de que Tennessee utilizara el protocolo.

 

Kit Thomas, abogado de la Oficina Federal de Defensores Públicos, sostiene que los problemas denunciados coinciden con los riesgos que ya habían señalado durante el litigio.

"Que el equipo no pudiera colocar una vía intravenosa, que la colocara incorrectamente y que se produjera una extravasación", explicó Thomas al describir las preocupaciones que, según los abogados, se han materializado.

La extravasación se produce cuando un medicamento administrado por vía intravenosa se filtra fuera de la vena hacia los tejidos circundantes. Los letrados pretenden que el tribunal examine estos nuevos hechos dentro del procedimiento que mantienen contra el protocolo de ejecución.

Tennessee revisará los métodos de ejecución y la transparencia

La polémica también ha llegado al ámbito político. El senador republicano Mark Pody, partidario de la pena de muerte, considera que Tennessee necesita disponer de un sistema fiable antes de continuar con las ejecuciones.

"Creo que los estados, por lo que he hablado con mis compañeros, estamos en una posición en la que ya no estamos interesados en la inyección letal. No queremos que eso sea necesario aquí", señaló, según la transcripción de Fox 17 News.

Pody espera que los legisladores vuelvan a examinar los métodos de ejecución y la transparencia cuando regresen a la actividad parlamentaria en enero.

Mientras tanto, los abogados de Pike intentan que las nuevas alegaciones sean incorporadas a la demanda. La vista prevista para el 6 de noviembre ha sido cancelada por un juez de Nashville. En lugar de presentar argumentos orales, las partes podrán entregar documentos para exponer sus posiciones por escrito.

La información difundida por Fox 17 News también recoge que el 84% de los participantes en una encuesta de la cadena consideraba que Tennessee debía revisar sus protocolos de ejecución, frente al 16% que opinaba que podían mantenerse como estaban.

El caso continúa abierto y los nuevos documentos buscan que la Justicia examine las circunstancias denunciadas durante el intento de ejecución.

© EUROPAPRESS

EEUU.- Christa Pike regresa a prisión tras el alta hospitalaria después de sobrevivir a dos inyecciones letales

Lula encerra campanha em São Paulo; Tarcísio mobiliza atos pró-Flávio no estado sem a presença do candidato

24 October 2026 at 04:59

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encerra aquela que deve ser a sua última campanha eleitoral neste sábado (24), véspera do segundo turno, com ato de rua em São Paulo, após evento similar no Rio de Janeiro. O senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário no pleito, não deve passar mais pelo estado antes da votação, mas conta com uma mobilização de aliados políticos em diferentes regiões, capitaneada pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Flávio avançou para a segunda rodada em vantagem contra Lula, 47,03% a 45,16% dos votos válidos, diferença que equivale a 2,2 milhões de eleitores no país. Em São Paulo, a discrepância foi maior: 51,93% a 38,20% a favor do candidato do PL, com 3,4 milhões de votos a mais. Estrategistas do PT esperavam pelo menos 40% dos votos válidos para Lula, o que acabou não se confirmando, e o desempenho superior em outras regiões, como o Nordeste, foi insuficiente para alterar o cenário. Antes de desembarcar na capital paulista, o candidato à reeleição participa de uma caminhada na praia de Copacabana, no Rio, às 9h. Embalada por um empate numérico no Datafolha e por uma mobilização ativa nas redes sociais pelo canal “Exército do Lula”, a campanha espera público recorde nestas eleições. Às 14h, o petista convoca apoiadores para a Avenida Paulista, na altura da Alameda Campinas, próximo ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). No primeiro turno, um imbróglio com a prefeitura de São Paulo obrigou o deslocamento para a Rua Augusta. De resto, a estratégia é praticamente idêntica. Em razão da proibição de comícios pela Justiça Eleitoral, vigente desde a noite de quinta, como em outros anos, Lula deve fazer discursos breves e interagir com o público de cima de um carro, ornado com a bandeira do Brasil, enquanto os militantes acompanham o passo dos trios elétricos. Ele vota às 8h de domingo, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, e depois retorna à capital para assistir à apuração no Hotel Intercontinental, já no final da tarde, com dezenas de aliados. Flávio Bolsonaro, por sua vez, anunciou como ato final em território paulista o evento organizado em Guarulhos, na terça-feira (21), onde prometeu abrir o seu sigilo fiscal e telefônico caso o rival concordasse em ampliar o desafio, o que ocorreu de fato. Ele dedicou o sábado a outras duas capitais da Região Sudeste: comparece primeiro a ato em Belo Horizonte (MG), às 10h, e depois no Rio, às 14h. O candidato também deve votar logo nas primeiras horas do domingo em uma escola municipal de Vila Isabel, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e depois viaja a Brasília para a apuração. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro tem contado com a mobilização de Tarcísio para as horas finais em São Paulo. Segundo a equipe do governador, a programação já reúne 93 eventos como carreatas, motociatas, adesivaços e outras manifestações organizadas por prefeitos, deputados e apoiadores. O grupo tem alardeado, no segundo turno, os benefícios de um “alinhamento” ideológico entre os chefes dos Executivos para converter indecisos, além de reforçar o antipetismo e a potencial “aposentadoria” de Lula das urnas.

Kayed Hammad, el periodista que sobrevivió a un genocidio para pedirle al mundo que no deje de hablar de Palestina

24 October 2026 at 04:30

Kayed Hammad, el periodista que sobrevivió a un genocidio para pedirle al mundo que no deje de hablar de Palestina

Su hijo fue asesinado por el ejército israelí, vio cómo amputaron una pierna sin anestesia y fue torturado en la cárcel. Hoy vive en España como refugiado político

Empresas de exmilitares israelíes financian el Congreso de Ciberseguridad que organiza la Generalitat en Barcelona

Las bombas siguen cayendo en Gaza aunque no esté en Occidente el eco mediático, entre otros motivos, por la prohibición del estado de Israel desde hace más de dos años a que la prensa internacional acceda a la franja para informar desde el terreno. De informar y del genocidio sabe bastante el periodista e intérprete Kayed Hammad y lo aprendió de la peor manera en que se puede aprender algo en esta vida: uno de sus hijos fue asesinado por el ejército de Israel y él padeció un infarto del que no pudo ser atendido por falta de médicos. “Estoy viviendo un tiempo prestado, yo debería estar muerto”, cuenta a esta redacción desde el casco histórico del municipio grancanario de Agüimes, lugar donde esta semana se está celebrando el Festival del Sur - Encuentro Teatral Tres Continentes.

Portada del libro 'El menú de Gaza'.
Portada del libro 'El menú de Gaza'.

En ese encuentro, una celebración cultural del Sureste isleño que en esta edición cumple casi 40 años, Kayed y Dalia Hammad han hablado de su experiencia como supervivientes y refugiados en España y del libro que escribieron junto al periodista Mikel Ayestaran, El menú de Gaza, que recoge testimonios, recetas e imágenes evocadoras para denunciar que en el exterminio que sucede en Palestina “se utiliza el hambre como arma de guerra”.

‘Sano y vivo’

Es lo que responde Kayed cuando le preguntan cómo está. Se siente culpable por ser un refugiado sabiendo que muchos amigos han muerto en Gaza o siguen bajo las bombas y los escandalosos drones sin ayuda humanitaria. “No tienen luz, no tienen agua corriente o medicamentos”, explica. El periodista está acostumbrado a recibir malas noticias, hoy en forma de notas de audio de Whatsapp que llegan a destiempo, cuando alguna precaria conexión en los territorios ocupados lo permite. “Tengo que contactar con muchas personas y escuchar siempre malas noticias. El hermano de un amigo fue asesinado hace dos días”, expresa. 

El hambre como arma de guerra. Exposición "Menú de Gaza".
El hambre como arma de guerra. Exposición "Menú de Gaza".

En ese momento, Dalia Kayed, atenta a las palabras de su padre, interviene para explicar que está estudiando Periodismo Digital en una universidad palestina y que, hace pocos días, un profesor les dijo ha dicho: “Perdón, no puedo mandar materiales de la asignatura porque han asesinado a mi hermano”. Dalia cambió su anterior carrera por la del oficio de contar historias. “Me di cuenta de cuánta es la importancia del periodismo, especialmente para nosotros, que somos de Gaza ya que los israelíes intentan apagar nuestra voz. Sentí que es mi responsabilidad contar al mundo qué está pasando. ”Hay muchas formas de luchar, la mía es hablar de Gaza, de Palestina, hasta que Palestina sea libre“.

Para padre e hija, no existen palabras que puedan describir la pérdida de un ser querido, una tónica constante en sus vidas, que aguantan, afirman, para que las próximas generaciones palestinas tengan un futuro. “Duele por otro lado, el doble rasero de la comunidad internacional hacia nosotros. Sufrimos esto ya hace más de 100 años; no solo desde el 48, cuando fue ocupada Palestina por los israelíes: hay 30 años anteriores de la ocupación de los ingleses”.

Niños gazatíes con la bandera de España

Sin embargo, y con todo lo susceptible de mejorar como las relaciones económicas, militares y diplomáticas con Israel, el reportero explica por qué ha sido importante para la moral palestina, de la que se destaca su capacidad de resistencia, el hecho de que España públicamente les apoye y denuncie el genocidio.

Un palestino con la bandera de España en Jabalia, al norte de la Franja de Gaza.
Un palestino con la bandera de España en Jabalia, al norte de la Franja de Gaza.

“Si tú preguntas a un niño en Gaza quién está a favor de la causa palestina, inmediatamente te dice: España e Irlanda”, relata Kayed. “Estamos orgullosos de los españoles. ”Y se le reconoce en todo el mundo árabe. Se puede ver por las calles a niños en patines ondeando la bandera española“.

Kayed celebra también que en España haya una legislación que protege también a los animales, pero invita a la reflexión: recuerda que en la Franja tuvo que comer comida de animales para sobrevivir, mientras en Occidente se han visto en tiempo real imágenes de niños, familias, médicos, periodistas muriendo en nuestras pantallas en tiempo real: “Nosotros no llegamos en Gaza a tener una protección legal como la de los animales españoles”. 

Preguntado por si las concentraciones, vigilias, manifestaciones, publicaciones y palabras de apoyo que se realizan en Occidente llegan a Gaza, responde con un rotundo “sí”. “Cuando uno sufre, busca un rayo de esperanza, y lo encontramos en este tipo de gestos. Todo cuenta y nos llega”, sostiene.

El aguante

Para finalizar la entrevista, queremos saber si es desde la infancia que los palestinos integran una resiliencia sobrehumana hacia la brutal opresión de Israel. “¿Qué es infancia? Si mis primeros recuerdos con tres años es verme el cuerpo cubierto de quemaduras de napalm, cuando tenía siete años metieron a mi padre en la cárcel por luchar, cuando tenía 16 años y 17, antes de cumplir 18, había estado en la cárcel varias veces. Si cuento cómo fui torturado me preguntarías cómo puedo seguir en pie”. 

Nayed Hammad se reserva la última respuesta a esta entrevista para pedir más apoyo a los comunicadores valientes: “Hay que presionar y manifestarse para que el periodista reciba el apoyo que merece. Porque en Europa, el periodista tiene que estar más protegido, más apoyado por el Gobierno y respetada su labor, ¿a qué tienen miedo?”, se pregunta Hammad.

Porque, após a eleições, o Brasil precisa rever seu modelo de contrato de trabalho que financia a Previdência e o bem-estar social

24 October 2026 at 04:05

No centro do debate da campanha eleitoral para presidente da República, um tema central ancorou os embates nas ruas, nas empresas e nas redes sociais como fator determinante da escolha do voto: trabalho com carteira assinada x empreendedorismo ancorado na economia digital.

As duas formas de contratação do trabalho não são excludentes. Podem conviver simultaneamente em países como o Brasil, que, a partir de Getúlio Vargas, na década de 30, e mais recentemente na década de 80, pelo conceito de bem-estar social construído na União Europeia, enquanto floresceram as iniciativas de estímulo à capacidade de empreender livre das amarras de um contrato de trabalho de 44 horas numa jornada 6x1.

Debate na campanha

Mas o que já se delineava nas eleições de 2018, evoluiu na de 2022 chegou ao ápice do debate político em 2026 onde ficou claro que o modelo defendido pelo governo Lula - a partir do emprego com carteira assinada e consequentemente toda proteção da Previdência Social - já não dá conta do desafio de garantir aposentadoria digna para as futuras gerações que têm a missão de financiar quem hoje já se beneficia do sistema após a aposentadoria.

E essa perspectiva agora sustenta, ao menos, nas novas gerações o sentimento de que “na minha vez de receber o benefício” que bancou com o trabalho de carteira assinada, o caixa da Previdência atual não vai ter recursos para devolver o investimento de anos de contribuição ao INSS.

Divulgação
Motoristas de aplicativos - Divulgação

Trabalho por aplicativo

Isso ficou claro para muita gente nas eleições de Jair Bolsonaro em 2018 e mais ainda na de Lula em 2022, quando explodiu o trabalho por aplicativo, que misturou a ideia de empreender a partir de um suporte proporcionado pelas plataformas digitais com forte desconfiança no investimento previdenciário de carteira assinada, especialmente entre as gerações entrantes no mercado de trabalho.

Cristalizou-se a ideia de que já não vale a pena trabalhar com carteira assinada, submetido a uma jornada de 44 horas semanais que não remunera o tempo de deslocamento médio de duas horas por dia gasto entre a chegada ao trabalho e a volta para casa. Até porque, na realidade, nesse mercado formal, os novos empregos pagam salários baixos, como revela o Caged, apontando que 85% das novas contratações são para o pagamento de um salário mínimo e meio, que, antes do desconto do INSS, significa R$ 2.431,50.

Programas sociais

Esse sentimento se materializa mais fortemente com os benefícios dos programas sociais que incluem programas como o Bolsa Família, acrescidos de vantagens como o recebimento de gás de cozinha, isenção na conta de energia e de água. Para completar, ainda existe a vantagem de um MEI contribuir com apenas R$82,05 para a Previdência quando teria descontado R$136,57 se recebesse o mesmo salário mínimo ou R$182,36, no caso de um e meio.

Sob essas condições, é melhor ser motorista, motociclista e ciclista de aplicativo em plataforma de transporte ou entrega de comida, decidiram milhões de jovens de várias classes sociais e rendas familiares. Enquanto o governo Lula comemorava os números do Caged de contratações concentrando todas as suas energias no universo de pessoas com carteira assinada que representam apenas 100% da força de trabalho do Brasil.

 Ricardo Stuckert/PR
Lula cria programa de R$ 30 bilhões para motoristas de aplicativos - Ricardo Stuckert/PR

Fora da realidade

Para se ter uma ideia dessa desassociação da realidade, basta observar a proporção entre os recursos de que o Ministério do Trabalho e Previdência Social dispõe para financiar o modelo atual de seguridade social e o do Empreendedorismo, na verdade, uma subsecretaria focada nas ações do Sebrae, que, aliás, é uma instituição do Sistema S, portanto, financiada não pelo governo central, mas pelos empresários dentro da lista de deveres.

Foi essa realidade que ajudou a cristalizar o nível de apoio de eleitores entre Lula e Flávio Bolsonaro. E será essa realidade que vai exigir uma mudança radical na abordagem da questão. Porque o que está em jogo é o futuro do financiamento da chamada seguridade social, que, nas premissas atuais baseadas apenas nas contribuições dos trabalhadores com carteira assinada e na parte paga pelas empresas, não gera receita suficiente para pagar os atuais beneficiários do sistema gerido pelo INSS.

DIVULAÇÃO
Previdência Social terá déficit de mais de R$ 350 bilhões em 2025 - DIVULAÇÃO

Fora da Previdência

A recusa de contribuir com a Previdência e a adesão ao conceito de ser empresário, o desejo de ser patrão ou o dono de seu próprio negócio explicam a clivagem da decisão do voto. Porém, não são suficientes para apontar um caminho para o futuro.

Primeiro porque a própria ideia de empreender pressupõe contratar trabalhadores com carteira assinada. Segundo, porque o atual sistema tributário começa a esmagar a empresa desde o momento em que ela vira microempresa, evolui quando adere ao Simples Nacional e se consolida quando ela entra no sistema de lucro presumido.

Modelo getulista

Na prática, o modelo getulista de grandes empresas com milhares de empregados com carteira assinada e regidos pela CLT e julgados pelo Tribunal Superior do Trabalho trata a pequena empresa como se fosse grande. E isso tem a ver com os custos do emprego refletindo no dinheiro que o empregado leva para casa e no que o empreendedor lucra no final do ano.

Mas a questão é: o que fazer? Como conciliar o atual modelo que garante seguridade para quem se aposenta, além dos benefícios de proteção do trabalhador (afastamento por doença, auxílio-maternidade, reclusão de portador de deficiência, ao idoso e demais benefícios), além das aposentadorias por idade, tempo de contribuição, invalidez e pensão por morte do segurado.

Déficit estrutural

O sistema não se paga desde 2000. Em junho último, o déficit já era de R$ 236,17 bilhões. Em 12 meses, R$ 349,68 bilhões. Em 2025, o déficit chegou a R$ 317,15 bilhões. Dito de outra forma, o governo central, a cada ano, põe mais recursos à Previdência e, na prática, paga 97% das aposentadorias com um salário mínimo.

Essa perspectiva é que hoje sustenta os discursos da direita do empreendedorismo. No fundo, o governo Lula, que centra sua ação no contrato de trabalho de carteira assinada, cuidou apenas dos 38 milhões de empregados do setor privado e de 4,5 milhões do setor público, quando a população economicamente ativa, segundo o IBGE, era de 106 milhões de pessoas.

Como consertar

O desafio do próximo governo é começar essa conversa mirando um novo contrato social de trabalho que estimule a empresa a pagar melhores salários e, portanto, melhorar as contas da Previdência enquanto estimula o empreendedorismo, a formalização de novos negócios sem que, ao começar a ter sucesso, a pequena empresa não seja esmagada pelo Estado com as obrigações do modelo atual. Não vai ser fácil; levará tempo, mas tornou-se necessário.

Até para que não crie as condições para um liberalismo radical de direita que floresceu com o Bolsonarismo na perspectiva de se contrapor ao que defende a esquerda Lulista que acredita que o trabalhador de aplicativo precisa estar abrigado num sindicato controlado por centrais sindicais.

© Marcello Casal jr/Agência Brasil

Pernambuco liderou geração de empregos formais no Nordeste em novembro

El médico que introdujo la ketamina contra la depresión en la sanidad noruega: "Al principio me trataron de loco"

23 October 2026 at 21:40

El médico que introdujo la ketamina contra la depresión en la sanidad noruega: "Al principio me trataron de loco"

Lowan Stewart, facultativo de emergencias durante 17 años, describe cómo logró que el país escandinavo financiara el revolucionario tratamiento para la depresión: "Es lo más efectivo que tenemos ahora mismo"

Hemeroteca - Ketamina, la revolucionaria terapia para la depresión que se extiende en España sin financiación pública

Tras 17 años trabajando como médico especialista en emergencias, hubo un día en que Lowan Stewart (Colorado, EEUU, 1975) lo vio claro: su profesión salvaba muchas vidas, pero no las mejoraba. En ocasiones asistía a un paciente con problemas de salud mental. Tras darle el alta, volvía a atender al mismo tipo al cabo de unos meses.

“La medicina en EEUU se basa mucho en la cantidad de vidas, no en la calidad”, explica. “Me sentía como alguien que achica agua de un barco que se hunde, en lugar de buscar por donde estaba entrando ese agua”.

Decidió entonces hacer un máster en salud pública. Pensaba acabar en alguna organización humanitaria tipo Médicos Sin Fronteras, pero durante su formación se dio cuenta de que la depresión era con diferencia la mayor pandemia mundial: hay más suicidios —727.000 al año, según la OMS— que la suma de muertes en guerras y desastres naturales.

“Llevábamos décadas sin hacer nada nuevo, abordando un problema grave de la misma manera”, rememoraba el pasado viernes en Barcelona, adonde acudió para dar una conferencia en el primer Congreso Internacional de Psicoterapia Asistida con ketamina. “Esto es lo que me hizo entrar en los psicodélicos”.

De entre todos los psicodélicos inmersos en ensayos clínicos, la ketamina destacaba por varios factores. En primer lugar, porque Stewart conocía la sustancia al haberla utilizado como anestésico siendo médico de emergencias.

Hace ya tiempo que la ketamina dejó de ser una terapia prometedora y hay páginas y páginas de evidencia clínica sobre sus efectos contra la depresión. “Funciona en muchos pacientes, es segura, es barata y es lo mejor que tenemos ahora mismo”, señala. “No hay una sola razón para no utilizarla”.

El desembarco en Noruega

Tras fundar una clínica privada en Santa Fe (EEUU) y tratar con ketamina a más de 5.000 pacientes diagnosticados con depresión, se mudó por amor a Noruega. Al ver que el país contaba con un robusto sistema de salud pública, se reunió con las autoridades sanitarias y les contó que en su clínica estaba mejorando miles de vidas con esta terapia. 

“Les dije que había datos, que tenía los protocolos, que su uso en un país como Noruega, con cientos de suicidios al año, era una gran oportunidad”, rememora. “Me miraron en plan ¿Quién cojones eres? Me trataron de loco”.

Abrió entonces otra clínica privada en Noruega en 2018, parecida a la que había puesto en marcha en Estados Unidos. El negocio generó duras críticas de la asociación de psiquiatras del país escandinavo. 

“Les respondí con un documento con más de 100 referencias de ensayos clínicos, incluidos 15 metaanálisis [estudios que juntan los resultados de varios ensayos clínicos ya publicados]”, explica Stewart. “Tuvieron que admitir que había suficiente evidencia clínica y que era una práctica defendible”.

Estos pacientes son personas que ya lo han probado todo contra la depresión, y tienen tasas de mejora muy relevantes

Las terapias con ketamina han revolucionado la psiquiatría durante el último lustro. Se han publicado en los últimos años decenas estudios, muchos de ellos en revistas de gran prestigio, que demuestran sus efectos positivos en casos de depresión severa.

La cautela de algunos profesionales sanitarios respecto a este tratamiento se mezcla con cierta euforia por haber encontrado una nueva vía para tratar estos casos, en lo que supone la primera innovación médica relevante contra la depresión en prácticamente 50 años.

Estigma y evidencia

El uso de la ketamina como droga recreativa, sin embargo, ha jugado en su contra. “Había mucho estigma, algunos psiquiatras la veían como una sustancia que toman los jóvenes en las raves o como un anestésico para caballos”, sostiene Stewart. “Ni siquiera sabían que llevamos décadas utilizándola en humanos”.

Logró empezar en 2020 una prueba piloto en una unidad de un hospital público para tratar la depresión severa con ketamina, acompañando a los pacientes con terapia psicológica después de tomar la sustancia. La lista de espera era de seis meses. 

En 2022 solicitó una evaluación para determinar si el tratamiento podía financiarse públicamente. “Encontramos una manera de involucrar a todos los hospitales del país planteando un ensayo a nivel nacional, jugando con las dosis y los tratamientos posteriores de mantenimiento”, recuerda. “Implementamos de facto los tratamientos con ketamina en toda Noruega con la excusa de un estudio clínico”.

Stewart, durante su entrevista con elDiario.es
Stewart, durante su entrevista con elDiario.es

La Agencia Noruega del Medicamento publicó su informe evaluando el ensayo en junio de 2025. Concluyó que la ketamina se tolera bien y ofrece mejores tasas de respuesta y remisión que el placebo y la terapia electroconvulsiva, con un coste sustancialmente menor. De los más de 500 pacientes tratados, más de la mitad experimentaron mejoras.

“Tienes que pensar que estos pacientes son personas que ya lo han probado todo contra la depresión”, recuerda este médico. “Son unas tasas de mejora muy relevantes”.

Dos meses después, el órgano que decide si un tratamiento nuevo se incorpora o no a los hospitales públicos noruegos respaldó con efecto inmediato el informe de la Agencia del Medicamento. Noruega se convirtió en agosto de 2025 en el primer país en financiar públicamente y a escala nacional la ketamina para la depresión resistente. La medida se reevaluará antes de finales de 2028, con atención a la seguridad a largo plazo y a la duración de su efecto.

La evidencia está ahí, creo que es cuestión de tiempo que acabe en otros sistemas públicos de salud

Uno de los aspectos positivos de la implementación en el sistema nacional de salud, opina Stewart, son los datos que se están recogiendo en todos los hospitales públicos respecto a la efectividad de este tratamiento. “No es que vayan a descubrirnos nada que no sepamos ya, pero será útil para llevar el tratamiento en otros sistemas públicos de salud”, apunta.

Stewart recuerda que sociedades de psiquiatría de Estados Unidos, Canadá, Reino Unido y Australia-Nueva Zelanda han publicado posiciones o guías que avalan el uso de la ketamina contra la depresión en determinadas condiciones.

Su objetivo es que este tratamiento, disponible a día de hoy en clínicas privadas de todo Europa, pero solo accesible para personas con recursos, pueda llegar al gran público. “No necesitamos reinventar la rueda”, remacha. “La evidencia está ahí, creo que es cuestión de tiempo que acabe en otros sistemas públicos de salud”.

Cuál es el mejor seguro 'Life Science' para empresas en 2026

13 October 2026 at 04:55
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Un nuevo medicamento, una terapia biotecnológica o un dispositivo capaz de mejorar un diagnóstico pueden tardar años en llegar a los pacientes. Detrás de cada avance existe un recorrido que comienza mucho antes de su comercialización: investigación, pruebas, ensayos clínicos, fabricación, almacenamiento y transporte forman parte de una cadena en la que una interrupción o un incidente pueden tener consecuencias importantes.

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Brasil impulsiona crescimento da L’Oréal na América Latina nos nove primeiros meses de 2026

24 October 2026 at 04:00

O Brasil foi um dos principais motores do crescimento da L’Oréal na América Latina nos nove primeiros meses de 2026. Entre janeiro e setembro, as vendas da multinacional francesa de cosméticos avançaram 2,4% na América Latina, na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado foi sustentado pela performance brasileira, com crescimento em todas as divisões de negócios, enquanto a retração no México pressionou os números regionais. Do Netflix ao Instagram: os apps que mudaram para aproveitar o iPhone Duo Leilão: PPSA vende 100% do gás da União para indústrias e planeja nova oferta em 2027 No Brasil, os destaques foram as áreas de produtos profissionais e beleza dermatológica, impulsionadas por marcas como Kérastase, Redken, L’Oréal Professionnel, La Roche-Posay, CeraVe, Vichy e SkinCeuticals. O comércio eletrônico também permaneceu como o principal canal de crescimento da companhia na região, que vem ampliando os investimentos em plataformas digitais e novas estratégias de distribuição. — No Brasil, todas as divisões tiveram desempenho positivo, com destaque para produtos Profissionais, como. Kérastase, Redken, L’Oréal Professionnel, Color WOW e Matrix. Em beleza dermatológica, destaque para La Roche-Posay, CeraVe, Vichy e SkinCeuticals. Esse resultado reforça a importância de inovar para os diversos consumidores brasileiros — afirma ao GLOBO Marcelo Zimet, CEO do Grupo L’Oréal no Brasil. No cenário global, a empresa registrou crescimento de 6,9% nas vendas comparáveis nos nove primeiros meses de 2026, alcançando € 35,34 bilhões (cerca de R$ 199,6 bilhões). Em valores reportados, que incluem efeitos cambiais, a receita avançou 7,7%. Marcas ampliam presença no comércio eletrônico Lancôme passou a vender seus produtos no TikTok, como parte de estratégia para impulsionar as vendas pela internet Divulgação A aposta em canais digitais tem sido uma das estratégias da companhia para alcançar novos consumidores no Brasil. Depois de iniciar a venda de perfumes e cosméticos da Yves Saint Laurent no TikTok Shop, a L’Oréal também passou a utilizar a plataforma para lançar produtos de Lancôme, como a linha La Vie Est Belle Hair & Body Mist, com fragrâncias desenvolvidas para aplicação na pele, nos cabelos e nas roupas. A iniciativa acompanha o avanço do mercado de body splash no país. Segundo dados da Circana, o Brasil é o maior mercado da categoria na América Latina, e suas vendas crescem em ritmo quase cinco vezes superior ao do mercado de beleza. — Estreamos no TikTok Shop com esse lançamento, porque é lá que, majoritariamente, a consumidora descobre e compra esse tipo de fragrância — afirma Laís Frota, diretora de Lancôme no Brasil. L'Oréal vem acelerando o lançamento de produtos no Brasil, especialmente nas áreas de beleza dermatológica Reprodução Além da expansão digital, a multinacional vem acelerando o lançamento de produtos no Brasil, especialmente nas áreas de beleza dermatológica e cuidados profissionais. O país passou a figurar entre as prioridades da companhia para a introdução de novidades em seu portfólio. Um dos exemplos é o lançamento do Phyto PDRN, primeiro sérum vegano da SkinCeuticals, desenvolvido para atuar na regeneração e no envelhecimento da pele. O Brasil foi um dos primeiros mercados a receber o produto. A estratégia considera o tamanho e o potencial do mercado brasileiro de estética. O país está entre os três maiores do mundo no segmento, ao lado dos Estados Unidos e da China, com cerca de 3,1 milhões de procedimentos realizados por ano, segundo o levantamento Global Survey 2024, da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS). O centro de inovação da L’Oréal no Rio desenvolveu a linha Keratin Alpha Sleek, vendida em todo o mundo Reprodução Em 2026, a L’Oréal Professionnel lançou a linha Keratin Alpha Sleek, desenvolvida para combater o frizz e prolongar o alinhamento dos cabelos, com shampoo, tratamento semanal ativado pelo calor, máscara e sérum com proteção térmica de até 230 °C. Segundo a empresa, o Brasil teve papel importante no desenvolvimento dos produtos, que foi testada no país para atender à diversidade de tipos de cabelo e às condições de alta umidade.

Flávio e Lula: 3º bloco tem embate sobre facções criminosas e endividamento

24 October 2026 at 03:46

O terceiro bloco do debate presidencial da TV Globo nesta sexta-feira (23) foi marcado por discussões sobre o endividamento dos brasileiros, o ensino integral e a retomada de territórios dominados pelo crime organizado.

O combate às facções criminosas e o tema das dívidas concentraram parte do confronto entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

No terceiro bloco, os candidatos escolheram temas entre seis opções apresentadas no telão e fizeram perguntas um ao outro.

Os assuntos disponíveis eram políticas sociais, meio ambiente, reformas, retomada de territórios, relações com Estados Unidos e China, SUS (Sistema Único de Saúde), ensino integral, dívida pública, endividamento dos brasileiros e Inteligência Artificial.

Flávio iniciou o bloco escolhendo o tema do endividamento das famílias. Em seguida, Lula selecionou o ensino integral, e Flávio encerrou a rodada ao escolher a retomada de territórios.

Sobre as dívidas, Flávio responsabilizou os juros altos e os gastos do governo pela situação financeira das famílias, enquanto Lula citou programas de renegociação e novas medidas para reduzir o endividamento.

No tema do ensino integral, Lula prometeu universalizar a modalidade até o ensino médio e ampliar o Pé-de-Meia. Flávio criticou o orçamento destinado à área e defendeu investimentos em ensino técnico, Inteligência Artificial e auxílio para famílias sem vagas em creches públicas.

Sobre a retomada de territórios, o tema das facções criminosas permeou o assunto.

Flávio defendeu classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital), o Comando Vermelho e as milícias como organizações narcoterroristas e prometeu endurecer as penas. Lula acusou o adversário de fazer promessas sem resultados e defendeu o fortalecimento das forças policiais federais.

Endividamento dos brasileiros

Flávio Bolsonaro iniciou o tema criticando a situação financeira das famílias e a promessa de campanha de Lula de facilitar o acesso à picanha.

“O meu concorrente prometeu picanha, entregou abóbora”, afirmou.

O senador atribuiu o endividamento aos juros altos e aos gastos do governo e disse que os brasileiros estão com contas atrasadas.

Lula defendeu os programas de renegociação de dívidas de seu governo e afirmou que prepara uma nova iniciativa, o Desenrola 3, para ajudar os brasileiros a regularizar a situação financeira. Ele também voltou a citar medidas para estimular o empreendedorismo e aliviar dívidas dos MEIs (microempreendedor individual).

Ao fim da discussão, Lula levou o debate para as apostas online, as bets.

“Acabamos com as bets porque elas estavam virando um inferno na vida das pessoas, consumindo parte do dinheiro destinado ao leite e ao pão das crianças e levando pessoas a se violentarem, tentarem se matar e até se mutilarem.”

Ensino integral

Lula prometeu universalizar o ensino integral até o ensino médio e ampliar o programa Pé-de-Meia, que oferece incentivo financeiro a estudantes para estimular a permanência na escola.

Flávio contestou a gestão dos recursos da área e defendeu investimentos em ensino técnico, inteligência artificial, matemática e português, além de parcerias entre escolas e empresas.

O senador também propôs um auxílio para famílias que não encontrarem vagas em creches públicas. “Criança mais perto da escola é criança mais longe do crime”, afirmou.

Retomada de territórios e combate às facções

Lula iniciou o tema relembrando o caso da menina Ana Clara, morta em 2021 por uma bala perdida em Niterói, no Rio de Janeiro.

O suspeito de ter feito o disparo é Bruno Dias Delarolli, cabo da Polícia Militar do estado. A campanha de Lula tem afirmado que Flávio atuou como advogado do policial.

Na ocasião, Lula questionou por que o candidato do PL (Partido Liberal) teria advogado em defesa do policial.

“Por que um senador evita que um policial assassino, que era para ser julgado, não fosse julgado? O que leva um senador a defender um policial que deu tiro de fuzil numa menina de 5 anos?“, questionou Lula.

Flávio afirmou acreditar que o policial não foi o autor do disparo.

O senador defendeu uma política de segurança mais rígida. Prometeu classificar o PCC, o Comando Vermelho e as milícias como organizações narcoterroristas, além de ampliar penas para crimes graves e reduzir a maioridade penal em determinadas situações.

Flávio também afirmou que pretende aumentar a punição para roubo de celulares e implementar a castração química de estupradores e abusadores de crianças. As medidas foram apresentadas como parte de sua proposta de endurecimento penal.

Lula respondeu acusando o adversário de fazer discursos de efeito sem apresentar resultados concretos. Também associou Flávio a políticos e grupos que, segundo o presidente, teriam ligações com milícias no Rio de Janeiro.

“Essa bravata de que vai fazer também está bravata de quem não vai fazer nada”, afirmou.

O petista defendeu a criação de um ministério voltado à segurança pública e prometeu fortalecer a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal. Lula afirmou que pretende combater tanto o narcotráfico quanto as milícias.

Afd vuole smantellare l’Unione europea, ma Meloni e Le Pen hanno altri piani

24 October 2026 at 03:45

C’è una certa pigrizia intellettuale nel definire Alternative für Deutschland un partito xenofobo di estrema destra. Lo è, ma non solo. A distinguere l’AfD da buona parte dei movimenti sovranisti europei c’è una formazione economica legata alla diffidenza verso qualsiasi forma di condivisione del debito. Il partito nacque nel 2013 per iniziativa di Bernd Lucke, professore di economia ad Amburgo, e di altri accademici contrari ai salvataggi dei paesi indebitati durante la crisi dell’euro. La Grecia, e per un soffio l’Italia. Poi è arrivato il 2015, la crisi migratoria è diventata il tema del decennio e il partito è stato conquistato dalla destra nazionalista. Lucke se n’è andato, ma non la sua visione economica.

Nella prima stagione del populismo europeo, quella esplosa dopo la crisi finanziaria del 2008 e culminata con la Brexit e l’elezione di Donald Trump nel 2016, la ricetta sovranista era primitiva: incolpare l’Europa di qualsiasi male e uscire, preferibilmente sbattendo la porta. Giorgia Meloni chiedeva di abbandonare l’euro, Marine Le Pen prospettava persino un referendum sulla permanenza della Francia nell’Unione. Ancora nel programma elettorale del 2025 l’AfD sosteneva il ritorno a una moneta nazionale. La leader Alice Weidel ha scelto una strategia più sofisticata, per attrarre il pragmatico elettorato tedesco: promettere di regredire l’Unione europea di almeno cinquant’anni. 

Il suo New Deal for Europe, presentato il 21 ottobre a Strasburgo, comincia da una proposta originale: abolire l’elezione diretta del Parlamento europeo e tornare a prima del 1979, quando i rappresentanti erano designati dai parlamenti nazionali. La Commissione verrebbe declassata a una sorta di segreteria al servizio dei governi. Un passo indietro che andrebbe persino oltre le origini dell’integrazione europea: già la Comunità europea del carbone e dell’acciaio, nata nel 1951 come primo nucleo della futura Unione, disponeva di un’Alta Autorità indipendente con poteri decisionali vincolanti. Anche la Corte di giustizia, istituita nel 1952, verrebbe sostituita da un tribunale arbitrale, competente soltanto sulle controversie relative ai trattati e non più sulle materie riservate agli Stati. Le costituzioni nazionali dovrebbero prevalere sul diritto europeo nelle competenze sottratte a Bruxelles. L’AfD conserverebbe invece il primato delle norme comuni nel mercato unico, che considera uno dei pochi compiti essenziali dell’Unione. Il principale centro delle decisioni politiche europee diventerebbe il Consiglio europeo, l’organo dove siedono i capi di Stato e di governo dei Ventisette Stati membri. 

Weidel vuole poi ridurre il bilancio comunitario, abolire le risorse proprie legate all’Iva e alla plastica non riciclata, impedire nuove emissioni di debito garantito congiuntamente e subordinare i fondi di coesione a risultati verificabili, utilizzando il veto tedesco sulle decisioni di finanziamento europeo per imporre le riforme. Berlino dovrebbe potersi sottrarre alle regole comuni sull’immigrazione attraverso deroghe garantite dai trattati, respingendo le quote di ricollocamento dei richiedenti asilo, e recuperare autonomia nella politica energetica, potendo scegliere liberamente fra nucleare, carbone, gas e rinnovabili.

Alla Banca centrale europea verrebbe chiesto di concentrarsi rigorosamente sulla stabilità dei prezzi, mentre le maggiori economie dell’eurozona dovrebbero contare di più nelle decisioni monetarie, attraverso diritti di voto proporzionati alle quote di capitale. Il piano chiede inoltre di porre fine al finanziamento indiretto dei debiti pubblici da parte della BCE. Al momento Afd non propone necessariamente di abolire l’euro, ma di riformarlo radicalmente, introducendo anche un meccanismo ordinato di insolvenza per gli Stati membri.

Che cosa rimarrebbe dopo questo smantellamento? Un’Unione ridotta alle poche funzioni che l’AfD considera davvero comuni: il mercato unico, la protezione delle frontiere esterne, la lotta alla criminalità transnazionale e la cooperazione nella ricerca, nell’industria e nella tecnologia militare. Ma con una differenza sostanziale: i grandi progetti comuni sarebbero decisi e finanziati dagli Stati, senza nuovo debito europeo, mentre Bruxelles avrebbe soprattutto il compito di coordinarli. Insomma, Weidel vuole spingersi più indietro delle origini stesse del progetto europeo, cancellando proprio quei poteri sovranazionali sui quali era stato costruito. La sovranità tedesca prima di tutto.

Per ora due ostacoli si frappongono tra Weidel e il suo progetto di rifondazione dell’Unione europea. Il primo è il calendario: le prossime elezioni federali tedesche sono previste nel 2029, salvo uno scioglimento anticipato del Bundestag. Il secondo è la Brandmauer, il cordone sanitario con cui i partiti tradizionali escludono alleanze di governo con l’AfD. Il cancelliere Friedrich Merz ha ribadito il rifiuto dei cristianodemocratici di collaborare con Weidel. E anche gli importanti successi elettorali dell’AfD in Sassonia Anhalt e Meclemburgo Pomerania Anteriore non bastano a garantirle maggioranze autonome. Tre anni in politica sono un’eternità, e il tempo può giocare a favore di entrambe le parti. Gli avversari dell’AfD scommettono su un ridimensionamento del suo consenso; i sostenitori contano su un’ulteriore crescita elettorale che finisca per incrinare il cordone sanitario e costringere i partiti tradizionali a fare i conti con Weidel.

Nel frattempo cambierà sicuramente la Francia: Emmanuel Macron non potrà candidarsi per un terzo mandato consecutivo e Marine Le Pen sa di essere la favorita alle elezioni presidenziali del 2027. Il 14 ottobre, una settimana prima di Weidel, ha illustrato a Bruxelles il proprio progetto europeo. Anche lei ha abbandonato l’idea di lasciare l’Unione. E anche lei vuole trasformare la Commissione in un organismo subordinato ai governi, riducendola a un segretariato e negandole competenze autonome nella sanità, nella sicurezza, nella diplomazia e nell’intelligence. Vorrebbe anche sopprimere il Comitato delle regioni e il Comitato economico e sociale europeo, altre due istituzioni europee importanti, ma poco conosciute dal grande pubblico. Propone inoltre di limitare a cinque miliardi di euro annui il contributo netto francese al bilancio comunitario, rispetto ai circa otto miliardi del 2024. Non arriva però a chiedere la cancellazione delle elezioni dirette del Parlamento europeo. Né rinuncia all’idea che la cooperazione Ue possa rafforzare la capacità industriale, commerciale e tecnologica degli Stati: il programma del Rassemblement national del 2024 rivendicava progetti comuni nella difesa, nella ricerca e nell’intelligenza artificiale, purché non comportassero un’ulteriore cessione di sovranità politica.

Le differenze più interessanti riguardano l’economia. Le Pen propone di armonizzare alcune imposte europee, in particolare quelle su tabacco e alcol, e di introdurre un’aliquota comune fra il 20 e il 25 per cento per le grandi imprese, nel tentativo di contrastare la concorrenza fiscale fra gli Stati. È una novità significativa rispetto agli ultimi mesi: Le Pen ora accetta alcune forme di armonizzazione tributaria, senza per questo sostenere un sistema fiscale federale. Weidel rifiuta nuovi trasferimenti di sovranità tributaria a Bruxelles e persino l’armonizzazione europea delle politiche sociali, dal salario minimo all’assicurazione contro la disoccupazione.

La leader francese vorrebbe una Banca centrale europea più attenta all’occupazione, alla crescita e all’innovazione, mentre la politica tedesca chiede soprattutto rigore monetario. Entrambe rifiutano però la mutualizzazione dei debiti pubblici e la trasformazione dell’Unione in un’unione permanente di trasferimenti finanziari. Anche sul clima divergono: Le Pen sostiene una tassa sul carbonio alle frontiere europee, con esenzioni per i beni che l’Europa non produce, e propone perfino di commisurare una parte dei contributi nazionali al bilancio dell’Unione all’intensità delle emissioni dei singoli paesi.

L’AfD rivendica la libertà di utilizzare carbone e gas senza vincoli comunitari, ma anche il nucleare e le rinnovabili, secondo le scelte dei governi nazionali. Entrambe contestano il Green Deal, ma Le Pen conserva una concezione protezionistica dell’intervento europeo, mentre Weidel privilegia la deregolamentazione e la libertà di scelta degli Stati. È difficile immaginare che gli interessi di una Francia fortemente indebitata e quelli della Germania descritta da Weidel possano coincidere semplicemente perché entrambe sarebbero governate dalla destra nazionalista.

Un accordo sarebbe invece più facile sull’Ucraina. Pur avendo condannato formalmente l’invasione russa, Le Pen vuole interrompere i finanziamenti francesi a Kyjiv, conservando l’addestramento dei soldati ucraini e alcune forniture di equipaggiamenti militari, e chiede la revoca delle sanzioni contro Mosca. Weidel sostiene che la Germania debba smettere di finanziare una guerra che considera impossibile da vincere per gli ucraini. Entrambe chiedono negoziati con Putin. Un’eventuale intesa fra Parigi e Berlino su questa linea cambierebbe profondamente la politica europea verso l’aggressione russa.

E Meloni? Se rimarrà a Palazzo Chigi dopo le prossime elezioni, forse già nella primavera del 2027, l’Unione potrebbe ritrovarsi con tre grandi paesi guidati dalla destra, senza per questo avere tre governi d’accordo sul futuro dell’Europa. La presidente del Consiglio condivide la critica all’accentramento delle competenze e sostiene un modello confederale fondato sulla sovranità nazionale. Il programma presentato da Fratelli d’Italia alle elezioni europee del 2024 attribuisce però a Bruxelles responsabilità importanti nella difesa. Meloni vuole inoltre rafforzare gli strumenti comuni per il controllo delle frontiere e continua a considerare i finanziamenti europei essenziali per gli investimenti strategici. E soprattutto sulla guerra in Ucraina non ha mai avuto dubbi, schierandosi sempre a favore di Kyjiv.

L’Europa delle nazioni immaginata da Meloni non prevede dunque lo svuotamento delle istituzioni comunitarie, ma una diversa distribuzione dei loro poteri. Fratelli d’Italia sostiene una politica industriale comune della difesa, integrata nella Nato, e l’allargamento dell’Unione ai Balcani occidentali e, secondo criteri di merito, all’Ucraina e alla Moldova. Sul piano economico difende i fondi di coesione e la Politica agricola comune, chiede maggiore flessibilità nelle regole di bilancio e non esclude il debito comune per finanziare obiettivi specifici. Per Meloni la sovranità nazionale non è incompatibile con un’Unione dotata di risorse e capacità d’intervento. L’obiettivo è cambiarne le priorità: meno vincoli ambientali e burocratici, più competitività, investimenti e autonomia strategica.

La differenza tra le tre leader si vede anche nei seggi del Parlamento europeo. Tre partiti in tre eurogruppi diversi: Fratelli d’Italia nei Conservatori e Riformisti europei, il Rassemblement national nei Patrioti per l’Europa con la Lega di Matteo Salvini e l’AfD in Europa delle Nazioni Sovrane con Futuro Nazionale di Roberto Vannacci. Una divisione che non risponde soltanto a rivalità politiche e personali, ma riflette anche idee differenti su quali poteri, risorse e responsabilità affidare alle istituzioni europee.

A luglio la delegazione di Fratelli d’Italia ha sostenuto prevalentemente l’avvio dei negoziati sull’euro digitale, osteggiato dai gruppi di Le Pen e Weidel. Il 21 ottobre, poche ore dopo la presentazione del piano dell’AfD, i 22 eurodeputati di Meloni che hanno partecipato al voto sul bilancio europeo per il 2027 si sono astenuti. I Patrioti per l’Europa ed Europa delle Nazioni Sovrane hanno invece votato contro.

Meloni ha scelto di utilizzare le istituzioni europee per modificarne le politiche, costruendo maggioranze diverse secondo le convenienze. Le Pen vuole subordinare maggiormente Bruxelles ai governi nazionali. Weidel propone di riscrivere l’architettura istituzionale dell’Unione. Per riuscirci avrebbe bisogno anche dei voti degli altri Stati, perché una revisione dei trattati richiede il loro accordo e le successive ratifiche nazionali.

Fratelli d’Italia è invece più vicina alle altre destre sull’immigrazione. Il 17 giugno Fratelli d’Italia ha sostenuto insieme ai Patrioti per l’Europa e al gruppo dell’AfD le nuove regole europee sui rimpatri, approvate con 418 voti favorevoli. Una convergenza simile si era verificata nel novembre 2025, quando popolari e destre avevano approvato l’alleggerimento degli obblighi di sostenibilità delle imprese. Su questi dossier una maggioranza alternativa a quella tradizionale di Bruxelles esiste già, e può produrre risultati legislativi concreti. Ma per immaginare il futuro dell’Ue non si può vivere di sola politica migratoria. 

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Diputadas eliminan anticoncepción de emergencia para víctimas de violación de un proyecto de ley en Costa Rica

24 October 2026 at 03:39
La Comisión de la Mujer de Costa Rica aprobó eliminar la anticoncepción de emergencia de un proyecto de ley para atender a víctimas de violación sexual.  (Imagen Ilustrativa Infobae)

Un grupo de diputadas de Costa Rica aprobó eliminar la anticoncepción de emergencia de un proyecto de ley que busca garantizar atención médica y apoyo a las personas que han sufrido una violación sexual.

La decisión fue tomada durante una sesión de la Comisión de la Mujer de la Asamblea Legislativa, donde seis legisladoras votaron a favor del cambio y una se manifestó en contra.

El medicamento, conocido popularmente como pastilla del día después, se utiliza para prevenir un embarazo luego de una relación sexual sin protección, incluida una agresión sexual.

La modificación fue respaldada por las diputadas oficialistas Kattia Calvo, Kattia Mora, Ana Ruth Esquivel y Mayuli Ortega, del Partido Pueblo Soberano (PPSO), así como por Karen Alfaro y Andrea Valverde, del Partido Liberación Nacional (PLN).

La única legisladora que votó en contra fue Vianey Mora, del Frente Amplio, quien cuestionó que se retirara el medicamento de una iniciativa destinada a proteger a las víctimas.

¿Qué estaban cambiando las diputadas?

El proyecto, identificado con el expediente 23.633, pretende convertir en ley el llamado Protocolo de las 72 Horas.

Este protocolo establece cómo deben actuar las autoridades para atender a una persona durante las primeras horas después de sufrir una violación sexual.

Incluye atención médica, apoyo psicológico, medicamentos para prevenir infecciones, protección y recolección de pruebas que puedan utilizarse en una investigación judicial.

La propuesta original también contemplaba entregar anticonceptivos de emergencia cuando la víctima los solicitara, después de recibir información sobre su uso.

Sin embargo, esa parte fue eliminada del nuevo texto aprobado en comisión.

Diputadas quieren exigir una prueba de embarazo

Tras las críticas, Kattia Calvo, presidenta de la Comisión de la Mujer, explicó que las diputadas oficialistas están dispuestas a volver a incluir el medicamento.

No obstante, plantearon una condición: que la víctima se realice una prueba de embarazo antes de recibirlo.

Calvo señaló que la preocupación de su fracción es que una mujer pudiera estar embarazada antes de sufrir la agresión.

“Estamos dispuestas a volver a incluir la pastilla contraceptiva en las mociones que correspondan cuando se retrotraiga a comisión”, afirmó.

La propuesta de exigir una prueba todavía no está aprobada y deberá discutirse durante las siguientes etapas del trámite legislativo.

La diputada Kattia Calvo, presidenta de la comisión, explicó que su fracción tiene dudas sobre los efectos del medicamento y propone exigir una prueba de embarazo previa.

¿La pastilla del día después provoca un aborto?

La Organización Mundial de la Salud (OMS) explica que las pastillas anticonceptivas de emergencia no provocan abortos ni interrumpen un embarazo existente.

Su función principal consiste en evitar o retrasar la liberación de un óvulo, con lo que se reduce la posibilidad de un embarazo.

Además, la organización señala que no es necesario realizar una prueba de embarazo antes de administrar estos medicamentos.

La anticoncepción de emergencia puede utilizarse hasta cinco días después de una relación sexual, dependiendo del método, aunque su eficacia suele ser mayor cuanto antes se utilice.

Por esa razón, especialistas han advertido que agregar requisitos innecesarios puede retrasar la atención.

Organizaciones médicas rechazan la decisión

La Fundación Paniamor, la Asociación de Obstetricia y Ginecología de Costa Rica y la Asociación Costarricense de Pediatría cuestionaron la modificación.

Las organizaciones consideran que las personas que sufren violencia sexual necesitan recibir atención rápida y que no deberían enfrentar trámites adicionales sin justificación médica.

También solicitaron que el proyecto vuelva a incluir expresamente la anticoncepción de emergencia, especialmente para proteger a niñas, adolescentes y mujeres víctimas de violación.

La anticoncepción de emergencia permite prevenir un embarazo después de una relación sexual sin protección y funciona mejor cuando se utiliza lo antes posible. (FOTO: X)

¿Las víctimas ya no podrán recibir el medicamento?

No. La decisión no elimina el acceso actual a la pastilla del día después.

El medicamento continúa contemplado dentro de los procedimientos médicos vigentes para atender a víctimas de violación sexual.

Lo que hicieron las diputadas fue quitar del proyecto de ley la obligación expresa de garantizarlo.

Esto significa que todavía no existe una prohibición ni una modificación definitiva de la atención que ofrecen los centros de salud.

El proyecto deberá seguir su discusión en la Asamblea Legislativa, donde podría modificarse nuevamente antes de convertirse en ley.

Por ahora, las diputadas oficialistas mantienen su intención de reincorporar el medicamento con una prueba de embarazo previa, mientras organizaciones de salud insisten en que las víctimas deben recibir atención oportuna y sin requisitos que puedan retrasarla.

Flávio x Lula: direitos de resposta e dívida pública marcam 2º bloco

24 October 2026 at 03:11

No segundo bloco do debate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o Flávio Bolsonaro (PL) nesta sexta-feira (23), foram discutidas as propostas de ambos os candidatos para as políticas públicas, dívida pública e SUS (Sistema Único de Saúde).

Lula teve a escolha do tema para a primeira pergunta sobre políticas públicas e questionou sobre o voto contrário de Flávio Bolsonaro pelo aumento do auxílio maternidade. O senador respondeu que acreditava que a medida atrapalhava o trabalho das mulheres, mas admitiu que mudou de opinião sobre o assunto.

Em contrapartida, Lula disse que Flávio “não votou quando poderia votar” e emendou questionando por que havia chamado o bolsa-família de bolsa-farelo. Ele ainda criticou Flávio, que o chamou de “nove dedos”. O senador então se desculpou e perguntou, sem responder ao questionamento de Lula, se o presidente pediria desculpa para outros aspectos como o aumento do feminicídio e de moradores em situação de rua.

Flávio, no momento de sua pergunta sobre dívida pública, questionou sobre a dívida familiar. Lula retrucou questionando sobre o porquê da independencia do Banco Central no governo de Jair Bolsonaro. Para Flávio, a independência do BC foi para não ter político no cargo e adiantou sobre sua proposta de congelamento de dívidas para pessoas físicas e jurídicas.

“Assim que passou do primeiro para o segundo turno, a taxa de juros futuro já caiu 2%, ou seja, já abriu de cara no orçamento mais de 200 bilhões de reais. Com esses recursos eu vou pagar uma parte da dívida, vou comprar a sua dívida dos bancos e refinanciar com o banco da prosperidade que vai ser a Caixa Econômica Federal”.

Em sua tréplica, Lula afirmou que a medida de Flávio é uma cópia do que pretende fazer em leiloar a dívida. Na escolha da próxima pergunta, Lula citou uma fala do nome favorito de Flávio Bolsonaro ao ministério da saúde sobre não investir no SUS.

Flávio, durante sua resposta, disse que seu “tesouraço” será apenas para a “corrupção do governo” e questionou sobre a época de Lula como deputado constituinte em 1986, que, segundo Flávio, votou contra a implementação do SUS. Lula levantou as ações do governo Bolsonaro durante a pandemia.

“O SUS é o responsável por evitar que morresse mais gente da Covid depois da irresponsabilidade do governo do pai dele. Porque no governo do pai dele, quem tomasse vacina ia virar gay, ia virar jacaré”, disse Lula, em referência às alegações de Jair Bolsonaro à época da vacinação contra o coronavírus.

Veja o que é #FATO ou #FAKE nas falas de Flávio Bolsonaro e Lula no debate da Globo no 2º turno das eleições 2026

24 October 2026 at 02:20

O Fato ou Fake, serviço de checagens do Grupo Globo, preparou uma cobertura especial para verificar as declarações feitas pelos candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) durante o debate da TV Globo nesta sexta-feira (23). Uma equipe de mais de 30 jornalistas está trabalhando em conjunto para dar agilidade ao processo, sem abrir mão do rigor na apuração. #FATO, #FAKE e #NÃOÉBEMASSIM: Entenda selos usados pelo Fato ou Fake nas checagens de debates e entrevistas em eleições Entenda: Saiba como o Fato ou Fake checará declarações dos candidatos no debate de 2⁰ turno da Globo Confira: Veja o que é #FATO ou #FAKE nas falas de Flávio Bolsonaro e Lula no debate da Band no 2º turno das eleições 2026 Como nas eleições municipais de 2024, as primeiras checagens começaram a ser publicadas, durante o debate, no g1 e nos sites dos jornais O GLOBO, Valor Econômico e Extra e da rádio CBN. O trabalho vai continuar pela madrugada, até que toda a apuração seja concluída. O Fato ou Fake checa debates desde as eleições de 2018, ano em que o serviço foi lançado. O mesmo aconteceu nas disputas de 2020, 2022, 2024 e, agora, em 2026. A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações dos candidatos: FLÁVIO BOLSONARO (PL) “Aí, esse vídeo, eu peço que a minha equipe coloque agora no meu Instagram [...] o vídeo real sobre o Bolsonaro ter aquele vídeo dele suspirando e ele fala que estava debochando das pessoas que estavam sem ar. É mentira. Se você pegar 10 segundos antes, 10 segundos depois, você vai ver que é exatamente o contrário: é o presidente Bolsonaro criticando que, na época, se defendia que as pessoas precisavam esperar sentir falta de ar para depois irem para o hospital. Naquele momento, que não tinha vacina, não tinha remédio, ninguém sabia o que estava acontecendo direito ainda, ele queria garantir que você pudesse ir até o médico para que o médico pudesse te atender.” É fake g1 A declaração é #FAKE. Veja por quê: O vídeo publicado no perfil oficial de Flávio Bolsonaro no Instagram na noite desta sexta-feira (23), ainda durante o debate, é a versão editada do trecho de uma live transmitida por Jair Bolsonaro, pai do candidato, em 18 de março de 2021. Foram cortados 30 segundos da transmissão original, disponível no canal do YouTube do ex-presidente e consultada pelo Fato ou Fake. Na fala suprimida, Jair Bolsonaro mencionou que havia "dezenas de milhares de médicos que são favoráveis ao tratamento inicial [contra a Covid-19]". Além disso, àquela altura da pandemia, a campanha de vacinação já tinha começado (veja detalhes a seguir). Na versão divulgada nesta sexta no canal de Flávio Bolsonaro, Jair Bolsonaro aparece falando: “Você passou mal, tá com um pouco de dor de cabeça, dor nos olhos, um pouco de febre, resfriado, vai para o médico imediatamente. E milhares de pessoas tem se socorrido com esse tratamento inicial, e dão um testemunho que seguraram. O apelo que eu faço aí, para quem é contra, sem problemas. Se tu começar a sentir um negócio esquisito lá, tu segue a receita do ministro Mandetta. Você vai pra casa, quando você tiver... [momento em que imita a pessoa engasgando com falta de ar] você vai para o hospital. Mandetta, o cara quando sentir falta de ar vai para o hospital fazer o quê? Para ser entubado. Meu Deus do Céu”. O Fato ou Fake consultou o trecho exato daquela live de 18 de março de 2021, disponível no canal do YouTube de Jair Bolsonaro e verificou que, nos 30 segundos suprimidos na versão publicada no Instagram de Flávio Bolsonaro, o pai dele disse: “Existe, eu não sei se está dividido ou não, mas, gente, são quase em torno de 500 mil médicos no Brasil e tem dezenas de milhares de médicos que são favoráveis ao tratamento inicial. A gente vê na declaração nas mídias sociais, tal cidade, tá? Não tem, há tantos meses ou tantas semanas, não tem ninguém que foi hospitalizado. Então, isso é uma maneira de você observar o que está acontecendo”. Assista aqui à transmissão original: https://www.youtube.com/watch?v=xVWLlFdRNt8. Além disso, não é verdade que não existia vacina contra o coronavírus, como alegou o candidato no debate desta sexta. A campanha teve início em São Paulo em 17 de janeiro daquele ano, com aplicação da CoronaVac, que havia sido autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No dia da live, segundo dados do consórcio dos veículos de imprensa, o Brasil registrou 2.659 mortes por Covid-19, chegando ao total de 287.795 óbitos. “Nós pegamos o Brasil lá em 2019 com cerca de 14 mil obras inacabadas e, apesar de todos os problemas, a gente entregou o Brasil com um pouco mais de 8 mil obras inacabadas." É fato g1 A declaração é #FATO. Veja por quê: O Tribunal de Contas da União (TCU) mantém um painel interativo de Acompanhamento de Obras Paralisadas, mas a ferramenta não apresenta dados de 2019. Naquele ano, uma auditoria do órgão, registrada no Acórdão 1079/2019, identificou 14.403 empreendimentos paralisados, o equivalente a aproximadamente 37,5% do total. Segundo o painel do TCU, em agosto de 2022, havia 8.674 obras paralisadas, de um total de 22.559 obras monitoradas. Isso significa que 38,5% delas estavam paralisadas. “Na época do presidente Bolsonaro, você tinha lá os seus R$ 600 do Bolsa Família, que foi o Bolsonaro que deu no mínimo R$ 600.” Não é bem assim g1 #NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: O benefício chegou a R$ 600, em 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro, mas por decisão do Congresso Nacional. Segundo a Câmara dos Deputados, o Bolsa Família pagava, em média, cerca de R$ 189 em 2021, antes de ser substituído pelo Auxílio Brasil. A primeira etapa do aumento teve iniciativa de Bolsonaro. De acordo com a Câmara, a Medida Provisória 1.076/2021, editada pelo então presidente, criou um complemento para que as famílias recebessem ao menos R$ 400. Após aprovação do Congresso, a medida deu origem à Lei 14.342/2022, que tornou esse valor permanente. A elevação de R$ 400 para R$ 600, por outro lado, veio por uma emenda aprovada e promulgada pelo Congresso. A Emenda Constitucional 123, de 14 de julho de 2022, estabeleceu um adicional de R$ 200 apenas de agosto a dezembro daquele ano. Por ser uma emenda constitucional, não precisava de sanção de Bolsonaro nem estava sujeita a veto presidencial. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, em 17 de setembro de 2026, a 17 dias do primeiro turno, o governo Lula anunciou uma atualização de 15,04% nos benefícios do Bolsa Família, elevando o piso de R$ 600 para R$ 691, com pagamentos a partir de 19 de outubro. A pasta informa que é a primeira correção pela inflação desde a reformulação do programa, em 2023, e recompõe o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado entre março daquele ano e agosto de 2026. "Nós fizemos o marco legal do saneamento básico, porque hoje tem aproximadamente 90 milhões de brasileiros que não têm esgoto tratado nas suas casas. Tem aproximadamente 40 milhões de brasileiros que não têm água tratada nas suas casas. E nós fizemos esse marco legal exatamente para que houvesse um investimento e até 2033, nós pudéssemos garantir que mais de 90% dos brasileiros tivessem acesso a esses dois bens básicos. Sabe quem votou contra isso lá no Congresso Nacional? A bancada do PT." É fato g1 A declaração é #FATO. Veja por quê: O novo marco legal do saneamento foi aprovado durante o governo Jair Bolsonaro (PL). O Projeto de Lei 4.162/2019, apresentado pelo Executivo em agosto de 2019, deu origem à Lei 14.026, sancionada em julho de 2020. A legislação atualizou o marco estabelecido em 2007, no segundo governo Lula. Em 2013, no governo Dilma Rousseff, o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) já havia estabelecido metas de ampliação do acesso à água e ao esgoto até 2033. A legislação aprovada em 2020 estabeleceu a meta de garantir acesso à água potável a 99% da população e coleta e tratamento de esgoto a 90% dos brasileiros até 2033. Os percentuais são metas de universalização, não resultados garantidos. A bancada do PT se posicionou contra o projeto nas duas Casas do Congresso. Na Câmara dos Deputados, em 11 de dezembro de 2019, os 43 parlamentares petistas que participaram da votação votaram contra a proposta, aprovada por 276 votos a 124, com uma abstenção. No Senado, em 24 de junho de 2020, os seis senadores do PT também votaram contra o projeto, aprovado por 65 votos a 13. Segundo o Instituto Trata Brasil, no Ranking do Saneamento 2026, publicado em março com dados de 2024 do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa), cerca de 90 milhões de brasileiros (43,3% da população) não tinham acesso à coleta de esgoto. O candidato, porém, confunde coleta com tratamento. A coleta consiste em recolher e transportar o esgoto por tubulações, enquanto o tratamento é o processo de remoção dos poluentes antes de seu descarte no meio ambiente. Portanto, ter acesso à rede coletora não significa necessariamente que o esgoto seja tratado. Conforme o relatório Sinisa 2025, do Ministério das Cidades, com informações de 2024, apenas 51,8% do volume de esgoto gerado no Brasil recebeu tratamento. Entre o esgoto efetivamente coletado, o percentual tratado foi de 85,2%. Esses indicadores medem volumes de esgoto, e não quantidades de pessoas, portanto não podem ser convertidos diretamente em número de brasileiros sem tratamento. O número de 40 milhões de brasileiros sem água tratada citado pelo candidato é superior à estimativa mais recente divulgada pelo Instituto Trata Brasil. Segundo a entidade, com base em dados de 2024 do Sinisa, cerca de 33 milhões de pessoas (15,9% da população considerada) não tinham acesso à água potável. O levantamento aponta que 84,1% da população era atendida por redes de abastecimento de água, o equivalente a aproximadamente 174 milhões de habitantes. "Você prometeu que ia entregar a transposição no Rio São Francisco até 2009. Não entregou. Depois, que iria entregar até 2014. Também não entregou. Sabe quem levou, quem concluiu as obras e fez finalmente chegar água até o Nordeste? Jair Messias Bolsonaro." Não é bem assim g1 #NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: A transposição do Rio São Francisco é dividida em diferentes etapas e estruturas. O projeto tem dois eixos principais, o Leste e o Norte, que levam água a diferentes estados do Nordeste, além de ramais complementares que ampliam a distribuição para outras localidades. Por isso, a conclusão de um eixo ou a chegada da água a determinada região não significa que toda a obra tenha sido finalizada. As obras começaram em 2007, durante o segundo governo Lula, e sofreram sucessivos atrasos. Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), o cronograma original do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) previa a conclusão do Eixo Leste em junho de 2010 e do Eixo Norte em dezembro de 2012 — e não de toda a obra em 2009, como afirmou Flávio Bolsonaro. Em 2012, durante o governo Dilma Rousseff (PT), a previsão passou a ser concluir o Eixo Leste até dezembro de 2014 e o Eixo Norte em 2015. Esses prazos também não foram cumpridos. Não há registros, porém, de declaração do Lula prometendo a conclusão da transposição especificamente em 2009. A água da transposição chegou ao Nordeste antes do governo Jair Bolsonaro. Em 10 de março de 2017, durante o governo Michel Temer (MDB), foi inaugurado o Eixo Leste, que leva água de Pernambuco à Paraíba. Na ocasião, as águas do Rio São Francisco já haviam alcançado o município de Monteiro, no interior paraibano. Portanto, não foi Bolsonaro quem fez a água chegar pela primeira vez às regiões atendidas pela transposição. Jair Bolsonaro deu continuidade ao empreendimento e concluiu etapas importantes do Eixo Norte. Em junho de 2020, as águas chegaram ao Ceará por esse eixo. Em fevereiro de 2022, durante seu governo, chegaram pela primeira vez ao Rio Grande do Norte, por meio do sistema da transposição. Na ocasião, o Ministério do Desenvolvimento Regional anunciou que os dois eixos principais estavam operacionais. Grande parte das obras já estava executada antes da posse de Bolsonaro. Segundo o Ministério da Integração Nacional, os dois eixos principais apresentavam 86,3% de avanço físico em abril de 2016, ainda no governo Dilma. Em novembro daquele ano, já no governo Temer, a pasta informou que 90,8% das estruturas estavam concluídas. Uma checagem do Projeto Comprova, publicada em 2021 com base em relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), apontou que todos os segmentos do Eixo Norte apresentavam pelo menos 92,5% de execução física em 2017, enquanto o Eixo Leste já havia sido inaugurado. O governo Bolsonaro contestou a comparação direta desses percentuais com os de sua gestão, alegando diferenças metodológicas e necessidade de reparos nas estruturas existentes. A conclusão dos eixos Norte e Leste durante o governo Bolsonaro não significou o encerramento das obras da transposição. Além dos dois canais principais, o projeto prevê ramais que ampliam a distribuição da água para outras regiões do Nordeste. Um deles é o Ramal do Apodi, entre a Paraíba e o Rio Grande do Norte, cuja construção começou em 2021, ainda no governo Bolsonaro. Em maio de 2025, Lula inaugurou o primeiro trecho, mas o conjunto da obra ainda não estava concluído. Em julho de 2026, o Ministério da Integração confirmou que o ramal continuava em construção. Outra estrutura, o Ramal do Salgado, no Ceará, estava com 55% de execução em maio de 2026, segundo o governo estadual. A obra permitirá ampliar o transporte de água até a bacia do Rio Jaguaribe, beneficiando municípios cearenses. "Eu vou investir e vou tratar a internet como infraestrutura, como fez, como começou a fazer o presidente Bolsonaro. Nós instalamos mais de 21,3 mil pontos de acesso em vários locais do Brasil, atingindo mais de 3,1 mil cidades e abrangendo mais de 11 milhões de brasileiros onde, gente? Em escolas, em unidades de saúde." Não é bem assim g1 #NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Em 2017, o Gesac (futuro Wi-Fi Brasil) já contava com aproximadamente 11 mil conexões, de acordo com dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Ou seja, boa parte dos pontos de acesso contabilizados no fim de 2022 já havia sido instalada antes do início do governo de Jair Bolsonaro. De acordo com o levantamento TIC Domicílios, realizado pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), o Programa Wi-Fi Brasil, coordenado pelo Ministério das Comunicações (MCom), havia instalado, até dezembro de 2022, 21,3 mil pontos de acesso gratuito à internet banda larga, por satélite ou conexões terrestres, em todo o país. No total, segundo o NIC.br, a iniciativa beneficiava, no fim de 2022, mais de 11 milhões de brasileiros em cerca de 3,2 mil municípios. Desse total, 16.195 conexões (76,2%) estavam instaladas em escolas, enquanto quase 70% dos pontos de acesso à internet (14.824) ficavam em áreas rurais. O NIC.br é uma entidade civil, de direito privado e sem fins lucrativos. O Wi-Fi Brasil é uma extensão do programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac), criado em 2002. Posteriormente, o programa passou a se chamar Wi-Fi Brasil durante o governo de Jair Bolsonaro. "Lá na Argentina [...], o Milei começou um governo com 211% de inflação, a taxa de juros lá chegou a 100%." É fato g1 A declaração é #FATO. Veja por quê: Javier Milei tomou posse na Presidência em dezembro de 2023. De acordo com o Banco Central da Argentina, a inflação em 12 meses na época era de 211,4%. Em 18 de dezembro de 2023, o Banco Central da Argentina fixou a taxa de juros de 100% ao ano, substituindo a Leliq, que à época estava em 133%. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA (PT) "Nós herdamos 6 mil obras paradas e, obviamente, que você não consegue fazer uma obra de infraestrutura no mesmo ano que você começa." É fato g1 A declaração é #FATO. Veja porquê: Segundo o painel de Obras Paralisadas do Tribunal de Contas da União (TCU), em abril de 2023 existiam 8.603 obras paralisadas. No ano anterior. Já o contingente de obras ativas somava 21.005. "Eu tinha acabado com a fome nesse país em 2012. Eu voltei em 2023 com 33 milhões de pessoas passando fome." A declaração de Lula sobre ter acabado com a fome em 2012 #NÃOÉBEMASSIM. A declaração de Lula sobre 33 milhões de pessoas passando fome ao voltar é #FATO. Veja por que a primeira delas é #NÃOÉBEMASSIM: Não é bem assim g1 Um relatório global da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) divulgado em 2012 apontou que o Brasil registrou uma taxa de subnutrição de 6,9%. O Mapa da Fome é uma representação estatística e geográfica global fundamentada no indicador de Prevalência de Subnutrição. Para uma nação sair do Mapa da Fome, no entanto, o indicador deve ser inferior a 5%, segundo a classificação da própria organização. O Brasil saiu do Mapa da Fome em 2014, durante o primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), sucessora de Lula, quando atingiu um valor de subnutrição abaixo de 5%. Veja por que a segunda delas é #FATO: É fato g1 Em junho de 2022, último ano do governo de Jair Bolsonaro (PL) e sete meses antes de Lula indiciar seu terceiro mandato na presidência da República, uma pesquisa revelou que o número de pessoas que passavam fome no Brasil tinha subido para 33 milhões. Os dados são do 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PENSSAN). O levantamento foi realizado entre novembro de 2021 e abril de 2022. A rede Penssan reúne pesquisadores de universidades e instituições de todo o país e é referência no monitoramento da fome no Brasil e reconhecida pelas Nações Unidas (ONU). "Abrimos 700 novos mercados neste país [...]. E é por isso que o nosso superávit comercial foi para quase R$ 85 bilhões." É fato g1 A declaração é #/FATO. Veja por quê: Segundo painel do Ministério da Agricultura, o Brasil abriu 707 mercados internacionais para produtos agropecuários desde o início de 2023, quando Lula assumiu o governo. Lula afirmou que o superávit comercial brasileiro chegou a quase R$ 85 bilhões. A campanha do presidente esclareceu que ele confundiu as moedas: o valor era em dólares, não em reais. O valor citado é uma estimativa para 2026. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, a previsão é de um superávit de US$ 84,4 bilhões no ano. Entre janeiro e setembro de 2026, o superávit comercial brasileiro foi de US$ 62,4 bilhões. Em 2025, o saldo positivo foi de US$ 68 bilhões, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior. "Nós anunciamos um Programa de Aceleração do Crescimento de R$ 1,7 trilhão. Quase R$ 800 bilhões já foram executados neste país, criando ferrovia, rodovia, hidrovia, estrada e portos e aeroportos, para que a gente possa fazer com que o Brasil se transforme num grande país produtor de alimentos." É fato g1 A declaração é #FATO. Veja por quê: Principal aposta do governo Lula para estimular a economia, o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) previa investimentos de R$ 1,3 trilhão até o fim de 2026. Segundo os balanços do programa, o presidente acertou o valor inicialmente previsto. O montante executado citado pelo candidato (R$ 800 bilhões) é até inferior ao foi alcançado até o momento. Conforme mostra o painel, R$ 1,3 trilhão já havia sido executado até junho de 2026. A declaração não detalha a origem dos recursos indicada pelo painel. O balanço mostra que a maior fatia vem do setor privado (R$ 765 bilhões), seguida pelos investimentos das estatais (R$ 408 bilhões) e por financiamentos (R$ 384 bilhões). Outros R$ 358 bilhões vieram de investimentos diretos do Orçamento-Geral da União (OGU). Por fim, o valor contabilizado como executado não significa que todas as obras estejam em andamento ou concluídas. O levantamento mostra que, das obras previstas, 13.763 estão concluídas (33,6%), 17.056 estão em execução (41,6%), 6.108 estão em fase de licitação ou leilão (14,9%) e 4.041 estão em fase preparatória (9,9%). "Eles anularam o Fundo Amazônia. Fomos nós que entramos e fizemos o Fundo Amazônia funcionar." A declaração é #FATO. Veja por quê: O Fundo Amazônia foi paralisado em abril de 2019 na gestão de Jair Bolsonaro. À época, o fundo gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tinha R$ 3,2 bilhões para financiar ações de redução de emissões provenientes da degradação florestal e do desmatamento. Em 3 de novembro de 2022, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a reativação do fundo após ação do PSB, PSOL, PT e Rede. O placar da votação foi de 10 a 1, prevalecendo o entendimento da então presidente da Corte, ministra Rosa Weber. O governo de transição do Brasil e o governo da Noruega acordaram, em reunião bilateral durante a COP-27, no Egito, a reestruturação imediata do Fundo Amazônia, como reportou o Valor Econômico em 17 de novembro de 2022. No dia da posse, em janeiro de 2023, Lula assinou decreto que retomou o Fundo Amazônia e outras medidas ambientais. *Esta checagem está em andamento. Fato ou Fake Editoria de Arte/g1

Flávio aponta milhares de obras paradas; Lula, que fez maior investimento

24 October 2026 at 01:57

Durante debate da TV Globo na noite desta sexta-feira (23), o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) acusou o atual governo do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de deixar mais de 11 mil de obras paradas pelo país durante a gestão.

“Nós pegamos o Brasil lá em 2019 com cerca de 14 mil obras inacabadas e, apesar de todos os problemas, a gente entregou o Brasil com um pouco mais de 8 mil obras inacabadas. Agora, neste ano, o TCU (Tribunal de Contas da União) acaba de soltar um relatório que existem mais de 11.500 obras paralisadas do atual governo, ou seja, o Brasil voltou a ser um grande cemitério de obras”, disse Flávio, questionando o petista sobre as obras que não foram entregues.

O petista negou a acusação e rebateu que “nunca houve” outro governo que fez tanto investimento em infraestrutura como o dele.

“Em nenhum momento da história do país se investiu tanto em obra de infraestrutura como nós investimos nos últimos anos”, disse Lula.

Em seguida, o atual presidente citou o novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), principal iniciativa de investimentos em infraestrutura do seu governo. Como mostrou a CNN, o novo PAC executou em dois anos mais da metade dos investimentos previstos para o mandato de Lula.

“Anunciamos um programa de aceleração de crescimento de R$ 1,7 trilhões, nos quais 800 já foram executados nesse país, criando ferrovia, rodovia, hidrovia, estrada, portos e aeroportos”, prosseguiu.

Lula ainda acusou que “qualquer coisa” que Flávio “pensar sobre infraestrutura” o governo dele fez “três ou quatro vezes mais”.

O chefe do Planalto também justificou ter herdado 6 mil obras paradas e que não é possível “fazer uma obra de infraestrutura no mesmo ano que você começa”. “As obras que estão sendo feitas, eu vou continuá-las, porque eu vou ganhar as eleições”, afirmou.

O número de obras paradas citado por Flávio durante o debate se refere a um levantamento divulgado pelo TCU em julho de 2025. À época, 11.469 das 22.621 obras mapeadas estavam paralisadas, 50,7% daquele total.

O debate desta sexta foi o último entre os candidatos antes do segundo turno das eleições 2026, marcado para o próximo domingo (25).

O debate

O debate, mediado pelo jornalista César Tralli, foi baseado em perguntas entre os candidatos para buscar um aprofundamento de suas propostas para o governo federal. Segundo a emissora, a dinâmica do encontro, assim como a configuração do cenário e a disposição dos candidatos, foi concebida para reforçar esse propósito.

O encontro foi composto por quatro blocos de perguntas e respostas, além das considerações finais. Três foram de temas determinados e um, de tema livre. A ordem das perguntas foi definida por sorteio feito ao vivo pelo apresentador.

O primeiro bloco contou com seis rodadas de perguntas com assuntos relacionados às regiões do país e um tema de âmbito nacional. Cada candidato teve três minutos por rodada — dividido entre pergunta e réplica ou resposta e tréplica.

No segundo e terceiro blocos, Flávio e Lula puderam escolher entre os temas apresentados no telão para elaborar suas perguntas, com a mesma dinâmica de tempo.

No quarto, o tema foi livre e cada um deles teve oito minutos de fala, sem limite de intervenções.

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

Google Cloud expande a escolha e flexibilidade, disponibilizando modelos da OpenAI para seus clientes

24 October 2026 at 01:15

O Google Cloud anunciou que está incorporando os modelos da OpenAI ao Model Garden, seu catálogo centralizado de modelos de IA. Isso torna o Google Cloud o único provedor de nuvem hyperscale a oferecer acesso a todos os três principais LLMs de código fechado, juntamente com mais de 200 outros modelos — próprios, de terceiros e de código aberto — em uma plataforma de IA empresarial unificada.

O Google Cloud sempre se caracterizou por oferecer opções, governança de nível empresarial e uma relação preço-desempenho líder de mercado. Este anúncio se baseia nesses pilares de abertura e capacidade de escolha, oferecendo aos clientes a flexibilidade necessária para executar cargas de trabalho baseadas em agentes usando os modelos e a infraestrutura de sua preferência, a fim de alcançar o equilíbrio ideal entre custo, capacidades e desempenho.

“O Google Cloud é uma plataforma de confiança para desenvolvedores e empresas que constroem agentes de IA, escrevem softwares e colocam a IA para funcionar. Esta parceria é um passo importante para disponibilizar os nossos modelos mais avançados e o Codex onde os clientes já estão construindo, oferecendo ainda mais opções sobre como usam a IA de ponta, enquanto expandimos o ecossistema de agentes juntos.”, disse Greg Brockman, presidente e cofundador da OpenAI.

“Nosso foco é oferecer aos clientes uma ampla seleção de modelos, incluindo os da OpenAI, para que possam escolher o modelo certo para qualquer tarefa, ajudando a entregar a máxima qualidade e custos mais baixos”, disse Thomas Kurian, CEO do Google Cloud.

O modelo certo para cada carga de trabalho

A IA empresarial moderna exige a correspondência de cada carga de trabalho ao modelo certo, em vez de confiar em um único modelo para todas as tarefas. Ao adicionar os modelos mais recentes da OpenAI ao Model Garden, o Google Cloud está oferecendo às equipes opções em todo o espectro de cargas de trabalho empresariais. Para os modelos da OpenAI:

  • GPT-6 Astra: Projetado para tarefas exigentes em programação, uso de computação, tarefas profissionais e pesquisa científica.
  • GPT 6.1 Sol: Inteligência próxima à do Astra, porém com menor custo em programação de agentes, uso de computação e tarefas profissionais.
  • GPT 6 Luna: Um modelo rápido e com bom custo-benefício, ideal para demandas cotidianas em larga escala.

Utilizando a plataforma, os clientes podem selecionar e alternar, de forma dinâmica, para o modelo ideal em qualquer caso de uso com base em desempenho, latência e eficiência de custo, sem aprisionamento arquitetônico ou contratos separados com fornecedores.

Os desenvolvedores ganham a liberdade de criar soluções utilizando centenas de opções disponíveis no Model Garden Como os modelos da OpenAI são adquiridos diretamente pelo Google Cloud Marketplace, todo o consumo é consolidado em uma única fatura do Google Cloud, abate compromissos de nuvem já existentes e é contabilizado nos Planos de Economia Flexíveis (FSP), independentemente do provedor do modelo.

Governança de dados integrada e segurança empresarial

Escalar a IA generativa nunca deve exigir o comprometimento da conformidade ou da segurança. Construída desde a sua concepção com foco na governança corporativa, o Gemini plataform conta com a confiança de grandes organizações ao redor do mundo. O Google Cloud garante que a execução de qualquer carga de trabalho - seja de terceiros ou da OpenAI - atenda aos padrões empresariais mais rigorosos:

  • Perímetros rígidos de dados: Os prompts, contextos e saídas dos clientes permanecem inteiramente dentro do perímetro de dados designado e nunca são usados para treinar modelos de fundação, com opções de Retenção Zero de Dados (ZDR) em breve.
  • Limites de acesso isolados: Os modelos da OpenAI são executados em infraestrutura dedicada do Google Cloud, com a funcionalidade de Computação Confidencial disponível em breve. Todas as consultas são direcionadas por meio de gateways protegidos e isolados, garantindo que o tráfego de dados permaneça estritamente no ambiente seguro do Google Cloud e impedindo que provedores de modelos de terceiros não tenham acesso autorizado ao seu ambiente na nuvem.
  • Auditoria e identidade unificadas: Cada interação com agentes ou modelos opera sob uma identidade autenticada, oferecendo aos administradores de TI visibilidade ponta a ponta, proteção via VPC Service Controls e registros de auditoria unificados em toda a infraestrutura da organização.

Primeiros passos

Os modelos da Open AI - GPT-6 Astra, GPT-6.1 Sol e GPT-6 Luna - estão sendo disponibilizados agora em versão preview para clientes empresariais selecionados por meio do Model Garden do Google Cloud, com mais opções em breve.

A partir de hoje, os clientes podem construir com esses modelos por meio das APIs do Google Cloud e, assim, conectar seus fluxos de trabalho locais do Codex CLI e Desktop diretamente à plataforma Gemini para inferências. Utilize este formulário para demonstrar interesse.

Em breve, os modelos da OpenAI estarão disponíveis no Google Cloud, integrados ao Gemini para empresas e ao Google Antigravity. Isso irá, oferecer aos clientes empresariais e desenvolvedores maior flexibilidade de escolha de modelos, permitindo selecionar a opção mais adequada para cada tarefa,

© Imagem gerada por IA

Google Cloud expande a escolha e flexibilidade, disponibilizando modelos da OpenAI para seus clientes

Xbox libera nova forma de jogar no Brasil por R$ 6,90; saiba como

24 October 2026 at 01:12
O Xbox Cloud Gaming, serviço que permite jogar games de console e PC diretamente pela internet, ganhou uma nova forma de acesso, de acordo com a Microsoft. A partir de agora, é possível comprar horas para jogar pela nuvem, sem a necessidade de manter uma assinatura do Game Pass.A modalidade chegou primeiro aos participantes do Xbox Insider, programa que permite experimentar recursos antes do lançamento, com preços promocionais a partir de R$ 6,90 no Brasil. O formato permite contratar um período de uso do serviço de streaming, tecnologia que transmite os jogos pela internet sem exigir instalação no aparelho.A proposta atende quem joga com menor frequência e prefere comprar horas a pagar uma mensalidade, modelo também adotado por serviços como o NVIDIA GeForce NOW.Valor dos pacotes de horas do Xbox Cloud Gaming?Nesta etapa dos testes, a empresa oferece três opções de pacotes de horas no mercado brasileiro:10 horas por R$ 6,90 — equivalente a R$ 0,69 por hora;25 horas por R$ 14,90 — cerca de R$ 0,60 por hora;50 horas por R$ 21,90 — cerca de R$ 0,44 por hora.Ainda segundo a Microsoft, os valores são promocionais e podem mudar após o período de lançamento. A empresa também informou que o tempo adquirido não tem prazo de validade.O acesso também prevê partidas sem anúncios, filas menores e transmissão em alta qualidade.O que é possível jogar sem o Game Pass?Apesar de dispensar a assinatura do Game Pass, a compra de horas não dá acesso automático ao catálogo oferecido nos planos do serviço. Para executar um título pago pela nuvem, o usuário precisa possuir o jogo, que também deve ser compatível com a transmissão. Alguns jogos gratuitos selecionados podem ser acessados.A Microsoft também oferece uma opção gratuita com publicidade para quem deseja experimentar o serviço sem assinatura.Por enquanto, a novidade está restrita aos participantes do programa de testes, e a previsão divulgada é ampliar o acesso em novembro, mas a disponibilidade para os demais usuários depende do cronograma da empresa.Assinaturas terão limites de uso na nuvemO teste dos pacotes ocorre após o anúncio de mudanças no tempo de utilização do Xbox Cloud Gaming incluído nas assinaturas. A partir de novembro de 2026, os limites mensais previstos são de 15 horas no Ultimate, dez horas no Premium e cinco horas no Essential.Parte dos assinantes atuais, entre eles usuários brasileiros, recebeu comunicados com uma exceção: os limites não seriam aplicados enquanto a renovação automática da assinatura permanecesse ativa.De acordo com essas mensagens, as restrições valeriam para novas contratações nos mercados contemplados pela exceção. Quem cancelar o plano e voltar a assinar poderá ficar sujeito aos limites atualizados.

Nuevo intento para aumentar descuentos a jubilados en Panamá avanza en la Asamblea

24 October 2026 at 01:12
La iniciativa contempla descuentos en medicamentos, consultas médicas, electricidad y otros servicios, junto con mecanismos para compensar a las microempresas. (Eduardo Parra/Europa Press)

La Asamblea Nacional retomó la ampliación de los descuentos para jubilados, pensionados y adultos mayores con la aprobación en primer debate del proyecto de ley 746.

La nueva iniciativa revisa varios beneficios y contempla mecanismos de compensación para los comercios, después de que el presidente José Raúl Mulino objetara una propuesta similar.

La Comisión de Trabajo, Salud y Desarrollo Social, presidida por Crispiano Adames, aprobó el proyecto tras modificar, eliminar e incorporar artículos durante su discusión. El documento deberá superar el segundo y tercer debate legislativo antes de ser remitido al Ejecutivo para su eventual sanción y promulgación.

El antecedente es el proyecto 226, aprobado por la Asamblea en agosto de 2026, que fue objetado totalmente por Mulino el 20 de septiembre. El mandatario invocó razones de inconveniencia e inexequibilidad, en medio de cuestionamientos sobre las obligaciones económicas que las nuevas rebajas impondrían a distintos sectores.

Entre las diferencias con la propuesta anterior figuran ajustes en los porcentajes de descuento y la creación de un fideicomiso destinado a reembolsar beneficios otorgados por pequeños negocios.  (Imagen Ilustrativa Infobae)

La comparación de las iniciativas muestra una reducción de algunos porcentajes originalmente propuestos. El proyecto 226 contemplaba inicialmente descuentos del 35% en restaurantes y establecimientos de comida rápida, mientras que el texto presentado del 746 establece una rebaja del 25% sobre el consumo individual, incluidas las franquicias nacionales e internacionales.

En medicamentos, el nuevo documento presentado contempla un descuento del 25% sobre el precio de venta, mientras que el proyecto anterior había planteado porcentajes superiores durante su tramitación. La propuesta también incorpora beneficios específicos para tratamientos oncológicos, incluidos medicamentos, procedimientos e insumos relacionados con la atención de pacientes con cáncer.

Los servicios médicos forman parte de los beneficios que se busca ampliar o actualizar. El proyecto 746 contempla descuentos del 25% en consultas generales y especializadas, 20% en exámenes de laboratorio y 30% en servicios radiológicos y determinados tratamientos oncológicos, según las condiciones previstas en su articulado.

En electricidad, la iniciativa establece una rebaja del 30% para consumos residenciales de hasta 600 kilovatios hora, frente al límite de 700 contemplado en el proyecto anterior. También propone descuentos del 30% en agua, telefonía e internet, sujetos a requisitos relacionados con los contratos y los límites de facturación.

La Comisión de Trabajo, Salud y Desarrollo Social de la Asamblea Nacional aprobó en primer debate el proyecto 746, que modifica los beneficios establecidos para jubilados, pensionados y adultos mayores. Tomada de la AN

Otros beneficios incluyen rebajas en pañales desechables, productos de higiene y equipos de movilidad, así como descuentos en servicios funerarios y tasa de aseo. El documento incorpora además incentivos para adaptar las viviendas a las necesidades de accesibilidad, especialmente en instalaciones destinadas a mejorar la seguridad y el desplazamiento.

Una diferencia relevante es la creación de un mecanismo para compensar económicamente a las microempresas que otorguen los descuentos. El proyecto propone establecer un fideicomiso destinado a reembolsar hasta el 100% de los beneficios debidamente facturados por negocios inscritos y acreditados ante la Autoridad de la Micro, Pequeña y Mediana Empresa.

La propuesta también contempla el reconocimiento tributario de los descuentos concedidos por los establecimientos y mecanismos de fiscalización para verificar su aplicación. En la administración y supervisión del sistema participarían la Ampyme, el Ministerio de Economía y Finanzas y la Contraloría, conforme a las disposiciones que se establezcan.

Estas modificaciones buscan responder a las preocupaciones expresadas por gremios empresariales durante la discusión del proyecto 226, posteriormente objetado por el Ejecutivo. En aquel debate, la Cámara de Comercio, Industrias y Agricultura de Panamá cuestionó el aumento de los descuentos obligatorios y sus posibles consecuencias para las actividades económicas.

Los gremios empresariales habían cuestionado el incremento de los descuentos obligatorios durante la discusión del proyecto 226, posteriormente objetado por el Ejecutivo. (Imagen Ilustrativa Infobae)

La Asociación Panameña de Hoteles también advirtió sobre el impacto de ampliar las rebajas y las dificultades para deducirlas fiscalmente. Representantes del sector farmacéutico expresaron inquietudes sobre los márgenes de ganancia y la sostenibilidad de los establecimientos, especialmente de los pequeños negocios obligados a conceder beneficios adicionales.

Durante la discusión de aquella propuesta, el Consejo Nacional de la Empresa Privada solicitó una evaluación técnica de las medidas, mientras la Asociación Bancaria de Panamá planteó preocupaciones sobre sus posibles efectos en el acceso al crédito. El Ministerio de Economía y Finanzas también advirtió sobre las implicaciones fiscales de los descuentos.

Las diferencias llevaron a revisar las disposiciones y buscar mecanismos de compensación para los comercios, mediante conversaciones entre representantes empresariales, organizaciones de jubilados y autoridades. Adames destacó que la nueva discusión incorporó una mesa técnica para conciliar los intereses económicos y sociales involucrados.

Con el avance del proyecto 746, queda pendiente conocer la evaluación del sector privado sobre los cambios introducidos, particularmente los porcentajes de descuento y el mecanismo de compensación.

Los jubilados y pensionados buscan ampliar sus beneficios económicos ante el costo de medicamentos, servicios públicos y otros gastos esenciales.  (Imagen Ilustrativa Infobae)

La reacción de los gremios será importante para determinar si las modificaciones atienden las preocupaciones que marcaron la iniciativa anterior.

Guillermo Cortés, dirigente del Movimiento Mundo de Jubilados, sostuvo que los beneficios alcanzarán también a adultos mayores que no reciben pensión. Por su parte, el diputado Javier Sucre, proponente de la iniciativa, estimó en 270 millones de dólares anuales el valor de los beneficios, una cifra presentada durante la discusión legislativa.

Los promotores esperan que el proyecto avance a segundo debate durante la próxima semana y complete su trámite antes del 31 de octubre. Sin embargo, su aprobación definitiva todavía depende del pleno legislativo y del Ejecutivo, mientras permanecen abiertas las interrogantes sobre el financiamiento de las compensaciones y su aplicación.

Fundação PHP tem apenas um funcionário integral, diz diretor

24 October 2026 at 00:55

A descoberta de duas falhas graves no PHP esta semana desencadeou uma corrida global para proteger sites de hackers, mostrando o quão crucial a linguagem de programação de código aberto, com três décadas de existência, é para a internet.

No entanto, a fundação sem fins lucrativos que apoia o PHP, que pode estar na base de até 70% dos sites em todo o mundo, opera com um orçamento muito limitado.

“Temos um funcionário em tempo integral (eu) e 14 colaboradores, a maioria em regime de meio período”, disse Elizabeth Barron, diretora executiva da Fundação PHP, em entrevista por e-mail na sexta-feira. Os membros do conselho são voluntários não remunerados, e o financiamento provém de doações e subsídios.

A fundação trabalha com pesquisadores e empresas externas, incluindo a OpenAI e as empresas de cibersegurança Wiz e Calif, para investigar falhas de segurança e coordenar correções, incluindo as atualizações de quarta-feira.

Embora a empresa de segurança web Cloudflare tenha relatado milhões de tentativas de invasão, Barron afirmou que a fundação não tinha provas de que hackers tenham conseguido explorar as vulnerabilidades antes de serem divulgadas ou em sites que já haviam sido corrigidos.

“Não recebemos nenhuma indicação adicional da OpenAI, da Wiz ou da Calif, com quem estamos trabalhando em estreita colaboração nesta questão, a respeito de quaisquer problemas em sistemas corrigidos”, disse ela.

A inteligência artificial provou ser tanto uma ajuda quanto um fardo para a fundação. Ela ajudou os pesquisadores a encontrarem as falhas, que estavam presentes há uma década, e Barron afirmou que tornou os programadores mais eficientes.

No entanto, isso também está aumentando a carga de trabalho dos mantenedores. O projeto PHP está recebendo quase o dobro de propostas de alterações de código em comparação com o ano passado, “mas o número de colaboradores não dobrou”, disse ela.

Analisar as contribuições e os relatórios de erros exige “uma quantidade enorme de trabalho humano e experiência”.

Os eventos recentes demonstraram o quanto empresas e governos dependem do PHP, disse Barron.

“Dada essa dependência, fica claro que o PHP está incrivelmente subfinanciado.”

Uma por Uma: como a rotina, padrões de beleza e limitações financeiras influenciam a alimentação das mulheres

24 October 2026 at 00:00

A alimentação das mulheres é atravessada por fatores que vão além das escolhas individuais. Rotina corrida, sobrecarga de tarefas, padrões de beleza e condições financeiras influenciam tanto o que chega ao prato quanto a relação com o próprio corpo.

Como conciliar as necessidades de saúde com o tempo disponível, o orçamento e a pressão estética? Essas questões foram debatidas no 16° episódio do videocast Uma por Uma, apresentado pela jornalista Natalia Ribeiro, com as contribuições da nutricionista comportamental Ellen Cocino, da psiquiatra Estéfane Moura e da produtora do Uma por Uma, Cristiane Ribeiro.

Assista ao videocast Uma por Uma #16: Tempo, dinheiro e cobranças: o que influencia a alimentação das mulheres?

Relação com a comida

A busca por uma alimentação considerada perfeita pode fazer com que o ato de comer se torne somente mais uma obrigação do dia a dia. Para Ellen Cocino, é necessário considerar a realidade de cada pessoa, incluindo sua rotina, suas emoções e as possibilidades de preparo dos alimentos. Uma pessoa que chega cansada do trabalho, por exemplo, pode precisar priorizar o descanso em vez de assumir mais uma tarefa na cozinha.

"Comer é algo muito individual. Não existe fórmula mágica", afirma a nutricionista. Segundo ela, uma relação equilibrada com a alimentação também envolve flexibilidade e espaço para alimentos que dão prazer, sem que cada escolha seja acompanhada de culpa ou restrição.

Eduarda Nóbrega/JC
Ellen Cocino participa do videocast Uma por Uma - Eduarda Nóbrega/JC

A psiquiatra Estéfane Moura acrescenta que a comida pode funcionar como reguladora emocional, oferecendo conforto em momentos de estresse ou cansaço. Isso, por si só, não representa um problema. A dificuldade aparece quando comer se torna o único recurso para lidar com as emoções.

"A comida é um regulador emocional, mas ele não precisa ser o único", diz. Encontrar outras formas de acolhimento, como conversar com alguém próximo ou realizar uma atividade prazerosa, pode ajudar a ampliar as maneiras de lidar com situações difíceis.

Ellen associa esse comportamento ao chamado comer transtornado, marcado por uma relação de constante preocupação com a comida, o peso e a necessidade de modificar o corpo. Esse sofrimento merece atenção mesmo quando não há um diagnóstico de transtorno alimentar.

Padrões de beleza e transtornos alimentares

A pressão estética não surgiu com as redes sociais, mas ganhou novas dimensões com a exposição constante a imagens editadas, dietas e promessas de emagrecimento rápido. Natalia Ribeiro trouxe a lembrança das revistas que anunciavam fórmulas para perder peso antes do verão e relacionou essa cultura à cobrança atual para que as mulheres mantenham determinados padrões físicos.

As especialistas alertam ainda que conteúdos sobre dietas e emagrecimento nas redes sociais podem estimular comparações e comportamentos prejudiciais. Por isso, o sofrimento relacionado à alimentação e à imagem corporal não deve ser tratado como frescura nem enfrentado sem apoio. A avaliação de profissionais qualificados é importante para identificar a necessidade de tratamento, sobretudo em casos de transtornos alimentares.

Estéfane destaca que condições como compulsão alimentar, anorexia nervosa e bulimia nervosa não são simples questões de falta de controle ou força de vontade. Os transtornos podem envolver diferentes fatores, como predisposição biológica, baixa autoestima, perfeccionismo, bullying e situações de abuso. A restrição alimentar também pode contribuir para ciclos de fome intensa e perda de controle.

Eduarda Nóbrega/JC
Estéfane Moura participa do videocast Uma por Uma - Eduarda Nóbrega/JC

Renda também determina o que se come

A alimentação também depende das condições financeiras de cada família. No episódio, Cristiane Ribeiro citou um dado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que aponta que em 2023, 59,4% dos domicílios brasileiros em situação de insegurança alimentar eram chefiados por mulheres. Ela chamou a atenção para os desafios enfrentados por quem precisa sustentar a casa e alimentar os filhos com recursos limitados.

O preço dos alimentos e o tempo necessário para prepará-los interferem nas escolhas possíveis. Produtos ultraprocessados podem ser mais baratos e práticos, enquanto alimentos frescos muitas vezes exigem mais recursos, planejamento e tempo de preparo. Por isso, a dificuldade de manter uma alimentação variada não pode ser reduzida à falta de disciplina individual.

Eduarda Nóbrega/JC
Cristiane Ribeiro participa do videocast Uma por Uma - Eduarda Nóbrega/JC

Estéfane relata ter acompanhado, no Ambulatório de Extensão em Transtornos Alimentares (AETA) do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), mulheres que enfrentavam insegurança alimentar e dificuldades socioeconômicas. Em alguns casos, elas priorizavam os filhos e outros familiares, mesmo sem terem o suficiente para si.

A psiquiatra ressalta que a privação alimentar e o sofrimento relacionado à comida podem coexistir. Estar acima do peso, portanto, não significa necessariamente ter acesso regular a alimentos em quantidade e qualidade adequadas. Essa realidade também pode dificultar o reconhecimento e o tratamento de transtornos alimentares.

Uma relação possível, não perfeita

Para as especialistas, melhorar a relação com a alimentação exige olhar para o contexto de cada pessoa, em vez de impor regras universais. Isso envolve reconhecer limites de tempo e dinheiro, permitir flexibilidade e compreender o papel que a comida ocupa na vida cotidiana.

As participantes também reforçaram a importância de procurar ajuda quando a relação com a comida ou com o próprio corpo provoca sofrimento. Falar sobre essas dificuldades, em vez de escondê-las por vergonha ou culpa, pode ser um passo para buscar acompanhamento adequado.

O episódio 16 do Uma por Uma está disponível no YouTube do JC Play, assim como os anteriores. O videocast aborda questões da sociedade a partir das experiências e perspectivas das mulheres, com conversas que também interessam ao público em geral.

Artur Borba/JC Imagem
Natalia Ribeiro, Ellen Cocino, Estéfane Moura e Cristiane Ribeiro participaram do videocast Uma por Uma - Artur Borba/JC Imagem

© Eduarda Nóbrega/JC

16° episódio do videocast Uma por Uma discute a alimentação das mulheres

Flávio pede cassação da chapa de Lula por uso eleitoral de rádio pública

23 October 2026 at 23:41

A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato de oposição à Presidência, voltou a pedir ao corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cuêva, a cassação do registro de candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dessa vez, o candidato do PL acusa o petista de uso eleitoral da Rádio Nacional.

Na petição, protocolada nesta sexta-feira, 23, também defende investigação contra a presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Antonia Pellegrino, e o apresentador do programa "Alô Alô Brasil", Agostinho Luiz Teixeira.

A defesa de Flávio pede ainda que sejam coletados o contrato do jornalista com a estatal, o roteiro do programa, suas gravações integrais e a relação das emissoras que o transmitiram. O objetivo é que o material seja enviado ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para que seja feita investigação sobre abuso de poder político e uso indevido de meios de comunicação oficiais.

O documento também lista uma série de ocasiões em que Teixeira utilizou os microfones da rádio pública para replicar discurso similar ao da campanha de Lula. Na última terça-feira, 20, ele sugeriu durante a programação da manhã, que, se eleito, Flávio poderia rever o Bolsa Família.

Apuração AO VIVO das Eleições 2026 com Igor Maciel

"Então, propor uma regra de transição de em dois anos você tirar as pessoas do Bolsa Família, tá claro pra mim o que tá sendo proposto aqui. ... É o mesmo procedimento que foi adotado por Jair Messias Bolsonaro. Alguém se escandaliza com isso? Agora, soberanamente, você eleitor decide o que você quer. ... Tá sendo informado, faltando cinco dias e você vai escolher soberanamente no próximo domingo quem você quer como presidente da República do Brasil."

No mesmo dia, citou o decreto de Lula que antecipou parcelas do benefício social. Também atacou Flávio ao dizer que a política ambiental do senador seria a de "liberar geral" para o desmatamento.

"Só sobre o Bolsa Família, o importante é que o Governo Federal antecipou os pagamentos do Bolsa Família de outubro .... A parcela deste mês será a primeira com o novo piso de R$ 691,00. Segundo o Governo Federal, a antecipação dos pagamentos busca reduzir os impactos do Super El Niño sobre as famílias mais vulneráveis. ... O candidato Flávio Bolsonaro ontem no Pará disse que vai liberar geral, hein? Liberar geral as regras aí de preservação do meio ambiente ... e ele fala disso, né, de liberar, de acabar com os controles de preservação do meio ambiente ..."

Ele também afirmou que o pacote de R$ 250m bilhões em cortes citado por Flávio impactaria diretamente o Bolsa Família e o orçamento da educação.

"... ele fala assim, eu vou abrir minhas contas, vou abrir, pronto, acho que eu tenho medo de abrir as contas, abro mesmo, vou abrir as contas bancárias, vou liberar o sigilo telefônico, ... e podia explicar de lambuja como é que ele vai cortar R$ 250 bilhões do orçamento do governo federal ... saber onde vai cortar, né, onde que vai cortar, no Bolsa Família, parece que é, parece que é, na aposentadoria, parece que é também, parece que é, na saúde, tá parecendo também que é e na educação também, se não é, tem que dizer ..."

A petição cita ainda outros episódios em que a rádio tratou de temas centrais na campanha de Lula, como o fim da escala 6x1, aprovado pelo Congresso com o apoio do Palácio do Planalto. Na programação da Rádio nacional, o apresentador tratou a proposta como "uma das vitrines da campanha do presidente Lula à reeleição".

Há ainda menções elogiosas ao petista ao dizer que "o presidente Lula tem toda razão" em ter assinado medida provisória para proibir apostas e cassinos online. Sobre o mesmo tema, o apresentador afirmou que "no governo Bolsonaro não se fez nada, não havia nenhuma regulamentação".

© Reprodução/TV Globo

Flávio Bolsonaro (PL) em sabatina da TV Globo
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