What Is PHP? Why Are Government and Business Websites Going Offline?

© Vincent West/Reuters

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Se acuerdan del famoso “¿Por qué no te callas?” El rey Juan Carlos se lo gritó a Hugo Chávez en 2007 durante una Cumbre Iberoamericana. El entonces presidente de Venezuela había llamado “fascista” a José María Aznar. José Luis Rodríguez Zapatero, entonces jefe del Ejecutivo español, defendió a Aznar: “Se puede estar en las antípodas de una posición ideológica y no seré yo quien esté cerca de las ideas de Aznar, pero fue elegido por los españoles y exijo ese respeto”.

© Comunidad de Madrid (EFE)

© Nicole Craine for The New York Times

© Gabriela Bhaskar/The New York Times
Sites governamentais e empresariais de todo o mundo ficaram brevemente fora do ar nesta quinta-feira (22), levando a suspensão de alguns serviços online. Enquanto isso, operadores se esforçam para corrigir sistemas após a inteligência artificial ajudar a encontrar vulnerabilidades críticas em uma linguagem de programação amplamente utilizada.
Quase três dezenas de serviços do governo britânico estão indisponíveis e quatro estão “parcialmente indisponíveis” durante atualizações de segurança, informou a ministra do governo do Reino Unido, Elizabeth Lloyd, à Câmara dos Lordes.
“Nenhum serviço crítico de grande porte voltado ao público está sendo afetado pelo processo, mas alguns serviços limitados podem ficar temporariamente offline enquanto o trabalho de segurança é realizado”, disse um porta-voz do governo britânico a repórteres.
A Agência de Segurança Nacional dos EUA e a agência europeia de cibersegurança aconselharam as empresas a tomarem medidas imediatas para corrigir duas falhas críticas no PHP, uma linguagem de programação que alimenta 70% de todos os sites do mundo, incluindo o WordPress e o Drupal, um sistema de gerenciamento de conteúdo de código aberto.
A Fundação PHP, organização responsável pela linguagem de programação, lançou uma correção para os bugs, que estavam ocultos em seu software há anos, e recomenda que os operadores de sites atualizem seus sistemas imediatamente.
O popular site de notícias irlandês The Journal ficou temporariamente offline na manhã de quinta-feira enquanto reforçava suas “defesas”, conforme comunicado. O The Journal é a segunda fonte de notícias online mais utilizada na Irlanda, atrás apenas da RTÉ, a emissora nacional, de acordo com o Instituto Reuters.
As falhas no PHP – que originalmente significava Personal Home Page (Página Inicial Pessoal) – foram descobertas por equipes da OpenAI, da empresa de cibersegurança Wiz, pertencente ao Google, e de outra empresa de cibersegurança, a Calif. Os bugs, coletivamente chamados de PHP2Shell, poderiam permitir que invasores acessassem sites e lessem a memória, que poderia conter informações confidenciais, como senhas.
“Com o PHP por trás de uma parcela tão vasta da web, a exposição poderia alcançar praticamente todos os lugares onde as pessoas gastam dinheiro online”, disse Nigel Green, CEO do deVere Group, uma empresa de consultoria financeira.
“Plataformas de reservas, marketplaces, serviços de assinatura, sites de venda de ingressos, aplicativos de entrega e portais de serviços públicos podem estar armazenando dados de cartão em sistemas construídos com o mesmo tipo de código”, acrescentou.
Até mesmo líderes mundiais instaram as organizações a tomarem medidas. O primeiro-ministro holandês, Rob Jetten, afirmou que seu gabinete estava “monitorando de perto a situação em torno das vulnerabilidades do PHP”.
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, afirmou que as empresas devem considerar a suspensão de serviços, se necessário, para reduzir sua exposição. “Por favor, verifiquem se seus sites públicos utilizam PHP e preparem-se para aplicar a correção que será lançada hoje à noite… o mais rápido possível”, publicou ela na quarta-feira.
A companhia aérea japonesa ANA, a operadora ferroviária JR West e o maior banco do país, o MUFG, estavam entre as empresas que relataram a suspensão temporária de algumas páginas da web e serviços.
Na Europa, os sites governamentais da França, Dinamarca, Finlândia e Holanda, incluindo o da agência holandesa de segurança cibernética, foram temporariamente desativados enquanto correções de segurança eram implementadas.
A Fundação Wikimedia, organização sem fins lucrativos que administra a Wikipédia, disse à CNN Internacional na quinta-feira que estava “em processo de correção de vulnerabilidades de segurança no PHP” e que vários de seus sistemas foram desativados como “medida de precaução”.
A IA desempenhou um papel crucial na descoberta e correção de vulnerabilidades “que permaneceram ocultas no código-fonte do PHP por mais de uma década”, segundo a Wiz, que afirmou que o episódio marca um “ponto de inflexão para a IA”.
“O que a IA mudou foi a capacidade de entender as vulnerabilidades e transformá-las em uma exploração funcional”, escreveram os pesquisadores da Wiz em uma postagem de blog na quarta-feira, na qual descreveram o PHP como a “espinha dorsal da web”.
“Com modelos de IA de ponta e as ferramentas certas, um único pesquisador concluiu em uma semana o que antes levaria meses de trabalho para uma equipe de classe mundial”, acrescentaram.
Os erros foram descobertos no final de agosto, mas só foram divulgados ao público na quarta-feira, depois que a PHP apresentou uma correção.
Segundo a Cloudflare, provedora de infraestrutura web, que tem trabalhado com a PHP Foundation, a Calif, a OpenAI e a Wiz, as falhas podem permitir que invasores executem código remotamente, interrompam serviços e exponham dados de clientes para solucionar o problema.
Durante o processo de pesquisa, os pesquisadores da Wiz utilizaram o Gemini 4 Argon do Google, o Wiz Atlas e o GPT-5.6 Sol da OpenAI.
Pesquisadores da Wiz afirmam que o problema é comparável à falha Heartbleed de 2014, que afetou uma tecnologia de criptografia usada por cerca de dois terços da internet. O Heartbleed permitiu que cibercriminosos acessassem dados que deveriam estar protegidos.
Assim como o Heartbleed, os pesquisadores da Wiz afirmam que o PHP2Shell pode representar um ponto de virada na segurança cibernética. Embora as vulnerabilidades existissem há anos, a IA tornou viável sua exploração.
“As falhas subjacentes estavam presentes há décadas, mas demonstrar sua possibilidade de exploração exigia uma cadeia de etapas excepcionalmente complexa, no limite do que os pesquisadores humanos poderiam realizar na prática”, disseram os pesquisadores.
“Os modelos de IA de ponta reduziram substancialmente essa barreira, transformando uma falha antiga em uma vulnerabilidade.”
– John Liu, Anna Cooban, Amy Croffey e James Frater, da CNN, contribuíram para esta reportagem.
Estudo: Hackers: empresas do Brasil perderão R$ 2,2 trilhões em 3 anos

An uncanny strength of the second Trump administration has been its ability to be involved in so many scandals that no single one seems to become a dominant story.
Take the most recent allegations about Alina Habba, Trump's former personal defense attorney, who recently landed a plush gig working for Julio Herrera Velutini, a Venezuelan banker. Habba will get $50 million over five years to do unspecified work for a company that barely exists, according to The New York Times, while Herrera got a presidential pardon for a 2025 campaign finance charge.
That's just a typical day for the current White House, where the mingling of personal and public business has become routine. Some days, the story is President Donald Trump trying to help himself to taxpayer funds by suing the government he runs, or shipping billions of taxpayer dollars to a foreign mining company partially owned by his sons. Other times, it is Trump selling political influence in the form of digital coins, or his appointees getting caught in naked pay-to-play schemes. If you have a hard time keeping track of it all, I get it. The corruption is so deep and wide that focusing on any singular item becomes difficult.
But that constellation of corruption might finally be breaking through to voters ahead of next month's midterm elections.
A recent Fox News poll found that "government corruption" was the top issue for voters, ranking ahead of inflation and gas prices. Conservative commentators are taking notice.
"What they're saying is, 'Look, we're tired of you getting rich and us getting poor,'" former White House Chief of Staff Mick Mulvaney said this week.
Tim Carney, senior columnist at the conservative Washington Examiner, also tabs the corruption issue—along with other "avoidable mistakes" such as the Iran War and tariffs—as one of the major reasons why Democrats are likely to win the midterms:
Trump and his family have enriched themselves in this second term in ways more similar to third-world regimes or Cook County than to any previous administration. He and his family operate a financial company that has received heavy investments from Qatar's government. He's sold access to himself by selling otherwise worthless cryptocurrency. The IRS he controls settled a lawsuit with him, promising to pay him $1.8 billion (this settlement was voided by a judge).
Trump is not directly on the ballot next month, of course. And most voters might not be able to tell you the details of any single Trump scandal in detail. Even so, this may turn out to be the defining narrative of the second Trump administration, and there seems to be a growing consensus that Republicans have allowed (if not aided and abetted) his corrupt behavior, so it's time to give Democrats a shot at reining it in.
The Trump corruption issue is like the Biden cognitive decline issue in one key sense: Everyone around the president or even supporting him professionally from afar should be asked about it, and their lies/claims of ignorance should be hung around their necks like dumbbells.
— Matt Welch (@MattWelch) October 20, 2026
Vice President J.D. Vance told journalist Mark Halperin this week that he's "never seen any evidence that anybody's selling access to the president." When Halperin pushed back, Vance doubled down: "What I would say is I don't think there's evidence that the Trump family has become enriched by politics," the vice president said.
So either Vance isn't paying attention, or he's deliberately misleading. "Credit to Vance, it's as good an argument as is available to him," writes Daniel Foster at National Review. "The bad news is it's still not very good."
The internet nearly crashed on Wednesday as digital security and website administrators scrambled to patch two vulnerabilities in the PHP programming language that serves as the basis for many websites.
"Since its development in the 1990s, PHP has evolved into an essential scripting language for web development and is used across vast swaths of the internet in websites and software," explains Wired. "Everything from publishing systems like WordPress and Drupal to e-commerce platforms like Adobe's Magento are built on PHP."
Amid fears that hackers and AI agents could exploit the security weakness, many websites were taken offline. The National Security Agency and its counterparts in the United Kingdom and the European Union sounded the alarm. Even the prime minister of Japan, Sanae Takaichi, was telling website administrators to take the issue seriously.
The potential hacking abilities of advanced AI agents make these sorts of security risks more serious. In this case, however, the problem was also identified with the help of AI.
"Ryan Austin, a researcher at Calif, uncovered the flaws with help from GPT-5.6 Sol, one of OpenAI's most advanced models, during an audit of PHP's source code in August," The Wall Street Journal reports. Another security researcher had flagged the issue years ago, but it had never been fixed because it was considered "considered too difficult to exploit" by human hackers.
This is the future of humanity's digital landscape. "Given the severity of these flaws and PHP's widespread use, we consider this one of the most impactful security issues in recent memory," OpenAI said in a statement on Wednesday. "It highlights how AI can uncover security flaws with internet-scale impact, but the same capabilities can also help attackers rapidly develop offensive tools and exploits."
(A shoutout to Reason's web development team for keeping us up and running, today and every day.)
"Fanciful fiction." Media outlets also continue to face decidedly nondigital threats over articles and polls that make the president unhappy.
The White House threatened Politico on Wednesday with unspecified "consequences" for publishing "fanciful fiction" in a series of articles earlier this month about White House Chief of Staff Susie Wiles. If the articles are not retracted, it would trigger "an immediate review of Politico's relationship with the White House, and, of course, consideration of all other appropriate and available legal remedies," wrote White House counsel William O. Scharf in a letter to the media outlet's publisher.
Meanwhile, FCC Chairman Brendan Carr issued vague threats to broadcasters who cover what Carr called "Fake Polls" intended to "alter the normal patterns of voter turnout and enthusiasm."
These sorts of threats are an affront to the First Amendment, of course. But they are downstream of a more significant issue: the very existence of the FCC.
It's a problem, obviously, that the FCC is run by an authoritarian jackass. But the bigger problem is that the agency contains so many tempting tools for an authoritarian jackass to wield. https://t.co/Q4IJXntkOy
— Jesse Walker (@notjessewalker) October 21, 2026
A group dispatched by Hegseth's team in February attempted to move the historic globe, said to be used by Eisenhower during World War II.
They lifted it from its home in an Army office in the Pentagon … and dropped it. pic.twitter.com/vTjWdYXn0k
— Dan Lamothe (@DanLamothe) October 22, 2026
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© Geert Vanden Wijngaert/Associated Press
Tareas del día a día en internet, como consultar una cuenta bancaria, comprar un billete para viajar o hacer un trámite administrativo online, se han encontrado en las últimas 24 horas con un serio obstáculo: empresas y gobiernos de todo el mundo habían desconectado las páginas web con las que los ciudadanos realizan esas gestiones. Organizaciones públicas y privadas tomaron esta decisión como precaución tras desvelarse este martes dos fallos críticos —descubiertos por una inteligencia artificial— en el lenguaje de programación PHP, usado en casi el 70% de las webs.

© Vincent West (REUTERS)

© Bizuayehu Tesfaye/Las Vegas Review-Journal/Tribune News Service, via Getty Images

© Annegret Hilse/Reuters
De criador de uma página de humor que chegou a milhões de seguidores, Leonardo de Souza Xavier tornou-se coordenador de mobilização de rua da campanha de Lula, para aproximar o candidato dos jovens das periferias de Fortaleza.
Aos 34 anos, o recém-eleito deputado estadual do PSOL do Ceará, conhecido como Léo Suricate, foi convidado pelo prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão, do PT, para integrar a coordenação da campanha de Lula na segunda volta, assumindo a organização dos atos de rua e parte da ocupação das redes sociais.
A estratégia recebeu o nome de “Baile do 13” como uma resposta ao “Bloco do 22”, iniciativa associada à campanha de Flávio Bolsonaro que teve grande força no Nordeste durante a segunda volta.
A estratégia do campo progressista, explica Suricate, procura disputar não apenas votos, mas a linguagem cultural das periferias, usando paredões, funk, brega funk e piseiro para ocupar os mesmos territórios onde a direita vem tentando ampliar a sua influência
“A ideia desse movimento, que a gente está chamando de Baile do 13, é ocupar as periferias”, explicou Léo, que descreve o paredão como uma alternativa mais barata e menor do que palcos ou trios elétricos, e lembra que “13” é o número de Lula nas urnas.
A mobilização percorre uma freguesia diferente a cada dia e é feita, segundo Suricate, com participação direta das comunidades e de cerca de 30 coletivos periféricos.
Na noite de quarta-feira, o ato reuniu vários apoiantes vestidos de vermelho com bandeiras do PT na periferia de Fortaleza, e contou com a presença do ministro responsável pela articulação política do Governo Lula, José Guimarães.
O objetivo com a mobilização, descreve, não é apenas conquistar votos para Lula, mas sobretudo levar às urnas eleitores que deixaram de votar na primeira volta, num cenário em que a abstenção preocupa a campanha petista.
Na capital do Ceará, Lula somou 797.002 votos válidos e Flávio Bolsonaro 586.251, enquanto 233.859 dos 1.795.713 eleitores aptos não compareceram às urnas, numa abstenção de 13,02% na primeira volta.
O alerta se soma ainda ao fato de Flávio ter tido cerca de 2,2 milhões de votos a mais que Lula em todo o Brasil, num cenário de abstenção nacional em que 33 milhões de eleitores não foram votar.
“Esse movimento que a gente está fazendo de ato é mais para animar a galera [malta] do próprio bairro [freguesia] e sacudir o bairro para dizer: ‘Ei, vai votar, vai votar, vai votar’”, afirmou.
A preocupação com a participação eleitoral é acompanhada por uma ofensiva nas redes sociais, onde grupos ligados à campanha produzem vídeos e outros conteúdos para desconstruir Flávio Bolsonaro e divulgar propostas de Lula dirigidas sobretudo aos jovens.
A capacidade de falar com esse público nasceu muito antes da entrada de Léo na política institucional, a partir da periferia de Fortaleza e da criação, em 2012, da página de humor Suricate Seboso, inicialmente uma brincadeira dele com outros dois amigos ligados à cultura de periferia e à internet.
A mudança para a política ocorreu gradualmente, sobretudo depois de “La Casa dos Vetim”, série de baixo custo produzida em 2019 que utilizava humor para abordar violência urbana, evasão escolar e a realidade dos jovens das periferias de Fortaleza.
“La Casa dos Vetim me deu a oportunidade de ser porta-voz de uma geração que não estava sendo vista”, afirmou.
Mesmo com a fama de artista, e agora político eleito, Suricate não se afastou das suas raízes e por isso ainda mora num apartamento do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida, localizado na freguesia do Jangurussu, que reúne 70 mil moradores da periferia.
Suricate diz que sua relação com a política começou ainda na infância quando a família participou de mobilizações por água canalizada, e passou depois pelo movimento cultural e pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).
O seu mapa eleitoral, afirma, contrasta com o perfil tradicional do PSOL, concentrando votos em áreas periféricas de Fortaleza e menos no centro económico da cidade.
É dessa experiência que Léo diz retirar uma lição que o PT precisa ouvir, apesar de pertencer ao PSOL, partido que não integra formalmente a legenda de Lula.
Para ele, a campanha de Lula demorou a perceber a necessidade de uma comunicação mais direta com os eleitores, especialmente através das redes sociais e de formatos capazes de alcançar públicos que não acompanham os canais políticos tradicionais.
Léo Suricate vê ainda a disputa cultural como parte da batalha eleitoral, sobretudo diante da aproximação de setores da direita com linguagens, símbolos e estéticas nascidas nas periferias.
“Eu acho que a primeira coisa que a gente tem que ter é respeito com a cultura das pessoas”, afirmou, defendendo que a esquerda também ocupe esses espaços sem abandonar sua relação histórica com os territórios periféricos.
A Lusa esteve no seu comité de campanha e acompanhou vários jovens a produzir vídeo para as redes, sendo que numa das gravações eles dançavam pagode baiano, com letra política pró-Lula elaborado por pessoas da própria comunidade.
Entre batidas eletrónicas e várias vozes, a composição se refere a Lula como “o velho que representa”, critica a oposição ao dizer “Avisa, o Bolsonaro é perigoso! só quer ferrar com o povo!”, além de vários convites a rebolar e “votar 13”.
Há mais de uma década que há uma falha tecnológica no sistema que suporta uma grande parte da internet, que só agora foi deixada a descoberto pela Inteligência Artificial (IA). As vulnerabilidades estão, segundo uma reportagem da BBC, dentro de uma linguagem de programação chamada PHP, que tem sido usada internacionalmente desde os anos 2000 para construir sites.
Governos e agências de cibersegurança em todo o mundo estão a esforçar-se para conter as consequências da descoberta, esta quarta-feira 21 de outubro, e têm incentivado os operadores de sites a instalarem uma nova solução de emergência ou a considerarem retirar as suas plataformas da net.
A empresa de cibersegurança Wiz – uma das empresas cujos analistas descobriram as vulnerabilidades – descreveu as falhas como “as mais graves” já detetadas pela IA. A OpenAI, cuja tecnologia foi usada para identificar as falhas, chamou a descoberta de “uma das questões de segurança mais impactantes na memória recente”.
A maioria dos utilizadores talvez nunca tenha ouvido falar da PHP, mas provavelmente interagem com ele diariamente. “É a vulnerabilidade mais séria que já encontrei”, diz Ryan Austin, analista da empresa de cibersegurança Calif, que ajudou a descobrir a falha. Estudando a PHP há cerca de 20 anos, o analista descreve a vulnerabilidade “como um erro gramatical na estrutura da frase”, mas “em vez de soar disparatada, na verdade invade a sua casa”. E especifica que o tipo de informação a que hackers poderiam ter acesso: “qualquer coisa que tivesse sido armazenada”. A PHP está “dentro de muitos lugares que não se esperaria”. “Basicamente, é muito central para o funcionamento da internet”.
Em 2024, analistas da PHP Foundation – uma organização sem fins lucrativos que mantém e desenvolve uma linguagem de programação popular – encontraram uma falha teórica no PHP, mas não conseguiram perceber como um hacker poderia usá-la num ataque informático.
Em julho de 2026, a fundação foi aceite na iniciativa Patch the Planet da OpenAI, que visa usar IA de vanguarda para identificar falhas em softwares e corrigi-las. Em agosto, uma empresa de cibersegurança, a Calif – que fazia parte do projeto – encontrou a falha no PHP. Desde então, a fundação vinha trabalhando com as empresas num patch de software que poderia ser importado por utilizadores da PHP para corrigir as falhas. Mas o processo foi repentinamente dado a conhecer, forçando a PHP Foundation a antecipar o processo – e aguçando a curiosidade dos hakers. Por isso o patch foi lançado à pressa e os sites tiveram que ser removidos caso fossem alvo de ataques cibernéticos.
O caso é tão grave que uma das maiores agências de inteligência do mundo alerta para que as organizações afetadas devem desligar os seus sistemas até que haja uma solução definitiva. A divisão cibernética da Agência de Segurança Nacional dos EUA diz que aqueles que usam PHP devem preparar-se imediatamente “para uma atualização que aborde duas vulnerabilidades críticas”. “A PHP é amplamente usado para aplicações web. Essas vulnerabilidades fornecem frequentemente um caminho direto para o sistema de arquivos ou banco de dados do servidor. Se uma atualização imediata não for viável, recomenda-se que as organizações retirem o sistema do ar até que ele possa ser totalmente mitigado.”
El coche parece casi de juguete: se acerca a otros vehículos aparcados, activa unos propulsores para saltar por encima, aprovecha para dar una espiral en el aire y cae sobre el suelo como quien se tira al sofá para echar una siesta. Es el nuevo Tesla Roadster, que Elon Musk vende en X (antes Twitter) con el mensaje: “Resulta que en el futuro sí hay coches voladores”. Se trata de una afirmación como mínimo exagerada: no se sabe si esos propulsores sirven para algún tipo de vuelo sostenido ni si estarán disponibles en el modelo que se ponga a la venta.

© Tesla (via REUTERS)
Las herramientas de masaje facial se han convertido en un imprescindible en nuestra rutina de belleza. Desde los rodillos de jade hasta las conocidas piedras Gua Sha, disponibles en diferentes versiones y materiales, todas prometen mejorar el aspecto de la piel con tan solo dedicar unos minutos al día a realizar un masaje. Ahora se suma a la lista un nuevo gadget: el cepillo facial de drenaje linfático, que se ha hecho viral en redes sociales por su supuesto efecto para desinflamar el rostro.

© Victor Llorente for The New York Times

© Scott Ball for The New York Times
