French authorities ban some student protests after weekend looting, clashes





Sono sempre di più i viaggiatori che scelgono la propria destinazione lasciandosi ispirare dalle ambientazioni viste sul grande e piccolo schermo. Per questo motivo, negli ultimi anni, anche in Italia borghi, isole, città d’arte e paesaggi naturali sono diventati mete ambite soprattutto perché sono stati set di film e serie tv.
Si chiama cine-turismo (o screen tourism), ed è un fenomeno che anche nel nostro Paese sta acquisendo sempre più valore.
Secondo Jfc Tourism & Management, il cine-turismo in Italia genera un giro d’affari stimato in:
A livello internazionale, da come è emerso dal report annuale Unpack di Expedia Group, quasi un viaggiatore su cinque nel mondo ha prenotato un viaggio dopo aver visto una destinazione in un film o in una serie televisiva.
Una parte dei turisti organizza soggiorni di più giorni per esplorare le location, mentre altri inseriscono una singola tappa cinematografica in un itinerario già programmato. Entrambe le tipologie di visita possono generare ricavi, anche se con effetti differenti sulla durata della permanenza, sulla spesa media e sulla distribuzione dei benefici tra le attività locali.
Tra le destinazioni italiane che hanno conquistato visibilità internazionale grazie a film e serie televisive c’è sicuramente Favignana, in Sicilia. L’isola, anche grazie alla popolarità raggiunta con The Odyssey, di Christopher Nolan, ha visto le prenotazioni aumentare molto questa estate. Le prime stime, inoltre, individuano in questo interesse un potenziale economico anche nei prossimi anni.
Un’altra meta particolarmente nota è Taormina, sempre in Sicilia, che ha ottenuto nuova visibilità internazionale grazie alla serie The White Lotus. Il San Domenico Palace e gli scorci panoramici della città hanno contribuito in particolare a rafforzare l’immagine della destinazione presso un pubblico interessato a viaggi di lusso, gastronomia ed esperienze esclusive.
Restando ancora in Sicilia, meritano di essere menzionate anche Scicli e Punta Secca, nel Ragusano, dove il turismo è spinto da anni ormai dal successo de Il commissario Montalbano.
Tra le destinazioni che stanno beneficiando della visibilità televisiva c’è anche la Calabria, con località come Tropea e Isola di Capo Rizzuto coinvolte nelle riprese di Sandokan, mentre Matera è diventata una scenografia riconoscibile dopo aver ospitato produzioni internazionali come No Time to Die, il film della saga di James Bond.
Infine c’è Roma, che da Vacanze romane (con Audrey Hepburn e Gregory Peck) fino agli ultimi lavori internazionali (come To Rome with Love di Woody Allen), continua a esercitare un forte richiamo sugli appassionati che vogliono ritrovare le ambientazioni della pellicola.
Per sfruttare meglio le opportunità offerte dal cine-turismo, il ministero del Turismo, in collaborazione con Enit, ha promosso il progetto “Che spettacolo l’Italia! What a movie Italia is!”.
L’iniziativa prevede contributi pubblici per realizzare filmati di qualità cinematografica della durata compresa tra cinque e dieci minuti, destinati a essere distribuiti insieme a film per le sale e a serie televisive. Il progetto prevede un finanziamento fino a 400mila euro per i produttori, che si aggiungono agli aiuti già esistenti, con l’obiettivo di trasformare i set cinematografici e televisivi in strumenti di promozione delle destinazioni italiane, attraverso la produzione di contenuti ad hoc.





Nos últimos dias, a CNN acompanhou em Paris a SIAL (Salão Internacional da Alimentação), uma das principais feiras mundiais de alimentos e bebidas, onde mais de 150 empresas brasileiras participaram além de dez cooperativas da agricultura familiar com stands próprios pela primeira vez. Nos corredores, entre degustações, reuniões com compradores e apresentações de novos produtos, conversamos com exportadores brasileiros que tentam ampliar a presença do país no mercado internacional.
Havia de tudo: carnes, bebidas, óleos essenciais e produtos de empresas que começam a dar os primeiros passos fora do Brasil.
Nas conversas com empresários, a reportagem perguntou o que o governo brasileiro precisa fazer para ajudar o país a vender mais no mercado internacional. As demandas envolveram a abertura de novos destinos, a negociação de barreiras comerciais, o apoio às empresas que querem exportar e a manutenção de relações diplomáticas com os principais parceiros.
As respostas também trouxeram preocupações sobre a condução da política externa no próximo mandato presidencial, especialmente diante da disputa eleitoral entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
Nos planos de governo apresentados ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os dois candidatos prometem ampliar a presença brasileira no mercado internacional, mas partem de ênfases diferentes. Lula defende a continuidade da diversificação de mercados, o fortalecimento da diplomacia comercial e a ampliação de acordos, com prioridade para o multilateralismo e a integração regional.
Flávio propõe uma política externa orientada pelo pragmatismo econômico, com maior abertura comercial, aproximação com parceiros estratégicos e apoio à internacionalização de pequenas e médias empresas. Os dois também preveem medidas diplomáticas para enfrentar barreiras comerciais impostas por outros países.
A escolha de quem conduzirá a política externa e de quais interlocutores ocuparão posições estratégicas está entre as preocupações dos exportadores ouvidos pela reportagem.
No atual governo, o embaixador Celso Amorim, assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, é uma das figuras centrais da política externa. Parte do empresariado critica a orientação diplomática do governo e manifesta preocupação com os efeitos de divergências políticas sobre as relações comerciais.
No atual governo, o embaixador Celso Amorim, assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, é uma das figuras centrais da política externa. Parte do empresariado critica a orientação diplomática do governo e manifesta preocupação com os efeitos de divergências políticas sobre as relações comerciais.
Um dos pontos de discussão é a aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica, criada para permitir que o Brasil responda a medidas comerciais consideradas prejudiciais aos seus interesses. Em episódios envolvendo restrições impostas por parceiros como Estados Unidos, China e União Europeia, o debate passou pela forma como o país deve reagir e pelos possíveis efeitos das contramedidas sobre as empresas brasileiras.
Para os exportadores, a questão é conciliar a defesa dos interesses nacionais com a manutenção do acesso aos mercados. Uma resposta comercial pode servir como instrumento de negociação, mas também exige avaliar os impactos sobre produtores e empresas que dependem das vendas externas.
Entre os empresários que acompanham a eleição, também há preocupação com os nomes que poderão ocupar postos estratégicos em um eventual governo Flávio Bolsonaro. A possibilidade de Eduardo Bolsonaro assumir o Ministério das Relações Exteriores ou a Embaixada do Brasil nos Estados Unidos é vista com ressalvas por parte dos interlocutores ouvidos pela reportagem.
Entre os empresários que acompanham a eleição, também há preocupação com os nomes que poderão ocupar postos estratégicos em um eventual governo Flávio Bolsonaro. A possibilidade de Eduardo Bolsonaro assumir o Ministério das Relações Exteriores ou a Embaixada do Brasil nos Estados Unidos é vista com ressalvas por parte dos interlocutores ouvidos pela reportagem.
O mercado americano é um destino importante para diferentes cadeias do agronegócio brasileiro, assim como China e União Europeia. Por isso, a composição da equipe diplomática é acompanhada pelo setor, que depende de canais de negociação com governos estrangeiros para tratar de tarifas, exigências sanitárias e condições de acesso.
Além das relações políticas, os exportadores apontam medidas práticas para ampliar os negócios. Entre elas estão a negociação de protocolos sanitários para permitir a entrada de produtos brasileiros, o fortalecimento da rede de adidos agrícolas nas embaixadas, a organização de missões comerciais e o apoio às empresas interessadas em acessar novos mercados.
A abertura de um mercado, porém, não significa que as exportações começarão imediatamente. Depois da autorização, as empresas ainda precisam atender às exigências do país importador, encontrar compradores, negociar preços e estruturar a logística.
Desde 2023, o Brasil abriu mercados para cerca de 700 produtos agropecuários em 99 países, segundo dados divulgados pelo governo federal. Essas aberturas estão associadas a uma corrente de comércio estimada em US$ 4 bilhões. O indicador reúne oportunidades comerciais relacionadas aos novos acessos, mas não deve ser confundido com receita já obtida exclusivamente com essas autorizações.
A diversificação também busca reduzir a dependência de poucos destinos. A China, por exemplo, tem peso relevante nas exportações brasileiras de soja, carnes e outros produtos. Mudanças nas regras de importação, nas tarifas ou nas condições de compra podem afetar diretamente setores que concentram suas vendas em determinados mercados.
Para as empresas, ampliar o número de compradores não significa substituir os parceiros tradicionais, mas criar alternativas para escoar a produção e reduzir a exposição a restrições comerciais.
A próxima gestão terá de dar continuidade às negociações em andamento, buscar novos acordos e apoiar a transformação das autorizações sanitárias e comerciais em embarques efetivos. Também precisará lidar com eventuais conflitos comerciais sem interromper os canais de diálogo com os principais destinos das exportações brasileiras.
Sì, un rischio di contagio dalla Francia c’è per l’Europa. E comunque, se proprio la si vuol raccontare tutta, la Germania è messa peggio dei cugini d’Oltralpe. Daniel Gros, economista tedesco, direttore dell’Institute for European policymaking presso la Bocconi, la prende di petto quando gli si chiede se la polveriera francese, di cui sabato scorso qualcuno ha visto lo spettro per le vie di Milano, sia un rischio per il Vecchio continente, a quindici anni dal dramma della crisi greca. Mario Draghi, certo, non vede particolari pericoli, arrivando a giudicare del tutto fuorviante e dispersivo anche il solo immaginare un intervento della Bce sul debito francese. Per Gros, invece, un rischio, seppur calcolato e minimo, c’è.
Gros, la Francia è una pentola a pressione. Nessuno vuole tirare fuori dall’armadio i fantasmi della crisi greca. Però…
Un pericolo di contagio, contenuto per il momento, c’è. Dipenderà molto da quello che faranno gli altri Paesi e anche la stessa Bce. Ma il rischio, lo ripeto, c’è.
C’è chi ha fatto notare, con cognizione di causa, che oggi l’Europa sia decisamente più grande e vaccinata rispetto a dieci o quindici anni fa. Stiamo negando il problema provando a nasconderci dietro un dito?
No, oggi l’Europa è certamente più attrezzata di quindici anni fa. E anche per questo molti Paesi stanno meglio di anni fa. Però il vero punto sono le banche: oggi il sistema continentale del credito è molto più robusto e strutturato rispetto al 2008, quando esplose la crisi di Lehman Brothers ci colse impreparati.
Se le dico che oggi la Francia è la grande malata d’Europa, lei è d’accordo?
La Francia non è la Grecia. E comunque, l’economia di Parigi non è poi messa così male. Anzi, le dico di più, cresce più di quella tedesca, se in Europa c’è una grande malata, quella è la Germania.
D’accordo, concesso. Però le immagini delle devastazioni per le strade delle città francesi parlano chiaro. Come si è arrivati a questo?
La Francia, ed è questo il problema più della crescita, ha un sistema politico paralizzata ed è per questo che i conti pubblici sono sfuggiti di mano. Parigi viene da quindici anni di politiche keynesiane, l’austerità l’avrebbe dovuta fare quando le cose andavano meglio di adesso.
Lei ha citato la Germania. In effetti Berlino, tra concorrenza cinese e dipendenza energetica dalla Russia, è messa male. La crisi, drammatica, di Volkswagen sta lì a dimostrarlo. Come si immagina l’ex locomotiva d’Europa tra cinque anni?
Siamo vicini al fondo della valle, i settori energivori stanno lasciando la Germania, mentre il settore automobilistico si sta riconvertendo, passando dalle macchine agli armamenti. Toccando il fondo, forse, ci potrà essere qualche cambiamento significativo.
Parliamo di energia. L’Italia è tra i Paesi in Europa che batte maggiormente i pugni sul tavolo per riformare, se non azzerare, il meccanismo della tassazione del carbonio, l’Ets. Le pare una battaglia giusta?
Francamente, l’ultima cosa che cambierei in Europa è proprio il sistema Ets, che è indolore ed efficace nel ridurre le emissioni. Magari si possono abolire altri regolamenti che impattano sul prezzo dell’energia. Ma l’Ets credo che ci serva.
L’Europa e le banche. Il futuro, viene detto da più parti, è il consolidamento: spalle larghe per competere con i giganti di Cina e Stati Uniti. E l’immancabile mercato unico dei capitali…
Non sono d’accordo. Non vedo il bisogno di aggregazioni per competere con i colossi americani, che fanno profitto dalla loro posizione da oligopolio. Le ricerche non evidenziano economie di scala per le banche oltre una dimensione di bilancio di qualche miliardo.
Insomma?
La competitività delle banche europee dipende meno dall’assenza di un mercato unico dei capitali e più da costi di personale molto rigidi, che rallentano l’adozione di tecnologie. Il caso Commerzbank (la banca tedesca sempre più vicina alle nozze con Unicredit, ndr) ci insegna che è più importante avere un mercato e una concorrenza per corporate control, che un mercato unico dei capitali a livello europeo.

© Copyright 2018 The Associated Press. All rights reserved.

© Copyright 2018 The Associated Press. All rights reserved.

© Copyright 2018 The Associated Press. All rights reserved.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR


© Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved

© Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved