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Sánchez regala un ajedrez a Broncano y el presentador responde: “No tenemos nada para ti, que así empezó lo de Zapatero”

22 October 2026 at 21:51
Pedro Sánchez en 'La Revuelta'

Pedro Sánchez ha visitado este jueves La Revuelta, el programa de La 1 presentado por David Broncano, en plena precampaña de las elecciones generales del 29 de noviembre. El presidente del Gobierno ha sido el primer candidato a la Presidencia en acudir al espacio, que también ha invitado a los representantes del Partido Popular, Vox y Frente Amplio.

La aparición de Sánchez coincide con el desacuerdo entre PSOE y PP sobre los debates electorales. Los socialistas plantean un cara a cara con Alberto Núñez Feijóo el 16 de noviembre y un debate a cuatro el 26 de noviembre en Radiotelevisión Española (RTVE), una opción que los populares rechazan al defender que ese segundo encuentro se celebre en Atresmedia. Vox también ha cuestionado la propuesta del PSOE. Al inicio de la entrevista, Sánchez ha regalado un ajedrez a Broncano.

Al comienzo de la entrevista, Sánchez ha regalado a Broncano un tablero de ajedrez con sus piezas, después de comentar la afición del presentador por ese juego. “Nosotros hoy para el presidente no tenemos nada, porque así empezó lo de Zapatero y fíjate la que se lió”, ha respondido Broncano entre risas.

Pedro Sánchez conversa de pie con David Broncano en el escenario del programa La Revuelta de Televisión Española. (RTVE)

El presentador ha recibido al jefe del Ejecutivo con una insignia de RTVE con la bandera de España y ha bromeado con que el programa se había convertido en “El jefe infiltrado”. Broncano también ha dicho que Sánchez sería presidente “por poco tiempo”, en alusión a los sondeos, a lo que el líder socialista ha replicado: “Yo aspiro a renovar cuatro años”.

(En ampliación)

Las noticias como son

Amado Gil y José Luis Ramos, con Luz Escobar e Hildebrando Chaviano: ministro cubano de Transporte reconoce que el sector tocó fondo. Después que EEUU denunció mercenarismo cubano en guerra de Ucrania, La Habana reporta juicios. Ley de educación, mantiene control del gobierno.

Protestas en Venezuela aumentaron 229 % durante los primeros nueve meses de 2026

Las protestas en Venezuela aumentaron un 229,3 % entre enero y septiembre de 2026, en comparación con el mismo período del año anterior, según el más reciente balance del Observatorio Venezolano de Conflictividad Social (OVCS), que documentó 5.757 manifestaciones en distintas regiones del país. El incremento refleja una mayor actividad de protesta ciudadana, impulsada por reclamos económicos, sociales y políticos. Entre las principales exigencias figuran mejoras salariales, pensiones...

El Lugano sonroja al Getafe en el Coliseum

22 October 2026 at 20:14

Rara vez el Getafe se ve tan superado en intensidad en un encuentro. Este jueves, ante su afición, el equipo de Bordalás terminó sonrojado por un Lugano que, con un esfuerzo coral y una gran efectividad, le endosó una manita a los azulones, que han iniciado la Conference con solo un punto en dos partidos.

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© Susana Vera (REUTERS)

Ajeti dispara a puerta durante el partido entre el Getafe y el Lugano.

“Os sucessivos governos não souberam ler a realidade algarvia”: Máximos históricos do preço da Habitação levam o povo à rua

22 October 2026 at 20:07

O Algarve é a segunda região mais cara do país para arrendar, com 20,8 euros por metro quadrado, apenas atrás da Área Metropolitana de Lisboa (22 euros/m2). Os preços subiram 15,2% em setembro, face ao mesmo mês de 2025, a maior subida regional em todo o país e Portimão mantém-se como o município algarvio mais caro, com um preço mediano de 20,3 euros/m2, seguido de Loulé (18,8 euros/m2), Silves (15,3 euros/m2), Faro (14,8 euros/m2) e Tavira (14,4 euros/m2). Só entre julho e setembro deste ano, o aumento do preço no distrito foi de 24,5%. Se recuarmos uns anos até setembro de 2022, arrendar uma casa no Algarve custava 11 euros por metro quadrado, enquanto no mesmo mês de 2026 custa 20,8 euros. No que toca à compra o cenário é semelhante: o preço era, em setembro de 2022, 2926 euros por metro quadrado, um valor que atingiu 4216 euros quatro anos depois e assinalou um novo máximo histórico segundo dados do Idealista. Os locais mais caros continuam a ser Loulé (5.194 euros/m2), Lagos (4.729 euros/m2) e Albufeira (4.194 euros/m2) e os mais baratos Alcoutim (1179 euros/m2), Monchique (3029 euros), Olhão (3383 euros) e Silves (3398 euros). Já o site da Mareante Insights, que realiza estudos de mercado, publicou um «semáforo» de pressão no arrendamento. Entre os concelhos com 100 ou mais contratos por ano, arrendar uma casa de 70 m² pesaria, em São Brás de Alportel, cerca de 37% do rendimento mediano de um agregado. É o único município algarvio situado na cor intermédia, o amarelo. Com o vermelho de “esforço alto: acima de 40%” destaca-se Albufeira (77%), Lagos (76%), Loulé (72%) e Tavira (71%). Portimão (69%) e Silves (60%) apresentam uma percentagem acima de 60 e Vila Real de Santo António, Lagoa, Faro e Olhão acima de 50%. Também Vila do Bispo, Monchique, Castro Marim e Aljezur situam-se na zona vermelha, mas a plataforma sublinha uma “leitura frágil” devido ao número reduzido de contratos de arrendamento.

Mais de 200 pessoas manifestaram-se em Faro pelo direito à Habitação. Créditos: David José Marreiros

“Casas para morar, não para especular” O paradigma atual da Habitação levou mais de 200 pessoas a uma manifestação, no dia 17 de outubro, junto ao Forum Algarve, em Faro, organizada por vários movimentos com o apoio do Movimento “Acampada Faro”. Cidadãos de todas as idades gritaram frases como “Algarve unido jamais será vendido”, “Queremos casa, chão, direito à Habitação” e “Casas para morar, não para especular”, enquanto as apitadelas dos carros mostravam apoio à causa e, de vez em quando, ouvia-se um crítico “vão trabalhar”. Nos cartazes de protesto liam-se frases contra o Governo e a especulação, frases irónicas, piadas, sátira política e referências ao 25 de Abril. Todas convergiam numa mensagem final: “a Habitação é um direito”. Ao Jornal do Algarve, Catarina Negrão, uma das manifestantes e membro do movimento “Algarve em Resistência”, defendeu que a Habitação é hoje “um ativo financeiro que perdeu a sua função social” e é necessário “reconqui...

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Los editores europeos reclaman "medidas urgentes" a la Comisión Europea para frenar las nuevas condiciones comerciales de Meta sobre el uso del contenido de los medios

22 October 2026 at 19:10
Los nuevos términos de Meta permiten a la compañía recopilar y almacenar sin consentimiento todos los contenidos de periodísticos de las empresas que tengan un perfil en cualquiera de sus redes sociales Leer

Los nuevos términos de Meta permiten a la compañía recopilar y almacenar sin consentimiento todos los contenidos de periodísticos de las empresas que tengan un perfil en cualquiera de sus redes sociales

El PP rechaza un debate a cuatro en RTVE que el PSOE impone para un cara a cara en Mediaset

22 October 2026 at 16:47
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El PSOE ha aceptado este jueves la propuesta lanzada inicialmente por el PP de celebrar un cara a cara electoral entre el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, y el jefe de la oposición, el popular Alberto Núñez Feijóo, el lunes 16 de noviembre, tres días después de iniciarse la campaña electoral, en “medios privados”, pero el PP, que había propuesto celebrarlo en Mediaset, ha rechazado celebrar un debate con los cuatro candidatos principales (PSOE, PP, Vox y Frente Amplio) en RTVE el día 26, a tres días de los comicios, como exigen los socialistas a cambio. Los populares exigen que este se celebre ese mismo día en Atresmedia, como habían propuesto.  

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F1: Matematicamente Antonelli pode conquistar título mundial no GP dos Estados Unidos

22 October 2026 at 18:02

Andrea Kimi Antonelli, da Mercedes AMG Formula One Team, encara no GP dos Estados Unidos da Fórmula 1 a sua primeira chance de colocar as mãos no título mundial. Acontece que, para ser coroado campeão mundial de Fórmula 1, apenas a vitória pode fechar o campeonato e arrecadar a titularidade máxima.

O jovem italiano chega ao Circuito das Américas com uma liderança de 102 pontos sobre o seu companheiro de equipa George Russell, segundo classificado. Até ao encerramento do calendário, com mais seis etapas por cumprir – isto se Qatar e Abu Dhabi se realizarem – há mais 150 pontos em jogo. Após a competição de Austin, estarão 125 na mesa.

Portanto, para alcançar o título já no próximo domingo, 25 de outubro, o piloto de 21 anos precisa aumentar sua vantagem em mais 23 pontos. Portanto, Kimi Antonelli precisa ganhar a corrida para somar os 25 pontos da prova. Caso isso não aconteça, então não ficará com o título nos Estados Unidos.

Resumindo, a hipótese de Antonelli se consagrar já no domingo existe, mas vem a seguir o GP do México na próxima semana, dia 1 de novembro e na sequência, está aí o GP de São Paulo (Brasil), em 8 de novembro.

Nos Construtores, a Mercedes, por outro lado, ainda não pode garantir o título, pois precisaria sair de Austin com uma vantagem de 215 pontos sobre a segunda colocada Ferrari. Considerando que a vantagem atualmente é de 134, o México é a primeira oportunidade para a marca alemã conquistar seu primeiro campeonato desde 2021.

Classificação no Campeonato de Pilotos

  1. Kimi Antonelli – 340
  2. George Russell – 238
  3. Lewis Hamilton – 229
  4. Max Verstappen – 221
  5. Charles Leclerc – 215
  6. Lando Norris – 201
  7. Oscar Piastri – 138
  8. Isack Hadjar – 97
  9. Liam Lawson – 75
  10. Pierre Gasly – 41

"Femininas, não feministas". As mulheres que apoiam Flávio

22 October 2026 at 17:31
Priscila despertou para a política com Jair Bolsonaro. Dayene admira figura da mulher Michelle. Lula capta mais o voto feminino — mas há mulheres que optam pelo bolsonarismo.

© José Carlos Duarte

Priscila Faria (à esquerda) e Dayene Vital da Silva (à direita) — duas mulheres conservadoras

Trump’s three blows to American car companies

22 October 2026 at 16:28

Shortly after starting his second term, President Donald Trump urged the American auto industry to help realize his dream of a domestic manufacturing revival.

He began by promising untold riches from tariffs on foreign automakers.

“Congratulations, if you make your car in the United States, you’re going to make a lot of money,” Trump told NBC News in March 2025. “If you don’t, you’re going to have to probably come to the United States, because if you make your car in the United States, there is no tariff.”

Trump cast himself as a friend to American carmakers. But it didn’t take long for him to show how unpredictable that friendship could be — and how much it could threaten their bottom line.

In less than two years, three major policy decisions from the Trump administration have left the American auto industry in a worse position than it had been in 2024, struggling to keep pace with Chinese electric-vehicle makers, paying more for materials and facing weaker demand for traditional gasoline-powered vehicles.

Step 1: The attack on electric vehicles

The shift toward electric cars was already underway when President Joe Biden took office, but he helped nudge it along.

The Biden administration encouraged automakers to build EVs by imposing stricter fuel economy standards for gas-powered cars and creating a $7,500 tax credit to help consumers buy electric.

Foreign automakers were gaining ground in the U.S. market, and Detroit’s Big Three saw affordable EVs as a chance to win customers back. They bet heavily on that future, building battery factories and rolling out scores of new models. For a while, sales surged.

The transition proved harder than automakers had hoped. As Biden left office, EVs remained too expensive for many buyers, and demand was not growing fast enough to justify the industry’s ambitious plans. Still, American automakers were willing to wait. Before Trump returned to the White House, Ford, Stellantis and General Motors asked him to keep the EV mandates in place.

Trump ignored the request, pulling away the supports that had helped the market grow. His administration paused $3 billion in federal funding for a program to expand charging stations. Then, in the summer of 2025, Republicans scrapped the $7,500 tax credit for EV buyers.

The president, however, threw his support behind Tesla, the EV automaker run by billionaire Elon Musk, who served as the chief architect of the chaotic Trump-backed effort to downsize the federal government. At one point in March 2025, Trump turned the White House grounds into a makeshift showroom featuring Tesla vehicles and bought a red Model S at market price. The presidential stamp of approval though did nothing to end the 40% freefall in Tesla’s share prices through the spring.

Meanwhile, Detroit’s automakers were left scrambling to change course. They took $52 billion in losses on their short-lived push toward an electric future. Stellantis, the maker of Jeep, accounted for about half the total. Ford discontinued its all-electric F-150 Lightning pickup — the same truck Biden had once taken for a spin.

“Instead of plowing billions into the future knowing these large EVs will never make money, we are pivoting,” Ford CEO Jim Farley told The Wall Street Journal in December.

Step 2: Impose tariffs

Next came the tariffs. Trump quickly revived the trade wars from his first term, imposing taxes on imported cars starting in March 2025.

Some auto parts qualified for an exemption under the U.S.-Mexico-Canada trade agreement his first administration negotiated in 2020. But the tariffs still raised costs for American-made cars, which rely on imported parts and raw materials. Steel and aluminum — two essentials of carmaking — were hit with steep tariffs too.

Trump seemed to focus on the promised benefits while overlooking the bill his policies were handing automakers.

“They’ve come a long way. It’s amazing what tariffs will do for GM and what the [2024] election has done,” Trump said in late July, standing alongside General Motors CEO Mary Barra and other executives at a company proving ground in Michigan. “General Motors is doing fantastic … we’ve been very good to General Motors.”

GM’s own financial disclosures told a less triumphant story. The company reported to the Securities and Exchange Commission that tariffs could cost it as much as $3.5 billion in 2025. GM also pulled back on its EV manufacturing plans, though it continued to offer a dozen electrified models.

Step 3: Start a war with Iran

The final link in the chain was the war with Iran. The conflict disrupted oil shipments through the Strait of Hormuz, pushing Brent crude past the dreaded $100 a barrel. As gas prices climbed, more drivers began looking again at electric vehicles — the very market Detroit’s automakers had scaled back.

The shift is happening around much of the world. Ember, a clean-energy think tank, reported record EV sales this year in 49 countries, including Germany, New Zealand, Chile and Uruguay. The contrast with the United States is stark: U.S. EV sales fell about 31% in the first eight months of 2026, according to Reuters.

China, meanwhile, has made major strides in the global shift to electric vehicles. Its automakers are expanding into new markets, including Canada, where Prime Minister Mark Carney struck a deal with Chinese leader Xi Jinping earlier this year to open the market to Chinese EVs.

The American auto industry wanted an ally in Trump. Instead it got tariffs that raised costs, a weakened domestic EV supply and a future outlook clouded by uncertainty.

This is a preview of MS NOW’s Project 47 Newsletter. As President Trump continues implementing his ambitious agenda, get expert analysis on the administration’s latest actions and how others are pushing back sent straight to your inbox every Tuesday. Sign up now.

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PSOE y PP chocan por el 'debate a cuatro': Sánchez quiere RTVE y Feijóo, Atresmedia

22 October 2026 at 16:46

PSOE y PP chocan por el 'debate a cuatro': Sánchez quiere RTVE y Feijóo, Atresmedia

Ambos partidos aceptan un 'cara a cara' organizado por Mediaset entre los principales candidatos a la Presidencia del Gobierno el día 16 de noviembre, pero Feijóo vuelve a plantar a la cadena pública y reta al líder socialista a dejar el atril vacío en el que contará también con Vox el Frente Amplio en las cadenas del Grupo Planeta

El PP plantea un 'cara a cara' de Feijóo y Sánchez, un debate a cuatro y otro de portavoces para el 29N

Los debates electorales vuelven a enfrentar al PSOE y al PP. Si en 2023 los de Alberto Núñez Feijóo plantaron a RTVE en el 'debate a cuatro', esta vez la discrepancia es por dónde hacerlo: mientras el equipo de Pedro Sánchez aboga por la propuesta de la corporación pública, el PP apuesta por la oferta del grupo privado Atresmedia, editora de Antena 3 y La Sexta. El que sí se hará es el debate 'cara a cara', previsto para el 16 de noviembre en Mediaset (Telecinco y Cuatro).

Pedro Sánchez ha aceptado este jueves participar en un ‘cara a cara’ electoral con Alberto Núñez Feijóo el lunes 16 de noviembre. Así lo ha confirmado el PSOE en un comunicado en el que, además, acepta también la invitación de RTVE a participar en el debate a cuatro el jueves 26 de noviembre. “El PSOE no elegirá ni vetará a ningún grupo mediático. En su lugar, pide a todos los grupos que encuentren un acuerdo entre ellos y que emitan la señal en abierto para todas las cadenas, como ya se ha comprometido a hacer TVE”.

Pero el PP ha reaccionado inmediatamente para bloquear la opción de la radiotelevisión pública, como ya hiciera en 2023. “No habrá debate a cuatro en RTVE”, apuntan fuentes oficiales del PP. Las mismas fuentes añaden: “No entendemos el intento de boicot del PSOE a Atresmedia”.

“Los debates serán el 16 en Mediaset y el 26 en la cadena en la que hace tres años sí le valía debatir a Pedro Sánchez”, concluye el comunicado del PP.

Lo que obvian en Génova es que fue Feijóo quien boicoteó en 2023 el de RTVE, que hizo un 'debate a tres' entre Sánchez, la entonces líder de Sumar, Yolanda Díaz, y el candidato de Vox, Santiago Abascal. Los tres repitieron en Atresmedia, donde sí acudió el líder del PP.

Debate electoral en Madrid
Debate electoral en Madrid

La diferencia con entonces, al menos a día de hoy, es que tanto la propuesta de RTVE como la de Atresmedia son para el mismo día: el 26 de noviembre, penúltimo día de campaña.

“Atril vacío”

Preguntados si, como en 2023, Feijóo plantará a RTVE, desde el equipo de Feijóo contestan: “Ya veremos si deja vacío el atril de Atresmedia Pedro Sánchez”.

El PSOE considera que, “al menos, deben existir dos encuentros entre los cabezas de lista y que se debe seguir el precedente establecido en las pasadas elecciones de julio de 2023: un debate ‘cara a cara’ organizado por un grupo privado al inicio de la campaña y un debate con los cuatro candidatos principales organizado por la televisión pública. Siendo indispensable que ambos encuentros se produzcan”.

Los socialistas reprochan a Feijóo que en las últimas generales de 2023 “dejó su atril vacío y plantó a la radiotelevisión pública en el debate a cuatro, hurtando a los españoles la posibilidad de contrastar su programa con el resto de fuerzas políticas”. “El PSOE no va a vetar a ninguna cadena privada de igual forma que no vamos a consentir, bajo ningún concepto, el veto a la televisión pública. La misión de servicio público que la Constitución y las leyes encomiendan a Radio Televisión Española tiene en los debates electorales una de sus expresiones más esenciales y garantistas”, añaden.

Hasta ahora, el PP ha planteado hasta tres debates electorales de ámbito nacional para la campaña de los comicios del próximo 29 de noviembre: un 'cara a cara' entre su candidato, Alberto Núñez Feijóo, y el del PSOE, Pedro Sánchez; uno a cuatro, que incluya a Vox y al nuevo Frente Amplio; y otro de portavoces parlamentarios. Así lo ha anunciado en un comunicado en el que, además, anuncia que Feijóo no dará entrevistas a RTVE en programas de “productoras externas”.

El caso de la ONG investigada en Ceuta por la presunta entrega de espráis a migrantes: la Guardia Civil registra dos locales y detiene a dos activistas

22 October 2026 at 16:40
Operativo de la Guardia Civil desplegado este jueves en La Almadraba. (Salva Carnicero-Europa Press)

La Guardia Civil investiga la presunta incitación a migrantes para atacar a integrantes de las fuerzas de seguridad en Ceuta, una causa que ha derivado este jueves en registros en dos locales vinculados con organizaciones de atención humanitaria y en la detención de dos activistas, un hombre y una mujer.

La investigación se centra en No Name Kitchen (NNK), según han publicado medios como El Mundo y El Confidencial, aunque la Guardia Civil no ha identificado de forma oficial a la entidad bajo investigación ni ha detallado los indicios que sustentan la hipótesis. Las pesquisas analizan una posible distribución de espráis de pimienta u otros materiales a personas migrantes con el supuesto fin de agredir a policías, guardias civiles y militares.

El operativo se ha desplegado en dos inmuebles situados en la Almadraba y el polígono industrial del Tarajal. Las actuaciones contaban con autorización judicial y han participado agentes de las unidades de Policía Judicial e Información de la Guardia Civil.

Una mujer detenida en Valencia y un hombre en Ceuta

Fuentes de la Guardia Civil han indicado a Europa Press que la operación ha concluido con dos detenidos: una activista arrestada en Valencia y un activista detenido en Ceuta. Ambos están vinculados a la investigación abierta contra una organización humanitaria por la presunta instigación a ataques contra integrantes de las fuerzas de seguridad desplegadas en la ciudad autónoma.

El dispositivo comenzó pasadas las 6.30 horas y los registros finalizaron después de las 10.00, aunque la causa continua abierta. Durante las primeras horas de la intervención, el Instituto Armado comunicó que no se habían practicado arrestos.

La Guardia Civil saliendo de la nave de la ONG. (EFE)

Los agentes trasladaron además a tres varones migrantes desde el local de la Almadraba a dependencias de la Policía Nacional, donde debían ser identificados. También retiraron cajas con material de los dos espacios inspeccionados.

Medios locales señalaron que varias personas presentes en una nave del Tarajal entregaron sus teléfonos móviles antes de que los agentes las condujeran fuera del inmueble. El local quedó clausurado mientras duró el registro.

De Belgrado a las fronteras europeas

Las instalaciones investigadas no son de uso exclusivo de una sola entidad. En esos espacios operan de forma coordinada distintas organizaciones que preparan alimentos y entregan ropa y bienes de primera necesidad a personas migrantes que viven en la calle en Ceuta.

Uno de los locales, el situado en la Almadraba, ha sido utilizado por No Name Kitchen. La organización nació en 2017 en Belgrado, Serbia, cuando un grupo de voluntarios comenzó a repartir comida y asistencia básica entre migrantes que habían quedado bloqueados en la ruta de los Balcanes tras el cierre de la frontera con Hungría.

Con el tiempo, NNK extendió su presencia a otros puntos de tránsito migratorio de Europa. Su actividad declarada incluye la distribución de alimentos, mantas, ropa y artículos de higiene, además de asistencia sanitaria básica y acompañamiento legal para personas en situación de vulnerabilidad.

La organización participa también en campañas de denuncia sobre políticas migratorias y presuntos abusos en las fronteras. Formó parte de la creación de Border Violence Monitoring Network, una red dedicada a reunir testimonios sobre denuncias de violencia y devoluciones de migrantes sin garantías legales.

La ONG rechaza las acusaciones y anuncia acciones judiciales

Tras conocerse el operativo, No Name Kitchen ha negado que alguno de sus integrantes hubiera sido detenido o hubiera recibido una orden de arresto. La entidad ha rechazado así las informaciones que la vinculan con los dos activistas arrestados.

La ONG sostiene que, durante el registro de sus instalaciones, los agentes no encontraron armas, explosivos ni espráis de pimienta, y ha afirmado que nunca contó con ese tipo de materiales. También ha negado haber alojado en sus espacios a personas en situación administrativa irregular.

Según el comunicado de NNK, los guardias civiles accedieron al local tras derribar la puerta, sin comunicación previa. La organización ha asegurado que miembros de su equipo fueron inmovilizados y esposados durante la intervención.

La entidad ha denunciado además que no recibió un acta del registro ni un inventario firmado de los objetos intervenidos, entre ellos teléfonos y ordenadores. NNK ha calificado el operativo como parte de una “campaña de criminalización e intimidación” contra su labor en la ciudad autónoma y ha anunciado que recurrirá a la vía judicial frente a las actuaciones que considere injustificadas.

La investigación deberá determinar el origen del material intervenido, la vinculación de los detenidos con los espacios registrados y si existen elementos suficientes para sostener las sospechas que motivaron la operación.

Cataluña, laboratorio socialista de la intervención de la vivienda: los precios se moderan, pero la oferta se desploma

22 October 2026 at 15:46

Cataluña se ha convertido en el territorio donde con mayor intensidad se han aplicado las políticas de intervención del mercado del alquiler impulsadas desde la izquierda. Primero fue el ejecutivo de Pere Aragonès, de ERC, el que desplegó los límites de precios previstos en la Ley estatal de Vivienda de 2023. Después, el Govern de Salvador Illa, del PSC, ha mantenido esa línea y ha ampliado la regulación a modalidades como los alquileres de temporada y por habitaciones. Sin embargo, los datos disponibles dibujan un balance desigual: los alquileres han crecido menos que en otros territorios, pero la oferta anunciada ha retrocedido con mucha más fuerza.

Así lo constata un estudio de la Fundación de Estudios de Economía Aplicada (FEDEA), elaborado por Fernando Pinto, profesor de Economía Aplicada de la Universidad Rey Juan Carlos, que analiza la evolución del mercado del alquiler durante todo el año 2025. El trabajo compara Cataluña —donde la contención de rentas comenzó a aplicarse el 16 de marzo de 2024— con territorios como Madrid y el resto de España, donde no se había desplegado de forma generalizada.

El informe cifra en un 5,7% el incremento acumulado del precio medio del alquiler en Cataluña entre el primer trimestre de 2024 y el cuarto de 2025. La subida fue también del 5,7% en la provincia de Barcelona, mientras que en Girona alcanzó el 3,1%; en Tarragona, el 4,8%, y en Lleida, el 5,3%. Son avances inferiores a los registrados en Madrid, donde los precios aumentaron un 8,5%, y en el conjunto de España, con un 10,8%. FEDEA calcula que la moderación catalana equivale a alrededor de un punto y medio porcentual anual respecto al crecimiento nacional.

Caída de la oferta

Pero el otro lado de la estadística ofrece una imagen muy distinta. Durante ese mismo periodo, el número de anuncios de viviendas en alquiler cayó un 20,5% en Cataluña y un 22,2% en la provincia de Barcelona. En Madrid, por el contrario, aumentó un 3,9%, mientras que en el resto de España —excluida Cataluña— retrocedió un 7%. En términos absolutos, el estudio estima que Cataluña perdió unos 26.500 anuncios respecto al nivel de partida, cerca de 23.900 de ellos en la provincia de Barcelona.

La presión sobre las viviendas que permanecen disponibles también se ha disparado. Según el indicador de contactos por anuncio utilizado por FEDEA, en el cuarto trimestre de 2025 se registraron 462 contactos por vivienda anunciada en Barcelona, frente a 103 en Madrid y 135 en el conjunto nacional. El dato refleja la competencia que afrontan quienes buscan una vivienda en alquiler en un mercado con menos anuncios disponibles.

La legislación catalana empeora la situación

La intervención del mercado no se ha limitado a los contratos de alquiler habitual. La Generalitat ha extendido también los límites a los arrendamientos de temporada y por habitaciones, una ampliación normativa que ha impulsado el Govern de Illa tras un pacto con los comuns y ERC y que generó recelos entre los representantes del sector inmobiliario.

La Cambra de la Propietat Urbana de Barcelona alertó el pasado febrero de que el número de anuncios de alquiler habitual y de temporada en los principales portales inmobiliarios había caído una media del 28% en la capital catalana durante los cinco meses anteriores. Para elaborar su análisis, la entidad siguió semanalmente la oferta publicada en Habitaclia, Fotocasa e Idealista entre el 1 de septiembre de 2025 y el 2 de febrero de 2026.

En ese intervalo, Habitaclia pasó de 6.061 anuncios a 4.661; Fotocasa, de 6.145 a 4.754, e Idealista, de 4.945 a 3.053. La Cámara atribuyó el retroceso a la entrada en vigor de la regulación de los alquileres de temporada y de habitaciones, pues al percibir inseguridad jurídica, los propietarios sacan los pisos del mercado.

La evolución de esos anuncios, sin embargo, debe interpretarse con cautela: el periodo analizado comenzó varios meses antes de la aprobación de la nueva regulación, por lo que no permite atribuir todo el descenso a su entrada en vigor. Además, se trata de cifras de oferta comercial en portales inmobiliarios, no de un registro del total de viviendas arrendadas.

El balance de la intervención en Cataluña deja así una contradicción difícil de pasar por alto. La contención de las rentas ha coincidido con un crecimiento de los precios inferior al de otros territorios, pero también con menos anuncios y una competencia mucho mayor por cada vivienda disponible.

© EP

Vivienda

¿Por qué no te callas, Milei?

22 October 2026 at 15:23

Se acuerdan del famoso “¿Por qué no te callas?” El rey Juan Carlos se lo gritó a Hugo Chávez en 2007 durante una Cumbre Iberoamericana. El entonces presidente de Venezuela había llamado “fascista” a José María Aznar. José Luis Rodríguez Zapatero, entonces jefe del Ejecutivo español, defendió a Aznar: “Se puede estar en las antípodas de una posición ideológica y no seré yo quien esté cerca de las ideas de Aznar, pero fue elegido por los españoles y exijo ese respeto”.

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© EPV

Imágenes distribuidas por la Comunidad de Madrid de Díaz Ayuso y Milei antes de su reunión de este miércoles.

Adulto mayor denuncia detenciones y hostigamiento policial cerca de una iglesia en La Habana

22 October 2026 at 14:49
(Cortesía: Instituto Cubano por la Libertad de Expresión y Prensa)

Un hombre de 70 años identificado como Ramón Alarcón Deliz denunció que agentes de la Policía Nacional Revolucionaria (PNR) lo han detenido y hostigado en varias ocasiones cuando acude a la iglesia Siervas de María, en El Vedado, para recibir alimentos. El testimonio fue difundido por el medio comunitario Amanecer Habanero, vinculado al Instituto Cubano por la Libertad de Expresión y Prensa (ICLEP).

Ramón afirmó que estas actuaciones se repiten contra personas que duermen en la calle o que frecuentan espacios donde reciben ayuda. Según relató, los policías le solicitan su documento de identidad y lo trasladan sin que, a su entender, exista una causa relacionada con un delito.

“Es una falta de respeto que llamen a un hombre ya de sesenta años a estarle pidiendo carnet sin tener delito, sin tener nada, mortificarlo por gusto”, expresó en declaraciones recogidas por Amanecer Habanero.

A su vez, el adulto mayor cuestionó que los controles recaigan sobre adultos mayores y personas en situación de vulnerabilidad, mientras, según su percepción, otros hechos delictivos reciben una atención diferente. “Donde esté durmiendo un hombre, tú tienes que dejarlo porque ese hombre no te ha hecho nada”, sostuvo.

De acuerdo con el relato divulgado por el citado medio comunitario, los hechos ocurrirían en el municipio Plaza de la Revolución, donde se realizarían operativos policiales con frecuencia contra personas identificadas como habitantes de calle.

De igual forma, Ramón señaló que en esas intervenciones algunos hombres son trasladados durante la noche y liberados por la mañana. También denunció presuntos malos tratos.

“El caso expone el reclamo de personas que dependen de redes de asistencia para acceder a alimentos y de organizaciones religiosas que ofrecen apoyo a sectores con necesidades básicas insatisfechas”, según el ICLEP.

Un reclamo registrado en el video señaló la falta de respeto hacia la comunidad religiosa durante las acciones de los agentes. (Imagen Ilustrativa Infobae)

“Venimos a buscar un desayuno”, dijo el denunciante

El hombre explicó que su presencia frente a la iglesia Siervas de María está relacionada con la entrega de comida. “Nosotros venimos aquí a coger un desayuno que nos van a dar. Nosotros no venimos aquí a robar ni a nada”, afirmó. Y agregó: “En este país. Esto ya eso se ha convertido en un ejercicio social”, reclamó.

Durante el registro audiovisual, otra voz insiste en que la iglesia tampoco recibe respeto durante estas actuaciones. Ramón respondió que quienes acuden al lugar pertenecen a la comunidad religiosa y que su objetivo es recibir el desayuno.

“La iglesia no la respetan. Nosotros pertenecemos a la iglesia”, declaró. El testimonio vincula la denuncia con la situación de quienes buscan alimentos en instituciones religiosas ante dificultades económicas y falta de recursos para cubrir sus necesidades diarias.

El hombre también cuestionó el trato dispensado a personas de edad avanzada. En su intervención, reclamó que no se someta a controles y traslados a quienes, según dijo, no han cometido infracciones. “¿Qué somos nosotros, muchachos?”, preguntó al referirse a los procedimientos que describió.

La acusación se suma a los señalamientos sobre la situación de personas sin vivienda estable, adultos mayores y ciudadanos que dependen de la ayuda comunitaria para alimentarse en La Habana.

Felipe González augura una crisis de empresas de IA que va a provocar un “batacazo” en los mercados

22 October 2026 at 13:11
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El expresidente del gobierno Felipe González ha sorprendido este jueves a los empresarios de Málaga augurando una crisis de las empresas de inteligencia artificial y que esta crisis va a arrastrar a otras lo que, a su juicio, puede llevar a un “batacazo” de los mercados.

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Los presupuestos extremeños condenan a la asfixia al Consejo de la Juventud y a la cooperación internacional de la región

22 October 2026 at 12:55

El próximo mes de diciembre, PP y Vox en Extremadura van a aprobar los segundos presupuestos de la legislatura en la Asamblea regional. Unas cuentas que se encuentran en tramitación parlamentaria y donde se recogen, de nuevo, importantes recortes en organismos dependientes de la Consejería de Desregulación, en manos de Vox. En lo destinado al Consejo de la Juventud de Extremadura, los fondos van a reducirse casi a la mitad de la financiación autonómica para el próximo año. En concreto, la transferencia prevista pasa de 763.382 euros en 2026 a 392.635 euros para el próximo ejercicio, una reducción de 370.747 euros, equivalente al 48,6%. Entre los capítulos que más sufren, el destinado a gastos corrientes, el cual pasa de 352.703 euros en 2026 a tan solo 28.300 euros en 2027.

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© Andrés Rodríguez / Europa Press (Europa Press)

La presidenta de la Junta de Extremadura, María Guardiola, durante un pleno ordinario de la Asamblea de Extremadura, a 29 de mayo de 2025, en Mérida.
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