17th-Century Woman’s Grave with “Anti-vampire” Practices Never Before Seen Together Discovered in Poland



Previously operating as NetGuardians, Vyntra has spent a decade helping East African banks fighting financial crime, screening more than two billion transactions annually across the region and expanding its capabilities into broader transaction intelligence.
Vyntra’s presence in East Africa began with its Nairobi operations as NetGuardians in 2016 and has since grown into a Service Excellence Center, supporting banks across the region. The company marked the milestone with a private reception at its Nairobi office, bringing together senior executives from banks across the region and members of the local team. The event also highlighted how the offering has evolved following the 2025 merger, bringing fraud detection, payments compliance, AML transaction monitoring and end-to-end transaction visibility together within one transaction intelligence platform.
East Africa’s payments market has changed significantly over the past decade, driven by the early adoption of mobile-first payments such as M-Pesa. Vyntra’s work in the region has evolved with it, from IT log monitoring and behavioural fraud analytics to broader financial crime and payments capabilities.
Fraud patterns have also changed. Earlier cases often involved internal fraud, while the Covid-19 time period saw a sharp rise in social media scams targeting bank customers. Today, banks across the region face threats including SMS impersonation, fraudulent investment schemes, SIM swaps and organised money mule networks. As fraud has become more organised and regulatory scrutiny has increased, real-time monitoring and stronger financial crime controls have become a greater priority for banks across the region. Kenya’s inclusion on the Financial Action Task Force grey list accelerated that shift, bringing financial crime further into board-level discussions.
In response to these shifts, Vyntra is expanding its capabilities across fraud prevention, AML monitoring and payment operations, including a new case manager, executive dashboard, fraud detection algorithms and frontline case view designed to give teams more context during investigations.
Wycliffe Muma, Director Service Delivery and Country Manager at Vyntra, said: “Ten years in East Africa is an important milestone for us because the business we have built here has grown alongside our customers and the market. The fraud landscape is very different from when we first arrived, and banks are now dealing with faster, more organised threats across more complex payment environments.”
“The merger with Intix was an important part of that evolution. It gave us a much broader view of the transaction journey, which matters when fraud moves across channels, systems and institutions. The anniversary was a chance to recognise the customers and colleagues who have been part of that journey, but also to show how we are continuing to develop the platform around the challenges banks are facing now.”
Joël Winteregg, CEO of Vyntra, added: “Transaction Intelligence in Africa is moving beyond financial crime detection and transaction visibility toward something more fundamental: understanding a bank’s customer identity. That will shape how banks detect risk and respond to increasingly complex financial crime.”
To find out more, please visit: www.vyntra.com
About Vyntra
Vyntra, created from the union of Intix and NetGuardians, is the new global force in AI-powered Transaction Intelligence, combining deep expertise in Financial Crime Prevention and end-to-end visibility, Vyntra equips over 130 financial institutions in 60+ countries with tools to detect fraud, ensure AML compliance, and gain real-time visibility into every transaction risk and respond accordingly.

A 14.ª edição de “Cores e Formas dos Nossos Artistas” dá a conhecer diferentes olhares e expressões de artistas naturais ou residentes no concelho de Albufeira. Guilherme Limão conquistou o primeiro prémio com “A Sombra da Memória”, seguido por Catarina Ramos e Susana Gonçalves. Promovida pela Câmara Municipal de Albufeira, a exposição permanece patente na Galeria Municipal João Bailote, até 19 de setembro.
De carácter bienal, o concurso procura valorizar o trabalho desenvolvido nas áreas da pintura, do desenho e da escultura. O tema livre deu aos participantes a possibilidade de explorarem diferentes técnicas, linguagens e formas de interpretar o mundo. Nesta edição o júri avaliou um total de 21 obras.
A entrega de prémios e certificados contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, e da vereadora da Câmara Municipal, Maria Cristina Corado, que acompanharam este momento de reconhecimento dos artistas locais.
O primeiro prémio, no valor de 750 euros, distinguiu Guilherme Limão pela obra “A Sombra da Memória”, criada em acrílico sobre tela e rede. A sobreposição de materiais, o contraste entre tons escuros e os apontamentos dourados e a presença discreta de figuras humanas constroem uma composição marcada pela profundidade e pela fragmentação. A obra sugere a forma como as memórias persistem, se transforma e, por vezes, se confundem com o tempo.
Catarina Ramos conquistou o segundo lugar e um prémio de 500 euros com “Mãe”, uma pintura a óleo de forte componente figurativa. No centro da composição encontra-se uma figura feminina sentada, envolvida por uma paleta de tons quentes e elementos simbólicos. A postura, o olhar e a proximidade da representação conferem à obra uma dimensão íntima, associada à presença, à proteção e aos laços maternos.
O terceiro prémio, no valor de 250 euros, foi atribuído a Susana Gonçalves pela obra “Efemeridade”, em acrílico sobre tela. A composição apresenta uma figura de braços erguidos entre as formas transparentes que fazem lembrar bolhas, num ambiente marcado pelo movimento e por uma atmosfera suspensa. Os apontamentos de cor destacam-se entre os tons suaves e reforçam a sensação de fragilidade e transitoriedade sugerida pelo título.
O júri atribuiu ainda duas menções honrosas: a Isabel Lopes, pela pintura a óleo “Fantasia Branca”, e a Bruno Ceriz, pela escultura “Um Filho da Terra”.
A avaliação das 21 obras esteve a cargo de António Manuel Dias Costa Valente, docente da Licenciatura em Artes Visuais da Universidade do Algarve, Júlio Antão, artista plástico multidisciplinar e designer gráfico, e Vanessa Barragão, artista e designer têxtil.
Rui Cristina destacou que “esta exposição celebra a alma viva, criativa e plural de Albufeira e dá visibilidade ao talento dos artistas locais”. Por sua vez, Maria Cristina Corado salientou que “a diversidade das obras revela diferentes formas de interpretar o mundo e enriquece a vida cultural do concelho.”
“Cores e Formas dos Nossos Artistas” pode ser visitada até 19 de setembro, de segunda-feira a sábado, das 9h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30.
De 4 a 6 de setembro, pelas 21h30, as Noites no Cais regressam ao Cais das Descobertas e Jardim da Constituição para três serões onde a música, a arte e diferentes geografias culturais se encontram num dos cenários mais emblemáticos do centro histórico de Lagos. La Barca, Afro Anatolian Tales e Bandua compõem o programa musical desta edição, acompanhado por uma instalação artística criada por Nuno Pimenta especialmente para o evento.
Criadas em 2020, as Noites no Cais voltam a transformar este espaço junto às muralhas num palco ao ar livre, com uma programação eclética e multicultural que cruza tradição e contemporaneidade, Oriente e Ocidente, natureza, eletrónica e novas linguagens artísticas.
Ao longo dos três dias, uma instalação de Nuno Pimenta, com curadoria da ETERNO, evocará a ondulação do mar e a relação histórica de Lagos com o oceano.
4 de setembro | La Barca
Verde mi Sangre, Rojo tus Hojas parte da biodiversidade para uma viagem musical pelo mundo natural e pela relação entre humanidade e natureza.
5 de setembro | Afro Anatolian Tales – Tarab Dance
Tradições da Anatólia, Irão, Índia e da Rota da Seda encontram-se com eletrónica e improvisação, numa ponte musical entre Oriente e Ocidente.
6 de setembro | Bandua
Bernardo D’Addario e Edgar Valente cruzam memória e cultura portuguesas com sonoridades globais, entre o eletrónico e o orgânico, o passado e o futuro.
Entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete na receção do Centro Cultural de Lagos. Nos dias dos espetáculos, os bilhetes também poderão ser levantados no pórtico de entrada do recinto, a partir das 19h00.
Entre muralhas, mar e céu estrelado, Lagos volta a abrir o Cais das Descobertas ao mundo!
O mês arranca de 3 a 6 de setembro com a 9.ª edição do Corpo de Hoje – Festival de Artes Performativas, no Cineteatro Louletano e noutros espaços do concelho. Mais do que um festival, o Corpo de Hoje propõe-se como um movimento artístico que questiona a forma como sentimos, olhamos e vivemos o corpo, através da dança e das artes performativas.
Entre os momentos desta edição está Steal You for a Moment, de Francisco Camacho e Meg Stuart, no dia 5 de setembro, às 21h00, uma coprodução do Cineteatro Louletano. O programa inclui ainda a oficina Uma Aula de Improvisação, orientada por Meg Stuart, no dia 3 de setembro, entre as 18h00 e as 21h00, no Estúdio Corpo de Hoje, e o encontro Mostra-me o teu quintal, dir-te-ei quem és, de Leonor Isidro, no dia 6 de setembro, das 10h30 às 12h30, no Moinho do Gentil, em Querença.
No dia 8 de setembro, às 21h00, o Auditório do Solar da Música Nova recebe Petit Pays, de Eric Barbier, no âmbito do ciclo Filme Francês do Mês, numa parceria com a Alliance Française. A sessão, de entrada gratuita, apresenta a adaptação cinematográfica do romance de Gaël Faye, numa obra centrada na infância, na amizade e nas profundas transformações provocadas pelo conflito no Burundi.
O teatro regressa ao Cineteatro Louletano nos dias 11 e 12 de setembro, às 21h00, com The Swimming Pool Party, do Teatro do Eléctrico, numa coprodução do Cineteatro Louletano. Com texto de Ricardo Neves-Neves, o espetáculo parte de um estranho caso de assassinato durante uma festa de fim de temporada para construir uma comédia negra sobre superficialidade, relações humanas e aparências. No dia 12 de setembro, às 17h00, a sessão conta com audiodescrição, reforçando a aposta do Cineteatro na acessibilidade para pessoas cegas e/ou com baixa visão.
Dia 13 de setembro, às 17h00, o Cineteatro Louletano recebe Os Poetas Convidados, encontro inédito entre Pedro Moutinho e Hélder Moutinho. Pela primeira vez a partilhar o palco, os dois músicos celebram o Fado e prestam tributo aos poetas que têm enriquecido este património musical, num concerto que cruza tradição e identidade artística.
A 18 de setembro, às 21h00, é a vez de Kitada, de Marga Alfeirão, pelo Projecto Casa, subir ao palco do Cineteatro Louletano. Em estreia e numa coprodução, o espetáculo multidisciplinar aborda o erotismo e o desejo feminino associados à memória e ao passado. Integra o projeto de apoio à criação que envolve o Cineteatro Louletano, o Centro Cultural Vila Flor e O Espaço do Tempo.
No dia 20 de setembro, às 17h00, o Cineteatro Louletano apresenta Cratera, de André Braga e Cláudia Figueiredo, da CRL – Central Elétrica, espetáculo multidisciplinar com interpretação em Língua Gestual Portuguesa. Partindo das propostas da Geopoética e da relação entre questões ecológicas e a experiência individual, a criação procura experiências intensas de ligação à terra, tendo parte da pesquisa e do processo criativo sido desenvolvida na ilha do Fogo, em Cabo Verde.
Ainda no dia 25 de setembro, às 21h00, o Cineteatro Louletano recebe Coro dos Amantes, de Tiago Rodrigues, Cláudia Gaiolas e Tónan Quito. Primeira peça de teatro de Tiago Rodrigues, estreada na Culturgest em 2007, a obra apresenta a duas vozes a história de um jovem casal confrontado com uma situação de vida ou morte, numa narrativa sobre amor, respiração e a força vital que persiste quando tudo parece estar em causa. Coro dos Amantes terá interpretação em Língua Gestual Portuguesa.
No dia 26 de setembro, sábado, há lugar para um laboratório de criação artística e participativa, na Casa da Cultura de Loulé. Chama-se CTRL + ALT + Liberdade Desprogramada, de Marlene Barreto. A ação convida os participantes a refletirem sobre a forma como os discursos moldam as nossas escolhas, as nossas convicções e a perceção da liberdade.
E no mesmo dia, das 11h00 às 12h00, a Orquestra de Jazz do Algarve propõe uma masterclass de jazz com a cantora Polly Gibbons, no âmbito do Algarve All Jazz, no Cineteatro Louletano.
Ainda em setembro, um projeto promovido pelo Teatro Nacional D. Maria II e da Fundação Calouste Gulbenkian, em colaboração com o Cineteatro Louletano, vai andar por Loulé. A residência de O que é o tacho? parte do encontro com famílias migrantes, utilizando a culinária como território de resistência e de afirmação cultural, uma forma de reclamar lugar e partilhar identidades. Em simultâneo cruzam-se histórias, memórias, afetos e, claro, receitas. O que é o tacho? terá uma sessão de partilha pública, em dezembro.
A programação encerra no dia 27 com música. Às 10h00 e às 11h30, o Auditório do Solar da Música Nova recebe As Árvores Não Têm Pernas para Andar, de Joana Gama, com duas sessões para famílias, às 10h00 e às 11h30, dirigidas a maiores de 3 anos. Mais tarde, às 17h00, o Cineteatro Louletano acolhe Algarve All Jazz ’26, com Polly Gibbons & Orquestra de Jazz do Algarve, numa coprodução que junta uma das vozes de referência do jazz britânico a uma das principais formações jazzísticas algarvias.
Com uma programação de referência (que pode ser consultada no site e nas redes sociais do Cineteatro), o Cineteatro Louletano está credenciado pela Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses, integrando ainda a Rede de Teatros com Programação Acessível e proporcionando espetáculos com interpretação em Língua Gestual Portuguesa, outros com Audiodescrição, para pessoas cegas e/ou com deficiência visual, e ainda Sessões Descontraídas, adaptadas a vários públicos, entre eles pessoas neuro divergentes.
O Cineteatro Louletano é uma estrutura cultural da Câmara Municipal de Loulé no domínio das artes performativas, e um dos promotores da Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve e da Rede 5 Sentidos.
O Museu Municipal de Loulé convida as famílias a embarcarem numa viagem pelo património marítimo com a atividade “Famílias Navegadoras”, no próximo dia 28 de agosto, às 18h30.
O evento decorre na Antiga Lota de Quarteira, no âmbito da exposição “Com os Pés na Terra e as Mãos no Mar. 6000 anos de História de Quarteira”.
A iniciativa propõe um fim de tarde dinâmico que cruza cultura, história e lazer. O programa arranca com uma visita orientada projetada para dar a conhecer a evolução do território e da comunidade que moldou a economia e a identidade local ao longo dos séculos.
A jornada culmina com um peddy paper desafiante, no qual os participantes vestem a pele de verdadeiros exploradores e utilizam o “Diário de Bordo” como mapa para desvendar a exposição de forma envolvente. Trabalhando em equipa, as famílias serão convidadas a desvendar desafios didáticos e de observação enquanto percorrem os quatro núcleos da exposição: «Explorar a Terra», «Explorar o Mar», «Ocupar e Viver» e «Território».
As vagas são limitadas. Os interessados devem realizar a sua inscrição através do e-mail servicos.educativos@cm-loule.pt ou pelo telefone 289 400 611.


No próximo dia 28 de agosto, pelas 22:30, no Largo Sebastião Martins Mestre (Paços do Concelho), o Município de Olhão e o Artelier? – Teatro de Rua apresentam o espetáculo de videomapping intitulado “200 anos em movimento”, com o apoio da Junta de Freguesia de Olhão.
Integrado no programa comemorativo do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão, o espetáculo assinala uma data particularmente significativa: 28 de agosto de 1826, dia a que corresponde a primeira ata que integra o acervo do Arquivo Municipal e que marca o arranque formal do funcionamento da estrutura camarária olhanense.
Ao longo de cerca de 70 minutos, “200 anos em movimento” propõe uma viagem pela história da Câmara Municipal de Olhão, revisitando acontecimentos, protagonistas e momentos marcantes dos seus dois séculos de existência. Através de uma linguagem contemporânea e de uma abordagem site-specific, o espetáculo recorre à tecnologia para projetar sobre os Paços do Concelho uma nova leitura da história e da identidade olhanenses.
A proposta artística vai, contudo, além da componente audiovisual. O espetáculo integra também uma dimensão de teatro participativo, colocando em interação, ao vivo, atores profissionais com elementos de diferentes núcleos e projetos teatrais não profissionalizados do concelho: a Universidade Sénior, o Grupo de Teatro Sénior de Olhão, o AlmaMonca, novo projeto teatral sediado em Moncarapacho, e jovens ligados à Casa Municipal da Juventude Hugo Charrão.
A criação do espetáculo resulta de um trabalho desenvolvido ao longo dos últimos meses, que incluiu pesquisa histórica, investigação de campo junto da comunidade e releitura artística dos 200 anos de percurso da Câmara Municipal.
“200 anos em movimento” pretende, assim, transformar o espaço público num lugar de encontro entre memória, comunidade e criação artística, celebrando dois séculos de história municipal através de uma experiência dirigida a toda a população e a quem visita Olhão.

Estoi prepara-se para receber mais uma edição da Feira do Cavalo, de 2 a 6 de setembro, um dos momentos de maior destaque no calendário cultural da freguesia.
Durante cinco dias, o cavalo, a cultura e as tradições algarvias voltam a ocupar o centro das atenções, num encontro que promete reunir população, visitantes e amantes do mundo equestre.
A XXIII edição apresenta-se como uma celebração das raízes locais, valorizando o património equestre e as tradições que continuam a marcar a identidade do Algarve. Entre demonstrações, momentos de convívio e atividades ligadas ao universo do cavalo, o programa convida a descobrir uma Estoi onde a tradição permanece viva.
Mais do que uma feira dedicada ao cavalo, o evento afirma-se como um espaço de encontro entre gerações e de divulgação da cultura algarvia. O ambiente festivo, a gastronomia, os costumes e a ligação ao mundo rural completam uma programação pensada para proporcionar cinco dias de animação e experiências para toda a comunidade.
Com uma história já consolidada, a Feira do Cavalo regressa assim a Estoi para reafirmar a importância das tradições locais e celebrar a relação entre o homem, o cavalo e a cultura que atravessa gerações.
Durante cinco dias, Estoi volta a ser palco de uma festa onde o passado e o presente se encontram, mantendo viva uma das tradições equestres que fazem parte da identidade algarvia.
A rubrica Lado B recebe, no próximo dia 18 de setembro, a renomada artista Lena d’Água, para um concerto intimista que terá lugar pelas 21h30, no Teatro Mascarenhas Gregório, em Silves.
Dona de um timbre inconfundível, de uma dicção irrepreensível e de uma singular sensibilidade na interpretação das canções, Lena d’Água é uma das mais marcantes e incontornáveis vozes da música portuguesa. Com uma carreira que atravessa várias décadas, a artista ocupa um lugar de destaque na história da música nacional, tendo dado voz a algumas das canções que integram a banda sonora de várias gerações.
Em novembro de 2024, Lena d’Água regressou aos registos discográficos com o álbum “Tropical Glaciar”, novamente com autoria de Pedro da Silva Martins, à semelhança do trabalho que o antecedeu, “Desalmadamente”.
Os bilhetes para o espetáculo têm o custo de 10 euros e podem ser adquiridos através da bilheteira online da BOL, em https://cmsilves.bol.pt/, bem como nos locais habituais de venda. Poderão ainda ser adquiridos no próprio dia do espetáculo, no Teatro Mascarenhas Gregório, a partir das 20h00, caso exista disponibilidade de bilheteira.
O Município de Silves continua, assim, a apostar na promoção cultural através da dinamização da rubrica Lado B, um projeto que se distingue pelo seu formato diferenciador, próximo e descontraído, proporcionando momentos de partilha onde a música e a conversa se cruzam e permitindo ao público conhecer uma versão mais intimista dos artistas convidados.
As operações SAAL (Serviço de Apoio Ambulatório Local), desde o norte ao sul do país, estarão no centro do debate na próxima sessão do ciclo «À Conversa no Museu», promovida pelo Museu de Lagos, que se realizará a 27 de agosto, pelas 18h30, com a participação dos especialistas Ana Catarina Costa, João Baía e João Paupério, moderados por Miguel Reimão Costa.
Integrada no programa cultural da exposição «As Nossas Casas: 50 Anos de Habitação Digna», dedicada ao Bairro SAAL da Zona Verde – Bensafrim, o município pretende dar a conhecer a diversidade de experiências, de facetas e de intervenientes no processo SAAL e as suas repercussões na arquitetura, na habitação, na política e na vida das pessoas desde 1974 até aos dias de hoje, numa perspetiva nacional.
A sessão é de entrada gratuita, decorrendo na sala de atividades do núcleo Dr. José Formosinho, com entrada gratuita mediante inscrição através e formulário online. O estacionamento no Parque da Zona Ribeirinha é gratuito para os participantes, mediante carimbo do talão no Museu de Lagos.
O Teatro Mascarenhas Gregório, em Silves, recebe, no dia 11 de setembro, às 21h30, o espetáculo “Uma Estrada para o Silêncio”, apresentado pela companhia Luar Teatro.
Com texto de Salvador Santos e encenação de Célia Martins, a peça integra o Ciclo de Teatro do Concelho de Silves e propõe uma reflexão sobre o despovoamento e a desertificação do interior, o desaparecimento das aldeias serranas e a ligação ancestral entre o ser humano e a terra.
A partir das memórias e das observações do narrador sobre o mundo contemporâneo, o espetáculo reúne pequenas histórias do quotidiano passadas num lugar imaginário. A narrativa aborda as tensões vividas por territórios que procuram resistir ao avanço tecnológico e à adoção dos modelos da sociedade de consumo.
O silêncio, a velhice e as ruínas são apresentados como espaços de reflexão e pontos de partida para imaginar um futuro diferente.
Os bilhetes estão disponíveis na plataforma BOL, através do endereço cmsilves.bol.pt, e nos locais habituais.
Promovido pelo Município de Silves, o Ciclo de Teatro decorre até outubro. O próximo espetáculo anunciado é “Cabo das Tormentas”, marcado para 17 de outubro, também às 21h30, no Teatro Mascarenhas Gregório.

As Festas em Honra de Nossa Senhora dos Mártires, que decorreram entre os dias 13 e 17 de agosto, ficaram marcadas pela presença de milhares de pessoas e por um programa recheado de iniciativas religiosas, musicais e culturais, sem esquecer as tradições do território.
O primeiro dia, a 13 de agosto, iniciou os festejos com uma missa na Igreja de Nossa Senhora dos Mártires, em Castro Marim, seguida de uma Procissão das Velas pelas várias artérias da vila.
A 14 de agosto iniciaram-se as celebrações na Zona Envolvente à Casa do Sal, com a abertura da Mostra de Artesanato, um baile com Hugo Madeira e Ângelo Correia e ainda um espetáculo do grupo de dança ARUTLA.
O grande destaque desta noite foi um grandioso concerto de Ana Bacalhau, vocalista dos Deolinda, que apresentou um espetáculo em nome próprio, a celebrar a música portuguesa.
O dia principal destas festas assinalou-se a 15 de agosto, começando com o Hastear da Bandeira Nacional no edifício dos Paços do Concelho, com a participação da Banda Musical Castromarinense.
Na tarde desse mesmo dia, decorreu a Recitação do Terço e uma missa solene na Igreja de Castro Marim, seguida do ponto alto das celebrações: a Procissão em Honra de Nossa Senhora dos Mártires, o evento religioso com mais impacto no concelho, que atraiu uma multidão em nome da fé.
Nessa noite, o recinto da Mostra de Artesanato acolheu uma atuação de André Filipe Duo, seguido de um grande espetáculo protagonizado pelos portugueses The Gift, com a icónica Sónia Tavares na voz, que apresentaram os maiores êxitos de uma das bandas com mais sucesso a nível nacional.
Com direção musical de Pablo Urbina, a Orquestra do Algarve volta à Cerca do Convento do Espírito Santo, em Loulé, na próxima sexta-feira, 21 de agosto, pelas 21h30, para encher de música mais uma noite de verão.
Desta vez este momento musical faz-se ao sabor do cancioneiro português dos últimos 50 anos, com uma sucessão de temas que são conhecidos de todo o público, porém apresentados de uma forma puramente orquestral, onde a melodia vocal é assumida pelos mais diversos instrumentos da orquestra.
O concerto “Canções de toda a vida” tem entrada livre.
As Festas em Honra de Nossa Senhora dos Mártires, que decorreram entre os dias 13 e 17 de agosto, ficaram marcadas pela presença de milhares de pessoas e por um programa recheado de iniciativas religiosas, musicais e culturais, sem esquecer as tradições do território.
O primeiro dia, a 13 de agosto, iniciou os festejos com uma missa na Igreja de Nossa Senhora dos Mártires, em Castro Marim, seguida de uma Procissão das Velas pelas várias artérias da vila.
A 14 de agosto iniciaram-se as celebrações na Zona Envolvente à Casa do Sal, com a abertura da Mostra de Artesanato, um baile com Hugo Madeira e Ângelo Correia e ainda um espetáculo do grupo de dança ARUTLA.
O grande destaque desta noite foi um grandioso concerto de Ana Bacalhau, vocalista dos Deolinda, que apresentou um espetáculo em nome próprio, a celebrar a música portuguesa.
O dia principal destas festas assinalou-se a 15 de agosto, começando com o Hastear da Bandeira Nacional no edifício dos Paços do Concelho, com a participação da Banda Musical Castromarinense.
Na tarde desse mesmo dia, decorreu a Recitação do Terço e uma missa solene na Igreja de Castro Marim, seguida do ponto alto das celebrações: a Procissão em Honra de Nossa Senhora dos Mártires, o evento religioso com mais impacto no concelho, que atraiu uma multidão em nome da fé.
Nessa noite, o recinto da Mostra de Artesanato acolheu uma atuação de André Filipe Duo, seguido de um grande espetáculo protagonizado pelos portugueses The Gift, com a icónica Sónia Tavares na voz, que apresentaram os maiores êxitos de uma das bandas com mais sucesso a nível nacional.
A noite terminou com a performance do projeto Time Travel, assinado por Possessivo e DJ Karussa, que utilizando a nostalgia e a sua energia, recordaram grandes músicas do passado e do presente.
O dia 16 de agosto foi dedicado à juventude, com uma tarde repleta de atividades como insufláveis radicais, jogos lúdicos e uma zona de animação, que antecipou o lançamento do Orçamento Participativo Jovem. Para terminar a tarde, decorreu uma Color Party com a atuação do DJ TuXx.
Já na noite de domingo, subiu ao palco a dupla Só Nós Dois, antecedendo a um grande espetáculo do alentejano Buba Espinho. A encerrar, a música eletrónica tomou conta do recinto pelas mãos da DJ Joana Faria.
As Festas em Honra de Nossa Senhora dos Mártires terminaram na segunda-feira, dia 17 de agosto, com o habitual concerto de verão da Banda Musical Castromarinense.
O evento foi organizado pelo Município de Castro Marim, em parceria com a Junta de Freguesia e a Paróquia de São Tiago.