Os dados mais recentes do Balcão Único do Prédio indicam que, até quinta-feira, no continente, foram identificadas 3.725.113 matrizes, o que representa 44% das 8.451.367 registadas na Autoridade Tributária. Esta identificação corresponde a uma área total de 1.859.770 hectares, ou seja, 47% da área total de 3.947.349 hectares dos municípios sem cadastro predial.
Na Madeira, foram identificadas 32.388 matrizes, correspondendo a 12% das propriedades inscritas na Autoridade Tributária das 267.867 que precisam ser identificadas em cinco municípios sem cadastro predial. A área total identificada na Madeira é de 14.429 hectares, representando 37% da área total de 38.500 hectares.
Em termos de percentagem de matrizes identificadas por município, Miranda do Douro lidera com 74%, seguido por São João da Pesqueira com 68%. Alfândega da Fé, Amares e Penedono apresentam todos uma taxa de identificação de 67%. Em valores absolutos, Pombal lidera com um total de 99.598 identificações.
Relativamente à área identificada, São João da Pesqueira atingiu os 75%, com um total de 10.607 matrizes e uma área correspondente a 19.834 hectares. Marinha Grande e Alfândega da Fé seguem com taxas de identificação de 72%, enquanto Miranda do Douro apresenta uma taxa de 71%.
O decreto-lei n.º 87/2026, publicado a 15 de abril, alargou os procedimentos e prorrogou a gratuitidade da georreferenciação para propriedades com área inferior a 50 hectares até ao dia 30 de setembro. Desde o dia primeiro de outubro, cada representação gráfica georreferenciada tem um custo associado.
Eugénia Amaral, coordenadora da eBUPi-Estrutura de Missão para a Expansão do Sistema de Informação Cadastral Simplificado, afirmou que o decreto regulamentar “introduz regras que tornam mais claros e previsíveis vários procedimentos associados à identificação dos prédios e à sua posterior regularização jurídica”.
As alterações permitem definir com maior clareza os passos a seguir em situações que podem atrasar a regularização dos prédios, como sobreposições ou dúvidas quanto às estremas das propriedades.
O vice-líder Vila Nova terá mudanças no sistema defensivo para enfrentar o Náutico neste domingo (11), às 17h30, no Estádio dos Aflitos, em Recife, pela 33ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O técnico Guto Ferreira não poderá contar com o lateral Higor, suspenso, e ainda aguarda a avaliação médica do zagueiro Douglas Mendes para definir a formação titular.
Higor recebeu o terceiro cartão amarelo no empate sem gols com o Cuiabá, na quarta-feira (7), no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA), e terá de cumprir suspensão automática. Para ocupar a vaga, Willian Formiga aparece como principal opção da comissão técnica.
A situação de Douglas Mendes também preocupa. O zagueiro sentiu dores na coxa durante a partida contra o Cuiabá, mas permaneceu em campo até o fim do jogo. O defensor será avaliado pelo departamento médico antes da viagem da equipe para Pernambuco.
Caso Douglas Mendes não reúna condições de atuar, Anderson Jesus é uma das alternativas para formar a dupla de zaga com Tiago Pagnussat. Jonathan Costa, que também se recupera de dores musculares, é outra dúvida para o confronto. Já Breno Bora segue em recuperação de uma lesão no joelho.
A definição da defesa será importante para Guto Ferreira na reta final da competição, especialmente em uma rodada que pode influenciar a posição colorada na tabela.
Náutico também tem dois desfalques por suspensão
O Náutico terá baixas para receber o Vila Nova. O zagueiro Betão e o atacante Júnior Todinho estão suspensos após receberem o terceiro cartão amarelo e não estarão à disposição do técnico Bruno Pivetti.
Para substituir Betão, o treinador pode optar por Gustavo Henrique ou Wanderson na zaga. Outra possibilidade é utilizar Igor Fernandes no setor e promover a entrada de Ryan na lateral esquerda.
No ataque, o argentino Borasi surge como alternativa para ocupar a vaga de Júnior Todinho. O jogador tem sido utilizado com frequência pelas beiradas do campo.
Além das duas ausências confirmadas, o Náutico tem nove atletas pendurados com dois cartões amarelos. Estão nessa situação o goleiro Muriel, o zagueiro Gustavo Henrique, o lateral Reginaldo, o volante Wenderson, o meia Jean Carlos e os atacantes Borasi, Victor Andrade, Derek e Kauã Maranhão.
Como chegam os times
O Vila Nova ocupa a vice-liderança, com 58 pontos em 32 jogos. A campanha colorada soma 17 vitórias, sete empates e oito derrotas. A equipe busca os três pontos em Recife para retomar a liderança, manter vivo o sonho do título e fortalecer sua campanha pelo acesso à Série A.
O Náutico, por sua vez, ocupa a 13ª posição, com 42 pontos, acumulados em 11 vitórias, nove empates e 12 derrotas. Depois de perder por 2 a 0 para o Novorizontino, o time pernambucano tenta reagir diante de sua torcida. Os alvirrubros buscam melhorar a posição na tabela nesta reta final da Série B e afastar o risco de rebaixamento para a Série C.
A música, a dança e a partilha marcaram os melhores momentos das comemorações do Dia Internacional do Idoso, que reuniram cerca de 480 seniores, no dia 1 de outubro, em Albufeira. Da Praça dos Pescadores ao Espaço Multiusos, a iniciativa “+ProximIdade”, organizada pela Guarda Nacional Republicana em parceria com a Câmara Municipal de Albufeira, proporcionou […]
A Biblioteca Municipal Lídia Jorge recebe já amanhã, dia 10 de outubro, às 15h00, a apresentação de “A Ordem da Luz e o Início de Tudo”, de Emanuel Fernandes. A sessão abre uma programação que inclui ainda “No Palco da Vida”, de Paula Fernandes, no dia 17, e “With the Absolute Heart of the Poem […]
A música, a dança e a partilha marcaram os melhores momentos das comemorações do Dia Internacional do Idoso, que reuniram cerca de 480 seniores, no dia 1 de outubro, em Albufeira
Entre os momentos que marcaram este dia esteve o encontro dos participantes com os militares da GNR, na Praça dos Pescadores. A demonstração cinotécnica e a presença da patrulha de cavalaria despertaram a curiosidade dos seniores e deram lugar a momentos de interação, num ambiente de proximidade.
A energia dos participantes fez-se sentir nas atividades dinamizadas pela Câmara Municipal de Albufeira. Da ginástica às danças do mundo, da dança gold ao chi kung, houve oportunidade para experimentar diferentes formas de movimento e partilhar o gosto pela atividade física.
As atividades de empreita com palma e de pintura trouxeram também a criatividade e os saberes tradicionais a esta manhã de encontro.
O passeio de comboio turístico até ao Espaço Multiusos de Albufeira foi outro dos momentos do programa, que prosseguiu com um almoço-convívio. À mesa, o encontro deu espaço à conversa e à partilha, antes de a música assumir o protagonismo. O Grupo de Cantares Alentejanos da GNR e os cantores Filipa Sousa, César Matoso e Dany Tavares asseguraram a animação musical da celebração.
A valorização dos seniores esteve igualmente presente na intervenção do presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, que destacou o percurso e o contributo de cada participante: “Estão aqui cerca de 480 jovens. Vocês são histórias, são famílias e são pessoas que nunca poderão ser esquecidas.”
O autarca reforçou ainda a importância de assegurar às pessoas mais velhas um lugar central na comunidade: “Uma comunidade, para ser realmente valiosa e equilibrada, tem que valorizar os seus idosos.” Integrada no programa da GNR “Apoio 65 – Idosos em Segurança”, a iniciativa aproximou a população sénior das instituições e proporcionou oportunidades de participação e contacto.
Do primeiro encontro na Praça dos Pescadores à animação no Espaço Multiusos, ficaram os momentos de um dia que destacou a importância do convívio e dos laços de comunidade no combate ao isolamento social.
O Município de Odemira recebeu cinco distinções no Prémio de Excelência Autárquica 2026, no âmbito do IV Congresso da Cidade Social, com os projetos “Brisas do Atlântico”, “Pegadas no Mira”, “Viver + Viver Melhor”, “Odemira Criativa” e “Roteiro Odete”. O Prémio de Excelência Autárquica procura valorizar estratégias locais que demonstrem visão, capacidade de execução e compromisso com as populações, promovendo simultaneamente a partilha de boas práticas entre diferentes territórios.
Os projetos municipais “Brisas do Atlântico” (Desporto), “Odemira Criativa” (Cultura), “Roteiro Odete” (Educação) e “Pegadas no Mira” (Saúde) conquistaram o grau Ouro, que traduz o reconhecimento pela qualidade e impacto positivo na comunidade.
No Desporto, o projeto “Viver + Viver Melhor” foi distinguido com o grau de Diamante, que representa o compromisso contínuo com a inovação e melhoria e o reconhecimento pelo impacto direto na qualidade de vida da população.
A entrega dos prémios decorreu nos dias 1 e 2 de outubro, em Lagoa e Portimão, no âmbito do IV Congresso da Cidade Social, que reuniu autarcas, dirigentes, técnicos e especialistas de diferentes áreas da intervenção local.
Criado em 2024 pela Plataforma Cidade Social, o Prémio de Excelência Autárquica tem como objetivo “reconhecer, valorizar e dar visibilidade às boas práticas desenvolvidas pelas autarquias portuguesas, enquanto agentes de proximidade, inovação e desenvolvimento dos territórios”.
Em 2026, a iniciativa reforça a “valorização das políticas públicas locais e a promoção de uma cultura de excelência na administração autárquica.”
Na edição de 2026 foram reconhecidas iniciativas nas áreas de Desporto, Ação Social, Cultura, Turismo, Educação, Juventude, Saúde, Proteção Civil e Tema Livre, permitindo reconhecer a diversidade da intervenção desenvolvida pelas autarquias portuguesas.
O cinema está de regresso ao Teatro Municipal António Pinheiro, em Tavira, com uma programação diversificada ao longo do mês de outubro. Entre as “Terças de Cinema”, com sessões pelas 21h00, e o Cineclube de Tavira, pelas 20h00, o público poderá descobrir comédias, thrillers, cinema de autor e propostas para toda a família.
No âmbito da Festa do Cinema Francês, é possível assistir, no dia 13, “A Comédia Francesa” (De la Comédie-Française), uma irreverente e enérgica farsa que mergulha no caos dos bastidores do prestigiado teatro parisiense nas três horas que antecedem uma atribulada estreia.
Ainda, nas Terças de Cinema, dia 20, o público terá a oportunidade de usufruir de “Santo António: O Casamenteiro de Lisboa”, a nova e popular comédia de Ruben Alves, onde dois funcionários municipais enfrentam o ultimato de revitalizar os célebres casamentos da capital para salvarem os seus postos de trabalho.
O dia 27 apresenta “Heart of the Beast: Heróis Inseparáveis”, um tenso thriller de sobrevivência protagonizado por Brad Pitt que acompanha o doloroso percurso de um veterano de guerra com stress pós-traumático e do seu leal cão de combate perdidos no implacável deserto do Alasca.
Integrado nas sessões do Cineclube, no dia 14, é a vez de “Natal Amargo”, a nova e aguardada obra de Pedro Almodóvar que mergulha num registo de autoficção íntimo e reflexivo.
No dia 21, o Cineclube de Tavira exibe “Animal”, uma comovente sessão de curtas-metragens que explora o reino animal e a profunda ligação entre humanos e a natureza, através de histórias de descoberta, cuidado e empatia familiar.
Os bilhetes têm o valor de €5,00 para as Terças de Cinema, sendo de €4,00 nas sessões do Cineclube de Tavira. Toda a programação disponível clicando AQUI. Os ingressos estão disponíveis na bilheteira do Teatro e online AQUI.
A operação resultou na detenção de três homens e na apreensão de duas embarcações. Os militares da GNR encontraram 131 fardos com um peso estimado de 3.915 quilos.
Os cidadãos residentes, trabalhadores ou estudantes do Município de Odemira já podem votar nas propostas submetidas no âmbito do processo do Orçamento Participativo (OP) de 2026 promovido pela autarquia. São 19 propostas finais que vão estar em votação até dia 31 de outubro de 2026.
A participação pode ser feita por SMS, através do site oficial https://op.cm-odemira.pt ou de forma presencial no Balcão Único do Município e nas Juntas de Freguesia do concelho.
Todos os cidadãos a partir dos 14 anos de idade podem votar, sendo permitida uma única votação por cidadão.
As propostas em votação incidem em projetos na área da cultura, educação, desporto, ambiente e bem-estar, além de melhorias de espaços públicos, equipamentos e acessibilidades.
Em nota distribuída à imprensa, o Município compromete-se a garantir a execução das propostas mais votadas até ao limite de 300 mil euros. Para promover a coesão territorial, será assegurada a concretização de pelo menos um projeto numa freguesia com menos de 1500 habitantes, entre as propostas mais votadas. O montante máximo por proposta é de 75 mil euros.
Importa sublinhar também que o Orçamento Participativo tem como objetivo incentivar a participação cidadã de forma transparente, próxima e construtiva. Desde a sua implementação em 2011, o OP de Odemira tem sido um exemplo de participação em Portugal, sendo o processo participativo mais antigo e ininterrupto do país.
Para mais informações, está disponível a Linha Direta do OP, através do número 283 320 938.
No próximo fim de semana, nos dias 10 e 11 de outubro, a Praia do Malhão, na Freguesia de Vila Nova de Milfontes, recebe a 4ª etapa do Circuito Nacional Surf Sub18 Júnior Tour, evento organizado pela Federação Portuguesa de Surf.
A iniciativa conta com o apoio institucional do Município de Odemira e da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, uma vez que “reflete uma aposta clara na atração de provas desportivas de alta competição e visibilidade para o território alentejano.“
Refira-se que a Praia do Malhão, no Município de Odemira, já é conhecida e bastante procurada pelas excelentes condições para a prática de surf, entrando agora no calendário da competição nacional da modalidade.
De acordo com a organização, os melhores atletas masculinos e femininos sub 18 do surf nacional vão estar em prova na Praia do Malhão, para a penúltima etapa do circuito, depois de surfarem as ondas da Costa da Caparica, Santa Cruz e Praia Grande, e terminado recentemente em Sines.
Sublinhe-se ainda, que o Circuito Nacional Surf Sub18 de 2026 envolve perto de 90 atletas masculinos e 20 femininos em competição.
A primeira edição da INCULTA – Iniciativa Cultural Álvaro de Campos | Tavira – que contará com a intervenção, entre outros criadores, de Lídia Jorge, afirma-se
A Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras (UCCF) da Guarda Nacional Republicana (GNR), através do Destacamento de Controlo Costeiro de Sines, apreendeu, durante a madrugada desta quinta-feira, 08 de outubro, cerca de 4 toneladas de cocaína, duas embarcações, quatro telemóveis e mais de 1200 euros em numerário, nas imediações da Foz do rio Mira e da Praia da Vieirinha, nos concelhos de Odemira e Sines.
No âmbito de uma ação de Vigilância e Controlo Costeiro, desencadeada na sequência da deteção de embarcações de alta velocidade (EAV) pelo Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC), foram empenhados meios terrestres e marítimos para acompanhar os seus movimentos e prevenir a prática de ilícitos criminais.
No decorrer da ação, foi confirmada a presença de duas embarcações de alta velocidade (EAV) que estariam a transportar volumes para uma embarcação de pesca, nas imediações da foz do rio Mira. A intervenção marítima permitiu intercetar a embarcação de pesca. Foram detidos 3 homens no seu interior, de nacionalidade portuguesa e estrangeira, com idades compreendidas entre os 22 e os 42 anos, tendo-se confirmado a existência de 73 fardos de cocaína.
No seguimento da ação, já no regresso para terra, foi possível detetar-se mais uma embarcação de recreio à deriva, que se verificou ter no seu interior 58 fardos de cocaína.
Da ação resultou a apreensão de duas embarcações, 131 fardos de cocaína com um peso estimado de 3.915 quilos, 4 telemóveis e 1.240 euros em numerário, tendo segundo a UCCF/GNR adintado que esta ação contou com o reforço do Comando Territorial de Setúbal e com o apoio da Polícia Marítima e do Município de Sines.
A UCCF/GNR salienta que esta operação surge menos de 48 horas após uma outra ação policial desenvolvida pela GNR, na madrugada de quarta-feira, dia 7 de outubro, na Praia da Costinha, que culminou na apreensão de cerca de 2,7 toneladas de cocaína.
No conjunto destas duas operações, a GNR apreendeu, em menos de 48 horas, mais de 6,5 toneladas de cocaína, evidenciando o empenhamento permanente da Guarda na vigilância e controlo da costa portuguesa e no combate ao tráfico internacional de estupefacientes por via marítima.
O Parque de Vale Faro acolheu, nos dias 4 e 5 de outubro, a FAESA – Feira Ambiental e Sustentável de Albufeira. Organizada pela Junta de Freguesia de Albufeira e Olhos de Água, com o apoio da Câmara Municipal de Albufeira, a iniciativa reuniu atividades dedicadas à sustentabilidade, ao bem-estar e à criatividade, com propostas para diferentes idades.
Ao longo de dois dias, a feira apresentou um programa que conjugou artesanato, workshops, palestras, atividades infantis e momentos musicais. O contacto com as práticas sustentáveis e a valorização de materiais naturais e reutilizados estiveram em destaque, num espaço de partilha e aprendizagem ao ar livre.
A componente musical marcou várias propostas do programa, desde o atelier sustentável à construção de instrumentos com materiais reciclados. Os workshops de tecelagem em tear, sabonete feltrado e arte botânica proporcionaram oportunidades para explorar técnicas artesanais e diferentes formas de expressão criativa.
Para os mais novos, a programação incluiu jogos tradicionais, atividades nas tendas infantis e o bioconto “A Árvore em Mim”. A iniciativa “Algas à Tela – da Praia à Arte” estabeleceu também uma ligação entre os elementos do meio marinho e a criação artística.
FAESA (Foto: Inês Henrique)
O bem-estar constituiu outra vertente da feira, com sessões de pilates e yoga, palestras e uma área dedicada a terapias. A alimentação esteve igualmente presente, através do workshop “Lancheira Mediterrânica”, integrado na programação do primeiro dia.
A música complementou as atividades no Parque de Vale Faro, com atuações de Medicina Laurinha, um concerto de violino por Isabel Carvalhaes e um concerto de saxofone por Ricardo Jesus.
A vereadora da Câmara Municipal de Albufeira, Maria Cristina Corado, esteve presente na iniciativa, que associou a sensibilização ambiental ao convívio e à participação da comunidade.
Durante a cerimónia de lançamento da primeira pedra do Parque da Biodiversidade do Alvão — Living Lab, o presidente da Câmara de Mondim de Basto, Bruno Ferreira, salientou a importância da transformação do antigo quartel florestal do Fojo num espaço dedicado ao conhecimento, à investigação e ao desenvolvimento territorial, que aproxime a natureza, a ciência e a investigação da realidade local. “Um território do interior não tem de ser apenas um objeto de estudo, pode ser um local onde se pode produzir conhecimento”.
O projeto, com um investimento de cerca de um milhão de euros financiado pelo programa Norte 2030, é uma iniciativa conjunta da Câmara de Mondim de Basto, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-Norte) e do ICNF.
Bruno Ferreira explicou que o projeto nasceu da vontade de atrair instituições como a UTAD e o ICNF para o território, criando condições para a investigação em áreas como “a água, o clima, os solos, a floresta e a agricultura”. Referiu ainda que “o Parque Natural do Alvão, sendo o mais pequeno do país, é aquele onde se encontra a maior concentração de biodiversidade”, acrescentando que “a investigação também pode ser feita em territórios como este”.
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A sessão contou com a presença de José Pereira, adjunto do comandante do Posto Territorial de Armamar, e teve como objetivo abordar o papel das forças de segurança em territórios de menor dimensão, os desafios específicos com que se deparam e a importância de estarem próximos das populações para prevenir, acompanhar e responder às diferentes realidades do território.
Segundo Sílvia Teixeira, técnica do município e membro da organização, a escolha da GNR para uma das sessões teve como principal objetivo “quebrar o gelo existente em relação à força militar da GNR e aproximar a população da instituição”.
A responsável explicou que a intenção era transmitir a ideia de que a GNR pode ser vista como um aliado e não como uma força adversária. “O que pretendíamos era que as pessoas sentissem, de facto, que do outro lado estão pessoas que as apoiam e em quem podem confiar”, afirmou, acrescentando que a população deve encarar a Guarda como “um porto seguro nas nossas comunidades e como uma força que contribui para que as pessoas possam viver cada dia com mais segurança e conforto”.
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Meus caros leitores, eu não voltarei a perder amigos por ter observado algo que não é a realidade, mas não posso deixar sem dar a minha opinião, mas ao mesmo tempo aconselhar e congratular, este fim de semana tive oportunidade de estar com um jovem presidente de Câmara Municipal e, pouco depois, num evento da nossa comunidade. Dois momentos diferentes que me fizeram pensar sobre liderança, idade e aquilo que podemos aprender uns com os outros.
O jovem presidente de Câmara que conheci transmitiu-me vontade de fazer diferente, de procurar mudanças e de fazer crescer a cidade que lidera, BRAGA, mas sem esquecer que uma cidade é feita de pessoas diferentes, com diferentes idades e maneiras de pensar. Respeitar essa diversidade também é uma forma de liderar. Gostei e vi mais um grande jovem presidente que sabe onde está, reconhece e respeita o que foi feito no passado, aceita ideias e quer ser diferente no futuro, muitos parabéns.
Depois pensei no nosso movimento associativo. Existem pessoas que dedicaram grande parte da sua vida às associações e que têm conhecimentos e experiências que não estão escritos em nenhum livro. Mas experiência, por si só, não chega. Também é preciso saber ouvir e reconhecer quando não conhecemos determinado assunto.
Dou um exemplo sem querer apontar o dedo a ninguém. Assistimos recentemente a uma tentativa de realizar um Santoinho, uma tradição minhota que merece todo o nosso respeito. O Santoinho não é apenas música, dança e festa. Tem história, cor, alegria e uma identidade própria que deve ser conhecida e respeitada.
Quando apresentamos uma tradição sem conhecer verdadeiramente aquilo que ela representa, corremos o risco de transformar algo bonito numa imagem muito diferente da sua verdadeira essência.
E aqui está, para mim, a diferença entre mandar e liderar. Quem manda pode dizer, “Eu quero, eu posso e eu mando.” Quem lidera deve perguntar, “Quem conhece isto? Quem pode ajudar? O que podemos fazer melhor?”
E acreditem meus caros leitores, depois de uma longa passagem, vivencias com diferentes tipos de pessoas com diferentes ideias em diversas organizações, eu não acredito que o problema esteja na idade.
Um jovem pode trazer novas ideias, energia e uma visão diferente do futuro. Uma pessoa com muitos anos de experiência pode transmitir conhecimentos, memória e aquilo que aprendeu com os erros e os sucessos do passado.
Então, porque não juntarmos as duas coisas?
Na política, como no associativismo, precisamos de juventude para renovar e de experiência para orientar. Os mais novos devem ter espaço para fazer diferente, mas também devem ter a humildade de perceber que nem tudo começa com eles.
Da mesma forma, os mais velhos devem saber transmitir o testemunho sem querer controlar tudo. Passar o testemunho não significa entregar o lugar e desaparecer. Significa ensinar, aconselhar e estar disponível para ajudar.
É aqui que entra uma palavra fundamental, equipa. Uma boa liderança não se faz rodeando-se apenas de pessoas que dizem sempre que sim. Faz-se com pessoas que conhecem, que questionam e que querem o mesmo objetivo.
O poder não deveria servir para alimentar egos, conquistar títulos ou promover pessoas. Deveria servir para fazer coisas acontecerem. E no associativismo isso é ainda mais importante. Se queremos manter as nossas tradições vivas, temos de as respeitar, mas também saber transmiti-las às novas gerações.
Não podemos pedir aos jovens que defendam uma cultura que nunca lhes explicámos.
Dois episódios, duas lideranças e duas formas diferentes de olhar para aquilo que significa estar à frente de uma organização.
Não digo que os jovens sejam melhores, nem que os mais velhos sejam melhores. Acredito que podemos ser muito melhores quando juntamos a força de quem chega com a experiência de quem já caminhou.
Porque liderar não é saber tudo. Liderar é saber ouvir quem sabe, é saber aprender, é saber transmitir e perceber que o cargo é temporário, mas aquilo que fazemos pode ficar para as gerações seguintes. E fazer em conjunto e, não pensar, isto é, nosso, é aqui que se faz, isso prejudica uma liderança e transmite algo negativo para a juventude, união é importante no associativismo.
Talvez o verdadeiro segredo de uma boa liderança não esteja em saber quem manda, deixem os títulos de lado.
Talvez esteja em saber quem deve ouvir. Projetem / organizem o futuro, procurem quem sabe para vos ajudar, seja na política ou no associativismo, o respeito entre todos é saber ouvir, mas também saber transmitir, é muito importante.