Feijóo promete imprimir un "cambio contundente y sereno" en España



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A peça audiovisual, inserida na candidatura do território a Comunidade Europeia do Desporto 2026, foi premiada na 6.ª edição destes concursos internacionais, recebendo também uma das maiores ovações entre as produções desportivas exibidas no Teatro Lauro Rossi, em Macerata.
A Eurocidade do Guadiana soma, assim, um novo marco ao seu percurso desportivo e de integração transfronteiriça após ter conquistado o prémio de “Impacto Emocional” (Emotional Impact Award) na 6. ª edição dos ACES Video Awards 2026, realizada no âmbito do Festival Internacional de Cinema Overtime.
O concurso, organizado sob o lema “Sport & Society – The Values of Sport” (Desporto e Sociedade – Os Valores do Desporto), reconhece produções audiovisuais que se destacam pela sua capacidade de divulgar os valores do desporto, a sustentabilidade, a inclusão social e a identidade territorial.
O audiovisual premiado integra-se no projeto com que Ayamonte, Vila Real de Santo António e Castro Marim promovem ao título de Comunidade Europeia do Desporto 2026, uma distinção atribuída pela Associação Europeia de Capitais e Cidades do Desporto (ACES Europe).
A obra destacou-se entre as candidaturas internacionais pela sua sensibilidade ao retratar a união entre Espanha e Portugal através da atividade física, da saúde, da inclusão e da superação pessoal em torno do rio Guadiana. A produção e a realização do vídeo estiveram a cargo de Toño Méndez.
A categoria de Impacto Emocional premia expressamente as peças que conseguem conectar-se com o espectador através de histórias humanas de esforço e coesão comunitária.
Este reconhecimento coloca a Eurocidade do Guadiana num lugar de destaque no panorama desportivo europeu, consolidando o trabalho conjunto das administrações locais para posicionar a região como uma referência transfronteiriça no turismo desportivo, na integração e na qualidade de vida.
A peça audiovisual destaca as principais provas desportivas transfronteiriças, as modalidades desportivas de maior relevo e as instalações e recursos desportivos existentes na Eurocidade, ao mesmo tempo que retrata a paisagem e a diversidade natural do território. O vídeo conta com legendas bilingues em português e espanhol.
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A peça audiovisual, inserida na candidatura do território a Comunidade Europeia do Desporto 2026, foi premiada na 6. ª edição destes concursos internacionais, recebendo também uma das maiores ovações entre as produções desportivas exibidas no Teatro Lauro Rossi, em Macerata. A Eurocidade do Guadiana soma, assim, um novo marco ao seu percurso desportivo e de […]
A Câmara Municipal de Goiânia realiza neste sábado (10), às 9h, a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027-2028. A votação é aberta ao público e tem transmissão ao vivo. Acompanhe a sessão.
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O Prémio Nobel da Paz de 2026 foi atribuído à sul-africana Navanethem Pillay, atual juíza do Tribunal Internacional de Justiça para o genocídio em Myanmar, antiga Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos (2008-2014) e juiza do Tribunal Penal Internacional (TPI), pelo papel fundamental que tem tido “na defesa dos Direitos Humanos e no papel de garantir que os crimes de guerra e genocídios são perseguidos“.
A atribuição deste Nobel, segundo avançou a Euronews, acontece numa altura em que Israel está cada vez mais debaixo dos projetores pela ofensiva em Gaza, sendo que Pillay foi presidente da Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU sobre o Território Palestiniano Ocupado, que classificou as ações israelitas em Gaza como “genocídio” e é juiza do tribunal que emitiu um mandado de captura contra Benjamin Netanyahu.
Navanethem Pillay foi ainda presidente do Tribunal Penal Internacional para o Ruanda.
Nascida em Durban em 1941 numa família indiana de origem Tamil, Pillay lutou contra o apartheid e pelos ativistas presos, tendo conseguido para eles o direito a advogados, que até aí lhes era negado. Foi advogada de Nelson Mandela, tendo lutado pela sua libertação. Já como presidente, em 1995, Mandela nomeou-a juiza do Supremo Tribunal do país, sendo a primeira mulher não branca a ocupar esse cargo.
O anúncio do prémio foi feito esta sexta-feira de manhã pelo Comité Nobel da Noruega em Oslo e segue-se à polémica atribuição, no ano passado, à opositora venezuelana María Corina Machado, que depois o entregou a Donald Trump, dizendo que “ele o merecia”, uma atitude amplamente condenada a nível internacional.
A eleição da nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de Goiânia, marcada para este sábado (10), às 9h, chega à reta final com a candidatura de Thialu Guiotti (Avante) reunindo apoios e a tentativa de construir um acordo com o grupo de Ronilson Reis (Solidariedade). A votação definirá quem sucederá Romário Policarpo (Cidadania), eleito deputado estadual e atual presidente da Casa.
Thialu afirmou, em entrevista à Rádio Difusora Goiânia na quinta-feira (8), contar com 29 votos declarados entre os 37 vereadores. O número supera os 19 necessários para vencer a eleição. Apesar da vantagem que declara ter, o parlamentar disse que pretende ampliar a adesão e buscar uma composição que reúna todos os integrantes da Câmara.
O vereador conta com o apoio público do prefeito Sandro Mabel (União Brasil). Segundo informações divulgadas durante a semana, também recebeu apoio do governador eleito Daniel Vilela (MDB) e do presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Bruno Peixoto (União Brasil). Thialu, no entanto, afirmou que a decisão depende dos votos dos próprios vereadores.
Ronilson Reis mantém o nome na disputa e admite a possibilidade de uma composição com Thialu Guiotti. Em entrevista publicada em 7 de outubro, o vereador afirmou que as negociações caminhavam para um acordo, mas ressaltou que ainda não havia definição sobre quem encabeçaria a eventual chapa. Na ocasião, ele não havia anunciado a retirada de sua candidatura.
Os dois grupos tentaram construir um entendimento para evitar uma disputa entre blocos da Câmara. As conversas, porém, não haviam resultado em acordo até quarta-feira (7). Com o avanço das articulações em torno de Thialu, a negociação passou a envolver também a possibilidade de participação de aliados de Ronilson na composição dos cargos diretivos.
Outro nome citado no início das conversas foi o de Henrique Alves (MDB), que declarou apoio a Thialu, segundo a CBN Goiânia. Geverson Abel (Republicanos) também apareceu entre os possíveis interessados, mas não há confirmação recente de que mantenha candidatura própria.
A votação deste sábado não ficará restrita à escolha do presidente. Os vereadores também elegerão quatro vice-presidentes, cinco secretários e dois vice-presidentes corregedores. A composição das 22 comissões permanentes, do Conselho de Ética e das ouvidorias da Mulher e de Combate a Crimes Raciais também está na pauta.
Entre os espaços em negociação estão comissões estratégicas, como a de Constituição, Justiça e Redação, por onde passam os projetos apresentados à Câmara, e a de Finanças, Orçamento e Economia, responsável pela análise de matérias orçamentárias. A distribuição desses postos integra as conversas entre os diferentes grupos políticos.
A eleição marcará a sucessão de Romário Policarpo, que presidiu a Câmara por quatro mandatos consecutivos, um feito inédito no Legislativo goianiense. Ele foi eleito deputado estadual em 4 de outubro e assumirá o novo mandato em fevereiro de 2027.
A nova Mesa Diretora comandará a Câmara no biênio 2027-2028. A sessão especial está marcada para as 9h de sábado, será aberta ao público e terá transmissão pela TV Câmara.
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A Eurociudad del Guadiana projeta o seu modelo desportivo e transfronteiriço nos ACES Video Awards 2026 de Macerata. A Eurocidade do Guadiana está a participar de forma destacada nos ACES Video Awards 2026, um encontro celebrado na cidade italiana de Macerata no âmbito do festival Overtime, evento internacional dedicado à cultura, à ética e à […]

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Kenya wants five of its citizens captured fighting for Russia in Ukraine to be treated as victims of human trafficking rather than prisoners of war, Foreign Affairs Cabinet Secretary Musalia Mudavadi told Kenyan lawmakers on 8 October, Bloomberg reported. Botswana is also seeking a citizen's return.
In 2025, Ukrainian ambassador Ivan Kholostenko called Russia's role in Africa neocolonialism. As Africa Corps troops prop up friendly regimes, the Kremlin is carrying out "a typical colonial practice of resource extraction," taking gold, diamonds, bauxite, and uranium, according to Ukraine's Foreign Intelligence. Russia also uses the continent as a recruiting ground for its war: nearly 500 Africans have died fighting for Russia, Ukraine says.
Kenya is negotiating to bring the five men home, and President William Ruto has raised the matter with Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy, Mudavadi told the Senate. One has been held since November 2025, the others since March and April. The youngest is 23, Bloomberg reported. Kenya's honorary consul found them held in humane conditions at the Zakhid-1 camp, with access to medical care, the government said. Ukraine also holds the remains of four Kenyans.
African governments say some of their citizens went to Russia for promised work as drivers, security guards, or cooks and were then forced into military service. The Kenyans "report having been recruited under false promises of employment," Mudavadi said.
"The circumstances of their recruitment and conscription are consistent with trafficking in persons," he said.
Ukraine's POW authority sees most foreign recruits differently. "The main motive for most of these mercenaries is financial gain," Dmytro Usov, secretary of Ukraine's Coordination Headquarters for the Treatment of Prisoners of War, said in November 2025, while stressing that many had ended up in Russia's army through fraud or coercion.
Ukraine holds that prisoners of war go home through exchanges, but Russia has never asked to trade for any foreign fighter except North Koreans, the headquarters said in May, adding it may consider other solutions if diplomats and lawyers find one.
Russia has recruited more than 28,000 foreigners from 135 countries, and more than 5,000 have been killed, a Ukrainian government website cited by Bloomberg says. Ukraine holds at least 213 foreign prisoners of war, not counting Russians and North Koreans, 37 of them African, according to documents Bloomberg saw. Russian dictator Vladimir Putin claimed on 3 September that people are "coming forward voluntarily and signing contracts."
Kenya's government counts 354 citizens linked to the war: 84 killed or missing, 34 hospitalized in Russia, and 62 repatriated. Petitioners told senators that 841 Kenyans remain unaccounted for. Mudavadi said his March visit to Moscow put Kenya on a Russian recruitment "stop list," with no new Kenyans enlisted since.
In August, Botswana stopped eight citizens from joining the Russian military at airports in Botswana, South Africa, and Ethiopia, Bloomberg reported.

Ghana accused Russia of luring its citizens into the war the same month, after Kenya and South Africa. The European Parliament said in March that Russia strips African recruits of their documents. Ukraine, meanwhile, is drafting its first Africa strategy.





VTM
O coordenador do BE visitou Covas do Barroso ouviu a população para perceber o ponto de situação sobre o projeto de exploração de lítio.
À chegada, o coordenador do BE assumiu que o processo coloca em causa a relação da população com o território. Para José Manuel Pureza, a transição energética não deve ser feita à custa das comunidades locais. “Não pode haver regeneração ambiental contra as pessoas. As pessoas estão primeiro”, afirmou, acrescentando que “neste caso, o que temos tido é um poder político forte com os fracos e muito fraco com os fortes”.
O coordenador do Bloco de Esquerda criticou igualmente aquilo que considera ser uma utilização desadequada das forças de segurança no contexto do projeto. “O poder político tem-se comportado com as pessoas de Covas do Barroso de uma maneira autoritária”, disse José Manuel Pureza aos jornalistas, apontando que um outro “pormenor que acrescenta escândalo a isto”, é que a “Guarda Nacional Republicana tenha prestado serviços a uma empresa para policiar aquilo que é um perímetro de atuação da servidão administrativa que vai muito para lá daquilo que alguma vez foi”.
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VTM
O projeto de reabilitação da antiga Estação Ferroviária de Mirandela, que deu origem à atual Estação das Artes, é finalista da 2.ª edição dos Prémios dos Fundos Europeus, na categoria “Portugal + Próximo dos Cidadãos”.
Segundo o município, a distinção reconhece “a transformação de um dos edifícios mais emblemáticos da história ferroviária de Mirandela num equipamento público multifuncional, dedicado à cultura, criatividade, educação, encontro e participação”.
A intervenção teve como objetivo preservar a identidade arquitetónica e histórica do edifício, dando-lhe novas funcionalidades. De acordo com a autarquia, as obras contribuíram para “a regeneração urbana, valorização do património ferroviário e dinamização cultural da cidade”.
A Estação das Artes é um espaço aberto a toda a comunidade, acolhendo exposições, atividades educativas, iniciativas culturais e projetos desenvolvidos em colaboração com associações, artistas, escolas e outras entidades.
A recuperação do edifício foi concretizada através de duas operações complementares cofinanciadas pelo Programa Operacional Regional do Norte – NORTE 2020.
Desde segunda-feira está aberta a votação do público, através do site dos Prémios dos Fundos Europeus.
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VTM
Vila Real é uma das cinco cidades que faz parte do Programa de Ação para a Resiliência e Restauro da Natureza em Áreas Urbanas (PRO NAT.URBE), que pretende reforçar a resposta ao calor extremo com redes de abrigos climáticos.
O programa é orientado para o restauro da natureza em contexto urbano, a adaptação às alterações climáticas e o reforço da resiliência dos territórios.
Segundo o despacho publicado em Diário da República, o PRO NAT.URBE estabelece uma estratégia entre 2026-2035 para aumentar os espaços verdes e o coberto arbóreo, recuperar linhas de água, criar corredores ecológicos e desimpermeabilizar os solos, a promoção da conectividade ecológica e o desenvolvimento de redes de conforto e abrigos climáticos.
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A Cooperativa Guadimonte e a Universidade do Algarve apresentam no próximo dia 10 de outubro, pelas 15h00, o Projeto PAVIPANA, uma iniciativa inovadora para valorizar os produtos autóctones, combater a desertificação e homenagear a resiliência das gentes locais.
A sessão pública de apresentação do projeto PAVIPANA – ‘Passas do Algarve’ – Valorização e Inovação dos Produtos Autóctones do Nordeste Algarvio, vai realizar-se no espaço do Centro de Dinamização das Cumeadas do Nordeste Algarvio (Antiga Escola Primária da Corte Pequena) – Freguesia de Odeleite, concelho de Castro Marim.
O projeto nasce da resiliência local após o trágico incêndio de Castro Marim em 2021. Na altura, um grupo de 12 jovens agricultores e produtores da Cumeada de Alta Mora uniu esforços para fundar a Guadimonte – Cooperativa Agrícola Supramunicipal. O objetivo principal é combater o despovoamento e a desertificação do interior algarvio através da inovação e da sustentabilidade.
Com um investimento elegível cofinanciado de 43.8176,10 € e uma duração de 36 meses, a iniciativa conta com a parceria científica da Universidade do Algarve (UAlg). O consórcio vai colocar a investigação ao serviço da pequena economia local através de três grandes eixos de atuação:
O nome do projeto, ‘Passas do Algarve’, é também uma homenagem cultural à expressão popular que reflete a forma historicamente difícil como os produtos locais eram colhidos, tratados e armazenados no interior. Simboliza o “suor e sofrimento” ancestral necessários para criar produtos únicos de qualidade reconhecida.
A sessão pública do dia 10 de outubro marcará o arranque oficial desta estratégia de desenvolvimento territorial. Contará com a presença de representantes da Cooperativa Guadimonte, investigadores da Universidade do Algarve, da Presidente da Câmara Municipal de Castro Marim – Filomena Sintra, o Vice-Presidente da CCDR Algarve, I.P., Eng.º Fernando Severino, bem como de outros representantes de outras entidades e agentes do território.
O projeto PAVIPANA é apoiado pelo programa financiador – Algarve 2030, pelo Portugal 2030 e pela União Europeia. Os Fundos Europeus Mais Próximos de Si.
Sobre a Cooperativa Guadimonte:
Fundada a 27 de novembro de 2021 por jovens produtores afetados pelo incêndio de Castro Marim de 16 de Agosto 2021, a GUADIMONTE foca-se na implementação de iniciativas de desenvolvimento económico e social na região do Baixo Guadiana e Nordeste Algarvio.
Il bollo auto dovrebbe ripagare la società nel suo insieme dai danni, non solo ambientali, che l’utilizzo dei veicoli produce. Perciò, in vari paesi europei l’importo della tassa di circolazione tiene conto delle emissioni di CO2. Ma non in Italia.
L'articolo Il bollo auto italiano non pensa all’ambiente proviene da Lavoce.info.