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AAC responde a invasão da RUC com queixa contra Chega

13 October 2026 at 22:12
A associação académica convoca também concentração para quarta-feira e pede ao Chega que se retrate. André Ventura defendeu a ação das deputadas Rita Matias e Madalena Cordeiro.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Face à invasão ocorrida na segunda-feira, José Machado afirmou que a segurança do edifício será reforçada, nomeadamente à hora do programa de debate da Rádio Universidade de Coimbra

"Não acho normal a triste figura feita por duas deputadas"

13 October 2026 at 20:06
A deputada e líder da JS, Sofia Pereira, critica a atitude do Chega com a Académica de Coimbra e diz que não acha "normal que duas deputadas se prestem aquela triste figura" de invadir uma emissão.

SIRESP. Ventura quer incluir polémica no inquérito a Neves

13 October 2026 at 19:58
Ventura preside ao inquérito parlamentar a Luís Neves e aponta-lhe um "histórico de saneamentos perturbador". Livre tentou impedi-lo, sem sucesso.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Ventura apelou ainda para que "não seja o próprio parlamento a bloquear" esta investigação

Ventura diz que falar em invasão à RUC "é uma coisa ridícula

13 October 2026 at 19:57
Rita Matias foi identificada pela PSP após entrada no estúdio da Rádio Universidade de Coimbra. Sindicato dos Jornalistas espera inquérito do Ministério Público.

© PAULO NOVAIS/LUSA

Rádio e Associação Académica de Coimbra alvos de ameaças

13 October 2026 at 16:19
Desde a invasão do estúdio da RUC por membros do Chega, a rádio e a Académica recebem insultos e ameaças. Estudantes deveriam "ser espancados", dizem chamadores.

© Universal Images Group via Getty

As chamadas começaram logo na segunda-feira, por volta das 13h00, com insultos grosseiros e ameaças indiretas, com uma pessoa a dar a entender que sabia onde ficava a RUC.

Chega MP Rita Matias identified by police after Coimbra radio disruption

13 October 2026 at 15:51
Chega MP Rita Matias identified by police after Coimbra radio disruption

Chega MP Rita Matias was identified by police following Monday’s disruption of a live broadcast at Rádio Universidade de Coimbra (RUC), a university radio station based in Coimbra, the PSP

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Sindicato dos jornalistas: invasão de estúdio é crime

13 October 2026 at 14:53
Sindicato dos Jornalistas quer "medidas exemplares", temendo que a atuação tenha sido "balão de ensaio e que o caso se repita sempre que elementos deste partido, ou de outro, se sintam injustiçados".

© ESTELA SILVA/LUSA

Para o Sindicato dos Jornalistas, a invasão, que decorreu na manhã de segunda-feira, "é um ato hostil, logo configura uma agressão, que é punível por lei"

Livre pede que Transparência avalie conflito de interesses

13 October 2026 at 14:50
Após Aguiar-Branco ter rejeitado entendimento de conflitos de interesses de Ventura, Livre pede avaliação da comissão parlamentar de Transparência.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

O Presidente da Assembleia da República rejeitou esta terça-feira o entendimento do primeiro pedido de avaliação de potencial conflito de interesses do líder do Chega

Rita Matias foi identificada pela PSP após invasão a rádio

13 October 2026 at 14:44
Deputada foi o único membro da comitiva identificado pela PSP. O Movimento Associativo Estudantil endereçou uma carta dirigida ao presidente do Chega, a questionar a invasão.

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

A deputada foi "identificada enquanto responsável por uma manifestação que não cumpria os requisitos legais"

Aguiar-Branco rejeita conflito de interesses de Ventura a presidir ao inquérito sobre Luís Neves

13 October 2026 at 14:41

O presidente da Assembleia da República considera que os elementos invocados pelo Livre não demonstram conflito de interesses que obste ao líder do Chega, André Ventura, presidir à comissão de inquérito sobre o ministro Luís Neves.

Esta posição consta de um despacho de José Pedro Aguiar-Branco ao qual a agência Lusa teve hoje acesso e em que também se determina “o prosseguimento dos procedimentos relativos à posse da comissão eventual de inquérito parlamentar para avaliação da intervenção de Luís Neves enquanto diretor Nacional da PJ entre 2018–2026”, posse prevista para esta quarta-feira.

Na quinta-feira, o Livre fez um pedido de apreciação formal para apurar se existia um conflito de interesses que impedisse André Ventura de integrar ou presidir à comissão de inquérito parlamentar para avaliação da intervenção de Luís Neves enquanto diretor nacional da PJ.

O Livre alegou que André Ventura se terá constituído assistente num processo criminal relativo ao alegado assalto ao seu próprio gabinete parlamentar, ocorrido em 28 de julho passado. Um assalto em que terão desaparecido documentos e dispositivos de armazenamento de informação, entre os quais, “segundo declarações públicas atribuídas ao próprio deputado André Ventura, documentação relacionada com a comissão parlamentar de inquérito à atuação de Luís Neves”.

O Livre considerou ainda que a qualidade de assistente naquele processo criminal confere a André Ventura “um interesse pessoal e processual diretamente relacionado com o objeto do inquérito parlamentar, suscetível de configurar um conflito de interesses”.

Porém, para o presidente da Assembleia da República, os elementos apresentados pelo Livre “não demonstram a existência de um conflito de interesses que obste à integração do deputado André Ventura na comissão parlamentar de inquérito ou ao exercício da respetiva presidência, caso seja indicado” pelo Chega.

No despacho do presidente da Assembleia da República, salienta-se que a apreciação da existência de eventuais conflitos de interesses “deve ter por referência o objeto concreto do inquérito, tal como juridicamente delimitado, não podendo assentar em relações meramente circunstanciais com a comissão ou com a iniciativa parlamentar que lhe deu origem”.

Ou seja, o objeto da comissão parlamentar de inquérito à atuação de Luís Neves encontra-se circunscrito, “não abrangendo a investigação do alegado assalto ao gabinete do deputado André Ventura, nem das circunstâncias do desaparecimento de documentos que aí se encontrariam, ainda que relacionados com a iniciativa parlamentar”, refere José Pedro Aguiar-Branco.

Em relação a outro ponto suscitado pelo Livre, o presidente da Assembleia da República frisa que “a qualidade de assistente no processo criminal relativo àqueles acontecimentos não determina, por si só, a existência de um conflito de interesses”.

Desta forma, não foram “identificados elementos concretos que estabeleçam uma relação entre o interesse pessoal ou processual do deputado [André Ventura] e os factos sujeitos ao inquérito parlamentar suscetível de comprometer a sua isenção”.

“A eventual sujeição de elementos daquele processo criminal a segredo de justiça determina a observância dos correspondentes deveres legais de reserva e confidencialidade, não constituindo, por si só, causa de impedimento à integração ou ao exercício de funções numa comissão parlamentar de inquérito”, sustenta-se no despacho.

José Pedro Aguiar-Branco observa, ainda, que a questão relacionada com a exigência de isenção no apuramento dos factos “não se confunde com a ausência de posições políticas prévias, devendo ser interpretada em conformidade com a natureza parlamentar do inquérito e sem prejuízo dos deveres de objetividade, imparcialidade e respeito pelos limites legais dos poderes de investigação”.

Por outro lado, acrescenta-se, “tratando-se de uma comissão parlamentar de inquérito de constituição potestativa, cuja presidência cabe ao Chega, não compete ao presidente da Assembleia da República substituir-se ao grupo parlamentar competente na escolha do deputado que exercerá essas funções, sem prejuízo da verificação das condições legais da tomada de posse”.

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Aguiar-Branco rejeita conflito de interesses de Ventura

13 October 2026 at 12:26
Livre fez um pedido de apreciação formal para apurar se existia um conflito de interesses que impedisse André Ventura de presidir à comissão de inquérito parlamentar sobre Luís Neves.

© AMPE ROGÉRIO/LUSA

José Pedro Aguiar-Branco declara que não foram "identificados elementos concretos que estabeleçam uma relação entre o interesse pessoal ou processual do deputado e os factos sujeitos ao inquérito parlamentar suscetível de comprometer a sua isenção"

Movimento estudantil questiona Ventura sobre invasão à rádio

13 October 2026 at 12:14
Carta, dirigida a André Ventura, que condena invasão que ocorreu na segunda-feira e consequente interrupção da emissão da rádio, é subscrita por várias associações académicas de universidades no país.

© TIAGO PETINGA/LUSA

MAE questiona André Ventura sobre se teve conhecimento prévio da ação promovida pela comitiva do Chega, liderada pelas deputadas Rita Matias e Madalena Cordeiro

André Ventura é candidato único à liderança do Chega

13 October 2026 at 10:37
André Ventura formalizou a sua recandidatura durante a tarde de segunda-feira. O prazo para a entrega de candidaturas terminou na segunda-feira à noite e o atual líder foi o único a apresentar-se.

© ANDRÉ KOSTERS/LUSA

De acordo com o próprio, a sua candidatura foi subscrita por todos os presidentes das estruturas distritais e regionais do partido, bem como todo o grupo parlamentar

André Ventura é (novamente) candidato único à liderança do Chega

13 October 2026 at 09:43

O presidente do Chega, André Ventura, é novamente candidato único à liderança do partido nas eleições diretas marcadas para dia 31 de outubro, confirmou hoje à Lusa fonte oficial do partido.

O prazo para a entrega de candidaturas terminou na segunda-feira à noite e o atual líder foi o único a apresentar-se.

André Ventura formalizou a sua recandidatura durante a tarde de segunda-feira, com a entrega na sede nacional do Chega, em Lisboa, dos documentos da candidatura, bem como da moção que vai levar à sétima convenção do partido.

De acordo com o próprio, a sua candidatura foi subscrita por todos os presidentes das estruturas distritais e regionais do partido, bem como todo o grupo parlamentar.

Em conferência de imprensa depois da formalização, o presidente do partido disse ter “a esperança e a expectativa” de voltar a ganhar e manter-se à frente do Chega, que fundou e lidera desde 2019.

O objetivo de André Ventura é preparar o partido para ser governo, não abdicando da “capacidade de ser disruptivo”.

O presidente do Chega voltou a dizer que o seu objetivo para a próxima convenção é o partido mostrar que está pronto para governar o país: “O objetivo é estar pronto para governar o país. Se for reeleito presidente do partido, quero um partido pronto para governar quando esse momento chegar, e esse momento seja quando a legislatura for cumprida, seja em algum momento antes”.

André Ventura disse querer o Chega como “um partido de governo com capacidade ao mesmo tempo de ser disruptivo onde tem que ser disruptivo”.

“E isto nas palavras é fácil, nos atos não é. Eu acho que esta adaptação, esta capacidade do partido de não perder aquilo que as pessoas querem que um partido desta natureza não tenha, ou que não perca, é o grande desafio que temos”, considerou.

As eleições diretas para a liderança do Chega estão marcadas para 31 de outubro e a próxima Convenção Nacional do partido acontecerá nos dias 20, 21 e 22 de novembro, a dois dias da votação final global do Orçamento do Estado para 2027.

Esta reunião magna terá como objetivos eleger os órgãos nacionais e responder às questões de natureza orgânica e estatutária levantadas pelo Tribunal Constitucional.

Esta será a sétima convenção nacional do Chega em sete anos de vida do partido. O local da reunião magna ainda não foi anunciado.

Ventura já tinha indicado por várias vezes que avançaria com uma recandidatura. É presidente do partido desde a fundação, em 2019.

Esta vai ser a primeira convenção do Chega desde que o partido subiu à segunda maior força no parlamento e depois do resultado de André Ventura nas eleições presidenciais do início do ano.

A última Convenção Nacional do partido aconteceu em janeiro de 2024, em Viana do Castelo, e a eleição dos órgãos nacionais do Chega nessa reunião magna foi invalidada pelo Tribunal Constitucional (TC). O mesmo tinha sido decidido relativamente à convenção anterior.

O TC tem vindo também a ‘chumbar’ as sucessivas alterações aos estatutos do partido, pelo que atualmente são válidos os originários, de 2019.

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Montenegro esteve bem ao mandar Passos esperar sentado?

13 October 2026 at 09:28
O primeiro-ministro mostrou dentes e firmeza a Passos Coelho para travar a oposição interna. Já Ferro Rodrigues voltou sem réstia de autocrítica e desmarcou-se da responsabilidade no subir do Chega.

8h. Ventura rejeita coligação com o PSD

13 October 2026 at 08:13
Em entrevista à RTP, André Ventura apontou as polémicas com o ministro da Administração Interna como exemplo para ilustrá-lo. Ainda, MAI justificou a decisão de Luís Neves em comunicado.

6h. Ventura procura maioria de direita com Chega à frente

13 October 2026 at 06:21
Ventura centra-se nos resultados das recentes sondagens para apostar num cenário em que o Chega vence. Ainda, Montenegro aconselha Passos a esperar sentado pelo insucesso político do Governo.

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