Porto exige compensação por custos da descentralização

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

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O incêndio destruiu duas casas pré-fabricadas e alguns anexos, sem provocar feridos. A Câmara de Faro vai procurar assegurar alojamento temporário.
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© ANDRÉ KOSTERS/LUSA

Um grave acidente ocorreu na manhã desta terça-feira, 13 de outubro, no Itinerário Complementar 5 (IC5), na zona de Vila Flor, distrito de Bragança. Segundo a agência Lusa, o despiste de um camião pesado de mercadorias provocou a morte de um jovem com cerca de 20 anos e causou ferimentos a mais três pessoas.
De acordo com declarações prestadas à Lusa pelo comandante sub-regional das Terras de Trás-os-Montes da Proteção Civil, Noel Afonso, o veículo pesado terá entrado em despiste junto à saída de Lodões (Vila Flor), acabando por tombar sobre dois veículos ligeiros que circulavam no sentido oposto.
O óbito do jovem foi declarado no próprio local do acidente. Segundo a Proteção Civil, os três feridos, considerados ligeiros, foram transportados para o hospital de Mirandela.
O alerta do acidente deu-se pelas 07:40 e a circulação no IC5 foi totalmente cortada em ambos os sentidos na zona atingida, tendo o trânsito sido desviado para a rede viária nacional. Nas operações de socorro estiveram envolvidos 23 operacionais, apoiados por seis viaturas e um helicóptero do INEM sedeado em Macedo de Cavaleiros.
Data: 13 de outubro de 2026
Por: Dino Frazão
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© FRED TANNEAU/AFP/Getty Images

Um acidente grave ocorreu ao início da noite desta segunda-feira na Estrada Nacional 106 (EN106), mais precisamente ao quilómetro 21,370, na conhecida reta de Sequeiros, no concelho de Lousada.
A colisão frontal entre dois veículos ligeiros resultou na morte de um homem com cerca de 60 anos de idade. Da mesma ocorrência resultou ainda uma vítima grave, uma mulher com cerca de 38 anos e condutora de uma das viaturas, que foi projetada para fora do veículo em consequência do forte impacto. A vítima foi transportada de urgência para o Hospital de São João, no Porto.

O alerta para o acidente foi dado por volta das 20h00. Para o local foram acionados os Bombeiros Voluntários de Lousada, acompanhados pelas Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital Padre Américo e do Hospital de São João.
Devido à gravidade do acidente e aos trabalhos de prestação de socorro às vítimas, a circulação rodoviária na EN106 esteve totalmente cortada ao trânsito na reta de Sequeiros.
Video das operações de socorro na página OS MONHACAS
As autoridades competentes estiveram no local a tomar conta da ocorrência e a investigar as causas do acidente.
Segundo a Guarda Nacional Republicana.
Por: Dino Frazão
13 de outubro de 2026
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Uma colisão entre dois automóveis, ocorrida ao início da tarde desta segunda-feira na Autoestrada 28 (A28), na zona de Matosinhos, resultou em dois feridos, um dos quais em estado grave e outro com ferimentos ligeiros.
Segundo o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Porto, o alerta para o acidente foi dado às 13:07 horas. A colisão registou-se ao quilómetro 7,446, sobre a ponte de Leça, no sentido Norte-Sul (Viana do Castelo – Porto), junto ao Terminal de Mercadorias de Leixões.
No local, as equipas de socorro prestaram a primeira assistência às vítimas, tendo as autoridades procedido ao condicionamento do trânsito na zona para permitir as operações de resgate e a remoção dos veículos envolvidos.
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Por: Dino Frazão
12/10/2026
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© JOÃO RELVAS/LUSA
A 6ª Festa do Pequi da Ceasa Goiás terá o desafio “O Maior Roedor de Pequi” nesta sexta-feira (22/10). A programação começa às 8h, tem entrada gratuita e inclui apresentações culturais e almoço oferecido aos visitantes. A festa ocorre na sede da Ceasa Goiás, no Jardim Guanabara, ao lado do Mercado do Produtor.
O desafio “O Maior Roedor de Pequi” ocorre às 12h do dia 22 de outubro. A proposta é descobrir quem consegue roer mais pequis, e transforma um hábito ligado à culinária regional em uma competição descontraída.
Na sequência, às 12h30, a organização serve o almoço gratuito. A iniciativa amplia o caráter comunitário da celebração e convida o público a aproveitar a programação ao longo da manhã.
A programação começa cedo, às 8h, com apresentações da Folia de Reis e dos Catireiros de São Francisco de Goiás. Meia hora depois, às 8h30, a Orquestra de Violeiros do Estado de Goiás sobe ao palco para dar continuidade às atrações culturais.
Data: 22 de outubro de 2026. Horário: a partir das 8h. Local: Ceasa Goiás, ao lado do Mercado do Produtor, Pedra 1. Endereço: BR-153, km 5,5, Jardim Guanabara, Goiânia. Entrada: gratuita. Almoço: gratuito, previsto para as 12h30. Destaque: desafio “O Maior Roedor de Pequi”, às 12h.
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Um acidente com uma viatura pesada de mercadorias provocou esta segunda-feira a morte de cerca de 40 suínos na Estrada Nacional 362, na localidade de Mendiga, no concelho de Porto de Mós, distrito de Leiria.
O alerta para a ocorrência foi dado às autoridades pelas 12h45. Segundo Lusa, que cita fonte dos Bombeiros Voluntários de Porto de Mós, o pesado transportava animais vivos e acabou por tombar lateralmente, provocando a morte dos suínos. Os números exatos de animais mortos ainda não se encontram totalmente fechados.

Segundo Lusa, foi mobilizado um outro veículo para efetuar o transbordo e transporte dos animais que sobreviveram ao despiste.
Segundo Lusa, fonte do Comando Territorial de Leiria da Guarda Nacional Republicana adiantou que pelas 17h45 os trabalhos de remoção do veículo acidentado ainda decorriam no local.
Cerca das 18:45 o trânsito foi reaberto
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Por: Dino Frazão
12 de Outubro de 2026
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A Câmara de Faro constituiu uma comissão consultiva para o Alameda 21. O projeto pretende criar uma área verde e de lazer junto à Ribeira das Lavadeiras, num terreno abrangido pelas reservas agrícola e ecológica nacionais.
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Entre o 4º e o 7º ano do ensino fundamental, a escola perde parte do encanto que tem para os estudantes, indica a 3ª edição do relatório anual de Saúde Mental & Bem-Estar Escolar, da Great Place to Study Brasil. A parcela de alunos entrevistados que afirma se sentir feliz e empolgada ao ir para a escola cai de 79,9% para 50,8%. No mesmo período, a parcela que relata exposição à violência mais que dobra, de 16,6% para 39%.
O levantamento ouviu 89.744 pessoas, entre 41.958 estudantes, 9.347 educadores e 38.439 familiares no país por meio de questionários digitais específicos para cada público. As respostas foram coletadas de agosto de 2025 a agosto de 2026, e a base de famílias foi acompanhada de março de 2025 a outubro de 2026. Segundo a organização, a análise adotou nível de confiança de 95%, além de testes de correlação e consistência dos índices.
Foi identificada uma mudança no vínculo com a escola ao longo da trajetória. Entre os alunos do 8º ano e do 3º ano do ensino médio, 57% citam bullying frequente ou violência física normalizada no dia a dia.
Outros dados mostram a diminuição do vínculo: 40,6% não se sentem valorizados pela escola, 40,1% dizem que professores não se importam com seus sentimentos e 44% das vítimas de bullying não creem em ação da escola.
Em ambientes de baixa violência, 27% dos estudantes dizem frequentar a escola apenas por obrigação. Em locais de violência muito alta, o índice chega a 60%.
João Hoeppner, diretor da Great Place to Study Brasil, afirma que a relação com a escola tende a diminuir à medida que o estudante avança e o foco no conteúdo e no vestibular ganha espaço. “O coletivo e a convivência tendem a ficar mais frios e a escola se envolver cada vez menos.”
Segundo o diretor, quem estuda apenas para evitar consequências negativas relata mais sobrecarga. “Mesmo no melhor cenário, 1 a cada 4 estuda ali por medo. Quando a gente está falando do fundamental, é mais ou menos 1 a cada 3”, afirma.

A violência é um dos fatores que atravessam esse processo, segundo indicam as respostas. Dos 57% que relatam bullying frequente ou violência física normalizada, 1 em cada 5 se declara alvo direto de agressões.
Hoeppner chama atenção para o papel dos colegas que presenciam os episódios e afirma que a escola precisa trabalhar também a consciência de quem assiste. “O principal trabalho que as escolas precisam fazer é um despertar, uma provocação em relação à consciência da plateia. Se não tem plateia, não tem show.”
Para ele, campanhas contra o bullying também podem partir dos próprios estudantes. “As campanhas de bullying mais efetivas que a gente vêpartem dos estudantes mais do que somente da escola.”
Marina Ribeiro, diretora de comunidade da Great Place to Study Brasil, afirma que a participação dos pares pode favorecer essa reflexão. “É um processo de entender como esse adolescente funciona e ir buscando essas estratégias mesmo para fomentar a consciência.”
Para Maria Amélia Santoro Franco, doutora em educação pela USP e organizadora do livro “Pedagogias Emergentes: Princípios e Práticas”, a queda no entusiasmo ao longo da escolarização, não pode ser explicada apenas pela idade. Na passagem para os anos finais do fundamental, aumenta o número de professores e disciplinas, enquanto a convivência com os colegas ganha importância.
Segundo Maria Amélia, quando o conhecimento fica restrito ao que será cobrado nas avaliações, o aluno pode cumprir tarefas, mas deixa de se reconhecer nelas. “À medida que a transmissão de conteúdos, as metas e os rankings de desempenho passam a organizar a vida escolar, a escola pode perder sentido para os estudantes.”
A professora afirma que a violência compromete a aprendizagem. Um estudante que teme ser ridicularizado pode deixar de perguntar ou participar das atividades. “O sentimento de pertencimento se rompe quando o aluno passa a pensar: como me percebem aqui?”.

No entanto, o sofrimento não se restringe aos alunos, segundo o relatório. Um em cada sete professores ouvidos relata sofrimento constante, com sinais de desgaste emocional severo, falta de alegria e incapacidade de descansar. Entre eles, 66,3% dizem que gostariam de ter escolhido outra profissão.
Além disso, 24,4% apontam cobranças excessivas e questionamentos à autoridade como principal desgaste mental. Para Hoeppner, o conflito pesa na rotina, mesmo envolvendo poucas famílias.
As famílias, por sua vez, demonstram confiança na escola. Mais de 95% dizem confiar na proposta pedagógica, considerar o ambiente seguro e avaliar que os filhos recebem uma boa educação. Porém, o vínculo não se traduz na mesma proporção em diálogo: são 54,6% os que dizem concordar plenamente que se comunicam com a escola para pensar em conjunto sobre a educação dos filhos.
Maria Amélia afirma que reconstruir esse vínculo passa por criar relações de confiança e não apenas por reforçar regras. Segundo a professora, o estudante precisa saber que situações de violência serão levadas a sério e que haverá adultos responsáveis por cuidar delas.
“Temos um costume de falar muito que a escola tem três funções: ser a vida de um estudante, preparar esse estudante para o futuro e para o mundo que ele vai encontrar, mas também trazer competências para que ele de fato consiga construir um mundo diferente, um futuro diferente.” (Lucas Leite/FOLHAPRESS)
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