Uma bebé nasceu, na madrugada desta sexta-feira, numa ambulância dos Bombeiros de Barcelinhos.
Por volta das 02:30, a corporação barcelinense foi acionada para prestar assistência a uma mulher grávida de 37 semanas, que estava em parto iminente, na freguesia de Perelhal, concelho de Barcelos.
Os dois bombeiros, Catarina Teixeira e João Castro, que também é enfermeiro, ajudaram a pequena Clarinha a nascer já dentro da ambulância.
Após o parto, foi realizado rendez-vous com a VMER de Barcelos, seguindo-se o transporte da mãe e da bebé para o Hospital de Braga, tendo tudo corrido da melhor forma.
“Estão bem”, disse a O MINHO o comandante dos Bombeiros de Barcelinhos, José Beleza.
Bruno Henriques, comandante dos bombeiros de Vidago, disse à VTM que o “óbito foi declarado às 13h08 pela equipa médica da VMER de Chaves e era o condutor do motociclo. Há ainda a registar um ferido ligeiro, um jovem, de 22 anos”.
O alerta para a colisão foi dado meio dia e para o local foram mobilizados 16 operacionais, apoiados por sete veículos, entre os quais os bombeiros de Vidago.
A GNR também esteve no local e está a investigar as causas do acidente fatal.
As vítimas, com 36 e 56 anos, apresentavam fraturas nas pernas e uma poderá ter sofrido um traumatismo craniano. As mulheres foram transportadas para hospital de Bragança.
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto, Carlos Magalhães, explicou à VTM que o acidente “ocorreu quando o trator agrícola capotou e despencou por uma vereda com cerca de 60 metros de extensão”.
Acrescentou que os Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto mobilizaram para o local uma ambulância de socorro com dois operacionais. “Dada a gravidade do cenário e a complexidade do socorro, as equipas contaram com o apoio diferenciado do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), através da ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Amarante e da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Vila Real”.
A vítima recebeu assistência médica no local pelas equipas especializadas do INEM e foi estabilizada antes do transporte para o Hospital de Vila Real, acompanhada pela equipa da VMER.
O alerta foi dado às 07h14 e o acidente ocorreu na área florestal do Toumilo.
A Guarda Nacional Republicana de Mondim de Basto esteve também no local e tomou conta da ocorrência.
Alerta foi dado às 02h28, tendo o fogo deflagrado no pavilhão de pinturas manuais situado na Rua Manuel Lopes Vieira, em Nespereira. O incêndio não causou feridos e foi dado como extinto às 03h30.
Alerta para a ocorrência foi dado às 17h29, e o incêndio já estava extinto à chegada dos meios ao local, tendo causado um ferido grave que foi transportado para o hospital. A casa ficou inabitável.
No local estiveram oito viaturas e 21 operacionais, entre os quais os bombeiros voluntários de Ermesinde, uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital São João, a PSP e elementos da Câmara Municipal de Valongo
Um exercício dos Sapadores Bombeiros de Braga testou durante a manhã desta quinta-feira as condições de operacionalidade na atuação em águas bravas, na Praia do Cavadinho, em Braga.
O Exercício “Livex Cavadinho” surge também na sequência de casos frequentes de salvados, no rio Cávado, após descargas da Barragem da Caniçada, mas para melhorar os procedimentos.
Apesar dos sucessivos avisos, incluindo placas nas praias fluviais bracarenses, são recorrentes os casos de quem procura “ilhotas”, continuando, após as 17:00, ficando isolado pelas águas.
Foto: Joaquim Gomes / O MINHO
O cenário previsto e executado pelos operacionais foi o dos casos típicos que têm sucedido, de vítimas isoladas após subida rápida da água, em que pelas características do local, com um leito maioritariamente rochoso e pouca profundidade, nunca é seguro navegar em barco com motor.
Por isso mesmo, assim que acionados, a partir do seu quartel, chegados ao local, colocaram a chamada “rig norueguesa” (plataforma norueguesa), incluindo como sempre as cordas para que primeiro os bombeiros e depois os “isolados” sejam conduzidos para a margem do rio Cávado.
Naquela que é a mais recentemente requalificada praia fluvial pela Câmara de Braga, a Praia Fluvial do Cavadinho, em Crespos, da União das Freguesias de Crespos e Pousada, este cenário previa feridos, ou muito grave, ou grave, ou pouco grave e também um sem gravidade.
Foto: Joaquim Gomes / O MINHO
Curiosamente, este exercício, que também é designado popularmente por simulacro, partiu da realidade para a ficção, não da ficção para a realidade, porque traduziu aquilo que já é realizado no quotidiano, como no verão de 2026, mas proporcionou repetir procedimentos operacionais.
“O principal objetivo foi o de testar operacionalidade, o cenário foi o minimamente assegurado para ter características que exijam resgate específico em águas bravas, em outros fatores como as correntes provocadas pela fisiologia do rio Cávado, não são controladas”, disse a O MINHO o comandante do Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga, Nuno Osório.
“Foi o testar e capacitar todos os operacionais envolvidos, em cenários com registos já de situações semelhantes, face ao histórico e probabilidades de novos eventos ocorrerem, há necessidade crescente de capacitar a resposta e mitigar ou eliminar consequências diretas ou indiretas para pessoas e/ou ambiente”, afirmou o responsável.
“O cenário previsto, foi baseado em algumas situações reais, já ocorridas neste local, porque há registos de dez vítimas resgatadas nesta área do exercício ou nas áreas próximas”, explicou Nuno Osório, exemplificando duas vítimas, que ficaram isoladas após a subida rápida da água.
Sob a observação de turcos
O Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga já tem realizado idênticos exercícios, noutras praias fluviais do concelho de Braga, como as de Adaúfe, de Palmeira, de São Paio de Merelim, além de mais ações em locais com municípios limítrofes, mas o desta quinta-feira era especial. É que estiveram observadores turcos, um dos quais professor nessa área, além de alunos de Erasmus+, analisando procedimentos e ouvindo as explicações de um especialista, João Ferreira, engenheiro e membro do Estado-Maior do Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga.
Foto: Joaquim Gomes / O MINHO
O exercício teve ainda como objetivos específicos testar toda a operacionalidade da Equipa de Resgate em Águas Bravas dos Sapadores Bombeiros de Braga, a operacionalidade das diversas valências, capacidade de resposta e plano de intervenção para atividades aquáticas no Cávado.
Participaram na realização do exercício “Livex Cavadinho”, a Câmara Municipal de Braga, a União das Freguesias de Crespos e Pousada e a EDP, entidade oficial esta que gere o caudal de todas as barragens hidroelétricas e nomeadamente aquelas que são banhadas pelo rio Cávado.
O dia 15 de outubro é uma data de fortes contrastes. Embora guarde a memória de um dos momentos mais trágicos e difíceis da história recente do país no combate aos incêndios, é também a data em que o mundo celebra grandes nomes da literatura, da filosofia e das artes. Neste dia, em 1922, nasceu […]
António Nunes disse na CPI aos Negócios dos Incêndios Rurais que nunca teve "conhecimento objetivo" de irregularidades e que avisaria o MP se o tivesse.
Segundo o comandante dos bombeiros da Cruz Verde, José Salcedas, a colisão foi com uma “ambulância de transporte de doentes não urgentes, tendo-se registado dois feridos ligeiros, os condutores das viaturas. A ambulância era conduzida por uma bombeira, de 47 anos”.
Acrescentou ainda que os dois feridos foram transportados pelos bombeiros da Cruz Verde para o hospital de Vila Real.
O comandante disse ainda que na origem da colisão poderá ter estado uma ultrapassagem mal calculada.
O alerta foi dado por volta das 17h00 e para o local foram mobilizados 12 operacionais apoiados por cinco veículos, entre os quais os bombeiros da Cruz Verde e a GNR, que tomou conta da ocorrência.
O alerta, de acordo com o comandante dos Bombeiros da Cruz Verde, José Salcedas, aconteceu às 00h50 de sábado, tendo sido mobilizados para o local 32 operacionais e sete veículos de três corporações. Além da Cruz Verde, estiveram presentes bombeiros da Cruz Branca e de Sabrosa.
À chegada dos meios de socorro, explicou José Salcedas à VTM, o fogo já tinha atingido a zona das barracas, com o combate a centrar-se, sobretudo, nessa área. O resultado acabou por ser a total destruição de três barracas, assim como duas viaturas.
Albino Nascimento é um dos moradores que perdeu os seus pertences no incêndio. Segundo contou à VTM, as chamas propagaram-se rapidamente e várias botijas de gás rebentaram, obrigando os moradores a fugir. No local, diz, estavam três casais, um deles com uma filha, menor de idade.
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A posição surge após a publicação, em Diário da República, do Decreto-Lei n.º 199/2026, que atribui apoios a diferentes setores afetados pelo aumento dos custos dos combustíveis. O diploma prevê uma dotação máxima de três milhões de euros para empresas de transportes de táxis, entidades do setor social e associações humanitárias de bombeiros.
No caso das corporações, o apoio incide sobre o gasóleo rodoviário e a gasolina utilizados em veículos de socorro, combate a incêndios e transporte de doentes. O valor definido é de 10 cêntimos por litro, considerando um consumo de referência de 1200 litros mensais por viatura nos veículos de classe S (Super) das associações humanitárias e de 400 litros nos restantes veículos.
Para a federação distrital, a medida é positiva, mas deve ser acompanhada por uma resposta célere aos problemas que continuam pendentes na aplicação do anterior regime de apoio aos combustíveis. A estrutura distrital manifesta “profundo descontentamento” relativamente ao Decreto-Lei n.º 80-A/2026, de 31 de março, alegando que várias associações do distrito ainda não receberam qualquer verba, apesar de terem cumprido os procedimentos de candidatura. Nas corporações que já receberam pagamentos, a federação afirma que estes foram feitos “de forma tardia” e que os valores ficaram abaixo do que era expectável.
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Bombeiros da Póvoa de Varzim receberam o alerta pelas 07h30. Vítima foi atropelada por um carro na Rua 10 de Dezembro, em Laúndos, Póvoa de Varzim. A estrada esteve cortada por várias horas.
Bombeiros transportaram cerca de "22 mil litros de água" diariamente, chegando a haver dias em que vão duas vezes, face aos problemas cada vez mais recorrentes de abastecimento de água.
Os problemas de abastecimento de água têm sido mais recorrentes devido ao baixo caudal da nascente que abastece a aldeia, mas também às fugas na canalização.
A Associação Humanitária de Bombeiros de Mogadouro lançou hoje o concurso público para a construção da Unidade Local de Formação para Agentes de Proteção Civil, com um valor base estimado em 1,2 milhões de euros. Em declarações à agência Lusa, o presidente desta associação, João Gouveia, disse que as empresas interessadas têm um período de 14 dias para apresentar as suas propostas.
João Gouveia expressou a esperança de que o concurso não fique deserto devido à escassez de mão-de-obra e que as propostas sejam apresentadas para uma empreitada com um prazo de execução previsto de um ano. “Esperemos que haja propostas para a construção deste equipamento, e que no espaço de cerca de um ano a Unidade Local de Formação para Agentes da Proteção Civil seja uma realidade e estamos otimistas”, sublinhou.
O projeto consultado revela que esta nova unidade surge da necessidade dos bombeiros de Mogadouro terem acesso a uma estrutura moderna e funcional, ajustada às exigências atuais do treino operacional. O espaço incluirá um edifício destinado à formação, campos de treino interiores e exteriores, uma torre escola e contentores técnicos, permitindo a realização tanto da formação teórica como prática em condições realistas e seguras.
De acordo com João Gouveia, este novo equipamento estará disponível para todas as corporações de bombeiros da região e do país que desejem realizar exercícios e treinos relacionados com as missões no combate a incêndios urbanos e florestais.
O autarca António Pimentel revelou que o município disponibilizou cerca de 800 mil euros provenientes do orçamento destinado à Proteção Civil, que será utilizado pelos bombeiros na construção do campo de treinos. Em janeiro de 2025, foi assinado um contrato entre o município e a Associação Humanitária dos Bombeiros locais para a cedência de um terreno com 2,5 hectares na zona de Vale Calheiros, em Mogadouro, onde será instalada esta nova unidade.
Uma fuga de gás, ocorrida ao princípio da manhã desta terça-feira, na Urbanização do Fujacal, em Braga, mobilizou o Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga, que resolveu a ocorrência.
A fuga de gás verificou-se na rede secundária de alimentação ao edifício, junto do contador, de acordo com informações prestadas a O MINHO pelo comandante da corporação, Nuno Osório.
Para o local da ocorrência foram logo acionados vários operacionais e veículos, entre os quais o Veículo de Proteção Multirriscos e Ambiente (VPMA).
Foto: Paulo Seabrete
Entretanto, depois de resolvida a fuga de gás, a empresa Portgás substituiu logo o contador e a ocorrência foi logo registada pelo Comando Distrital de Braga da Polícia de Segurança Pública.
Segundo a GNR o corpo foi encontrado e retirado esta manhã do interior de um reservatório de água usado para rega da Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva na Herdade dos Encanchados.
O Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga já eliminou mil ninhos de vespas asiáticas, em todo o concelho de Braga, são uns autênticos ‘campeões’ na destruição desses perigosos abrigos.
Mais de 20 ninhos de vespas velutinas foram destruídos durante esta sexta-feira, conforme foi reportado diretamente por O MINHO, levando a tranquilidade a centenas de famílias de Braga.
Uma equipa daquela corporação camarária diariamente vai para o terreno e de acordo com uma série de informações recebidas nas horas anteriores, vai eliminando ninhos de vespas velutinas.
Uma das “armas secretas” dos Sapadores Bombeiros de Braga é, curiosamente, um dos seus operacionais, Tiago Freitas, ser apicultor, o que facilita o trabalho.
Esta sexta-feira, logo de manhã cedo, Tiago Freitas, acompanhado de outro sapador bombeiro, Carlos Alves, estiveram na Rua de Camões, no centro da cidade de Braga, desativando já mais um, só poucas horas depois da situação ter sido conhecida indiretamente e só pelas redes sociais.
Foto: Paulo Seabrete
É que uma das dificuldades sentidas nos últimos anos, desde 2019, é que a grande maioria dos bracarenses, em vez de contactarem o Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga (há um email que o grande público conhece há anos (vespa.velutina@cm-braga.pt), preferem fazer do flagelo um espetáculo, divulgar imagens nas redes sociais.
Vídeo: Paulo Seabrete
Aquilo que a Câmara Municipal de Braga e o seu Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga pedem, encarecidamente, é que tais situações sejam comunicadas a quem de direito, porque se trata de um serviço gratuito e que pode salvar vidas, em vez de ir a correr para as redes sociais.
Há poucos dias, o troço da Rua 25 de Abril, a montante da Avenida da Liberdade foi uma área em que se dizimaram ninhos de vespas velutinas, popularmente conhecidas também como vespas asiáticas, em edifícios adjacentes ao Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Braga.
Vídeo: Paulo SeabreteVídeo: Paulo Seabrete
Mas para o êxito desta luta sem quartel é considerada decisiva a colaboração dos cidadãos, para a referida conta de email (vespa.velutina@cm-braga.pt), eventualmente já com imagens (fotos e/ou vídeos, mas para a Câmara Municipal de Braga e não para as redes sociais).
O trabalho é contínuo, também neste aspeto, pelo Batalhão de Sapadores Bombeiros, partindo do comandante, Nuno Osório, a par do adjunto técnico, Carlos Silva, passando ainda por todas as suas chefias intermédias, até ao setor operacional, em comunicação permanente, para acorrer aos alertas, numa média diária de casos denunciados pelo mesmo número de ninhos eliminados.
Sapadores fazem mais e melhor
O Município de Braga alcançou, em 2025, a sua mais elevada taxa de eficácia de sempre na eliminação de ninhos de vespa velutina, fixada em 98,39%, “consolidando-se uma resposta municipal robusta e tecnicamente eficaz face a uma espécie invasora cuja presença continua a aumentar no território”, seguindo uma política de proatividade da Câmara Municipal de Braga.
Ao longo do ano de 2025 foram registados 1.364 ninhos, mais 104 do que em 2024, números representam um crescimento de 8,25%, sendo que apesar do aumento significativo, os serviços municipais conseguiram eliminar 1.342 ninhos, um acréscimo de 110 eliminações face ao ano de 2024, correspondente a uma subida de 8,93%, segundo refere a Câmara Municipal de Braga.
“Particularmente relevante é a redução do número de ninhos por resolver, que passou de 28 em 2024 para 22 em 2025, uma diminuição de 21,43% e este facto demonstra um reforço claro da capacidade de resposta, mesmo num contexto de maior pressão da espécie”, afirma a autarquia.
“A análise da evolução dos registos desde 2019 evidencia crescimento estrutural do fenómeno, com 673 ninhos registados em 2019 para 1.364 em 2025, mais do dobro em seis anos e este cenário reforça a importância de políticas públicas consistentes, sempre, mas sempre, baseadas na monitorização contínua, na rapidez de intervenção e na articulação entre serviços”, salienta.
Segundo o vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Altino Bessa, os resultados de 2025 “traduzem uma estratégia sustentada e uma aposta assente na eficácia operacional”, afirmando que “o aumento do número de ninhos registados confirma que estamos perante um problema persistente, mas os dados evidenciam também que Braga responde mais e melhor a cada ano”.
“Atingir uma eficácia de 98,39% é um resultado histórico e uma prova que o investimento, o planeamento e o trabalho no terreno estão a surtir efeito”, refere o responsável, salientando que a redução dos ninhos por resolver, mesmo com maior número de ocorrências, “demonstra rigor, organização e sentido de responsabilidade pública em Braga”, ainda segundo diz Altino Bessa.
O também vereador do Ambiente e da Proteção Civil recorda ainda que “este combate tem impactos diretos na segurança das populações, na proteção da biodiversidade e no apoio ao sector apícola”, afirmando que “também tem os custos, cerca de 100 mil euros todos os anos”.
Foto: CM Braga
“Continuaremos a reforçar a vigilância, a sensibilização da população e toda a capacidade de intervenção na medida em que consideramos que a defesa do território exige respostas concretas e eficazes”, salientou o vice-presidente da Câmara Municipal de Braga.
“Os dados de 2025 e agora os de 2026 confirmam e reforçam ainda mais Braga como sendo um município de referência no combate à vespa velutina, aliando ao crescimento na deteção, eficiência na resposta e resultados mensuráveis com base numa política ambiental alicerçada no conhecimento técnico e no compromisso público permanente”, ainda segundo Altino Bessa.