Elon Musk revela novo carro voador da Tesla


O brasileiro Rafael Câmara foi anunciado nesta quinta-feira (15) como piloto titular da Haas para a temporada 2027 da Fórmula 1. O pernambucano de 21 anos ocupará a vaga do francês Esteban Ocon e dividirá a equipe com o britânico Oliver Bearman.
Natural do Recife, Câmara será o primeiro piloto nascido no Nordeste a disputar a principal categoria do automobilismo mundial. A contratação coroa uma trajetória de destaque nas categorias de formação, com títulos na Fórmula Regional Europeia, em 2024, e na Fórmula 3, em 2025.
O brasileiro também faz parte da Academia de Pilotos da Ferrari desde 2021. Nesta temporada, ele disputa a Fórmula 2 pela Invicta Racing e lidera o campeonato.
Após o anúncio, Câmara afirmou que pretende manter o ritmo de trabalho e se preparar para o desafio na categoria. O piloto também destacou o desejo de representar o país e conquistar bons resultados em sua estreia.
“Vou continuar trabalhando, como sempre vim trabalhando, evoluindo. Se Deus quiser, vou fazer um bom ano no ano que vem e trazer bastante orgulho para o Brasil e todo mundo que estiver acompanhando”, declarou.
Sobre a adaptação à nova equipe, o brasileiro disse que pretende se preparar da melhor maneira possível, aprender sobre o carro e trabalhar em conjunto com os integrantes da Haas.
A chegada de Câmara fará com que o Brasil volte a ter dois pilotos titulares na Fórmula 1. Ele se juntará a Gabriel Bortoleto, da Audi, e encerrará um intervalo de 11 anos desde a última temporada em que o país contou com dois representantes na categoria.
Em 2016, Felipe Massa corria pela Williams, enquanto Felipe Nasr defendia a Sauber. Desde então, o Brasil passou por períodos sem pilotos titulares, embora Pietro Fittipaldi tenha disputado duas provas pela Haas em 2020.
Câmara será o 34º brasileiro a competir na Fórmula 1. O pioneiro foi Chico Landi, que estreou em 1951.
O país não conquista o título mundial de pilotos desde 1991, quando Ayrton Senna venceu pela terceira vez, pela McLaren. A nova geração brasileira busca recolocar o país entre os protagonistas da categoria.
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O “Fafe Eco Rally” vai realizar-se nos dias 07 e 08 de novembro.
É um evento com organização do Município de Fafe, da My Time/Classic Clube de Portugal, com o apoio da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting.
Na apresentação do evento, o vereador Parcídio Summavielle destacou a “grande visibilidade que este tipo de evento desportivo traz a Fafe”, referindo que este é “campeonato virado para o futuro”.
Paulo Almeida, responsável da My Time/Classic Clube de Portugal, referiu que esta prova “comporta uma mensagem de sustentabilidade”, agradecendo a forma como foram recebidos, reiterando que o “Município de Fafe esteve sempre de portas abertas para o Campeonato Novas Energias”.
Esta será a terceira vez em que Fafe recebe uma prova destas caraterísticas. Em 2019 a cidade de Fafe recebeu a primeira Taça de Portugal de Novas Energias, competição que marcou a história do automobilismo em Portugal e que deu origem ao agora Campeonato de Portugal de Novas Energias.
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O presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), Ni Amorim, criticou hoje a diferença entre as decisões judiciais sobre os títulos nacionais de ralis de 2024 e 2025, mas garantiu que a federação cumprirá as determinações do tribunal.
Em declarações à margem da apresentação do Rally 6 Cities North of Portugal, em Guimarães, o dirigente manifestou surpresa com a decisão do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) de atribuir o título de 2025 a Armindo Araújo, em detrimento do espanhol Dani Sordo.
“Como é possível o mesmo tribunal julgar dois casos exatamente iguais e ter duas posições diametralmente opostas, de 2024 para 2025?”, questionou.
Segundo Ni Amorim, a FPAK atribuiu inicialmente o título de 2025 a Sordo, seguindo o entendimento adotado pelo TAD no ano anterior, quando determinou a entrega do título ao britânico Kris Meeke.
“Não resta à FPAK outra alternativa que não seja cumprir a determinação do TAD e nem irá, logicamente, contestá-la”, afirmou, acrescentando que a direção também não recorreu da decisão relativa a 2024.
O dirigente indicou, contudo, que os processos poderão prolongar-se nas instâncias superiores, devido às contestações dos interessados.
Ni Amorim rejeitou ainda a possibilidade de, caso o vencedor seja estrangeiro, resolver a questão distinguindo o vencedor do campeonato do campeão de Portugal, título reservado ao português mais bem classificado.
Segundo o presidente da FPAK, o Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ) intimou a federação, em 2023, a retirar a designação de “vencedor do Campeonato de Portugal”, dando-lhe 15 dias para o fazer, sob pena de perder o estatuto de utilidade pública.
“Os tempos evoluem e as regulamentações também. O que era nessa época já não é agora, não é permitido e já nem é possível”, sustentou.
O dirigente defendeu a participação de pilotos estrangeiros no Campeonato de Portugal de Ralis, por considerar que elevam o nível competitivo e proporcionam referências aos jovens portugueses.
Considerou também injusto que pilotos portugueses possam conquistar títulos no estrangeiro e que concorrentes estrangeiros sejam impedidos de o fazer em Portugal, indicando que a federação levou essa preocupação ao IPDJ e à tutela governamental.
“A FPAK fez aquilo que lhe competia, mas não pode alterar leis do Governo nem deixar de cumprir as decisões do tribunal”, sublinhou.
Sobre a exclusão do Rali de Portugal do calendário do Mundial de 2027, Ni Amorim classificou-a como uma notícia “inesperada e triste” e uma “perda brutal” para o país, manifestando esperança num regresso em 2028.
O presidente da FPAK revelou ter contactado o presidente do Automóvel Club de Portugal, Carlos Barbosa, e trocado mensagens com a Federação Internacional do Automóvel (FIA) e o promotor do campeonato.
Em contraponto, saudou o anunciado regresso da Fórmula 1 a Portimão, em junho de 2027, atribuindo o mérito ao Governo e à capacidade organizativa do Autódromo Internacional do Algarve (AIA).
Ni Amorim adiantou que está previsto aumentar a lotação do recinto para acolher entre 80 mil e 90 mil pessoas, antecipando a maior assistência de sempre numa prova de Fórmula 1 em Portimão.
O presidente da FPAK falou à margem da apresentação da prova de encerramento do Campeonato da Europa de Ralis (ERC), o Rally 6 Cities North of Portugal, que se realiza de 23 a 25 de outubro.
É, também, a penúltima jornada do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) e conta com 41 viaturas Rally2 inscritas, 12 das quais correspondentes ao CPR. O título já está decidido a favor do finlandês Teemu Suninen.
O evento decorre em Guimarães, Fafe, Felgueiras, Boticas, Cabeceiras de Basto e Ribeira de Pena.
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A dupla fafense Mário Castro e Ricardo Cunha conquistou, este domingo, a vitória no Rali de Famalicão entre os concorrentes do Campeonato Norte de Ralis, alcançando também o primeiro lugar nas Duas Rodas Motrizes (2RM).
Aos comandos de um Renault Clio R3T, Castro e Cunha estiveram desde cedo na disputa pelos lugares da frente. A passagem para a liderança aconteceu na sexta prova especial de classificação, numa fase decisiva do rali.
A partir daí, a dupla manteve um andamento rápido e consistente, assegurando a posição até ao final e confirmando o triunfo nas duas classificações.
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A exclusão do Rali de Portugal do Mundial de Ralis (WRC) leva ao cancelamento da edição de 2027, segundo uma resposta escrita do Automóvel Club de Portugal (ACP), reiterando a responsabilidade do promotor do campeonato pelo sucedido.
Em 29 de setembro último, o ACP anunciou que “um dos mais emblemáticos ralis do campeonato do mundo” tinha ficado fora do calendário de 2027, devido a uma “alteração de última hora”, admitindo o regresso em 2028.
Hoje, o ACP apresentou a justificação usada na altura, em resposta a duas das perguntas da Lusa, incluindo uma sobre os incidentes que perturbaram a edição de 2026, como a presença de um reboque num troço ou de um militar da GNR noutro.
“Já com data prevista entre 13 e 16 de maio, fruto de alterações feitas pelo promotor no último dia da preparação da próxima temporada do WRC, com o objetivo de a tornar geograficamente tão diversa e intercontinental quanto possível, o Vodafone Rally de Portugal foi uma das provas cuja calendarização foi afetada”, repetiu o ACP, reforçando que as referidas ocorrências não influenciaram a decisão.
Recorrendo, novamente, a essa afirmação, recusa ainda que a exclusão do Rali de Portugal fique a dever-se a motivos financeiros ou à mudança anunciada do centro nevrálgico da prova de Matosinhos para Viseu, assegurando ainda que nenhuma entidade será indemnizada.
“Não há lugar a qualquer tipo de indemnização, uma vez que, apesar dos contratos, os calendários desportivos são ratificados anualmente pelo promotor e pela FIA [Federação Internacional do Automóvel]”, assegurou o ACP.
O próximo ano vai ser o segundo, desde a primeira edição do Rali de Portugal, em 1967, que a prova não vai realizar-se, tal como em 2020, então devido à pandemia de covid-19, vincou o ACP.
“O Vodafone Rally de Portugal não se vai realizar em 2027”, vincou o ACP, excluindo a possibilidade de a prova integrar qualquer outro calendário nacional ou internacional.
O Rali de Portugal integrou o WRC desde a sua criação, em 1973, tendo ficado afastado do calendário entre 2002 e 2006.
Depois do regresso ao WRC, ainda no Algarve, em 2007, apenas tinha ficado fora do calendário em 2008, devido à rotatividade promovida pelos promotores.
A prova rumou, depois, ao Norte, em 2015, e, a partir de 2019, voltou a passar pela região centro – após 18 anos de ausência.
O ACP lamenta o desfecho, advertindo que “o impacto é para o país” e recordando que “o estudo de impacto na economia nacional registou em 2025 um retorno superior a 193 milhões de euros”.
Apesar de não se ter disponibilizado para prestar declarações, o presidente do ACP, Carlos Barbosa, partilhou com a Lusa, na referida resposta por escrito, “um sentimento de grande surpresa e de choque, do qual resultou uma sensação clara de frustração” com este desfecho.
O francês Sébastien Ogier é o recordista de triunfos no Rali de Portugal, com sete vitórias, num historial que conta ainda com a francesa Michèle Mouton, a única mulher a vencer etapas do WRC.
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VTM
O espanhol Dani Sordo, um dos nomes de referência do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC), vai estrear-se oficialmente no ralicross durante a RallyX Global Final, que decorre de 23 a 25 de outubro, no Circuito Internacional de Montalegre.
Com três vitórias no WRC e uma carreira de mais de duas décadas ao mais alto nível, Dani Sordo chega a Montalegre para enfrentar um novo desafio, ao volante de um FC1 Hypercar, um veículo 100% elétrico com 1.100 cv de potência, capaz de acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 1,4 segundos.
“Estrear-me no ralicross em Montalegre torna tudo ainda mais especial, pois é uma pista que conheço bem e que normalmente atrai milhares de adeptos espanhóis e portugueses”, destacou o piloto espanhol.
A competição reúne alguns dos melhores pilotos europeus e norte-americanos, que vão disputar os títulos da “Final dos Campeões” em oito categorias, num programa que contempla cerca de 55 corridas ao longo do fim de semana. Entre os momentos mais aguardados está a realização, no sábado, 24 de outubro, da primeira prova noturna da história do Circuito Internacional de Montalegre, com corridas disputadas sob iluminação artificial.
O evento internacional promete atrair milhares de adeptos ao concelho e reforçar a projeção de Montalegre como território de referência no panorama mundial do ralicross.
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O piloto bracarense José Correia sagrou-se campeão nacional absoluto de automobilismo em montanha ao vencer, no domingo, a Rampa da Arrábida, em Setúbal.
José Correia, o líder da JC Group Racing Team, é campeão português de montanha absoluto e campeão de Portugal de montanha nos protótipos A competindo ao volante de um Osella PA30.
No final da prova, na Serra da Arrábida, o piloto bracarense afirmou: “Estou muito feliz com este resultado e com o título de campeão nacional, estivemos sempre com um excelente ritmo”.
“Não foi um título nada fácil, mas era algo que desejava muito”, salienta José Correia a O MINHO, acrescentando: “Este ano fiz 60 anos e esta era a melhor prenda que poderia ter tido”.
“Agradeço a toda a equipa e a todos os que nos apoiaram durante este ano”, refere José Correia, revelando que “na próxima temporada esta equipa estará de novo na estrada”.
Entretanto, a jovem piloto Beatriz Correia, também da JC Group Racing Team, terminou em segundo lugar nos Grandes Turismos (GT), assegurando terceiro posto final neste campeonato, na sua época de estreia na categoria, mais exigente, apostando na tática de evolução na continuidade.
Beatriz Correia voltou a confirmar a evolução demonstrada ao longo da temporada na categoria GT, ao volante do Porsche 911 GT3 Cup, em que a jovem piloto alcançou o segundo lugar na Arrábida, fechando a época com o terceiro lugar no campeonato, um resultado particularmente positivo numa época de estreia nos GT, marcada por uma progressão constante, pela conquista de vários pódios e pela adaptação cada vez mais sólida a uma categoria já de grande exigência.
Beatriz Correia afirmou “estar muito contente por terminar a época com mais um pódio e por conseguir o terceiro lugar no campeonato de GT”.
“Foi um ano muito importante para mim, porque era a minha estreia nesta categoria e sabia já que teria muito para aprender””, acrescenta.
“Sinto que evoluí bastante ao longo das provas, ganhei mais confiança com o carro e percebi as exigências dos GT, sendo este resultado excelente forma de terminar a época e deixa-me muito motivada para continuar a trabalhar e regressar ainda mais forte”, conclui.
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O piloto fica a seis pontos de Rúben Rodrigues, que abandonou. Rafael Rego termina em segundo, a 2,2 segundos, e Armindo Araújo completa o pódio.
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