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Cardiologista deixou de usar estes utensílios na cozinha e alerta para possíveis riscos para o coração

18 October 2026 at 20:30

Poucos sabem, mas alguns dos utensílios utilizados diariamente na cozinha podem contribuir para a exposição a partículas de plástico e a determinadas substâncias químicas. Embora sejam práticos e económicos, estes objetos estão a levantar preocupações entre especialistas de saúde, sobretudo quando entram em contacto com alimentos quentes.

A cardiologista Elizabeth Klodas revelou à revista EatingWell que decidiu eliminar grande parte dos recipientes de plástico da sua cozinha, especialmente aqueles que costumava utilizar para aquecer alimentos no micro-ondas.

A preocupação está relacionada com a possibilidade de determinados materiais libertarem pequenas partículas de plástico e compostos químicos que acabam por entrar em contacto com os alimentos.

Apesar de a investigação sobre os efeitos dos microplásticos na saúde humana ainda estar em desenvolvimento, alguns estudos têm identificado associações entre a presença destas partículas no organismo e problemas cardiovasculares. No entanto, ainda não está demonstrado que a utilização habitual destes utensílios provoque diretamente doenças cardíacas.

Este é o utensílio que a cardiologista deixou de utilizar

Os recipientes de plástico utilizados para guardar refeições estão entre os principais objetos que Elizabeth Klodas decidiu substituir.

Segundo a especialista, citada pela EatingWell, a alimentação não depende apenas dos nutrientes que ingerimos, mas também da exposição involuntária a substâncias potencialmente prejudiciais.

Por esse motivo, a médica passou a privilegiar recipientes de vidro, sobretudo para armazenar e aquecer refeições.

O vidro apresenta a vantagem de não libertar microplásticos, sendo uma alternativa para quem pretende reduzir o contacto dos alimentos com este tipo de partículas.

Aquecer comida em plástico pode aumentar a exposição

Um dos hábitos destacados por especialistas consultados pela Verywell Health é aquecer refeições no micro-ondas dentro de recipientes de plástico.

O calor pode favorecer a libertação de partículas microscópicas, particularmente quando os recipientes estão desgastados ou não foram concebidos para suportar temperaturas elevadas.

Embora existam embalagens próprias para utilização no micro-ondas, a escolha de recipientes de vidro adequados ao aquecimento permite reduzir a exposição associada ao contacto entre alimentos quentes e plástico.

A nutricionista consultada pela publicação norte-americana alerta ainda que algumas destas partículas podem ser ingeridas sem que as pessoas se apercebam.

Colocar alimentos quentes em recipientes de plástico também merece atenção

Outro comportamento comum consiste em transferir comida acabada de cozinhar diretamente para caixas de plástico.

Segundo os especialistas citados pela Verywell Health, as temperaturas elevadas podem favorecer a migração de determinadas substâncias químicas presentes em alguns materiais para os alimentos.

Entre os compostos frequentemente estudados encontram-se o bisfenol A (BPA) e alguns ftalatos, embora a sua presença dependa da composição e das características de cada recipiente.

Importa salientar que nem todos os plásticos contêm estas substâncias e que existem regras europeias destinadas a limitar a exposição dos consumidores a compostos potencialmente perigosos.

Há outro utensílio de cozinha que merece cuidados especiais

As tábuas de corte de plástico também foram destacadas pela nutricionista, sobretudo quando apresentam riscos profundos provocados pela utilização frequente.

Além da possibilidade de libertação de pequenas partículas durante o corte, as superfícies danificadas podem dificultar a limpeza e favorecer a permanência de microrganismos.

Utilizar a mesma tábua para preparar frango cru e cortar alimentos que serão consumidos sem cozedura, como pão ou legumes, pode aumentar o risco de contaminação cruzada.

Bactérias como a Salmonella podem ser transmitidas desta forma, pelo que é aconselhável utilizar tábuas separadas para alimentos crus e alimentos prontos a consumir, independentemente do material.

O que dizem os estudos sobre os microplásticos e o coração?

A preocupação com os microplásticos ganhou maior relevância depois de investigações científicas terem identificado estas partículas em diferentes tecidos humanos.

Um estudo publicado em 2024 na revista científica The New England Journal of Medicine encontrou microplásticos e nanoplásticos em placas de aterosclerose retiradas de artérias carótidas.

Os investigadores observaram que os participantes cujas placas continham estas partículas apresentaram uma maior incidência de determinados eventos cardiovasculares durante o período de acompanhamento.

Contudo, os resultados demonstram uma associação e não permitem concluir que os microplásticos tenham sido a causa direta desses problemas.

Enquanto a investigação continua, os especialistas recomendam medidas simples para reduzir a exposição desnecessária, como privilegiar recipientes de vidro para aquecer alimentos, evitar plásticos danificados e manter boas práticas de higiene na cozinha.

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Serviço da Disney+ piorou, mas preço manteve-se

By: ZAP
18 October 2026 at 15:45
Limitações também afetaram Portugal e originaram uma notificação formal de incumprimento. Empresa tem 14 dias para agir. A Disney retirou o Dolby Vision e suspendeu temporariamente as funcionalidades 4K UHD e HDR do Disney+. Entre os mercados afetados estão Portugal. Foi uma consequência das medidas judiciais relativas a patentes obtidas pela InterDigital, aplicáveis em 11 países europeus. Os dispositivos abrangidos ficaram limitados à reprodução de conteúdos em Full HD. Mesmo assim, a mensalidade não baixou durante esse período. A Disney continuou a cobrar o preço integral do plano Premium: 15,99 euros por mês. A Euroconsumers apresentou uma notificação formal. A

A loiça sai suja da máquina? Especialista revela o erro com o detergente que muitos cometem

18 October 2026 at 15:40

Colocar a loiça na máquina, adicionar detergente e iniciar o programa parece uma tarefa simples. No entanto, há pequenos erros que podem comprometer os resultados da lavagem e fazer com que pratos, copos e talheres continuem sujos, mesmo depois de um ciclo completo.

Segundo a revista norte-americana EatingWell, a quantidade e o tipo de detergente utilizados estão entre os fatores que podem influenciar a eficácia da máquina de lavar loiça. Larry Ciufo, responsável pelos testes destes eletrodomésticos na Consumer Reports, explica que utilizar mais produto não significa necessariamente conseguir uma limpeza melhor.

O especialista alerta que o excesso de detergente pode deixar resíduos na loiça, enquanto a utilização de programas inadequados e a falta de manutenção podem impedir que o produto se dissolva corretamente.

Este é o erro com o detergente que muitos cometem

Uma das recomendações de Larry Ciufo passa por respeitar as indicações do fabricante da máquina de lavar loiça, em vez de utilizar automaticamente a quantidade sugerida na embalagem do detergente.

Cada eletrodoméstico pode apresentar características diferentes, pelo que a dosagem adequada depende do modelo, do produto utilizado e das condições de lavagem.

No caso dos detergentes em pó ou gel, o compartimento da máquina costuma apresentar marcas que ajudam a identificar a quantidade recomendada. Já as cápsulas são geralmente concebidas para utilizar uma unidade por lavagem.

Adicionar detergente em excesso não garante que a loiça fique mais limpa. Pelo contrário, pode contribuir para a acumulação de resíduos e obrigar a repetir a lavagem.

Detergente líquido, em pó ou cápsulas: qual limpa melhor?

A escolha do detergente também pode fazer diferença nos resultados. De acordo com os testes realizados pela Consumer Reports e citados pela EatingWell, os diferentes formatos não apresentam necessariamente a mesma eficácia.

Larry Ciufo explica que os detergentes líquidos podem representar uma opção mais económica por lavagem, mas os testes da organização revelaram um desempenho inferior ao de outras alternativas.

O detergente em pó apresentou melhores resultados do que muitos produtos líquidos, embora possa ser considerado menos prático por alguns consumidores.

As cápsulas destacam-se pela facilidade de utilização, uma vez que dispensam a medição manual da quantidade de produto. Contudo, a sua eficácia também depende do programa escolhido e das condições de funcionamento da máquina.

O detergente não se dissolve? A causa pode estar dentro da máquina

Quando uma cápsula aparece parcialmente dissolvida no final da lavagem, o problema nem sempre está relacionado com a qualidade do detergente.

Segundo Larry Ciufo, uma das primeiras verificações deve ser feita ao filtro e aos braços aspersores, responsáveis pela circulação e distribuição da água durante o ciclo.

A acumulação de restos de comida ou gordura nestes componentes pode prejudicar o funcionamento da máquina e impedir que a água chegue corretamente a toda a loiça.

Outro fator importante é a duração do programa. Os ciclos rápidos podem não proporcionar tempo suficiente para dissolver completamente determinadas cápsulas, sobretudo quando as condições de lavagem não são as mais adequadas.

Há uma limpeza que deve fazer regularmente

A manutenção do eletrodoméstico é essencial para evitar problemas de funcionamento e preservar a qualidade das lavagens.

Uma das recomendações passa por limpar regularmente o filtro, retirando os resíduos alimentares que se acumulam durante a utilização. Este componente pode ser lavado com água morna e detergente, seguindo as instruções do fabricante.

Também é importante verificar se os orifícios dos braços aspersores estão desobstruídos, uma vez que a acumulação de sujidade pode dificultar a circulação da água.

As borrachas da porta merecem igualmente atenção, sobretudo nas zonas onde se acumulam gordura e restos de alimentos.

Para uma limpeza mais profunda, pode utilizar o programa de manutenção da máquina e um produto adequado ao equipamento. Antes de recorrer a soluções caseiras, como o vinagre, é aconselhável consultar o manual, já que alguns fabricantes desaconselham a sua utilização.

A forma como coloca a loiça também influencia os resultados

Além da escolha do detergente e da manutenção, a disposição dos utensílios no interior da máquina pode comprometer a lavagem.

Pratos demasiado próximos, panelas que bloqueiam os braços aspersores ou objetos colocados à frente do compartimento do detergente podem impedir a circulação adequada da água.

Por esse motivo, é importante garantir que os braços conseguem rodar livremente e que o detergente pode ser libertado sem obstáculos.

Se a loiça continuar a sair suja, mesmo depois de corrigir estes hábitos, poderá ser necessário verificar outros componentes do eletrodoméstico.

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Herman José tinha retrato de Hitler na sala; depois, deve ter ido para a lareira

17 October 2026 at 13:15
A relação com os políticos, o homem de extrema-esquerda e o fascista. Uma conversa com Joaquim Letria em 1991. Na sequência do falecimento de Joaquim Letria, procurámos nos arquivos da RTP a participação do jornalista num programa de humor, o Hermanias, de Herman José. Chegou a entrevistar Nicolau Breyner, que representou Augusto Pinochet. Acabámos por nos cruzar com outro momento, também com Herman José, mas precisamente o programa Joaquim Letria, na emissão em que entrevistou o humorista. Estávamos em Fevereiro de 1991 e Letria quis saber qual era a relação de Herman com políticos. A resposta: “Depende do dia: há

Lavar o cabelo todos os dias aumenta a queda? A resposta dos dermatologistas

17 October 2026 at 09:00

Ver cabelos nas mãos ou no ralo durante o banho pode levar a uma mudança de hábitos: espaçar as lavagens para tentar travar a queda. Contudo, essa decisão pode assentar numa interpretação errada. A lavagem torna mais visível a libertação de cabelos que faz parte do ciclo natural, sem significar, por si só, que esteja a provocar um problema.

Segundo a Academia Americana de Dermatologia, a frequência deve acompanhar a oleosidade e a sujidade do cabelo. Para quem tem cabelo liso e couro cabeludo oleoso, lavar diariamente pode ser adequado. Já os cabelos secos, encaracolados ou mais espessos podem precisar de intervalos maiores.

Porque parece cair mais cabelo no banho?

A dermatologista Wilma Bergfeld, da Cleveland Clinic, explica que é normal observar a libertação de cabelos durante a lavagem. Quando os banhos com champô são mais espaçados, os fios soltos podem acumular-se e aparecer em maior quantidade na lavagem seguinte.

Por isso, encontrar mais cabelos depois de vários dias sem lavar não demonstra, isoladamente, que o champô esteja a aumentar a queda. É necessário ter em conta a rotina habitual e perceber se existem alterações persistentes na quantidade de cabelo ou na sua densidade.

A forma de lavar também importa

A Academia Americana de Dermatologia recomenda aplicar o champô sobretudo no couro cabeludo. Assim, é possível remover oleosidade, células mortas e resíduos de produtos sem submeter todo o comprimento do cabelo a uma limpeza desnecessariamente intensa.

Depois, o condicionador ajuda a hidratar e desembaraçar. Nos cabelos finos ou lisos, pode ser aplicado nas pontas; nos secos ou encaracolados, ao longo do comprimento. A escolha dos produtos deve acompanhar as características de cada cabelo.

Esfregar e puxar pode danificar os fios

O cabelo molhado exige cuidado ao desembaraçar e secar. Esfregar vigorosamente com a toalha ou puxar os nós pode favorecer danos e quebra. Também deve ser moderado o uso de secadores, pranchas e ferros de encaracolar a temperaturas elevadas.

Os penteados muito apertados merecem igualmente atenção. A tração repetida sobre o cabelo pode causar uma forma de perda capilar conhecida como alopecia de tração, que pode tornar-se permanente com o tempo.

Reduzir as lavagens não substitui um diagnóstico

Quando existe perda de cabelo persistente, a recomendação dos dermatologistas é procurar a causa. Alterar a frequência das lavagens ou comprar produtos que prometem crescimento pode não resolver o problema.

A mesma prudência aplica-se às vitaminas para o cabelo. Antes de recorrer a suplementos, importa perceber se existe alguma carência: o excesso de certos nutrientes, incluindo selénio e vitaminas A e E, também está associado à queda capilar.

Leia também: Aviso de especialista: nunca compre uma lata de conserva se reparar neste detalhe no supermercado

O maior parque de esculturas de areia do mundo fica no Algarve e ainda pode visitá-lo este ano

16 October 2026 at 11:00

Não é preciso sair de Portugal para visitar aquele que se apresenta como o maior parque de esculturas de areia do mundo. Fica em Lagoa, no Algarve, junto à EN125, e reúne mais de uma centena de obras construídas a partir de milhões de grãos de areia.

Segundo a informação oficial da SandCity, o recinto ocupa cerca de cinco hectares e apresenta mais de 120 esculturas criadas por mais de 60 artistas nacionais e internacionais.

Há mais de 120 obras feitas apenas com areia

A exposição atual tem como tema «Volta ao Mundo em Areia» e procura recriar diferentes partes do planeta através de figuras conhecidas, cenários da cultura popular, personagens do imaginário e edifícios emblemáticos.

Algumas esculturas atingem cinco ou seis metros de altura e podem pesar várias dezenas de toneladas. A técnica passa por compactar a areia com água e deixá-la secar até adquirir uma consistência suficientemente firme para manter as grandes estruturas.

Parque nasceu de um festival criado em 2003

A história começou com o FIESA — Festival Internacional de Esculturas de Areia —, criado em 2003.

Depois de vários anos em Pêra, o projeto mudou-se para Lagoa e deu origem à SandCity, transformando a antiga exposição temporária num espaço dedicado de forma mais permanente a esta forma de arte.

Pode visitar até 15 de novembro

Para quem quiser aproveitar antes do encerramento da temporada de 2026, ainda há algumas semanas disponíveis.

Entre 14 de setembro e 15 de novembro, o parque funciona diariamente das 10:00 às 19:00, sendo permitida a entrada até 30 minutos antes do encerramento. Por se tratar de um recinto ao ar livre, os horários podem sofrer alterações em caso de condições meteorológicas adversas.

Quanto custam os bilhetes?

O bilhete para adultos entre os 13 e os 64 anos custa 11,90 euros, enquanto os seniores pagam 9,50 euros.

As crianças entre os seis e os 12 anos pagam 5,90 euros e até aos cinco anos a entrada é gratuita. Existe ainda um pack para duas crianças e dois adultos por 29,90 euros, disponível na bilheteira local. Grupos com mais de dez pessoas beneficiam de 10% de desconto.

Há mais para fazer além de ver as esculturas

O percurso pode ser feito a pé, mas o parque disponibiliza também buggies elétricos para aluguer. Existem zonas de descanso, snack-bar, loja de recordações, fish-spa e uma área onde os visitantes podem experimentar criar as próprias esculturas.

O espaço é também pet friendly e dispõe de mais de 300 lugares de estacionamento gratuito.

Fica junto à EN125, em Lagoa

A SandCity encontra-se no Sítio dos Lombos, em Lagoa, junto à EN125, uma localização que permite combinar a visita com outros pontos turísticos do Algarve.

Assim, quem ainda quiser conhecer esta exposição em 2026 tem até 15 de novembro para o fazer, podendo encontrar num único recinto dezenas de lugares, personagens e figuras conhecidas recriadas em areia.

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“Mãe, não quero ser mãe. O mundo está horrível”

By: ZAP
16 October 2026 at 06:30
Revelação de Cláudia Semedo – que teve Carteira Profissional de Jornalista mas precisou de deixar de ver telejornais. Cláudia Semedo é uma das caras muito conhecidas no panorama da comunicação em Portugal. Apresentadora, actriz, radialista, uma comunicadora. Que também já foi jornalista. Aliás teve que ter a Carteira Profissional de Jornalista para apresentar o programa Nós, na RTP. Mais tarde, por motivos profissionais, por incompatibilidade, entregou a Carteira. E hoje até se afasta do jornalismo, pelo menos do jornalismo televisivo. Por opção: “Estou muito atenta ao mundo mas faço um filtro gigantesco”. Sem orgulho, deixou de ver telejornais. “Porque precisei”.

Deixe as maçãs no supermercado se vir este sinal: especialista alerta para detalhe que muitos ignoram

15 October 2026 at 21:40

Escolher maçãs no supermercado parece uma tarefa simples, mas alguns sinais podem revelar que a fruta já começou a deteriorar-se. Entre todos os detalhes a observar, há um que um especialista em segurança alimentar considera particularmente importante: a presença de bolor.

De acordo com o EatingWell, uma inspeção de apenas alguns segundos pode evitar levar para casa fruta que terá de acabar no lixo pouco tempo depois.

Annessa Chumbley, nutricionista ligada à organização Eat More Apples, recomenda escolher maçãs firmes, com a casca lisa e sem nódoas negras, cortes ou outras zonas danificadas.

Uma abertura na casca, mesmo que pequena, pode facilitar a entrada de bactérias e fungos e acelerar a deterioração da fruta.

Este é o sinal que deve fazê-lo deixar a maçã na prateleira

Entre todos os sinais possíveis, o especialista em segurança alimentar Mark McShane destaca um em particular: bolor visível.

A recomendação é evitar maçãs que apresentem crescimento semelhante a pelos ou penugem de cor branca, verde ou azul, seja na casca, junto ao pedúnculo ou numa zona previamente danificada.

E retirar simplesmente a parte afetada pode não resolver o problema.

Segundo McShane, o bolor pode desenvolver-se para além da zona que conseguimos ver. Isto significa que cortar apenas a parte visivelmente afetada não garante que o restante fruto seja seguro para consumo.

Nestes casos, a opção mais prudente é não comprar a maçã.

O cheiro também pode denunciar uma maçã estragada

Há outro teste bastante simples que pode ser feito ainda no supermercado.

Uma maçã madura deverá apresentar um aroma ligeiramente doce. Pelo contrário, um cheiro azedo ou semelhante a fermentação pode indicar que a fruta começou a deteriorar-se, mesmo quando ainda não existem sinais muito evidentes no exterior.

A firmeza também é importante. Maçãs com zonas muito moles, grandes nódoas negras ou danos na casca terão, à partida, menor capacidade de conservação.

Há um erro que pode fazer as maçãs durar menos em casa

Depois da compra, a forma como as maçãs são guardadas também influencia significativamente a sua duração.

O EatingWell recomenda não lavar a fruta antes de a armazenar. A humidade deixada na superfície pode favorecer a deterioração, pelo que é preferível lavar cada maçã apenas antes de a consumir.

O frigorífico é também uma melhor opção para uma conservação prolongada do que deixá-las à temperatura ambiente. A gaveta destinada a frutas e legumes é um dos locais indicados.

Não as coloque junto de todos os legumes

As maçãs libertam etileno, um gás natural envolvido no processo de amadurecimento.

Por esse motivo, Chumbley recomenda mantê-las afastadas de produtos particularmente sensíveis ao etileno, como brócolos e vegetais de folha, uma vez que este gás pode acelerar a sua deterioração.

Na próxima ida ao supermercado, portanto, não basta escolher entre maçãs verdes, vermelhas, doces ou ácidas. Procurar bolor, verificar a firmeza, observar a casca e prestar atenção ao cheiro pode evitar uma má compra.

Leia também: Quase ninguém repara nestes símbolos da máquina da roupa: saiba onde colocar o detergente e o amaciador

Aviso de especialista: nunca compre uma lata de conserva se reparar neste detalhe no supermercado

15 October 2026 at 18:20

As latas de conserva são uma presença habitual nas despensas devido ao preço, facilidade de armazenamento e longa validade. Mas, antes de colocar uma no carrinho do supermercado, há um detalhe na embalagem que não deve ser ignorado.

Uma lata amassada, sobretudo em determinadas zonas, pode significar mais do que um simples defeito estético. Em alguns casos, a integridade da embalagem pode ter ficado comprometida e permitir a entrada de microrganismos.

Segundo a especialista em segurança alimentar Stephanie Smith, citada pelo EatingWell, quando o metal fica comprometido existe a possibilidade de substâncias nocivas ou bactérias entrarem em contacto com o alimento.

Nem todas as amolgadelas representam o mesmo risco

Uma pequena marca não significa automaticamente que o conteúdo esteja estragado. O local e a gravidade do dano são importantes.

De acordo com a especialista, pequenos defeitos nos cantos e afastados da abertura podem não ser suficientes para comprometer a embalagem.

A atenção deve ser redobrada quando existem danos mais significativos, particularmente junto às zonas de abertura, costuras ou pontos onde a lata é selada.

Há outros sinais que justificam deixar imediatamente o produto na prateleira. Uma lata inchada, com fugas de líquido ou sinais evidentes de deterioração não deve ser comprada.

Um pequeno furo pode permitir a entrada de bactérias

O problema é que uma abertura na embalagem nem sempre é visível a olho nu.

Mesmo um furo microscópico pode permitir a entrada de bolores ou bactérias presentes no ambiente. Depois de entrarem em contacto com os alimentos, alguns microrganismos podem multiplicar-se e produzir toxinas.

Entre os exemplos referidos encontra-se a bactéria Clostridium botulinum, responsável pela produção da toxina que provoca o botulismo, uma doença rara mas potencialmente grave.

Além disso, a ausência de cheiro, alterações de cor ou outros sinais visíveis não garante, por si só, que um alimento contaminado seja seguro.

Há outro detalhe a verificar no rótulo

Além do estado da embalagem, vale a pena verificar a quantidade de sal presente no produto.

Alguns alimentos enlatados apresentam níveis elevados de sódio. Escorrer o líquido ou passar determinados alimentos por água pode ajudar a reduzir parte desse sal, sendo também possível optar por versões com baixo teor de sódio ou sem sal adicionado.

Ao contrário do que por vezes se pensa, uma conserva não necessita obrigatoriamente de grandes quantidades de sal ou outros conservantes para permanecer estável. O processamento térmico e uma embalagem corretamente selada são fundamentais para garantir a conservação.

Por isso, antes de comprar uma lata, não olhe apenas para o preço e para a validade. Uma rápida inspeção à embalagem pode revelar sinais que justificam escolher outra unidade.

Leia também: Há 7 coisas em casa que provavelmente não lava vezes suficientes: especialistas dizem quais são

Está difícil: peça ia estrear em 1978, nunca foi a palco; ia ser agora – mas foi cancelada

15 October 2026 at 12:00
‘Os Emigrantes’ promete ser tão actual como seria há 48 anos. Mas vai ser preciso esperar para vê-la em Setúbal. Dois emigrantes partilham um espaço escuro, pequeno, num teatro abandonado e com poucas condições. Numa situação de solitude. Um dos emigrantes sai do seu país porque tem a ambição de ganhar mais e mais dinheiro. Mesmo que passe por condições desumanas. Para, depois, voltar ao seu país natal para mostrar como a sua vida melhorou. Essa é a sua prioridade, na verdade. O outro emigrante é mais intelectual. Sai do país por motivos políticos. Mas o que lhe resta é

Zoomarine prepara Halloween com sustos, fantasmas e concurso de máscaras

14 October 2026 at 12:33

Entre fantasmas, criaturas misteriosas e experiências imersivas, o Halloween regressa ao Zoomarine Algarve entre 20 e 31 de outubro, com uma programação especial dirigida a famílias e visitantes de diferentes idades.

Durante este período, vários espaços do parque vão assumir uma decoração e ambiente inspirados na época, com propostas que vão desde percursos de sustos a atividades destinadas ao público infantil.

Um dos principais destaques é a Passagem dos Sustos, destinada exclusivamente a maiores de 14 anos e concebida como um percurso com diferentes surpresas ao longo do trajeto.

Para os visitantes mais novos, o Túnel Fantasma apresenta uma experiência adaptada às crianças, permitindo-lhes participar também nas atividades temáticas do parque.

Cine 4D recebe experiência especial

A programação inclui ainda o regresso de “Spooky Spark” ao Cine 4D do Zoomarine, numa experiência que combina imagem, som e efeitos especiais.

A proposta pretende reforçar o ambiente associado ao Halloween através de uma sessão imersiva integrada na programação especial prevista para estes dias.

Concurso de máscaras marcado para 28 e 31 de outubro

Nos dias 28 e 31 de outubro realiza-se também o Concurso de Máscaras Infantil, dirigido aos visitantes mais novos.

As crianças são desafiadas a entrar no parque com disfarces originais e alusivos ao Halloween, estando previstos prémios para as participações que mais se destacarem.

Durante este período estará ainda em vigor a campanha “Dobro da Diversão”, que permite adquirir um bilhete de dois dias pelo preço de um dia, válida para visitas ao parque entre 16 e 31 de outubro.

Entre 20 e 31 de outubro, período em que decorre a programação especial de Halloween, o Zoomarine Algarve estará aberto de terça-feira a sábado.

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Há 7 coisas em casa que provavelmente não lava vezes suficientes: especialistas dizem quais são

12 October 2026 at 21:20

Lavar lençóis, toalhas e roupa faz parte da rotina de praticamente todas as casas, mas há outros tecidos que podem passar semanas ou até meses esquecidos. Especialistas em cuidados com os tecidos identificaram sete coisas que deveriam entrar mais vezes na máquina da roupa.

O problema é que nem sempre é possível perceber a sujidade apenas olhando. Suor, células da pele, gordura corporal, pelos, restos de alimentos e humidade podem acumular-se muito antes de aparecerem manchas ou maus odores.

Kim Romine, especialista em cuidados com tecidos da P&G, e Pete He, cofundador e cientista-chefe da Dirty Labs, explicaram à revista Real Simple quais são alguns dos objetos frequentemente esquecidos e com que regularidade devem ser lavados.

Antes de colocar qualquer um destes artigos na máquina, contudo, é importante verificar sempre as instruções de lavagem indicadas na etiqueta.

Tapetes e cortinas da casa de banho

Os tapetes de tecido da casa de banho deveriam ser lavados semanalmente, segundo os especialistas.

Além do contacto frequente com os pés e com o chão, estão num ambiente onde existe muita humidade. Estas condições podem favorecer a acumulação de sujidade, odores, bolor e mofo.

O mesmo cuidado deve ser aplicado às cortinas de duche que possam ser lavadas.

Camas e mantas dos animais

Se tem animais de estimação em casa, a recomendação passa igualmente por uma lavagem semanal das respetivas camas e mantas.

Estes tecidos podem acumular pelos, caspa, terra, saliva e odores. Uma solução simples é juntá-los à rotina habitual de lavagem da roupa de cama, respeitando sempre as indicações do fabricante.

Protetores do colchão e das almofadas

Estão escondidos por baixo dos lençóis e das fronhas, mas isso não significa que permaneçam limpos.

Os protetores podem absorver suor, gordura corporal e células da pele ao longo do tempo. A recomendação dos especialistas é lavá-los aproximadamente uma vez por mês.

Não é, portanto, necessário esperar que apareçam manchas visíveis para os colocar na máquina.

Mantas do sofá também precisam de atenção

A manta que fica durante meses sobre o sofá é outro dos objetos que facilmente escapa à rotina de limpeza.

Quando é utilizada regularmente, Pete He recomenda uma lavagem a cada duas a quatro semanas. Se quase não for usada, uma lavagem sazonal poderá ser suficiente.

A frequência deve assim ser adaptada à utilização que é dada à peça.

Sacos de tecido reutilizáveis

Os sacos utilizados para transportar compras também podem precisar de uma passagem pela máquina, sobretudo quando são usados para levar alimentos.

Líquidos provenientes de carne, fruta ou outros produtos podem acabar no tecido. Kim Romine aconselha uma lavagem entre um e três meses, dependendo da utilização.

Um saco utilizado todas as semanas no supermercado deverá naturalmente ser limpo com maior frequência do que outro usado apenas ocasionalmente.

Luvas de forno devem ser lavadas todos os meses

As luvas utilizadas para retirar tabuleiros e recipientes quentes do forno também acumulam resíduos de comida e manchas.

A recomendação é lavá-las aproximadamente uma vez por mês ou sempre que apresentem sujidade visível.

Mais uma vez, deve confirmar primeiro na etiqueta se as luvas podem ser colocadas na máquina e qual o programa adequado.

Até o cesto da roupa suja deve ser lavado

É provavelmente o objeto mais curioso desta lista. O recipiente onde coloca a roupa que precisa de ser lavada também pode acumular sujidade.

Roupa suada, toalhas húmidas e outras peças usadas estão constantemente em contacto com o cesto, que poderá depois voltar a tocar em roupa limpa.

Se o cesto for de tecido e lavável, ou tiver um revestimento removível, a recomendação passa por uma limpeza a cada duas a quatro semanas.

Uma forma simples de não esquecer estes objetos é associá-los às lavagens que já faz habitualmente. Por exemplo, colocar os tapetes da casa de banho na rotina das toalhas ou definir lembretes mensais para os artigos que exigem menos lavagens.

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Quase ninguém repara nestes símbolos da máquina da roupa: saiba onde colocar o detergente e o amaciador

12 October 2026 at 15:20

Parece um detalhe sem importância, mas escolher o compartimento errado na gaveta da máquina da roupa pode fazer com que o detergente seja utilizado no momento incorreto do ciclo. Os símbolos I, II e a pequena flor têm funções diferentes e saber distingui-los ajuda a evitar erros em cada lavagem.

A disposição dos compartimentos pode mudar consoante a marca e o modelo da máquina, mas os símbolos utilizados tendem a seguir a mesma lógica.

O primeiro que deve conhecer é o compartimento identificado com I, ou seja, o número um em numeração romana.

O que deve colocar no compartimento I?

De acordo com o Notícias ao Minuto, este espaço destina-se ao detergente utilizado na pré-lavagem e só deve ser usado quando é selecionado um programa que inclua esta fase.

Pode ser particularmente útil para roupa muito suja ou com sujidade mais difícil de remover. Neste compartimento pode ser colocada a quantidade adequada de detergente em pó ou líquido.

Se o programa escolhido não tiver pré-lavagem, este espaço não é necessário.

Já o compartimento marcado com II é aquele que provavelmente utiliza com maior frequência.

É aqui que deve colocar o detergente da lavagem

O número II corresponde à lavagem principal. É neste espaço que deve colocar o detergente que será utilizado durante o ciclo normal da máquina.

A quantidade depende do produto utilizado, pelo que deve respeitar a dose recomendada pelo fabricante, tendo também em consideração a quantidade e o nível de sujidade da roupa.

Resta um terceiro compartimento, normalmente identificado através de um símbolo semelhante a uma flor.

Este é destinado ao amaciador da roupa. Ao contrário do detergente, a sua utilização é opcional e há tecidos nos quais o amaciador pode não ser recomendado, pelo que convém verificar as instruções das peças.

Também não deve ultrapassar a indicação de nível máximo existente na gaveta.

A gaveta também precisa de ser limpa

Detergente e amaciador podem deixar resíduos na gaveta ao longo do tempo. Aliados à humidade, esses resíduos podem favorecer o aparecimento de sujidade, odores desagradáveis ou bolor.

Por isso, além de utilizar corretamente cada compartimento, é importante retirar e limpar periodicamente a gaveta de acordo com as indicações do fabricante da máquina.

Há ainda outro gesto simples que pode ajudar: depois da lavagem, deixar a gaveta ligeiramente aberta durante algum tempo facilita a secagem e reduz a acumulação de humidade.

Da próxima vez que colocar a roupa a lavar, basta recordar a regra: I para pré-lavagem, II para lavagem principal e o símbolo da flor para o amaciador.

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Cardiologista avisa que 90% das pessoas comete este erro com o azeite: há uma forma certa de o consumir

11 October 2026 at 15:10

O azeite está presente diariamente à mesa de muitos portugueses, seja para temperar saladas, acompanhar pão ou preparar refeições. Mas a escolha da variedade e a forma como é utilizado podem fazer diferença, segundo o cardiologista espanhol Aurelio Rojas.

O especialista afirma que “90% das pessoas utiliza mal” este alimento e chama a atenção para um erro que considera muito comum: consumir qualquer tipo de azeite sem ter em conta a sua qualidade e utilizá-lo sempre da mesma forma.

Cardiologista diz que deve escolher azeite virgem extra

Para Aurelio Rojas, a escolha deve recair no azeite virgem extra. O cardiologista destaca sobretudo a presença de polifenóis e antioxidantes, compostos associados às propriedades benéficas deste alimento.

Entre eles encontra-se o oleocantal, um composto fenólico presente no azeite virgem extra que tem sido estudado devido às suas propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.

Mas há outro detalhe que o especialista considera fundamental. Rojas recomenda que o azeite seja consumido em cru quando o objetivo é tirar maior partido destes compostos.

“Sempre tem de ser virgem extra e sempre utilizá-lo em cru”, defende o cardiologista, citado pela Executive Digest.

Uma colher por dia é a quantidade apontada

A quantidade também entra nas recomendações do especialista. Aurelio Rojas aponta para cerca de 15 mililitros por dia, aproximadamente uma colher de sopa.

Segundo o cardiologista, esta quantidade de azeite virgem extra está associada a uma redução de 30% do risco de enfarte e de 28% do risco de morte por demência.

O especialista relaciona estes potenciais benefícios com a ação dos polifenóis e dos antioxidantes, que têm sido estudados pelo seu papel na saúde cardiovascular e na proteção das células contra o stress oxidativo.

Ainda assim, estes números devem ser entendidos no contexto dos estudos em que se baseiam e não significam que uma colher de azeite, por si só, impeça um enfarte ou o desenvolvimento de demência.

Azeite não substitui uma alimentação equilibrada

Rojas salienta que o consumo de azeite deve fazer parte de um estilo de vida saudável. Ou seja, não basta acrescentar uma colher deste alimento à dieta e ignorar outros fatores importantes.

Uma alimentação equilibrada, a prática regular de atividade física e o controlo de outros fatores de risco continuam a ser fundamentais para a saúde cardiovascular.

A recomendação deixada pelo cardiologista é, assim, simples: optar por azeite virgem extra e privilegiar a sua utilização em cru, integrando-o numa alimentação equilibrada em vez de o encarar como uma solução isolada para prevenir doenças.

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