Na semana em que o Governo escolheu a Lufthansa para comprar até 49,9% do capital da TAP por 1,2 mil milhões de euros, Aguiar-Conraria responde a perguntas sobre o negócio e as contas de "merceeiro".
Miguel Pinto Luz admite que os portugueses têm razões para protestar, mas rejeita responsabilidades do Governo nos atrasos das medidas. Ainda, Pedro Duarte convida os manifestantes para uma reunião.
Passos Coelho foi claro sobre as intenções que tem na entrevista a Maria João Avillez e os ases falam sobre o eleitorado, as condições para lá chegar e a vida do PSD.
Em causa está um alegado crime de difamação durante a campanha para as últimas eleições autárquicas em Vila Verde. Ainda, foi aprovado por unanimidade o alargamento da licença parental.
O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, na primeira intervenção de um debate que acabou por se centrar no problema da habitação, criticou uma política egoísta e violenta".
"O rigor orçamental é, para nós, essencial porque constitui um elemento indissociável da possibilidade de poder existir a justiça social", disse Paulo Raimundo
Projeto de lei de PSD/CDS prevê reforço dos mecanismos de cobrança e exigência de seguro de saúde. Já a proposta do Chega que previa que não residentes pagassem cuidados na íntegra não foi aprovada.
Antigo líder do PSD aborda Orçamento do Estado, discorda de Passos Coelho e critica o currículo das linhas vermelhas. Uma das avaliações mais constantes à proposta de Orçamento do Estado para 2027 é que não tem grandes novidades. Rui Rio não concorda com essa crítica: um Orçamento do Estado tem de “fazer ajustamentos para as circunstâncias naquele ano” e “as políticas de fundo não têm de estar reflectidas no Orçamento”. Ou seja, o documento não tem de ter grandes novidades. Há um aspecto que o antigo líder do PSD aplaude: não tem cavaleiros orçamentais, que é a “mania de meter
André Coelho Lima (PSD), Rui Gomes da Silva (Chega) e Eduardo Cabrita (PS) debatem sobre a segurança interna a propósito das manifestações no Porto pelo direito à habitação.
Em entrevista ontem à noite, na RTP, o antigo presidente do PSD rejeita, por razões ideológicas, um entendimento do Governo com o Chega e a IL. Ainda, Zelensky participa hoje no Conselho Europeu.
O Observador sabe que o antigo primeiro-ministro não pretende assumir funções governativas sem passar diretamente pelos eleitores. Ainda, a noite de protestos no Porto terminou de forma abrupta.
PS e Chega aumentam distância para a AD, mas os três partidos mantém-se em empate técnico. Taxa de aprovação do primeiro-ministro continua a cair e está nos 29 pontos negativos.
Petição somava somava 1369 assinaturas pelas 19h00. Entre as seis exigências do texto está a demissão do autarca. "O poder político existe para servir os cidadãos, não para os intimidar", defende-se.
PSD, Chega e CDS-PP defendem pagamento de cuidados de saúde por não residentes. PS, BE, Livre e PCP acusam a direita de desviar atenção dos problemas reais do SNS.
Antigo PM mantém convicção: não está disponível para enfrentar Montenegro em eleições internas e só volta depois de disputar e vencer legislativas. As muitas condicionantes para o regresso de Passos.
O projeto de lei do PSD dota o CNPMA de estatuto próprio, mas o PS critica o desaparecimento de referências à gestação de substituição face à proposta anterior.
Investimento de 500 milhões de euros prevê a instalação de uma escola de pilotos na base de Tancos. Projeto poderá criar emprego e aproximar interior a novas oportunidades, considera Ricardo Oliveira.
O investimento global anunciado ascende a 500 milhões de euros, incluindo uma comparticipação pública de cerca de 50 milhões de euros, destinada à intervenção na pista
PSD e PS aprovaram em conjunto o alargamento da licença parental paga a 100% e a extensão da jornada contínua ao setor privado. Medidas entram em vigor em janeiro de 2027.
Os partidos aprovaram o alargamento da licença parental inicial paga a 100% durante os primeiros 150 dias sem partilha ou durante os primeiros 180 dias se partilhada entre os dois progenitores
A pressão sobre Luís Neves não pára de aumentar. Depois das polémicas do verão, há uma demissão no MAI, o SIRESP regressa à discussão e o PS já admite a saída do ministro. Até quando resiste?
No Parlamento, social-democratas defenderam medidas em impostos, salários e habitação. Chega e PS usaram críticas de Passos Coelho para contrariar o "discurso triunfalista".
Miguel Santos defendeu que "O Governo está obrigado a criar condições para os portugueses construírem as suas vidas. É a reforma das reformas garantir um futuro melhor"