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Las abejas llevan un siglo desapareciendo de Europa (y Galicia está entre las zonas más afectadas)

19 October 2026 at 20:01

Las extinciones de abejas en Europa en los últimos 100 años se pueden contar con los dedos de las manos. Pero ese buen dato, uno de los resultados de un gran trabajo recién publicado en la revista científica PNAS (Historical trends show more declining than increasing species among European pollinators; Entre los polinizadores europeos hay más especies en declive que especies en aumento), se ve oscurecido por una drástica reducción: su ocupación ha venido encogiéndose desde 1921. Su retirada ha sido más acusada en la fachada atlántica y en Centroeuropa. En la región mediterránea, el descenso sería incipiente. Solo las áreas montañosas, con un clima cada vez más cálido por el cambio climático, han visto aumentar su presencia. Para los autores del estudio, liderado por científicos españoles, se está a tiempo de revertir la pérdida de una de las bases de los ecosistemas tanto agrarios como naturales: la polinización.

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© Picasa (Curro Molina)

Entre las especies en declive están las especialistas. Es el caso de la 'Flavipanurgus venustus', una abeja solitaria endémica de la península ibérica.

Agricultura confirma foco de doença de Newcastle em Santa Catarina

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou o registro de um foco da doença de Newcastle em um estabelecimento de avicultura comercial de corte de perus no município de Nova Itaberaba, em Santa Catarina. A existência do foco foi confirmada no domingo (18).

O ministério informou que o estabelecimento foi interditado pelo Serviço Veterinário Oficial de Santa Catarina, com a suspensão da movimentação de aves. Além disso, a pasta esclareceu que medidas de controle, contenção e erradicação do foco serão executadas conforme as diretrizes do Plano de Contingência para Influenza Aviária e Doença de Newcastle.

A doença de Newcastle afeta aves domésticas e silvestres e é causada por vírus virulento do paramixovírus aviário do sorotipo 1 (APMV-1), conforme os critérios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

A ocorrência foi identificada durante investigação epidemiológica conduzida pelo Serviço Veterinário Oficial de Santa Catarina e confirmada por análise realizada no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP). 

O laboratório é reconhecido pela OMSA como de referência internacional para o diagnóstico da doença.

“O Mapa ressalta que, apesar da necessidade de adoção de medidas sanitárias para controlar a ocorrência, o consumo de produtos avícolas submetidos à inspeção oficial permanece seguro, sem contraindicações”, disse o ministério.

O governo informou que notificou a OMSA e aos parceiros comerciais do Brasil, em cumprimento aos compromissos internacionais de transparência sanitária. 

O secretário-substituto de Comércio e Relações Internacionais do ministério, Rafael Requião, disse que não recebeu qualquer informação sobre a suspensão das exportações brasileiras por conta do foco da doença.

"Ainda não temos nada objetivo a informar [sobre suspensão de exportações]", afirmou.

234 associações culturais numa só plataforma

19 October 2026 at 19:08
A RNAC, promovida pela associação Lúcia-Lima de Cantanhede, já está online em rnac.pt. O objectivo: aproximar associações e dar visibilidade à cultura de todo o país.

© TOMÁS SILVA/OBSERVADOR

No período da pandemia Covid-19 algumas associações encerraram a sua atividade

Confira o que muda no licenciamento ambiental da aquicultura

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Os aquicultores que cultivam peixe, crustáceos, moluscos, algas e outros seres vivos em ambientes controlados – como tanques e áreas delimitadas em rios e no mar –, terão novas regras de licenciamento ambiental a partir de abril de 2027.

Uma resolução aprovada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e publicada na última sexta-feira (16) modifica a forma como os empreendimentos são classificados e as regras para o licenciamento ambiental por porte de empreendimento e potencial poluidor.

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Atualmente, os empreendimentos são classificados por área que ocupam e se produzem espécies nativas ou exóticas. Com as mudanças, o volume de produção vai determinar se o empreendimento é de pequeno, médio ou grande porte, variando conforme a espécie cultivada.

A forma como será o processo de licenciamento vai depender do porte associado ao potencial poluidor do sistema de cultivo adotado pelo empreendimento.

Modalidades

Na prática, poderão realizar o processo de Licença por Adesão e Compromisso (LAC) autodeclaratório, os pequenos empreendimentos. Caracterizados como baixo potencial poluidor, englobam tanto os que produzem em sistema aberto – que lança a água utilizada em rios e no mar – quanto os sistemas fechados.

Já os empreendimentos de médio porte poderão emitir a licença por LAC apenas se fizerem uso de sistema fechado de cultivo, com baixo potencial poluidor. Os empreendimentos de médio porte com médio potencial poluidor, que fazem uso de sistema aberto de cultivo, terão que emitir o Licenciamento Ambiental Único (LAU).

Para esse grupo, os documentos exigidos são semelhantes aos do processo completo de licenciamento, mas a decisão sobre a análise se dá em uma única etapa.

Empreendimentos de grande porte com uso de sistema fechado com médio potencial poluidor, também poderão emitir o LAU.

Já os empreendimentos de grande porte com sistema aberto, e grande potencial poluidor, terão que passar pelo processo ordinário de licenciamento em três fases: licença prévia, de instalação e de operação.

Duas etapas do licenciamento podem ser aglutinadas em um processo bifásico, conforme o potencial poluidor da espécie cultivada. Por exemplo, o cultivo de algas em sistemas abertos tem menor risco de poluição do que de outras espécies como peixes, crustáceos e moluscos.

Casos específicos

O cultivo de espécies exóticas, alóctones (de outro habitat) ou híbridas não será considerado mais um fator que condiciona o procedimento do licenciamento, considerando que continuam obrigatórias as medidas específicas de prevenção e mitigação de potenciais impactos ambientais por escapes dessas espécies ao meio ambiente natural em que são cultivadas.

As novas regras não valerão para empreendimentos relativos à cultura de camarão em zona costeira, que são normatizados por instrumentos legais específicos.

 

'La caída de la ballena' y 'Pacífico': dos filmes de supervivencia entre realidad y ficción

19 October 2026 at 19:16
En esta crónica de Cultura miramos al estreno de 'Calle Málaga', la luminosa y sensual nueva cinta de Maryam Touzani; pero también a 'La caída de la ballena' y a 'Pacífico': dos películas con personajes cuyas luchas para sobrevivir en medio del ocèano se mueven en la frontera entre lo real y lo imaginario. Comentamos también la polémica generada por la operación del Gobierno colombiano en el Museo Nacional de Bogotá, y les presentamos nuestra selección musical de la semana.

La Fundación Cajasol presenta propuestas culturales que abarcan las artes plásticas, la historia y la música

19 October 2026 at 17:55
La actividad semanal comienza este miércoles, a las 19:00 horas, ya que la Fundación Cajasol y la Asociación Amigos del Museo Onubense (AMO) celebrarán en la sede de la entidad una nueva sesión del ciclo 'Cuatro Pinceladas Culturales'

Cartel del ciclo 'Cuatro Pinceladas Culturales'.

Morreu a atriz Clara Joana. Tinha 85 anos

19 October 2026 at 17:50
A atriz lisboeta participou em filmes como "Pão, Amor e... Totobola!" e "A ilha dos Amores", na década de 1960. "O Caminho Perdido" foi a sua última curta-metragem, em 2005.

© Facebook/Clara Joana

Clara Joana numa família de tradições teatrais, sendo filha do ator António Vitorino

Buba Espinho atua com cordas e coro do Conservatório de Música de Olhão

19 October 2026 at 15:39

Buba Espinho junta-se aos músicos e coralistas do Conservatório de Música de Olhão num concerto que cruza cante alentejano e sonoridades contemporâneas e urbanas.

O conteúdo Buba Espinho atua com cordas e coro do Conservatório de Música de Olhão aparece primeiro em Barlavento.

Festival Internacional de Órgão do Algarve regressa a Portimão

19 October 2026 at 15:27

A Associação Música XXI apresenta a 19ª edição do Festival Internacional de Órgão do Algarve 2026, com concerto inaugural na

O conteúdo Festival Internacional de Órgão do Algarve regressa a Portimão aparece primeiro em Algarve 7.

Faro testa taipa no mobiliário urbano e leva solução à Culatra e Querença

19 October 2026 at 17:00

Técnica tradicional de construção em taipa está a ser experimentada no Algarve em novas soluções de mobiliário urbano, através de um projeto que já colocou um banco no Jardim da Alameda, em Faro, e prevê instalar outras peças na Ilha da Culatra e em Querença.

A experiência foi apresentada a 15 de outubro, no Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ), em Faro, durante a sessão técnica “Taipa no Mobiliário Urbano: inovação sustentável para o espaço público”, promovida no âmbito do projeto “Matéria Adentro”.

Desenvolvido pela Perto Arquitetura e pela A Engenharia da Taipa, o protótipo consiste num banco de jardim construído com recurso a esta técnica tradicional. A instalação no Jardim da Alameda contou, desde o início, com o acolhimento do Município de Faro.

O projeto prevê ainda a colocação de outro protótipo na Ilha da Culatra e de um candeeiro no Jardim Manuel Viegas Guerreiro, em Querença.

Materiais tradicionais ganham novas aplicações

A sessão contou com um enquadramento científico de Alfredo Braga, do Instituto Superior de Engenharia da Universidade do Algarve, que apresentou informação sobre a técnica, o desempenho e a durabilidade das construções em taipa no sul do país.

O encontro abordou também o progressivo desaparecimento do património construído com esta técnica e a possibilidade de lhe atribuir novas utilizações, nomeadamente no espaço público.

Além da taipa, foram discutidas aplicações de outros materiais endógenos do Algarve, como a cana e a ostra, procurando desenvolver soluções com menor impacto ambiental para os setores do design, arquitetura e construção.

A adoção destas propostas pelas autarquias esteve igualmente em debate numa mesa-redonda moderada por Catarina Cruz, com representantes do Município de Aljezur, Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), Ordem dos Arquitetos e equipa do projeto “Matéria Adentro”.

Entre os principais desafios identificados estiveram a durabilidade e manutenção das peças, regulamentação, licenciamento, contratação pública e capacidade de produção.

Projeto aposta na economia circular e nos recursos do Algarve

O debate destacou ainda a importância de preservar e transmitir às novas gerações os conhecimentos ligados aos materiais e técnicas tradicionais, envolvendo escolas, instituições de ensino superior, arquitetos, designers, municípios e profissionais da construção.

Foi igualmente abordada a reutilização de terras provenientes de construções anteriores e de resíduos de construção e demolição como forma de integrar princípios de economia circular. Foram ainda referidas oportunidades de financiamento através do Programa Regional Algarve 2030.

O projeto “Matéria Adentro” termina a 22 de outubro, com uma sessão marcada para as 14:30 no auditório da CCDR Algarve, em Faro, destinada à apresentação dos resultados e à reflexão sobre novas utilizações dos materiais endógenos.

Integrada no “Programa de Desenvolvimento de Novos Produtos baseados em Materiais Endógenos Inspirados na Dieta Mediterrânica”, a iniciativa pretende estimular a criação de produtos a partir de recursos locais e associar os saberes tradicionais à inovação.

O trabalho incluiu residências criativas com artesãos, empresas, designers, arquitetos e investigadores, nas quais foram desenvolvidas experiências com cana, casca de ostra, barro e taipa, procurando aplicações no design, arquitetura e construção sustentável.

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Deem um piano a Cameron Winter, ele dar-vos-á História

19 October 2026 at 15:56
Podia ser só o registo de um concerto nascido de uma moda passageira no mundo alternativo. Mas não: é uma oportunidade para sermos esmagados em conjunto, com direito a filme de Paul Thomas Anderson.

© LEWIS EVANS

Na impossibilidade de reproduzir num só instrumento os 7 ou 8 usados em "Heavy Metal", Cameron Winter dedica-se a descobrir qual a melhor combinação de mão esquerda (ritmo) e direita (melodia) para cada canção

Santo Estêvão recebe nova edição dos Serões de Outono com três concertos

19 October 2026 at 15:53

Três concertos marcam o regresso dos Serões de Outono à Casa do Povo de Santo Estêvão, no concelho de Tavira, numa programação que decorre entre outubro e dezembro e reúne diferentes gerações e linguagens da música portuguesa contemporânea.

A nova edição tem como protagonistas Branco Toca Marco Paulo, com participação especial de Samuel Úria, Ana Lua Caiano e Diogo Zambujo, levando novamente a música a esta pequena localidade do barrocal tavirense numa época do ano em que a atividade turística e cultural tende a diminuir no Algarve.

A iniciativa procura, desta forma, manter uma programação regular fora dos principais centros urbanos e dos períodos de maior afluência turística, reforçando a atividade cultural numa comunidade rural do concelho de Tavira.

Casa do Povo tem recebido vários nomes da música portuguesa

Ao longo dos últimos anos, a Casa do Povo de Santo Estêvão tem acolhido artistas como Manel Cruz, A Garota Não, B Fachada, Márcia, Bruno Pernadas, Aline Frazão, Tó Trips e Club Makumba.

A proximidade entre músicos e público e a diversidade artística têm marcado o percurso dos Serões de Outono, projeto que procura associar criação contemporânea, território e envolvimento da comunidade.

A programação pretende também contribuir para a valorização do interior do concelho de Tavira, promovendo a circulação de públicos pelas aldeias e reforçando a ligação entre cultura e território.

Associativismo local mantém programação fora dos grandes centros

A Casa do Povo de Santo Estêvão apresenta os Serões de Outono como um exemplo da capacidade do associativismo local para desenvolver programação cultural em meios rurais, apesar dos recursos limitados.

A iniciativa é organizada pela Casa do Povo de Santo Estêvão e conta com o apoio do Município de Tavira e da Junta de Freguesia de Santo Estêvão.

Entre outubro e dezembro, a música volta assim a ocupar o espaço associativo, prolongando uma programação que tem procurado criar momentos de encontro entre artistas, habitantes e público de outras zonas do concelho e da região.

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Buba Espinho e Conservatório de Olhão protagonizam concerto inédito

19 October 2026 at 15:04

Música, tradição e criação contemporânea encontram-se num concerto inédito a 7 de novembro, às 21:30, no Auditório Municipal de Olhão, reunindo Buba Espinho com um ensemble de cordas e o coro do Conservatório de Música de Olhão.

O espetáculo integra a programação cultural das comemorações do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão e resulta de uma encomenda artística que propõe o cruzamento entre a identidade e a riqueza do cante alentejano e sonoridades contemporâneas e urbanas.

Natural de Beja, Buba Espinho tem desenvolvido um percurso marcado pela aproximação entre tradição e modernidade. Em Olhão, o cantor partilhará o palco com músicos e coralistas do Conservatório, numa proposta assente no diálogo entre diferentes linguagens musicais.

Cante alentejano encontra novas sonoridades em Olhão

A atuação pretende explorar a diversidade musical através da combinação do repertório e da identidade artística de Buba Espinho com o trabalho do ensemble de cordas e do coro do Conservatório de Música de Olhão.

A iniciativa insere-se nas celebrações dos 200 anos da Câmara Municipal de Olhão, cuja programação inclui a cultura e a música entre as formas escolhidas para assinalar a efeméride.

O espetáculo destina-se a maiores de seis anos. Os bilhetes encontram-se à venda na bilheteira do Auditório Municipal de Olhão.

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Miguel Ángel del Arco, premio de historia por su obra sobre la hambruna durante la posguerra

19 October 2026 at 14:22

El historiador y catedrático de la Universidad de Granada Miguel Ángel del Arco (Granada, 1978) ha sido galardonado con el Premio Nacional de Historia de España 2026 por su obra La hambruna española: victoria y muerte en la posguerra (Editorial Crítica).

El jurado del premio, concedido por el Ministerio de Cultura y dotado con 30.000 euros, ha distinguido el trabajo por "ser un notable ejercicio de investigación histórica que, desde el rigor y el profundo conocimiento del tema, aporta una visión renovada y reveladora sobre la hambruna durante los primeros años del franquismo".

Asimismo, el jurado ha destacado la "vocación crítica impecable" del historiador que "da solidez al estudio y desmitifica los argumentos de un régimen que intentó justificar los llamados 'años del hambre' (entre 1939 y 1952) apelando a los desastres de la guerra, al aislamiento internacional y a la supuesta pertinaz sequía".

Además, ha considerado que el autor se sirve en la obra "de una prosa analítica que transmite una enorme firmeza y profundiza en la hambruna devastadora que sufrió España y que provocó la muerte de cientos de miles de personas en los primeros años de la posguerra".

"Una catástrofe motivada por un modelo económico estancado y por las dinámicas de un régimen dictatorial", ha afirmado el jurado en una nota de prensa remitida por el Ministerio de Cultura.

La hambruna española: victoria y muerte en la posguerra ha sido calificado por el jurado como "una obra histórica fundamental para comprender los efectos de la autarquía, así como las consecuencias de la utilización del hambre como mecanismo de dominación y castigo a la España de los vencidos".

El premio reconoció en su pasada edición a Juan Francisco Fuentes Aragonés, uniéndose a una lista de galardonados entre quienes se encuentran Encarnación Lemus, Ofelia Rey Castelao, Antonio José Díaz Rodríguez, Fernando del Rey Reguillo, Anna Caballé, Santiago Muñoz Machado o Carmen Sanz Ayán.

El catedrático Miguel Ángel del Arco ha centrado sus investigaciones en el estudio de la guerra civil, la posguerra y el fascismo, abordando temas como las actitudes políticas, la represión, la memoria o la hambruna franquista.

Ha publicado obras en inglés y en español entre las que se encuentran Los años del hambre. Historia y memoria de la posguerra franquista (2020) y Cruces de memoria y olvido (2022).

Sus trabajos han aparecido en revistas científicas nacionales e internacionales como Journal of Contemporary History, European History Quarterly, Contemporary European History, International Journal of Iberian Studies, Ayer, Historia Agraria o Historia Social.

El jurado ha estado presidido por el subdirector general de Promoción del Libro, la Lectura y las Letras Españolas del Ministerio de Cultura, Jesús González.

Como vocales han actuado Fernando Marías Franco, propuesto por la Real Academia de la Historia; Pedro Moleón, por la Real Academia de Bellas Artes de San Fernando; José María Serrano, por la Real Academia de Ciencias Morales y Políticas; María Dolores Álamo, por la Real Academia de Jurisprudencia y Legislación y Vicente Liern, por la Real Academia de Ciencias Económicas y Financieras.

También ha participado Araceli López, por la Conferencia de Rectores de las Universidades Españolas (CRUE); María Dolores Elizalde, por el Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) y Carmen Molinero, por la Asociación de Historia Contemporánea (AHC), y el premiado en la edición 2025, Juan Francisco Fuentes, por su obra 'Bienvenido, Míster Chaplin', entre otros.

El controvertido Ricky Gervais actuará el 27 de febrero en Badalona, única fecha en España

19 October 2026 at 14:50

El cómico británico Ricky Gervais actuará el 27 de febrero de 2027 en el Olimpic Arena de Badalona (Barcelona) con su nuevo espectáculo Legend, la única fecha de su gira europea en España, informa la promotora Live Nation en un comunicado este lunes.

"Este es mi espectáculo más personal hasta la fecha y, como tanto la cultura de la cancelación como la mayoría de las personas que conocí mientras crecía están muertas, ahora realmente puedo decir lo que me dé la gana", afirma Gervais.

Además de Badalona, Gervais actuará en otras ciudades europeas como Amberes, Lisboa, Viena, París, Zagreb, Ámsterdam, Zúrich y Estocolmo.

Las entradas irán de las más caras, las de sillas en pista, por 113,50 euros a las más baratas, las de la grada en la planta 4, a 56,50 euros.

Ricky Gervais es un cómico, actor, guionista y director británico, conocido por su humor negro, satírico y provocador. Su estilo se caracteriza por ridiculizar la hipocresía social, las celebridades, la religión y las convenciones culturales, sin evitar temas sensibles.

Alcanzó la fama internacional con The Office (versión británica), que creó y protagonizó junto a Stephen Merchant, y consolidó su carrera con Extras y After Life. Durante su carrera ha recibido premios como el BAFTA, Emmy y Globo de Oro.

Gervais ha sido siempre un cómico irreverente y sin censura, lo que le ha metido de lleno en varias polémicas. Durante la gala de los Globos de Oro de 2016, que él presentó, Ricky Gervais hizo bromas sobre la transición de género de Caitlyn Jenner y un accidente de tráfico mortal en el que se había visto involucrada. Algunos comentarios fueron criticados por considerarse insensibles y ofensivos hacia las personas trans.

SuperNature (2022) en Netflix provocó fuertes críticas por sus chistes sobre las personas trans, al igual que pasó con Armageddon (2023) con bromas sobre niños enfermos y con discapacidad.

En su última presentación como anfitrión de la gala de los Globos de Oro, en 2020, criticó la hipocresía de Hollywood, ironizó sobre las relaciones de algunas celebridades con Jeffrey Epstein y cuestionó que actores y actrices utilizaran sus discursos para dar lecciones políticas al público.

Esta fortaleza no Algarve conserva uma ponte levadiça e foi construída para proteger uma das entradas marítimas da cidade

19 October 2026 at 14:10

Uma fortaleza construída há mais de três séculos junto à costa de Lagos conserva ainda hoje uma característica que remete diretamente para a arquitetura militar da época: uma ponte levadiça sobre o fosso que envolve o edifício. A estrutura foi erguida entre 1680 e 1690 para proteger o acesso marítimo à cidade.

No portal da Junta de Freguesia de São Gonçalo, o forte, também conhecido como Forte de Nossa Senhora da Penha de França, Forte do Pau da Bandeira ou Forte do Registo, defendia o acesso ao cais e os flancos sudeste e nascente das antigas muralhas.

Canhões protegiam a aproximação à cidade

A localização não foi escolhida ao acaso. A fortificação permitia cruzar fogo com o baluarte da Porta da Vila e com o baluarte do Castelo dos Governadores, criando uma defesa articulada para esta zona da antiga praça militar de Lagos.

Na época da construção, o forte era considerado uma das fortificações tecnicamente mais avançadas do Algarve. A sua conceção teve em conta uma realidade militar em transformação, na qual a artilharia assumia um papel cada vez mais importante na defesa das cidades costeiras.

Paredes voltadas para o mar são particularmente grossas

A estrutura apresenta uma planta quadrangular e volumes relativamente baixos. Já as paredes situadas nas secções voltadas para o mar foram construídas com uma espessura considerável, característica associada à necessidade de resistir ao impacto da artilharia.

Estas opções arquitetónicas mostram uma fortaleza pensada para a chamada guerra de artilharia. Em vez de apostar apenas na altura, o edifício recorria a estruturas robustas e a uma disposição que permitia proteger uma das zonas mais vulneráveis da cidade.

Para entrar ainda é preciso atravessar o fosso

Um dos elementos mais particulares do conjunto continua a ser o fosso que circunda a fortificação. Para o ultrapassar existe uma ponte levadiça, solução defensiva que permitia controlar o acesso ao interior em caso de ameaça.

Nem todos os elementos hoje visíveis, contudo, remontam ao século XVII. As guaritas cilíndricas existentes no forte foram introduzidas durante campanhas de restauro realizadas por volta de 1960, segundo a mesma fonte.

Interior guarda uma capela do século XVII

Quem atravessa a ponte encontra no interior outro vestígio da época de construção. O forte conserva uma pequena capela seiscentista, cujo espaço se encontra revestido por azulejos, juntando uma componente religiosa à função essencialmente militar do edifício.

A fortificação atravessou os séculos num estado de conservação que a fonte destaca como particularmente relevante. É apresentada como um dos melhores exemplares do século XVII que permanecem no Algarve e como uma das estruturas mais representativas das antigas defesas marítimas de Lagos.

Nos dias de hoje, o edifício já não protege o cais contra ataques vindos do mar, mas continua ligado à história da cidade. No seu interior funciona atualmente um polo museológico dedicado a evocar a época dos Descobrimentos.

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