Idoso detido por provocar incêndio com queima de sobrantes

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As juntas de freguesia preparam um protesto contra o que consideram ser o incumprimento de compromissos assumidos pelo Governo, estando em cima da mesa o encerramento dos serviços. A contestação surge na sequência da falta de concretização de medidas previstas num acordo relacionado com o financiamento e o reforço das condições de funcionamento das freguesias, na proposta de Orçamento de Estado de 2027.
Hélder Afonso, presidente da União das Freguesias de Mouçós e Lamares, em Vila Real, e membro do Conselho Diretivo da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), considera que a situação representa “um rasgar do acordo” e uma desconsideração pelo trabalho desenvolvido pelas autarquias de proximidade.
Entre as reivindicações está o reforço progressivo do Fundo de Financiamento das Freguesias (FFF), com o objetivo de chegar aos cinco por cento até 2029/2030. A atualização pretende responder à subida dos custos, da manutenção de equipamentos e dos salários dos trabalhadores, que tem pressionado os orçamentos das juntas.
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As insolvências de empresas dispararam nos distritos de Vila Real e Bragança nos primeiros nove meses de 2026. Entre janeiro e setembro, 32 empresas foram declaradas insolventes, contra 20 no mesmo período do ano passado, o que representa um aumento de 60%.
Bragança registou o maior número de casos, com 18 empresas insolventes, mais sete do que em 2025, uma subida de 64%. Em Vila Real, foram 14, contra nove no período homólogo, um aumento de 56%. Só entre julho e setembro, foram declaradas insolventes nove empresas nos dois distritos.
Entre os casos de maior dimensão estão a Adega Cooperativa de Alijó, no distrito de Vila Real, e o Matadouro Industrial do Cachão, no distrito de Bragança. A lista inclui ainda empresas de transportes, limpeza, agricultura, panificação e comércio, entre outras atividades.
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A cidade de Bragança acolheu a segunda reunião de trabalho da iniciativa, que deu continuidade aos trabalhos iniciados em setembro, na localidade espanhola de Tábara. O encontro serviu para analisar as principais áreas de intervenção e as ações previstas para os próximos meses.
No território brigantino, uma das principais medidas passa pela criação de um corredor ecológico entre Rihonor de Castilla/Rio de Onor e Bragança, dando continuidade à chamada “Autoestrada Internacional dos Polinizadores”.
A intervenção envolve o município de Bragança e a Universidade Politécnica de Bragança e inclui ainda a criação de um apiário pedagógico, destinado a sensibilizar para a importância das abelhas e da atividade apícola.
Com um investimento global superior a 745 mil euros, o VIAPIS abrange uma área transfronteiriça de cerca de 2.000 km2 em espaços naturais protegidos, que inclui o Parque Natural de Montesinho, em Portugal, e a Serra da Culebra e o Parque Natural do Lago de Sanabria, em Espanha.
As ações previstas incluem a plantação de várias espécies, a instalação de jardins e abrigos para polinizadores e a criação de um banco genético para acompanhamento de abelhas autóctones.
O projeto contempla ainda formação para apicultores, atividades pedagógicas em escolas dos dois lados da fronteira e iniciativas ligadas ao aproveitamento económico dos produtos da colmeia.
A presidente da Câmara Municipal de Bragança, Isabel Ferreira, sublinhou que “a proteção das abelhas e dos restantes polinizadores é uma preocupação que partilhamos com os vizinhos espanhóis”.
“Este projeto permite-nos trabalhar em conjunto e desenvolver ações no território. Queremos que este trabalho tenha resultados para a biodiversidade, mas também para os apicultores e para as comunidades rurais dos dois lados da fronteira”, reiterou.
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Na 3ª eliminatória da Taça de Portugal, a equipa de André Irulegui entrou determinada e com os olhos postos na baliza adversária, sem receio de estar a enfrentar uma equipa da II Liga.
Aliás, os transmontanos marcaram primeiro por intermédio de Pipo, ainda na primeira parte (25′), resultado com que foram para o descanso, a vantagem pela margem mínima.
Na segunda parte, o Leiria entrou melhor e acabou por empatar por Pablo Fernandez (48′). E poderiam ter dado a volta pouco depois, mas o guarda-redes brigantino defendeu uma grande penalidade aos 56 minutos.
O UD Leiria foi mais feliz e apontou o golo da vitória por Diogo Martins (64′), que colocou a sua equipa na 4.ª eliminatória da Taça de Portugal, onde existe apenas o GD Chaves a representar a região de Trás-os-Montes.
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“São poucos os jovens que fazem da agricultura a sua única fonte de rendimento”, disse Diana Alves, jovem agricultora na aldeia de Ala, concelho de Macedo de Cavaleiros.
Cresceu na agricultura, com os pais e avós, e recentemente submeteu um projeto jovem para plantação de olival, para aumentar a exploração que já existe.
No entanto, é também professora de Filosofia, outra área que admite não ser fácil, a da docência, mas que, ainda assim, “é mais estável do que a carreira de agricultura”, que é “muito instável” e que torna “muito complicado ser-se agricultor a tempo inteiro”.
“Tenho um projeto de olival. Ora um olival para começar a dar rendimento só a partir dos cinco anos, ora eu tenho de estar cinco anos a injetar dinheiro, aliás, a investir no olival e só a partir daí consigo tirar algum furto. Imagine o que é cinco anos a investir e ter retorno zero. Portanto, é muito complicado. Mesmo assim, a partir dos cinco ou 10 anos o retorno financeiro não é assim tão elevado que seja possível manter uma casa, manter uma família, apenas com esse rendimento”, lamentou.
Para André Bragada, no concelho de Bragança, a situação não é muito diferente. Tem exploração de animais, como porcos e cabras, e ainda produção de castanha e azeite, mas também é agente imobiliário.
“Eu tenho a sorte e posso dizer que sou um agricultor ou semi-agricultor graças às terras, ao trator que me foi deixado, às alfaias que me foram deixadas”, explicou, dizendo que sem esta herança familiar nunca conseguiria ser agricultor nos dias de hoje.
Para o jovem, “hoje em dia só é agricultor ou quem já estava muito enraizado nisto ou quem é teimoso e gosta muito”.
“Eu sei que hoje em dia estou na agricultura por teimosia”, afirmou.
André Bragada já tentou viver só desta atividade, mas faltou “incentivo”, porque num “ano mau” de produção não é possível “aguentar”.
“Agora, neste momento, está muito difícil viver só disto e acho que os jovens não se vão agarrar a algo que não lhe permite ter uma vida estável”, sublinhou.
Por isso, no seu entender, os incentivos dados pelo Governo “deviam ser trabalhados de outra maneira”.
“Eu gosto muito da forma que se trabalha na Espanha. (…) Lá são pagos à produção e não como aqui, que se fala muito dos subsídios e assim. Acho que mesmo logo da base da escola devia ser outro tipo de incentivo”, vincou.
A contribuir para a baixa rentabilidade do setor está o aumento do preço dos combustíveis, que faz disparar o custo de produção, a tipologia de agricultura na região transmontana, ou seja, o minifúndio, que não permite competir com produções em grande escala, e ainda as alterações climáticas, segundo apontaram.
“Estamos em outubro e estão cerca de 30 graus. Portanto, o facto de não termos estruturas e infraestruturas para colmatar estas alterações climáticas também não ajuda (…) aqui na minha região não temos sequer acesso ao regadio (…) nós sabemos que plantações que têm regadio têm um nível de produção muito mais elevado, porque a planta nunca fica tão em stress como é puramente de sequeiro”, afirmou Diana Alves.
Estas alterações climáticas são também evidentes em pequenas plantações, por exemplo de cereal, para alimentar os animais.
“Semeio abóboras para poder dar às porcas e tive uma baixa muito grande. Fiz a sementeira, foi um ano também fraco de sementeira. Castanha foi um ano igual. Azeite, o ano passado, basicamente nem cheguei a bater as oliveiras porque não me compensava o que tinha de pagar, fosse jeira ou fosse máquina, não me compensava, ia ser literalmente trabalhar para aquecer”, contou André Bragada.
Em explorações de grandes dimensões, como a do jovem agricultor Miguel Reis, no concelho de Macedo de Cavaleiros, as alterações climáticas tentam combater-se com investimentos no regadio, mas que, segundo revelou, são muito elevados e “assustam”.
“Todo este investimento que está por trás só apenas da captação de água (…) é perto 15 mil euros por cada captação. Se estou a dizer que temos 13 furos ou 13 captações de água estamos aqui a falar de um valor muito próximo a 200 mil euros”, adiantou.
A sua família tem 70 hectares de amendoal, soutos e olival. Embora se dedique maioritariamente à agricultura é também presidente de junta da sua aldeia, Corujas, no concelho de Macedo de Cavaleiros.
O jovem agricultor, de 30 anos, reconhece que as alterações climáticas e a falta de infraestruturas de regadio são um dos grandes desafios da agricultura em Trás-os-Montes, mas também o emparcelamento de terrenos e a dificuldade de ter explorações de maiores dimensões.
“São regiões que há muitas parcelas, ou seja, os terrenos estão muito divididos e é muito difícil encontrarmos dois hectares, três hectares, quatro hectares para podermos fazer emparcelamentos. Falo nesse sentido para poder justificar investimentos. (…) Uma pessoa que se queira instalar, jovem agricultor, vai ter de começar do zero, preparar os solos, colocar novas plantações. Com a diferença do clima, cada vez mais quente, é necessário recorrer a sistemas de rega, portanto, se estamos a falar em investimentos (…) uma grande fatia de dinheiro [é para] começar do zero, mais somar a isso em cada parcela um sistema de regadio (…) torna-se um valor tão dispendioso por hectare ou por parcela que dificilmente vai ter retorno”, apontou.
Miguel Reis considera ainda que as pessoas mais idosas oferecem alguma resistência e veem como “tabu” vender ou alugar terrenos, o que cria mais um entrave.
Criticou ainda as “isenções fiscais” de que beneficiam os agricultores reformado que, além de receberem a sua pensão, têm ainda benefícios por manterem uma exploração agrícola.
“Um idoso que produz castanha pode produzir até um certo valor castanha e terá isenções fiscais de segurança social, etc., e outro tipo de impostos, enquanto um jovem terá de ser sempre sobrecarregado com esses impostos, ou seja, de certa parte um jovem agricultor já começa mais penalizado”, criticou.
Para discutir os desafios dos jovens na agricultura, na sexta-feira, em Macedo de Cavaleiros, vai acontecer o I Encontro de Jovens Agricultores de Trás-os-Montes, com empresários, investigadores e entidades gestoras.
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Em comunicado, a PSP revela que teve a colaboração da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Macedo de Cavaleiros e de Bragança.
A investigação teve início ontem, dia 15 de outubro, na sequência de uma comunicação efetuada pela GNR, dando conta de altercações entre várias pessoas na Autoestrada A4, das quais resultou um “acidente de viação com perigo para a vida dos próprios intervenientes e de terceiros, incluindo menores de idade”.
O detido vai ser presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Bragança, para efeitos de aplicação das medidas de coação.
A investigação prossegue sob a direção do Ministério Público.
Este detenção está relacionada com o caso que aconteceu ontem no nó de acesso à A4, em que um homem terá raptado a própria filha, o que originou uma perseguição e uma rixa naquele local da cidade. Houve ainda um acidente que envolveu três veículos, do qual resultou um ferido grave e seis ligeiros.
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O município de Bragança anunciou hoje que vai avançar com a candidatura a Cidade Europeia do Cereal em 2027, revelando que a preparação foi aprovada na reunião de câmara do dia 9 de outubro.
Em comunicado, a autarquia, liderada por Isabel Ferreira, explica que pretende “dar visibilidade à tradição do cereal em Trás-os-Montes, ao património associado ao pão e ao trabalho desenvolvido na região por produtores, empresas e investigadores”.
A candidatura será apresentada à Rede de Cidades do Cereal (REDCCER), entidade responsável pela atribuição anual do título, que distingue projetos dedicados à cultura cerealista.
Para além do município, o projeto envolve a Universidade Politécnica de Bragança, através dos centros de investigação CIMO e SusTEC, o MORE CoLAB, produtores agrícolas, padarias, empresas, restaurantes, escolas e associações locais.
A candidatura prevê um programa de atividades para 2027, com iniciativas dirigidas à população e aos visitantes.
Entre as propostas apresentadas está a criação de um “Pavilhão Vivo do Cereal”, integrado na Feira de Agricultura, onde será possível acompanhar diferentes etapas da produção, desde as sementes e variedades de cereais até à moagem, panificação e utilização na gastronomia.
Está também prevista a criação da “Rota do Cereal e do Pão”, que ligará padarias, moinhos, produtores, restaurantes e espaços patrimoniais, bem como a iniciativa “Doze Meses, Doze Sabores”, que desafiará estabelecimentos de restauração, padarias e pastelarias a apresentar mensalmente criações à base de cereais.
Na área da investigação e inovação, o programa propõe o “Bragança Cereal Lab”, um desafio dirigido a estudantes, investigadores e empresas para desenvolver novos produtos alimentares e soluções relacionadas com os cereais e os seus subprodutos.
A programação inclui ainda a recolha de memórias e testemunhos ligados à atividade cerealista, a celebração do “Dia Mundial do Cereal”, a 7 de março, e a realização do Festival “Bragança, Pão e Futuro”, no outono.
Citada em comunicado, Isabel Ferreira, presidente da Câmara de Bragança, destaca a importância dos cereais e do pão para a identidade e a economia da região, defendendo uma maior atenção ao trabalho desenvolvido neste setor. “É importante dar visibilidade a tantos trabalhos que são feitos na área dos cereais, de inovação, de recuperação de espécies, e de valorização do trabalho também dos nossos empresários, agricultores e investigadores nesse domínio”.
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Por exemplo, apanhar frio causa constipações? É necessário esperar algumas horas após as refeições para tomar banho? Estas são algumas das crenças que continuam presentes no quotidiano da população e que, muitas vezes, são tidas como factos.
A VTM procurou compreender a diferença entre factos e mitos na área da saúde e falou com o enfermeiro Joni Madureira, coordenador da Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) de Vila Real I. Segundo o enfermeiro, é essencial distinguir factos de mitos para evitar comportamentos que podem ser prejudiciais para a saúde. O profissional explica que muitas destas ideias são transmitidas no seio das próprias famílias e acabam por se tornar mais difundidas precisamente por serem simples e repetidas ao longo do tempo.
Um dos mitos mais comuns está associado ao cabelo molhado e às constipações. Segundo Joni Madureira, as constipações são provocadas por vírus, pelo que “sair à rua com o cabelo molhado não causa, por si só, a doença”. No entanto, acrescenta que a exposição ao frio pode favorecer o aparecimento de sintomas, uma vez que o arrefecimento pode provocar vasoconstrição nasal e diminuir a resposta imunitária local. “O frio pode facilitar, mas não é o culpado: sem vírus, não há constipação”, concluiu.
Outro mito frequente está relacionado com o consumo de água. Joni Madureira afirmou que beber água durante ou após as refeições não provoca aumento de peso, visto que a água não tem calorias. Da mesma forma, não é o simples facto de comer após as 18 horas que provoca aumento de peso. “Engordamos quando comemos mais do que gastamos ao longo do dia, não quando comemos depois das 18h”, explica Joni Madureira, alertando, no entanto, para o consumo excessivo de petiscos e porções maiores durante a noite.
“Nem todos os mitos são absurdos, alguns nasceram de uma verdade mas foram exagerados”
JONI MADUREIRA
Segundo Joni Madureira, a persistência destas crenças está relaci onada com a forma simples como são transmitidas e com o facto de muitas vezes terem origem em pessoas em quem confiamos. Neste contexto, a família assume um papel importante por ser frequentemente a primeira fonte de informação sobre saúde.
“Estes mitos são transmitidos como expressão de cuidado e afeto, o que lhes confere autoridade emocional”, explica Joni Madureira. Por isso, defende que a desmistificação destas crenças deve ser feita com respeito, compreensão e empatia.
O enfermeiro acrescenta ainda que nem todos os mitos de saúde são completamente infundados e alguns têm fundamento científico. “Nem todos os mitos são completamente absurdos, alguns têm uma base de v erdade, mas foram exagerados”, evidenciou Joni Madureira.
As redes sociais proporcionaram novas oportunidades para promover a literacia em saúde, mas também facilitaram a difusão de informação falsa. Conteúdos emotivos, promessas milagrosas e opiniões de pessoas apresentadas como especialistas podem alcançar rapidamente milhares de utilizadores.
Para distinguir a verdade dos mitos, Joni Madureira aconselha a verificar a fonte e o autor da informação, a desconfiar de promessas milagrosas, a procurar o consenso científico e a privilegiar entidades reconhecidas como a Direção-Geral da Saúde (DGS), o SNS 24 e a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Perante uma dúvida encontrada na internet, o conselho é “não agir por impulso com base num único conteúdo”. A informação deve ser confirmada junto de fontes oficiais ou de um profissional de saúde, por exemplo, o médico de família ou o enfermeiro. “A melhor defesa contra os mitos de saúde é uma população com literacia em saúde”.
Joni Madureira aconselha a população a ligar para o SNS 24, através do número 808 24 24 24, caso tenha alguma dúvida.
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As vítimas, com 36 e 56 anos, apresentavam fraturas nas pernas e uma poderá ter sofrido um traumatismo craniano, adiantou ainda a mesma fonte.
As mulheres foram transportadas para hospital de Bragança. O condutor da mota não precisou de assistência médica.
O acidente aconteceu pelas 10:30, na Rua Engenheiro Amaro da Costa, perto de vários estabelecimentos comerciais.
A PSP esteve no local.
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Segundo a PJ, a escola frequentada pela menor avisou as autoridades da “alegada prática de atos sexuais de relevo, concretamente cópula vaginal”.
Ainda de acordo com a polícia, os elementos probatórios recolhidos no decorrer da investigação, que foi feita na quinta-feira, indiciam que os abusos terão acontecido na casa do suspeito.
O detido será presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação.
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Segundo fonte da GNR, o pai e a filha localizados em Bragança e “estão bem”. Foram encaminhados para o comando distrital da GNR, sendo que o processo foi encaminhado para a Polícia Judiciária, que fica com a responsabilidade da investigação.
Recorde-se que hoje ao início da tarde houve uma rixa, porque o pai terá fugido com a filha e deixado a mulher que vivia em Macedo de Cavaleiros.
Perto da A4 instalou-se a confusão e um acidente que envolveu três veículos, do qual resultou um ferido grave e seis ligeiros.
Segundo Paulo Ferro, 2.º comandante dos bombeiros de Bragança, “houve uma altercação de ordem pública entre indivíduos de etnia cigana envolvendo três veículos ligeiros. Entre os embates, despistes e tentativas de atropelamento resultam seis vítimas leves e uma mulher sofreu ferimentos graves, com cerca de 50 anos”.
“Os sete feridos, entre os 19 e os 57 anos, foram transportados para o hospital pelos bombeiros de Bragança. Na assistência às vítimas estiveram também a equipa da VMER de Bragança e o helicóptero de Macedo de Cavaleiros, que acabou por não fazer nenhum transporte”, acrescentou Paulo Ferro.
Adiantou ainda que a vítima grave “foi retirada de dentro do veículo porque não conseguia sair pelos próprios meios, mas não corre risco de vida”.
O alerta foi dado às 13h43 e para o local foram mobilizados 12 operacionais, apoiados por seis veículos e um meio aéreo.
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Um homem, de 68 anos, foi detido pela Guarda Nacional Republicana (GNR), no início desta semana por suspeita de tráfico de estupefacientes, no concelho de Bragança.
Durante uma fiscalização rodoviária, o homem terá “demonstrado nervosismo”, o que motivou a realização de diligências policiais.
Na sequência de uma busca ao veículo, foi detetado produto estupefaciente e a operação incluiu ainda uma busca domiciliária.
Segundo a GNR, a operação resultou na apreensão de mais de 2.500 doses de haxixe, 15 doses de cocaína, 1.875 euros em numerário, além de uma viatura, dois telemóveis e material utilizado na preparação de doses de droga.
Entretanto, o indivíduo foi presente ao Tribunal de Bragança para primeiro interrogatório, tendo o juiz decretado como medida de coação a prisão preventiva.
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Segundo Paulo Ferro, 2.º comandante dos bombeiros de Bragança, “houve uma altercação de ordem pública entre indivíduos de etnia cigana envolvendo três veículos ligeiros. Entre os embates, despistes e tentativas de atropelamento resultam seis vítimas leves e uma mulher sofreu ferimentos graves, com cerca de 50 anos”.
“Os sete feridos, entre os 19 e os 57 anos, foram transportados para o hospital pelos bombeiros de Bragança. Na assistência às vítimas estiveram também a equipa da VMER de Bragança e o helicóptero de Macedo de Cavaleiros, que acabou por não fazer nenhum transporte”, acrescentou Paulo Ferro.
Adiantou ainda que a vítima grave “foi retirada de dentro do veículo porque não conseguia sair pelos próprios meios, mas não corre risco de vida”.
O alerta foi dado às 13h43 e para o local foram mobilizados 12 operacionais, apoiados por seis veículos e um meio aéreo.
Entretanto, segundo a GNR teve conhecimento de “desavenças entre diversas pessoas”, no nó da Seara, junto da entrada para a autoestrada A4.
A mesma fonte adiantou que os desacatos terão tido início entre dois progenitores, de uma criança de três anos, após o pai da menor ter fugido com esta, estando, neste momento, “em parte incerta”.
Segundo a GNR, o rapto está agora nas mãos da Polícia Judiciária.
Notícia atualizada às 16h00
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A água será captada da nascente de Gostei e embalada nesta fábrica, um investimento da empresa Maravilha Decimal, que é 50% do Grupo Outeirinho e 50% do jogador Cristiano Ronaldo, e que já vem a ser anunciado há vários anos.
Francisco Ferreira, um dos administradores do Grupo Outeirinho, adiantou que, neste momento, está a ser feita a terraplanagem e a ser construída a base do edificado, que deverá estar em pé “em março ou abril”.
O objetivo, garantiu, é a fábrica estar pronta no “final de 2027” e a operar “de certeza” no início de 2028, com capacidade para embalar “500/600 milhões de litros por ano”.
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