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CGTP. Milhares nas ruas do Porto com aplausos aos acampados

17 October 2026 at 20:09
"PS não pode querer dar-se bem com Deus e o diabo", aponta líder sindical. Além das críticas a vários partidos, marcha da CGTP com milhares de pessoas fica marcada pelo apoio aos jovens acampados.

© David Oliveira/Observador

17h. PCP, Livre e BE criticam Governo na manifestação da CGT

17 October 2026 at 17:15
Paulo Raimundo diz não se surpreender com declarações do PM sobre habitação, Isabel Mendes Lopes e José Manuel Pureza defendem os protestos. Ainda, em França, mais de 200 pessoas foram detidas.

Homem cai do telhado e morre em Trás-os-Montes

17 October 2026 at 16:58

Um homem de 71 anos morreu hoje na sequência de uma queda de cerca de quatro metros de altura quando reparava um telhado, em Macedo do Peso, concelho de Mogadouro, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.

De acordo com o comandante sub-regional das Terras de Trás-os-Montes, João Noel Afonso, o homem estaria a reparar um telhado de estábulo e estava apoiado numa escada quando se deu a queda de uma altura de cerca de quatro metros.

Já o comandante dos bombeiros de Mogadouro, Luís Azevedo, confirmou a paragem cardiorrespiratória, acrescentando que o homem foi atingido com gravidade na têmpora esquerda da cabeça por uma viga de ferro.

Septuagenário entrou em paragem cardiorrespiratória (PCR) com ferimentos graves na cabeça tendo sido transportado para o Serviço de Urgência Básica de Mogadouro, onde foi decretado o óbito apesar das manobras de reversão da PCR.

O alerta foi dado às 11:37.

No local estiveram seis operacionais de bombeiros de Mogadouro apoiados por três veículos aos quais se juntou a ambulância de Suporte Básico de Vida (SIV), do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

A GNR tomou conta da ocorrência.

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16h. Manifestação Lisboa. CGTP critica políticas do Governo

17 October 2026 at 16:13
Tiago Oliveira, líder da CGTP, pede explicações ao primeiro-ministro e acusa o Governo de beneficiar as grandes empresas. Ainda, no Porto, centenas aguardam pela assembleia do movimento "Acampada".

15h. Lisboa. Manifestação contra o custo de vida já arrancou

17 October 2026 at 15:12
As manifestações no Porto e em Coimbra terminaram, com nova concentração marcada para 24 de novembro, dia da votação do OE. Ainda, no desporto, Iúri Leitão é campeão do mundo de omnium.

Seedorf não estreia pelo Corinthians por problema com visto

Clarence Seedorf não poderá estrear como técnico do Corinthians contra o Vitória por conta de problemas com o visto de trabalho, conforme apurou o UOL.

O clube não concluiu a documentação a tempo de registrar o treinador no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF, sistema que oficializa a inscrição de profissionais e jogadores.

O UOL apurou que a expectativa do Corinthians é resolver a pendência até o próximo jogo, contra o Vasco, pelo Campeonato Brasileiro. A situação de Seedorf está mais adiantada porque o holandês já tem CPF, documento obtido quando morou no Brasil.

O CPF, porém, não garante autorização para trabalhar no país. O clube tentou concluir o processo nesta sexta-feira (16), mas não conseguiu cumprir o prazo para a partida de segunda-feira (19).

Sem o registro no BID, Seedorf não poderá ficar no banco de reservas contra o Vitória. O auxiliar técnico Léo Porto será o responsável por comandar a equipe.

Situação de Seedorf

O UOL apurou que o Corinthians avalia que a regularização de Seedorf é mais simples do que a do auxiliar Pablo López, por exemplo. Como o treinador já tem CPF, uma das etapas está resolvida, mas ele ainda precisa obter a autorização para trabalhar no Brasil.

O Passaporte precisa passar por todas as etapas da documentação. O processo é diferente do de Seedorf, que já possui CPF por ter vivido no país.

A expectativa do clube é que o tempo até a partida contra o Vasco seja suficiente para resolver a pendência. Se conseguir a autorização de trabalho e tiver o nome publicado no BID, Seedorf poderá estrear na rodada seguinte.

Léo Porto comanda a equipe

Léo Porto dirigirá o Corinthians contra o Vitória na próxima segunda-feira (19), às 20h, na Neo Química Arena. A partida é válida pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Seedorf acompanhará o jogo das tribunas da Neo Química Arena. O treinador já começou a trabalhar no clube, mas precisa concluir a documentação para ocupar o banco de reservas.

O Corinthians tenta encerrar a sequência de oito derrotas seguidas no Brasileirão e busca se afastar da zona de rebaixamento. (Fábio Lázaro/FOLHAPRESS)

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10h. Manifestações. CGTP espera grande mobilização

17 October 2026 at 10:16
Realizam-se se hoje manifestações em todo o país convocadas pela central sindical. Ainda, Flávio Bolsonaro promete respeitar o resultado da segunda volta das eleições presidenciais no Brasil.

Descida da retenção na fonte penaliza reembolsos de IRS em 2027. Veja as simulações

17 October 2026 at 08:31

Os trabalhadores e pensionistas vão receber mais dinheiro em novembro, mas esse reforço do rendimento líquido poderá traduzir-se em reembolsos de IRS mais pequenos em 2027 ou até numa fatura a pagar ao Estado. A redução excecional da retenção na fonte para metade é a forma escolhida pelo Governo para antecipar o efeito da descida extraordinária do IRS aprovada pela Assembleia da República para os rendimentos de 2026, como efeitos retroativos a janeiro.

A medida permite que as famílias sintam já no salário ou na pensão o efeito da redução do imposto, em vez de terem de esperar pela liquidação anual em 2027. Mas, ao receberem mais dinheiro agora, os contribuintes também entregam menos imposto antecipadamente ao Fisco, o que influencia o acerto de contas do próximo ano.

As simulações realizadas pela EY para o ECO (ver em baixo) mostram que o impacto pode ser significativo. Um trabalhador solteiro, sem filhos, com um salário bruto mensal de 1.500 euros, passa de um reembolso estimado de 147,06 euros para um pagamento de 20,94 euros. Já um casal com dois titulares e dois filhos, em que cada elemento recebe 10.000 euros brutos por mês, passa de um reembolso de 927,26 euros para uma fatura de IRS de 2.700,74 euros.

A redução da retenção na fonte está diretamente relacionada com uma alteração fiscal aprovada pelo Parlamento, com base numa proposta de lei do Governo, que determina uma nova descida das taxas gerais de IRS aplicáveis aos primeiros seis escalões de rendimento coletável, com efeitos sobre os rendimentos obtidos desde 1 de janeiro de 2026.

A redução das taxas varia entre 0,3 e 0,5 pontos percentuais. A taxa do primeiro escalão desce 0,3 pontos percentuais, a redução é de 0,5 pontos entre o segundo e o quinto escalões e de 0,3 pontos no sexto escalão. As taxas normais dos três escalões superiores não são alteradas por esta medida.

A proposta foi aprovada pela Assembleia da República, permitindo que a redução do imposto se aplique aos rendimentos de todo o ano de 2026. Segundo o Governo, a medida representa um alívio fiscal adicional de cerca de 400 milhões de euros para as famílias.

Para fazer chegar esse benefício aos contribuintes ainda este ano, o Ministério das Finanças decidiu reduzir em 50% a retenção na fonte de IRS sobre os rendimentos do trabalho dependente e as pensões pagos entre 1 e 30 de novembro.

O mecanismo procura refletir no rendimento disponível das famílias a descida das taxas de IRS aprovada para 2026, incorporando igualmente o efeito correspondente às retenções efetuadas desde o início do ano. Em vez de rever os descontos de todos os meses anteriores, o Governo concentra este ajustamento excecional no processamento de novembro. A medida abrange também o subsídio de Natal, quando é pago durante esse mês. Em dezembro, as retenções regressam às tabelas normais em vigor.

Mais dinheiro agora, menos reembolso depois

Se o contribuinte tiver adiantado mais dinheiro do que aquele que devia pagar, recebe um reembolso. Se os descontos ficarem abaixo do imposto devido, terá de entregar a diferença ao Estado.Lusa

Para compreender o efeito no acerto anual, importa distinguir o imposto devido da retenção na fonte. Esta última é um adiantamento mensal do IRS: o empregador ou a entidade pagadora da pensão entrega ao Estado uma parte do rendimento do contribuinte, que será posteriormente considerada na liquidação anual.

Quando chega a altura de apurar o imposto definitivo, a Autoridade Tributária compara o IRS efetivamente devido com o que foi retido durante o ano. Se o contribuinte tiver adiantado mais dinheiro do que aquele que devia pagar, recebe um reembolso. Se os descontos ficarem abaixo do imposto devido, terá de entregar a diferença ao Estado.

É aqui que entra o efeito da medida de novembro. Ao reduzir a retenção na fonte, o Governo deixa mais dinheiro nas contas dos trabalhadores e pensionistas, mas reduz simultaneamente o montante que estes antecipam ao Fisco. Por isso, o reembolso será inferior — ou o valor a pagar será superior — ao que resultaria sem esta redução excecional da retenção.

Ao reduzir a retenção na fonte, o Governo deixa mais dinheiro nas contas dos trabalhadores e pensionistas, mas reduz simultaneamente o montante que estes antecipam ao Fisco. Por isso, o reembolso será inferior — ou o valor a pagar será superior — ao que resultaria sem esta redução excecional da retenção.

Este efeito não significa que a descida extraordinária das taxas de IRS seja anulada. A redução das taxas diminui o imposto devido nos termos aprovados para 2026; a redução da retenção altera o momento em que o contribuinte beneficia desse alívio e o montante que adianta ao Estado. O menor reembolso em 2027 é, assim, o outro lado da moeda de receber mais salário líquido em novembro.

As simulações da EY para o ECO comparam precisamente os dois cenários, com e sem redução de 50% da retenção na fonte em novembro, considerando os rendimentos do trabalho dependente.

Solteiro com 1.500 euros passa de reembolso a pagamento

No caso de um trabalhador solteiro, sem filhos, com um salário bruto mensal de 1.500 euros, a EY estima que, sem a redução excecional da retenção, o contribuinte teria direito a um reembolso de 147,06 euros na liquidação do IRS de 2026, a realizar em 2027. Com a redução da retenção para metade em novembro, o resultado passa a ser um pagamento de 20,94 euros ao Estado. A diferença entre os dois cenários é de 168 euros.

Se o mesmo contribuinte receber 2.500 euros brutos por mês, o reembolso encolhe de 573,06 euros para 102,06 euros. Neste caso, continua a receber dinheiro do Fisco, mas menos 471 euros do que receberia sem a medida.

Para um salário bruto mensal de 4.000 euros, a diferença é ainda mais expressiva. Em vez de um reembolso de 1.404,44 euros, o contribuinte passa a receber apenas 349,44 euros, menos 1.055 euros.

Já no caso de um solteiro sem filhos que aufira 10.000 euros brutos por mês, a simulação aponta para uma inversão do resultado da liquidação. Sem a redução extraordinária da retenção, teria um reembolso de 2.279,63 euros. Com a medida, passa a ter de pagar 1.391,37 euros ao Estado. Neste último caso, a diferença entre os dois cenários ascende a 3.671 euros, mostrando como o efeito do ajustamento pode ser particularmente significativo para rendimentos elevados.

Casais também podem perder reembolsos

O impacto também se faz sentir nos agregados com dois titulares e dois filhos, embora os valores sejam diferentes devido às regras de retenção aplicáveis à situação familiar. Num casal em que cada titular recebe um salário bruto mensal de 1.500 euros, o reembolso estimado passa de 165,12 euros para 40,12 euros, uma redução de 125 euros.

Se cada elemento do casal ganhar 2.500 euros brutos por mês, o reembolso diminui de 714,12 euros para 286,12 euros. No caso de salários de 4.000 euros por titular, o montante a receber recua de 1.819,89 euros para 806,89 euros, menos 1.013 euros.

No cenário de rendimentos mais elevados, em que cada elemento do casal aufere 10.000 euros brutos mensais, a simulação aponta para uma mudança ainda mais acentuada. Sem a redução excecional da retenção, o agregado teria um reembolso de 927,26 euros. Com a medida, passa a ter de pagar 2.700,74 euros de IRS, uma diferença de 3.628 euros.

Mais despesas dedutíveis podem melhorar o acerto

As simulações da EY para o ECO têm em conta um conjunto limitado de deduções à coleta. Nos cenários com filhos, foram consideradas as deduções pessoais por dependentes, assumindo que ambos têm mais de três anos. Foram também incluídas as deduções relativas a despesas gerais e familiares, considerando o limite máximo desta categoria, de 250 euros para solteiro e de 500 euros para casal com tributação conjunta.

As contas não contemplam, contudo, outras deduções à coleta que os contribuintes possam conseguir através de despesas elegíveis realizadas ao longo do ano. Estas poderão melhorar o resultado final da liquidação do IRS em 2027, permitindo aumentar o reembolso ou reduzir a fatura a pagar ao Estado.

É o caso de determinadas despesas de restauração, cabeleireiros e institutos de beleza, bem como dos passes e bilhetes de transportes públicos, que podem dar acesso a benefícios fiscais através da exigência de fatura. Estas despesas não permitem deduzir o valor total pago, mas sim uma parcela do IVA suportado.

Para beneficiarem destes montantes, os contribuintes devem pedir faturas com o respetivo número de identificação fiscal e verificar se as despesas estão corretamente comunicadas e classificadas no e-Fatura. No caso das despesas abrangidas pela dedução por exigência de fatura, existe um limite global de 250 euros por agregado familiar.

Assim, um contribuinte que tenha despesas elegíveis ainda não refletidas nas simulações e que não tenha esgotado os limites das deduções aplicáveis poderá conseguir um resultado mais favorável do que o estimado pela EY. O efeito concreto dependerá das despesas realizadas, dos montantes já considerados para efeitos fiscais e do imposto devido por cada agregado familiar.

Estas deduções adicionais não alteram o mecanismo da redução extraordinária da retenção na fonte em novembro: permitem, isso sim, reduzir o imposto final apurado, atenuando o impacto da menor retenção antecipada ao longo de 2026.

Alívio concentrado num único mês

O Executivo escolheu o mês de novembro para antecipar o alívio fiscal, relativo à redução das taxas de IRS até ao sexto escalão, sem ter de esperar pela entrega das declarações e pela liquidação do imposto no próximo ano. Por exemplo, um trabalhador solteiro, sem filhos, com um salário bruto mensal de 1.500 euros, descontava habitualmente 168 euros de IRS por mês. Em novembro, a retenção desce para 84 euros, o que representa mais 84 euros disponíveis nesse mês, de acordo com as simulações da EY.

Se o subsídio de Natal for pago também em novembro, a redução da retenção estende-se a esse rendimento, reforçando o montante que entra na conta bancária. É esse dinheiro adicional que ajuda a explicar por que motivo o reembolso do ano seguinte poderá ser mais pequeno ou dar lugar a imposto a pagar.

O Governo optou, assim, por fazer refletir de imediato a redução do IRS aprovada para os rendimentos de 2026, em vez de deixar todo o acerto para a liquidação anual. Para os contribuintes, a contrapartida é terem de olhar para o salário líquido de novembro e para o eventual reembolso de 2027 como duas faces do mesmo mecanismo: mais rendimento disponível agora, mas menos imposto entregue antecipadamente ao Estado, logo menos dinheiro a receber do Estado ou até serem chamados a pagar, no próximo ano.

 

Lula faz campanha em MG e celebra fim da jornada 6x1

O candidato do PT à reeleição para a presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, participou de duas passeatas em Minas Gerais nesta sexta-feira (16). A promulgação do fim da escala de trabalho 6x1, ocorrida no Senado na manhã de hoje, deu o tom da campanha durante todo o dia. Lula vinha defendendo há meses a aprovação da proposta.

Em Juiz de Fora, ele afirmou, em uma fala direcionada aos comerciantes, que ninguém terá prejuízo com a mudança na escala de trabalho.

“É muito importante que a gente não permita que haja retrocesso nesse país. Aos nossos queridos comerciários e empresários do comércio, ninguém vai ter prejuízo com o fim da escala 6x1, ninguém. Quem vai ganhar é o Brasil, o povo trabalhador e as mulheres, que terão dois dias para descansar e cuidar da família”.

Lula também pediu a seus apoiadores que estimulassem os indecisos a votar nele e convencessem aqueles que não votaram no primeiro turno a irem às urnas no segundo turno. 

Também exaltou feitos de seu governo, como investimentos em escolas de tempo integral e a criação do Programa Pé-de-Meia, um incentivo financeiro-educacional pago pelo governo federal para promover a permanência e a conclusão escolar de pessoas matriculadas no ensino médio público.

Em seguida, já no início da noite, o candidato do PT participou de uma passeata em Ipatinga. Aos apoiadores, afirmou que passou os últimos quatro anos recuperando o país, após o governo de Jair Bolsonaro, pai de seu adversário na atual corrida presidencial. E que agora, em um quarto mandato, faria um governo “do crescimento econômico”.

“Esse quarto mandato será do crescimento econômico, de melhorar a vida das pessoas, de baixar a inflação no alimento. Porque a partir de janeiro, a cesta básica não terá mais imposto nem na carne nem no feijão”

Durante a passeata em Ipatinga, Lula criticou o fato de Flávio Bolsonaro ter almoçado com diretores da Globo nesta sexta-feira, data da entrevista de Flávio no Jornal Nacional. Para o presidente, a emissora está “sob suspeição” de sua campanha. Lula foi sabatinado ontem (14) na emissora e não houve almoço prévio com os diretores.

Em nota, a Globo confirmou que Flávio Bolsonaro fez uma visita institucional à sede da emissora no Rio de Janeiro, onde se reuniu com o presidente do Grupo Globo, João Roberto Marinho, e com o vice-presidente de Relações Institucionais, Paulo Tonet. O canal afirmou que o encontro contou com um almoço reservado, mas não teve a participação de nenhum líder ou representante da área de jornalismo da empresa, tratando-se de "rotina e cortesia com candidatos".

Falhas na plataforma de vacinação preocupam enfermeiros

17 October 2026 at 00:16
Interrupções frequentes, erros de registo e impossibilidade de consultar históricos vacinais. A ASPE já enviou uma denúncia formal aos SPMS, que não respondeu.

© JOSÉ COELHO/LUSA

Entre os riscos identificados encontram-se a convocatória de utentes já vacinados e a possibilidade de administração duplicada, alertou a estrutura sindical

Portugal é o quinto melhor destino do mundo para se viver, segundo a Nomad Capitalist

16 October 2026 at 22:02

Portugal é o quinto melhor destino do mundo para viver entre 63 destinos avaliados pelo novo Nomad Capitalist Lifestyle Index, com 70,09 pontos em 100. O país destaca-se sobretudo pelas condições de residência e acesso, mas a fiscalidade e o clima ficam aquém dos resultados obtidos noutras áreas, segundo a classificação feita pela consultora Nomad Capitalist.

O índice avalia cinco dimensões, com uma ponderação igual de 20% cada: natureza e clima, fiscalidade, residência e acesso, segurança e liberdade, e qualidade de vida e infraestruturas. A classificação pretende medir as condições para viver noutro país tendo em conta, em simultâneo, o enquadramento fiscal, as possibilidades de residência, a segurança e as condições do quotidiano.

“Portugal é o único destino entre os cinco primeiros cuja força é distribuída em vez de concentrada: nenhum pilar acima de 78,9 e nenhum abaixo de 47,8″, pode ler-se no site da empresa.

O Mónaco lidera o índice, com 73,89 pontos, seguido de Andorra, com 73,68, e dos Emirados Árabes Unidos, com 73,15. A diferença entre os três primeiros é inferior a 0,74 pontos.

“Três quartos de ponto separam o Mónaco, Andorra e os Emirados Árabes Unidos. Isto é uma lista restrita, não um pódio”, afirma Khatia Gelbakhiani, responsável de produto da Nomad Capitalist, citada em comunicado. A responsável salienta que cada destino tem vantagens diferentes: o Mónaco destaca-se pela qualidade de vida, Andorra pela segurança e liberdade e os Emirados Árabes Unidos pela fiscalidade.

Na avaliação de residência e acesso, Portugal obteve 78,9 pontos, o quinto melhor resultado neste indicador. O índice contabiliza cinco vias de residência: programas para nómadas digitais ou trabalhadores remotos, regimes para pensionistas, vistos de residência por investimento, criação de empresas e residência com base em rendimentos passivos.

Na dimensão de segurança e liberdade, Portugal alcançou 86,1 pontos. A avaliação combina indicadores de segurança, paz e liberdade individual e económica. A consultora destaca esta dimensão entre os pontos fortes do país.

A fiscalidade vale 78 pontos, enquanto a qualidade de vida e as infraestruturas somam 59,6 pontos. O indicador mais fraco é o de natureza e clima, com 47,8 pontos, que considera fatores como a qualidade do ar, a exposição a riscos climáticos, a disponibilidade de energia solar e a vitalidade dos ecossistemas.

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