❌

Normal view

Quaest: para 60%, medidas anunciadas por Lula são eleitoreiras

21 October 2026 at 22:42

Para a maioria dos brasileiros, as medidas anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a poucos dias do segundo turno são eleitoreiras. É o que mostra pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21).

Segundo o levantamento, 60% dos entrevistados veem objetivo eleitoral nas medidas de Lula. Para 32%, os anúncios feitos são necessários, independentemente de terem sido anunciadas durante a eleição. Outros 5% acreditam que os dois cenários são plausíveis.

Para 1%, nenhuma das opções são verdadeiras, enquanto 2% não souberam ou não responderam.

hierarchy visualization

A pergunta foi feita somente para os eleitores que afirmaram ter ouvido falar sobre alguma medida anunciada pelo governo no último mês, o que representa cerca de metade dos entrevistados.

Os eleitores que não ficaram sabendo de nenhum anúncio representam 42%, enquanto 8% não souberam ou não responderam.

Entre os eleitores que ouviram falar nas medidas, o aumento do Bolsa Família foi a mais lembrada, mencionada por 25% dos participantes.

Em seguida, aparecem o fim da escala de trabalho 6×1, com 16%, e a proibição das bets — as apostas online —, e o pacote de medidas para microempreendedores individuais (MEIs), ambos com 11%.

hierarchy visualization

Metodologia

Foram ouvidas 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

 

A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais

Vox Radar: STF, urnas e EUA puxam a conversa pós-1º turno para Flávio

21 October 2026 at 22:36

Segundo levantamento Vox Radar divulgado nesta quarta-feira (21), a semana após o primeiro turno das eleições teve como principais assuntos no Instagram: a crise no STF (Supremo Tribunal Federal), o fim da escala 6×1, caso Master, urnas e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e a soberania nacional.

Somados, os cinco temas favorecem o candidato Flávio Bolsonaro (PL) em 54% dos comentários, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 24%. Para 22% não beneficia nenhum lado. Com isso, há uma vantagem 30 pontos percentuais para Flávio.

A balança mudou da primeira semana após o pleito até esta semana. Com base na análise sobre os tópicos até esta quarta-feira, o mandatário concentra 59% dos temas favoráveis a ele, enquanto o candidato do PL tem 37% do montante.

Nos temas seguintes ao primeiro turno, a vantagem de Flávio é ilustrada na crise no STF, que compôs 28,2% das discussões relacionadas à eleição. Deste montante, 83% dos comentários favoreceu Flávio, enquanto 12%, Lula.

A crise na Superma Corte teve como principais tópicos o impeachment dos ministros, a atuação de Alexandre de Moraes e a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em seguida, o fim da escala 6×1 pautou 17,1% das publicações e comentários na janela coletada pela Vox Radar. Foram 48% dos comentários que favoreciam o presidente, enquanto 33% favoreciam Flávio. Uma vantagem de 15 pontos percentuais.

A tramitação do projeto no Senado Federal e as discussões sobre jornada de trabalho e CLT movimentaram a discussão na internet.

O caso do liquidado Banco Master figura como terceiro assunto mais comentado, com 13,9% da discussão. Neste tópico, apesar da vantagem de 12 p.p. nos comentários a favor de Lula, 65% deles não beneficiavam nenhum dos dois.

As ações do ex-dono do banco Daniel Vorcaro junto com os políticos citados nas investigações da PF (Polícia Federal) pautaram o debate.

A confiança das urnas e na Justiça Eleitoral movimentaram 13,1% das discussões, com 64% delas favorecendo Flávio Bolsonaro. A discussão girou em torno da apuração dos votos, a confiança sobre as urnas e a possibilidade de fraude, descartada pelo TSE.

Por último, a soberania nacional e a suposta interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. Neste tópico, que foi responsável por 12,6% das discussões, teve 52% dos comentários favorecendo Flávio Bolsonaro, uma vantagem de 21 p.p. sobre Lula.

Vox Radar: STF dá lugar a sigilo, Luchsinger e debate nas redes no 2° turno

21 October 2026 at 22:36

Pesquisa Vox Radar divulgada nesta quarta-feira (21) mostra que houve movimento nos temas mais discutidos nas redes sociais na semana após o primeiro turno das eleições e agora, na semana decisiva do pleito.

Nesta semana, a conversa girou em torno do desafio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) de abrir os sigilos bancários, da entrevista de Roberta Luchsinger à CNN e da repercussão do debate da Band do último domingo (18).

Os temas mais comentados desta semana substituíram a crise no STF (Supremo Tribunal Federal), o fim da escala 6×1 e o caso Master, que tiveram maior repercussão das redes quando os eleitores falavam sobre o resultado do primeiro turno.

Agora, quatro dias antes do segundo turno, os temas mais discutidos são fatos da própria campanha: a quebra de sigilos; as declarações de Luchsinger sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha; o debate da Band; as decisões do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre o canal “Exército do Lula”, coordenado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG); e o futuro do Bolsa Família.

Segundo a pesquisa, a concentração dos assuntos também mudou. Na semana após o primeiro turno, o tema de maior repercussão tinha 28% das menções. A quebra de sigilos, que agora ocupa a primeira posição, tem 30%, mais que o segundo e terceiro colocados juntos.

chart visualization

De acordo com o instituto, somados, os cinco temas da semana após o primeiro turno favoreciam Flávio em 54% dos comentários, e Lula, em 24%. O cenário se inverteu nesta semana: os assuntos favorecem Lula em 59%, e Flávio, em 37%.

chart visualization

O que se diz em cada pauta decisiva

  • Quebra de sigilos

Em relação à quebra de sigilos, 75% dizem que “Flávio esconde algo”, enquanto 19% que “o desafio é teatro, ou Lula é quem esconde”. Já 4% acreditam que “Lula é transparente”.

Na terça (20), Lula apresentou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ao STF (Supremo Tribunal Federal) um documento que autoriza a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico dele e de familiares desde que o candidato do PL (Partido Liberal) faça o mesmo.

O “desafio” foi proposto por Lula durante o debate da TV Band, no último domingo (18).

“Eu tomei a atitude de desafiar ele a abrir o sigilo do telefone, o sigilo bancário, para saber quem é corrupto nesse país. Todo mundo acusa todo mundo e não apura nada. Então, vamos apurar. Eu me disponho e vou ficar fazendo o desafio para ele até o próximo debate, para que a gente faça a abertura do nosso sigilo bancário e telefônico, para se apurar quem é que faz corrupção nesse país, quem é que enriqueceu ilicitamente nesse país. Porque não é possível ficar nessa acusação barata de um com o outro”, declarou ao final do encontro.

Flávio rebateu dizendo que achou a proposta “engraçada” porque, segundo ele, Lula “não tem celular”.

“Eu fiquei feliz com o desempenho, pude falar de propostas e, finalmente, pude rebater várias mentiras aqui. Inclusive, uma foi engraçada: ele propõe a quebra de sigilo telefônico quando ele não tem celular. Minhas contas estão sempre abertas, tudo o que é meu está declarado à Receita”, explicou.

Posteriormente, Flávio propôs novas condicionantes e Lula aceitou.

  • Luchsinger, Lulinha e INSS

Sobre o segundo tema, 73% acreditam que “Lula protege o filho, ou a culpa é de Lulinha”, 11% dizem que “não há provas, é perseguição”, e 5% “cobram investigação”.

No último sábado (17), a empresária Roberta Luchsinger deu uma entrevista exclusiva à CNN. Na ocasião, ela afirmou que pretende fazer uma delação premiada e acusou o presidente Lula de proteger o filho.

Luchsinger também rebateu falas e críticas públicas de Lula a ela e abordou os encontros que diz ter presenciado entre Lulinha e integrantes do governo.

A Polícia Federal investiga Luchsinger e Lulinha desde julho, por suposto favorecimento de empresas em órgãos do governo federal.

Nos últimos meses, Luchsinger foi alvo de mandados de busca e apreensão, teve bens e valores bloqueados e foi submetida à determinação de uso de tornozeleira eletrônica no âmbito da Operação Sem Desconto.

  • Debate na Band

Em relação ao debate da Band, também promovido pelo jornal Estadão e pelas emissoras de rádio e televisão Cultura, Gazeta e Jovem Pan, 28% disseram que “Lula venceu o debate”, 9% opinaram que “ninguém venceu, foi baixaria”, e 7% que “Flávio venceu o debate”.

Flávio e Lula se enfrentaram no debate da Band a uma semana do segundo turno da eleição presidencial.

O senador e o presidente apresentaram propostas, como mudanças no SUS (Sistema Único de Saúde) e na segurança pública, mas também trocaram acusações relembrando os nomes de Roberta Luchsinger e de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, no primeiro confronto direto entre eles na televisão neste pleito.

O evento também foi marcado por confusão envolvendo as duas comitivas, que no último bloco protagonizaram discussões que interromperam as considerações finais dos candidatos.

  • TSE e “Exército do Lula”

Sobre o assunto, 20% fazem “críticas a Janones”, 19% dizem que “é censura contra Lula”, e 7% alegam que “o TSE favorece Flávio”.

O canal “Exército do Lula” foi criado por André Janones como uma das frentes de mobilização da campanha petista após o resultado do primeiro turno das eleições no dia 4 de outubro, em que Flávio recebeu 47,03% dos votos, enquanto o atual presidente recebeu 45,16%.

Nas últimas semanas, o canal foi suspenso e voltou ao ar algumas vezes após decisões do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A campanha do petista registou o canal na Justiça Eleitoral como forma de manter o grupo ativo, após determinação do presidente do Tribunal Nunes Marques.

  • Bolsa Família

Sobre o benefício social, 34% comentaram que “Flávio vai cortar ou acabar com o programa”, 16% “defendem o programa”, e 12% que a “antecipação é compra de voto”.

Nesta semana, o governo federal decidiu pagar o auxílio com reajuste antes da eleição, após antecipar as datas de pagamento. Os repasses de outubro começaram a ser depositados nas contas dos beneficiários a partir de segunda-feira (19), seguindo os reajustes realizados pelo governo federal em meados de setembro.

Como mostrou a CNN, o reajuste foi editado na véspera do anúncio da medida.

Ao mesmo tempo, na segunda, a administradora Daniella Marques, coordenadora de campanha de Flávio Bolsonaro em temas econômicos, afirmou que o Bolsa Família terá um período de transição de dois anos caso o candidato seja eleito presidente da República.

A fala teve grande repercussão nas redes e a campanha do petista usou a declaração para dizer que Flávio, caso eleito, acabaria com o programa social — informação já desmentida pelo senador.

Para realizar o levantamento, a Vox analisou 7.682.845 comentários em publicações do Instagram entre 14 e 20 de outubro.

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

Mendonça nega excluir publicação que chama Flávio de “mentiroso master”

21 October 2026 at 22:09

O ministro André Mendonça, vice-presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), negou nesta quarta-feira (21) duas ações movidas pelo PL (Partido Liberal) e pelo senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), que solicitavam a remoção de dois vídeos que classificavam o parlamentar como “bajulador do Trump” e “mentiroso master“.

O primeiro conteúdo questionado pelo PL foi postado pelo PT (Partido dos Trabalhadores), a partir do perfil “PT na Câmara”, e fazia referências ao senador com os Estados Unidos e, especialmente, com o presidente Donald Trump.

Na publicação, o senador fluminense é chamado de “traidor da pátria” e “bajulador do Trump”, no contexto das tarifas americanas impostas a produtos brasileiros.

Nesse caso, Mendonça afirmou que: “Embora severas, tais expressões, consideradas isoladamente, podem traduzir juízos de valor e críticas à atuação pública do então pré-candidato, não sendo suficientes, por si sós, para justificar a intervenção judicial”.

Já a segunda postagem, no perfil do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de setembro de 2026, o vídeo chama Flávio de “mentiroso master”, “mentiroso contumaz” e alega que o parlamentar “nunca trabalhou na vida”.

De acordo com a ação movida por Flávio, “tais expressões configuram divulgação de informação sabidamente inverídica e ofensa à honra e à imagem do candidato”. Desta forma, o candidato solicitava a remoção em caráter liminar, a remoção integral da publicação, assim como a possibilidade de ser repostado.

“Não se identifica, em exame preliminar, imputação de conduta ilícita concreta e individualizada, tampouco manipulação do conteúdo audiovisual capaz de alterar substancialmente o sentido da manifestação reproduzida”, disse Mendonça na decisão, que mencionou que a urgência se dava no primeiro turno, que já ocorreu.

Apesar de negar os pedidos de liminar de urgência para a retirada dos conteúdos, o caso não é considerado como encerrado, com o juiz demonstrando a possibilidade de análise posterior dos conteúdos sem prejuízos.

“Nesse cenário, ausente demonstração inequívoca da ilicitude do conteúdo, deve prevalecer, neste momento processual, a liberdade de expressão, sem prejuízo de reavaliação da matéria após o contraditório”, cita Mendonça em trecho da ação contra o vídeo de Lula.

*Sob supervisão de Lucas Schroeder

Gerp: 49% dos eleitores rejeitam voto em Lula; 46%, em Flávio

21 October 2026 at 22:01

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém 49% de rejeição no cenário estimulado de segundo turno para a eleição presidencial, enquanto o candidato Flávio Bolsonaro (PL) segue com 46%.

Segundo o instituto Gerp, os dois candidatos estão em empate técnico na rejeição, uma vez que a diferença de dois pontos percentuais fica dentro da margem de erro do levantamento.

Os eleitores que afirmam que não votariam em nenhum representam 1%, e aqueles que votariam em qualquer um somam 1%. Outros 2% não sabem responder ao questionamento sobre rejeição.

hierarchy visualization

Evolução da rejeição

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em 16 de outubro, a resistência aos nomes na disputa não sofreu alterações.

chart visualization

Metodologia

A pesquisa Gerp entrevistou 2.400 eleitores, entre os dias 19 e 21 de outubro, por meio de entrevista por telefone<. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,55%.

A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03835/2026.

Confira a íntegra da pesquisa abaixo:

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

A CNN Brasil utiliza ferramentas de inteligência artificial para extrair dados e gerar textos a partir dos relatórios dos institutos de pesquisas eleitorais. Todas as informações são checadas por jornalistas, e o texto final também passa por revisão da redação da CNN antes de ser publicado. Clique aqui para saber mais

Em carta, juristas defendem candidato a favor de instituições democráticas

21 October 2026 at 22:00

Advogados, professores de Direito e ex-ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) assinaram nesta quarta-feira (21) uma carta em “defesa da democracia” e manifestando apoio ao candidato que “respeita as instituições democráticas brasileiras e o texto constitucional”. Entre os signatários, estão os ex-ministros Rosa Weber, Antonio Cezar Peluso e Celso de Mello.

No documento, os juristas lembram da promessa feita ao ingressar na profissão, de defender a “Constituição, a ordem jurídica do Estado Democrático de Direito, os direitos humanos, a justiça social, a boa aplicação das leis, a rápida administração da justiça e o aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas”.

Por isso, eles afirmam que, mesmo tendo posições políticas diversas, estão unidos na defesa do Estado Democrático de Direito.

Mesmo sem citar nenhum nome, os juristas dizem apoiar um candidato à Presidência que não tenha “a possibilidade ou intenção de concentrar em si os Três Poderes da República”.

“Em um momento de crise das instituições jurídicas, consideramos nosso dever tomar posição. O voto é o instrumento que a própria democracia oferece para corrigir rumos, proteger as instituições e reafirmar o compromisso com a justiça”, diz trecho do manifesto.

“É preciso, portanto, nesse momento histórico para o país, apoiar candidato que respeita as instituições democráticas brasileiras e o texto constitucional. É preciso apoiar candidato que não tenha a possibilidade ou intenção de concentrar em si os Três Poderes da República, e assim inviabilizar a garantia institucional de equilíbrio entre os poderes e o sistema de freios e contrapesos”, continua.

A carta é divulgada a 5 dias do segundo turno das eleições presidenciais. Flávio Bolsonaro (PL) terminou o primeiro turno à frente com 47,03%. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou com 45,16% e tenta a virada no próximo domingo (25).

Flávio impõe condições para quebra de sigilo e campanha diz que Lula aceita

21 October 2026 at 21:58

O senador Camilo Santana (PT-CE), integrante da equipe de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou nesta quarta-feira (21) que o petista aceitará as condições apresentadas pelo adversário Flávio Bolsonaro (PL) para a abertura dos sigilos bancário e telefônico dos dois candidatos.

Segundo Camilo, representantes da campanha de Lula irão ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta quinta-feira (22), às 11h, para protocolar a resposta às exigências do senador, com uma autorização para a quebra dos sigilos.

“De todas as condicionantes que ele colocou o presidente só tem a dizer que não se opõe absolutamente nada. Contanto que ele [Flávio] também cumpra e abra tudo que está sendo pedido”, afirmou.

Leia Mais:

O senador disse que o horário previsto para a entrega do documento também será o prazo estabelecido pela campanha petista para que Flávio ou seu representante legal formalize a concordância com a abertura de “todo o sigilo bancário e telefônico”.

O desafio foi lançado por Lula durante o debate presidencial da Band, no domingo (18). Na terça-feira (20), o presidente apresentou ao TSE e ao STF (Supremo Tribunal Federal) uma autorização para a divulgação dos sigilos bancário, fiscal e telefônico dele e de familiares, condicionada à adoção da mesma medida pelo adversário.

Entre as exigências de Flávio está a abertura dos sigilos de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, e de outros auxiliares cujos telefones, segundo a campanha do candidato do PL, eram utilizados pelo presidente.

Questionado sobre o acesso aos dados de Marcola, Camilo afirmou que todas as condições serão atendidas, desde que Flávio também cumpra sua parte.

O senador petista também disse que a campanha estranhou a ausência da empresa Halcazar Holding na relação apresentada por Flávio.

Segundo Camilo, o candidato mantinha, por meio da empresa, uma conta compartilhada com o advogado Wiler Tomaz, a quem o petista atribuiu envolvimento em uma investigação sobre desvios de recursos de aposentados do INSS.

 

 

Marçal fica fora da preparação de Flávio Bolsonaro para debate da Globo

21 October 2026 at 21:24

Pablo Marçal não participará do treinamento de Flávio Bolsonaro (PL) para o debate da Rede Globo, previsto para a próxima sexta-feira (23). Segundo apuração do analista de Política da CNN Pedro Venceslau, durante o CNN 360°, a responsabilidade pelo media training ficará a cargo do marqueteiro Duda Lima e de Fábio Portela, responsável pela comunicação da campanha.

No debate realizado pela TV Bandeirantes, Marçal chegou ao estúdio ao lado de Flávio Bolsonaro e acompanhou a disputa da primeira fila da plateia.

A presença do influenciador foi amplamente associada à postura adotada por Flávio durante aquele confronto, caracterizada por uma estratégia mais agressiva e provocativa — circulando pelo estúdio, fazendo gestos e tentando desconcentrar o adversário, em estilo semelhante ao que Marçal utilizou nos debates das eleições municipais de São Paulo em 2024.

Aliados pedem que Flávio seja “menos Pablo Marçal”

Integrantes da campanha avaliam que, embora a estratégia adotada no debate da Band tenha funcionado para aquele formato — com audiência menor e voltado à produção de cortes para a internet —, a abordagem pode ter gerado uma imagem negativa de arrogância ou prepotência.

Há ainda a leitura de que a agressividade pode ter repercutido mal entre grupos qualitativos, especialmente por se tratar de um confronto com um adversário de 80 anos de idade. Por isso, aliados orientam que Flávio seja “menos Pablo Marçal” e não perca a linha no próximo debate.

Vale destacar que o debate da Rede Globo possui um formato menos aberto e dinâmico do que o da TV Bandeirantes, o que também influenciou na decisão de adotar uma postura mais contida.

Marçal, no entanto, pode ainda comparecer ao estúdio, já que sua ausência se restringe ao treinamento, não necessariamente à sua presença no evento.

Marçal como integrante informal da campanha

Marçal passou a integrar informalmente a campanha de Flávio Bolsonaro após a Justiça Eleitoral proibir sua candidatura à presidência pelo PRTB. Desde então, ele tem colaborado não apenas nas redes sociais — sua principal área de atuação —, mas também em projetos de governo, incluindo o chamado Ministério da Prosperidade.

Bolsa Família deve ser tema central no debate da Globo

A analista de Política da CNN Larissa Rodrigues apurou que o tema do Bolsa Família deve ser central no debate da Rede Globo. A campanha de Lula (PL) planeja que ele mesmo proponha o assunto logo no início do confronto, explorando sua atuação à frente do programa.

Já a equipe de Flávio Bolsonaro prepara o candidato para se posicionar favoravelmente ao Bolsa Família, buscando desfazer declarações anteriores de Daniela Marques — uma das responsáveis pela área econômica da campanha —, que havia sugerido possíveis mudanças no programa, como um período de dois anos para que beneficiários tentassem buscar emprego e deixar o programa.

Segundo Larissa Rodrigues, a orientação interna da campanha de Flávio, apurada pelo analista de Política da CNN Gustavo Uribe, é que apenas o próprio candidato fale sobre o Bolsa Família a partir de agora, para evitar declarações que possam ser distorcidas ou prejudicá-lo.

No debate, a expectativa é que Flávio deixe clara sua posição favorável ao programa, defendendo também a criação de mecanismos que permitam aos beneficiários melhorar sua condição financeira e conquistar empregos formais.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Quaest: no DF, Flávio tem 50% das intenções de voto; Lula, 39%

21 October 2026 at 21:22

O senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) tem 50% das intenções de voto no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, de acordo com pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21).

Entre eleitores do estado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 39%. Do total de entrevistados, 6% afirmam que votarão em branco, nulo ou em nenhum dos dois e 5% não sabem.

hierarchy visualization

No levantamento anterior, divulgado em 12 de outubro, Flávio também registrava 50%, enquanto Lula tinha 40%. Brancos, nulos ou em nenhum dos candidatos eram 6% e os que não sabiam, 4%.

Aprovação

O instituto também mediu a aprovação do trabalho de Lula no Distrito Federal.

Segundo o levantamento, 53% desaprovação a gestão, enquanto 41% a aprovam. Outros 6% não sabem.

hierarchy visualization

Metodologia

A pesquisa Quaest entrevistou 1.104 eleitores, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03163/2026.

Flávio impõe condições para aceitar desafio de Lula sobre sigilo

21 October 2026 at 17:47

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, nesta quarta-feira (21), que vai aceitar o desafio proposto pelo candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sobre quebrar sigilos telefônico e bancário, mas impôs condições.

Para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Lula precisa quebrar o sigilo de Marcola, ex-chefe de gabinete da Presidência, e também liberar os dados do cartão corporativo da primeira-dama, Janja da Silva.

“Agora segura aí marginal. Você não tem celular. Sabe quem recebe as ligações por você? O Marcola. O Lula tem o Marcola do lado dele. É esse Marcola que abria as portas pro Lulinha, o filho dele, fazer negócios em todos os ministérios. Então eu abro meu sigilo do telefone sim, mas o Marcola tem que abrir o dele, concorda?”, disse Flávio durante agenda em Guarulhos, região Metropolitana de São Paulo.

“Pra eu abrir meu sigilo, você [Lula] vai abrir o sigilo do Instituto Lula. E tem mais uma condição: você vai abrir o sigilo do seu cartão corporativo e da Janja”, afirmou.

Na última terça-feira (20), Lula apresentou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ao STF (Supremo Tribunal Federal) um documento que autoriza a liberação dos sigilos bancário, fiscal e telefônico dele e de seus familiares desde que Flávio Bolsonaro faça o mesmo.

No documento, o petista elenca na lista, por exemplo, a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, e seu primogênito Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha. A divulgação dos dados bancários e telefônicos é relativa aos últimos oito anos e prevê “ampla divulgação dos respectivos dados à população brasileira”.

A iniciativa sobre a quebra de sigilos foi inicialmente anunciada pelo candidato petista no debate da TV Bandeirantes, no último domingo (18), e faz parte de estratégia para encurralar seu adversário, que tem se negado a dar transparência pública aos mesmos dados.

O pedido de Lula deve ser reafirmado no debate da próxima sexta-feira (23), promovido pela TV Globo. As pesquisas eleitorais mostram um cenário acirrado no segundo turno.

Condições de Flávio

Nesta quarta-feira, Flávio também apresentou uma autorização ao TSE. Ao aceitar a quebra de sigilos, ele afirma que a liberação dos dados do petista seria insuficiente, visto que, segundo ele, informações relevantes sobre seu patrimônio e relações financeiras estariam em nome de familiares, assessores e terceiros.

No documento, o senador autoriza a abertura de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos 20 anos, incluindo familiares mencionados por Lula e quatro empresas das quais é sócio ou administrador. Também afirma não se opor à divulgação de todas as mensagens que trocou com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

Entretanto, Flávio exige a abertura de dados bancários, fiscais, telefônicos e telemáticos dos filhos do presidente Lula, de empresas ligadas a eles, do Instituto Lula e de pessoas próximas, com informações desde 2003.

Ele pede a quebra dos sigilos de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, e de outros auxiliares que teriam utilizado telefones em nome de Lula. Além disso, Flávio requer a divulgação de registros de reuniões de Lula com Daniel Vorcaro, entradas do banqueiro no Planalto e na Alvorada, registros de visitantes durante sua prisão, informações sobre voos de aeronave ligada a Vorcaro. Também pede a abertura dos sigilos de João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT.

Outra condição de Flávio é a abertura dos sigilos de Roberta Luchsinger, apontada como próxima de Lulinha, de Edson Claro, de Frei Chico, irmão de Lula, e do Sindnapi, sindicato do qual ele é vice-presidente.

Quaest: campanha de Lula explora aumento de rejeição de Flávio

21 October 2026 at 16:18

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou a pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21), que mostra uma aproximação entre as intenções de voto do mandatário e do senador Flávio Bolsonaro (PL), e celebrou o aumento da rejeição ao senador, ao que chamou de “risco de perder conquistas”.

A sondagem mostra Flávio com 45% dos votos totais, contra 44% de Lula. Em um intervalo de uma semana, a rejeição do senador oscilou de 54% para 52%, enquanto a do petista caiu de 53% para 47%.

No segundo turno, a principal aposta do PT (Partido dos Trabalhadores) foi reforçar um “discurso do medo”, apontando que Flávio colocaria em risco programas sociais.

Lula e sua campanha vêm afirmando que o “tesouraço” prometido pelo senador nas contas públicas afetará benefícios sociais e previdenciários, citando os cortes de despesas do presidente Javier Milei na Argentina e o impacto em índices de pobreza e miséria no país vizinho.

“A pesquisa reflete nossas avaliações internas, que mostram o potencial de crescimento, isso em relação à própria Quaest. E essa mudança reflete as perdas que Flávio representa. É isso que queremos debater na reta final”, afirma o presidente do PT, Edinho Silva.

Segundo interlocutores do presidente, este seguirá como uma das principais estratégias para a reta final, inclusive em peças na TV e rádio. O PT vem explorando falas de seus adversários, como publicações antigas em que Flávio chamou o Bolsa Família de “Bolsa-Farelo” e alegação de Daniella Marques sobre uma regra de transição para o programa.

“É o receio de retrocesso, de perder todas as conquistas. O segundo turno contrapõe dois caminhos para o país e vai ficando para o eleitor que Flávio Bolsonaro é um caminho de insegurança ou de uma mudança para pior, do país andar para trás”, disse Éden Valadares, secretário de Comunicação do PT.

No PL (Partido Liberal), a avaliação é de que a rejeição pesou mais para Flávio do que para Lula em decorrência da campanha negativa do outro lado. Aliados do senador acusam o PT de espalhar fake news sobre programas sociais, como o Bolsa Família.

Lideranças do PL pontuam que, nas pesquisas internas, o movimento do eleitorado ainda é de estabilidade e minimizam o empate técnico.

A queda expressiva e fora da margem de erro na rejeição de Lula acendeu um alerta entre aliados de Flávio, ainda que vejam o movimento como “natural” da reta final, com acirramento de sentimentos e da fotografia de momento.

No entorno de Flávio, a defesa feita é para aumentar o movimento de refutar o que chamam de “fake news do PT” e falar mais sobre compromissos sociais que o senador pretende apostar.

A 4 dias das eleições, Lula sanciona lei que perdoa dívidas de MEIs

21 October 2026 at 16:00

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta quarta-feira (21), em cerimônia no Palácio do Planalto, lei que perdoa dívidas de MEIs (microempreendedores individuais) e aumenta o teto de faturamento para a categoria.

O pacote voltado aos MEIs é uma das apostas da campanha de Lula à reeleição para a reta final do pleito. O petista tenta acenar ao público de classe média que empreende – que resiste ao seu governo, segundo sondagens de avaliação da gestão federal.

A lei aumenta o teto de faturamento anual do MEI de R$ 81 mil para R$ 110 mil já em 2027. Em 2028, o patamar máximo passa para R$ 140 mil por ano. Na prática, empresários que estão em outras modalidades poderão se enquadrar na categoria e pagar menos imposto.

Leia Mais:

“A gente também vai permitir que esses MEIs possam contratar um funcionário a mais. Hoje, só podem contratar uma pessoa”, detalhou Lula no evento.

O texto também perdoa R$ 15,5 bilhões em dívidas da categoria com a União, o que beneficiaria 3,6 milhões de microempreendedores. Ainda será estabelecido um programa de renegociação de débitos bancários que promete descontos mínimos de 90%.

A partir de novembro, o Ministério da Fazenda vai realizar leilões com bancos privados e deve comprar cerca de R$ 6 bilhões de dívidas ativas dos microempreendedores individuais.

“Se tem gente boa pagadora nesse país e gente que gosta de pagar sua dívida é o pobre nesse país. São as pessoas pequenas […] Quando ele tiver dinheiro, a primeira coisa que faz é ir pagar. Porque se tem uma coisa que vale para o povo trabalhador é uma coisa chamada honra. Tem muita gente rica que gosta de dever”, disse Lula na cerimônia.

O pacote aprovado pelo Congresso também prevê o lançamento do Pix MEI, uma transferência de renda para estruturação da atividade econômica dos microempreendedores.

O governo concederá, entre 2027 e 2030, o governo concederá um capital semente de R$ 5 mil para que os MEIs investiam no próprio negócio. Ao todo, serão distribuídos aproximadamente R$ 5 bilhões.

Estiveram presentes na cerimônia parlamentares aliados a Lula e ministros de Estado. O chefe da pasta do Empreendedorismo, Paulo Pereira, um dos responsáveis pela formulação do pacote, afirmou que a aprovação da lei pelo Congresso em uma tramitação de dois dias foi “histórica”.

O projeto de lei com o pacote foi apresentado a 12 dias das eleições e tramitado “a toque de caixa” pelo Congresso Nacional na última semana. O tema do reajuste do teto dos MEIs, no entanto, já era discutido pelos parlamentares em uma comissão especial desde abril.

Veritá: Flávio tem 50,7% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 49,3%

21 October 2026 at 16:00

O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 50,7% dos votos válidos no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, de acordo com pesquisa Veritá divulgada nesta quarta-feira (21). O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na sequência com 49,3% da preferência do eleitorado.

O levantamento aponta empate técnico entre os candidatos, dentro da margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos. Em relação à última rodada da sondagem, publicada no sábado (17), Flávio oscilou 0,4 ponto percentual para baixo; e Lula, 0,4 ponto percentual para cima.

chart visualization

O que são votos válidos?

Votos válidos são aqueles dados diretamente a um candidato ou, nas eleições proporcionais, a uma legenda partidária. Votos em branco e nulos não entram no cálculo que define os vencedores.

Isso significa que a porcentagem apresentada na apuração não considera necessariamente todas as pessoas que compareceram às urnas. Ela é calculada apenas sobre os votos válidos.

Metodologia

Foram ouvidas 15.554 pessoas entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06396/2026.

Quaest: 44% têm medo da volta dos Bolsonaro; 42% temem reeleição de Lula

21 October 2026 at 15:05

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) indica que 44% do brasileiros têm medo da volta da família Bolsonaro ao poder, enquanto 42% temem a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

É a primeira vez desde agosto que o índice dos que têm medo da volta de um governo bolsonarista supera os que temem a permanência de Lula no Planalto. Na ocasião, 45% temiam a volta dos Bolsonaro, enquanto 41%, a eleição de Lula.

O resultado atual mostra empate técnico, já que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na rodada anterior da Quaest, de 14 de outubro, a maior parte dos entrevistados (44%) diziam ter medo de o atual presidente continuar à frente do cargo, enquanto 42% afirmaram ter medo de Flávio à frente do comando do país.

Metodologia

A pesquisa Quaest entrevistou 2.154 eleitores, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo jornal O Globo e pela TV Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

Futura: 47,3% rejeitam voto em Lula; 45,2%, em Flávio

21 October 2026 at 15:01

A pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quarta-feira (21) avaliou a rejeição que o eleitorado brasileiro tem ao atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao senador Flávio Bolsonaro (PL), que disputam o segundo turno da eleição presidencial no próximo domingo (25).

Conforme o levantamento, 47,3% dos entrevistados dizem não votariam em Lula de jeito nenhum, enquanto outros 45,2% dizem o mesmo sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Há ainda 2,1% que dizem rejeitar os dois candidatos e 3,6% que não rejeitam nenhum. Do total de entrevistados, 1,8% não sabe ou não respondeu.

hierarchy visualization

Metodologia

A Futura/100% Cidades entrevistou 2.000 eleitores em todo o país, entre os dias 19 e 20 de outubro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06614/2026.

Confira a íntegra do levantamento abaixo

Futura: Flávio tem 51,1% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,9%

21 October 2026 at 14:57

Pesquisa Futura/100% Cidades, divulgada nesta quarta-feira (21), aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51,1% das intenções de voto em uma simulação do segundo turno à Presidência, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pontua 48,9% nesta rodada.

O cenário considera somente os votos válidos, ou seja, descartados brancos e nulos. O resultado configura um empate técnico na margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na rodada anterior do levantamento, divulgada na última segunda-feira (19), Flávio tinha 50,4%, ante 49,6% de Lula, variações que ocorrem dentro da margem.

hierarchy visualization

Resultado do primeiro turno das Eleições 2026

Com 100% das urnas apuradas, Flávio teve 47,03%, com 56,1 milhões de votos. Lula chegou a 45,16%, com 53,8 milhões. O resultado mostra que os candidatos disputarão o segundo turno da eleição de 2026, marcado para o dia 25 de outubro.

Com pouco menos de dois pontos percentuais de diferença, a margem de votos observada entre Flávio Bolsonaro e Lula foi a menor desde a redemocratização.

Metodologia

A Futura/100% Cidades entrevistou 2.000 eleitores em todo o país, entre os dias 19 e 20 de outubro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06614/2026.

Confira a íntegra do levantamento abaixo

Quaest: Flávio é rejeitado por 52% dos eleitores; Lula, por 47%

21 October 2026 at 14:25

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) é rejeitado por 52% dos eleitores, enquanto 47% dizem não votar no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de jeito nenhum.

Os dois candidatos disputam no próximo dia 25 o segundo turno à Presidência da República.

Em comparação com o último levantamento, divulgado na semana passada, a rejeição a Lula caiu de 53% para 47%, oscilação fora da margem de erro de dois pontos percentuais. Já a de Flávio caiu dois pontos, de 54% para 52%, variação dentro da margem.

Metodologia

Foram ouvidas 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

Quaest: governo Lula é desaprovado por 47% e aprovado por 46% dos eleitores

21 October 2026 at 14:20

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta que 47% dos entrevistados desaprovam o governo do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 46% dos eleitores aprovam. Os que não souberam ou não quiseram responder à pergunta somam 7%.

No último levantamento, 48% dos entrevistados desaprovavam o governo, os que aprovavam a gestão de Lula eram 45%.

Avaliação do governo Lula

Ainda no mesmo levantamento, a Quaest questionou como os eleitores avaliam a gestão de Lula neste terceiro mandato. Para 38%, o desempenho do petista é negativo. O índice variou dois pontos para baixo desde o levantamento divulgado na semana anterior. Aqueles que classificam o governo como positivo são 34%, o mesmo percentual de antes.

Aqueles que dizem que o governo é regular representam 26%, enquanto outros 2% não sabem ou não responderam.

chart visualization

Metodologia

Foram ouvidas 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

Quaest: Flávio tem 45% no 2º turno; Lula, 44%

21 October 2026 at 14:19

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 45% das intenções de voto no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto. Já o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece com 44% da preferência do eleitorado.

Votos em branco, nulos e aqueles que não manifestaram predileção por nenhum dos candidatos somam 9%. Indecisos são 2%.

hierarchy visualization

Este é o primeiro levantamento realizado pela Quaest após o primeiro debate entre Lula e Flávio exibido pela TV Band no último domingo (18). O cenário apresentado pela sondagem é de empate técnico entre Flávio e Lula dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

No primeiro turno da corrida eleitoral, Flávio conquistou 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. O segundo turno da eleição presidencial ocorre no próximo dia 25.

Metodologia

Foram ouvidas 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

TSE manda Lula suspender propaganda que associa Flávio a assédio

21 October 2026 at 13:29

O ministro Marco Aurélio Bellizze, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), determinou nesta quarta-feira (21) que a coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) suspenda a veiculação de uma propaganda que mostra um vídeo do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) simulando abordar uma mulher e dizendo: “Sou filho do presidente. Quer me dar?”.

A propaganda, usada pela campanha de Lula, começa com cenas feitas por atores, como se fossem imagens de câmeras de segurança, nas quais um homem aborda mulheres em uma padaria e diz: “Sou filho do dono da padaria. Quer me dar?”.

Em seguida, uma narradora diz: “Agora, imagine ter um presidente que acha normal tratar uma mulher assim”. Só então, é exibido o vídeo original de Flávio dizendo a frase semelhante. A peça termina com a mensagem: “Com Flávio Bolsonaro, as mulheres perdem”.

A ação para retirar a propaganda do ar foi movida pelo próprio Flávio. Segundo ele, o vídeo original em que ele diz a frase foi gravado em um contexto privado, entre amigos, em um momento em que ele estaria imitando o irmão mais novo, Jair Renan Bolsonaro (PL).

O senador afirma que não havia mulheres no ambiente e que a campanha de Lula omitiu esse contexto.

Flávio argumentou ainda que as cenas com atores na propaganda, combinadas ao recorte do vídeo original, induzem o eleitor a associar a frase à sua própria conduta e a acreditar que ele teria abordado mulheres daquela maneira.

Ao analisar o caso, Bellizze concordou que as cenas encenadas na padaria podem alterar o sentido do vídeo original e levar o eleitor a interpretar que as situações representadas correspondem a condutas efetivamente praticadas pelo candidato.

Segundo o ministro, “a edição não se limita a sustentar crítica política com base em declaração pública, podendo sugerir como fatos reais situações que não teriam ocorrido”.

❌