André Ventura diz que a ausência pública do primeiro-ministro é um "rastilho" para escalar a contestação e avisa o Governo para não pensar que Portugal é "um país manso".
Numa intervenção num almoço do International Club of Portugal, num hotel em Lisboa, André Ventura critica que "não sabemos do primeiro-ministro há dias"
Pureza pede que protestos continuem e diz que seria positivo que a CGTP convocasse greve geral. Central sindical admite todas as formas de luta, mas avisa que greve "exige preparação".
Pureza recusou que o partido tenha qualquer intenção de "dirigir" os protestos "mas contribuir, isso sim, para a força do movimento da luta pela habitação"
Manifestação "Não temos casa, montamos tendas!" partirá da rotunda do Marquês de Pombal e terminará na Praça do Rossio, onde, desde sábado, centenas de pessoas se têm juntado a exigir medidas.
Segundo Benjamim Pereira, presidente do IHRU, "não se vai resolver o problema da habitação (...) nem se vai resolver durante os próximos anos, é preciso todos termos consciência disso"
José Manuel Pureza pede ação com impacto de rua que dê força ao movimento social. Ainda, atual e antigo presidente da Câmara Municipal de Valongo condenados à perda de mandato por abuso de poder.
Jean-Didier Berger anunciou um aumento de 20% do efetivo mobilizado para o próximo sábado, que incluirá reforços militares como a força Sentinelle, unidade de elite da polícia.
Os militares ficarão encarregues da proteção de edifícios públicos, como a Assembleia Nacional, Senado e sede do Governo, bem como de locais turísticos de Paris, incluindo os Campos Elísios
O coordenador do Bloco de Esquerda esteve hoje reunido com uma delegação da CGTP. Ainda, já é conhecido o vencedor deste ano do prémio Shakarov para a liberdade de pensamento atribuído pelo PE.
Os estudantes começaram a concentrar-se junto à Porta Férrea às 10h00 e exigiram que "Mais tempo suplementar não é privilégio, é direito!". Acabaram por bloquear a passagem para o Paço das Escolas.
Amadeu Guerra adianta que todas as soluções estão a ser estudadas. A audição dos 55 manifestantes foi adiada para terça-feira. Ainda, prevê-se nova subida dos preços da gasolina e do gasóleo.
O Ministério Público vai decidir na terça-feira se os manifestantes pela habitação detidos em Lisboa vão ser julgados sumariamente ou terão, se assim concordarem, o processo suspenso.
Tom de ameaça do ministro. Actuação da PSP “por antecipação” mas noite calma em Lisboa: “Polícia, alinha, anda fazer conchinha”. Foi mais uma noite, e uma madrugada, de manifestação pelo direito à habitação. Em Lisboa, no Rossio, houve votação – confusa e por vezes tensa – e os manifestantes decidiram acampar mas sem resistir à polícia. Não houve tendas, desta vez. Deitaram-se “em conchinha”, no chão. Com uma referência a José Mário Branco: “A conchinha é uma arma e eu não sabia. Poderá devolver as casas e a alegria”, comentou uma das manifestantes, na TSF. A certa altura, os manifestantes
Mais de uma centena de manifestantes pernoitaram ao relento no Rossio. De manhã, instalaram tendas, mas a PSP já pediu para que fossem retiradas. Ainda, pelo menos nove pessoas morreram na Ucrânia.
No mar dos slogans feitos, da agitação e tentativa de acender um rastilho social a extrema-esquerda pretende ter nas ruas a relevância que a esmagadora maioria dos cidadãos lhe retirou nas urnas.
A Câmara de Lisboa (que vai acabar com as trotinetas), os transportes públicos (que fazem outra vez greve) e as associações de estudantes (que não querem propinas) são o Bom, o Mau e o Vilão.
Cerca de 100 manifestantes permanecem no local, depois de uma noite marcada pelo diálogo do movimento com a PSP. Ainda, PS vai viabilizar na generalidade a proposta do Orçamento do Estado de 2027.
O barman mais velho do mundo que com 103 anos continua atrás de um balcão diariamente. E ainda, a manifestação pela habitação que levou um cidadão a arrancar cartazes no Rossio.
Cerca de uma centena de pessoas dormiu ao relento no Rossio. No Porto, a noite ficou marcada pela desmobilização dos manifestantes. Ainda, o secretário-geral do PS volta a pedir que o primeiro-ministr